Como Tudo Começou

Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil
Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil

Tinha eu aproximadamente meus oito anos de idade, lá pelos idos de 1944, quando os fenômenos paranormais começaram a ocorrer à minha volta. Eles ocorriam amiúde quando brincava no quintal de nossa casa na Barra Funda que na época era uma várzea só, enquanto estudava minhas lições de casa, na sala de aula do antigo Grupo Escolar do bairro e mais tarde quando ia jogar futebol com os amiguinhos nos vários campos de futebol das imediações.

O que eram esses fenômenos? Eu avistava entidades desencarnadas que conversavam comigo e que só viria a saber que eram desencarnadas meses ou anos depois. E, principalmente umas esferas douradas pouco maiores que uma laranja das grandes, que circulavam a minha volta estivesse eu a onde estivesse, mas quase sempre quando eu me encontrava sozinho, o que me deixava mais intrigado e amedrontado. Às vezes em número de duas, mas quase sempre uma, isoladamente, que parecia examinar-me e examinar tudo o que eu fazia. Quando eu ia dormir, e no quarto que eu dormia lá estavam meus dois irmãos mais novos que eu. A esfera entrava no quarto e vinha logo em minha direção e eu amedrontado me enfiava debaixo das cobertas até a cabeça, mas nada adiantava pois eu a sentia do lado de fora da cama como a me examinar. Eu suava frio, rezava, pedia para ela ir embora e só quando eu tinha certeza que ela não estava mais lá, então, só então tirava as cobertas. Meus irmãos dormiam sono solto. Nunca viam nada! Eu, já depois de muito sofrer e muito visado falei algo à minha mãe, mas ela como sabia que eu era traquinas e “daqueles bons”, que não fazia mal para os outros, mas os ratos e outros bichinhos que caíssem nas minhas mãos eram “vitimas” das minhas “experiências laboratoriais”, dizia: “- pare de inventar coisas menino eu já te dou umas chineladas”.

Então comecei a me fechar em mim mesmo, não comentava nada com ninguém, mas, ia perscrutando tudo. E num certo dia, após o almoço, quando sentado à mesa fazendo minhas lições, vi na minha frente um senhor idoso de cabelos brancos e barbas longas e brancas também, vestido a maneira grega com aquela espécie de camisolão e com aquela parte que é jogada por cima dos ombros e cai sobre um dos braços. Sandálias douradas e enrolados os fios dos cadarços até a altura um pouco abaixo dos joelhos. Era de fisionomia austera mas seus olhos irradiavam uma ternura e bondade que ao invés de eu me assustar fiquei como que magnetizado por ele e tranqüilo como se eu já o conhecesse de há muito tempo antes.

Ouvi nitidamente ele me dizer- “Não tenhas receio meu filho, aquelas esferas que você via era eu que tentava aproximar-me de você e fazê-lo despertar em sua mediunidade para que possamos cumprir o que combinamos há muitos séculos atrás. Você tem uma determinada missão e eu me propus a ajudá-lo a cumpri-la. Mas, você vai ter que aprender a ir escrevendo o que eu lhe disser ou guardar para você para mais tarde escrever, sem dizer nada a ninguém por enquanto, caso contrario, nossa missão será interrompida pela incompreensão dos que aí vivem levando você ao descrédito. Nós dois vivemos na Grécia antiga, bem antes de Cristo, e lá traçamos nossos objetivos. Por enquanto não vou dar meu nome a você para não complicar mas. Vou aparecer muitas vezes só para você da forma como estou hoje, mas mais tarde, quando você já estiver compreendendo mais o que desejo transmitir então aparecerei na forma que tenho hoje em nosso planeta. Não sou um espírito, sou um ser vivo que vive num planeta distante e que foi seu pai. Mais tarde explicar-me-ei melhor a você. Por enquanto é só”.

Fez um sinal à maneira “salamaleque” árabe só que ao contrario, ou seja, começando de cima para baixo, ou seja, da testa, na boca, no peito e depois com a mão aberta como se oferecesse algo para mim e simplesmente sumiu!

Ele trazia no peito um medalhão dourado, vazado, com um aro envolvendo um triângulo e com uns caracteres escritos em Língua estranha ininteligíveis para mim naquele momento. Esse medalhão estava pendurado a seu pescoço por uma extensa corrente dourada cujos elos não eram pequeninos, mas sim de tamanho um pouco maior que as correntes que as mulheres usam da Terra.

Apareceu-me quase que quotidianamente. Aos poucos foi explicando-me tudo. O significado do seu estilo de cumprimentar e que comparado com o cumprimento árabe queria dizer que: em primeiro lugar a inteligência, os olhos a boca e o coração, curvando ligeiramente o corpo para frente ele punha à disposição do seu interlocutor e, o árabe, quer dizer tudo de baixo para cima, ou seja, que primeiro o coração, a boca, os olhos e a inteligência estão à disposição do interlocutor. No medalhão, o circulo era o Universo, o triângulo a fraternidade a qual ele pertencia e os caracteres eram o nome dele e do seu planeta de origem.

Os anos foram passando, eu fazendo meus cursos, de escola primária; de violino, de música, o colegial e aquele senhor acompanhava-me a onde eu estivesse. Bastava que eu formasse meu pensamento nele e ele ali estava ao meu lado ou a minha frente. Os fenômenos aumentavam em mim. Via-me fora do corpo várias e várias vezes e muitas delas conversando e recebendo instruções dele. Foi quando mais tarde no colégio conheci aquela que hoje seria a minha querida esposa. Ela, de origem “católica apostólica-romana”, tinha medo de tudo o que eu lhe dizia. Para ela tudo era de outros lugares negativos, menos de Deus!. Ela tocava órgão na igreja do bairro. Dizia comigo mesmo – “Estou bem arranjado, só me falta essa!”.

Minha mãe a essa altura, há anos atrás já havia me levado a um centro espírita próximo, que foi bom para minha mediunidade que lá fui desenvolvendo gradativamente, a tal ponto que fui considerado pela entidade espiritual principal, o chefe índio que se denominava José da Barreira, como o mascote do centro espírita e do qual, mais tarde, já adulto, tornei-me presidente.

É claro que ao conhecer minha namorada aos poucos fui persuadindo a acompanhar-me ao Centro Espirita. Ela relutou muito até que anuiu à idéia. Foi. gostou e ela de lá nunca mais saiu. Só quando fomos obrigados a encerrar as atividades do Centro por motivos particulares entre os familiares do médium principal que incorporava o chefe José da Barreira. Ela desenvolveu a tal ponto sua mediunidade, que posso afirmar aqui, sem medo de errar, que jamais encontrei durante este tempo todo uma médium semelhante. Tinha quase todas modalidades mediúnicas, tais como: vidência, clarividência, incorporação, psicometria, psicografia, desdobramento e até de efeitos físicos. Realmente foi o Anjo que meu ser aguardava e precisava encontrar. Ela começou também a avistar aquele senhor grego que, numa das oportunidades nos dissera seu nome: disse chamar-se Hécloss, soletrando as letras para nós e a pronúncia que é mais ou menos assim: Hécloxis, e que aguardássemos para os próximos dias e nos preparássemos, psicologicamente, pois ele tencionava mostrar-se como ele era realmente, e ia nos dizer de onde vinha. E num final de tarde, depois de passadas duas semanas Hécloss surgiu em nossa frente dentro da sala de visitas de nossa casa. Aparentava ter uns 45 anos dos nossos, vestia um macacão bege todo inteiriço, sem emendas ou zíper, gola esportiva, botinhas tipo almofadadas parecendo serem feitas de espuma de borracha e que eram presas ao macacão tudo da mesma cor. Era reluzente ou fosforescente.

Sua fisionomia simpática. Tinha cabelos loiros cor de areia de praia e caiam-lhe sobre os ombros. Testa larga e olhos amendoados bondosos mas firmes, nariz aquilino, boca pequena com os lábios inferiores mais grossos. Orelhas médias ligeiramente pontiagudas e rentes à cabeça, mas ficavam encobertas pelos cabelos. Altura 1,72m a 1,75m aproximadamente. Estrutura física bem harmoniosa. Notamos que nas costas altura das omoplatas ele tinha uma saliência como se tivesse uma membrana à guisa de pequena asa que ligava os braços quase imitando os nossos morcegos. O macacão encobria tudo, mas ele fez com que víssemos emitindo imagens em nossa mente. Como se ele ficasse exposto, ou o macacão ficasse transparente. Sua voz era suave, calma, seus dentes pareciam pérolas encrustadas em suas gengivas. Era e é um ser magnifico. Daí para adiante até hoje Hécloss sempre nos aparece assim. Às vezes vem com macacão cor de café, às vezes de cor verde berilo, conforme a atividade que esteja exercendo em seu planeta.

Naqueles anos que ele começou a se apresentar para nós, ele tinha a posição de Governador Geral do seu planeta, ou seja, era o líder de uma Junta governamental composta de doze membros, com ele treze.

Disse-nos que era do Planeta Marte, que na língua deles quer dizer Verchs e que com o tempo traria outros e inclusive mulheres para conversarem conosco. Isto foi feito, e vem sendo feito até hoje. Com o tempo ele nos foi trazendo outros seres do planeta dele. Acompanhamos o desenrolar do seu governo, aprendemos detalhes daquele povo maravilhoso, assistimos Hécloss passar o governo para o jovem e inteligentíssimo Alléss (se pronuncia Alléxix), posteriormente ele foi se comunicando com seres de outros planetas do sistema e de outros sistemas solares e assim fomos “viajando” com ele para todos os locais do Universo. Depois foi como se “criássemos” nossas próprias asas e nós mesmos, apenas como o nosso feixe de ondas mentais “engrossado” por aqueles que já haviam nos visitados fomos sintonizando seres de todas as partes do Universo.

Os detalhes de cada encontro os leitores encontrarão diretamente mas próprias mensagens que “mentografamos” e que farão parte dos próximos volumes.

Aproveito aqui para responder a clássica pergunta que me fazem sempre, durante as palestras ou em todo o lugar que eu vou: – “Se nos planetas Vênus e Marte e nos demais planetas há vida, por que então as sondas terrestres enviadas para lá nada encontram?”

Eu respondo da seguinte forma: – Será que não encontraram nada mesmo?. Será que tudo é divulgado pelos órgãos espaciais das grandes potências? O que eu posso dizer é que se nós fossemos venuzianos ou marcianos e tivéssemos um vizinho tão belicoso e beligerante como o terrestre, faríamos tudo para despistá-lo de nos encontrar! Como?, emitindo pulsações sobre as sondas desviando-as para locais ermos, “inabitáveis”, informando falsas temperaturas até que ele se cansasse de gastar seus milhões e procurasse utilizá-los em diminuir sua ignorância!. Já houve alguém do senado norte-americano que disse: “- O dia em que pisarmos em Marte vamos mostrar aos marcianos quem nós somos !” Após uma declaração dessas em publico qualquer ser mais inteligente pensaria várias vezes antes de convidar um espécime dessa raça a visitá-los ou de estimulá-la a conhecer seus mundos.

Se ao invés do terrestre enviar as sondas, fossem os marcianos “atrasados” a enviarem-nas para cá e elas caíssem em pleno deserto do Saara o que elas lhes informaria?. Lá não há vida. Durante o dia faz 60 graus de calor e a noite o frio é abaixo de zero, não há “corpo físico marciano” que agüente!””.

Aqui mesmo na Terra quando temos um vizinho que cobiça nossas terras, nossa plantação, nossos animais, nossas mulheres o que fazemos nós terrestres? Colocamos cerca de arame eletrificado, minamos com explosivos as imediações, escondemos tudo que é nosso para que ele seja desestimulado de se aproximar!. Não é assim? E por que seres mais evoluídos que nós não fariam o mesmo?, para não nos atacar ou nos pulverizar?

Portanto, até que o ser humano consiga pisar no solo de qualquer um desses planetas e diga ele mesmo que neles não há vida, eu prefiro acreditar na pluralidade dos mundos e que deus – O Núcleo Central Cósmico que nos deu a inteligência e o discernimento, não iria Ele próprio ser tão ignorante de colocar no Espaço Sideral tantos planetas apenas para enfeitar nosso Céu!. E planetas bem maiores que o nosso, com mais potencialidade de comportar uma humanidade que a Terra; que não passa de um grão de areia no Espaço.

O homem ainda não conhece bem a si próprio!. Desconhece a vida após a morte!. Desconhece a existência do seu Espírito. Acima não conhece bem os seus “oceanos”, não consegue saber porque ele não vive a 50 metros de profundidade e há peixes que vivem melhor que ele a 11.000 metros de profundidade?. Como pode esse ser ínfimo querer saber sobre o Universo se sua mente ainda obtusa não enxerga um palmo à frente do seu nariz?… Pelo menos, que o homem “dê chances” ao Criador de mostrar a Sua Obra!

A Ciência da terra diz que em Vênus o calor ultrapassa 250º centígrados e que lá a atmosfera é composta de ácido sulfúrico!?, mandou várias sondas para lá e elas “constataram” nuvens e chegaram ao solo descendo com pára-quedas!. Pára-quedas desce em ácido sulfúrico?, resiste a uma temperatura acima de 250º centígrados?, e as nuvens eram vapores condensados de que? de ácido sulfúrico?

A Ciência da Terra diz que em marte já é mais frio; e as sondas lá só detectaram desertos, não há água, mas por algumas vezes, suas sondas foram como que desviadas de suas órbitas já dentro daquele planeta, (a ciência achou tudo estranho mas nada explicou a respeito) e tão cedo, acho eu, não vai explicar! Suas sondas desceram até o solo marciano, apoiadas em que? Talves em acido sulfurico, como imaginava infantilmente a ciencia de outrora. Talves em acido sulfúrico, como infantilmente imaginava a ciência!. Talves em acido sulfúrico, como imaginava a ciência outrora. infantilmente. em ácido sulfúrico também, ou monóxido de carbono expelido por ela própria?

A Ciência da Terra diz que em mercúrio o chumbo está em ebulição de tão quente que é aquele planeta “afinal ele está bem próximo do Sol, que também no dizer dela, a Ciência, o Sol está pegando fogo!?. No entanto, a sonda circula em volta de Mercúrio, não se derreteu e nem seus filmes ou câmaras de bordo foram derretidos ou sequer danificadas, tanto pelo” excessivo “calor vindo de Mercúrio, tanto pelas “enormes labaredas” do Sol em combustão sobre elas?

Afinal de contas que explicação dessas suas incoerências nos dá a Ciência? Até agora nenhuma!. E meus caros leitores, estava deixando esta minha obra ser publicada só agora no final do século, na expectativa de poder alterá-la caso a Ciência mudasse suas elucubrações; mas nada, nada. ” Tudo ficou como antes no quartel de Abrantes!”

Por isso, a despeito de eu valorizar em muito as pesquisas cientificas, agradecer-lhe pelo seu extenuante trabalho, apesar de muito lento, fico com as minhas teorias, ou melhor, minhas afirmações, pois parecem ter suas lógica e serem mais coerentes!

Outra pergunta clássica: – “Já que os extraterrestres existem e voam dentro da atmosfera terrestre, por que então eles não entram em contato com as autoridades? por que não descem nos grandes centros populosos para que todo mundo os veja?, ao invés disso, descem em locais ermos; mantém contato com pessoas simples, nas fazendas, beira de rio e lagoas, e são avistadas só no ar voando?

Conforme sou informado pelos seres extraterrestres, de há muito tempo eles vem tentando um contato direto com a humanidade ( veja Ezequiel 1 a 10 Velho Testamento ), porém, o ser humano já traz em si mesmo o medo, o pavor do que é desconhecido para ele.

Entra em colapso nervoso, emocional, mental, psicológico, espiritual, haja visto, as vezes que alguém diz ter visto um ser alienígena ou foi levado para dentro de uma nave, a forma como ele volta ou relata o acontecimento, amedrontando ainda mais os outros seres da terra. E a humanidade mais moderna nem se fala, pois com todas essas guerras entre as superpotências, as “guerras quentes”, as “guerras frias” e bem a essas estórias de naves com Língua de cobra, fica apavorada só em pensar. E os organismos de defesa dessas superpotências sempre atentos em defender seus países de invasões de terrestres mesmos, impõem mil e uma normas de segurança e punições para aqueles que oficialmente poderiam divulgar os fatos.

Isso faz com que haja uma certa retração por parte dos informantes e dos seres extraterrestres que procuram evitar sejam eles os “pivots” das causas de punições sócio-político e militares entre uma e outras facção beligerante.

Há milhares de registros da visita dos extraterrestres na Terra, na imprensa falada e escrita, na televisões, em livros de pesquisadores. Relatos de pessoas e de autoridades, da França, do Brasil e de outros países, porem, assim mesmo ninguém leva em conta tudo isso. parece mesmo que o ser humano e as autoridades de um modo geral não querem acreditar com algum temor obscuro por traz disso tudo. Dá-nos a entender que na Terra há facções pagas para investigarem o assunto e dizer que não existem os discos Voadores e nem os seres Extraterrestres, e facções pagas para investigarem e dizerem que existem e simularem uma crença em algo superior entre a população.

Verbas astronômicas são gastas para tudo isso!. E qual das duas partes gostaria de perder essa fonte inesgotável de dinheiro?…

A “Inquisição Moderna dos Discos Voadores” andou assustando todo mundo. Eu mesmo, nos primeiros trinta anos achei melhor camuflar as informações e mensagens para não prejudicar pessoas inocentes e ainda outra vez imitando o Grande Galileu Galilei que não era nenhum covarde, mas astuto e dono de uma inteligência arguta, preferiu dar a mão à palmatória aos fanáticos da época até que a “poeira assentasse” e suas obras continuassem vivas para as futuras gerações, assim também fiz eu, aconselhado por aquele maravilhoso ser Hécloss, só divulguei através da imprensa em Ribeirão Preto em 9/ Junho / 1978, e aos poucos através também de palestras fui dando em público em “forma de conta gotas” aquilo que eu era autorizado a revelar. E aqui neste volume, agora em 1995 o faço mais abertamente.

Quero frisar entretanto, que meses após a publicação do jornal do Grande ABC, recebi a visita indesejável em minha casa de Ribeirão Pires de enviados da Igreja tentando dissuadir-me dos meus intentos. Fiquei apavorado e um tanto revoltado e decidi que continuaria como Galileu, “por baixo do pano”. E assim estas informações puderam chegar até aqui.

Em contato comigo na noite de 10 de outubro de 1968 uma nave do planeta Mercúrio as 22,30h aproximadamente, tendo como comandante o pequenino Zar-Xiss desceu em plena Avenida Francisco Monteiro, próximo ao cemitério da cidade, avenida principal na cidade de Ribeirão Pires – SP causando o maior reboliço. Eram casais de namorados, e pessoas comuns a fugirem para todos os lados, vindo até viatura da polícia armada com metralhadoras para combater os “alienígenas”.

Como era bem próximo de minha casa, fui correndo até lá e ainda deu para ver a nave parada a um metro do solo e através das escotilhas redondas dois seres que talvez curiosos pelo que estavam causando, andavam de um lado para o outro dentro da nave e nos olhavam sorridentes. Após alguns minutos zarparam como um raio, desobedecendo qualquer lei de aerodinâmica ou da gravidade!. Tais fatos foram noticiários dos jornais do grande ABC do dia seguinte e dos dias posteriores.

Posteriormente, conversando com Zar-Xiss ele transmitiu-me suas impressões daqueles momentos, registrados em capitulo à parte.

As informações que recebo dos extraterrestres do porque deles procurarem locais ermos e pessoas mais simples, não é por acaso. Ocorre que as energias utilizadas por eles para propulsão de suas naves, onde predomina a energia magnética, interferiu em nossa energia elétrica interrompendo o funcionamento das transmissões de energia pelas nossas usinas, interferem no funcionamento dos motores, nos transformadores, nos cabos elétricos, nos elevadores, nos magnetos dos aviões, carros e outros veículos e repelem tudo o que for feito de metal como o ferro, o aço etc. Interferem em nossa vida bacteriana, em nossas plantações e em outras atividades de nossa vida comum. Até na parte, mental e psicológica essas energias interferem, através dos plexos, poros e chacras, deixando o indivíduo fora de si mesmo, descompensando-lhe as energias vitais, a corrente sangüínea, a pulsação, o sistema nervoso central, o sistema endócrino e muitas outras conseqüências nefastas e involuntárias para o fraco organismo humano, que necessita de “verme e bactérias”, as quais lhes damos os nomes pomposos de “flora intestinal” para viver bem.

E se os extraterrestres, apenas com suas vibrações mentais e suas áureas positivas, se mantiverem um relativo tempo perto de nos, essas nossas floras intestinais pulam fora do nosso corpo e o ser humano perece.

Por isso, os extraterrestres tomam todas precauções possíveis e imagináveis para não nos causar malefícios de um modo geral. Há entretanto, seres extraterrestres que vêm de fora do nosso sistema solar e por isso desconhecem nossa constituição física e nosso sistema de vida, são mais afoitos, entram em nossas cidades, levam alguns para dentro de suas naves e o resultado disso já é conhecido nos anais da assim chamada ufologia.

Por falar em ufologia, devo dizer: “No momento que um ser extraterrestre pisar oficialmente o solo terrestre e manter um contato também oficial, essa ufologia que vive de estatísticas e bisbilhotices se extinguirá por completo, pois nada mais terá a fazer” a não ser contemplá-los!

Quando de meus contatos com aquele “senhor grego” no início de minha juventude, as naves pairavam sobre os campos de futebol do bairro, onde eu estava jogando e os garotos olhavam e diziam – “olha lá um balão!”, mas… cadê a tocha?”. E em minutos ela subia verticalmente desaparecendo no Céu. No dia seguinte lá estava ela de novo, majestosa, pulsando como um coração vivo no espaço. a noite, essas naves seguiam-me pelas ruas do bairro, no Céu bem acima, pontuando as avenidas indo até o bairro da Casa Verde e depois seguindo por sobre o leito do rio Tietê em direção à Lapa.

A Aeronáutica Militar mantinha naquela ocasião seu campo de treinamento à poucos quarteirões dali, em Santana, do lado oposto portanto. Por ironia chama-se até hoje de “Campo de Marte!”, e é bem provável que seus oficiais as avistassem de onde se encontravam, pois já eram providos de aparelhos de radares. por isso, acho eu, que essa pergunta não tem razão de ser, pois os extraterrestres têm demonstrado ao longo do tempo a vontade que eles tem também de se comunicarem conosco.

A ufologia, que para mim é um termo importante nos E.U.A dado para os objetos não identificados, já está ultrapassada desde quando as primeiras naves foram registradas oficialmente, 24 de Junho de 1948. Para mim há muito tempo eles já foram identificados. São naves interplanetárias pilotadas por seres ultra-avançados, as quais, eles mesmos denominam de Volitores e vêm dos vários sistemas solares de nossa galáxia e principalmente dos vários planetas que compõem o nosso sistema solar.

Na ocasião do avistamento daquela esquadrilha de naves feita por aquele piloto particular americano sobre o deserto, deu indicio de que elas existiam e vinham de fora da Terra. Nenhum país naquela época possuía, e até hoje não possui, tecnologia para a fabricação das mesmas e se manter em silencio . Os extraterrestres tão inteligentes e tão sutis em sua empreitada que, naquela data, mandaram uma esquadrilha composta de nove naves indicando assim, indiretamente, o planeta de onde vinham, ou seja, o nosso planeta catalogado há alguns anos antes, o Planeta Plutão. Aquelas naves eram e são de Plutão. agora já obsoletas, Foram dissolvidas e transformadas em naves mais modernas e mais velozes. Meu contato de Plutão, o querido e inseparável amigo, comandante Glonk é que pede-me que faça essa afirmação. Aquelas naves foram apelidadas de discos-voadores talvez, intuitivamente, pois não tinham forma discoidal mais pareciam “um ferro de passar roupa” vista de baixo para cima, com a parte traseira cortada ou achatada e a parte da frente cônica meio circunferêncial. Até 1965 elas conservavam essa forma. Após, os plutonianos alteraram o formato baseados nas formas das naves de outros planetas, quando iniciamos a integração entre eles e os demais seres que não faziam muita questão de contatá-los devido a uma série de fatores sociais, morais e espirituais. Mas aos poucos Glonk ,líder dos plutonianos, foi ganhando a simpatia de todos e assim formamos um grande elo amistoso e de ajuda mútua entre todos os habitantes do nosso Sistema Solar. Os extraterrestres chamam suas naves de: Volitores, pois eles volitam suavemente por onde passam.

“UFOS” não passa de um termo importado e usado por nações recém ( na época ) saídas das grandes guerras e como tal, temerosas do desconhecido e sempre esperando uma nova invasão por parte das facções contrarias. Em se tratando de objetos alienígenas mais temerosos ainda ficam, por desconhecerem suas verdadeiras intenções. Assombradas, ainda mais, por ficcionistas inescrupulosos que armaram, anteriormente, pelo rádio, livros, cinemas, as invasões extraterrestres por “marcianos com língua de repteis” e por ai afora. Esse termo resultou em outro termo pior ainda, a ufologia, mais nos parecendo um termo pantagruélico, animalesco, que traduzindo para o português se tornou “OVNIS” e ovinologia, o estudo dos objetos voadores não identificados, que desde quando foi instituída, nunca foi considerada como o estudo cientifico, ao contrario, só agora após mais de 45 anos começou a ter um pouco mais de crédito oficial. Porém. a meu ver, trata-se apenas de mais um ramo da estatística do que da pesquisa propriamente dita, contudo devemos aos ufólogos muitos casos intrigantes terem sido postos à baila a despeito das contrariedades.

Para nós, desde os nossos oito anos de idade, esses objetos já foram identificados como Naves, vindo de outros planetas, pilotadas por seres vivos na terceira dimensão, nada tendo a ver com o passado ou com o futuro, a não ser como parâmetro para medir nosso atual estágio tecnológico ainda muito atrasado. Com isso, aumentaram-se as celeumas em torno dos nossos visitantes durante todos esses anos. Agora porém, está havendo maior abertura tanto por parte das autoridades de todos os países, da classe científica, dos estudiosos e da população em geral, o que nos permite estarmos mais a vontade para iniciarmos os esclarecimentos com a publicação deste livro.

Precisamos acabar com esse suspense e pavor inserido na população mundial contra os seres extraterrestres. Claro, que existem alguns extraterrestres um tanto afoitos e vindos de planetas tão distantes do nosso e que se utilizam de meios que parecem menos ortodoxos, hoje chamados de abduções, antes denominados de raptos mesmo. Esse tipo de comportamento diminuiu muito de alguns anos para cá após a montagem ( em Clarion, a 2ª lua terrestre ) pelos extraterrestres de nosso sistema solar, de uma estação rastreadora que além de nortear os possíveis visitantes os informa dos nossos costumes, medos e barreiras sócio-econômicas.

Há necessidade agora, mais eminente do que nunca, de preparar a população para a chegada de milhares de volitores extraterrestres e seus tripulantes, pois eles visitarão a Terra, oficialmente, nestes últimos anos do século XX com vistas aos novos e importantes acontecimentos que se aproximam e que vão mudar o curso da vida em toda a Terra em todo os planetas do nosso sistema solar.

Por isso, dirijo-me aos estudiosos, a sociedade em geral e a todos os meios de comunicação que desejam realmente levar este assunto a serio e queiram realmente esclarecer as massas, que iniciem uma campanha sem demagogia e relatem os fatos.

Mostrem o lado positivo dos contatos já feitos com os seres extraterrestres e sejam verídicos no relato dos contatos que advirão daqui para frente. Dentro dos meus mais de 40 anos de vivência pessoal sobre o assunto afirmo que virão em paz, são amistosos e virão em missão construtiva, altamente espiritualizada, não tencionam nos fazer qualquer tipo de mal, não necessitam invadir a Terra, pois não há nada aqui que eles necessitem. Se fossem belicosos como insinuam alguns terrestres e tivessem que nos dominar pelo medo, já o teriam feito há centenas de anos atrás, por vários métodos que eles tem a disposição. Nenhum armamento terrestre, por mais sofisticado que seja , os poderia deter. Querem e buscam nossa amizade, querem que percamos esse medo por falta de conhecimento e tudo farão para que o terráqueo se sinta seguro. A despeito da impressão que eles, involuntariamente, causam para Terra. Isto devido ao variadíssimo aspecto físico, pois vêem de mundos bem diferentes. São bondosos e altamente avançados técnica e espiritualmente.

Já demostraram que fazem aqui o que quiserem em qualquer lugar e a qualquer tempo. Surgem e desaparecem em muitos lugares ao mesmo tempo, e não há meios civis ou militares que os detivessem até agora. Eles já deram vários “shows” de demonstrações sobre a Terra, no ar, no mar, nas florestas, nos campos, nas cidades, entre a população, andando entre ela, já voaram em volta de aviões, de satélites, de navios, de astronautas. Sabem que as leis Cósmicas e Siderais servem também para eles, pois são filhos do mesmo Núcleo Central Cósmico. Eles consideram o povo da Terra o mais belicoso de todo o sistema solar, que só não invade outros planetas porque a sua tecnologia ainda não lhe permite.

O povo brasileiro que é um povo dócil, de mente e coração, abertos para o inusitado, muito mais que qualquer outro povo, salvo raríssimas exceções, está muito mais propenso e muito mais afeito a receber esses fatos com muito mais naturalidade, por essa razão, o Brasil também é freqüentemente visitado pêlos Volitores. Eles aqui pairam mais tempo e fazem mais evoluções sem receio de causarem grande impacto. Eles evitam o sensacionalismo. Não precisam aparecer. Seria como se aqueles que se consideram civilizados na Terra quisessem aparecer para os aborígenes, os silvícolas, fazendo evoluções com seus jatões “último tipo” sobre suas choças ou palhoças! Sentir-se-iam os mais ridículos seres da face da Terra, alem de queimarem combustível atoa, o que não ocorre com os seres extraterrestres!

Que a população terráquea não tema ser dirigida pêlos Ets. Em sua maior parte não são carnívoros, muito menos antropófagos, nem gostam de “carne-de-ser-humano”. Nos informam, em tom de brincadeira, que diferem dos terrestres nesse sentido também, pois: “Comem para viver e não vivem para comer”!. Eles são tão elevados e suas naves tão sensíveis que conseguem captar e estudar todos os nossos movimentos, até o que passa na mente de cada um pelas emanações que estas irradiam como “pequenas emissoras de rádio”. Há grandes vestígios deles pela Terra através dos feitos das civilizações antigas como: os Vedas, os Egípcios, os Babilônicos, e as não totalmente descobertas como os Lemurianos e os Atlantes.

A ciência até hoje não consegue explicar como as pirâmides egípcias foram construídas, tal a grandiosidade e as dificuldades que elas apresentam. Não se concebe que meios foram utilizados para construi-las na época. Hoje não se conseguiria construi-las com toda a tecnologia moderna de engenharia. Pressupõem-se, então, que aquela civilização tenha recebido ajuda e instruções de civilizações extraterrestres mais avançados.

Os extraterrestres demonstram um conceito de super organização e de respeito aos terráqueos, que são medrosos e supersticiosos por excelência. Pois, em plena era atômica ainda tememos fantasmas e grande parte da civilização “moderna” ainda não acredita que o homem chegou a Lua, e por essas e outras razões os Ets aparecem quando acham que devem aparecer e desaparecem quando sentem que é chegado o momento. Esses hiatos, entre uma aparição e outra, nada tem a ver com as distâncias mais próximas ou não dos planetas, pois suas naves voam a altíssimas velocidades, acima das velocidades conhecidas pelo homem, vencem qualquer distância sem esforço ou desperdício de energia, não há qualquer obstáculo.

O que ocorre é que há períodos na terra, principalmente no que se refere a parte geológica do planeta, onde se dão as mutações do solo, da temperatura ambiental, do ar, além da parte social e conflitante da vida do terrestre que dão ensejo a um maior número de pesquisas por parte dos seres extraterrestres. Eles também pesquisam outras regiões siderais, buscam conhecimentos. Erroneamente, muitos pesquisadores tentaram ligar o fluxo das aparições em determinadas épocas do ano com as proximidades dos planetas Vênus e Marte. Garanto aos leitores que nenhum desses fatores tem a ver com o nível de freqüência desses objetos em nossos céus.

Grande parte dos visitantes é de fora do nosso sistema solar. Desconhecedores dos nossos costumes, entram mais afoitamente, despreocupadamente, o que não é feito pêlos seres dos demais planetas do sistema que se mostram mais cautelosos. Eles fazem viagens de instruções a novas tripulações jovens, novos cientistas, não só em matéria de navegação sideral e de estudos de “exobiologia” etc. Não cobiçam nada do que temos em nosso solo ou do que produzimos.

Podem obter tudo por transformações dentro de seus próprios planetas. Possuem matéria-prima muito mais valiosas que as nossas, haja visto, o material com o qual são fabricadas as suas naves e suas casas, material infinitamente duradouro. Tampouco interessam-se por nosso poderio bélico, seja atômico ou anti-atômico, pois uma simples “nave-mirim” deles, poria fim a todo o nosso arsenal mundial e causaria um dano tal ao nosso planeta, que levaríamos milhares de anos para poder recomeçar tudo novamente.

Volto a afirmar, a maior parte dos seres extraterrestres é amistosa, dócil e está sempre pronta a nos ajudar. Dizem que o terráqueo não é um ser sentimental, e sim, sentimentalóide, pois mata-se entre si, sem a menor piedade, enquanto deixa insetos pegajosos, peçonhentos, transmissores de terríveis doenças viverem dentro de seu próprio lar, ou nos locais onde são produzidas sua alimentação. “O seu “habitat” é uma cópia, muito mal feita, dos seres extraterrestres e seus mundos. O ser da Terra é que necessitou receber injeções de metabolismo ou choques sangüíneos, através de cruzamentos com homens e mulheres de outros planetas, para que chegasse a sua atual forma e estética física e se mantivesse nesse “status quo” evolutivo, sem o que, ainda estaria na idade-da-pedra. Assim mesmo, não pôde livrar-se dos intestinos devido ao seu “habitat” inóspito e condição espiritual animalesca, também, não perdeu aquela velha mania de tirar a força aquilo que quer dos outros, e comer tudo que lhe cai à boca, tendo, neste caso, como seu similar imediato aquela ave chamada avestruz. Conserva também os dentes caninos, pontiagudos próprios dos carnívoros.”

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