Mensagem Universal

Vejam Amigos.
Vejam Senhores.
Vejam meus Jovens.
Vejam o nosso Mundo.
Vejam o nosso Cosmo.

São redomas, espirais,
dínamos, reatores,
bombas, urânio, nitrogênio, supersônicos,
o polo dieternizado,
satélites ionizados,
discos, Discos Voadores
de Marte e todo Sistema,
a presença do radar
e da energia nuclear.

Vejam também o passado.
Sáurios anti-diluvianos
de há mais de milhares de anos,
estão todos desvendados.
Esfinges desmascaradas
galáxias estranguladas.

Sabem o que é isso meus jovens?
Isso é a cultura!
Cultura sem culto nenhum.
Culto? … Culto a ídolos pra quê?
A cultura nos superou.
Eis aí meus caros jovens.
Nosso Cosmo de tudo repleto!
Agora uma pergunta:
Que é que falta para ser completo?

Falta paz – Oceano de bondade.
Falta Amor – Apanágio da deidade.
Falta União – Única felicidade.
Faltam Sorrisos – Reflexos de espontaneidade.

Falta em nossos corações
um céu mais fluorescente.
Falta um mundo diferente
com arpejos de doçura
com celestial ambiente.

A tudo saciamos; conforto, sabor material.
Isso é tudo muito natural.
Pois vivemos em um mundo
onde encontramos só duendes,
invejas maquiavélicas,
onde tudo nos enerva.

O homem desde o primate
respira uma atmosfera de medo.
Receia perder a vida, seus bens,
receia perder o amor, seu ar para respirar,
mas nada sabe conservar.
Receia perder uma situação que suspeito não merecer.
O homem receia tudo.
Por medo mata, rouba e mente.
Por medo calunia, bajula, é descrente.
Por medo se humilha, se vinga e odeia.
Por medo é infinitamente desgraçado.

O medo cultiva:
a discriminação, a desconfiança,
o preconceito, a insegurança.
O medo alucina!
Anula qualquer sentimento,
desagrega sensibilidades.
O medo acima de tudo,
favorece a inveja e a vingança.
O medo com tudo isso,
só nos traz infelicidade.

É impossível criar no mundo
Condições de vida em que,
para viver dignamente,
o homem não precisasse sucumbir à corrupção,
aceitar desigualdades
aceitar humilhação.

É impossível, pois o homem
vive eternamente pronto
ao ataque ou à defesa.
O homem, meus caros jovens,
afia eternamente suas garras
para melhor rasgar as carnes
e sentimentos alheios.

O homem é belicoso e mau.
Fecha todos os seus dedos, para,
melhor poder reter
no côncavo das suas mãos
tudo quanto possa recusar
ao próximo, aos seus irmãos.

É impossível criar no mundo
as condições de que falei.
Pois, para isso meus jovens,
Precisaríamos tudo recomeçar.
Mas podemos e devemos
criar dentro de nós mesmos,
em nosso peito, em nosso curacao
um templo de essências fraternas
que se expandam sem barreiras.

Criar grupos uníssonos,
corajosos, bem dispostos,
que exijam de nós mesmos,
compreensão e tolerância,
para fazermos da Terra
um futuro para isso.

Criar harmonização
para estarmos preparados
para enfrentarmos a tranformação
que o Fim desse ciclo nos trará.

Hajam, mexam-se, sejam versáteis.
Não fiquem atolados nas trincheiras,
trincheiras e conflitos mentais.
Se orientem por mentes mais fortes,
mentes mais amplas e abertas.
E, se não puderem agir por si somente,
concentrem-se no Amor, no “Amai-vos uns aos Outros”.

Sois livres, inteligentes,
mas, nunca se esqueçam de
que, sempre mais ali adiante
haverá alguém atolado e,
sem meios de sair,
de sua própria trincheira.

A esse alguém, caros jovens,

deveis dar o beijo fraterno,
o amor despreconceituoso,
a permuta de sentimentos,
pois, esse alguém meus amigos,
também tem para vos dar,
Amor, Sabedoria e Humildade,
mas, estando atolado,
ou melhor, aturdido, confuso,
não sabe como agir.
Terminando caros jovens.
Saibam que não existe
mérito mais louvável
ao deixarem lhes oscular as mãos,
aqueles que desejam receber
o benefício do perdão.

Apenas mais um conselho:
Tenham idéias ou ideais sadios
para que possam produzir
frutos viçosos numa unidade global,
num todo humano, mental e sideral.

Nada existe de mais piegas
do que tumultuações, hipocrisias.
Sejam sempre irmãos
sem se deixarem poluir pelo menos em suas mentes.
Enfim sedes como um grande Coral
que, reunido ou disperso,
possa produzir vibrantes Harmonias,
difundindo cores, sons e sinfonias.

Assinatura de Ludwig Maria Van Beethoven
Ludwig Maria Van Beethoven

Captado em 17.01.78 às 23:30h

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Mensagem do Compositor Finlandês Jean Sibélius

Jean Sibélius
Jean Sibélius

Eu Sibélius me identifico inteiramente com vocês amigos.

Ao desencarnar como o compositor Sibélius não mais quis voltar à matéria.

No tempo daquela minha passagem pela Terra, fui um ser triste, profundamente triste, mas era devido ao sentir grande pesar por meus irmãos sofredores da Terra. Achava que ao compor esses tipos de música, me libertava um pouco da matéria, e através da minha música eu enviava a todos os seres, bênçãos, paz, bom magnetismo. Ao mesmo tempo que isso acontecia, alçava maravilhosos vôos pelo Cosmos, me libertava desta podridão e então viajava, viajava.

O que houve comigo ao compor a Sinfonia nº 5, foi que saturado de ver guerra, sofrimento, concentrai todas as minhas forças e, grandes amigos de outros Orbes, vieram-me na buscar para na matéria mesmo, fazer uma longa viagem de nave pelo Cosmos. Não calculas o que senti, o que vi e o que fiz.

Você amigo que aí estás, foi o único que entendeu a minha mensagem que está nesta Sinfonia. Quando voltei, não calculas o bem que senti em minha matéria, em meu espírito e em minha mente.

Como última coisa que eu tenho a dizer a vocês é que me sinto realizado, pois conseguí depois de muitos anos, que alguém, utilizasse minhas músicas para fazer o bem à outrem como fizestes c/ Finlândia, pois no momento de todas as minhas composições, sabia que, um dia isso iria acontecer. Continuem amigos. Neste momento, através desta Sinfonia, muitas bênçãos, muitos alívios, foram distribuídos à àqueles que sofrem.

Mensagem do Compositor Finlandês Jean Sibélius, Página 2 (Figura 12)
Mensagem do Compositor Finlandês Jean Sibélius, Página 2 (Figura 12)
Mensagem do Compositor Finlandês Jean Sibélius, Página 1 (Figura 11)
Mensagem do Compositor Finlandês Jean Sibélius, Página 1 (Figura 11)

02/01/71 – 10 horas da noite

Captada por C. A. Yezzi mentograficamente

Duplo Soneto a Duas Mãos

(Versos Livres)

I

Luz divina que num dezembro baixou à Terra
Uma chama cósmica que ainda brilha
Deus dos sons, nesta pequenina esfera
Wagner, com orgulho o venerava e o elegia
Irmão, Mestre com profunda admiração
Grandiosa, majestática e arguta inteligência
Musicalmente inovadora, revolucionária com satisfação
Arranjava na escala seus sons sem indulgência,
Reclamavam os entendidos, os “de bom ouvido”, de sua época
Irascível, sem sua acústica disfarçava-se de déspota
Amava a vida, a humanidade e a sua música
Vivia as torturas de sua surdez como ninguém
Aglutinava sentimentos de tristezas sem vintém,
Nunca ouvindo grande parte dessa sua música

II

Buscava a perfeição e improvisava sons ao seu piano
Enxergava e ouvia interiormente os sons na pauta
Esbravejava por não poder ouvi-los com seus tímpanos
Tentava se alegrar mas sua mente incauta
Harmonizava, instrumentava, adágios que tocava
Ornamentava com seus “grupettos” famosos
Vocalizava as canções que bem cantava
Extremoso que era só, ganhava invejosos
Ninguém jamais chegará a seus pés Beethoven!
Gênio vindo de uma esfera onde só se ouvem
Especiais melodias, sinfonias cósmicas-siderais
Não poderia deixar este mundo tão cedo
Individualizou sua música universal, sem medo
Ouvindo as cores dos sons espirituais

S. Paulo 22 de novembro de 1988 (dia da música)
Para o aniversário de Beethoven a 16 de Dezembro de 1988
1:30 horas da madrugada e em homenagem à Santa Cecília nossa terna Companheira, padroeira da Música.

Um Poema a Quatro Mãos de Beethoven

Meu amigo, e mestre amado
Poeta músico e escritor
Nas entre pautas de uns versos
Queremos te dedicar com amor
Nossa homenagem sincera

Porém, que não seja só quimera
Nem tampouco ficção
Essa data gloriosa

Não sei seguir com rigor
As regras de um poema ou canção
Minha regra é solta e livre
Com liberdade de expressão

Hoje somos dois a pensar
Quatro mãos a escrever
Um soneto de louvor a você
E uma sonata de amor ao luar

Sem Goethesismo
Sem Schilhersiam
Com a própria personalidade
melhorada e educada,
sem os desvãos da surdez
e da própria irreverência
da rebeldia mal educada
Volto a ti com reverencia
e na mais completa humildade

Decidi te homenagear
Com a ajuda da nossa amada
Trazendo-te magnetismos
Sem cair no empirismo
Sem cair em fatalismo

Vôo noutra meu amigo
revoltas ficaram pra trás
Tenho agora o aplauso de Deus
Dos anjos e homens de paz
Aprendi aqui no Espaço
que nós os gênios que voltarem
com uma missão qualquer
têm a obrigação e dever
de se despirem da raiva,
das mazelas e rompantes.

Pois pensamos que com isso
Iremos impor e ferir
aos que nos tenham ofendidos
pois achavamo-nos merecidos
dos sofrimentos e dores
que sentíamos no coração

Então, aqui ao chegarmos
Com toda essa bagagem
o sofrimento cresceu
ao vermos outros irmãos
que achávamos nestas paragens
Pois, no nosso entender
Foram maus e estavam bem
foram sicários, foram feitores
porém todos estavam bem

Eu que tinha sido bom
Fiz da música o meu viver
Amava a Natureza
Amava a sua beleza
Era puro de coração
Só queria dar emoção

Meus sentidos eram aguçados
Podia ouvir o canto dos pássaros
Olhar o sol e as estrelas
Sentir o perfume das flores
Sentir o sabor dos frutos
Tocar a face de Deus

Pois sendo músico, amigo
Sentia que era um Deus,
Vivia em paz comigo
Subia aos céus e além
Um dia sem mais nem menos
Amputaram-me a audição
Do céu em que eu estava
Desci toda essa imensidão
Fiquei desesperado

Não ouvia minhas músicas
Não ouvia mais os pássaros
Olhava só para o chão
Os perfumes eram outros
Os frutos eram azedos
Ao invés de face de Deus
Só tocava o meu  coração
O mundo para mim
perdeu todo sentido
só a música me salvava
de total degradação

Quando no momento da morte
ao levantar o meu punho
quis desafiar a Deus
lançando uma maldição
senti como uma flechada
atravessando o coração[1]

Nesta minha passagem
muitos anos retrocedi
passaram-me muitas cenas
dos tempos todos em que vivi
Tinha todos os quesitos
Pra cair em mãos malvadas
Quando amigos que me aguardavam
e dentre eles o teu espírito
Senti que me arrebatavam
das turbas conturbadas

Neste momento, amigo
Senti que me engrandecia
Paz enorme e duradoura
meu espírito sempre subia

Minha audição se ampliou
comercei a ouvir belos sons
E a música que marcou
minha entrada nos céus
fazendo com que novamente
eu visse a face de Deus
Acredite simplesmente
foi uma Cantata de Bach

Foi indescritível a emoção
Chorei, orei, cantei, regi
E em homenagem a um grande coração
Que muitas forças me deu aqui
Ajoelhei-me e prometi
que tudo faria para que a humanidade
sofresse menos, ou nada sofresse
ou se sofresse, que compreendesse
que todo ser é eterno
que pode e deve lutar
pra estar sempre em harmonia
e que sempre em qualquer lugar
as centelhas que Deus espalhou
estejam sempre umas c’oas outras
Em sublime e grandiosa sintonia

Ludwig Maria Van Beethoven[2]

16 de dezembro de 1988
Parabéns ao Genial e Querido Mestre de Bönn

[hr]

[1] Até aqui captada por C. A. Yezzi em 22/11/88 , 4:30 horas da madrugada
[2] Até aqui em 06/12/88 as 4:00 horas da madrugada, captada por C. A. Yezzi

Mensagem do Espírito de Emanuel

Abaixo o texto mentografado pela médium C. A. Yezzi

Mensagem do Espírito de Emannuel, Página 1 (Figura 5)
Mensagem do Espírito de Emannuel, Página 1 (Figura 5)

Tradução:

Amigo, procura fazer dessa tua existência o constante otimismo que até agora o tem feito suportar tudo. Sei que te devo muitas explicações sendo a primeira delas a tua tão malfadada ida a Uberaba para encontrares com meu médium e lá encontrastes coisas totalmente diferente do que esperavas. Me perdoe, nisso tudo não tivemos culpa, nem meu médium e nem eu, mas foram as circunstâncias que nos levaram a falhar, mas sendo você meu espírito luminoso e inteligente compreenderá o porque de tudo isso ter acontecido.

Prossigam, amigos enfrentando a vida com mais otimismo, pois tudo se alcança quando temos persistência e mente limpa.

Estamos todos com vocês, não esmoreçam, virei outras vezes falar-vos.

Que Jesus vos abençoe e a todos nós e também a todos nossos irmãos sofredores, encarnados e desencarnados.

Emanuel

Ribeirão Pires, abril, 76

Meus Queridos

Mensagem de uma Entidade Espiritual Superior em 23/05/1980 às 23h40 em Ribeirão Preto.

Após algum tempo volto a comunicar-me com vocês. Não pensem que, pelo simples fato de não ter enviado mensagem, eu estive afastado de vocês, ao contrário, estou bem mais perto de vocês do que imaginam.

Meu amigo, irmão, pai, Domingos, não esmoreça, mais uma vez venho até você para levantar-lhe o animo. Prá frente amigo que você vencerá tudo e todos. Perdoe de coração os seus algozes. Eles são mais dignos de pena do que de rancor. Eu, como regente da Terra lhe digo que, o número de pessoas negativas é em maior número do que os positivos, mas, esses poucos positivos possuem força bastante para não deixar o mundo virar um caos total.

A miséria mental em que vivem esses seres é de cortar o coração. Eu choro por eles amigo, choro sim, porque não? Procuro amainar um pouco  suas más condições. Por isso eu peço a você, a sua e minha companheira e a todos que possuem mentes sadias, conhecimentos elevados, mente aberta, que me auxiliam, aceitando esses infelizes, dando-lhes amor, dando-lhes pensamentos positivos para que eles possam ao menos se libertarem dos que os perseguem. Acontecendo isso, automaticamente eles deixarão, também, de perseguirem suas vítimas e a reação em cadeia se quebrará e haverá mais harmonia neste tão conturbado planeta Terra.

O fim desse ciclo está chegando, estão havendo mudanças em tudo: na clima da Terra, nas calamidades, enfim em tudo. Pois, ainda há tempo de se mudar a mente humana. Graças aos Engenheiros Siderais, de 100 por cento da população terrestre, considera-se que 80 por cento é constituído de seres de outros orbes que aqui vieram no intuito de melhorar a vibração terrestre. Nenhum, mas nenhum ser que tenha vindo de outro orbe, veio porque foi “espirrado” do seu planeta de origem, isso eu garanto, eles vieram com essa determinada missão, e hão de cumpri-la até o fim.

Mensagem de Valliss II – de Plutão

Mensagem de Valliss II – de Plutão
Mensagem de Valliss II – de Plutão

Tradução

Mensagem captada por minha esposa C.A.Yezzi, emitida por um jovem plutoniano que na época tinha mais ou menos quatro a cinco anos dos nossos. Foi batizado com um nome marciano em homenagem a um ser de Marte. Chama-se Valliss II e vivera na Terra encarnado naquele compositor polonês Chopin. A Regianne tinha seis anos a mais que ele.

A mensagem foi captada em 29/maio/1977 e é dirigida a minha filha Regianne, com letra e música plutoniana de autoria dele, aqui vai a letra:

Ziemerich Voust Qualc
Loanis Nomis Quantust
Barrink Nomis Maisier
Mienik Trai Maunakakt

Ziemerich Voust Qualc
Lanudauk Maintk
Glaukalk Montk Iest
Mischak Loukat Loukat

Alk Tolis Vallis II

_*_

Regianne Minha Amada
Dona Do Meu Coração
Rainha Do meu Universo
Flor Mimosa Ainda em Botão

Regianne Minha Amada
Distâncias Nos Separam
Galáxias Planetas Que Importa!
Nossas Mentes Sempre Imperam.

Do Teu Valliss II

São Paulo, 29/ maio/1995 às 22:30h

Mensagem de Petrus da Atlântida

Mensagem de Petrus da Atlântida
Mensagem de Petrus da Atlântida

Tradução

Que a aura do mestre abranja todos os rincões do universo
Ouvi oh Deus a minha prece
Nesta minha passagem por esta casa
Sei quanto é grande a vossa Messe
Para que a distribua ao mundo inteiro

Trazei paz, amor e felicidade
A esta casa tão gentil
Trazei também a prosperidade
A união e a fraternidade

Meus Amigos, esta música me emociona tanto que não resisto a atração que por ela sinto.

Desejo amigos que nesta casa se espalhe estas flores que trago e que neste momento lanço sobre todos vocês.

Salamadi Aganium
Petrus

A escrita no topo da folha anterior é a que era usada pelos atlantis. Petrus é um velho companheiro da Atlântida.

A música: Prelúdio do 3º ato de La Traviata de Verdi, que tocava na TV.

27/12/74 – 22h