Considerações Gerais – Vaticínios

São Paulo 10/10/89  às 15:45 h

Quem Viver Verá? Verá?!

Quem morrer verá! Será?

Verá o campo espiritual

Verá um novo mundo

Verá as outras moradas

De que tanto falou o Mestre

Verá o desenrolar dos

Novos acontecimentos telúricos

Verá cidades inteiras

Serem engolidas pelo mar

Verá países submergindo

E com eles, todos os corpos

De seus habitantes desolados

Verá o grande dia e a

Grande noite que antecederão

As terríveis hecatombes que

Mostrarão os novos horizontes,

Verá as estrelas mudarem

De posição no céu, no zênite

Verá a verticalização do eixo

Deste planeta, a Terra

Quem morrer verá. Será?

Só quem morrer verá!

Pois quem estiver vivo

Naqueles terríveis momentos

Não conseguirá mover-se

De terrível pânico e medo

Não confiará mais em nada

Só na morte redentora

Que o transmutará em espírito

Para as suas novas moradas

de acordo com sua índole

Com seus merecimentos e

Com suas obras deixadas

Para traz, para a humanidade.

Quem morrer verá! Será ?!

A única coisa que daqui

Poderá levar um dia,

Que é o “Conhecimento

Que aqui Deixar”!

Ao contrário do dito popular:

Quem viver Verá; – apenas

Quem Morrer Verá! Será? Só e tão

Somente Quem Morrer Verá! Será?

E as mudanças há muito

Que se iniciaram e,

Com o surgimento no Oeste,

Do grande planeta Sidérius

Que se aproxima implacável,

Somente os que estiverem em

Espírito e Espiritualizados

Poderão ver e assistir a tudo

Sem serem atingidos ou

Imantados à aura daquele

Gigantesco Sol que será aceso

Em meados de 1997.

E a única maneira é não

Se estar em sintonia com

Suas vibrações deletérias

E o ente capaz disso é

O espírito evoluído desprovido

Da matéria susceptível a dor e ao

Rancor, ao ódio e ao desamor.

Ninguém deverá temer o porvir

Todos desde já deveremos procurar

Vibrar, interior e exteriormente,

Elevar nossos padrões morais

Sintonizarmos nossas mentes

Sintonizarmos nossos espíritos

Equalizarmos nossa matéria

Em altas emanações de

Amor a si mesmo, de amor

Ao próximo, de amor à

Natureza, e de amor cósmico

Pois naqueles difíceis momentos

Devemos estar bem preparados

Para os mais variados desprendimentos

Desprendimento do próprio físico

Que sofrerá mutações externas

Pela alteração da atmosfera

Pela alteração gravitacional da

Terra, do Sol e demais astros

Quem perecer no físico

Renascerá em espírito e,

Terá maior amplitude

Terá maior liberdade e ainda,

Poderá volitar em altas psicosferas

Até terminarem os acontecimentos

Muitos serão recolhidos pelas

Gigantescas astronaves que virão

Recolher apenas o “trigo”, mas

O Joio físico ou joio espiritual

Aqui ficarão imantados para,

Em seguida, serem sugados

Pelo grande imã Sidérius

Que os carregará indefinidamente

Pelo espaço sideral e cósmico

Descarregando-os após algum tempo

Em mundos inferiores e afins,

Onde poderão recomeçar seu destino,

Poderão refazer seu aprendizado

Na grande escola da vida primária,

Primitiva, animalesca e selvagem

Que lapida o espírito do ser,

Esse diamante, que permaneceu

Embrutecido, impuro e fosco

Que deverá percorrer o tempo

Em novos milênios atrozes

Para adquirirem novo brilho

E quem sabe não precisará

Passar por novos acontecimentos

Telúricos em seu novo habitat,

E assim reencaminhar-se

De volta aos páramos celestes,

De volta pela trilha luminosa

Que o levará ao Pai Criador,

O Núcleo Central Cósmico Deus!

Portanto não temam o futuro

Aqueles que vibrarem elevado,

Não temam a morte física

Nem temam a morte espiritual

Pois para estes, grandes surpresas

Estarão reservadas pelo caminho

O Universo estará a sua mercê

O Universo estará a seus pés

Poderão vislumbrar o que o grande

Mestre o mestre dos mestres Jesus

Quis dizer com Paraíso e as

Muitas moradas da Casa de Meu Pai.

Todos esses haverão de ver e

Sentir o que será o Seu Reino,

Não mais ouvirão falar em

Promessas vãs, de religiosíssimos ou

Filosofismos fanáticos e enganosos

A sabedoria, o conhecimento

A inteligência aliada à bondade,

A humanidade e ao amor

Prevalecerão e ditarão as normas

No novo mundo que na Terra,

Se fará nascer e engrandecer.

A pior morte, a mais dolorosa

É a morte do espírito evoluído,

Quando tem que ser reduzido

No seu conteúdo astral

No Seu corpo perispíritual,

Onde tudo lhe é devassável

Onde não lhe existem barreiras,

De quaisquer natureza

Para baixar à carne,

Deixando uma plêiade de amigos

Sinceros e verdadeiros no amor,

E estar novamente sujeito a dor

Estar a mercê das contingências

No mundo dos assim chamados

Vivos, mas que não passam de duendes

Sujeitos a perderem seu antigo e

Glorioso patamar vibratório

Onde chegaram a custa de

Grandes sacrifícios e desprendimento,

Para apenas numa única vida

Porem por terra tudo o que

Alcançaram por merecimento.

E uma única visa, na média

Oitenta curtos anos de lamuria.

Na  massilenta e vulnerável carne

Poderem atrasar-se por milênios

Por isso, agora é chegada a vez

Derradeira e definitiva por

Mais um ciclo milenar

De todos nós nos regenerarmos

E seguirmos novos e belos rumos

Ou ficarmos para traz, no final

E muito mais tarde chamarmos

Aqueles que irão nos iluminar

No áspero habitat onde viveremos

De deuses astronautas, vindos

De mundos desconhecidos, vindos

Do céu pois, nossa fraca memória

Não irá nos lembrar dos antigos

Mundos que habitávamos  antes,

Antes de cairmos, antes sermos

O que seremos, um projeto de ser

Humano, um projeto mental

Que deverá galgar espinhosos degraus

Para nos aproximarmos um pouco

Daqueles seres maravilhosos

Daqueles seres angelicais que

Lá ensinando como hoje à

Tomarmos novamente a trilha

Luminosa do progresso divino

A volta ao nosso antigo paraíso

A volta aos braços do Pai Celestial

Do Núcleo Central Cósmico Deus!

Os próximos oito anos serão

De vital importância, decisivos

Para os novos rumos da humanidade.

No auge dos acontecimentos

Aqueles que tiveram conseguido

Permanecer no físico, ainda no solo,

Poderão presenciar terrificados

O céu mudar de lugar, levando

As estrelas, o nosso Cruzeiro do Sul,

A lua ser expelida do firmamento,

O mar invadir as grandes cidades

Muitas sendo engolidas pela terra,

E com elas seus habitantes atônitos,

As entidades negativas do umbral

Petrificadas na imensa escuridão

Juntarão seus gritos de pavor aos

Gritos de pavor dos encarnados

Clamarão ajuda dos Céus

Mas ninguém mais poderá ajudá-las

Nem mesmo seus guias espirituais

Terão a ajuda que pensavam ter

Pois seus destinos estarão selados

Aqueles que tiverem conseguido, por

Karma ou por merecimento,

Serem acolhidos no interior

Das gigantescas astronaves que

Para cá serão mandadas, poderão

Pelo tempo que durarem suas vidas

Assistirem todos esses acontecimentos

Terrivelmente desconsolados, mas

Ainda vivos, para poderem planejar

Suas novas reencarnações aqui

Mesmo na Terra ou noutros orbes,

Assim então estarão separados

O joio do trigo, os da esquerda

E os da direita do Cristo,

Naqueles futuros medonhos momentos,

Quando cada um receberá de acordo

Com sua obras, com o que semeou,

E não adiantarão os arrependimentos

De últimos momentos, convenientes,

Pois todos estamos sendo avisados

Há muitos milênios atras, a agora

Mais do que nunca somos instruídos,

Para que desintoxiquemos nossos

Corpos físicos e espirituais, para

Que nos unamos fraternalmente,

Para que deixemos as imperfeições

São mais oito anos apenas,

Nada mais que isso para o auge!

Não adiantarão as ciências ou religiões

As filosofias, as correntes de opiniões,

Todos estaremos a mercê das nossas

Vibrações negativas ou positivas,

Não haverão privilegiados,

Mas apenas e tão somente

Os abnegados e humildes merecedores,

Cada um de nós, a partir de

Agora, estaremos delineando nossos

Destinos, nossos futuros, nossas vidas

O Núcleo Central Cósmico Deus

Permitirá que as coisas ocorram

Naturalmente, cada um buscando

Suas afinidades e seu novo lugar,

Suas novas harmonizações no

Grande Concerto Cósmico Sideral!

Quem Morrer Verá! Será?!

São Paulo – 10/10/89 – às 19:45 h

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