Políticos Eleitos

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Comentário:

A emoção dulçorosa anima meu ser e, contrita, envio ao Senhor uma prece por quem se de mim lembrou, para amenizar-me a velhice, enviando-me esta bela mensagem. Sempre o faço quando os meus belos se lembram da véia Thereza.

Aproveito para pedir, humildemente, aos generosos corações acompanhar-me nas minhas diárias vibrações positivas que envio à Maria e ao Divino Mestre, pelos dirigentes em todos os níveis da gestão pública de nossa nação. Que eles assimilem as intuições do Alto, para bem administrarem a coisa pública. Sei estarem todos assumindo sérias responsabilidades pelas quais se comprometeram antes de reencarnarem.

A Joana do outro lado da vida nos assegura que “o idealista legítimo possui a compreensão de que o êxito do seu empreendimento é conseguido a grande esforço, mediante as demonstrações de sua legitimidade pelo exemplo de equilíbrio de que se faz portador.”

Abraços mil da Thereza.

Resposta:

Querida Yayá Tekinha,

Belíssimo pensamento, belíssimo exemplo deixado pelo médico pernambucano. A melhor definição de Saudade! Aquele Anjo definiu muito bem!

Mas com relação aos nossos governantes e demais dirigentes, penso que deveríamos ter orado e pedido com fervor, antes de tê-los escolhidos desde há mais de 100 anos, de onde eu concluo que o Onipotente Criador — O Núcleo Central Cósmico — criou o livre arbitrio justamente para demonstrar a imparcialidade Dele* em assuntos planetários internos, desta forma, penso eu, juntamente com aqueles que me acompanham de outros orbes, assim como aparentemente Ele* parece não ligar para as monstruosidades cometidas por aqueles que se denominam seres humanos, entre eles, Ele* também, aparentemente, não vai ligar para aqueles que estão sendo consumidos por um CA na garganta ou em outras partes do corpo, pois com certeza, aquilo é fruto de distorções do VERBO ou de Ações desumanas praticadas sobre outrem. (Veja- se o caso dos mais de 70 milhões de mortos na segunda guerra e outro milhões e milhões em outras guerras travadas durante séculos dentro de nosso planeta.)

Óra, se o livre arbítrio existe para se cometer as más ações, ele existe também para colhê-las. Enganam-se aqueles que pensam, que tudo passará desapercebido às LEIS DIVINAS, até os mínimos detalhes escondidos ou camuflados dentro da alma humana, não perceptíveis aos olhos físicos, não passam incólumes sob essa Leis. Portanto, preparem-se aqueles que se desviaram e negligentes se aproveitaram das brechas das leis civis, brechas que eles mesmos deixaram para suas maquinações. Alguém já disse “E o Fogo Virá Do Céu!”, claro, pois essa é a única forma de haver uma punição geral e imparcial. Quando o Mestre-dos-Mestres dizia: “Quem com ferro fere, com ferro será ferido!” eu acrescento: “Quem fere o Espírito, no Espírito será Ferido!” E no meu segundo livro há um capítulo: “O Tempo – A Bactéria do Universo!”, ninguém e nada vence o poder do tempo, seja na Terra ou fora dela!

Abraços,
DYezzi::.

* Aqui, onde a assexualidade de Deus e a sua onipresença e onisciência está em toda parte, fazemos referências à Deus como “Ele”, masculino, somente para acomodações linguísticas.

Avistamento no Morro do Chapéu

Avistamento no Morro do Chapéu | Vista do Morro

Avistamento no Morro do Chapéu | Disco em frente à casa

Comentário:

Oi Mingo,

Esqueci de te contar, eu nas minhas andanças pelo hospital antes de fazer minha cirurgia, conheci uma criatura de nome Lucidy. Ela mora em Morro do Chapéu — interior daqui, onde é considerado a Suíça brasileira de tão frio e onde também tem muitos avistamentos. Com isso, fiz mais uma amizade. Ela estava levando o pai dela para fazer tratamento da próstata, então ela me enviou duas fotos do morro que dá o nome a cidade, onde há os avistamentos, e uma foto que ela diz ter tirado na porta da casa dela ao sair à noite. Disse ela que a nave permaneceu no céu mais ou menos por uns 15 a 20 minutos, tempo que ela correu dentro de casa para pegar a máquina digital e bater esta foto.

Abraços,
Joelvana S.

Resposta:

Oi Vana,

Sua amiga teve o privilégio de fotografar a nave do Planeta OSWEN, cujo líder chama-se Aislan. Eles estavam visitando a Terra e passaram por ai na Bahia e se permitiram fotografar, como uma espécie de recado para nós todos. São seres maravilhosos, assexuados, 2,40 metros de altura, grandalhões, não usam roupas de espécie alguma. Já desceram aqui no vale do Paraíba, colheram bananeiras e levaram-nas para seu planeta e me dizem, que essa fruta é uma das melhores que temos e que para eles, que não possuem dentes, mas apenas uma gengiva saliente como as dos nossos recém nascidos, que facilita sua mastigação, sem necessidade de dissolvê-la. Suas características físicas são peculiares. Não possuem intestinos, possuem orelhas pequenas, olhos redondos e não possuem pilosidades de espécie alguma nem cabelos (são calvos), nem cílios nem sobrancelhas e possuem um inteligência fora do comum. São calmos, bondosos e exercem uma poderosa força no olhar, através do qual dominam qualquer ser vivente da Terra. Suas mulheres são um pouco mais baixas que os homens e geram os filhos através de uma bolsa abdominal, parecida com as dos nossos cangurus, da Austrália, que após darem a luz a bolsa se fecha normalmente. Coisas realmente incríveis, as quais tive o privilégio de presenciar.

OSWEN é o verdadeiro 9º Planeta do nosso Sistema Solar. Sua nave é ultra veloz e maravilhosamente linda quando está voando e bem como quando está estacionada. Mede mais ou menos uns 100 a 150 metros de diâmetro, a menor, mas possuem naves com mais de 1000 metros de diâmetro. Uma destas, ocasionou, sem querer, o apagão geral em Sâo Paulo em fevereiro de 1982.

Já fiz a descrição deles em meu primeiro livro.

Abraços,
DYezzi::.

Zaida – A Entidade "Mulher Serpente"

Outro elemental interessante que pouquíssimas pessoas vêem é o de uma moça bem jovem aparentado seus 17/18 anos de idade, talvez menos, e que é da metade da cintura para cima uma bela jovem morena, seios a mostra, cabelos compridos olhos orientais e profundos, bem feitos, nariz aquilino, lábios e dentes belíssimos quando nos sorri, e da cintura para baixo é uma cauda de serpente. Seu nome é ZAIDA, contou-nos sua história e como ela surgiu. Vou resumir aqui para que os leitores tenham uma pequena idéia.

Zaida nos contou que nascera na Antiga Pérsia, e como punição foi jogada num poço de serpentes. Ela era jovem persa como qualquer outra, mas após ser jogada naquele poço, a princípio ficou horrorizada pensando que a qualquer momento iria ser picada por elas, mas ao contrário, as serpentes se enrolavam nela e nunca a atacaram. Passou-se muito tempo e ela lá foi esquecida tendo perecido de inanição, ou seja foi ficando fraca com sede e com fome e, ao desencarnar sem nada conhecer nem como sair espiritualmente dali, seu espirito foi adquirindo forma de serpente da cintura para baixo. Desta forma, seus membros inferiores e sexualidade feminina desapareceram. Como o seu desapontamento com os “seres humanos” que fizeram aquilo para ela fora muito grande, e a mazidade e proteção das serpentes para ela foi muito maior, adquiriu então, todos os modos e sentidos do elemento das serpentes transformando-se num de seus elementais e protetora desses animais e de seus “habitats”. Sempre nos pediu e nos pede que nunca matemos uma serpente ou que permitamos que alguém o faça. E se algum dia nos encontrássemos em alguma situação frente a frente com uma serpente que a mentalizássemos que ela viria e afastaria o animal para longe de nós, e que isto também serviria quando nos defrontássemos com pessoas com “instinto de serpente” como se diz popularmente, ou ainda alguns tipos de gente “peçonhentas”, ela também poderia (e pode) ser mentalizada para trabalhar e afastar essas pessoas de nosso convívio.

Acompanha-me diretamente, um elemental do fogo, ou Salamandra, e nos o chamamos de “Chaminha” pois ele gosta de brincar com o fogo, e desde que eu era criança vivia com a caixa de fósforos na mão querendo por fogo em tudo que não prestasse, vivia pondo fogo em formigueiros e outras pequenas coisas. Só mais tarde é que vendo essa maravilhosa criatura é que pude entender o porque de eu ser daquela maneira. Mas antes disto levei alguns puxões de orelha e algumas surras de minha saudosa e querida mãe Adelaide.

Já minha esposa possuía e minha filha possui cada uma, uma Sereia que é um elemental poderoso do mar. Metade mulher, cabelos longos olhos doces e profundos, seios a mostra e da cintura para baixo possui o corpo de peixe. Elas duas, apesar de não saberem nadar sentiam uma atração muito forte pelo mar enluarado. Quando iam à praia não queriam mais sair. Ao contrário de mim, que gosto mas não faço muita questão de nele permanecer. Para tudo há uma explicação ou motivo. Quando criança, li muitas estórias infantis de fadas, duendes, sereias e outros seres, sempre pensei que eram apenas fantasias. Perguntava aos adultos e era isso que me respondiam: fantasias, nada mais! Porém, quando todos eles começaram a se apresentar e a dialogar comigo, percebi que esse mundo fantástico dos elementais é quase tão real quanto o nosso e a atuação deles no mundo visível é essencial.

E assim, temos dezenas de casos curiosos os quais daremos uma atenção especial nos próximos livros, pois cada um tem sua particularidade e não caberia explicá-los nesta oportunidade.

Todos esses seres e entidades vem de mais de quarenta anos para cá, com firmeza a dialogar conosco, transmitindo-nos tudo o que sabemos sobre o Universo. Sobre o Cosmo, o Espaço Sideral, o Núcleo Central Cósmico -Deus, a origem a Centelha Humana, a Criação e Formação de tudo o que existe no Universo e outros milhares de assuntos que não caberiam neste capítulo e que talvez só possam ser enfocados por mim, futuramente. Todos eles terão um enfoque pessoal com capítulos específicos nos quais serão transcritos todas as mensagens recebidas de cada ser ou entidade, em nossa linguagem e, para aqueles que mandaram suas mensagens nas suas próprias linguagens e escritas, incluirei os “fac-símiles destas mensagens e respectivas traduções para que os leitores e pesquisadores possam analisá-las, minuciosamente.

Até hoje penso que ninguém se aventurou a explicar quem é DEUS, o que é DEUS, como é DEUS, da forma como aqui vai explicada, contudo, sabendo que é uma tarefa quase impossível, tentarei fazê-lo em linguagem a mais compreensível possível e bem facilitada.

Caberá aos leitores livrarem-se dos tabus, dogmas e preconceitos e procurar usar sempre o raciocínio lógico, desprenderem-se das amarras filosóficas e religiosas e das “mordaças negras” que ainda alguns trazem remotamente dentro de si próprios da época da ”santa inquisição”. Bem como, daquele temor impingido à toda humanidade terrestre por mentes astutas, maliciosamente inteligentes social e psicologicamente, a fim de que essa humanidade não se dissipasse e vagasse por caminhos mais tortuosos do que aqueles que já estavam previstos em seu karma coletivo no decorrer dos milênios de sua formação; quando então, para cá foram exilados espíritos rebeldes oriundos de humanidades em conflitos de outros orbes juntamente com a intercalação de Espiritos-Avatares que desde a Lemúria e Atlântida, continentes agora submersos, desde a Índia, no tempo dos antigos Vedas, no Peru entre os Incas. No México e na Guatemala entre os Astecas, Toltecas e Maias, no Egito Antigo, na Mesopotâmia, na Judeia, no Nepal, na China, na Mongólia, no Japão, na Tailândia, no Oriente Médio, posteriormente, enfim, em todos os quadrantes da Terra, vieram eles cada um a sua maneira, empregando dons ou prestigitação; apregoando o temor a Deus e sobre tudo o Amor a Deus.

Muitos aproveitadores se locupletaram com os ensinamentos daqueles avatares e ao invés de procurarem alicerçar o amor, preferiram atemorizar o ser humano para que este permanecesse carente e dependente de uma ardilosa intermediação daqueles aproveitadores e mercenários entre ele, ser humano, e Deus. Intermediação essa que seria um “dom” exclusivo de uma casta de magos e sacerdotes, bruxos e feiticeiros e a pior de todas, aquela que seria exercida, praticada, através da casta clerical de todas as seitas e religiões, ávidas de ouro, que venderiam a “proteção divina” aos neófitos, aos adeptos e a população em geral subserviente, crente e cega.

Posteriormente vieram as populações indígenas que trouxeram e trazem as marcas desses traumas do passado funesto em seus perispíritos, e aí recorriam aos pajés das tribos aquela intermediação junto à Tupã ou outros nomes que davam a Deus que os fazia chegar ao ponto de temerem as forças da natureza, como os raios e trovões, vulcões, terremotos, como se aquilo fosse a voz irada de Deus ameaçando-os com castigos que logo vinham em forma da destruição total da lavoura ou dos seus “habitats”, ameaçando-lhes o curso de seus destinos.

Não é assim que os seres extraterrestres me ensinaram a sentir Deus. Quero salientar, aproveito, que os meus grifos em letra maiúscula ao me referir a Divindade, não o são por temor a Ele, mas como um respeito a figura do Criador perante àqueles que possivelmente ainda o temem.

No decorrer de todos esses milênios da existência da humanidade, aqueles aproveitadores da boa fé humana, criaram e ainda criam muitos mitos, cultos e sacrifícios de animais e principalmente de sacrifícios humanos, entre estes, as imolações e outras práticas terríveis em nome de um deus impiedoso, factível, sedento por sangue e pelo ouro, mas sempre carente, nada poderoso! Isto tudo veio a aumentar a diferença e a revolta, principalmente entre os que eram “escolhidos” para os sacrifícios, que ao desencarnarem em meio a atrozes sofrimentos, já no campo espiritual descrentes ou incrédulos com a chamada “justiça divina”, passaram para o lado dos negativos e se transformaram em anjos decaídos e que através de séculos vêm seguindo e combatendo seus antigos algozes. Atravessaram os séculos até nossos dias sedentos de vingança e impiedosamente os perseguem e os caçam e toda e possível ramificação genealógica. E cegos como estão, pelo ódio, atingem aqueles que tinham ou têm ligações várias com aqueles que os sacrificaram em nome de Deus. É essa caçada vira-se contra o caçador através das vias kármicas, aumentando-lhes os dolos e transformando-se em karma coletivo chegando até os dias de hoje com essa eterna rivalidade entre o Bem e o Mal, culpando-se a Deus por tudo o que ocorre de mal e que é produto da insanidade e belicosidade humana que chega às raias do animalesco.

Se somos a imagem e semelhança de Deus somos deuses também! O mestre Jesus já dizia: “- Vós sois deuses e poderão fazer ainda mais do que eu fiz”-.

Tanto isso é verdade, que o próprio ser humano está acabando com o planeta Terra e Deus nada faz diretamente, na hora, no exato momento contra ele. Ao contrário, permite que o ser humano use o seu livre arbítrio a seu bel prazer, seja do lado negativo ou do lado positivo. É claro que não indefinidamente, pois há as Leis Cósmico Siderais Evolutivas Naturais que o limitarão um dia. “- Deus tarda mais não falta”!, já dizia o jargão popular.

Portanto, as religiões, filosofias e outras ciências, desde a antigüidade, viam e vêem DEUS como “um velho barbudo” que vive no espaço, o Sol com um de “seus dedos”, Júpiter com outro, as estrelas com os dedos dos pés e etc., e de vez em quando, larga um deles para “castigar o ser humano que pecou”.

Por vezes um Deus impiedoso, insaciável nos seus atos de vingança, e protecionista, nepotista, que permite alguns fazerem parte de sua “panela” política, dando-lhes cargos, altos salários, vivendo como nababos, sem risco de qualquer doença e qualquer espécie, a não ser a preocupação de ter que deixar tudo o que arrecadou espuriamente para seus herdeiros que ao ver dele próprio nada fizeram para merecer. Ele mandara matar, aniquilar famílias inteiras de inocentes que atravessaram em seu caminho e no entanto, cai fulminado por uma parada cardíaca como um passarinho.

Isto tudo faz com que a chamada “Justiça Divina” não seja vista com bons olhos por aqueles que se acham injustiçados, e revoltados se rebelam, desafiam, ao mesmo tempo a Deus, “aquele velho” que um dia pode achar que eles sejam “personas non gratas” e baixe a mão sobre eles castigando-os inexoravelmente.

Moisés, líder nato das massas humanas, trazia em seu espirito grande experiência na lida com religiões e crenças que ajudou a fomentar e a praticar em seu passado remoto, trazendo em seus registros akáshicos grande conhecimento, perspicácia e dotado de sensibilidade mediúnica e grande domínio das forças da magia, foi instruído pelos Altos Poderes a legislar leis de conformidade com a mentalidade reinante na época. Daí brotaram-lhes os mandamentos e o Gênesis (começo de tudo) mas sempre observando o limite de conhecimento da época e no intuito de aglutinar sua raça hebraica um tanto revoltada e cansada, com leis e mandamentos severos para que não houvesse a dissipação dos costumes e a própria degeneração moral e social de seu povo. “Povo escolhido de Deus”, e que teria a obrigação de dar exemplos significativos para os povos futuros e ao mesmo tempo para a preparação da vinda do Messias 1300 anos depois, que ele, Moisés também não acreditava num Avatar como Jesus, pensava ele que haveria de vir um líder judeu como ele e não manso como Jesus, mas sim, severo, rigoroso e até impiedoso como ele, que propagava a vingança de “Olho por olho dente por dente”.

Sabedor que era da força de seu carisma, de seu domínio, da fascinação que sua sabedoria exercia sobre as massas deixou passar através de si as novas leis mas sem eliminar, contudo, seu animismo e egocentrismo, levando a humanidade a ver Deus “, debaixo para cima”, a teme-lo e pintando a origem do homem na terra de forma a fazê-lo parecer sempre um nada perto da potência divina e a criação do mundo executada por um ser que por conveniência da própria crença e interesses que abraçava, deveria trabalhar durante cinco dias e descansar nos fins de semana. “Talvez ele, Moisés, já estivesse prevendo as atuais leis trabalhistas que também tinham que vir regulamentar o trabalho do Criador!”

Deixando de lado todas essas insinuações e pilhérias pois, isto é muito sério, sério demais que trouxe a humanidade terrestre, tanto a humanidade física como a humanidade espiritual aos níveis dos patamares nos quais se encontra até hoje, após milênios de dúvidas e incertezas, vamos ao meu Gênesis – o Começo de Tudo, e De onde Viemos, o que somos e para onde Vamos, como eu entendo e como sou instruído pelos seres extraterrestres, mais avançados que nós sobre algo que já existente que seria o Nada absoluto, consideramos como Auto-Deformação.

Explicando com exemplo mais palpável e conhecido dos terrestres, pelo menos dos terrestres mais cultos:

Nos geradores dentro de nossas usinas elétricas, faz-se um campo magnético formado por um imã. O motor do gerador girando em alta velocidade gera um fluxo de elétrons no interior do campo magnético. Esses elétrons não existiam até aquele momento, foram criados ou simplesmente gerados pela deformação do campo magnético pela rotação do motor.

E assim nasceu e nasce continuamente a eletricidade que, após escoada através dos cabos adequados e por meio de redutores e transformadores chegam ao seu objetivo final, que é movimentar indústrias e iluminar cidades inteiras. De onde se pressupõe que, neste caso, o que existiu primeiro ou antes de tudo foi o campo magnético, mas na verdade, nós sabemos que antes existiram o motor, o imã, as águas que movem as turbinas, os homens que montaram e planejaram a usina e etc. etc.

Como aplicar o exemplo acima, por sinal muito simplista, na Criação de Deus e do Universo. Seria como se aqueles elétrons gerados quisessem explicar a criação do campo magnético, pois eles só tem conhecimento, caso raciocinassem, do momento de sua criação para baixo, não saberiam explicar o que ocorrera entes de serem criados. Certo? No conceito do surgimento de Deus ou do Núcleo Central Cósmico, só pode ser aplicado no sentido da auto deformação encontrada, em tudo e por tudo. Os seres extraterrestres mais evoluídos, os quais não conseguiram ver Deus de perto, com certeza estão logicamente mais próximos dele do que nós estamos e podem tecer um conceito mais apropriado.

Como Se Dá a Habitabilidade dos Mundos

Sendo Deus, O Núcleo Central Cósmico, esparge de Si para todos os quadrantes do Universo os seus raios-pensantes que aqui chamarei de Centelhas.

Essas centelhas por diferenciação de micro-pulsações no momento de sua geração levam um “Y” a mais ou a menos para que, quando busquem seus invólucros (corpos) nos seus “habitats” escolham a genética feminina ou masculina. Aqui não me refiro a sexo pois em grande parte dos planetas avançados seus habitantes são assexuados, ou seja, apesar de terem a diferenciação entre homem e mulher, macho e fêmea, masculino e feminino, não possuem sexo, por isso, as centelhas nesses casos, buscam aproximação dos indivíduos cujas cadeias genéticas lhes sejam mais afim. Por que em todos os mundos que avistei e que mantive contato com seus habitantes, distingui sempre o gênero feminino do masculino, tanto pelos trejeitos delicados, linhas de contorno delicadas, e principalmente pelo instinto maternal.

Comparados com as mulheres da Terra, o gênero feminino desses habitantes assexuados são mais delicados, mesmo não possuindo os “contornos esculturais” como as mulheres da Terra. E os homens, apesar de apresentarem uma característica própria são bem mais delicados que os homens da Terra, porém, bem masculinos na acepção do termo.

Há planetas avançados e outros em evolução, habitados apenas por hermafroditas, ou seja, contendo o gênero feminino e o masculino no mesmo corpo, apesar de serem assexuados, e nos planetas em evolução, há os habitados por hermafroditas portadores dos dois sexos, macho e fêmea. Nestes casos, variam muito os contornos físicos e sua estéticas, mas, pude observar a predominância da delicadeza racional e material e bem como o toque e a responsabilidade masculina. São seres ambíguos que, para os terráqueos, suscitariam espanto e incompreensão.

Mas o Núcleo Central Cósmico Deus, composto por milhões de inteligências que vieram se formando ao longo de bilhões e bilhões de anos, através da autotransformação, geração expontânea, auto-deformação, não está preocupado com o Anti-natural que é uma conseqüência do Natural, ou seja, O Núcleo Central age naturalmente expandido-se através de seus raios-pensantes ou centelhas seguem em busca de habitar um “habitat”. O “habitat” ou mundo que naturalmente foi formado antes, adquire características de atração, absorção, repulsão dos seus afins e não afins, assim sendo, cada centelha é atraída para a periferia daquele mundo que a atraiu, ali permanecendo por vários séculos burilando o ambiente físico e as psicosferas ao redor e em seu interior que lhe permitirão o bruxuleio de uma forma de vida física ou energética, tangível ou intangível, com braços, pernas, tronco e cabeça, olhos, ouvidos, aparelhos circulatórios, aparelhos respiratórios, nervos, músculos e veias, intestinos ou bolsas estomacais, ou apenas uma chama, uma forte luz que se alimenta da Fonte Maior, O Plano Divino.

Cada centelha formará com as outras que lhe são afins o seu próprio “habitat” e, enquanto o trabalho de burilamento astral é lentamente elaborado, formado assim as regiões chamadas “espirituais”, onde se situarão os anjos, os arcanjos, os espíritos de grande magnitude que abrirão caminho para as centelhas que habitarão o solo, a crosta planetária vai sofrendo as mutações ambientais que darão origem a um tipo de vida racional e progressista, visando sempre o retorno à sua fonte criadora, O Núcleo Central.

Desta forma, os mundos vão se originando com características próprias e aqueles que por naturalidade forem mais grosseiras terão chances de elevação para os mundos imediatamente superiores a eles, os quais, também se formaram naturalmente e assim sucessivamente.

Quando as centelhas conseguirem habitar seus próprios “habitats” e alcançarem mais rapidamente o progresso servirão de “professoras” para os mais atrasados, estes por sua vez, servirão de expiação ou de expurgo para aquelas centelhas retardatárias que não conseguiram se harmonizar e até desarmonizaram seus “habitats”, estas serão compungidas a irem até os mundos ou “habitats” mais inferiores e darem lá seus exemplos de vida e de conhecimento, porém, muitas vezes, essas centelhas se tornam revoltadas, e negativas e se voltam contra seus superiores e seu Criador, transformando-se nos “tais” “anjos-decaídos”, ou demônios, e outros congêneres de que são chamados pelos que habitam aqueles mundos mais inferiores, e que por serem inferiores passam a adorá-los e serem dominados por eles, que na sua ira e negatividade transformam aquele “habitat” em caos total e obrigando então aos Engenheiros Siderais, centelhas que como eles tiveram a mesma origem mas alcançaram a elevação mais firmemente, coloquem um sistema de drenagem ou de expurgo através de um planeta como o Sidérius, “coletador de negativos” e promovam uma limpeza e higienização dos “habitats” inferiores.

A Terra é considerada hoje um desses planetas inferiores onde haverá uma grande massa de expurgados para “habitats” mais rudimentares ainda que ela.

Após as centelhas se fixarem nas regiões periféricas do “habitat” para o qual foram atraídas e lá durante milhares de anos fomentarem o “status-quo” para habitá-lo, começam a baixar em direção a crosta ou aos mares em busca do futuro organismo com o qual se revestirão (no caso da Terra é com certeza que a primeira origem orgânica foi através de batráquios que tanto vivem na água como na terra e não apenas do macaco que pode ser uma ramificação posterior, Karmática-evolutiva do ser terrestre), encontrando-o dá-se então a “incorporação” da centelha que através de pulsações começa a dar ao organismo escolhido os primeiros indícios de personalidade, racionalidade, direção grupal, de vontade própria, independente daqueles da mesma espécie que não foram incorporados, e após outros milhares de anos de “fusões e confusões” começa a adquirir forma humanoide no caso de planetas como a Terra, e outras formas, no caso de planetas mais sutis ou menos densos e rudimentares. Aí vem o primata, o “homosapiens” e outros. Já nesse estado, começam então os processos morfológicos onde seres de planetas mais evoluídos aportam fazendo os cruzamentos necessários com as fêmeas a fim de fortalecer geneticamente o ser. São as chamadas “injeções-sangüíneas”, dando-se assim a formação do que eu chamo de “meridiano genético”; ramificação onde vamos encontrar vários seres em várias e indefinidas gerações com as mesmas características de traços, costumes, maneirismos, e outros detalhes, os quais não vem a ser apenas a “árvore genealógica” conhecida pela ciência, pois nesta inclui-se de preferência os antepassados e no “meridiano genético” nós vamos encontrar seres de raças diferentes, países opostos em localização, distantes, mas que as pessoas se parecem em tudo e fazem quase que as mesmas coisas, ou os mesmos trejeitos e condutas.

As Centelhas quando saem do Núcleo Central, são ainda embrutecidas, cruas e virgens, por isso necessitam das pré-adaptações nas psicosferas de seus futuros habitats e só muito tempo depois é que “nascem” em seus novos organismos ou invólucros e iniciam a jornada de exploração planetária, a vida propriamente dita e é quando então são regidas pelas Leis Kármicas que medirão suas ações e reações, obrigando-as a permanecerem ou não naquele estágio de evolução, permitindo-lhes sempre o uso de seu livre arbítrio, porém, compungindo-as “a colherem obrigatoriamente o que plantaram”, se positivos colhem positivos, se negativos colhem negativos, e, assim em todos os demais detalhes e nuânces da vida. Sempre buscando-lhes suas lapidações, suas ascensões de retorno ao Núcleo Central, e quando, milhares ou milhões de anos de árdua ascensão chegarem ao Núcleo, voltam a ser Deus, ou Engenheiros Siderais que semeiam e controlam tudo no Universo, mais especialmente o setor, o Meridiano Cósmico por onde passaram, viveram e se tornaram especialistas. Tal como, Gósbolau, que se situa na Galáxia Centrífugas, a cem milhões de anos luz distante nós, mas é responsável pelo Nosso Sistema Solar.

Contrariando o pensamento exclusivista da Ciência, eu diria que em todo os locais do Universo poderá haver espaço para uma centelha racional ou raio-pensante que é espargido do Núcleo Central, portanto, como a própria centelha faz seu “habitat” e o “habitat” faz a centelha, a Terra é apenas mais um entre esses trilhões de locais e por sinal um ínfimo local. Como as centelhas vão para todos os quadrantes, podem muito bem irem também alojarem-se nos mundos dos “quasars”, ou buracos negros e se o local contém energia negativa ou a anti-matéria do Universo, essas poderão ter um imenso potencial negativo e se escapam daqueles locais, promovem o desequilíbrio harmônico do Universo. Portanto, a meu ver, e analisando o que os meus amigos extraterrestres dizem, aqueles com os quais mantenho contato, as centelhas saem do Núcleo, como diamantes brutos a serem lapidados, e as lapidações se dão dentro dos “habitats’ para os quais elas foram atraídas e neles, bruxuleiam a vida e a sua ascensão de volta ao Núcleo Central para de novo participarem da criação do Universo, não mais como criaturas mas já como Criadoras.

Mas, caberia a pergunta: Por que é necessário todo esse trajeto para o círculo evolutivo, como um “moto-perpétuo” se a centelha poderia permanecer dentro do Núcleo e lá mesmo evoluir?

Porque o Núcleo Central Cósmico-Deus, é expansão, criação dinâmica, mutação contínua e a centelha segundos após espargida perde o teor vibratório Central, e vai perdendo mais e mais à medida que avança para o Universo e se distancia do seu Emissor. É como se ela fosse “quentíssima” no Núcleo, ao sair dele fosse gradativamente se “resfriando” até parar no “habitat” para o qual foi atraída.

Um exemplo simples para que o leitor possa visualizar melhor o que estou dizendo, basta pensar numa pedra de radium ou qualquer outro material radioativo ou não, como por exemplo uma lâmpada comum. Seria como se quiséssemos que as radiações ou os fotônios espargidos de cada uma daquelas fontes, voltassem ou não, saíssem do núcleo radioativo ou emissor dos fotônios. Impossível, porque depois de emitidos não tem mais retorno e se puséssemos um espelho refletor revestido de chumbo na frente do Núcleo emissor, as partículas radioativas ou fotonicas bateriam no espelho e retornando se chocariam com as outras partículas que estariam sendo emitidas. Ambas se chocariam e se desviariam uma da outra formando buracos ou manchas, como no Solo, e ao se chocarem, buscariam a periferia do seu Núcleo emissor e iriam nos parecer labaredas devido a grande quantidade e grande continuidade das emissões.

Outro exemplo, um tanto “simplista”, mas que retrata bem o que quero dizer é aquele de se querer fazer o espermatózoide retornar ao saco escrotal depois de ejaculado. Impossível. E, mesmo que o colocássemos de volta lá dentro, por meios artificiais, ele já não seria o mesmo, já se teria resfriado, morrido e poderia disseminar a morte dos demais em seu interior. Busquei este exemplo porque ele faz parte do quotidiano do ser humano.

E os elementais? São centelhas também? Como se originam? De onde vem?

Da mesma forma que as centelhas que saem do Núcleo Central buscam seu “habitat” condizente com seu teor vibratório, os elementais, centelhas racionais que são também, buscam no elemento da natureza, que forma seu “habitat”, a manifestação de seu físico ou do seu veículo biotípico para explorarem seu meio-ambiente. Alguns se formam das árvores e florestas; outros, das águas dos mares, das águas dos rios; outros do fogo, outros dos ambientes mais grosseiros, grotescos e até macabros, outros do ar e etc.

Muitos desses elementais são por assim dizer formas, pensamentos de seres humanos que por ali viveram durante centenas de anos e por ali mesmo desencarnaram. São como se fossem radiações de centelhas mais rudimentares que só mantiveram contato com os elementos e com a natureza do “habitat’ e do seu próprio ser que os leva a procurar seu magnetismo, condizente com seu teor vibratório.

Ainda hoje, os gnomos, elementais das cavernas, das pedras das minas, ainda nos aparecem vestidos ao tempo da idade-média, porque, estes brotaram naquela época e se mantém como se originaram. Outros são de épocas mais remotas, mas pelo que pude avaliar, vão desaparecendo ou sendo transladados para outros locais dentro do planeta ou para outro planeta à medida que os tempos vão mudando em seu “habitat” natural. Eles são frutos do meio-ambiente e do meio-pensante da época e de um povo. Passados esse ambiente, essa época, e esse pensamento conjugado, eles desaparecem. Não morrem, simplesmente passam a viver nas suas respectivas psicosferas que não se alteram ou, são transportados para planetas onde possam se manifestar livremente.

É claro que devem estar surgindo elementais modernos afeitos ao novo ambiente, já completamente alterado, onde impera a devastação do eco-sistema, onde o ser humano mais robotizado, não tem mais aquele cuidado e respeito pelo seu “habitat”, onde também, impera o crime, as drogas, os vícios de toda a ordem. Desse ambiente soturno e às vezes macabro e desumano surgem fatalmente elementais que brotam desse meio e auxiliados pela força mental da humanidade atual e das centelhas embrutecidas se locupletam dessa situação de caos dominante.

Há também os casos, se bem que reduzidos, de centelhas que habitaram corpo humano e que por circunstâncias inóspitas e inesperadas, e desencanto com o mundo do ser humano (o caso daquela entidade de nome ZAIDA que tem a parte superior do corpo mulher e a inferior, uma cauda de serpente), passam a adotar o meio elemental onde tiveram que viver e desencarnar. E, os casos de animais muito inteligentes, que conseguem subir os degraus da centelha dos elementais, para darem prosseguimento a sua evolução.

Mas há também os casos das aberrações kármicas entre as centelhas humanas, que por uma atuação muito negativa em seu passado, vem reencarnadas como seres humanos mas, com a mediunidade de transfiguração, que sob influência do magnetismo lunar transformam-se em animais principalmente em lobisomem, em vampiros e outros, mas estes não são considerados elementais são, isto sim, portadores de um pesado karma tóxico que os obriga a perambular pelas noites como mortos-vivos.

Assim também não são considerados elementais apesar de viverem, vampirizarem os viciados e seus vícios, as entidades do baixo-astral, tais como: Pombas-Giras, Exús, e outros que sugam os fluidos do prazer sexual, da bebida, do tabaco, das drogas, das doenças de modo geral, dos ambientes de jogos e prostituição, dos ambientes mórbidos, dos ambientes de crimes, das artimanhas, dos setores dos lesa-pátria, das cadeias, dos manicômios, enfim, esferas e psicosferas negativas. Apesar de que, detectei vários tipos de elementais perniciosos que também brotam desses ambientes e se alimentam dos fluidos e miasmas ali gerados. Tais entidades, muitas vezes antiquíssimas, possuidoras tanto de grande sabedoria quanto de domínio das forças malignas, nada mais são que aquelas centelhas das quais falei anteriormente que, revoltadas contra tudo e contra todos, principalmente contra o Criador passaram de Anjos Elevados à Anjos Decaídos, carregando seus perispíritos e os de suas pseudo-vítimas, na maior parte das vezes seus antigos algozes, de alto teor de toxinas negativas que não lhes permite mais voltar ao que eram, a não ser através de grandes sofrimentos drenadores pelos quais irremediavelmente, mais cedo ou mais tarde terão que enfrentar. Terão que espontaneamente perdoar, serem perdoados e antes de tudo, se auto-perdoarem.

Por isso, encontramos elementais de toda natureza e todo o tipo de conduta, tais como: conduta bondosa e prestativa, conduta maldosa e negativa, conduta zombeteira que fazem o mal e o bem ao mesmo tempo ou não fazem nenhum dos dois, conduta passiva, defensiva, e neutra, mas, tratando-se de elementais quase todos são puros e produtos do meio, podendo ser controlados por mentes mais poderosas que as deles. Na verdade, muitas vezes são utilizados por entidades maiores como instrumentos de efeitos físicos sobre a natureza humana e sobre o eco-sistema.

Entretanto, é bom salientar que essas entidades são também muito úteis nos trabalhos reversivos ou de correção do mal ou desarmonias praticados por outros ou por elas próprias. É a utilidade racional do negativo empregada pelas Entidades Superiores.

D. Yezzi
S.P., 27/11/95

Mentografia

“Mentografia é o processo de escrita direta a Longas Distâncias Inter-Vivos e que se utiliza dos fenômenos da Telepatia, da Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (bilocações ou viagens astrais), da Incorporação Inter-Vivos, da Clarividência, da Materialização Inter-Vivos, da Psicometria, da Cromosofia e muitos outros”.

A mentografia difere da psicografia que é escrita direta-mecânica entre mortos (desencarnados) ou Espíritos e Vivos (médiuns). Na mentografia somos levados a presenciar “in-lóco” os fatos ou acontecimentos, vendo e ouvindo tudo e após, em segundos, fazermos as transcrições para nosso entendimento, enquanto nosso cérebro e não o cérebro do emissor dirige nosso braço e nossa mão para escreverem. Porém, tudo é feito em grandes quantidades sem voltar atrás para saber o que já foi escrito. Daí, surgirem alguns erros de concordância, erros gramaticais, ou alguma repetição exagerada de frases. Mas nestes casos, a parte revisional do texto se encarrega de fazer as devidas correções sem descaracterizar a minha forma de escrever.

Os seres extraterrestres podem nos explicar muitas dúvidas com respeito ao Universo e ao Mundo de cada um deles, porém, há propriedades intrínsecas do espírito humano do terrestre e outras muito pessoais e particulares de quem escreve e só o “proprietário” desses registros, se o mesmo for um espírito esclarecido, elevado e bem vivenciado na Terra poderá explicar. E é o que tento fazer vez por outra, quando também, eles, os extraterrestres lançam as dúvidas e as perguntas sobre o que eles precisam saber sobre nós.

Voltando ao Grande Focal – O Núcleo Central Cósmico Deus, a impressão que me foi transmitida é a de que Ele por impulso próprio, ou por polarizações diferentes entre si, gera em torno de si próprio, como se fosse uma gigantesca bola ou esfera de luz girando em torno de um eixo imaginário, espargindo raios, faíscas, radiações, para todos os lados. E nesse giro, Ele, dentro do plasma cósmico faz girar as galáxias e estas fazem girar seus bilhões de sistemas solares. Cada sistema solar, pequeno ou grande como o nosso que possui doze planetas e não nove como a Ciência detectou até agora, gira em torno de seu sol que também esparge radiações para todos os lados. É um gigantesco movimento-sincronizado sempre em expansão.

A Ciência calcula que existem no Universo cerca de trinta e cinco bilhões de galáxias, com formas diferentes tais como: Espirais, circulares, centrifugas, esféricas, alongadas e etc., sendo que algumas, ainda no dizer da Ciência, possuem mais de um trilhão de estrelas cada, e nos parece que a Ciência não está incluindo nesse número os planetas e planetóides que giram em torno de cada estrela e que sejam um sistema solar. Neste caso, havendo outros planetas eles existem aos trilhões, então o número de planetas que compõem cada galáxia duplica-se, triplica-se, quadruplica-se e indo mais longe!

Ainda no dizer da Ciência, a nossa Galáxia a Via-Láctea, possui em torno de mais de bilhões de estrelas sem contar os planetas! Haja “Big-Bang” para ser explodido e assim Deus poder Criá-las todas!. Portando a despeito de toda consideração que os cientistas, Pesquisadores e a Ciência em si são merecedores, fico com minhas teorias e afirmações, pois, parecem-me ter mais lógica, mais fundamento e chegaram até mim remetidos por mentes muito mais evoluídas que nós.

Contudo, devido ao processo bem humano de captação das informações, são passíveis também de enganos. Não me considero o dono da verdade e estou sempre pronto ao diálogo e as discussões sobre o assunto. Críticas, quem as fizer, tem que provar por “A+B” que estou errado. Senão, os deixarei falando sozinhos!

Vou tratar agora do assunto sobre o Nosso Sistema Solar e seus Doze Planetas.

Claro que as antigas civilizações como as da Atlântida Lemúria e outras, principalmente as mais próximas dos nossos dias como: os Caldeus, os Egípcios, os Vedas, os Essênios, quase todos tinham conhecimento de Astronomia e Astrologia, já catalogavam os signos e consequentemente, tinham conhecimento da existência dos doze planetas do nosso Sistema Solar, daí os doze signos sob as influências planetárias e não só as influências das constelações zodiacais. O próprio Mestre-dos-Mestres Jesus nomeara ou escolhera seus doze apóstolos para representar cada um dos planetas em torno do Sol carismático que era Ele.

Mentografia: é um termo criado por nós para designar a escrita inter-vivos a longas distâncias, difere da Psicografia que é a escrita entre mortos (entidades espirituais) e vivos através dos processos mecânicos da mediunidade. Neste processo podem-se dar outros fenômenos, conjuntamente, que são: clarividência, psicometria, vidência, tradução imediata dos caracteres de escrita extraterrestre para nossa escrita, ou como são pronunciadas foneticamente, isto é, as letras são terrestres, mas, o som das palavras são nos originais. Um exemplo: Se um russo escrevesse através de nós, ele poderia escrever em russo mesmo ou em português como seriam pronunciadas, apesar de continuarmos não entendendo nada, saberíamos a sua fonética e só após, através do nosso cérebro ele buscando as palavras equivalentes seria feita a tradução imediata. Com os extraterrestres que escrevem em seus ideogramas é mais complicado ainda.

Telepatia: denominamos de contato frio, apesar de distinguirmos o timbre de cada voz em nosso cérebro e sabermos quem está entrando em contato conosco, não sentimos o calor humano, os sentimentos, enfim toda a gama dos sentimentos existentes, nem mesmo a temperatura corpórea de quem mantém o contato.

Desdobramento: Ocorre durante o sono, quando o espírito se liberta do corpo por vontade própria ou, no nosso caso, quando é atraído para lugares nunca vistos e com seres de outros planetas e, quando retorna ao corpo a maioria das pessoas quando dizem que sonham, porém vivem cenas mais comuns ou recordam-se durante o sono de cenas que já se passaram em outras vidas e as vezes premuniam algo que vai acontecer, mas tudo ocorre inconscientemente, sem que elas possam controlar através da sua vontade própria os acontecimentos, por isso o desdobramento serve também para que as entidades-guias das pessoas possam dar a elas as instruções necessárias para seu quotidiano e serve também para as entidades negativas “mui amigas” da pessoa busquem-na para dar continuidade as tramas contra ela própria ou que ela tenha pedido para participar contra outras pessoas. Os pesadelos também fazem parte do desdobramento. É muito difícil separar-se um sonho de um desdobramento. Normalmente classificamos o sonho propriamente dito como sendo estático o espírito não deixa o corpo, somente o subconsciente trabalha. As pessoas devem procurar atentar para isso e aprender lenta e gradativamente a separar um do outro.

Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias: Viagens Astrais, neste caso, este tipo de contato é muito raro, contudo tenha sido muito mais freqüente conosco, ocorrendo em dias previamente determinados pelos Extraterrestres, pois há necessidade de certos regimes ou abstenções aconselháveis de alguns alimentos e bebidas, fumos, etc., Estes últimos,  nunca  utilizamos. Este processo, é consciente de ambas as partes, tanto da nossa como da parte dos extraterrestres. O físico fica em estado letárgico enquanto saímos fora do corpo, ou seja o Duplo-Etérico que é o agente sensível, o agente da dor é atraído para dentro das naves juntamente com nosso perispírito e o mental. Desta forma, é possível para esses veículos agirem como um “repórter de campo” transmitindo tudo que vêem e sentem para o nosso cérebro que fica semi adormecido sentado na poltrona para depois podermos escrever os detalhes. Já quando os extraterrestres fazem eles mesmos a projeção, ou seja, saem dos seus corpos e vêem conversar conosco, seus corpos não permanecem em letargia pois eles tem um domínio muito maior sobre si mesmos e o fazem enquanto pilotam suas naves, como aqui um pianista faria no seu piano a melodia na mão direita e o acompanhamento na mão esquerda, os hemisférios cerebrais funcionam livres separadamente.

As vantagens dessas projeções ou viagens astrais é que permitem-nos viajar dentro das naves sem sofrermos as variações ambientais, ou de velocidade e nossa flora de bactérias, tanto as intestinais como as outras não são afetadas, e os extraterrestres correm menos riscos de serem contaminados assim como nós também.

Este tipo de projeção do Duplo-Etérico à qual venho sendo treinado desde criança, não só para manter os contatos mas porque meu espírito possui essa vivência desde os primórdios da Atlantida e muito mais no Egito Antigo, e bem como, minha saudosa esposa que conheci quando tinha 16 anos. Ela, também, veio sendo treinada e adquirindo uma perfeição maior ainda, é muito rara nos padrões que fazemos e é por isso que talvez tenhamos conseguido chegar a esses contatos, apesar do grande sofrimento que individualmente passamos para chegarmos até aqui.

Contudo não nos achamos privilegiados, porém, não nos é possível ensinar, pois não há como ensinar. É inato, é nascer para isso, persistir sem desanimar e vencer os medos e os tabus interiores. Ser metódico, fazer os regimes adequados de alimentação, cultuar a potencialidade do espírito e da mente; ter ao seu lado entidades e seres de mentes poderosas para nos amparar nos momentos difíceis de aflição e de desânimo. Ler muito a respeito e procurar seu engrandecimento interior positivo, além, também, de exercícios respiratórios lentos e profundos antes de iniciarmos cada “viagem”.

Através da projeção do Duplo-Etérico podemos ver e sentir o interior das naves, os sistemas de painéis de controle, os seres, suas conformações físicas, o material da nave, seu sistema de propulsão, contudo nunca nos foi permitido ver os detalhes ou seja como e porque funcionam. No dizer deles seria muito perigoso para qualquer ser terrestre estar a par do sistema de propulsão, pelas razões interesseiras que alimentam o homem. Podemos enxergar através de seus potentes aparelhos, podemos olhar na tela de controle de bordo e aprendermos o funcionamento do Cosmo, do Sideral, do Sistema Planetário e trazer para nosso físico que fica gravando tudo dentro de nossa casa, para depois escrever.

Conforme o leitor poderá verificar em capítulos específicos mais adiante, este tipo de contato através da projeção do duplo-etérico, nos levou a prestar serviços e a assistir “doentes espirituais” e ver cenas horripilantes no Baixo Astral Terrestre ou naquilo que chamamos de Psicosferas Negativas para Regeneração, e até visitarmos e nos encontrarmos com seres no Polo Norte, no Polo Sul, em temperaturas a 50º, 60º graus negativos e nossos organismos sempre sem sair de nossa casa nada sentiram. Assim em densas florestas tropicais como as do Amazonas, sem sermos molestados por animais ou insetos de qualquer natureza. Muitas e muitas vezes, no início, tivemos a nítida impressão de termos morrido e não sabíamos como retornar ao corpo. A sensação não é de medo ou pavor, mas, sim de estupefação e espanto.

Temos, também, sido levados a conhecer, simplesmente a passeio, outros locais no globo, como por exemplo as Pirâmides do Egito em seu interior. Temos retirado espíritos e duplo-etéricos de pessoas mais chegadas a nós e as temos levado a passear e a visitar locais, parentes e amigos, além de prestarem, também, sua forma de auxílio. Temos sido vistos e sentidos por outras pessoas sensitivas, como se materializados em suas casas, em seus quartos, enfim, a projeção do duplo-etérico a longas distâncias, a nosso ver, será o veículo do amanhã para o futuro ser humano mais evoluído.

Vidência Psicométrica: este tipo de fenômeno que ocorre conosco, acorria muito com a minha saudosa esposa, nos permitem ver, assistir, sentir, vivênciar nossas próprias vidas passadas e as vidas das pessoas que quisermos examinar ou ainda das pessoas que nos pedem auxílio. As cenas se passam com tanta realidade e nitidez que as vezes pensamos estarmos vivendo “In loco” aquelas vidas e ver-mos as pessoas como elas eram e são realmente em seus espíritos. Este tipo de contato ou fenômeno não se atém apenas às pessoas, mas, também, a objetos, a coisas e a música que tem a propriedade de fixar-se em nossa mente e em nosso espírito fazendo com que voltemos ao passado quando a ouvimos na época, pois suas propriedades sonoras, seus acordes e melodias depois de se transformarem em sons, transformam-se em gás colorido de acordo com cada tipo e que por sua vez interpenetra nosso chakras, plexos, poros, sistema endócrino, nossa mente e nossa alma, fazendo-nos viajar no mundo das imagens e das recordações. Mais ainda se ela vier acompanhada de letra como na música popular, e na música lírica. E o compositor, com sua idiossincrasia particular, também é levado ao passado, quando a compõe formando assim uma corrente universal psicométrica que envolve pessoas de toda classe e formação. Portanto, esse tipo de fenômeno que também é raro permite ao seu portador, reconstituir fatos históricos que passaram muito tempo sendo considerados como lendas e transformá-los em veracidade ou dar a eles um novo  enfoque ou visão.

Incorporação Inter-Vivos: este tipo de contato e por conseguinte de fenômeno, é raríssimo também. Consiste em um espírito de uma pessoa ou ser vivo tomar o corpo de outro ser vivo.

Exige um preparo muito grande de ambas as partes contatantes pois, difere muito da incorporação normal entre mortos e vivos praticada pelo espiritismo. Neste caso o espírito incorporador leva para o “incorporante” todos os seus sintomas físicos, tais como: temperatura corpórea, pressão sangüínea, potencial vibratório, potencial de intelectualidade. Isto acarreta sobre o “médium” que chamei de incorporante Uma série de transformações e mal estares que por vezes desregulam seu metabolismo mesmo que seja por algumas horas. E o nosso contato com seres extraterrestres nos mostrou muito essas variações pois, dependendo do planeta que ele venha, seu metabolismo é quase que oposto ao nosso e na simples aproximação do duplo-etérico deles do nosso físico faz baixar nossa temperatura corpórea, ao mesmo tempo que aumenta nossa pressão sangüínea, nossas pulsações se aceleram ou se reduzem, fora outros tipos de desarmonias e que nos causavam os maiores sofrimentos.

Minha saudosa esposa se queixava muito disso e pior ainda é que ela já tinha propensão a essas desarmonias e tinha também essa missão. Foi muito difícil conciliar as coisas e infelizmente, não devido a esses contatos, mas, por talvez estar no seu destino, ela acabou tendo enfarte, diabete e finalmente derrame cerebral. Desta forma, podemos dizer esse tipo de contato “Incorporação Inter-Vivos” é muitíssimo raro e também muitíssimo arriscado. Ela chegou a incorporar espíritos de pessoas já em estado físico terminal e que queriam deixar suas despedidas a seus parentes e isto, além de ser doloroso para o médium, o é também para quem conversa com ele.

Aqui vai, então, um lembrete aos que quiserem tentar fazer este tipo de contato: não o façam sem antes terem a certeza do seu alto padrão de sintonia vibratória, sem antes fazerem uma consulta prévia aos seres que já os estiveram contatando por outros meios e ao mesmo tempo, vai aqui também este lembrete aos seres extraterrestres que não exponham as pessoas a esses tipos de incorporações antes de uma longa  preparação de aproximação lenta e gradativa do médium a ser escolhido para evitarem danos físicos irreparáveis.

Quando esse tipo de incorporação ocorre, o ser entra falando em seu linguajar próprio inteligível e aos poucos vai encaixando seu cérebro ao cérebro do médium até que comecemos a entendê-lo.

Materialização Inter-Vivos: este tipo de contato é de fenômeno também muito raro. O ser extraterrestre devido a sua alta vibração não se utiliza do fluído ectoplasmático fornecido normalmente pelos médiuns de efeitos físicos, pois este tipo de fluído carnal é imediatamente desintegrado ao contato com suas auras e vibrações, por isso eles buscam elementos da atmosfera e próprios elementos para poderem se manifestar e se tornarem visíveis e tangíveis como se estivessem vivos e falando ali em nossa frente, normalmente por telepatia interferindo em nossas correntes cerebrais. O tempo de duração variou entre 30 e 40 minutos, quando o fizeram conosco.

É digno de menção um fato que ocorreu em nossa residência de Ribeirão Pires quando lá morávamos. Um dos nossos maiores contatos extraterrestres, o líder do Planeta Oswen (o 9º planeta do nosso sistema solar, ainda não descoberto pela ciência e que se situa entre o planeta Urano e Netuno) que se chama Aislan e tem aproximadamente 2,10 de altura, é todo ele redondo, ou seja, cabeça redonda, olhos redondos e de uma beleza e força sem igual, corpo grande redondo sem ser gordo mas bem forte, mãos longas também e que não possuem dobras ou seja aquilo que denominamos como falange, falangeta, dois pés grandes, também com dois dedos largos em cada  pé, assexuado, anda totalmente nu mesmo entre nós. Apenas de uns anos para cá adotou um tipo de vestimenta parecendo tecida de fios metálicos cor de alumínio e fosforescente para quando faz incursões em solo terrestre. Toda a tripulação vem com ele, em sua belíssima nave em forma de tubos circulares que giram sobre seu próprio eixo, assustadoramente. Numa noite ele veio nos visitar sem nos avisar. De surpresa se materializou em nossa cozinha . Estávamos sentados na sala em poltronas separadas e até nossa cachorra Kelly, que era do tipo “dog alemão” de porte grande também estava deitada numa poltrona especialmente reservada para ela. De onde estávamos dava para avistarmos a cozinha através do corredor a uma distância de uns 12 metros. Aislan, sorridente, mostrando suas gengivas como de um bebê da Terra, pois não usam dentes e a boca pequena um tanto arredondada também, vinha se aproximando lentamente sem qualquer ruído. Ele é tão grande que parecia bater a cabeça no teto. Não conseguiu passar pela porta da cozinha e a outra de acesso a sala que ficavam sempre abertas. Quando  adentrava a passagem da sala, nossa cadela Kelly ao invés de rosnar, latir e procurar se levantar e investir contra ele, ao contrário, começou a olhar firmemente para Aislan e a gemer a grunhir como se tivesse apavorada e foi virando sua cabeça para traz e desmaiou, perdeu os sentidos ficando completamente imóvel, dura sobre sua poltrona. Aquilo nos preocupou e fizemos menção de levantarmos e ir até ela para ver o que ocorria. Aislan nos fez um sinal que não tocássemos nela, falando que o cérebro dela tinha entrado em curto ao vê-lo, devido as vibrações naturais que emite através dos seus olhos a tinham atingido. Ele foi até ela, passou sua grande mão sobre sua cabeça e sobre seu corpo todo e então sim, pediu-nos que a colocássemos na área de serviço que logo em seguida ela iria ficar boa. E foi um trabalho enorme para minha esposa e eu tirarmos a Kelly dali desacordada, pois desmaiada e grande como ela era pesava mais ainda. Fizemos depois de muito custo e Aislan tudo assistia sorrindo meiga e passivamente. Minutos depois a Kelly se levantou e saiu para o quintal. Nós e o Aislan continuamos o nosso papo vis-à-vis. Assim, temos dezenas de outros casos, de informação, das curiosidades que ocorreram conosco neste campo.

Uma tarde, logo após o almoço eu, minha saudosa esposa saímos para ir ao supermercado. Voltamos lá pelas 16:30h. Lembramos de termos fechado todas as portas de nossa casa, que por sinal era grande. Quando chegamos, entramos na casa pela porta da garagem que dava para a sala, foi quando com grande espanto vimos um homem alto de cabelos cor de tijolo avermelhado sentado no sofá. Ele tinha as pernas bem compridas e parecia não caber na largura do sofá, a parte de suas coxas ficava para fora, enquanto que seu tronco ficava encostado no sofá em posição bem reta. Olhos amendoados e bem verdes que lhe davam um toque bem contrastante com seus cabelos e orelhas compridas altas, grandes, rentes a cabeça. Os cabelos estavam cortados a maneira irlandesa, ou seja, soltos a vontade. Sabíamos que ele tinha cabelos longos e estranhamos. Vestia um terno ao estilo europeu, paletó quadriculado, chamado “tweed”. Grandes sapatos que nos parecia em torno dos nº 48 a 50. Ele abriu um sorriso enorme e mostrou seus dentes alvos parecendo mais pérolas encrostadas em suas gengivas, como pérolas cortadas ao meio. Perguntou: “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”. Levantou-se e desfilou, demonstrando grande dificuldade em andar. Pisava com dificuldade. Nós lhe respondemos: — “está ótimo, ninguém diz que você não é daqui, está parecendo um estrangeiro. Ele respondeu: “— Ótimo, era isso que eu esperava, mas temo me condenar devido ao calçado, os seus tipos de calçados não servem bem nos meus pés que para vocês são muito esquisitos”. Era Járlós, de Urano, quem estava ali materializado parecendo ser de carne e osso como nós e, durante o dia. Aí ele tirou os sapatos e nos mostrou seus pés, eram como de patos com aquelas membranas ligando um dedo ao outro e eram mais largos que o sapato. Járlós nos informava que naquele momento estava em Manaus, no Amazonas e que andava entre o povo que não estranha muito por haver lá muitos estrangeiros altos. Járlós tem 2,30 m de altura. É um gigante! Disse-nos Járlós que andava entre o povo, passeava de ônibus, passava pelas catracas (roletas) sem pagar, apenas olhando nos olhos do cobrador e gostou muito de tomar os sorvetes de massa que eram feitos por lá. Estava também colhendo plantas, alguns répteis como cobras, rãs e sapos para levar ao seu planeta que é como ele diz constituído de maior parte de água. Estava fazendo experiências com as plantas e frutos para produção de futura alimentação para os terrestres.

Perguntamo-lhe como conseguia aqueles trajes ao que ele nos respondeu: “- Não perguntem, foram conseguidos à nossa maneira, porém, sem causar danos a quem quer que seja”. Conversamos mais um pouco. Ele disse que já estava no tempo de ir. Despediu-se fazendo um sinal e sorrindo, sumiu, evaporou desaparecendo como por encanto. Eu e minha saudosa Conceição rimos de felicidade.

Data da compilação: 01/02/97 às 19:18hs