Porque Pessoas Doentes Melhoram e Logo Morrem … O Processo de Desencarne

Porque Pessoas Doentes Melhoram e Logo Morrem ... O Processo de Desencarne

Pergunta:

Olá Domingos,

Estou enviando o texto abaixo para obter o seu parecer. Muito obrigada. Marisa da Silveira

Em caso de doença, o processo de desligamento do doente ocorre mais lentamente. Por vezes acontece que as equipes socorristas iniciam o processo de desligamento, mas os parentes estão junto ao doente e vibram tão intensamente para que este fique bom, que dificultam muito o seu processo de desligamento. Para resolver esta situação, os socorristas fazem com que o doente tenha uma repentina melhora. Desta forma os familiares ficam aliviados e afastam-se, continuando as suas tarefas diárias. Neste momento, os socorristas podem retomar o processo de Desligamento e o doente vem a falecer em pouco tempo.

Num velório costuma haver uma núvem cinzenta de tanta tristeza que paira no local. Às vezes o espírito está ausente, já desligado da matéria. Outras vezes, o espírito está confuso no local e por vezes está a dormir junto ao corpo. O que dificulta nestes lugares é a tristeza e a choradeira das pessoas.

Seria tão maravilhoso se todos compreendessem a desencarnação como ela verdadeiramente é e aceitassem a ausência física, ajudando o desencarnado com pensamentos de estímulos, amor, carinho, rezando por ele com fé, ajudando-o no seu desligamento e na sua ida a sua nova jornada no plano espiritual!

O melhor desencarne é de uma pessoa que foi espiritualizada em vida, pois desencarna de uma maneira completamente tranquila, como que dormindo e acordando num belo local, entre amigos. É um regressar tranquilamente à verdadeira casa.

Resposta:

Oi Marisa,

Grato por seu contato.

Realmente, o que foi descrito é o que ocorre. Mas, na Terra, isto ainda é inevitável, pois grande parte da humanidade está arraigada aos seus sentimentos e a Espiritualidade tem que fazer uso desse expediente para libertar o desencarnante de seu físico débil, caso contrário, tanto o ser que está para desencarnar permanece preso ao corpo, por que na maior parte das vezes ele também não deseja deixar a vida e lança de tudo o que conhece dentro de sua desesperada vontade de viver ou, de não morrer, acelerando e aumentando as amarras ou ganchos que o físico lança sobre o espírito, prendendo-o até após a morte, mesmo já dentro do esquife e da tumba, até que o corpo se desfaça e seja devorado pelos vermes. Devo lembrar que, nestes casos dolorosos para a alma, a qual nesse espaço de tempo, sente tudo, sente até as larvas e a podridão devorando seu corpo inerte, enregelado e endurecido. E, ele em desespero quer fugir dali e não consegue, pois ele quis assim e a Espiritualidade nem sempre pode interferir pois deve obedecer as Leis Cósmicas Universais, que dá o livre arbítrio, além do que, ele pensa que ainda está vivo e deve se desfazer por si só das amarras que criou sobre si próprio. Mas, e porquê isso acontece? Acontece devido o tipo de conduta que ele tinha quando vivo, ao tipo de alimentação, as suas ações negativas e mórbidas e a dezenas de outras causas, além das pressões de seus algozes que lançam sobre ele fluídos deletérios, pegajosos que formam uma espécie de extensão entre seu corpo inerte, seu perispirito e eles, seus algozes, seus inimigos figadais, os quais, permanecem a espreita aguardando seu sofrido desprendimento da matéria, para atacá-lo e levá-lo “preso” ao umbral, ou as regiões mais tenebrosas, paralelas à crosta terrestre.

Portanto, meu conselho, se é que posso dar algum é, o de que vivam em paz consigo mesmos, vivam em paz com seus semelhantes, alimentem-se com alimentos desprovidos de toxinas e vivam em vida como se já estivessem em espírito, são algumas maneiras de suavizarem o momento da passagem para o mundo energético ou espiritual.

Houve uma ocasião, antes de eu escrever meu primeiro livro que, imaginei escrever ou descrever sobre cada tipo de morte física, ou seja, qual a mais dolorida, a mais sofrida, se seria a lenta por doença e dor, ou a abrupta por desastres vários, ou ainda, aquelas oriundas de assassinatos e por ai afora, mas fui proibido pelos meus Mentores que me disseram que, ainda não era chegado o momento dessas revelações, pois elas poderiam causar trauma antecipado sobre as mentes e espíritos mais fracos, que entrariam em choque pelo pavor antecipado e etc., e eu obedeci, não descrevendo!

Mas, aproveitando, o meu gancho, vou narrar aqui um fato que aconteceu comigo: Residia eu em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, fui chamado para vir a Capital, pois meu pai estava muito mal, com crise aguda de pneumonia. Ele estava internado aqui num hospital da Pompeia. Cheguei já era noite, fui visitá-lo, conversei com ele, tentei animá-lo mas, pressenti que seria difícil ele se sair daquela! Dito e feito, pela madrugada recebi um telefonema do hospital informando de ele havia falecido, Eu e meu irmão, corremos para lá, mas, ele já havia sido retirado do quarto e já estava colocado sobre uma pedra fria no necrotério do hospital, apenas coberto por um lençol. Ao nos aproximarmos dele ouvi nitidamente a voz que vinha do corpo dele: – “Minguinho, você que sabe tudo, me deixe viver, eu não quero ir embora! Eu, já intuído pelos meus Mentores, percebia que meu pai estava preso ao corpo e não iria sair dali facilmente. Foi então que eu disse a ele em voz alta [enquanto] meu irmão ouvia: “Pai, não tem mais jeito, seu corpo não resiste mais, vou dar um jeito do senhor ir com esses médicos e enfermeiros que estão de branco e vão levar você para um tratamento e após você voltará para se comunicar conosco”. Dito isto, apanhei no astral uma tesoura hipotética e cortei o cordão energético, fluídico prateado que saia de sua nuca! Ao fazer isso, imediatamente o espírito dele saltou fora do corpo, cambaleante e desnorteado, sendo colocado sobre uma maca energética espiritual, trazida por aquela equipe de socorristas e desapareceu no espaço. Mas, ocorreu naquele momento, um terrível mau cheiro, que até meu irmão exclamou: “Nossa que mau cheiro!”

E assim, consegui desligar o espírito de meu pai, que era uma pessoa boníssima, maravilhosa mesmo, e após 30 dias aproximadamente, ele mandava através de minha inesquecível esposa Ceição, uma mensagem psicografada, dizendo para nós todos não nos preocupássemos, pois ele já estava bem e voltaria mais vezes.

Espero que o que aqui foi descrito, possa ser útil para muita gente, pois é difícil de se encontrar nos livros, mesmo nos mais especializados.

Abraços.
DYezzi::.

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