Poema Cósmico-Sideral – Gênesis Moderna

D. Yezzi

Era o Nada Absoluto…

Por auto-deformação

E espontânea geração,

Surgiu a Divina Consciência.

Posteriormente, aglutinou-se Deus

E surgiu o Núcleo Central Cósmico.

Dentro de Si, contendo os raios,

A Centelha de cada coisa ou Ser

Existente, ou por existir

Na imensidão Universal.

Como um Grande Focal

Expande de Si sua radiação

Para dentro e para fora de Si

Formando o Invisível Sideral

Compondo e regendo o Microcosmo.

Sobre esse espalhado microcosmo

Reflete-se Seus Raios Divinos

Que formarão o visível Sideral,

Que se transformarão mais tarde

Em gigantesco Macrocosmo.

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Os raios que conformarão

Os pequenos mundos físicos

Em grandes sóis e planetas,

Nas estrelas e cometas.

Esses outros gigantescos,

Mas, pequeninos sóis siderais,

Que por si, tendo a mesma função

De um Núcleo Principal Diretor

Aglutinação e aquecerão

Os mundos que os rodeia,

Os futuros mundos habitados.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

A Luz, a Sombra, os Movimentos;

Cada coisa, cada ser

São o resultado do resfriamento

De um de seus Raios Siderais,

Raios que seguem para todos

Os quadrantes do Universo.

Contém o átimo de Inteligência,

Que vai subcoordenar cada átomo,

Choca-se com cada Sol, Planetas,

E neles fazem brotar a Função

Do seu Potencial Criador.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Por choques e entrechoques,

Por pulsação, atração, repulsão,

A Luz se faz presente

E como ela os seres viventes.

Formados o Micro e o Macro,

Leis Mecânicas e Psíquicas

Se formam no interior do Universo,

A Sístole e a Diástole

Movimentam perpetuamente,

O Universo e sua expansão.

Um tipo de raio forma o solo,

Outro raio forma a água

Outro ainda forma as plantas,

Mais outro, subdivide as espécies

Um outro forma a atmosfera

Um outro, dá forma à vida

Inicialmente, aos tempos primários,

Em conseqüência, vem os secundários.

Novo raio forma os elementais,

Que vão controlar dentro dos mundos

Os Elementos e, por eles serão

Os grandes responsáveis, os pais.

Delimitarão e controlarão sua expansão,

Facilitando ou não, suas fusões.

Formados o Micro e o Macro,

Aglutinam-se e lançam-se de si

Vibrações físico-químicas,

Gerando Linhas e Cinturões de Força

Formando vácuos, Buracos e Bolsões

De onde novas energias brotarão

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Das vibrações sairão novas leis

Que determinarão condicionamentos,

Para formação dos “habitats”

Para a criação de habitantes,

Para formação de habitações

Para que muito mais tarde,

Possam estar aptas a acolher,

A vida bruxuleante

A vida rastejante,

A vida volitante

Que evoluirão com o Tempo,

Tempo sem Tempo,

Espaço sem Espaço,

Para o Núcleo Central Cósmico

Que está em tudo e em todos,

E que nunca retrocede nem regride.

Mas ocasiona a existência

Do passado, presente e futuro,

No seu Eterno-Presente!

Num moto-contínuo sem fim,

Ultra veloz e ultra lento,

Nada havendo para comparação

Pois tudo sai de Si

E tudo retorna a Si.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Lança de Si, como um fotônio,

A Centelha Humana, pensante,

Separando por micro-milionésino

De diferença, na geração, criação,

A centelha masculina

Da centelha feminina.

Dando à feminina os trejeitos,

E o dom maternal inato.

As centelhas procuram, procuram

Seus futuros corpos, como meios

De serem tangíveis de continuarem

Manipulando o Universo já criado,

Achando para si seus corpos adequados,

Em seus respectivos planetas,

Começam a caminhada de ascensão

Evoluindo e se lapidando sempre.

Brotaram expansivamente do Núcleo

Formaram-se e exploraram seus mundos,

Procriaram-se entre si usando seus dons.

Dentro do seu respectivo “habitat”, palmilharam,

Do mais baixo ao mais alto nível ou grau,

Podendo descer, planar ou subir sempre

A escala do Progresso Criador Divino,

De conformidade com a sua índole

Que lhes foi forjada, formada, criada

Desde o momento que foram resfriadas.

Percorrem os tortuosos caminhos

Na matéria, no astral e no mental

Aquelas que conseguem unir, nivelar

O mental, o astral, o físico,

Em níveis elevados, espiritualizados

Tendem sempre a prosseguir alterando,

Enquanto os demais estacionam

E refazem os seus aprendizados

Todas, porém, têm chances iguais,

E, as Leis, formadas antes delas

Mostram-lhes seus novos caminhos.

Árduos, penosos e sofridos

Ou, fáceis, suaves e elevados.

Formarão e explorarão seus mundos,

Fomentarão a criatividade e a expansão

Do progresso físico, mental e espiritual

Ou ainda estacionarão na sua própria inércia

Percorrem o micro e o macro, as psicosferas

E seguem transmutando outros mundos,

Novos degraus para aquelas centelhas imortais

Que resfriadas, se aquecem e volitam lentamente

A serem vapor em ascensão

Habitando os mundos superiores

Que por índole ou por dom,

Essas maravilhosas centelhas divinas

Se situarão em altos Patamares

“O que está embaixo está em cima”

“O que está em cima está embaixo”

Surgem novos mundos físicos,

Novos Universos Paralelos,

Bruxuleiam novos precisos instantes

Nos mundos das formas

Nos mundos etéricos

E, as centelhas agora homens

E, as centelhas agora mulheres

Sexuadas, como nos mundos inferiores

Assexuadas, como nos mundos superiores

Similarmente sempre para o Progresso Evolutivo.

As órbitas dos sóis e planetas

As órbitas das luas e Cometas

Órbitas por onde essas grandes naves

Redondas, globais e girantes, caminham

Tudo em perfeita harmonia

Numa sinfonia macrocósmica

Pelas quais passam pequenos acordes

Em forma de Naves Discóides,

Fuseiformes, esféricas e outras

Passam e atravessam, seguem pilotadas

Por seres que têm dentro de si

A Centelha e a Sabedoria, divinas,

São seres que encontraram suas metas

“O conhecimento desceu sobre suas chamas”.

E. O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

E Ele é tão fantástico e imparcial

Que, quando as suas criaturas

Começam a se acomodar sem seu “status”

Nos seus estágios avançados ou não,

Faz passar um grande corpo celeste

Com órbita célica milenar,

Em sentido contrário a seus sóis,

Para mudar e deslocar as demais órbitas

Que pareciam estacionárias, intactas,

Dando novos caminhos, novas chances

Para os que já evoluíram ou vão evoluir,

Que se sentiam donos da verdade

Em seu habitat primitivo

E nessa acomodação esqueceram-se

Uma das outras e de si próprias.

Nada no Universo é estático!

Por isso periodicamente, ciclicamente,

Independentes da vontade ou inteligência

Essas órbitas são alteradas previamente,

Por um gigantesco astro solar

Com massa muitas vezes maior que o Sol

Denominado por nós de “Sidérius”

O chupão que mudará o Zênite

Provocará as chamas “supernovas”

Que explodirão, espalhando pelo Cosmos

Novos mundos, novos seres, novos horizontes

Tudo para que hajam chances iguais,

Mesmo que muitos venham a sofrer, a repetir

Milenarmente suas árduas lições, aprendizados.

Jamais uma centelha oriunda do Núcleo

Sofre solução de continuidade,

Pois ela é o Próprio Núcleo Central Cósmico!

Traz em si todos os dons e poderes

Pra poder galgar todos os degraus,

Do positivo, ao negativo, ao positivo,

Que é o próprio Núcleo Central = DEUS

Visto assim, “de cima para baixo”

A Centelha verá que é gigantesca em Poder

Mas também é minúscula e impotente.

Assim como o Núcleo Criador de tudo,

Não está nenhum pouco preocupado

Em que região a centelha vai nascer,

Também não está preocupado com a região

Que seu físico deverá perecer.

Tudo se movimenta, tudo circula,

Tudo se transforma em tudo. “Quem nada dever, nada deverá temer”!

Pois à cada um de acordo com as suas obras,

Receberá exatamente o necessário.

Porém. “Ai de Ti ou Feliz de Ti

No dia em que o Teu Passado

Encontrar o Seu Presente”!

A lei dos sinais cósmicos algébricos

Funcionará e o atingirá inapelavelmente,

Transformando o seu atual momento

Num acumulado de fatos negativos

Ou numa somatória de positivismos.

E nada, nada mesmo! A não ser a

Própria Centelha produtora das ondas

Desarmonizantes iniciais, poderá ter

A força de mudar seu Choque de Retorno,

Sua Reação-em-Cadeia abrasadora.

Se toda a Centelha é o Núcleo,

A ela caberá medir sua conduta,

“Pois vós sois deuses e poderão

Fazer coisas incríveis no Universo!

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Apenas as Centelhas conservam a sua natureza

Não se transformam em pó,

Mas só o que for matéria

Em volta delas, em seu redor.

As Centelhas saem do Núcleo,

Percorrem os vários patamares da vida,

Sempre ascencionalmente,

Levam milênios e mais milênios,

Para depois retornarem ao Núcleo.

Ai deixam de ser criaturas

Passam a ser Deus, a ser Criadoras!

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Mundos voláteis mais avançados

São gerados para futura morada,

Dos Espíritos e Mentes Superiores,

P’ra onde seguem sem cessar,

E de lá as Centelhas Evoluídas

Retornam ao Criador, Deus,

O Núcleo Central Cósmico,

Que é a Pátria Original

De todos os seres e coisas Universais.

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

E as Centelhas primárias

Que saem das emissões do Núcleo,

Têm a propriedade de se duplicar.

São, por assim dizer, hermafroditas,

Podem gerar uma centelha menor,

De cima para baixo, mas nunca ao contrário,

Que por sua vez geram outras menores

Até que sejam gerados os Elementais,

As entidades afeitas à matéria.

E um dia todas retornam ao Núcleo

Num gigantesco ciclo sideral.

Assim como toda a matéria volta ao pó.

Ao GRANDE PAI CRIADOR – O NÚCLEO – DEUS!

Minha homenagem ao Grande Engenheiro Sideral
nosso pai da Galáxia Centrifugas, GÓSBOLÁU,
Mentor Principal de Nosso Sistema Solar.
Galáxia distante de nós Cem milhões de anos luz.

Copilado no dia 30 de janeiro de 1989 às 03h.
Criado ou captado pelo processo por nós catalogado
de Mentografia, em Maio de 1967.

Mentografia: processo de escrita direta à longas Distâncias “Inter-Vivos” que faz uso da Telepatia, Incorporação Inter-Vivos, Projeção do Duplo-Etérico à longas Distâncias (Viagens Astrais Conscientes) ou Bilocação Consciente, Materialização Energética sem o uso do ectoplasma, Psicometria e muitos outros fenômenos. Difere da Psicografia que o processo mediúnico de escrita direta entre mortos (Espíritos) e vivos.

D.Yezzi

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