A Auto-Exterminação de Entidades Vampirescas

Projeção Astral até um Castelo na região Astralina da Escandinávia próximo à Suécia e Finlândia

Eram quase vinte e trinta horas da noite de dois de abril de 1969. Nossas faculdades psicométricas, de projeção do duplo-etérico (viagens astrais) e mentografia que abrange outras faculdades inclusive a vidência, aumentavam e se hipersensibilizaram a tal ponto que para minha esposa e eu tudo o que presenciamos e presenciaríamos no campo astral já se tornavam rotineiro e nada nos assustava ou nos deprimia.

Sentamos em nosso sofá de casa de Ribeirão Pires, relaxamos como costumeiramente fazíamos antes de iniciarmos nossos trabalhos autodidatas sobre os fenômenos paranormais ou espirituais. Ouvimos a voz de alguém no Astral de nossa casa pedindo que colocasse-os na vitrola o poema sinfônico Finlândia de Jan Sibelius (finlandês). Levantei-me fui apanhar o disco, enquanto no astral notava uma movimentação de muitas entidades visando e realização de um importante trabalho. Nada sabíamos sobre o que seria. Cabia a mim coordenar a parte física e visível enquanto outros mentores cuidariam da parte “invisível” que para nós também era visível.

Deveria eu, conforme solicitação, portar-me de tal modo que pudesse presenciar tudo e gravar para logo em seguida transcrever para o papel para que outros lessem. muitos outros trabalhos fizemos, mas, por nos i integralizarmos totalmente com eles nem sempre pudemos descrevê-los. Mas aqui, salientaram-me que iriam ajudar-me na lembrança dos fatos que iriam se desenrolar para que eu pudesse escreve-los, e assim foi feito.

O que aqui vai relatado é mais uma de nossas vivências e experiências que juntaram-se ao nosso acúmulo de conhecimento sobre esses assuntos e que talvez possa trazer alguma elucidação para os estudiosos do assunto.

Gostaria de frisar que nosso objetivo essencial é tudo aquilo que engrandece o Espírito e o Conhecimento Humano e principalmente com os seres extraterrestres, porém, quando se apresenta uma oportunidade como a desta noite, quando, pudemos auxiliar dezenas de espíritos presos ao psiquismo negativo por eles próprios produzidos alguns séculos atras e que desde então “viviam” à mercê de seus atos nefandos de vampirismo que já praticavam quando viviam na matéria explorando e sacrificando com o maior requinte de barbarismo, não nos furtamos em fazê-lo, mesmo que por vezes nos causem revolta e asco diante de tanta crueldade.

Porém, nosso papel não é julgar os atos de quem quer que seja, apenas relatamos e os auxiliamos a se livrarem das amarras negativas, tanto as algozes como suas vítimas.

Iríamos conversar com um velho amigo espiritual e companheiro na vida anterior, o médico cirurgião plástico alemão de origem australiana Dr. Sidney Smith Blanes Lambert que desencarnou em S.Paulo lá por meados dos anos 50, entidade que uma de suas vidas fora um famoso compositor alemão do romantismo, que também fora pai na vida passada, de minha filha Regianne. Mas nossa conversa não foi possível nesta noite devido aos trabalhos que relatarei.

Ao colocarmos o disco do poema sinfônico Finlândia, de Sibélius, fomos imediatamente transportados segundos após aos primeiros acordes a uma região nebulosa que mais parecia ser norte da França ou Inglaterra, mas que no final viemos a saber que era na Escandinávia. A região era úmida, orvalhada.

O local parecia ser uma praça antiga, calçada com paralelepidos. A iluminação mortiça, tênue, talvez aqueles lampiões a gás ou querosene. Nos foi dito que, aquilo se passava em meados dos anos de 1700 a 1750. Encontravamo-nos, totalmente, fora de nossos corpos, os quais permaneciam sentados imóveis ao som de Finlândia, em nosso sofá da sala de nossa casa, naquele momento, bem distantes de onde nos encontrávamos em espírito.

Para nós (eu e minha esposa) as imagens, os ruídos, os sons, as vozes, eram nítidas como se estivéssemos num cinema moderno com sons estereofônicos e imagens tridimensionais, ou por outra, posso afirmar que eram bem melhores, pois estávamos vivendo e sentido tudo como se nossos corpos estivessem presentes, mas quem ali estava era nosso duplo-etérico e nosso espírito ultra-sensíveis. Todos os detalhes e efeitos eram reais para nós. Dali alguns segundos, ao som longínquo de Finlândia, ouvimos os ruídos de cascos de cavalos que pisavam firmes sobre os paralelepípedos e os ruídos das rodas de uma carruagem.

Era um coche totalmente negro até os quatro cavalos que o puxavam. A carruagem era pequena, de quatro lugares. um banco de frente para o outro. Seu interior era todo aveludado na cor vermelho vivo inclusive os assentos. Na boleia ia um cocheiro magro, alto, de rosto maquiavélico, massilento, vestido a rigor, com “smoking” e cartola, estava vestido a rigor como se viesse buscar altas personalidades, alguém ilustre.

A carruagem fez a volta na praça, parando do outro lados, na frente de um edifício como se fosse um teatro antigo. Nisso aproximou-se um homem alto vestido a rigor, todo de negro com cartola alta e vestia uma daquelas capas presas ao pescoço. Entrou na carruagem e o cocheiro a pôs em marcha. Não víamos o rosto daquele homem até então.

A carruagem seguiu até onde encontrávamos e sem que ela parasse, ouvimos ele dizer: “-subam!”. Era como se ele soubesse que estávamos ali, esperando e assistindo, e como se ele fizesse questão que o acompanhássemos. Já nos encontrávamos dentro da carruagem no assento que ficava de costas para o cocheiro e de frente para ele. Nisso, qual foi o nosso espanto ao vermos seu rosto; era como o do cocheiro, magro, maquiavélico e pasmem! Suas presas dianteiras, seus dois dentes caninos principais, eram longos e lhe saiam para fora da boca. Ali estava bem a nossa frente um famigerado vampiro! Do qual, até então, as leituras e o cinema tétrico haviam feito menção e que sempre nos parecera ficção malévola. Estávamos diante de um ser horrendo com aqueles olhos penetrantes e aquela capa negra que lhe caia às costas e com a qual ele, ao nos olhar, cobria os dentes pontiagudos.

A carruagem seguia por uma estrada solitária a toda velocidade. E nós, apesar das cenas, não sentíamos medo nem dele nem do que poderia nos acontecer, alguém do Alto nos confortava e nos animava a prosseguir. Vimos ao longe uma pequena luz, que parecia ser de uma casa. Neblina espessa envolvia a tudo e a todos. Ouvíamos os ruídos no interior da mesma era um silêncio lúgubre. Vimos, através da janela durante uma curva, que a estrada começava a ser íngreme e tortuosa. Era como um braço de terra que se dirigia a um penhasco e lá embaixo ficava o mar que aquela hora da noite era negro, escuro como breu, mas assim mesmo víamos as ondas se chocarem com as pedras.

Bem no fim da estrada no Alto do penhasco se situava um suntuoso Castelo medieval, era enorme. A estrada dava apenas para a passagem de duas carruagens em sentido contrário uma da outra e era rodeado de precipícios profundos à medida que se aproximava do castelo. A luz já estava próxima, vinha de uma das torres do castelo. Ela era como um ponto de referência apenas, pois não iluminava nada e muito menos através daquela neblina fria e úmida.

A carruagem adentrou os muros do castelo passando por uma ponte elevadíssima que já estava arreada, na espera daquela carruagem ou de outros visitantes, e dando toda a volta em redor do castelo foi para o outro lado ao invés de parar na porta interna principal, parou ao lado de uma grande parede do castelo onde não víamos porta alguma.

O homem de negro e vermelho desceu e nós o acompanhamos de certa distância, enquanto o cocheiro sem balbuciar qualquer palavra tocou os cavalos, deixando-nos ali sozinhos.

Sem que atinássemos como, vimos o interior do castelo, um grande e luxuoso salão todo iluminado com grandes candelabros e cortinas de veludo vermelho. Dezenas de casais vestidos a rigor como para uma grandes festa que estava prestes a começar. As fisionomias eram todas similares a daquele homem tenebroso, maquiavélicas e com olhares que demonstravam um sadismo extremo e uma espécie de volúpia indescritível.

Enquanto isso, em nossa casa, o nosso físico em estado semi-letargico levantava-se para fazer reiniciar a melodia Finlândia. Já começávamos a nos sentir mal. Um mal estar sufocante devido a atmosfera pesada e deletéria ali reinante, mas, continuávamos firmes. Vez por outra, sentíamos raios fulgurantes sobre nossas cabeças e lá sobre nossos físicos a fim de manter as nossas energias e a coragem de prosseguirmos com tudo aquilo que até aquele momento não sabíamos que se tratava. Porém, sentíamos que coisa boa não era! Nessa altura da cena sentíamos que o pior estava para acontecer.

O homem entrou por uma passagem secreta ao lado do castelo, a qual, pelo jeito só ele conhecia. Lá dentro todos o aguardavam para dar início ao festim. Ele apanhara um archote para atravessar os labirintos escuros que levariam até o interior daquele grande salão.

Enquanto ele lá não chegava, vimos do lado de fora do castelo e bem isolados deste por um elo de irradiação magnética que circundava todo o local, milhares de entidades de variada estatura todos vestidos de branco, que ali se encontravam como socorristas do Espaço, aguardavam o momento de entrarem em ação. Ação esta que para nós ainda era uma surpresa. Aquela plêiade de espíritos já vinha acompanhado à distância a carruagem sem que nós, seus ocupantes, soubéssemos.

O mais interessante, foi que sentíamos que aquele ser maligno estava se dirigindo ao local daquele macabro festim com o propósito de naquela noite, por fim àquelas aberrações em que viviam sob o seu comando. Não sabíamos até então quais os motivos que o estavam levando a destruir seu “habitat” naquele castelo, tanto no lado físico, pois eram mortos-vivos, e no umbral pois dezenas de suas vítimas presas ao sentimento de vingança perambulavam por lá, sobre seus ex-corpos e em perseguição a seus algozes desumanos.

Lá em casa, já se iniciava pelo terceira vez a execução do poema sinfônico Finlândia. Os primeiros acordes dessa maravilhosa melodia, por si só já são por demais sugestivos, porém, não fomos nós, apesar de sermos músicos, que a escolhemos. Ela fora escolhida pelos Mentores que acompanhavam o desenrolar daqueles funestos acontecimentos.

Aquela melodia sugere-nos em clima de revolta interior, é vigorosa ao mesmo tempo tétrica e, melancólica e cria um certo suspense emocional. É como um pedido, uma súplica sonora que vibra no Espaço em busca de uma completa libertação do ego, ou do ser humano, ou ainda de uma pátria. As notas interferem em nosso íntimo e nos leva a encarar com profunda melancolia do estado de espírito preso, amordaçado pelo clima de terror que circunda o homem terrestre em sua penosa caminhada pela vida através dos tempos; clima este que o genial amigo Sibélius captou transcedentalmente com perfeição.

Neste momento, aquele ser, surge no grande salão com o archote numa das mãos. Aquela fisionomia tétrica, de vampiro, estava como que extasiado ou dominado por uma estranha força. Ele ali parou e todos aqueles personagens que o aguardavam olharam-no espantados e estranhamente como sem saberem o por que dele estar agindo tão laconicamente naquela noite, quando seu costume era normalmente ordenar o início rapidamente das orgias vampirescas e rituais misteriosos e desumanos nas outras noitadas.

Enquanto ele aguardava o momento exato para agir, permanecia ali parado num canto do salão, nós, como se já conhecêssemos o castelo começamos a percorrer seu interior. Fomos levados até as catacumbas e lá vimos extraviados, dezenas de esquifes contendo em seu interior o que podemos chamar de mortos-vivos. Eram algumas das vítimas daquele clã diabólico.

Saímos através de corredores sempre escuros e que tinham archotes presos às paredes em distâncias regulares um do outro e, encontramos a sala dos martírios e suplícios onde eram cometidos torturas imensuráveis e que nos eram mostradas na tela mental. vimos horrorizados e ao mesmo tempo penalizados dezenas ou centenas de espíritos presos a seus corpos ou ao que restava deles, amarrados e pendurados pelos pés ou pelas mãos, sedentos e clamando por vingança contra seus algozes.

Os corredores terminavam em poços profundos repletos de víboras vivas que se contorciam uma sobre as outras e entre elas corpos e esqueletos e seus espíritos presos à eles sendo “picados” pelas serpentes e que gritavam alucinados num misto de pavor e ódio. O quadro era por demais chocante para nós e nossos corpos distantes tremiam e “chamavam” de volta nossos espíritos. Tínhamos que fazer muita força e vibração positiva ajudados pelos nossos Mentores, para nos mantermos por lá e não perdemos as imagens. travávamos uma luta mental, física e emocional muito grande, pois os choques se refletiam em nossos físicos que pelo seu senso de autodefesa natural queriam nossos espíritos de volta para eles, porém, como estávamos sendo guiados, as forças positivas do Alto eram predominantes e nos mantinham firmes naquele lugar horrendo.

Aquele ser sofredor já estava sentido o momento de agir e conseguimos captar sua mente dizendo “- Como será morrer queimado?”… “- Como será morrer queimado?!”… Todos aqueles seres no salão pensavam continuar vivos naquele estado de vampirismo. Todos, sem exceção, por conseguinte, queriam resguardar suas “vidas” e conservar suas vítimas afim de sugá-las e continuarem vivendo parasitariamente, não importando-lhes o mal e o sofrimento que causavam às suas vítimas. Captamos em seus pensamentos que pressentiam a ação de seu chefe e se preparavam para ataca-lo. Este, como estivesse entorpecido dominado por uma vontade firme ou força maior que a sua, estava embuido em acabar de vez com aquela farsa e ignomínia e isso ele nos transmitia em seu pensamento.

Já havíamos colocado pela quarta vez a melodia Finlândia.

Enquanto ouvíamos seus acordes e aqueles espíritos agora também os ouviam, transmitíamos àquele ser que naquele momento nos revelava seu nome ABLIUS GLOBIS, que, “morrer queimado” não deveria ser tão doloroso como o estado lastimável em que suas vítimas se encontravam há mais de quatrocentos anos até aquela data, e que ele deveria “acordar” para uma vida mais elevada e ajudar a todos a se libertarem daquelas condições de algozes e vítimas. Era como se ele nos ouvisse atentamente e outros também. Nisso ele faz menção de subir pelas escadarias interiores do grande salão que deveriam dar nos compartimentos superiores e lá, talvez, começar a atear fogo em tudo.

Aquela multidão semi-apavorada e enfurecida refletindo um ódio terrível em suas faces maquiavélicas partiu para cima dele e o agarraram, batiam-lhe por todos os lados com murros, tapas e pontapés e o dilaceravam com suas longas unhas e dentes pontiagudos. O archote escapo-lhe das mãos e voou longe indo cair num local com cortinas que instantaneamente começou a incendiar-se. Nisso, vimos todos os esquifes se abrirem e os espíritos serem arrancados de uma só vez e irem subindo em direção às Entidades Socorristas que os iam acolhendo e colocando-os em padiolas-astrais. Os espíritos daqueles sofredores subiam pelas paredes internas e externas do castelo tentando escaparem das chamas crepitantes. Saiam dos calabouços e sumidouros, dos poços de cobras, das salas dos suplícios, das masmorras, enfim de tudo quanto era local que jamais imaginaríamos lá pudesse haver vítimas ou sofredores. Foi um espetáculo horrendo nunca assistido por nós nem em filmes de terror. Era por demais chocante tudo aquilo que presenciávamos. Fora como se houvessem colocado desinfetantes no subsolo do, castelo e nos umbrais e milhares de aparentes seres espirituais que mais pareciam animais e insetos se desalojassem em busca da salvação daquele ambiente.

A melodia Finlândia recomeçava pela quinta vez.

Enquanto isso, no grande salão do castelo, um ambiente suntuoso mas ao mesmo tempo macabro, aqueles seres encurralados sem terem por onde sair pois ABLIUS GLÓBIS, havia fechado todas as saídas e o pavor que os dominava não permitia qualquer raciocínio lógico. Perderam a noção de onde se encontrava a saída secreta. Vimos estarrecidos aquele ambiente de esplendor maléfico ir se desfazendo à medida que as chamas aumentavam. Aqueles seres já não possuíam aquelas vestes luxuosas, e nem aqueles aspectos estereotipados de corpos perfeitos, eram esqueletos que se agarravam entre si e formavam um único bloco em chamas. O castelo era agora uma brasa gigantesca, uma grande massa de fogo, fogo que o consumia todo e o fazia desmoronar. Abriu-se uma grande fenda na terra que tragou tudo por inteiro, engolindo tudo literalmente.

Do Espaço, raios fulgurantes desciam sobre aquele local. Vimos uma magnifica carruagem branca puxada também por cavalos brancos que vinha para recolher aquele ser que havia renegado o mal e cumprido sua missão. Recolhera-o e prontamente retornará ao Espaço em meio a um brilho estonteante.

Finlândia, de Sibélius, já se encontrava próxima ao final, e o cortejo dos Socorristas seguia com dezenas e dezenas de macas-astrais transportando os espíritos doentios vítimas todos daquele estado de coisas horripilantes, inclusive o clã constituído pelos espíritos vampirizadores, os quais, de algozes que foram durante vários séculos passaram também a vítimas pois arcarão com dívidas kármicas atrozes por mais anos e anos de sofrimento tanto no astral como seus futuros físicos quando tiverem oportunidade de reencarnar.

O cocheiro também tinha seu grau de culpabilidade e conforme fomos informados voltaria em breve para missões socorristas em locais similares. Seu nome que nos fora divulgado no final dos trabalhos é PARÍUSHAAN.

E assim, vivemos um pouco mais de três horas, um trabalho de limpeza do baixo-astral cuja duração foi de mais quatro séculos, movidos que fomos pela maravilhosa e contundente música de Sibélius, genial compositor Finlandês que nasceu nos finais do século passado e desencarnou em meados deste século e talvez jamais imaginou que sua música iria ter também um cunho socorrista. Temos várias mensagens dele, uma delas vai transcrita sobre sua 5º sinfonia para que o leitor tome conhecimento de sua personalidade agora no campo espiritual. Seu poema sinfônico Finlândia, conforme ele mesmo nos esclareceu, tenta demonstrar o sentimento da alma do povo finlandês oprimido durante muito tempo pela Rússia, povo simples, amante de sua liberdade moral, espiritual e territorial. Um pais que entre outras coisas sofre temperaturas glacias pois fica próximo ao polo norte e só isto bastaria para deixa-lo com um astral sempre melancólico e cinzento, porém, não é assim, é um povo pacato, composto em sua maior parte por camponeses, mas alegres e patriotas e o poema sinfônico Finlândia é quase um hino nacional finlandês tal a sua representatividade.

Não sabemos até o momento qual a ligação entre essa música e os fatos aqui narrados, ou se Sibélius tem alguma coisa a ver também, ou se os personagens aqui descritos são naturais daquele pais.

Espero poder saber ainda.

A Execução do poema sinfônico Finlândia de Sibélius, leva aproximadamente de cinco minutos e meio a seis minutos. Isto quer dizer que só pudemos colocar cinco vezes, ficamos a maior parte sem aquele fundo musical, impossibilitados que estávamos de podermos movimentar nosso físico, mesmo estando de bem próximo a vitrola durante todo o tempo dos trabalhos.

Jesus já dizia “- O que for ligado na Terra, também será ligado no Céu.”

Depois de termos assistido tudo aquilo, pasmos, sem sabermos o que dizer, a não ser fazermos as perguntas mentalmente cujas respostas também nos chegariam pelos mesmos meios, enquanto nossos físicos distantes, no sofá da sala de nossa casa em Ribeirão Pires – Est. S.Paulo registravam tudo; o cocheiro tristonho, macambúzio, nos levava de volta até onde ele nos apanhara.

Permanecemos nesses trabalhos daquela noite na psicosfera desde as 20:30 horas até as 23:30 horas aproximadamente, ou seja, durante três horas físicas lá na região da Escandinávia que, mesmo que dispuséssemos de um jato supersônico, levaríamos mais de vinte e quatro horas só para ir até lá. Portanto o tempo e o espaço nas psicosferas correm diferentemente que na crosta terrestre. Não esqueçamos que eu e minha esposa fomos parar com nossos duplos-etéricos e perispíritos nas psicosferas das regiões sobre a Europa que dista milhares de quilômetros da nossa casa.

Nada mais soubemos do paradeiro daquelas entidades negativas, apenas o cocheiro PARIUSHAAN, veio nos buscar outras vezes ao som do poema sinfônico Finlândia para que o acompanhássemos em outras missões socorristas naquelas regiões, só que desde lá até agora (1995) ele veste-se todo de branco e a carruagem é toda forrada de branco no seu interior ao invés daquelas cores negras e vermelhas sanguinolentas. Conservou a parte externa da carruagem nas cores originais, que, conforme ele nos diz, facilita a sua locomoção naquelas psicosferas sem ser admoestado.

Para que os trabalhos acima pudessem ser feitos por nós que ainda estamos na matéria, foi necessário que as entidades se utilizassem de recursos técnicos espirituais apropriados para que nosso duplo-etérico e nosso perispírito fosse acrescido de um peso adequado e assim podermos “descer” ao nível a que se pretendia chegar. pois, apesar de termos ainda muitos defeitos e ainda sermos um tanto “pesados” espiritualmente, assim mesmo ainda somos mais leves que aqueles níveis onde se encontram estacionadas aquelas entidades negativas. Tivemos que ser “puxados” para baixo em ambiente mais deletério que o nosso da crosta terrestre. Foi como se colocassem junto em nossos “pés espirituais” para não flutuarmos mas afundarmos.

É como se fosse um tipo de imantação que nos leva aos locais ou psicosferas mais profundas, e conforme nossos relatos no decorrer deste livro, já fomos em lugares piores e mais tenebrosos, porém também seguimos para psicosferas superiores para nos encontrarmos com velhos amigos e grandes compositores em estágio mais elevado e com entidades vivas e desencarnadas de outros planetas e para isso, se dá o inverso, temos que nos tornar mais leves nos “evaporarmos” mais, e o resto, o nosso desejo, nosso poder mental e ajuda dessas entidades nos faz chegar até essas psicosferas. Ali sim, nos sentíamos livres e com uma vontade enorme de não retornamos a matéria jamais!

O caso relatado acima está mencionado em outro capítulo específico assim como outros casos e fatos curiosos sobre nossas várias visitas a outras psicosferas e de visitantes de outras psicosferas mais altas e mais baixas até nós.

Como aqui estou tratando do misterioso mundo das dimensões, menciono de passagem o caso de um elevadíssimo “habitante vivo” do planeta Netuno que tentou nascer entre nós e que apesar de viver também uma fisiosfera ou seja, na crosta de seu planeta, ser aparentemente da mesma dimensão que a nossa ou ainda estar situado na 3º dimensão e não uma psicosfera, teve grande dificuldade em baixar seu nível vibratório.

Seu nome é KÓRPKÉNS e possui como ele diz, corpo material como o nosso, apenas mais rarefeito e não precisa se alimentar de comida pesada como a nossa para poder viver. No entanto, vibra uma freqüência elevadíssima pois Netuno é considerado pelos habitantes dos outros planetas do nosso sistema solar, o planeta mais elevado; técnica e espiritualmente.

Os habitantes de lá, como KÓRPKÉNS não necessitam de naves para se locomoverem internamente e externamente para outros planetas, pois podem volitar para onde quiserem com seu próprio físico! Pois bem, este ser maravilhoso, resolveu que iria nascer na Terra para nos ajudar e ajudar a humanidade terrestre, antes ele havia nos dito que vivera conosco há milhares de anos na Atlântida e que se tivéssemos nos esforçado mais estaríamos convivendo com ele em Netuno, mas, apesar de nossos caminhos terem tomados rumos diferentes ele continuava nos acompanhando desde então e tem nos ajudado no que for possível.

Levou três anos dos nossos para “resfriar” suas altas vibrações e tentar nivelar-se com nosso “status’ de vida atual, físico, mental e espiritual. O que sabíamos todos, nós e ele , de antemão que isso é meramente impossível, mesmo para um ser da sua magnitude.

Após, mais de três anos “circulando” pela fisiosfera da Terra, KÓRPKÉNS nos avisava que havia encontrado uma família e principalmente a mãe que poderia acolhe-lo e dar-lhe um novo corpo mais ou menos em afinidade com seu espírito. Disse-nos KÓRPKÉNS que só após muito procurar, encontrou essas pessoas no país do oriente-médio chamado Iemém do Sul.

Após passados os nove meses e ele “de fora” do feto que já nos informara antes das grandes dificuldades que estava passando para poder nascer, veio nos informar agora que não conseguira sem intento, no próprio dizer dele “havia matado o feto”. O mesmo nasceu morto, sem possibilidades de vida nem com as forças superiores que os ajudaram. KÓRPKÉNS, mesmo assim, veio conversar conosco mais vezes depois disso enquanto se preparava para retornar a seu planeta “GUESTRAS” (NETUNO) , e isso levou mais três anos aproximadamente.

Podemos perceber que mesmo entre as esferas físicas de diferentes vibrações como a nossa e a de KÓRPKÉNS existe uma grande dimensão e para se passar de uma para outra, no caso de KÓRPKÉNS, de “cima para baixo” entre a “descida” e a subida “retorno” levou quase sete anos de grandes sofrimentos principalmente para a entidade reencarnante, bem como, para o feto e sua mãe.

E assim, de acordo com os misteriosos mundos das dimensões, os quais para nós, já estão quase todos desvendados, portanto, já não são tão misteriosos, KÓRPKÉNS nosso querido e elevadíssimo amigo de Netuno; não pôde reencarnar ou melhor, encarnar, entre nós, mas, mantém contato conosco diretamente de seu planeta e projeta-se em nosso frente para que possamos conversar com ele e visualizá-lo, sempre dentro da quarta dimensão.

E por falar em quarta dimensão, vou registrar aqui a presença contínua entre nos nessa psicosfera, do grande e imenso amigo Gósbolau que “habita” a psicosfera da Galáxia Centrífugas que dista de nos aproximadamente 100 milhões de anos luz.

No caso de Gósbolau que é um ser mais que elevado, já não possui ele mais forma estética pois há milhares de anos que não reencarna mais em seu antigo planeta.

Hoje ele tem a forma de uma grande chama que para nós se mostra mais alto que um edifício de três ou quatro andares. É imensamente belo e poderoso. Consegue ir para onde quiser no Universo somente com a sua força mental. Se localiza naquela galáxia mas é o Engenheiro Sideral de nosso Sistema Solar. É ele quem controla todas as performaces cósmico-siderais deste sistema que possui doze planetas mais o Sol, e as centenas planetóides, asteróides, cometas etc. Ele é responsável pela formação e equilíbrio deste sistema solar há milhões de anos.

Ouvimos e sentimos o que ele quer nos transmitir através de nossa mente. Sentimos sua poderosa força magnética que a tudo interpenetra, assim como a de Jesus o Governador Espiritual da Terra. Não há palavras para se poder descrever essas Maravilhosas Entidades que estão acima dos Guias e dos Santos, e ainda dos Anjos que harmonizam a vida micro e macrocósmica na Terra.

D.Yezzi

São Paulo, 05/04/95

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