E sobre Handel e Bach?

 

E sobre Handel e Bach?Pergunta:

Querido amigo e mentor, bom dia.

Eu venho ouvindo Bach e Handel bastante devido a tópicos em sua página no Facebook e seus comentários sobre música e Deus para o programa do Fredi Jon, e porque sou APAIXONADO pelo som de orgão, sintetizador, e piano. Inclusive quando escuto os trabalhos de Handel, senão me engano período barroco, fico me sentindo melancólico e meio “em transe”. As de Bach que também tem orgãos me causam a mesma sensação. Sempre gostei de música clássica num todo, tinha muitas trilhas sonoras de filmes.

Abraços Fraternais,
Mantuano

Resposta:

Prezado Mantuano,

Handel e Bach, ambos eram excelentes músicos e virtuoses em vários instrumentos principalmente no Orgão de Tubos. Só que Handel como tinha acesso a monarquia inglesa, que por sua vez era, além de fleumática cheia de normas e regras sociais e o dinheiro corria solto. Haendel, mais que depressa, se converteu de alemão em inglês e conseguiu obter as benesses da realeza. Por isso sua música era composta para uma classe que se dizia mais requintada, então ele, fazia questão de aparecer, de sobressair, mas não como um virtuoso, mas sim como um músico, diria mais comercial. Compunha músicas lindas e menos virtuosísticas, se bem que difíceis de serem executadas. Sem menos prezá-lo, eu diria que Handel um gênio musical oportunista. Fez uso de Oratórios e Operas, que iam tão ao gosto daquela faixa social que ele cultivava e o deixou rico. Enquanto Bach, foi muito maior e mais genial que Handel, pois inventou todos os passos da música, foi um dos maiores compositores da Música, sendo cognominado – O Pai Da Música devido ter criado quase todos os gêneros musicais de sua época e para o futuro, sendo um virtuose inigualável do Órgão de Tubos, violino, viola, violoncelo e etc. Deixando peças que até hoje exigem do executante um excelente domínio de cada instrumento. Ao contrário de Heandel, que se fazia de dificil e Bach, simples como era, vivendo dos parcos salários de Cantor (responsável pela música em seu lugarejo, saiu da Alemanha e foi a Londres cumprimentar Handel, que nunca foi encontrado, nunca se punha a disposição para uma conversa. Parecia ser maior que o Rei. Bach, compôs centenas de maravilhosas Cantatas para voz humana e para orquestra, obras primas do gênero e milhares de outras obras que hoje formam um extenso arquivo de trabalhos primorosos. Ele chegou a tocar no Órgão de Tubos, um dos mais modernos da época, construído para seu admirador Buxtehud, cujos fabricantes já introduziram o que havia de melhor em tudo, chaves, teclados válvulas peladeiras, que ele tocava como ninguém.

Portanto, Handel e Bach, apesar de grandes compositores, são diferentes entre si, tanto em personalidade como em composições e seus instrumentos eram similares, o que tinha de melhor na época, Bach concorreu para o aperfeiçoamento do Órgão e do futuro piano que surgiria com ideias dele mais tarde até chegar aos nosso dias.

Abraços,
DYezzi::.

Todo o texto acima é de autoria do sensitivo Dr. Domingos Yezzi::. Doutor honoris causa pela Assembleia Legislativa de São Paulo, pela Loja Maçônica Mozart de S.Paulo, pela Loja Maçônica Brasília de S.Paulo e pela Loja do Templários do Rio De Janeiro.

Numerology … 2 + 2 = 4.00000000000000000∞

Numerology

Comment:

Numerology, according to scholars who focus on their study, is the science of sound vibrations. Thus, man as a powerful center of energy manifestation, brings together all the lessons and experiences of the various kingdoms of nature. Each number represents a symbol. Normally, we do not theorize about the occult side of everything that happens to us. Why are we in the terrestrial globe witnessing or practicing horrors? In contrast, the Divine Mercy sends us spiritual luminaries to sooth our misfortunes. We must stop, at length, to reflect on what is happening in the country and the world and care to capture the best vibes to our orb through prayer. It’s what I think. I would like to learn more by analyzing other concepts on the fortunes and misfortunes we experience.

Thereza

Answer:

Dear Yaya Tekinha,

After Your Reverence’s philosophical exposition, by the way very well done, what I have to say is that the Universe is mathematical. The mathematics itself is universal, i.e., one plus one are two here on Earth, on Mars or any other planet, so it is a universal language that can bring understanding among peoples of all planets in all galaxies. The names may be others, the pronunciation another, but the result will be the same for everyone. The measure of the Pi [π] used by the Egyptians and other peoples of the Earth in ancient times, and even today, is the same for the entire universe. Only that each number has its own vibration and significant connotation according to the habitat where it was generated. On Earth is a vibration and every other planet is vibrating in accordance with the habitat, as well as each musical note, which also has its vibe and its color according to the habitat where it is generated; the same also occurring with plants and beings of their various kingdoms, mineral, vegetable and animal, including humans. For example: a Bach Sonata or any other composer that here on Earth has its tone, its vibrancy, its psychophysical connotation and other details governed by the terrestrial environment (habitat), on Mars may have others until they are not understood in the manner we hear and understand them, as well as their songs, to us, would also have other forms and meanings.

What I can add to your Reverence and all those who read us, is that the Creator and His* Universe is simply wonderful and indescribable, and I, by any nature’s breakdown or freak , am privileged to know and experience it. We need not go so far, if we all had the propriety and the possibility to visit our parallel worlds, that are right there beside us, and we would amazed see and feel the colors of the sounds, of the numbers, of the plants and of the creatures and everything else that make these worlds intertwined with ours, which for ignorance and spiritual and mental retardation (that does not occur with beings from other planets within their own habitats), we can appreciate and much less experience it, or we would be thrilled, dazzled, displaced people, as I get, at such an existing vibratory difference already between us and those fields, between our world and those worlds. It’s simply wonderful and indescribable! It would yield the writing of a thick book on this subject, [and] who knows one day I’ll be inspired to do it!

Hugs my Yaya Tekinha! In English, may “God Bless You!”

DYezzi::.

[Translated by Christina Chalréo Breault]

[box type=”tick”]Texto Original: Numerologia[/box]

Numerologia … 2 + 2 = 4.00000000000000000∞

Numerology

Comentário:

Numerologia, segundo os doutos que se debruçam sobre o seu estudo, é a ciência das vibrações sonoras. Assim, o homem como um poderoso centro de manifestação de energia, reúne todas as lições e experiências dos diversos reinos da natureza. Cada número representa um símbolo. Normalmente, não cogitamos sobre o lado oculto de tudo que nos acontece. Por que estamos no orbe terrestre, testemunhando ou praticando horrores? Em contraponto, a Misericórdia Divina nos envia luminares espirituais para amainar as nossas desditas. Há que se parar, diuturnamente, para refletir sobre o que está acontecendo no país e no mundo e nos preocuparmos em captar as melhores vibrações para o nosso orbe, através da prece. É o que penso. Gostaria de aprender mais, analisando outros conceitos sobre as desditas e venturas que vivenciamos.

Thereza

Resposta:

Querida Yayá Tekinha,

Após a filosófica exposição de vosmecê, por sinal muito bem feita, o que eu tenho a dizer é que o Universo é matemático. A própria matemática é universal, ou seja, um mais um são dois, aqui na Terra, em Marte ou qualquer outro planeta, portanto ela é uma linguagem universal que poderá produzir entendimento entre os povos de todos os planetas em todas as galáxias. Os nomes poderão ser outros, a pronuncia também outra, mas, o resultado será o mesmo para todos. A medida do Pi [π], utilizada pelos egípcios e outros povos da Terra na antiguidade e até hoje, é a mesma para todo o universo. Apenas que cada número tem sua vibração própria e conotação significativa de acordo com o habitat onde ele foi gerado. Na Terra é uma vibração e em cada planeta é outra vibração, de conformidade com o habitat, assim como cada nota musical que também tem sua vibração e sua cor de acordo com o habitat onde ela for gerada; o mesmo também ocorrendo com as plantas e os respectivos seres dos vários reinos, vegetal, mineral e animal, incluindo os seres humanos. Por exemplo: se uma Sonata de Bach, ou de qualquer outro compositor que aqui na Terra tem sua tonalidade, sua vibração, sua conotação psicofísica e outros detalhes regidos pelo ambiente (habitat) terrestre, em Marte teria outras podendo até não serem entendidos da forma como os entendemos e ouvimos, assim como as músicas deles, para nós também teriam outras formas e significados.

O que posso acrescentar a vosmecê e à todos aqueles que nos lerem,é que o Criador e seu Universo é simplesmente maravilhoso e indescritível e eu, por qualquer desarranjo ou aberração da Natureza, sou privilegiado em conhecer e a vivenciar. Não precisamos ir tão longe, se todos tivéssemos a propriedade e a possibilidade de visitarmos nossos mundos paralelos, que estão logo aí ao nosso lado, veríamos e sentiríamos pasmados as cores dos sons, dos números, das plantas e dos seres e tudo o mais que formam esses mundos, entrelaçados ao nosso, que por ignorância e atraso mental e espiritual (o que não ocorre com os seres de outros planetas dentro de seus próprios habitats), não conseguimos apreciar e muito menos vivenciar, iríamos ficar extasiados, deslumbrados, deslocados, como eu fico, tal a diferença vibratória existente já entre nós e esses campos, entre o nosso mundo e aqueles mundos. É simplesmente maravilhoso e indescritível! Daria para escrever um espesso livro sobre esse assunto, quem sabe um dia serei inspirado em fazê-lo!

Abraços minha Yayá Tekinha! Em Inglês, que “God Bless You”!

DYezzi::.

[box type=”tick”]Translation: Numerology[/box]

Um Poema a Quatro Mãos de Beethoven

Meu amigo, e mestre amado
Poeta músico e escritor
Nas entre pautas de uns versos
Queremos te dedicar com amor
Nossa homenagem sincera

Porém, que não seja só quimera
Nem tampouco ficção
Essa data gloriosa

Não sei seguir com rigor
As regras de um poema ou canção
Minha regra é solta e livre
Com liberdade de expressão

Hoje somos dois a pensar
Quatro mãos a escrever
Um soneto de louvor a você
E uma sonata de amor ao luar

Sem Goethesismo
Sem Schilhersiam
Com a própria personalidade
melhorada e educada,
sem os desvãos da surdez
e da própria irreverência
da rebeldia mal educada
Volto a ti com reverencia
e na mais completa humildade

Decidi te homenagear
Com a ajuda da nossa amada
Trazendo-te magnetismos
Sem cair no empirismo
Sem cair em fatalismo

Vôo noutra meu amigo
revoltas ficaram pra trás
Tenho agora o aplauso de Deus
Dos anjos e homens de paz
Aprendi aqui no Espaço
que nós os gênios que voltarem
com uma missão qualquer
têm a obrigação e dever
de se despirem da raiva,
das mazelas e rompantes.

Pois pensamos que com isso
Iremos impor e ferir
aos que nos tenham ofendidos
pois achavamo-nos merecidos
dos sofrimentos e dores
que sentíamos no coração

Então, aqui ao chegarmos
Com toda essa bagagem
o sofrimento cresceu
ao vermos outros irmãos
que achávamos nestas paragens
Pois, no nosso entender
Foram maus e estavam bem
foram sicários, foram feitores
porém todos estavam bem

Eu que tinha sido bom
Fiz da música o meu viver
Amava a Natureza
Amava a sua beleza
Era puro de coração
Só queria dar emoção

Meus sentidos eram aguçados
Podia ouvir o canto dos pássaros
Olhar o sol e as estrelas
Sentir o perfume das flores
Sentir o sabor dos frutos
Tocar a face de Deus

Pois sendo músico, amigo
Sentia que era um Deus,
Vivia em paz comigo
Subia aos céus e além
Um dia sem mais nem menos
Amputaram-me a audição
Do céu em que eu estava
Desci toda essa imensidão
Fiquei desesperado

Não ouvia minhas músicas
Não ouvia mais os pássaros
Olhava só para o chão
Os perfumes eram outros
Os frutos eram azedos
Ao invés de face de Deus
Só tocava o meu  coração
O mundo para mim
perdeu todo sentido
só a música me salvava
de total degradação

Quando no momento da morte
ao levantar o meu punho
quis desafiar a Deus
lançando uma maldição
senti como uma flechada
atravessando o coração[1]

Nesta minha passagem
muitos anos retrocedi
passaram-me muitas cenas
dos tempos todos em que vivi
Tinha todos os quesitos
Pra cair em mãos malvadas
Quando amigos que me aguardavam
e dentre eles o teu espírito
Senti que me arrebatavam
das turbas conturbadas

Neste momento, amigo
Senti que me engrandecia
Paz enorme e duradoura
meu espírito sempre subia

Minha audição se ampliou
comercei a ouvir belos sons
E a música que marcou
minha entrada nos céus
fazendo com que novamente
eu visse a face de Deus
Acredite simplesmente
foi uma Cantata de Bach

Foi indescritível a emoção
Chorei, orei, cantei, regi
E em homenagem a um grande coração
Que muitas forças me deu aqui
Ajoelhei-me e prometi
que tudo faria para que a humanidade
sofresse menos, ou nada sofresse
ou se sofresse, que compreendesse
que todo ser é eterno
que pode e deve lutar
pra estar sempre em harmonia
e que sempre em qualquer lugar
as centelhas que Deus espalhou
estejam sempre umas c’oas outras
Em sublime e grandiosa sintonia

Ludwig Maria Van Beethoven[2]

16 de dezembro de 1988
Parabéns ao Genial e Querido Mestre de Bönn

[hr]

[1] Até aqui captada por C. A. Yezzi em 22/11/88 , 4:30 horas da madrugada
[2] Até aqui em 06/12/88 as 4:00 horas da madrugada, captada por C. A. Yezzi

Homenagem ao Futuro Compositor Ultra-Sônico D.Yezzi

Não é só a música que agrada a GRIEGs e troianos e nem só de PONCE vive.

E se MOSSOLOV não existe mais para se bater, mas só caracú e coragem, não é só tomando um COPLAND de CHOPIN da BRAHMS numa mesa de um BACH ou se SMETANA vida alheia que se passa o tempo pensando ou não CHERUBINI aos outros.

SIBÉLIUS campos VERDI ali existem, também existem MONTEVERdis para passear. As flores ainda não MOUSSORGSKY e até os BEE-THO-VENS cantam nas altas árvores e os últimos RESPIGHIS do orvalho da noite já secaram, então, não sejamos filhos da PUCCINI, nem VIVALDIS, tampouco LEONCAVALOS para vencermos na vida.

CZIBULKA, FALLA demais, nosso coração não OFFENBACH aos outros que não conseguem SCRIABIN boas coisas sobre nós. Ele estará BELLINI por dentro, sempre CLEMENTE, GLINKAndo como quase tudo, mesmo quando as BRUCHs estiverem soltas tentando a BOCCHERINI a todos, CEZAR FRANCKs na maior parte da vida. Faça uma LISZT de coisas boas, esqueça a RAVEL, não DVORAK os outros que isso STRAVINSKY tudo e deixa os nervos em PENDERECKY. Mesmo que a NEVEN possa cair em sua vida, haverá os SAINT- SAËNS que formam a harmonia cósmica para o deleite de seus ultra-ouvidos.

WAGNER devagar, num andante com moto, ou num andantino, talvez num allegro ma num troppo, ma vivacce assái. DONIZET sempre as ações para não cair num moto-perpetuo sem fim de largos, prelúdios a árias tristes e adágios lamentosos. Ad-libitum se puder, pois, Con Rigore nem sempre ajuda.

Se possível, scherzando sempre, construa sua CORELI de FAURÊs gloriosas, pendure um BERLIOZque e o sinta ROSSINI seu pescoço e DEBUSSY na varanda da paz.

MASSENET assim for possível, não VILLA-LOBOS; MENDELSOHN palavras, expressões e composturas. Você se DARIUS MILHAUD se algo lhe ferir os ouvidos usando um band-HAYDN, ou ponha um SCHUMANNço de algodão para não escutar coisas MAHLER.

Estamos no mesmo BARTOK, talvez não BELLA, esqueça tudo é meio-dia; já é hora de MOZART. Peça seu BIZET à parmegiana e não deixe de PAGANINI a conta.

E quando quiser recordar, abra o ALBIONI da vida e não permite que os outros STRÁUSS os seus dias futuros.

ENSCHUBERT as lágrimas, meu amigo, PONCHIELLis de lado, HANDEL depressa, pegue a sua bebida preferida deGLUCKte-a poco-a-poco, rittenutto, a sotto-vocce e a tempo; poderá ser, se preferir, CHABRIER amargo ou doce ou mesmo GROFÉ com leite. Há GOUNODs p’ra tudo. ENESCO você sempre teve razão! HINDEMITHe-se quase tudo conquanto discorde-se de algumas coisas e RICCI de outras.

Não se esqueça ao se despedir de nos dizer TCHAIKOVSKY.

P.S.: Todos nós gostamos muito do BORODIN chocolate que você nos ofereceu, estava um DELIBES. Só faltou mesmo as BALAKIREVs de GOMES.

De seus colegas do Centro de Pesquisas da Ford

Rudge Ramos, 02/12/74

Comentários e Curiosidades – Nicolo Paganini

Nicolo Paganini
Nicolo Paganini

Comentários e Curiosidades do Grande Violinista e Compositor Paganini Feitos ou Transmitidos Por Ele Próprio

Considerações iniciais do autor: Nicoló Paganini, italiano de Gênova, o maior violinista de todos os tempos e o maior compositor de músicas para seu instrumento, o violino, tem hoje uma estreita ligação conosco na parte espiritual, e também poderíamos dizer na parte física pois ele nos acompanha e mantém contato conosco através das vias paranormais, não apenas pelos nossos humildes dotes violinisticos e paranormais mas também por ter sido em uma de nossas vidas na Idade Média nosso pai carnal. Minha saudosa esposa Conceição que o incorporou várias vezes teve ligação também parentesca com ele naquela mesma ocasião. Através dela, nestes últimos anos enquanto ela vivia entre nós, ele conversou conosco e nos pôs a par de alguns fatos e curiosidades sobre ele próprio quando violinista os quais, alguns, narraremos aqui com intuito de levar ao leitor esclarecimentos que também fazem parte de tudo aquilo que os seres extraterrestres. “Pensam e esperam de nós”, pois formam um conjunto de conhecimentos de sintonia com a paranormalidade, trazendo a baila fatos que os estudiosos e biógrafos da vida de Paganini talvez desconheçam pois, pelo que sabemos, nunca foram revelados publicamente.

O que contam os historiadores é que devido a conduta pessoal de Paganini e seus virtuosismo alucinante criou-se uma aura de mistérios e lendas a seu respeito que causavam impacto na população da época, nas cidades e países por onde ele passava. Até a Igreja foi assolada por essa aura negativa e insipiente que proibiu que os familiares de Paganini dessem ao seu corpo um enterro normal, cristão, como a qualquer mortal.

Seu corpo e seu esquife perambularam de um local para outro, tendo sido enterrado em sua cidade natal depois de muito tampo. Tudo porque se dizia que Paganini teria sido um Fausto do Violino, ou seja, teria vendido sua alma ao demônio para poder tocar seu instrumento do jeito que tocava. Havia quem afirmasse ter visto o diabo atrás de Paganini auxiliando-o a mover seu arco e seus dedos. Tudo isso aliado as características físicas de Paganini, magro, esquelético, mãos grandes e dedos enormes que conforme verificou-se depois eram frutos de uma possível desarmonização genética, e bem como, aos acontecimentos inusitados na vida dele, durante os espetáculos tais como, apagarem-se as velas de iluminação do palco sem que ninguém o fizesse, a quebra proposital das três primeiras cordas do seu violino fazendo-o tocar numa corda só, a corda mais grave, a Sol.

Paganini nos informou que jamais fez pacto com o diabo ou com qualquer entidade malévola, entretanto, se aprofundou nos conhecimentos esotéricos, na cabala, na numerologia, na magia, tendo convivido com os ciganos, enfim, procurou se enfronhar em quase tudo que lhe permitisse o domínio da mente e ao mesmo tempo também lhe permitisse conhecer o “outro lado da vida”, como ele mesmo nos afirmou, a força de uma concentração mental, indo até o “mesmerismo” (Mesmer) que é a força ou o emprego da força magnética pessoal direcionada, justamente para que aumentasse entre o público ouvinte em geral, aquela auréola de mistérios e um certo “carisma diabólico” em torno de sua pessoa, o que lhe granjeava fama e fortuna. E foi o que realmente aconteceu,. Paganini morreu multi-milionário, mas esquecera da infortunada influencia da Igreja após sua morte. Nos parece que o próprio sobrenome Paganini, em italiano quer dizer “pagãozinho”. Como se vê esse nosso querido amigo milenar veio mesmo naquela encarnação para ser o que foi e ninguém o desviaria daquela missão maravilhosa.

Paganini nos acrescenta ainda este espantoso por menor: “Imaginem vocês, se a Igreja e aqueles que se amedrontavam frente a minha técnica e minhas características físicas, tivessem tido o trabalho de verificar ou de raciocinar, perceberiam logo que eu amava a música e ao meu instrumento e veriam que o meu instrumento predileto era e é um Guarnérius del Gesú, ou seja, Guarnério de Jesus e o seu símbolo gravado a fogo em seu interior pelo fabricante era uma cruz!. Ora, quem tem parte com o demônio não leva o nome de Jesus para todo lado e nem a cruz que é o símbolo dele. Vocês não tem um ditado que diz: “- Tal indivíduo foge de tal coisa como o diabo foge da cruz?” Pois é, isso parece que não valia para os crentes daquela época”.

Conforme o próprio Paganini nos contou nesta noite de 24 de abril de 1990 das 22:30 horas em diante, incorporando minha esposa Ceição, um exemplo típico do uso que ele fazia desse conhecimento da força da concentração mental unida a numerologia e a cabala foi a forma como ele enumerou seus maravilhosos e dificílimos vinte e quatro caprichos para violino solo op.1. Ele nos conta que seus 24 Caprichos não foram compostos em forma de estudo pois não obedecem seqüência de tonalidade, sistema de afinação ou progressividade de aprimoramento técnico, por isso ele os denominou de Caprichos e são obras estanques separadas entre si, ou seja, nada tendo a ver um com relação ao outro. não são como os prelúdios de Bach que seguem rigidamente todas as seqüências acima ou mesmo os Estudos de Chopin, para piano. Não são obras para simples estudantes, porém para virtuosas natos do violino que há muito já tenham dominado arte da técnica total desse instrumento, tanto nos segredos do arco como nos dificílimos dedilhados dos “pizziicatti” da mão esquerda e acordes duplos.

Paganini nos informa também que seus Caprichos foram sendo compostos ao longo de sua carreira durante o período áureo de sua técnica violinistica. Muita coisa ele absorveu dos ciganos que o recebiam como se ele fosse um deles.

Portanto, os Caprichos foram compostos em épocas diferentes e sendo executados por ele sem permitir sua publicação. Ele os ia escrevendo e guardando e só após todos terem sido concluídos ele os enumerou ao acaso. Da seguinte forma: Misturou, embaralhando todas as partituras, concentrou-se firmemente e foi tirando e enumerando cada uma conforme e ia aparecendo em suas mãos, como se essa numeração fosse obra do acaso, ou do destino, ou ainda, escolhida por mãos invisíveis. Assim, o Capricho nº 1 que é todo ele composto na técnica do “ricochet”, dificílima, saiu em primeiro lugar, o Capricho nº 13 que posteriormente foi denominado de “A gargalhada do diabo” coincidiu cair ele com esse número mágico ou místico na cabala.

O Capricho nº 24 que é o último é aquele que conforme nos diz Paganini e pode ser verificado, possui seu tema principal baseado numa exata inversão matemática do tema medieval “Dies Rie” que também é chamado de tema da morte ou tema do juízo final nos cantos gregorianos. Esse tema medieval foi utilizado por Lizst em sua composição “Dança da morte”, foi usado por Berlioz no 4º movimento de sua Sinfonia Fantástica – denominado de “Noite de Sabat” (Noite das orgias de feitiçaria), o compositor russo Rachmanimov tinha verdadeira obsessão por esse tema e o incluiu em várias de suas obras, entre elas “A Ilha dos Mortos”, nas Danças Fantásticas, posteriormente batizadas pelo maestro Eugene Ornandi muito amigo do compositor, como “Danças Sinfônicas”, ele também usou esse tema de forma genial na sua composição “Rapsódia sobre um tema de Paganini” na qual ele apanha o tema invertido de Paganini faz variações sobre ele, o reverte ao tema medieval original, faz variações estupendas. Ouça-se por exemplo a 18º variação , a qual ele transforma num tema romântico lindíssimo muito conhecido do grande público, dando a essa maravilhosa composição para piano e orquestra. Aqui faço uma observação pessoal sobre essa 18º variação de Rachmanimov.

Todo o amante da música erudita ou clássica sabe que Rachmanimov era um compositor sofrido, tendo ficado muito abalado com o fracasso de sua 1º sinfonia e só após três anos de absoluto silêncio e um grande tratamento psicoterápico ele deu origem ao seu Concerto nº 2 para piano, que se tornou uma das peças bases dos pianistas e dos movimentos românticos deste século.

Por conseguinte, quase todas as suas melodias são impregnadas de uma profunda nostalgia, um lamento que vem lá do fundo de sua alma e que talvez ele mesmo não soubesse explicar, pois mesmo estando já bem sucedido, morando na América do Norte, assim compunha suas melodias sempre com esse tema do Juízo Final. A sua última composição as “Danças Sinfônicas” é um exemplo típico. Pois bem, no que se trata a 18a. variação ou mais propriamente ao nº 18, nos traz, através dos processos paranormais do fenômeno da psicometria (análise do passado do espírito através dos tempos imemoriais em suas dezenas ou milhares de reencarnações), podemos concluir sem sombra de errar que Rachmanimov fez parte, como nós, da 18º Dinastia Egípcia ocorrida há uns 1400 anos antes de Cristo. Quem sabe ele veio trazendo sobre si durante todos esses séculos essa melancolia ou saudosismo na alma, que a medicina ou a ciência não conseguem explicar? Mas voltando ídolo amigo e protetor espiritual musical, Paganini, lembramos que a técnica de arco “ricochet” é a arte do virtuoso passar o arco velozmente sobre as quatro cordas do violino ricocheteando as notas entre si e produzindo um efeito de notas cintilantes. Paganini foi quem mais empregou essa técnica para demonstrar seu virtuosismo. Ele a desenvolveu de modo brilhante, mas antes, Bach na Alemanha, Vivaldi, Tartini na Itália e outros virtuosos bem como os ciganos violinistas sabiam explorar muito bem o “ricochet”. Um principiante jamais começaria a estudar o violino pelos Caprichos de Paganini, seja o nº1 ou qualquer outro.

Paganini era zeloso por suas composições e só as mandava publicar em “conta gotas” ou seja, aos poucos.

Como estranha-se que Paganini não tenha se utilizado da Técnica dos Harmônicos Simples ou Duplos nos seus Caprichos, que por sinal é uma técnica dificílima, que foi muito desenvolvida por ele e bem difundida, perguntamo-lhe por que ele não a usou em seus caprichos, ao que ele nos respondeu: “- Achei que os harmônicos ou “falangettes” com também são denominados no meio musical, não ficariam bem nos meus caprichos, não seriam apropriados, eu diria que “foi um capricho de minha parte com os meus próprios caprichos”, porém paralelamente, os inclui em todas as demais composições que combinavam muito bem. Mas, devo dar o braço a torcer” pois um grande violinista aí entre vocês, deixou registrado na 10a. variação e bem apropriado os produziu por iniciativa própria no capricho nº 24. Tenho que dizer que fiquei feliz coma idéia e a execução.”

O violinista chama-se Jacha Heifetz é um dos gênios do violino deste século. Portanto, nem sempre o autor, em algumas obras, tem a palavra final. Esse violinista fez a introdução desses harmônicos quando ainda era jovem e apesar de não se achar afeito às execuções das músicas de Paganini devido ao seu estilo macio, aveludado de tocar o violino, toca Paganini esplendidamente mesmo se dando melhor em obras de outros autores clássicos e românticos ou mais contemporâneos. Vamos narrar outro fato que ocorreu conosco envolvendo Paganini e que ocorreu na década de 70 aqui em S.Paulo no Teatro Municipal.

Nós morávamos em Ribeirão Pires, cidade da grande S.Paulo e soubemos da vinda ao Brasil e que passaria por aquele teatro, um dos maiores violonistas do mundo e a nosso ver o maior excultante das músicas de Paganini, o italo-americano Ruggero Rici, mais que depressa fomos adquirir os ingressos e convidamos um casal de amigos, amantes também da música clássica, os saudosos Pedro e Guiomar. Vimos Paganini no Astral e em nossa casa vestido a rigor com sua casaca cinza e seu inseparável Guarnérius na noite que Ricci iria tocar; Paganini nos disse: “- Vou acompanha-los e sentir a minha música ser tocada por aquele meu grande amigo do passado e que me incentivou muito de nome Rolla e que reencarnou agora como esse violinista”. Nós lhe dissemos, mas você, como desencarnado já poderia estar lá, não há necessidade de viajar quarenta e cinco quilômetros de carro conosco? Ao que ele respondeu com aquela sua voz rouca “- Eu sei, mas faço questão de estar junto de vocês e fazer todos os sacrifícios necessários para assistir o meu amigo tocando as minhas músicas”. Pois bem, respondemos será uma grande honra para nós, pena que só nós possamos ver você, nem o casal que nos acompanhará conseguirá vê-lo, pois não estão na mesma sintonia.

E assim se deu, ele viajou conosco no banco de traz do veículo. Chegando ao teatro Paganini já se mostrava impaciente, desceu do carro normalmente, despediu-se de nós dizendo que iria para o camarim de Ricci cumprimentá-lo e o acompanharia com seu violino ao palco e que nos reencontraríamos após o espetáculo, e lá se foi ele por entre a multidão que nem se apercebia da presença do grande mestre do violino entre eles, caso contrário, seria um alvoroço total. Nós quatro subimos para os nossos lugares em local muito bom, no balcão do teatro bem acima do palco onde a visão do espetáculo era esplêndida e bem como a acústica.

Posteriormente ao espetáculo fomos ao camarim cumprimentar o extraordinário Ruggero Ricci que se comunicava em inglês e pedimos para ver seu maravilhoso instrumento, o que ele cedeu com um cuidado extremo pois era raríssimo e Ricci não o colocava nas mãos de ninguém , disse-nos ele, e vimos se tratar de um autêntico Guarnérius del Gésú idêntico ao que Paganini trazia com ele. Como somos violinistas e nosso violino é bem comum, pudemos notar a leveza, o esplendor que aquele instrumento irradiava até nossos dias. Pensamos assim : “Com um instrumento destes se consegue milagres”. Porém, sabemos que se dá justamente o contrário, quanto mais sensível for o violino mais sensível e virtuoso deverá ser o executante. A nosso ver esse instrumento é mesmo como diz Paganini “uma bella donna”, ou seja, uma linda mulher que, se não soubermos como “tocá-la” ela nos rejeita e nos acusa publicamente, sem dó nem piedade.

Mas a sensação para quem é violinista, mesmo comum como nós, é indescritível, é como se aquele objeto de madeira polida tivesse vida própria, tivesse uma alma humana, e como tal precisa ser amado e corresponde ao amor que lhe é dado, nunca traindo quem o ama se ele souber todos os detalhes sobre seu comportamento, esteja ele parado em seu estojo ou em atividade sonora.

Ricci iria executar várias peças de diversos autores e terminaria com a dificílima peça de Paganini “Nel cor piu non me sento” que quer dizer mais ou menos : No coração não mais me sinto. Nesta peça Paganini colocou tudo ou quase tudo o que o violino pode fazer, porém, só alguns virtuosos conseguem fazê-lo. Vai desde as notas duplas, harpejos, “pizzicattos” com a mão esquerda, “martelaltos”, harmônicos simples e duplos, “stacatos” e “legatos”, em vertiginosa velocidade, enfim, tudo que só ele, Paganini poderia ter imaginado e composto e ele mesmo ter executado no seu instrumento, o que deixa o público estupefato, maravilhado, hipnotizado. Ricci iria ser acompanhado ao piano pelo saudoso Fritz Iank.

Ricci entrou no palco e foi ovacionado intensamente e Paganini entrou também com seu violino debaixo do braço com seus olhos brilhantes e perscrutadores olhando, fitando mesmo cada pessoa, avistou-nos e moveu um pequeno sorriso. Parecia que havia um “não sei o que” na platéia e no próprio Ruggero Ricci que muito sorridente agradecia a platéia e iniciou seu concerto. Paganini só o assistia e em dado momento não conseguindo ficar imóvel começou a tocar ao lado de Ricci. Nós, eu e minha esposa Conceição, tínhamos o privilégio de avistar e ouvir os dois magníficos violinistas. era emocionante demais para nós nossos olhos lacrimejavam e nossos corações saltavam no peito. Não há forma de podermos descrever em palavras.

Em dado momento, após ouvirmos todos aqueles ruídos de tosses e espirros em voz alta por aqueles freqüentadores mal educados que não se dão conta do incômodo e da inconveniência que proporcionam aos demais espectadores, principalmente aos executantes e ao pessoal que tem a incumbência de gravar o espetáculo. Como também fomos violinistas de orquestra sinfônica, muitas vezes ficávamos irritadíssimos com o descuidado que essas pessoas causam no ambiente e aos músicos comparecendo aos espetáculos sem as condições físicas adequadas. Mas se fosse ao contrário não haveria bilheteria, isso é certo, porém que pelo menos procurem reduzir o barulho com um lenço na boca. Paganini, colérico como um bom italiano, parou de tocar seu violino e olhando furiosamente para o lado de onde vinham os ruídos berrou: “Vátene via fenestra!” em seu dialeto e que quer dizer: “jogue-se pela janela!”. Claro que só nós o ouvimos, mas ele não deixou de dar o seu protesto. O espetáculo seguiu normalmente e Paganini irradiava sobre Ricci toda a sua vibração violinistica e Ricci parecendo contagiado dava um show à parte, principalmente quando ele executou aquela peça maravilhosa do mestre genovês.

Como se diz na gíria ele estraçalhou. Se fosse naquela época de Paganini e algum gaiato presenciasse Paganini ao lado de Ricci, com certeza diria que o virtuoso estava sendo ajudado pelo diabo!

O público delirou, aplaudindo de pé. Paganini gritava bravo! bravíssimo! Ricci deu bis durante mais de uma hora além do espetáculo. Nunca presenciamos coisa igual. Tocou vários Caprichos de Paganini e outras peças dificílimas que para ele pareciam brincadeira. Ao final fez um gesto ao público imenso que se levantara e em pé rodeava ao palco, mostrando os dedos da mão esquerda querendo dizer que eles não agüentavam mais, já estavam doendo.

E ao retornar ao seu camarim, lá já o estávamos esperando e ele dizia a todos, brincando: “- Brazil never! Brazil never!, ou seja, Brasil nunca mais, nunca mais. Mas retornou em 1978 e voltamos a assisti-lo, como sempre mostrando sua espetacular técnica violinística.

Saímos todos, Paganini encontrou-se conosco antes de entrarmos no carro fez comentários elogiosos sobre Ricci, dizendo que ele era o violinista que mais se aproximou do seu estilo e muito feliz, despediu-se de nós com seu “Arrivedercce”, Até logo, e desapareceu no ar e da nossa visão astral.

Estas informações são inéditas, as estamos divulgando ao público leitor e aos amantes da música de Paganini pela primeira vez. Esperamos que ainda possam chegar ao conhecimento do grande Ruggero Ricci que a esta altura deve estar dando aula apenas, o que nos deixaria muito felizes e a minha saudosa esposa Ceição que agora se encontra no Astral ao lado do nosso ídolo e inspirador amigo Nicoló Paganini.

À guisa de informações gostaríamos de acrescentar que se pudéssemos compor ou escolher uma música que defina bem a personalidade de Paganini além de suas próprias melodias é claro, comporíamos ou escolheríamos aquele trecho da opereta Paganini, de Franz Lehar denominado: “Quelle donne vóglio bajare” e, uma das mais perfeitas execuções é aquela feita pela “The Salon Orchestra” da Alemanha e que pode ser encontrada em discos CD.

Muitas outras curiosidades temos relatadas a nós pelo próprio Paganini, sobre determinadas obras compostas pelo Mestre, por exemplo sobre o Concerto nº6 para violino e orquestra e outras descrições inteligentes, lógicas, as vezes bem humoradas, as vezes bucólicas, porém, o amigo leitor terá a oportunidade de lê-las no volume que estamos escrevendo que trata especificamente de “Como se ouvir Música”- “aquilo que o compositor quis dizer mas não escreveu”, o qual em breve esperamos remeter ao prelo.

S. Paulo 17/01/97 às 22: 20 horas

O Cérebro, Uma Caixa de Segredos

ENFOQUE DIRETO SOBRE ANOMALIAS PSÍQUICAS E PSICOLÓGICAS, INCLUINDO SUGESTÕES PARA TERAPIAS DO HOMOSSEXUALISMO

Escrito em 1984. Revisado e Copilado em 21-3-93 no aniversário de I. S. Bach.

Desde os meus oito anos de idade venho vivenciando uma gama enorme de fenomenologia espiritualista, mentalista e cerebral. Após ter passado aqueles momentos tão reais, porém, difíceis de serem acreditados por mim ou por quem quer que seja, passei a estudá-los. A princípio em mim mesmo, e após com as entidades que se me apresentavam e indicavam o que eu deveria ir fazendo.

Muita leitura, muita freqüência em um único Centro espirita, do qual mais tarde as mediunidades(1), pude sentir de perto do que realmente se tratava e não contente com isso, enquanto paralelamente seguia cursando as escolas normais da vida para minha formação profissional e individual, incluindo escola superior de música, violino, harmonia, composição etc. Fiz vários cursos de parapsicologia para tentar unir a ciência com o transcendental, pude então isentar-me do tradicional animismo e assim poder deixar fluir sobre mim a vibração Superior que provinha de um cérebro muito poderoso que me acompanha há milênios desde o meu planeta de origem e que na minha atual reencarnação prontificou-se a ajudar-me nas várias missões de final de século e de ciclo deste planeta Terra.

Portanto, estou nisto há mais de quarenta e oito anos(2) estudando o psiquismo humano no trato com entidades espirituais da Terra, as quais, denomino de extraterrenas, e com seres vivos de outros planetas, os assim chamados Extraterrestres.

Para conhecer bem o psiquismo humano e sua parte física-emocional, obriguei-me a freqüentar também as rodas de amigos médicos em quase todas as áreas da medicina geral, alopática, homeopática, cirúrgica e medicina natural, ou alternativa, tudo isso sempre impulsionado pelas entidades espirituais superiores, apenas para conhecer e poder discorrer e saber do que poderia ou não discorrer, falar e até ajudar dentro dos meus limites.

Dentro destas minhas pesquisas pessoais e através da mediunidade de psicometria minha e de minha esposa pude rever no tempo e no espaço algumas de minhas passagens pela vida no planeta Terra, ou seja, algumas de minhas reencarnações , nos registros da minha “fita magnética astral, ou seja meu perispírito, que armazena informações eternas e que compõem os Registros Akáshikos universais, consta varias vidas como médico, astrônomo, astrólogo, mago, índio, lavrador, cigano, e muitas outras e as vezes repetidas que contribuíram para a minha formação espiritual, mental e cerebral que trago para os dias atuais.

Neste meu trabalho procuro traduzir o que pensam e como agem todas as entidades espirituais e extraterrestres nesse campo da medicina psicossomática, abrangendo a psicologia, a psiquiatria, a medicina geral e outros ramos, com o intuito de levar aos estudiosos e praticantes bem como aos enfermos e seus familiares, algum conhecimento extracurricular, paralelo aos conhecimentos já praticados pela medicina comum que os acompanha, via de regra, os postulados de Hipócrates, Jung, Freud e de outros mestres.

É sabido nos meios mentalistas e espiritualistas que a causa de quase todas as doenças tem sua origem no perispírito, que é o agente kármico de quase toda a patologia física humana e principalmente, aquelas de caráter psicossomático. Separando-se alguns casos de traumas extremos causados por acidentes ou atos provocados pelo ser humano sobre si próprio, os quais, mesmo assim, detectei que são de fundo kármico e que mereceriam um capítulo a parte, os demais como frisei, são de causas espirituais e grande parte de origem remota no túnel do tempo e que causam sobre o perispírito uma gama enorme de toxinas perniciosas que são exaladas através do físico ou são, por assim dizer expurgadas dolorosamente quase sempre pelas partes mais vitais do organismo, e desta forma, possibilitando ao corpo astral desintoxicar-lhe sua ascensão a patamares mais elevados na sua trajetória de progresso espiritual e planetário.

Esse processo além de doloroso é lento e gradativo absorvendo-lhe dezenas ou centenas de reencarnações até que esteja pronto para assumir tarefas prazeirosas, isentas de dor expiação, uma só vida é muito pouco para que um espírito adoentado, em curto-circuito perispiritual possa eliminar suas mazelas. Isto se não houverem novas quedas conseqüentes de reincidências negativas produzidas por ele ou por outrem sobre ele, quer no astral ou quando reencarnado. Não há nada que se compare com a memória espiritual, nem mesmo a memória física, a cerebral, mesmo que está última seja o dispositivo humano mais completo e mais avançado que qual quer outro dispositivo moderno e mais sofisticado como os computadores de última geração já inventados pelo homem.

É através da memória espiritual que é uma micro-célula dos Registros Akáshikos ou Memória Cósmico Sideral, que o espírito busco os dados para recomposição de seus estágios em reencarnações ou mesmo de seus estágios nas psicosferas ou campos astrais onde se situará até novo reencarne. Daí adivirão as pulsações para composição do novo feito, da busca de pais patrocinadores de sua reencarnação, se não houver a ligação kármica compulsória entre eles; pois se houver não haverá busca mas sim comprometimento e a reencarnação se dará obrigatoriamente; busca também da ramificação ou cadeia genética, `a qual. ele se ligará e terá que encaixar-se temporariamente até o expurgo de suas mazelas, que permitirá também a demonstração ao mundo visível de seus dons ou dotes de genialidade em todas as áreas de sua afinidade e que vivenciará ou, a contrário, exporá toda sua imbecilidade e carências.

Por isso, os seres humanos desconhecedores dessas leis e de seus detalhes não devem pensar que tudo ocorre por mero acaso, mas, há um grande trabalho científico espiritual reencarnacionista por parte das Entidades responsáveis, por traz de cada reencarne ou desencarne. Nada é por acaso! Eu chamo a isso de Meridiano Genético, pois, vamos encontrar em todos os quadrantes do mundo pessoas nascidas com as mesmas características físicas, ou características similares, quer na estética, na mental, na cerebral, no comportamento social, nos trajetos e em muitos outros fatores, sem contudo, terem qualquer relação de parentesco ou consangüínea. É, justamente, através dessa memória espiritual que nunca se apaga, ao contrário, se acumula sempre através dos séculos, em camadas sobrepostas e ou canais específicos para cada centelha ou ser, que se formam em quantidades infinitas, que me vi ou me revi em dezenas de minhas reencarnações, passadas na Lemúria, na Atlântida, na Índia, no Antigo Egito, na Grécia e em outras dezenas de localidades, e até no meu planeta de origem. E em muitas dessas reencarnações como médico neurocirurgião, mago, cientista, índio americano, sacerdote mentalista e outras; pude rever quando médico em muitas ocasiões fazendo trepanações e abrindo a caixa craniana de pacientes portadores de males psicóticos, loucuras, traumas psicológicos, arritmia cerebral, tumores, a ver se encontrava alguma distorção cerebral visível, causadoras desses males; contudo, afora as lesões físicas como tumores e traumatismo craniano provenientes de quedas ou pancadas decorrentes de conflitos ou guerras, nada encontrava, ao contrário, encontrava isto sim, os cérebros intactos, perfeitos, com todos os fatores físicos em seus devidos lugares, demonstrando claramente que aquelas dissintonias (fora desintonia) ou descompassos cerebrais não tinham suas causas no físico ou na massa encefálica e sim adviriam elas de causas inconsistentes, transcendentais, espirituais, que me obrigavam a longos e extensos estudos através dos tempos.

Pude perceber também que a vesícula, órgão adensado ao fígado era e é um dos co-produtores de algumas sindromes psicossomáticas apesar de aparentemente a vesícula nada ter a ver com o cérebro e a mente , mas, está profundamente ligada ao perispírito que através dela bloqueia ou desbloqueia pelos hormônios que ela produz ou deixa de produzir, seus traumas e síndromes psíquicas várias.

O corpo humano é um mini universo em equilíbrio quando funcionando bem, e o perispírito seu coordenador quando também está equilibrado. Quase sempre um está descompensado quando o outro também está. Para citar um exemplo comparativo dentro da outra área que conheço bem, a música, eu diria que o corpo humano quando bem equilibrado e consequentemente bem formado, seria como um piano bem afinado e, o perispírito também quando bem equilibrado e bem formado seria como um exímio concertista virtuoso. Ambos bem afinados entre si só iria acontecer um bom concerto, um ótimo espetáculo, porém, se o piano estiver desafinado, nem o maior técnica de execução exercida pelo pianista o livrará de um vexame, e, se for ao contrário, o piano afinado e o executante for um péssimo concertista, de nada valerão as lindas partituras a sua frente, o fracasso será total.

Por isso, ambos, o físico e o perispírito devem estar bem, estando em equilíbrio um com o outro e consigo próprio. E, no caso dessas patologias, o físico já nasce desarmonizado devido a herança celular que colhem no seu Meridiano Genético e o espírito também está em desarmonia devido as heranças que herdou para si próprio dos seus registros perispirituais e akáshikos, resultando portanto nas piores e mais complicadas disfunções psicossomáticas do conjunto psicofísico humano ou seja corpo, mente e perispírito; dai surgirem desde os primórdios da civilização de um planeta como a Terra as mais desconsertantes patologias humanas entre elas a loucura inofensiva, a loucura agressiva, psicoses, esquisofrenias, síndromes de vários graus, arritmias cerebrais, paralisias cerebrais, tumores benignos e malignos, disfunções da glândulas principais do cérebro, a hipófise, a pineal, a pituitária, a tireóide, disfunções no hipotálamo que é um centro captador de ondas externas e ponto principal de contato entre o cérebro físico e o cérebro perispiritual. Vem também as anomalias provenientes da demasiada circulação sangüínea ou hipertensão a baixa circulação ou hipotensão que resultam em muita ou pouca oxigenação no cérebro respectivamente causando distorções ou desequilíbrios na alimentação das células e centros nervosos da massa encefálica como um todo.

Com os últimos avanços da ciência, descobriu-se anomalias na produção da química do interior do cérebro, anomalias nos neurocondutores e nos espaços cimáticos entre os neurônios cerebrais, levando a ciência medica e psicossomática a acreditar que sanados esses problemas estariam também sanados as patologias cerebrais e mentais. Mas não é bem assim!

Não devemos esquecer a patologia das febres de causas várias, surtos de meningite e outros que submetem a cérebro a um desequilíbrio elétrico e celular intenso ocasionando-lhe lesões irreversíveis e levando muitas vezes o paciente à morte.

O problema da genética é realmente importantíssimo como mencionei acima, e junto a esse problema há outro muito sério que são os cruzamentos ou casamentos consangüíneos realizações entre indivíduos possuidores de fatores RH opostos que causam as mais graves distorções cerebrais tais como o mongolismo, e outras síndromes, porém, o fundo ou a causa ou ainda, o agente principal é sempre o perispírito, ele é aquele executante exímio artesão ou não que vai saber ou não manipular as “teclas celulares ou genéticas” de seu instrumento que é o físico.

Por isso, a música é uma das terapias mais importantes na cura completa ou na eliminação gradativa dessas toxinas físico-espirituais e consequentemente, dessas patologias humanas. A medicina alopática se utiliza de drogas maciças, poderosas que inibem o paciente causando-lhe mais mal do que bem, além de se utilizar de métodos rudimentares como descargas elétricas, que causam ao doente pavor ou dependência química em relação aos remédios.

Como então promover-se a cura dessas patologias ou sua gradativa amenização sem se utilizar desses métodos e processos tradicionais que além de antigos são dolorosos e prejudiciais ao conjunto psicossomático humano? Primeiramente, temos que saber como funciona a assimilação das correntes mentais e para tanto, interpolo aqui um trecho de um artigo meu publicado em 1963 denominado “psicoscopia” e que dá uma pequena noção sobre o assunto, apesar dele ser um tanto complexo.

A meu ver, o processo de cura deve ser iniciado quando o problema for detectado cedo, quando o feto estiver ainda intra-uterino, ou seja, dentro do útero materno, através de passes magnéticos sobre a mãe e sobre o feto, pelo sistema de ativação dos plexos e chakras. Por indução hipnótica sobre a mãe fazer com que o feto e o espírito reencarnante iniciem o processo de restruturação das correntes mentais. A mãe deve dialogar verbal e mentalmente com o espírito reencarnante através do feto imprimindo-lhe suas forças mentais corretivas(3). O tratamento deve ser acompanhado de fundo musical positivo e suave. Nada de música triste e mórbida, ao contrário, a música deve conter pulsações rítmicas constantes, sem serem barulhentas afim de atingir os ouvidos do feto e do espírito e nessas pulsações controladas e compassadas as correntes cerebrais, aos poucos, irão se normalizando e a química de cérebro entrará em ação(4). A medicação homeopática e através de ervas e da flora (florais de Bach, etc..), pelo estômago da mãe e, após o nascimento diretamente ao recém nascido, serão de grande valia.

A cromoterapia, ou seja o uso dos vários matizes de cores através de lâmpadas luminosas sobre os plexos e chakras da mãe e do feto, e após sobre o recém nascido ativará os centros nervosos em “todos os sentidos”(3).

Todo psicólogo e psiquiatra terão que incluir em seus curriculuns os processos de trabalho como a hipnoterapia, a musicoterapia e a cromoterapia a radiestesia, a sonoterapia e a psicoscopia, esta última, pelo menos na parte teórica, já que ainda não existe fabricado o “psicoscópio”.

Todo esse método utilizado hoje deverá ser substituído gradativamente a médio e longo prazo por esse método mental espiritualista sugerido por mim, acima.

Portanto, quase todos os males físicos vem do espírito, que se for convenientemente trabalhado se harmonizará consigo próprio enquanto estiver se preparando para nascer, harmonizando-se também com o físico através do feto quando for gerado.

As mães e pais deverão participar desses processos recebendo as induções magnéticas quer sejam estas de forma natural através de passes e ambientação apropriada, quer sejam através de aparelhamentos indutores sofisticados que apressarão o processo de cura, porém a meu ver, o contato pessoal entre o psicólogo, o psiquiatra, os pacientes e os pais é mais aconselhado e é o que melhores resultados dará. E nesse processo personalizado também deverá entrar obrigatoriamente o concurso de médiuns de desobecessão, com vidência, clarividência aurividência, psicometria e até de incorporação para poderem receber a assistência dos especialistas espirituais que estão sempre prontos a colaborar.

Em questão de alguns anos essas patologias psicossomáticas serão erradicadas da humanidade terrestre, que abrigará novos corpos e espíritos mais bem harmonizados entre si, com a comunidade e com a Natureza. Mas é necessário que se inicie já esse processo pois, com o advento da aproximação do gigantesco planeta Sidérius, o psiquismo humano será acelerado de tal forma que fugirá ao controle do mais hábil especialista.

A tempo, lembro ainda que, durante o processo de cura, tanto as mães como os filhos pacientes deverão demonstrar suas aptidões e tendências, deverão ser condicionados a uma alimentação balanceada na qual os produtos possuam propriedades estimulativas e naturais e supram as carências energéticas que esses pacientes apresentam.

Mas haverá aquela pergunta: E os que já se encontram pelo mundo portadores de loucuras irreversíveis, criminosos em potencial, portadores de tipos de síndromes várias, psicóticos, maníacos, fóbicos e outras patologias mentais ou psicossomáticas que superlotam os manicômios judiciários, manicômios clínicos, cadeias, hospitais, clinicas de tratamentos, freqüentadores de consultórios psicológicos e psiquiatricos, o que fazer com eles? Há tratamento possível, e que vale a pena ser feito? Milhões de reais ou dólares são gastos sem resultados.

Eu diria que para esses casos aquele ditador alemão pensou ter encontrado uma solução final, que seria o extermínio total desse infelizes. Mas esse não é o meu lema e nem acho que essa é seja a solução adequada. (até porque novos karmas poderão ser produzidos). Teremos que fazer uma triagem para separar os perigosos dos mais mansos, os que possuem lesões cerebrais diretas ou seja, físicas nestes casos fazer as trepanações e cirurgia adequadas e após, o tratamento indicado anteriormente deve ser ministrado.

Em todos os casos que eu e minha esposa examinamos à distância, através da mediunidade de psicometria e pelas viagens astrais que fizemos até os núcleos de tratamentos desses doentes, pudemos constatar que na maioria dos casos além da hereditariedade genética, havia ou há, a defasagem ou desequilíbrio do eixo perpendicular que um espírito reencarnado com seu físico, ou seja, na maior parte tiveram um karma psíquico muito forte que os levou a ultrapassar a barreira zero, ou seja, a barreira que separa uma reencarnação das anteriores.

Nestes casos o espírito vem para o presente como se vivesse em tempos (5)memoráveis ficando em distonia com seu tempo presente, passando a agir, a viver, a falar e a cometer os mesmos atos ou desatinos de quando vivia em suas outras matérias. Ou seja, perdem eles a noção de espaço e tempo. Um exemplo típico: Muitos desequilibrados mentais e que como já disse, se seus cérebros fossem abertos estariam intactos, vivem hoje, dizendo que são Napoleão ou que são Maria Antonieta, etc.

Analisando esses casos pelos processo que já mencionei, constatamos que muito deles são reencarnações de soldados franceses que serviram com orgulho aquele ditador francês, trouxeram para o seu ego toda aquela vivência, a qual, ultrapassada a barreira zero passam a vive-la no momento atual como se vivessem naquela época quando também foram suas vítimas.

Ora, nestes casos e em outros, teria que se fazer a retrogradação (regressão) de memória através a indução hipnótica, faze-lo voltar ao útero da mãe de forma hipotética e lá “reencaixá-los na nova reencarnação” trazendo-os gradativamente ao momento atual com sua nova personalidade e novas características herdadas dos novos pais, os quais, podem ser antigos pais ou companheiros dele e assim faze-lo vir gradativamente vivendo e vivenciando suas novas jornadas.

Essa terapia poderá ser feita em grupo, grupo este que já seria selecionado pela triagem que constatou suas aptidões e tendências.

Assim, deverá ser feito com cada caso isoladamente, de per si, de acordo com a patologia apresentada em cada um.

Na paralisia cerebral, que demonstra um total desligamento do espírito reencarnado com seu novo cérebro, sua nova situação, tem-se que tomar outros cuidados, contudo, com os mesmos ditames e dedicação que se utilizou nos anteriores. Só que aqui a mediunidade de psicometria e de incorporação entram na primeira fase. Isto porque essa patogenia transforma esses pacientes em uma espécie de residência-turistica-viva onde os espíritos obsessores maldosos, negativos, zombeteiros ou inofensivos mas, todos sem exceção, igualmente doentes, fazem o seu “trotoit” ou o “vai e vem” para extensão de suas vontades e mazelas, inclusive fazendo de milhares de outros pacientes os tais “canecos-vivos”, “chamines-ambulantes”, ou “laboratório-carnal de experimentação de drogas de dependência” ou ainda, extensões-vivas de seus descontroles sexuais em vida e que conservam latente após o desencarne.

Pois sendo a morte apenas uma passagem para uma vida mais ativa e ultra-sensível, porém, sem a matéria carnal para dar vazão a essas toxinas agrupadas e continuamente alimentadas pelo espírito, essas entidades doentias não se apercebendo na maior parte dos casos de que já estão “mortos”, dão continuidade às suas afinidades justamente sobre aqueles que lhes abrem os canais psíquicos de entrosamento “graciosamente’ já que todos somos “médiuns” ou intermediários naturais entre os dois campos.

O concurso da mediunidade de cura aqui se faz necessário pois é a única instrumentação que a humanidade possui, desde, seus primórdios, para tratamento, contudo e cura de todas esses pacientes sejam eles do físico-vivo ou do perispírito que seria o físico-enegético. Porém, os dogmas, os preconceitos, a fanatismo religioso, a ciência ortodoxa incrédula, atrasaram e acumularam essas mazelas durante esses milhares de anos que nos precederam.

Agora compete aqueles que estão entrosados nesses conhecimentos promulgarem os estudos e pesquisas diretas nessas áreas sem mais delongas.

Acrescento ainda, a guisa de esclarecimento que durante as viagens astrais que eu e minha esposa fizemos, chamados que fomos ao mais baixo nível astralino às regiões das furnas, cavernas e desfiladeiros tenebrosos; nos deparamos, nós e a equipe de socorristas espirituais à qual seguimos, com espíritos que já não possuíam mais as características humanoides ou seja, cabeça tronco e membros, mas sim, apenas na massa disforme no centro da qual brilhavam dois olhos suplicantes e pensamentos lancinantes de perdão e de pedido de socorro à Deus, à Jesus ou a amigos para que o tirassem dali, daquela situação sofredora.

Os socorristas, então unidos de uma espécie de caçamba, dessas que se usam em construções civis, colocavam aquilo que sobrou de um perispírito totalmente deformado e o levavam às regiões mais próximas à crosta terrestre para prolongado tratamento espiritual.    Ficávamos sabendo então que nestes casos o indivíduo teria que passar por uma série de renascimentos-de-prova vindo a ser até parecido com animais até que conseguisse formar suas novas características humanas e à base de muito sofrimento e desencarnes abruptos lograssem obter um corpo humano com muitos defeitos e muitas doenças e, após, até centenas de anos atingissem um corpo mais ou menos perfeito, pois dependeria de suas pulsações mentais e da ajuda de entidades especializadas em reencarnação o sucesso dele conseguir reviver no seio da raça humana.

É claro que se nestes casos toda e qualquer tentativa de ajuda é válida; porém, antes dele voltar a ser um ser humano dezenas de psicólogos e psiquiatras mesmo se utilizando dos meios que expus acima já terão desanimado!

Por isso, a Natureza é sempre sábia e dá ao ser oportunidades infinitas de se recompor e galgar degraus mais elevados e, lenta e gradativamente se aproximar do Núcleo Central Cósmico-Deus!

As aberrações que o ser humano consciente comete contra seu próprio corpo ou contra o corpo de outrem, custam-lhe muito caro depois da morte física, isto sem contar as que ele comete já desencarnado habitando as regiões umbralinas conscientemente.

É chegado o momento em que todo psicólogo, psiquiatra, médicos de todas as áreas e até os “médiuns” terão por obrigação e meta conhecerem o funcionamento dos plexos e chakras que são vórtices de entrada e de saída das energias físicas e espirituais, elétricas e magnéticas, são os principais pontos de equilíbrio do ser, juntados aos respectivos meridianos nervosos tão bem conhecidos pela medicina oriental milenar, na acupuntura e no “do-in”.

Outro ponto importante a ser lembrado e que poderá auxiliar em muito ao tratamento psicossomático, é a técnica de afastamento do Duplo-Etérico do corpo humano. Sendo o duplo-etérico o agente principal da dor, afastando-se ele o corpo entra em letargia permitindo todo e qualquer trabalho sobre os centros nervosos e sistema nervoso central, deixando o paciente à mercê do seu psicólogo ou psicanalista ou médicos em geral.

Aproveito aqui para entrar num assunto sobre o qual sou muito inquirido durante as palestras que faço. Esse assunto é por demais delicado e ao mesmo tempo abrange toda a sociedade humana e a vem conturbando a séculos sem que ninguém de alguma explicação das causas e origens e formas de tratamento, que são os casos de homossexualismo no homem e na mulher, os travestis, os transexuais, os hermafroditas, etc.

Apesar de que de uns tempos para cá a psicologia, a psiquiatria, as religiões de modo geral tentam, a sua maneira, suavizar o problema, porém sem nada conseguirem pois os casos aumentam assustadoramente enveredando para o campo das drogas-de-dependência, causando uma ruptura nos conceitos da sociedade como um todo, rupturas no convívio familiar e recentemente originando até grupo de extermínio desses indivíduos, não se sabendo até agora com quais intenções, se por vingança, se por pseudo proteção a sociedade, ou se esses grupos são formados por fanáticos desta ou daquela seita ou outro movimento qualquer. A verdade é que o problema está assumindo proporções incontroláveis que, só a concientização humana poderá saná-lo ou amenizá-lo.

Durante as nossas pesquisas astrais, eu e minha esposa, a equipe espiritual e a extraterrestre que nos acompanhou, nos detivemos várias vezes em estudar o assunto, e a conclusão não poderia ser outra: – o fundo, ou as causas dessas distorções fisiológicas e que passam a ser patologias também, devido ao desequilíbrio que causam ao ser humano e ao seu “habitat”, é sempre o perispírito; ele é o agente precursor e detonador dessas anomalias.

E por que anomalias? São anomalias porque o ser humano inicialmente se originou composto de dois sexos opostos e procriadores, o masculino e o feminino, não existe o terceiro sexo como muitos querem afirmar, o que existe são distorções de origem karmica-espiritual que transforma o ser humano antes tido como normal em suas primórdios relações sexuais para fins de procriação, em um ser híbrido que pende para um lado oposto ao seu, sob um título mágico de “opção sexual” quando na verdade o que está ocorrendo com ele é uma fuga do seu “status quo” que por força kármica está sendo imposta a ele por ele próprio, e não por Deus como se imagina. Ou seja, o seu estado atual seria o de ser como ele foi gerado, homem ou mulher, mas no seu interior impera as vontades e tendências da sua vida anterior quando portava o sexo oposto ao seu. Desta forma, quem tenha sido mulher nas vidas anteriores ou na vida imediatamente anterior que é a que vai influenciar, e por motivos vários, entre eles o de ter feito mau uso de seu organismo e consequentemente o sexo, ou de ter extraído vantagens ilícitas e humilhado os homens ou as mulheres, ou por motivos de sua nova missão, ter optado por ser homem agora, ou por achar que por ter sido mulher sempre ficou em desvantagens na sociedade e em relação ao homem, enfim, por mil e uma razões que a própria razão desconhece, lhe são concedidos pais que vão gera-lo homem, porém, sua antiga condição o faz pulsar sobre o feto dentro do útero materno as vontades e as tendências femininas e até o sentido de amor maternal e, mesmo que a genética (aquele piano que mencionei anteriormente) lhe forneça o sexo masculino, este não terá na primeira reencarnação aquela força viril que se haveria de esperar dele, pois as suas pulsações e sua “cópia” perispiritual no astral só podiam transmitir ou pulsar, o que continham? E qual era o seu conteúdo? Continham tudo de mulher, principalmente as energias hormonais. Então ele nasce! Todos gritam é homem! É macho! Era o que eu esperava diz o pai, bem se fosse mulher eu teria gostado mais, diz a mãe. Ouvindo isso ele já se sente “meio-a-meio”, ou seja dividido. No decorrer do seu crescimento seus impulsos femininos anteriores começam a falar mais alto que ele, sua mãe que queria interiormente uma menina e já o castrará dentro do útero começa a criá-lo e a tratá-lo como uma menininha, seus trejeitos vão se sublinhando, na roda dos amiguinhos de escola ele já pende mais para o lado das meninas do que dos meninos. Cresce com toda aquela herança contrária ao que ele viera fazer. Quando na juventude onde os hormônios masculinos deveriam mostrar-se mais à tona, ao contrário, escondem-se e são dominados pelas vontades e tendências femininas. E o que são essas vontades e tendências? São aquelas de gostar do mesmo sexo, no caso do exemplo, gostar de homens. (O mesmo se dá com as lésbicas em número e grau). E em ambos os casos voltam a Terra e se reencontram com antigos amores que permaneceram com o sexo que estavam antes de renascerem, ai vem o amor entre eles novamente, só que agora estão em sexos “idênticos”.

A sociedade grita: – que aberração! O pai quer mandar afogar o filho! O filho entra em luta com ele mesmo, afinal é a vergonha de sua família! Todos riem e caçoam dele. Ele não vê outro remédio, junta-se a outros e que agora são chamados “grupo de risco” pois acha que só assim poderá satisfazer seu ego, ou juntar-se ao seu amor e vão viver sua vida como um casal “extracurricular!” sem contudo, viverem cem por cento como queriam, pois o que lhes serve de “homem” também vem travando uma árdua luta consigo mesmo e com a sociedade. Ele adora, ama aquela criatura “híbrida”! O que fazer então? Aqueles que tem posses entram e saem dos consultórios de psicólogos e psiquiatras sem qualquer resultado e os que não tem dinheiro lançam-se na vida como travestis, em teatros, casas noturnas, e outros diretamente na prostituição a céu aberto e dai para a queda total é um pulo. Lá se vai sua missão! Terá que retornar para poder recomeçar tudo novamente, só que agora já carrega em sua alma muitos desapontamentos, muitos vícios, muita degeneração, os quais, no Espaço vão excluí-lo por um bom tempo de uma nova reencarnação imediata!

Isto vem ocorrendo no mundo inteiro, desde quando o mundo é mundo, mas agora com mais evidência pois é chegado o momento do “vamos ver” ou “ do pega-pra-capar” como se diz na gíria. Tudo vem aflorando de forma espantosa também nas outras anomalias como frisei anteriormente. E o que fazer também?

No que diz respeito ao tratamento, fazer tudo aquilo que mencionei para os casos psicossomáticos mas, dando mais evidência na regressão-de-memória através da hipnose e sonoterapia, fazendo o indivíduo retornar ao útero da mãe e vir conduzindo-o à nova realidade de seu sexo atual, e leva-lo a complementar sua missão. Assim deverá ser feito com o “homem” e com a “mulher” em todos os quadrantes da Terra. Porém, desde já advirto, que com a passagem do gigantesco planeta Sidérius tudo mudará de seu atual lugar, até o nosso planeta Terra que terá um novo “habitat” que abrigará um novo ser humano com características bem diferentes das atuais e, tudo indica que esse novo ser será assexuado, tendo seu sistema de procriação à maneira de outros planetas evoluídos, através do poder de aglutinação genética e celular da mente.

Portanto, o tratamento nestes casos, é aquele que mencionei; mais compreensão, amor e carinho, sobre tudo levar aos envolvidos os quais, forçosamente tenho que chamar de pacientes, pois o são e tem uma sintomática patológica, queiram ou não admitir, a conhecerem e a entenderem as causas de seus problemas e como eles próprios poderão ajudarem-se a si próprios e aos demais do seu convívio social, compreendendo bem as razões técnico-espirituais e assim não viverem se culpando ou culpando a Deus. A Natureza tem suas aberrações mas também tem suas razões e nos fornece as soluções.

Outros casos muito sérios são os epiléticos que devem ser tratados da mesma forma. Tivemos a oportunidade de analisá-los através da vidência, da psicometria e detectamos indivíduos muito endividados espiritualmente e consequentemente seu corpo astral deveras intoxicado e, além de portarem a arritmia cerebral “vimos e sentimos” muitas entidades espirituais negativas vampirizando-lhes o tônus vital, além de os espancarem no lado astral, no momento do auge do ataque epilético gritando-lhes ameaças e cobrando-lhes alguma dívida. Portanto, afastadas essas criaturas através da mediunidade de incorporação e feita a regressão de memória até sua penúltima reencarnação acrescidas de passes magnéticos, musicoterapia, cromoterapia etc., em médio espaço de tempo esses indivíduos poderão viver normalmente.

Não quero dizer com isso que nos casos graves e gravíssimos não se deva fazer uso de medicamentos atenuantes que atuem diretamente no sistema nervoso central. É claro que nesses casos se faz necessário seu uso, porém, em doses reduzidas ou homeopáticas (homeopáticas nos dois sentidos), para pré-indução e alteração do estado patológico agressivo e de rejeição desses pacientes a qualquer aproximação. Mas tudo deve ser feito harmoniosamente sem contra-agressão ou invasão do “status-kármico” do indivíduo. Por isso, o emprego do mediunismo é primordial porque ai haverá a assistência de Entidades Espirituais experientes e ligados diretamente a cada caso.

Cada psicóloga, cada psiquiatra, cada médico clínico ou neurocirurgião deverá ser um canal aberto à coleta das informações advindas do lado espiritual. Penso que ainda haverá tempo para se poder por em prática a curto prazo esse conceito de tratamento psicossomático.

Não podemos esquecer que, na maior parte das vezes, aquilo que para um especialista parece ser um distúrbio psíquico, mental ou cerebral, é na verdade um estado de pré-desenvolvimento mediúnico que causa distorções nas correntes cerebrais e que são acusadas no eletroencefalograma levando-o a cometer erros de julgamento fazendo-o introduzir no paciente uma carga medicamentosa que nada tem a ver com o caso!

[hr]

(1) Tais como: Incorporação, Vidência, psicografia, Psicometria, Aurividência, Audição Mediunica, emuito mais Intuição e mais tarde e a Telepatia, Desdobramento e Projeção do Duplo-Etérico (Viagens astrais)
(2) Tempo calculado durante digitação original
(3) O que passar pelas seis sentidos da mãe passa também pelos seis sentidos do feto.
(4) Bem como o mais recente estudo que é a “Terapia de Toque”
(5) E respondo o planeta também desalinhado ou fora do seu eixo.

Illuminatis… Inteligência superior

Illuminatis

Pergunta:

Olá novamente Yezzi,

Gosto muito do seu trabalho. Eu tenho umas dúvidas a mais para [perguntar] ao senhor:

  1. Os illuminatis existem? Se sim, eles realmente mandam no mundo?
  2. O diabo existe mesmo? Uns dizem que existe, outros dizem que não…
  3. ETs são mais inteligentes que a gente?

Obrigado,
Gustavo A.

Resposta:

Oi Gustavo,

Antes de tudo, obrigado.

Quanto a sua primeira pergunta, eu diria que há muita boataria, muita lenda em torno dessa facção, pois se eles existirem, a meu ver “estão dando tiros nos próprios pés”, pois o mundo é um só e eles assim como nós se encontram dentro dele, a não ser que eles sejam um agrupamento de aves de rapinas que vísam se aproveitar do lixão terrestre, ou da escória da humanidade. Existe sim “uma turminha” de negativos que tentam desarmonizar, desequilibrar, os contextos econômicos/sociais e políticos, mas perderão tudo também. O planeta Terra é um só e todos nós estamos dentro dele, até eles. Nada posso provar sobre a existência física deles, ou melhor, ninguém provou nada até aqui! Mas as conturbações existentes já vêm de longa data, eu diria até que, desde o começo da humanidade, mas isso só vem provar a animalidade do ser humano, o atraso mental e espiritual em que se encontra!

Quanto a segunda pergunta, escrevi um comentário, respondendo a um leitor que pensei tivesse sido você, sobre Lúcifer, está no site. Se você não o encontrar, me avise que repassarei.

Sobre a terceira pergunta, eu não diria que eles sejam mais inteligentes, pois há muita gente na Terra cuja inteligência é de fazer inveja a qualquer extraterrestre, como por exemplo, Da Vinci, Bach, Beethoven, e outros grandes, mas eles, por amplitude mental, maior espiritualização, mais objetividade, mais senso de humanidade, libertos dos preconceitos de todo tipo e visando sempre o todo planetário, conseguiram maior conhecimento cientifico e tecnológico, assim um grau de adiantamento muito mais avançado que os [demais] terráqueos. Eles são tão inteligentes e inversamente mais ingênuos, veja um exemplo disso no meu primeiro livro: “O Que Os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós?!“, capítulo 7, página 22 — A Casuisitica dos Discos Voadores — Onde eu comento o caso do piloto americano Capitão Mantel quando ele liderava uma esquadrilha de cinco F-80 e todos avistaram um grande objeto, que também estava sendo avistado pela torre de controle. Ele mandou os outros quatro descerem, enquanto ela avisava que iria até 20.000 pés e retornaria, mas ao se aproximar ficou extasiado e exclamou da beleza do aparelho, mas logo em seguida, ouviu-se uma explosão e o avião dele sumira da tela de radar. Foram encontrar a mais de 3 quilômetros os pedaços do avião como se tivesse sido desintegrado no ar. Eu conversei com a tripulação da nave, eram quatro jovens cuja idade beirava entre 19 e 20 anos dos nossos, que me disseram, nós o avistamos e como ele tinha curiosidade em ver de perto a nossa nave deixamos que ele se aproximasse, só depois nos lembramos que a nossa nave estava com seu campo de força ligado no minimo e sendo assim, esquecemos que o avião era feito de metal e fora atraído, quando percebemos, religamos o campo imediatamente para sair mas não deu mais tempo, a nave desintegrou o avião e seu piloto.

Caso tipico de grande inteligência e grande ingenuidade! Nunca houve maldade!

Abraços,
DYezzi