Cada raio… Cada ET…

Cada raio... Cada ET...

Pergunta:

Tudo bem, Domingos?

Pergunta rápida: O que os seres de luz que se referem em mensagens encaminhadas por pessoas querem dizer com ”Conselho guardião do raio dourado”? Cada “raio” é uma ramificação de virtude em suas determinadas dimensões?

Outra perguntinha: Os seres extraterrestres vivem aproximadamente uns 300 ou 500 anos, não é?

Abraços e muita paz.
Heitor

Resposta:

Oi Heitor,

Cada raio tem um comprimento de onda, consequentemente, cada cor também. Assim também é com cada nota musical que também tem seu comprimento de onda e sua cor.

Cada cor tem seu significado, não porque foi batizada com aquele significado, mas, sim, porque é o resultado daquele significado. Um exemplo, a cor dourada, já foi detectada em seres e pessoas muito inteligentes, intelectuais e bem como da energia positiva renovadora. Mas, isto não quer dizer que as outras cores não tenham suas representações e outros significados. Há inteligência no azul, no verde, no branco, no vermelho e noutros matizes, mas, em alguns deles, prevalecem a bondade, o amor, a criatividade, a renovação, o altruísmo e assim por diante, a bondade, a frieza, a neutralidade e etc.

Eis um outro exemplo que poderá ser útil a você e a seus amigos, amigas e contatos: Beethoven compôs sua sinfonia nº6 e a denominou de Pastoral, que significa uma demonstração em sons, do que seja o campo, seus camponeses, a natureza, a tempestade, enfim, o ambiente terrestre, razão pela qual ele a compôs na tonalidade de Fá Maior, que é uma tonalidade verde! Portanto, mesmo sem ouvir os sons, devido a sua surdez, e também talvez não fosse clarividente, mas sabia, sentia. Poderia ter escolhido em Ré Maior, Dó Maior e etc, mas não combinaria com o que ele tinha intenção de dizer, sem deixar declarado! Você e todos demais leitores terão oportunidade de ler meu 4º Livro já pronto para ser editado e que se denomina “Nas Entrepautas da Música” Piscofonia – Aquilo que o compositor quis dizer, mas, não deixou declarado” Aguardem! Garanto que vai ser maravilhoso, e vai contrariar, infelizmente, os que se julgam donos da música!

Quanto ao tempo de vida dos Extraterrestres, sim eles vivem em sua maior parte acima de 300 anos dos nossos e há alguns como os de Saturno e de Netuno, que nunca morrem, apenas num determinado tempo, milhares de anos dos nossos, trocam de capa, como nossas serpentes que trocam de pele. Não há crianças, todos já nascem adultos, pois, quando vão ” reencarnar” seus espíritos são recobertos com as energias de seus futuros progenitores. Mesmo assim, há a concorrência da mulher e do homem, ou do elemento masculino e feminino.

Pode divulgar, por favor.

Abraços,
DYezzi::.

[box type=”note”]Translation: Each ray… each ET[/box]

Mensagem Universal

Vejam Amigos.
Vejam Senhores.
Vejam meus Jovens.
Vejam o nosso Mundo.
Vejam o nosso Cosmo.

São redomas, espirais,
dínamos, reatores,
bombas, urânio, nitrogênio, supersônicos,
o polo dieternizado,
satélites ionizados,
discos, Discos Voadores
de Marte e todo Sistema,
a presença do radar
e da energia nuclear.

Vejam também o passado.
Sáurios anti-diluvianos
de há mais de milhares de anos,
estão todos desvendados.
Esfinges desmascaradas
galáxias estranguladas.

Sabem o que é isso meus jovens?
Isso é a cultura!
Cultura sem culto nenhum.
Culto? … Culto a ídolos pra quê?
A cultura nos superou.
Eis aí meus caros jovens.
Nosso Cosmo de tudo repleto!
Agora uma pergunta:
Que é que falta para ser completo?

Falta paz – Oceano de bondade.
Falta Amor – Apanágio da deidade.
Falta União – Única felicidade.
Faltam Sorrisos – Reflexos de espontaneidade.

Falta em nossos corações
um céu mais fluorescente.
Falta um mundo diferente
com arpejos de doçura
com celestial ambiente.

A tudo saciamos; conforto, sabor material.
Isso é tudo muito natural.
Pois vivemos em um mundo
onde encontramos só duendes,
invejas maquiavélicas,
onde tudo nos enerva.

O homem desde o primate
respira uma atmosfera de medo.
Receia perder a vida, seus bens,
receia perder o amor, seu ar para respirar,
mas nada sabe conservar.
Receia perder uma situação que suspeito não merecer.
O homem receia tudo.
Por medo mata, rouba e mente.
Por medo calunia, bajula, é descrente.
Por medo se humilha, se vinga e odeia.
Por medo é infinitamente desgraçado.

O medo cultiva:
a discriminação, a desconfiança,
o preconceito, a insegurança.
O medo alucina!
Anula qualquer sentimento,
desagrega sensibilidades.
O medo acima de tudo,
favorece a inveja e a vingança.
O medo com tudo isso,
só nos traz infelicidade.

É impossível criar no mundo
Condições de vida em que,
para viver dignamente,
o homem não precisasse sucumbir à corrupção,
aceitar desigualdades
aceitar humilhação.

É impossível, pois o homem
vive eternamente pronto
ao ataque ou à defesa.
O homem, meus caros jovens,
afia eternamente suas garras
para melhor rasgar as carnes
e sentimentos alheios.

O homem é belicoso e mau.
Fecha todos os seus dedos, para,
melhor poder reter
no côncavo das suas mãos
tudo quanto possa recusar
ao próximo, aos seus irmãos.

É impossível criar no mundo
as condições de que falei.
Pois, para isso meus jovens,
Precisaríamos tudo recomeçar.
Mas podemos e devemos
criar dentro de nós mesmos,
em nosso peito, em nosso curacao
um templo de essências fraternas
que se expandam sem barreiras.

Criar grupos uníssonos,
corajosos, bem dispostos,
que exijam de nós mesmos,
compreensão e tolerância,
para fazermos da Terra
um futuro para isso.

Criar harmonização
para estarmos preparados
para enfrentarmos a tranformação
que o Fim desse ciclo nos trará.

Hajam, mexam-se, sejam versáteis.
Não fiquem atolados nas trincheiras,
trincheiras e conflitos mentais.
Se orientem por mentes mais fortes,
mentes mais amplas e abertas.
E, se não puderem agir por si somente,
concentrem-se no Amor, no “Amai-vos uns aos Outros”.

Sois livres, inteligentes,
mas, nunca se esqueçam de
que, sempre mais ali adiante
haverá alguém atolado e,
sem meios de sair,
de sua própria trincheira.

A esse alguém, caros jovens,

deveis dar o beijo fraterno,
o amor despreconceituoso,
a permuta de sentimentos,
pois, esse alguém meus amigos,
também tem para vos dar,
Amor, Sabedoria e Humildade,
mas, estando atolado,
ou melhor, aturdido, confuso,
não sabe como agir.
Terminando caros jovens.
Saibam que não existe
mérito mais louvável
ao deixarem lhes oscular as mãos,
aqueles que desejam receber
o benefício do perdão.

Apenas mais um conselho:
Tenham idéias ou ideais sadios
para que possam produzir
frutos viçosos numa unidade global,
num todo humano, mental e sideral.

Nada existe de mais piegas
do que tumultuações, hipocrisias.
Sejam sempre irmãos
sem se deixarem poluir pelo menos em suas mentes.
Enfim sedes como um grande Coral
que, reunido ou disperso,
possa produzir vibrantes Harmonias,
difundindo cores, sons e sinfonias.

Assinatura de Ludwig Maria Van Beethoven
Ludwig Maria Van Beethoven

Captado em 17.01.78 às 23:30h

Esclarecimentos

Eu que fui violinista e diretor de orquestra sinfônica durante 10 anos após a captação desta mensagem pela minha saudosa esposa, sempre via em livros e em capas de livros, a assinatura de Beethoven que é completamente diferente desta que vai na mensagem. Estranhei e como analiso tudo antes de aceitar, perguntei à entidade de Beethoven o que estava acontecendo e se era ele mesmo quem estava nos mandando a mensagem, não me lembrando que eu possuía, há muitos anos antes, uma cópia do seu famoso testamento – O Testamento de Helgiustadt, que me fora dado por um amigo: Ao que a Entidade do grande gênio respondeu:

“Procure aí nos seus guardados que você vai encontrar uma cópia do meu testamento, e aproveito para lembrar a você que um artista tem no mínimo três tipos de assinaturas, uma para assinar ‘seus papagaios’ (muitas promissórias), e outra para seu autógrafo e outra pessoal, particular, íntima, esta que vai aqui é a minha assinatura particular.”

Eu nada pude falar e naquele momento fiquei sabendo que Beethoven se chamava Ludwig Maria Van Beethoven, e a assinatura era idêntica.

Duplo Soneto a Duas Mãos

(Versos Livres)

I

Luz divina que num dezembro baixou à Terra
Uma chama cósmica que ainda brilha
Deus dos sons, nesta pequenina esfera
Wagner, com orgulho o venerava e o elegia
Irmão, Mestre com profunda admiração
Grandiosa, majestática e arguta inteligência
Musicalmente inovadora, revolucionária com satisfação
Arranjava na escala seus sons sem indulgência,
Reclamavam os entendidos, os “de bom ouvido”, de sua época
Irascível, sem sua acústica disfarçava-se de déspota
Amava a vida, a humanidade e a sua música
Vivia as torturas de sua surdez como ninguém
Aglutinava sentimentos de tristezas sem vintém,
Nunca ouvindo grande parte dessa sua música

II

Buscava a perfeição e improvisava sons ao seu piano
Enxergava e ouvia interiormente os sons na pauta
Esbravejava por não poder ouvi-los com seus tímpanos
Tentava se alegrar mas sua mente incauta
Harmonizava, instrumentava, adágios que tocava
Ornamentava com seus “grupettos” famosos
Vocalizava as canções que bem cantava
Extremoso que era só, ganhava invejosos
Ninguém jamais chegará a seus pés Beethoven!
Gênio vindo de uma esfera onde só se ouvem
Especiais melodias, sinfonias cósmicas-siderais
Não poderia deixar este mundo tão cedo
Individualizou sua música universal, sem medo
Ouvindo as cores dos sons espirituais

S. Paulo 22 de novembro de 1988 (dia da música)
Para o aniversário de Beethoven a 16 de Dezembro de 1988
1:30 horas da madrugada e em homenagem à Santa Cecília nossa terna Companheira, padroeira da Música.

Um Poema a Quatro Mãos de Beethoven

Meu amigo, e mestre amado
Poeta músico e escritor
Nas entre pautas de uns versos
Queremos te dedicar com amor
Nossa homenagem sincera

Porém, que não seja só quimera
Nem tampouco ficção
Essa data gloriosa

Não sei seguir com rigor
As regras de um poema ou canção
Minha regra é solta e livre
Com liberdade de expressão

Hoje somos dois a pensar
Quatro mãos a escrever
Um soneto de louvor a você
E uma sonata de amor ao luar

Sem Goethesismo
Sem Schilhersiam
Com a própria personalidade
melhorada e educada,
sem os desvãos da surdez
e da própria irreverência
da rebeldia mal educada
Volto a ti com reverencia
e na mais completa humildade

Decidi te homenagear
Com a ajuda da nossa amada
Trazendo-te magnetismos
Sem cair no empirismo
Sem cair em fatalismo

Vôo noutra meu amigo
revoltas ficaram pra trás
Tenho agora o aplauso de Deus
Dos anjos e homens de paz
Aprendi aqui no Espaço
que nós os gênios que voltarem
com uma missão qualquer
têm a obrigação e dever
de se despirem da raiva,
das mazelas e rompantes.

Pois pensamos que com isso
Iremos impor e ferir
aos que nos tenham ofendidos
pois achavamo-nos merecidos
dos sofrimentos e dores
que sentíamos no coração

Então, aqui ao chegarmos
Com toda essa bagagem
o sofrimento cresceu
ao vermos outros irmãos
que achávamos nestas paragens
Pois, no nosso entender
Foram maus e estavam bem
foram sicários, foram feitores
porém todos estavam bem

Eu que tinha sido bom
Fiz da música o meu viver
Amava a Natureza
Amava a sua beleza
Era puro de coração
Só queria dar emoção

Meus sentidos eram aguçados
Podia ouvir o canto dos pássaros
Olhar o sol e as estrelas
Sentir o perfume das flores
Sentir o sabor dos frutos
Tocar a face de Deus

Pois sendo músico, amigo
Sentia que era um Deus,
Vivia em paz comigo
Subia aos céus e além
Um dia sem mais nem menos
Amputaram-me a audição
Do céu em que eu estava
Desci toda essa imensidão
Fiquei desesperado

Não ouvia minhas músicas
Não ouvia mais os pássaros
Olhava só para o chão
Os perfumes eram outros
Os frutos eram azedos
Ao invés de face de Deus
Só tocava o meu  coração
O mundo para mim
perdeu todo sentido
só a música me salvava
de total degradação

Quando no momento da morte
ao levantar o meu punho
quis desafiar a Deus
lançando uma maldição
senti como uma flechada
atravessando o coração[1]

Nesta minha passagem
muitos anos retrocedi
passaram-me muitas cenas
dos tempos todos em que vivi
Tinha todos os quesitos
Pra cair em mãos malvadas
Quando amigos que me aguardavam
e dentre eles o teu espírito
Senti que me arrebatavam
das turbas conturbadas

Neste momento, amigo
Senti que me engrandecia
Paz enorme e duradoura
meu espírito sempre subia

Minha audição se ampliou
comercei a ouvir belos sons
E a música que marcou
minha entrada nos céus
fazendo com que novamente
eu visse a face de Deus
Acredite simplesmente
foi uma Cantata de Bach

Foi indescritível a emoção
Chorei, orei, cantei, regi
E em homenagem a um grande coração
Que muitas forças me deu aqui
Ajoelhei-me e prometi
que tudo faria para que a humanidade
sofresse menos, ou nada sofresse
ou se sofresse, que compreendesse
que todo ser é eterno
que pode e deve lutar
pra estar sempre em harmonia
e que sempre em qualquer lugar
as centelhas que Deus espalhou
estejam sempre umas c’oas outras
Em sublime e grandiosa sintonia

Ludwig Maria Van Beethoven[2]

16 de dezembro de 1988
Parabéns ao Genial e Querido Mestre de Bönn

[hr]

[1] Até aqui captada por C. A. Yezzi em 22/11/88 , 4:30 horas da madrugada
[2] Até aqui em 06/12/88 as 4:00 horas da madrugada, captada por C. A. Yezzi

Soneto Livre de Ludwig M. Van Beethoven

Deste belo e amplo horizonte
Onde reina absoluto amor
Meu espírito oscula a tua fronte
Inclino-me prestando-te um louvor.

Nasceste nessa estranha Terra
Globo perdido solto no espaço
Onde reina fome, destruição e Guerra
Sempre de tudo o que é bom escasso.

Yezzi amigo, velho companheiro
Espírito forte, bom e querido
Zelo daqui sempre por você.

Zelo também por teu bondoso coração
Imantando-o com muita emoção
DOMINGOS YEZZI meus parabéns a você.

Do seu eterno amigo,
Ludwig Maria Van Beethoven.

Captado por C. A. Yezzi em S. Paulo, 02/dez/1988 às 3 horas da madrugada.

O original manuscrito por Beethoven foi captado por C. A. Yezzi em 22/11/88, dia de Santa Cecília às 1:30 h da madrugada.

Homenagem ao Futuro Compositor Ultra-Sônico D.Yezzi

Não é só a música que agrada a GRIEGs e troianos e nem só de PONCE vive.

E se MOSSOLOV não existe mais para se bater, mas só caracú e coragem, não é só tomando um COPLAND de CHOPIN da BRAHMS numa mesa de um BACH ou se SMETANA vida alheia que se passa o tempo pensando ou não CHERUBINI aos outros.

SIBÉLIUS campos VERDI ali existem, também existem MONTEVERdis para passear. As flores ainda não MOUSSORGSKY e até os BEE-THO-VENS cantam nas altas árvores e os últimos RESPIGHIS do orvalho da noite já secaram, então, não sejamos filhos da PUCCINI, nem VIVALDIS, tampouco LEONCAVALOS para vencermos na vida.

CZIBULKA, FALLA demais, nosso coração não OFFENBACH aos outros que não conseguem SCRIABIN boas coisas sobre nós. Ele estará BELLINI por dentro, sempre CLEMENTE, GLINKAndo como quase tudo, mesmo quando as BRUCHs estiverem soltas tentando a BOCCHERINI a todos, CEZAR FRANCKs na maior parte da vida. Faça uma LISZT de coisas boas, esqueça a RAVEL, não DVORAK os outros que isso STRAVINSKY tudo e deixa os nervos em PENDERECKY. Mesmo que a NEVEN possa cair em sua vida, haverá os SAINT- SAËNS que formam a harmonia cósmica para o deleite de seus ultra-ouvidos.

WAGNER devagar, num andante com moto, ou num andantino, talvez num allegro ma num troppo, ma vivacce assái. DONIZET sempre as ações para não cair num moto-perpetuo sem fim de largos, prelúdios a árias tristes e adágios lamentosos. Ad-libitum se puder, pois, Con Rigore nem sempre ajuda.

Se possível, scherzando sempre, construa sua CORELI de FAURÊs gloriosas, pendure um BERLIOZque e o sinta ROSSINI seu pescoço e DEBUSSY na varanda da paz.

MASSENET assim for possível, não VILLA-LOBOS; MENDELSOHN palavras, expressões e composturas. Você se DARIUS MILHAUD se algo lhe ferir os ouvidos usando um band-HAYDN, ou ponha um SCHUMANNço de algodão para não escutar coisas MAHLER.

Estamos no mesmo BARTOK, talvez não BELLA, esqueça tudo é meio-dia; já é hora de MOZART. Peça seu BIZET à parmegiana e não deixe de PAGANINI a conta.

E quando quiser recordar, abra o ALBIONI da vida e não permite que os outros STRÁUSS os seus dias futuros.

ENSCHUBERT as lágrimas, meu amigo, PONCHIELLis de lado, HANDEL depressa, pegue a sua bebida preferida deGLUCKte-a poco-a-poco, rittenutto, a sotto-vocce e a tempo; poderá ser, se preferir, CHABRIER amargo ou doce ou mesmo GROFÉ com leite. Há GOUNODs p’ra tudo. ENESCO você sempre teve razão! HINDEMITHe-se quase tudo conquanto discorde-se de algumas coisas e RICCI de outras.

Não se esqueça ao se despedir de nos dizer TCHAIKOVSKY.

P.S.: Todos nós gostamos muito do BORODIN chocolate que você nos ofereceu, estava um DELIBES. Só faltou mesmo as BALAKIREVs de GOMES.

De seus colegas do Centro de Pesquisas da Ford

Rudge Ramos, 02/12/74

Os Misteriosos Mundos das Dimensões

Capítulo dedicado ao Meu Irmão Francisco e sua Família

07/3/95 – (18/4/68)

Terceira Dimensão, Quarta, Quinta, Mundos Paralelos, Mundos Extradimencionais, ou como eu prefiro denominar, Psicosferas.

As dimensões a que me refiro não são aquelas que o dicionário classifica como tamanho, ou dimensão algébrica, mas sim, localidades situadas nos campos físicos, extrafisicos, mental, extramental, sensorial, extrasensorial, patamares ou degraus unidos que envolvem o globo terrestre no seu baixo – astral ao mais alto astral, etc., até as regiões cósmico – siderais.

São também os “Registros Akashicos” ou “Registros Etéricos” onde ficam registrados todos fatos e atos do ser humano da Terra ou do Universo; registros que contém desde as micro às macro informações em todos os sentidos, “ad-eternum”, jamais se apagam e podemos buscar essas informações fora do tempo e espaço físicos.

Como são essas psicosferas, de que são feitas, quem as faz ou constrói, como são feitas, onde se localizam, como e porque se situam em determinadas regiões próximas ou distantes da crosta terrestre? Conforme fui levado a observar e ao mesmo tempo que era sendo instruído pelos meus amigos Extraterrestres (habitantes vivos de outros planetas) e pelos próprios Extraterrestres (habitantes desencarnados dessas próprias psicosferas ou mundo extradimensionais), elas são como anéis superpostas que envolvem a Terra em todas as direções como meridianos e paralelos imensos que se cruzam uns através dos outros, cada um em sua respectiva faixa vibratória ou freqüência ondulatória, sem interferência entre si, formando, como eu já disse anteriormente, degraus ou patamares, que só conseguem ser localizadas e transitar entre um e outro, tanto para baixo como para cima, as entidades ou seres que conhecem suas vibrações, nas faixas de sintonia. Ou seja, funciona para as Entidades Espirituais, Seres Extraterrestres ou mesmo pessoas físicas com auto poder mental, à guisa de uma sintonia radiofônica ou de TV bem mais fina.

Mas, para se chegar a isso há que se ter conhecimento necessário e a qualidade espiritual adequada. Não fosse isso, as entidades que “vivem” nas pisicosferas de baixo – astral teriam acesso fácil a qualquer outra faixa mais elevada provocando o descontrole e a perturbação psíquica e espiritual na faixa densa da matéria que é a crosta terrestre ou fisiosfera e se situa na Terceira Dimensão. Promoveriam então a total desarmonização e vampirização entre os assim chamados seres vivos.

Ultimamente, isto já está ocorrendo mais amiúde devido os futuros acontecimentos do fim de ciclo planetário e por força do karma e das entidades de baixo padrão vibratório terem conseguido renascer entre os vivos apenas para servirem de “ponte – mediúnica” entre os dois campos, ou seja, a psicosfera do baixo astral e a fisiosfera dos vivos, daí os acontecimentos ultra – diabólicos e de magia negra reinante nestes conturbados anos do estertor terrestre. Dai dizer-se que o “demo foi solto após mil anos”.

Mas as Entidades Positivas estão sempre alertas e quem estiver em sintonia alta com a maior das Emissoras que é Jesus não serão perturbados ou molestados pelos negativos, “Quem não deve não teme”!

Tudo é regido pela Lei Divina das Afinidades, onde os afins se juntam e os não afins se repelem. Desta forma, para passar de uma psicosfera para outra, se for mais alta, a entidade terá que elevar seu padrão vibratório espiritual ou seguir par e passo os “caminhos psicosféricos íngremes” e ultrapassar as barreiras naturais que são formadas naquelas regiões deletérias pelo conjunto ou força mental das próprias entidades negativas que lideram a região. Se uma entidade mais elevada precisar “descer” as regiões psicosféricas mais baixas, terá que reduzir ou “esfriar” suas vibrações para poder seguir pelos mesmos “caminhos” ou projetar-se entre aquela massa de entidades sofredoras. Em ambos os casos não é fácil o empreendimento, muito mais difícil para as entidades negativas e bem mais sofrido para as entidades elevadas.

Essas psicosferas só existem em função da vida existente na crosta de cada planeta, e, esse tipo pode ser racional ou irracional, humana ou animal, vegetal ou mineral. As psicosferas são a principio cópias da vida ou da estrutura molecular preexistente na crosta de cada planeta, digo a principio porque após centenas ou milhares de anos de evolução essas psicosferas invertem sua posição e passam a influenciar e a interferir no “modus-vivendi” do planeta em todos esses reinos, ou seja humano, animal, vegetal, mineral, aquoso, gasoso e etc.

Levando-se em conta que o planeta Terra é relativamente novo em relação aos demais planetas do nosso sistema solar, consequentemente as manifestações de variado tipo de vida inerente a ele ocorreram mais tarde que nos outros, vida que brotava dele mesmo e foi formada também por entidades exiladas de outras orbes principalmente de outros sistemas solares em quantidade maior vinda de Capela, da Constelação “O Cocheiro”.

Consequentemente, a Engenharia Reencarnacionista Cósmica teve que preparar com antecedência nas psicosferas em torno da Terra, as regiões, bolsões ou colônias que alojassem as entidades que chegariam em número e grau com seres e afinidades, “módus-vivendis” anteriores, antes de reencarnarem em corpos físicos terrestres.

Como essa preparação para efeito de reencarnação leva algum tempo, as próprias entidades que reencarnariam foram plasmando, moldando com suas próprias vontades, desejos e forças mentais rebeldes, porém, evoluídas tecnicamente, as colônias e as cidades a seu gosto e de acordo com sua conduta espiritual. Para isso foi usado o plasma ou ectoplasma ou ainda as emulsões exaladas da própria crosta terrestre. Dai se originarem as furnas, locais tenebrosos, locais paradisíacos e assim por diante, e, ainda hoje é feito, desta forma, sempre de conformidade com as afinidades das entidades desencarnadas e em novo preparo para reencarnarem. De acordo também com seus feitos ou suas obras.

Não há pedreiros, nem construtores e sim plasmadores de energias que se amoldam de acordo com suas formações mentais, físicas e espirituais. Por isso, tudo parece ser igual ao que existe na Terra e na maioria das vezes, mais avançadas mais futuristas devido a origem das entidades vindas de orbes mais evoluídos.

As entidades rebeldes, se tornaram “anjos-decaídos” e se transformaram em reis do mal, formando regiões de seu domínio e liderança, sempre inconformadas com a punição celestial recebida. Combatem a Deus, ao Bem e a todos aqueles que são mansos e não pensam como eles. Formaram seu próprio império do Mal e de lá fomentam, artimanham, planejam os distúrbios, as desarmonias, os desequilíbrios entre viventes e entre eles mesmos, esquecendo-se eles que dia virá que seu império e tudo e todos que os acompanham irão de roldão e terão de recomeçar da estaca zero, como primatas em planetas que já estão sendo formados para isso.

O mal e a sua psicosfera poderão não serem exterminados para sempre, porem, serão “exportados” para locais de grande sofrimentos e atraso, até quem sabe, um dia, resolvam elevar-se e seguirem para psicosferas superiores. Deus! O Núcleo Central Cósmico e Seus Engenheiros Siderais não têm pressa. A Eternidade é Seu Tempo Absoluto! Essas psicosferas negativas vivem ou existem em função do atraso mental e espiritual de cada planeta e a tendência é de desaparecerem tão logo o planeta mude de posição no Espaço com a chegada de Sidérius o planeta higienizador, que vem em orbita contrária a orbita do sistema solar e, vem especificamente para essa função milenar.

Essas regiões serão trasmutadas para o astral ou psicosferas de planetas em inicio de evolução espalhadas pela nossa galáxia e mesmo no interior do gigantesco planeta Sidérius que é quase 30 vezes maior que o nosso Sol. Isto no que se refere aos negativos.

Para as entidades positivas e seres vivos positivos que ainda habitam a Terra, já estão sendo formados psicosferas mais evoluídas como Vênus, Marte, Mercúrio, e outros que receberão e acolherão essas entidades e seres com carinho e hospitalidade espiritualizadas.

Nas psicosferas tanto no baixo – astral, médio e alto astral, ouve-se a cor do som e, bem como o som da cor.

O tempo e espaço tem fusos mais elásticos, ou seja, o que na crosta levaríamos um dia inteiro para fazer, lá faríamos em três ou quatro horas. Tudo ocorre com mais fluidez, com mais requinte de detalhamento do que na fisiosfera, apesar de que como eu sempre digo, essas psicosferas mais próximas à crosta ainda são matéria, apesar de mais rarefeita, mais rarefeita pura, mais ainda assim são matéria, tangível e amoldável sob um poderoso fluxo mental, ou força mental.

Tudo parece-se em número e grau com a vida na Terra. As entidades que “vivem” nessas regiões, sentem dor, sentem ódio, rancor, saudades, dramas de consciência e até amor, pois chegam até a se casarem entre si, sentem prazer sexual e outras coisas mais. Portanto, a meu ver, apesar das religiões espiritas e espiritualistas negarem, eu posso afirmar e admito que haja procriação perispiritual entre eles, ou seja, como há o acasalamento também há a procriação. É assim que devem ser gerados alguns “espíritos especiais” tanto para o Mal como para o Bem. Apesar de que eu também sei que espíritos de escol ou alta estirpe ou formação, vem diretamente do Núcleo Central Cósmico e vão gerando outros em escala descendente até chegarem nos Elementais e entidades afins.

Como as Centelhas saídas do Núcleo Central ainda não são lapidadas, necessitam de uma pré-adaptação para habitar um corpo físico em seu novo “habitat” sideral, nada mais justo e técnico do que elas serem “produzidas” biotipicamente, primeiramente em ambiente psicosferico, ou astral, criando sobre elas uma pré-forma fisico-energética antes de irem tomar um corpo na crosta do planeta. Isto evita que a centelha ainda sem forma biológica tenha que ficar procurando um feto para “toma-lo” e não conseguir dar vida nem forma a ele durante várias tentativas.

Porém, isto só é possível em planetas que já possuem humanidade e psicosferas já formadas. Caso contrário, ela terá que fazer seu corpo material que estiver disponível em seu novo “habitat”, seja esse “habitat em qual planeta for, composto ou não das mesmas habitalidades similares as da Terra. Sendo formado um “corpo” energético para as centelhas nas regiões psicosféricas, esse corpo seria menos híbrido que aquele que ela teria que formar por si própria em seu novo “habitat” físico.

Já com as altas psicosferas o procedimento existencial é diferente, pois só as atinge as entidades que por seu esforço próprio, merecimento e alto padrão mental espiritual conseguem se transferir para lá.

Essas psicosferas existem em razão da criatividade cósmico-sideral das quais fazem parte entidades que há muito se desligaram dos vínculos da matéria mais densa que o físico e da “matéria mais rarefeita” que é o perispirito. Muitas das quais já não possuem mais a forma estética, são chamas, de grande iluminação e podem transfigurar-se nas formas e nas esferas que assim desejarem, é o caso dos anjos, arcanjos e seres desencarnados em outros orbes mais elevados e que tencionarem fazer algum trabalho de auxilio espiritual nas psicosferas mais baixas.

Essas altas psicosferas não ficam dependentes do que ocorrer no planeta e as vezes nem sob o que possa ocorrer no sistema solar. Podem ser influenciadas talvez, no que possa ocorrer na galáxia como um todo.

Quando eu e minha esposa fazemos nossas viagens astrais ou “projeção do duplo etérico a longa distancias em estado mental de consciência total ou semiconsciência, notamos que durante essas viagens, quer sejam elas feitas até os Umbrais ou como as chamo de psicosferas inferiores ou quando seguimos para psicosferas superiores, sempre acompanhados de Guias e Entidades especializadas, podemos fazer mais coisas em menos tempo, ou seja, se tivéssemos que fazer as mesmas coisas, tais como visitas, auxílios, palestras, no físico, não conseguiríamos, pois o tempo aqui seria mais curto ou mais rápido, enquanto que naquelas regiões fazemos tudo e parece-nos que o tempo não passa.

Concluí que isso ocorre devido aqui estarmos sujeitos a rotação terrestre em torno do seu eixo, o que nos limita aos fusos horários físicos e ao espaço também físico. Já nas psicosferas, o tempo e o espaço também se tornam mais elásticos, mais amplos parecendo portanto mais lentos, tanto nos períodos de sofrimento como nos períodos de alegria e jubilo.

Desta forma o Núcleo Central Cósmico – Deus – é mesmo Magnânimo e Justo através Suas Leis, pois é dado ao culposo todo o tempo e espaço do Universo para sofrer se arrepender e resgatar suas dividas, desintoxicar-se das mazelas que produziu sobre si mesmo e sobre os outros e aquele que foi justo e de vibração elevada usufruir muito mais ainda do que ele poderia fazer quando no físico.

Fazendo uma comparação muito rústica, tentando trazer o assunto para os tempos atuais, eu diria que o nosso perispirito é uma grande fita de gravação (tape ou video-tape). Quando queremos gravar alguma coisa da TV ou copiar de uma fita para outra devemos pensar, primeiramente, que temos em mãos uma fita virgem que tem “X” metros de comprimento exatamente igual aquela da qual vamos retirar as imagens e se forem imagens da TV, então, temos que levar em conta o tempo do programa a ser transmitido.

Tudo sendo conhecido ou previsto antecipadamente será mais fácil iniciarmos o processo de gravação. Ocorre que queremos aproveitar a fita virgem para gravarmos mais de um programa, por exemplo, programas sinfônicos. Colocamos então o video-tape que vai gravar em velocidade mais lenta do que o normal, para que desta forma aumente o espaço físico da fita e sobre a outra metade da fita para gravarmos o outro programa. Desta forma, apesar das duas fitas não correrem em tempo normal igual (o que aqui represento como o tempo e o espaço na Terra), a gravação, no seu interior, corre mais velozmente (o que aqui represento como o tempo e o espaço extrafísico ou, nas psicosferas), e na hora de assistirmos os programas gravados, os assistiremos na velocidade normal, ou seja, apesar de o conteúdo das gravações (por exemplo uma sinfonia de Beethoven seja alterado, ele continuara o mesmo.

Penso que este exemplo, aproxima o leitor do que ocorre exatamente entre as várias psicosferas e a fisiosfera (Terra) sem complicar-lhe muito o entendimento.

A velocidade normal de uma fita para video-tape é de duas horas, mas podemos reduzi-la para quatro ou seis horas. Nestes dois últimos tempos ou velocidades é como se alargássemos o espaço das fitas para caber aquilo que seria feito em duas horas. Esse “alargamento”, seria o tempo e o espaço nas psicosferas e o conteúdo a ser gravado seriamos nós, quando em visita aquelas regiões. Nada se altera em nossa compleição psicofísica, mas sim, nas regiões que nos rodeiam.

Para que o leitor tenha uma pequena idéia da correlação tempo e espaço entre a fisiosfera (crosta terrestre) e as psicosferas que no caso do relato que farei a seguir trata-se da psicosfera do baixo-astral que, comumente é chamado de umbral, onde quase tudo se assemelha a crosta terrestre, com seus vales, precipícios, furnas, cavernas, casas, castelos, locais pantanosos, lúgubres e atmosfera deletéria, pesada, quase irrespirável para nós que ainda estamos na matéria. O caso em questão já se encontra relatado em capitulo a parte, mas aqui vai a titulo de ilustração no que se refere ao mundo das dimensões.

Mensagens de Ramatís

Caro amigo MASRÁCHIMIR, igualmente fundador de um templo de iniciados na Indochina, pela primeira vez contato-me com você através da escrita. Não o fiz antes por encontrar certa dificuldade no modo de entrosamento entre eu e o aparelho. Sua sensitividade (dela) além de ser diversificada é um tanto diferente das demais, mas como tudo tem que ter um começo, aqui estou eu, apenas para dizer-lhe algumas palavras amigas.

Primeiramente quero congratular-me com você, pelo seu livro.

Isso amigo, continue sua obra, pois ela será a conclusão da sua missão junto à Terra. Seu espírito sempre deixou marcas positivas em sua caminhada, agora feche com chave de ouro distribuindo as verdadeiras pérolas de seu livro aos “porcos”, sim, por que não? A estes principalmente, pois são os que mais necessitam, são os mais carentes.

A Humanidade já está entrando para a fase da maturidade, por isso está um tanto perdida necessitando de alguém que lhe ensine a caminhar para a frente e para o alto agora mais do que nunca. É mais do que necessário uma sacudida nos homens, pois se há seitas negativas que retardam o seu próprio progresso a também de outros, há também os positivistas que apesar de serem positivistas encontram-se perdidos. Mentes perdidas, espíritos perdidos, e consequentemente físicos perdidos. Não sabem como devem agir, procuram algo e não encontram e com isso retardam o seu progresso.

As obras que você já deixou para traz serviram para acordar a humanidade, cada qual no seu tempo, é preciso agora, como já falei acima concluir a de agora para a humanidade atual, tenha a certeza de que você terá êxito, pois está assessorado por Plêiades de entidades de alto padrão. Bem meu amigo, por hoje despeço-me, pois o aparelho está bastante cansado. Continuarei um outro dia.

Ramatís

Dirigida a mim. Captada por minha esposa diretamente (psicodatilográfica), como Ramatís faz com seu médium principal, Ercílio Maez . Rib. Preto. 13/03/80, 3:15h.

Conforme explicação mental, dada em seguida, por Ramatís, no século X depois de Cristo, meu nome era MASRÁCHIMIR, um mestre iniciado que liderava uma plêiade de discípulos Homens e Mulheres, entre os quais se encontravam o amigo Dr. Gil Vicente, o Dr. Almeida, o Dr. João Evangelista, e minha esposa. Ramatís liderava outra plêiade de discípulos, somente homens.

Universo Conturbado

Outrora, na bucólica paisagem terrestre, os homens e a natureza harmonizavam-se mais e estavam mais conscientes, eram mais puros, mais inocentes apesar da vida agreste. Eram ignorantes, mas não maldosos.

Foram-lhes dadas chances de progredirem, de elevarem-se e de degrau em degrau chegaram a civilização. de pigmeus tornaram-se gigantes. Para todas essas chances que lhes foram dadas, foi preciso movimentar-se até seres de outros mundos, foi recrutada uma legião de seres prontos a sacrificarem o seu “status” e descerem a Terra afim de tornar o homem mais homem, mais gente, para não ficar sendo apenas rebotalho humano.

O que fez o homem dessas chances? Alçou vôos mais altos, muito mais alto do que sua mente pode suportar. Criou inteligência, sabedoria, avanço tecnológico, etc.

De larva rastejante, tornou-se fênix. Muitos conseguiram sair-se bem, elevaram-se tanto, que essa elevação conseguida, está virando-se como uma arma contra seu próprio peito, pois tornaram-se receosos de baixarem à cata de irmãos necessitados. Colocaram-se em seu pedestais a ditarem normas e fórmulas. Fizeram da Terra o que hoje ela é; fomentou-se guerras, crimes, ódios, etc., daí para se tornar um circulo vicioso, uma bola de neve foi apenas um passo, então surgiu o “karma” para ver se criava um jeito de fazer de certa forma, as pessoas redimirem-se fatalmente de seus erros.

Se hoje o Universo terrestre encontra-se conturbado, a maior parcela de responsabilidade cabe aos “elevados”, àqueles temerosos da contaminação natural do meio ambiente terrestre, pois os demais arriscaram-se a descer e foram envolvidos pelo emaranhado de choques e entrechoques das emanações mentais do homem já então embrutecido, assumiram suas novas posições e conseqüentes responsabilidades. Não fugiram à luta, não se acovardaram e tão pouco permitiram que outros menos evoluídos servissem de cobaias psicofísicas e assim resgatassem indiretamente as culpas ou as responsabilidades que só a eles caberia sanar. Desceram para poderem subir mais firmemente e não fizeram como aqueles outros “elevados” que s e apartaram para não descerem com medo de nunca mais poderem subir.

A conturbação se faz presente também porque existem os que em nada crêem. Não crêem nem na sua própria existência. São desprovidos da faculdade de amar, de criar e de viver.

São negativistas, são céticos, destroem todo o animo daqueles que os rodeiam. São uns infelizes fracassados, não crêem no amor porque nunca o sentiram e nem o inspiraram. Não crêem num ideal porque só tiveram apetites e ainda assim não conseguiram satisfaze-los. São como caracóis humanos, escondidos em sua casca de onde só saem para destruir os brotos novos das plantas, deixando em seu caminho um traço viscoso.

Por outro lado, deve-se dar méritos a muitos homens, pois através de migrações em migrações a Terra transformou-se no único planeta do Sistema Solar que possui versatilidade incríveis. A começar pelas variadas raças e línguas, cada povo trazendo sua arte musical, seus costumes e crenças. A Terra tem honra de ser – pasmem amigos – a escola para seres evoluídos de outros mundos. É aqui que eles aprendem muita coisa, sem se deixarem contaminar.

Enfim, amigos o que quero dizer com tudo isso é que falta pouco tempo para que se complete esse Ciclo, não somente para a Terra, mas para todo o Sistema Solar e parte desta Galáxia.

É preciso dar um basta a essas aberrações, afim de que todos tenham chances de se redimir dentro da mesma existência. É preciso dar um basta ao se cortar abruptamente existências de um Beethoven, de um Mozart, de um Chopin, de um Lincoln, de um Luther King, de um Gandhi e de centenas de outros grandes vultos que muito mais poderiam ter legado à humanidade se não fossem tolhidos pelo “karma”.

O homem quando perdoado dentro da mesma existência, aceita mais corajosamente a luta, às vezes tomba extenuado mas nunca vencido, porque sabe que há sempre duas mãos estendidas, prontas para o erguer. Sabe que o sol consegue sempre, mesmo através de cerrada vegetação, coar um raiozinho de luz que ilumina e aquece. E assim perdoando ele terá mais capacidade de criar um mundo melhor, onde impere sempre o circulo sadio do Amor, e saiba mais convictamente perdoar para ser perdoado.

Ramatís

Mensagem captada por C.A.Yezzi às 23 horas do dia 27/03/1980 em Ribeirão Preto.