Explicações do Autor Sobre Tíner do Planeta Zutener

Um exemplo: Na época da guerra do Vietnã, contatei, ou melhor, fomos contatados por um ser chamado TÍNER do planeta ZUTENER de um sistema solar dentro de Nossa Galáxia a Via Láctea.

Tiner é um ser normal com o biótipo parecido com o do terrestre. Tem os cabelos ruivos meio alongados, parecendo cor de tijolo. Sua nave, gigante, tem o formato de um losângulo horizontal e leva no seu interior algumas naves-mirins do mesmo formato.

Ele contou-nos na época, que pairava a grande altura sobre os palcos de combates no Vietnã e com seus aparelhos assistia a tudo sem poder interferir. Via soldados serem metralhados, seus corpos caírem mas seus perispíritos continuarem em posição metralhando o inimigo. E assim ficaram por dias como se ainda estivessem vivos! Numa das vezes ele veio buscar nosso duplo-etérico e nos levou até lá. Assistimos a tudo consternados. Pedimos ajuda ao Alto e logo em seguida vieram homens e mulheres vestidos de branco, com padiolas, e nos disseram ser socorristas espirituais. Vimo-los colocarem os espíritos dos soldados mortos e os levarem pelo espaço a dentro para serem tratados, enquanto seus corpos permaneciam nos locais em meio a batalha acirrada.

Quando tudo se acalmava, Tíner mostrou o que ele e os seus faziam. Desciam com sua nave em local escondido, apanhavam alguns corpos e levavam para dentro da nave-mirim e desta para a nave-mãe que ficava pairada no Espaço. Descarnavam os corpos e com a carne e seus reagentes químicos faziam uma massa com a qual se revestiam, ou seja, passavam-na em seu corpo todo como uma espécie de proteção ambiental, para seus físicos, e assim, poderem se locomover a pé no solo terrestre. Não só lá no Vietnã mas em todo local da Terra onde eles cismassem de visitar e avaliar.

Tíner e os seus tripulantes faziam aquilo com tanta naturalidade que nos deixou pasmos. Mostrou-nos tudo e falou de seus costumes em seu planeta, os quais, eu tentarei relatar oportunamente . Aquele revestimento que faziam com a carne humana dava-lhes a aparência, mesmo que remota, de um ser humano da terra. Era uma espécie de máscara que se amoldava no corpo todo e que se fossem vistos andando pelo solo talvez não fossem reconhecidos. Tíner nos mostrou também dentro da grande nave-mãe, um enorme instrumento musical “Eólico”, ou seja movido a vento natural. Era composto de lâminas e grandes tubos por onde o vento passava e ele emitia sons coloridos. Viemos a saber através de Tíner que a música, após ser transformada em sons, se transformava em gás colorido e esse gás atingia os nossos poros, plexos, e chakras. Outra experiência que eu e minha esposa tivemos foi em nossa casa de Ribeirão Pires que na época, estava recém construída e havia sido desocupada pelo nosso inquilino e nela fomos morar.

Numa determinada tarde havíamos eu e ela descido à cidade para fazermos compra no supermercado. Na volta, após estacionarmos o carro em nossa garagem que dava entrada para nossa sala de visitas onde havia um grande sofá almofadado de cor bege, qual não foi o nosso espanto ao nos depararmos com um homem esbelto, vestido com um terno “tweed”, aquele tipo de pano enxadrezado inglês, todo sorridente, com um sorriso largo e dentes alvíssimos em formato de meia-pérola, cabelos cor de tijolo (da cor do nosso sofá) que seria talvez cor de âmbar, ou seja entre o bege e essa cor de tijolo comum, cortado à maneira irlandesa, sem pentear, soltos à vontade. Duas mãos enormes, cinco longos dedos e sapatos enormes também, talvez nº 44. Ele estava totalmente sentado encostado no sofá, porém suas pernas eram tão longas que sobrava uma boa parte para fora do sofá, que diga-se de passagem era bem largo, parecia-nos que estava sentado na beira do sofá. Era Jarlós, do planeta Urano ali sentado, materializado, que nos perguntava “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”-, nós um tanto surpresos pois havíamos trancado a casa ä sete chaves”, ficamos parados sem saber o que dizer olhando um para o outro. Só depois de entrarmos na sintonia dele respondemos: “- Sim, você se parece com um de nossos estrangeiros, aqueles “gringos” de alta estatura. Ele sorriu mais ainda (sorriu não, gargalhou) e levantou-se quase encostando a cabeça no teto da sala, como se a desfilar para nós. Por coincidência referi-me aqui a dois casos cujos seres tem os cabelos “cor de tijolo”, Tiner e Járlós, são de planetas diametralmente diferentes entre si em tudo e por tudo.

Mas, volto ao Jarlós. Ao ficar em pé vimos como ele é alto. Tem aproximadamente 2,10 a 2,15 metros de altura, é esguio, mas forte. Temo tronco menor que as pernas, que são longas e nos fez lembrar aquele personagem de Monteiro Lobato de suas estórias do Sítio do Pica-pau amarelo, o Visconde de Sabugosa. Braços também longos mas proporcionais ao seu corpo. Cabeça também proporcional, orelhas um tanto pontiagudas mas rentes à cabeça, nariz aquilino e boca proporcional também. O que nos chamou atenção foram seus pés, ele tirou um dos sapatos e vimos porque ele tinha tanta dificuldade de andar com os nossos tipos de calçados. Seus dedos são como pés de rãs ou de patos, ou seja, são interligados por membranas. Ele ficava bem em pé, porém só tinha dificuldade de andar com os sapatos. Perguntamo-lhes por que só os pés eram bem diferentes já que no resto era quase tudo igual a nós e ele nos respondeu “- Porque em meu planeta há muita água, mais água do que solo, e nós vivemos muito dentro d’água. Gostamos da água, nascemos dela como os seus peixes”. Os olhos de Járlós eram do tipo oriental, amendoados, com as pupilas bem verdes e de uma expressão profundamente bondosa, de um poder magnético ou hipnótico incrível. Ele não podia fixar seus olhos muito em nós, pois éramos acometidos de uma sonolência sem termos sono. Járlós contou-nos que naquele momento se encontrava em Manaus, no Amazonas. Estava passeando pela cidade no meio da multidão que nem o notava pois lá havia muitos estrangeiros. Entrava nos ônibus, passava pelas roletas sem pagar, apenas olhando para o cobrador. Sua nave se encontrava estacionada numa floresta próxima da cidade. Disse-nos também que o terno havia conseguido através de seus métodos persuasivos à distância e que para a próximas vezes viria com um sapato que já estava produzindo dentro da nave, feito de uma espécie de malha que deixaria seus pés a vontade e não eram transparentes, quis dizer, que ninguém iria desconfiar dos pés dele.

E assim temos dezenas de casos pitorescos que irei relatar futuramente, bem como, respondendo as curiosidades naturais dos leitores, além das dezenas de casos dentro do Astral terrestre com entidades várias e respectivas mensagens maravilhosas que tocam fundo o nosso coração. Temos mensagens em forma de poema do gênio da Música Ludwig Maria Van Beethoven e de outros grandes. Temos uma mensagem de um humilde preto velho no seu palavreado original dirigida a mim e escrita por ele na forma de sua pronuncia típica.

Temos mensagens do meu grande ídolo virtuosistico Paganini que iniciou a composição de um novo conserto para violino por nosso (meu e de minha esposa) intermédio. Teve que interrompe-lo devido às nossas complicações de saúde, principalmente as de minha esposa que o captava. Stravinsky nos prometera trabalhar conosco na detectação das cores da música. Rachmaninov também nos enviou mensagem. Não temos mensagem de Mozart mas, conversamos muito com ele em nosso astral. Um famoso músico terrestre reencarnou em Plutão e chama-se Vallís II, continua a nos mandar mensagens de lá, juntamente com Klérkur que também reencarnou por lá. Já são dois jovens fortes e simpáticos. Enquanto o ex-músico foi em missão de fazer nascer a música da forma como ele a sentia na Terra, ou seja, tentando aliar o racional ao sentimental e dar maior sensibilidade ao povo plutoniano que pende mais para o lado tecnológico do que para o sentimental e o espiritual; o ex-passivista foi para lá para fazer nascer o mentalismo, o culto dos direitos ao próximo e a espiritualização daquele povo hiper-intelectualizado.

Plutão assim como a Terra, sofrerá mutações drásticas pois são os dois planetas que mais se afinam com o gigante drenador, Sidérius. Em Plutão, o paganismo e a tecnologia eram a mola propulsora daquele povo, diferente do terráqueo que apesar de adotar muitos cultos religiosos é a única humanidade do nosso sistema solar que se mata entre si e fomenta as guerras o egoísmo e outras mazelas, por isso, entrará em choque vibratório com o “quantum” vibratório de Sidérius que aqui fará uma limpeza em regra.

Temos esperança de futuramente poder explanar sobre o desenvolvimento da vida dos seres de cada planeta de seu sistema solar mais especificamente. Procuraremos agrupar todas as mensagens respectivas e em ordem cronológica de captação que permitirá ao leitor ir acompanhando a evolução dos nossos contatos, as características, os acontecimentos do dia-a-dia dentro de cada sociedade humana, os casos curiosos, e principalmente os ensinamentos recebidos.

Assim como, os nossos contatos com os seres “extraterrenos” (entidades espirituais desencarnadas), das antigas civilizações os quais ainda se mantém no Espaço e nos mandam suas mensagens. Civilizações como as da Lemúria, da Atlântida, dos Vedas, Caldeus, Egípcios, Maias e outras. Muitos espíritos milenares, centenários, da idade-média, modernos, que tiveram suas atividades várias na Terra, os quais, por motivos especiais não puderam ou não quiseram reencarnar ainda. Muitos deles com missão, entre outras, de nos acompanhar e nos auxiliar mantendo-se em suas antigas formas biotipicas, quando então conviviam conosco e traçaram suas missões.

Espero que esta resumida obra possa trazer ou levar algum ensinamento novo às mentes panorâmicas e ávidas de conhecimento, e ainda que, essas mentes possam aproveitar de agora para o tempo que se seguir para esta humanidade atual e para suas futuras reencarnações aqui na Terra ou em outro planeta qualquer. Que nada seja perdido, pois foi com a dedicação, o sacrifício de todos nós, a abstenção e até a renúncia a outras metas mais imediatistas, para que estes objetivos fossem alcançados, na certeza de que “O que daqui se leva é o conhecimento que aqui se deixa”!

O Autor

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A Terra É Oca?!

Não! A Terra não é oca. Esta é uma afirmação que me atrevo a divulgar sem medo de errar (como as demais faço no decorrer deste volume) pois, além do raciocínio particularmente meu, vai acrescida de respostas que obtive junto aos seres extraterrestres que vasculham o solo e o subsolo terrestre de todas as maneiras, possíveis e imaginárias, visitando pessoalmente os locais em que através de aparelhagens ultra sofisticadas que lhes permite radiografar nosso planeta, como fazemos com nosso corpo para detectarmos possíveis anomalias. “A Terra não é oca e não há civilizações vivendo em seu interior”.

1º) Não é oca em vista da forma pela qual descrevo nos capítulos que se seguem como nascem os sois e planetas, ou seja, do micro para o macrocósmo e não de explosões que depois os transformaram em pedaços ambulantes pelo espaço sideral.

2º) Não é oca, porque não suportaria as grandes pressões externas, tais como: a pressão atmosférica, as forças centrífugas e centrípetas oriundas de sua rotação em torno do seu eixo e em torno do Sol, a pressão dos oceanos, as várias mutações geográficas, terremotos, maremotos, vulcões, além das tremendas vibrações ocasionadas pelas explosões atômicas de experiências subterrâneas que os “gênios” de hoje fazem inadvertidamente. Os que assim afirmam, sempre acham esses buracos sob regiões como o Amazonas, os Andes, e locais de imensa vastidão, nunca dizem que a Terra é oca sob Nova York, São Paulo, Paris, Londres, Moscou, Tóquio!. Por que será?. Será que o advento do trem subterrâneo “o metro”, afastou desses locais o grande oco da Terra?

3º) Não há civilizações subterrâneas e que possuam naves interplanetárias e como afirmam alguns, serem os “discos voadores” de origem do interior da Terra. se tal hipótese fosse verdadeira, há muito tempo essas civilizações já teriam subido à tona ou a crosta e dado um “ultimatum” aos loucos que aqui em cima colocam a vida delas em constante perigo ou as deixam em sobressalto tirando-lhes o sossego, com as experiências irresponsáveis que fazem periodicamente. Se houvesse essas civilizações morando no oco da Terra e possuíssem suas naves tão velozes e tão potentes não iriam racionalmente permanecerem impassíveis vendo o homem pondo fim ao planeta Terra em busca de petróleo e de outras energias. Viriam até ele e o ensinariam a ter “bons modos” para depois ensinar-lhe também como fabricar um “disco voador barato” sem precisar destruir seu “habitat” e o “habitat” deles!.

4º) O que ocorre, são visitas de pesquisadores extraterrestres que por alguns períodos relativos as suas pesquisas adentram com suas naves em algumas formas, cavernas e logo após se retiram para seus planetas. Porém, no campo extrafísico, nas psicosferas, há grande quantidades de seres extraterrestres que lá se projetam com seus corpos astrais e duplo-etéricos permanecendo também por bom tempo em grandes grupos, só que ninguém os vê ou os detecta com aparelhamento ou com olhos físicos, permanecem na 4a. e outras dimensões.