Para Aqueles Que Temem A “Passagem” da Vida Física Para A Vida Espiritual

“A sensação aparente de que nós encarnados, é que estaríamos Vivos”!…

Aquele velho ato de se auto beliscar, de colocar as mãos sobre as outras pessoas ou sobre objetos à nossa volta e que nos trazem a “certeza aparente” de que estamos vivos. O ato de respirar, a pulsação cardíaca, a circulação sangüínea, as funções cerebrais que decretam, para a nossa medicina se o nosso físico está vivo ou morto clinicamente, são apenas sintomas circunstanciais, relativos ao nosso ambiente, a nossa fisiosfera. Para o ser humano encarnado não há outros parâmetros externos de mensuração ou comparação da atividade da vida existencial. O que significa não poder esse ser, ainda falho, ter a certeza absoluta de ser essa a chamada verdadeira vida.

Ele sente-se vivo por não possuir outros elementos que lhe transfiram conhecimentos paralelos. A certeza que esse ser humano tem de estar vivo é quando ele compara seu físico ainda em atividade com outro inerte, cujo espírito a chama vital já tenha abandonado, porém, não lhe dá a certeza de se encontrar na verdadeira vida.

Porém, nas minhas experiências extrafísicas e em contato com as entidades espirituais desencarnadas que “vivem” nos campos paralelos, ou psicosferas que circundam e entrelaçam a Terra ou cada planeta, como se fossem esferas concêntricas, uma sobre as outras, e que se cruzam em vários ângulos e direções e durante minhas projeções Astrais, ou saídas voluntárias momentâneas do corpo físico, pude constatar que tanto as entidades espirituais, como meu espírito têm a sensação clara, de que estamos vivos. Pois temos todos os sentidos mais apurados tais como: as impressões do tato, ao ato de beliscar-se, as pulsações cardíacas, a circulação sangüínea, as funções cerebrais, as funções fisiológicas, o olfato, o paladar, a audição, a visão e até as sensações de sexualidade. Haja visto, os espíritos vampirizadores e viciados em todo o tipo de vício que continuam usufruindo dessas sensações, apesar das mesmas serem fluídicas, e esgotarem as energias de suas vítimas.

Quanto mais atrasadas e estarem em vibrações mais baixas, essas entidades não esclarecidas “vivem” do lado de lá como se vivessem do lado de cá, normalmente. Apenas os diferencia dos “vivos” os campos vibratórios mais rarefeito nos quais se encontram.

Os viciados em drogas, em bebida e outros vícios, inclusive o sexo como as entidades denominadas de “pombas-giras”, exús, e outras; sentem o prazer sexual através do acoplamento com seus “médiuns” que podem ser meretrizes ou não, e com mais intensidade de que quando estavam na vida física. Ainda têm uma vantagem muito grande e importante sobre os denominados “vivos”, que é aquela de poder compararem-se com os vivos e não estarem “presos’ a um casulo limitador que é o corpo físico perecível; estão sim, presos a seus vícios que os atrelam por dezenas e até centenas de anos, vampirizando suas vítimas e seus algozes no decorrer da várias existências. Essas entidades são tão vulneráveis quanto os vivos, apenas “não morrem biológicamente”, a não ser quando têm que renascer no plano físico, ou seja, “morrem lá para viverem cá” em circunstâncias bem mais inferiores e com kármas dolorosos de provação. Portanto, a meu ver, o campo espiritual é que é a verdadeira vida, e as limitações são fornecidas e fornentadas pelo grau de evolução e de conhecimento de cada um que os faz permanecer em seus respectivos e variados níveis ou patamares, de conformidade com suas afinidades e sintonias.

Já o ser extraterrestre, (ser vivo, encarnado, que habita outros planetas), aqueles que tenham atingido o grau de evolução do conjunto: “Espírito, Matéria e Conhecimento” vivem ainda melhor que os extraterrenos (seres espirituais da Terra), com tripla vantagem; estão na matéria, ou seja, possuem um físico tridimensional, vivem em espírito porque têm poucas limitações físicas e têm o conhecimento e a sabedoria, vão para onde quiserem no Universo e não sofrem as barreiras circunstanciais de Tempo, do Espaço e da Velocidade.

Portanto, a meu ver, o Espírito ainda é Matéria, e é ele quem vive a verdadeira vida!. Ele é matéria mais rarefeita, quintessência da, porém, ainda assim é matéria! Energia é matéria rarefeita e matéria é energia condensada!. Assim sendo, tudo é possível e ao mesmo tempo tudo é passível de conjecturas entre aqueles que se consideram “os vivos”, porém, a razão e o raciocínio lógico devem imperar em ambos os parâmetros.

Tanto eu, bem como minha esposa, em nossas viagens astrais na crosta e nos umbrais da Terra e dentro das naves e nos planetas que chegamos a visitar dessa forma, a nítida impressão que tivemos, foi que nos encontrávamos mais vivos do que nunca. Sentimos pavor, medo, os aromas, os odores, detectamos as cores, nos apalpávamos e a tudo presenciamos. Porém, alguém vai dizer: “isto era devido estarmos ligados ao nosso corpo em letargia porém consciente”, posso responder: “Pode ser que isso tenha contribuído muito para que as nossas sensações fossem registradas, porém, há outros fatores pessoais que nos garantem que o espírito sobrevive após a morte física e que sua vida é muito melhor vivida.

Não sou partidário de qualquer filosofia ou religião, mas sim, da lógica e das experiências vividas por nós, conquanto respeitamos a crença e a fé de cada um.

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