O Karma

“Dedico este capitulo a todos aqueles que de forma direta ou indireta ajudaram-me ou obrigaram-me a raciocinar com lógica sobre o karma, quer sejam eles encarnados ou não, aos seres extraterrestres e principalmente àqueles do planeta de onde vim”.

03/10/94, às 16:30h

O que é o karma (do sânscrito), ou ainda a Lei de Causas e Efeitos, ou Destino, ou Maktub (o assim estava escrito) dos árabes e muçulmanos ou eu digo – “ Ai de Ti ou Feliz de Ti no dia em que o teu passado encontrar o teu presente”!? Como o karma é produzido? É possível desfazê-lo se ele já é uma determinação prévia, ou seja, se ele já uma Lei Cósmica-Sideral e foge ao domínio do ser humano comum e das entidades espirituais?

Como as milhões de Leis que foram criando, sendo geradas no Universo Sideral à medida que este ia sendo formado nas galáxias, sistemas solares, planetas, planetóides, satélites naturais que são regidos pela Lei da Gravidade, Lei da Inércia, Lei da Sístole e da Diástole, Lei da Luz e das Sombras e milhões de outras, o karma, que é um termo extraído do Sânscrito e que significa Ação e Reação, Causas e Efeitos, e, no final das contas Destino, foi criado a partir da geração física do ser humano nos planetas em evolução como a Terra.

“A cada ação mental ou não, do ser humano há uma reação diametralmente oposta a ela e que inapelavelmente atinge o seu produtor ou espirito ou cérebro emissor inicial.”

A ação mental se dá quando o indivíduo ou ser racional emite um pensamento positivo ou não sobre outro ou sobre qualquer coisa. E, a ação oposta se dá quando o indivíduo racional reage mentalmente positivo ou negativo com formas estereotipadas de pensamento tentando combater ou mesmo atingir ou ainda se defender da emissão de seu oponente.

Estas formas pensamentos variam de conformidade com o grau de conhecimento e de intelecto tanto do emissor inicial (ação) e do reagente (reação). E, ao emitir um pensamento o cérebro produtor cria, cristaliza mesmo, a forma daquilo que deseja à ourem, ou seja, se é um pensamento negativo de vingança por exemplo, e o autor deseja eliminar seu desafeto, constatei a saída de ondas mentais em forma de punhais, balas de armas de fogo, armadilhas mil, mãos fechadas em forma de socos, mãos abertas em forma de bofetadas, raios de cores sanguinolentas que seguem em vertiginosa velocidade em direção ao coração a cabeça ou o corpo da pessoa visada e em direção do seu lar e sobre todos os membros de sua família.

Constatei também que quando a pessoa visada tem firmeza de pensamento, busca a elevação mental ela forma uma couraça protetora bem luminosa em toda a extensão do seu conjunto psicossomático ou seja corpo físico e perispírito que o protege desintegrando a onda maléfica que se for muito potente retorna ao seu emissor levando à ele tudo o que ele desejou ao outro e, é engrossado o feixe ondulatório por outras mentes maldosas que também desejam pega-lo.

Vi também que quando os demais membros da família da pessoa visada igualmente são elevadas mesmo sendo crianças contam com a ajuda de seus mentores (anjos de guarda), a onda mental negativa retorna em grupo ao seu emissor desguarnecido em suas defesas e aberto para colher sua próprias produções mentais, suas maquinações. Vez por outra essas ondas negativas quando não conseguem desarmonizar o psicossomatismo das pessoas visadas, atingem os animais da casa, que como um pára-raios sucumbem no lugar delas.

Mas, quando essas pessoas possuem uma sólida formação mental-espiritual até os animais existentes no lar são protegidos pelas auras positivas envolventes e por alguns elementais ou crianças espirituais que zelam por eles. Por isso, aquele ditado que diz que “quem está com Deus está protegido”, aqui se aplica muito bem. Bem como aquele outro; “quem não deve não teme”, também cai muito bem.

A Lei do karma se desfaz quando os envolvidos, vitima ou algoz, ao invés de se vingarem mutuamente um ao outro, emitem pensamentos e sentimos de perdão sincero, e o algoz aceita o perdão e também se perdoa a si próprio. O circulo karmático vicioso prosseguirá se qualquer uma das partes não estar convicta de que perdoou, ou foi perdoado ou se perdoou.

Portanto, de nada valerá um dizer – Eu te perdôo!, se aquele que precisa do perdão não se perdoar, Continuará ele em espirito com a sua consciência dizendo – “Mea Culpa, Mea Máxima Culpa”, e reencarnará com o propósito de receber em vida o dano que causou ao outro, seja dano físico, moral ou espiritual e só se contentará quando for punido por aquele que foi ofendido, causando portanto, mais dano àquele se o mesmo revidar ou por outro qualquer que cruze o seu caminho.

O karma é um produto da Consciência humana mas regido por Leis Cósmicas. Mesmo quando esta consciência destroi a Natureza, em todos os seus reinos, animal, vegetal, mineral, gasoso, aquático, a Natureza se volta contra ela (a consciência no ser humano), fazendo seu físico ou mesmo seu espirito sofrer os danos diretos que causou em si próprio, por exemplo : alguém perecendo sob uma arvore que cai, ou foi picado ou mordido por um animal, perecendo sob uma pedra, ou soterrado, ou afogado ou qualquer outro “aparente” acidente, Aqui cabe a frase do Mestre Jesus – “Quem com ferro fere com ferro será ferido”, ou quase – “Olho pôr olho, dente pôr dente”, digo quase porque esta lei dos judeus antigos preconiza a vingança pura e simples sem o racional ou sentimental, mas no fundo, a Natureza, Deus, ou como eu e os Ets. chamamos O Núcleo Central Cósmico, exerce as Suas Leis sobre os indivíduos uma espécie de vingança passiva de uns contra os outros ou deles contra eles próprios. Essa é a Lei do Atavismo kármico!

Nos planetas evoluídos espiritual e tecnicamente não existe o karma porque a ação interferencial não é produzida. Nos planetas só tecnicamente evoluídos, seus cientistas conseguem amenizar o karma da doença interferindo e corrigindo no genes do indivíduo, porém, nem sempre conseguem corrigir naquilo que advém de acidentes fortuitos.

Mesmo um ser evoluído tecnicamente quando visita outro planeta mais inferior e lá pratica arbitrariedades, tais como: raptos, exames físicos em seus habitantes contra a vontade destes, como se estes fossem animais mais inferiores, causando-lhes traumas físicos, psíquicos, sociais, causando acidentes, pânicos propositais, interferindo na vida animal, sacrificando mesmo algumas espécies, está sujeito a Lei kármica Universal e mais tarde ou mais cedo o que ele praticou volta-se contra ele, esteja ele onde estiver.

Atualmente, está havendo muita interferência de seres de outros planetas, evoluídos apenas tecnicamente, nos cérebros humanos da população terrestre, introduzindo nos cérebros de alguns “escolhidos”, colocando-lhes micro aparelhos à guisa de transmissores (implantes), fazendo com que estas pessoas sem consentirem sirvam-lhes de “olhos” e de “ouvidos” entre os terrestres, e quase sempre causando-lhes todo o tipo de incomodo e desarmonias psicofísicas e sociais, nestes casos, os seres que assim procedem, estão sujeitos a todas as sanções da Lei do karma e elas os atingirão com certeza, pois, os Engenheiros Siderais estão de olho neles e mesmo que passem os milênios, eles um dia reencarnarão em missão de prova no planeta dentro do qual produziram as anomalias e lá as colherão em si próprios e chorarão de saudades do seu “paraíso” perdido, como veio a ocorrer com os exilados de Capela e de outros orbes aqui na terra.

A minha frase – “Ai de ti ou feliz de ti quando o teu passado encontrar o teu presente”, sintetiza esse atavismo kármico e tenta explicar que o karma a despeito do que a maioria da humanidade pensa, principalmente as comunidades ligadas ao espiritismo, ao espiritualismo, ao esoterismo e as seitas mentalistas, não resulta ou abrange apenas as ações positivas e neutras e suas conseqüências, isto vale dizer que só recebem benefícios, tudo dá certo para ele, em tudo que coloca a mão ou interfere vira ouro, ou é bem quisto em todos os lugares, ou ainda aquele que sempre “ficou em cima do muro”, sempre quis ficar neutro sem definição de posicionamento tem seus karmas, ou seja, é kármico também o destino dessas pessoas.

Na Terra tudo é kármico, tudo tem um determinismo por ser este planeta, um planeta de expiação e aqui se paga altos preços por sermos réus, sermos bons ou ficarmos neutros. É claro que tudo é relativo e tem seu peso e sua medida, mas, nada escapa desse determinismo devido o ser humano terrestre não ter padrão de conduta racional e uma moral elevada.

Dentro da Terra, devido a várias circunstancias de alta toxidade astral, mental, espiritual e ambiental, a própria Natureza acaba tendo o seu karma, o seu determinismo, haja visto, as hecatombes as desarmonias do eco-sistema em todos os quadrantes do planeta. Mas o “pivot” principal de tudo isso, seja negativo, neutro ou positivo é o ser humano terrestre que desde tempos imemoriais “cutuca a onça com vara curta” no dizer popular, ou seja, é o autor das ações primarias contra ele próprio, contra seu semelhante e contra seu próprio planeta, e após tantos milênios de desarmonização geral, entre guerras e outras mazelas de todo tipo, as respostas ou reações do planeta no seu todo psicofísico, estão chegando avassaladoras em forma de doenças graves e terminais como a AIDS e a Ebola que estão dizimando coletividades inteiras de forma quase irreversível.

Isso é kármico ? Claro que é, pois, mesmo sendo essas doenças altamente contagiosas, transmissíveis até pelo ar, elas só atingiram aqueles que de uma forma ou de outra, no passado ou agora no presente tenham contribuído para o aparecimento delas, e estejam se situando karmicamente ao alcance dos seus tentáculos. Não há o acaso.

Mas, nos tempos atuais toda a humanidade está sujeita a esse drama, pois o “habitat” terrestre está quase totalmente contaminado, bem como, as psicosferas que o rodeiam exalam miasmas deletérios o que torna mais difícil sua reciclagem geral, além do que todas as esferas naturais que o compõem, nas florestas, em terra, no mar e no ar estão sendo progressivamente aniquiladas.

O que o grande Mestre Jesus dizia há 2000 anos: – “Ajuda-te que te ajudarei ”, foi esquecido, foi menosprezado pelos terráqueos que agora terão que assumir suas conseqüentes ondas de retorno, ou choque drásticos através da dor.

Alguém perguntará: – “mas não há inocentes que possam escapar dessa dizimação”? Toda a humanidade é culpada pelo que vem ocorrendo ?

A resposta seria sim. O planeta Terra está saturado e sua humanidade também. Há necessidade de uma drenagem da toxidade reinante e ao mesmo tempo uma paralisação por algumas dezenas ou centenas de anos dessa produção incessante de desarmonização, caso contrário, o planeta e o sistema solar não resistirão e haverá um desequilíbrio total do planeta e parcial do sistema com conseqüências imprevisíveis.

A camada de ozônio se desfazendo da atmosfera terrestre, doenças avançando, o tóxico e a bebida dominando o psiquismo humano, ameaças de conflitos beligerantes entre os povos, a cobiça, a sanha do poder, as religiões em choque, os fanáticos provocando atentados avassaladores, o crime sem motivo aparente e os acidentes nas estradas mundiais dizimando inocentes (aparentemente), destruição total do eco sistema mundial aumenta assustadoramente, o mar, o ar, e a terra, quase totalmente contaminados por poluentes os mais terríveis, os quais estão exterminando a flora, a fauna aquática e até o seu teor de sal, ou seja, uma das maiores fontes de alimentação humana.

Assim, a Terra candidata-se a retornar a Era dos Gases Metanos e dos grandes e monstruosos animais pré-históricos e a ser um dos planetas mais inabitáveis do nosso sistema solar, durante inicialmente por mais de 500/ 800 anos futuros. E não será preciso que seres de outras planetas mais avançados nos alertem desse futuro, quase certo, do planeta Terra, basta que raciocinemos sobre a desmensurada conduta do terráqueo sobre o controle, sobre a produção dos poluentes anti-naturais que joga sobre seu próprio “habitat”, para concluirmos que logo não haverá mais campo para a habitabilidade deste sofrido planeta.

O planeta Terra já está, irremediavelmente, comprometido karmicamente com as gerações futuras a curto prazo, isto é, aquelas gerações que assim mesmo tentam um renascimento na crosta terrestre; sem mencionarmos todo o comprometimento, também kármico com as gerações que no Astral ou Psicosferas terrestres ficam no aguardo da melhoria do “habitat” para poderem reencarnar.

Por que comprometimento kármico e os estragos e desarmonias incidem sobre a parte física, geológica do planeta?

E’ kármico porque vai atingir o que chamo de “meridiano genético” do ser humano, conseqüêntemente, chegando a desarmonizar-lhe o psiquismo, e todo o conjunto psicossomático com mutações irreversíveis, causando-lhe (talvez para melhor) sensíveis alterações fisico-biológicas que se ocorressem hoje elas seriam classificadas de aberrações da Natureza.

Por exemplo: toda essa tendência atual do ser humano pender para o homossexualismo masculino e feminino, e que ele chama de terceiro sexo para desculpar-se frente a Sociedade, pode resultar uma mutação futura na qual as futuras gerações serão assexuadas, ou seja nascerão sem os órgãos genitais, como em planetas mais evoluídos, porém, até chegar lá, haverá muitas aberrações fisiológicas no ser humano. As drogas, incrementadas violentamente poderão distorcer-lhe o cérebro físico e o cérebro perispiritual, ou seja, todo o conjunto psicossomático, além dos sistemas linfáticos, circulatórios, hormonais, endócrinos, auditivos, respiratórios, esqueléticos, musculares, etc., etc., causando-lhe sérias desarmonias nesses primeiros 500 anos de readaptação às nossas condições habitacionais que irão se formando lenta e gradativamente no novo planeta Terra.

Traduzido em várias línguas como sendo o Destino. O karma é na realidade o fatalismo embutido dentro de cada ser humano que no seu subconsciente o tem registrado e nem ele mesmo sabe o porque, mas reconhece que algo funesto ou benéfico vai ocorrer um dia e que terá que se ajudar para evitar ou para fazer ocorrer. O que não se pode fazer é entrar-se no karma alheio pois corre-se o risco de atrairmos para nós os “miasmas” psíquicos desses karmas, aumentando-lhes o potencial degenerador e piorando as situações alheias ou as nossas. Quando positivadas podemos e devemos procurar interferir na tentativa de ajudarmos na eliminação daqueles miasmas negativos, na cura de uma doença, na ajuda psíquica ou material, com conselhos e ajudas sociais para minorar o karma alheio e bem como o nosso. Mas tomar as dores inconseqüentemente como inocentes ou ingênuos úteis, não, pois seremos levados para o fundo por aquele que esta se afogando em seu karma, e em desespero, sem noção do que faz, nos envolverá momentaneamente mas que poderá marcar nossas vidas e aumentar nossos khármas porque algumas ações poderão ser tornadas por nós inadvertidamente que resultarão em novos khármas ramificados, um verdadeiro “moto perpetuum” psicossomático.

Os extraterrestres, muito sábios, olham, assistem e acompanham-nos em tudo a distância e só interferem naquilo que lhes for permitido universalmente, caso contrário, tornam-se aparentemente frios e calculistas, dando-nos a impressão que não estão ligando para nada e que só pensam neles. Porém, eles, com visão mais profunda que as nossas, sabem e são “instruídos” para não interferirem em karma alheio, mesmo que quem eles pretendem ajudar seja um deles reencarnado na Terra. Já houve muitos casos de interferência externa que surtiu muito sofrimento para alguns extraterrestres desde os primórdios da Terra.

Por isso a Lei Kármica é uma lei quase personalizada que se forma em torno do ser humano tenha ele consciência ou não, seja ele rústico ou politizado, atrasado ou adiantado física ou espiritualmente, e se torna uma lei coletiva quando a somatória dessas individualizações funde-se e busca o dreno coletivo para expurgo de suas toxinas. Torna-se branda quando o ser está em busca constante de sua evolução e sabe perdoar e perdoar-se permanentemente.

A Lei do Perdão é uma das únicas Leis Universais que conseguem interferir e até interromper a Lei Kármica, pois ambas são reflexos da produção mental, espiritual e do sentimento interior de cada ser humano.

Vou aqui tentar explicar como a Lei Kármica funciona na pratica da vida quotidiana dentro do planeta, na crosta e nas psicosferas, e em outros planetas quando seus habitantes entram em relacionamento com o “habitat” terrestre e, dentro do que me foi dado conhecer, a Lei Kármica entre os próprios seres extraterrestres.

Partindo do principio que no planeta Terra não existe o acaso, a não ser em rarissimas expiações e nestes casos, produzidas, por espíritos que aqui reencarnariam, ou melhor, encarnam pela primeira vez o que também já é uma exceção pois os que aqui nascem, o fazem por prova ou atavismo kármico ou em novas missões são portanto espíritos quase sempre muito antigos, independentemente do grau de evolução, muitos deles recomeçando do zero.

Desde um natimorto até uma morte acidental ou criminosa são reações kármicas, apenas o suicídio que apesar de ter as causas com conotações kármicas, as reações podem ser evitadas se o espirito tiver forças e acreditar nele mesmo. E são vários os tipos de suicídio, ou seja o suicídio lento e gradativo, que é o apego à vícios vários, como, o álcool, o fumo, as drogas e outros tipos de ingestão conscientes ou o suicídio rápido e abrupto que é o extermínio da própria vida antes do tempo previsto. Portanto, se há tempo previsto é porque o suicídio não está incluído nele.

Sabe-se nos meios espiritualistas que o espirito com tendências suicidas é de difícil recuperação, é como se ele trouxesse dentro de si um tipo de bactéria ou miasma deformativo de sua personalidade que o leva de reencarnação em reencarnação em fuga constante de suas responsabilidades para com a vida, para com a sociedade e para com o mundo e, nessas fugas apela para o suicídio e para cada suicídio que comete vai peregrinar por regiões umbralinas de grande sofrimento e autopunição, mesmo assim lhe são dadas novas oportunidades de vida progressista e duradoura mas, falha quase sempre e traz consigo como apêndices simbióticos, ou seja, como se lhe aproveitassem os mesmos fluídos e miasmas que exala, espíritos seus inimigos dos quais ele tenta fugir sempre os quais, muitas vezes foram também compungidos por ele ao suicídio também.

Desta forma, o circulo vicioso negativo fica formado e as entidades reencarnacionistas que os protegem e auxiliam tem enormes trabalhos de longos anos, perdidos apenas num átimo de insensatez momentânea. É claro que nesse tempo progressista e duradouro lhe é “contabilizado” o tempo que ele “deixou de viver” em vidas que ele cometeu o suicídio, ou seja, se ele contava em vida anterior com tempo previsto de vida de 80 anos e cometeu o suicídio aos 40, deixou de viver ou encurtou 40 , neste caso, o seu tempo natural de vida nesta encarnação seria também de 40 anos; sem cometer suicídio, desencarnando por distúrbios físicos. Cada caso é um caso e pelo que sou informado, todas são estudados nos mínimos detalhes e por isso há as exceções que aparentemente fogem às regras.

Os chamados khármas coletivos quando desencarna muita gente ao mesmo tempo, tais como terremotos, bombardeios em tempo de guerra ou não, desastres com aviões ou navios, atentados monstruosos (ultimamente em voga), e outros, todos estão previstos na Lei Kharmica pois, todas as pessoas envolvidas estavam, por assim dizer, marcadas para estarem juntas naquele momento terrível pois alguma ação conjunta produziram em seu passado, ou contra a Natureza ou contra outras pessoas. “E, o seu passado encontrou o seu presente” alterando-lhes os sinais algébricos cósmicos de positivo para negativo fazendo-os colherem o que plantaram. Não existe o acaso, o que existe é o atavismo kármico e o fator surpresa é importantíssimo para que os resultados ou reações sejam conclusivas.

No caso de uma ação assassina como os atentados ou assassinatos coletivos (extermínios), ou outras ações mal intencionadas, as reações são implacáveis, e o retorno daquelas ações voltam a colher seus semeadores, no tempo e no espaço, na primeira oportunidade, e nenhuma força superior ou inferior os livrará do “choque de retorno”.

Portanto, o que esta acontecendo hoje é o mesmo que aconteceu ontem, no passado remoto, um “moto-perpetuo” sem fim, alterando-se apenas os personagens, seus corpos. O algoz de ontem é a vitima de hoje e assim pelos séculos afora até que suas consciências despertem para o perdão reciproco e para si próprio e, não havendo o perdão, terminado o ciclo planetário, esses personagens seguem habitando mundos inferiores onde reiniciarão suas vidas do ponto zero, através de sofrimentos inenarráveis até que sejam expelidos de seus perispiritos as toxinas acumuladas da recrudescência maligna. “Deus tarda mais não falta “, diz o ditado popular, e realmente assim acontece.

Na verdade, o que entra de acontecimento novo entre essas facções viciadas em todo o tipo de malefício é a presença de avatares como um Jesus, que baixam suas elevadíssimas vibrações para, entre elas darem exemplos e ensinamentos de renuncia, amor fraternal coletivo e desapego às coisas da matéria, justamente para tentar impulsiona-las em direção ao Espirito, ao transcendental, a Deus. Contudo, esse sacrifício resulta em grande sofrimento desses Iluminados, sofrimento esse que gera novas facções, novos conflitos ideológicos, novos khármas compulsivos que duram gerações e mais gerações vindo a se acalmar com a limpeza espiritual do planeta onde esses acontecimentos ocorrerem.

De onde se conclui que a lei do karma num planeta em evolução está em tudo e em todos, mesmo até no reino mineral, vegetal, aquático e gasoso e sobre tudo no reino psiquico-espiritual.

A cada mínima ação, mesmo uma ação infinitesimal, (veja-se as ações e reações dos microorganismos, tais como, miasmas, bactérias, protozoários e etc., que, reagem a medicação formando um campo de defesa e se tornando imunes a ela) isto significa que as leis cósmico-siderais vão sendo formadas à cada ação e a cada reação e não se trata de punição divina, mas sim de um mecanismo Universal Natural.

Dou um exemplo simples e palpável: “Jogando-se uma pedra sobre a extensão de um lago, fazendo-a ricochetear sobre as águas uma, duas, três vezes ou mais, formar-se aí naturalmente uma nova lei, ou seja, a outra pedra que for atirada se obedecidos o mesmo angulo, o mesmo impulso e as águas forem as mesmas em estado de movimentação ou inércia, esta pedra fará o mesmo movimento de ricocheteamento da anterior.

Assim como existem leis mecânicas e de aerodinâmicas para um simples vôo de uma mosca, de um pássaro ou ave maior, num avião, um foguete, dentro e fora da atmosfera terrestre, e etc. E muitas vezes o formato do inseto poderia contrariar as leis de aerodinâmica descobertas pelo homem porém, não contraria as Leis Universais, pois se o primeiro inseto “agiu, reagiu e voou”, o segundo e os seguintes farão o mesmo.

E’ o exemplo simples da pedra que mencionei. Entram aqui vários fatores ligados ao “habitat” inicial que reage ao receber sobre si vibrações de outros leis desde quando era um simples microcosmo e veio forjando novas leis interiores que também se inter-reagem dando campo ao nascimento de seres viventes e bem como aos seres inanimados de todas os reinos incluindo-se os da atmosferas, a qual, também é formada após ações e reações do futuro planeta em relação ao seu sol.

Desta forma O Núcleo Central Cósmico – Deus – se manifesta desde o infinitesimal núcleo da formação das galáxias, poeiras cósmicas, sois (estrelas) planetas, quasars (buracos negros), cometas, asteróides, planetoides, meteoros, meteoritos, enfim, tudo o que há no Universo Visível (sideral) e invisível (cósmico). Nada escapa as leis naturais de formação e existência, as quais, dão origem ou dão como resultado as Leis de Causa e Efeito, ou karma, dentro de cada habitat. As centelhas vão sendo geradas e lançadas naturalmente, indiscriminadamente, para todos os locais do Universo, sem tempo e sem espaço, perto ou distante e assim, os mundos vão se formando e com eles seus “habitats” e dentro destes, seus habitantes, adequados as necessidades e de acordo com essas necessidades surgem as ações e logo a seguir surgem também as reações, gerando mutações de todas as maneiras podendo haver um aglutinação separada de negativos e outra de positivos ou as duas juntas no mesmo local do Universo. Não esquecendo que o Neutro também é gerado disso tudo e tem suas leis próprias.

Portanto, as Leis Universais que dão origem as leis kharmicas circunscritas a cada planeta ou região no Espaço são resultado do equilíbrio de forças contrastantes entre si que autônoma e sistematicamente se corrigem com as causas e efeitos, as ações e reações produzidas por mentes humanas ou espirituais, físicas ou transcendentais, não havendo nunca o efeito sem causa, em qualquer região do Universo.

Sou conhecedor de que mentes poderosas, tecnicamente evoluídas, podem retardar o efeito, protelando o choque de retorno sobre suas humanidades, As vezes por milhares de anos, porém não indefinidamente, não de forma perpétua pois, chegará sempre o momento da sua “colheita obrigatória” quando essas próprias mentes guindadas por forças espirituais mais poderosas que sua tecnologia, serão obrigadas a se esporem as reações das causas que provocaram há tempos atrás, mesmo que esses tempos possam parecer uma eternidade para seres de planetas mais inferiores cujo tempo de vida útil é mais curto, planetas estes que aquelas mentes outrora poderosas tecnologicamente, porém não espiritualizadas, terão que habitar para se reciclarem e distribuir conhecimentos.

Quando me refiro as ações e reações Universais que ocorrem também e principalmente sem a intervenção humana ou da sua tecnologia, dou como exemplo o nascer e o por do Sol e a influência da Lua e dos astros na vida natural do planeta Terra.

Ao nascer, o Sol com seus raios fulgurantes e penetrantes, “liquidam” com todos os agentes das sombras, da humidade, fazendo brotar outros agentes da luz e do calor.

Ao se pôr, o Sol da ensejo ao reaparecimento daqueles agentes e de outros que só sobrevivem na noite, auxiliados pelos raios frios da Lua, os quais, influenciam as mentes e espíritos afeitos aos momentos lúgubres, bucólicos e mesmo às mentes doentias ou lunáticas que cultuam os miasmas do magnetismo lânguido sub-repticiamente longe do calor e dos raios solares diretos.

Quantas ações e reações advém desse período de vinte e quatro horas na terra?

Quantas “mortes” e “renascimentos”, quanto determinismo kármico atávico e quanta onda de choque de retorno são produzidas naturalmente, “vitimando”, “punindo”. vidas, seres e personagens desde o micro ao macrocosmo físico e espiritual em todos os quadrantes e psicosferas da Terra ocorrem com aceitação e a anuência de todos os envolvido?

Só o ser humano, dito como ser racional, se rebela e contraria esses ditames fazendo aumentar ainda mais as ações e reações sobre si mesmo!

Então o que é o karma, senão fruto do equilíbrio, da harmonização, do desequilíbrio, da desarmonização, do positivismo, do neutralismo e do negativismo que ocorre sobre tudo o que existe no Universo e conseqüentemente, dentro de cada planeta e suas respectivas psicosferas!

Alguém perguntará: – “como se dá então a premonição, a clarividência, a profecia e outras adivinhações se, como explico o karma é o determinismo, fruto de ações e reações que já se passaram, ou seja, já é o resultado efetivo dos fatos” ?

Eu respondo :- Ocorre que nos registros etéricos astrais também denominados de “registros akáshicos”, ficam arquivadas todas as ações e reações de cada indivíduo ou ser e de toda coletividade de seres físicos e espirituais, viventes na fisiosfera “crosta terrestre” e nas psicosferas ou mundos paralelos de todo o Universo, ações que já passaram e que estejam ocorrendo.

Forma-se então no Cosmo um gigantesco arquivo de resultados imutáveis, os quais poderão ser consultados “ad-eternum” através do fenômeno ou dom da psicometria no que tange ao passado e ao presente, quanto ao futuro, esses mesmos arquivos akásicos fornecem dados equacionados extraídos da somatória do sensitivo, seja ele vidente, clarividente, premonitor ou profeta, a visão do que possivelmente acontecerá se determinadas ações continuarem sendo mantidas no mesmo teor e objetivismo.

Por exemplo; Se o ser humano terrestre continuar com a sua índole belicosa, e beligerante sem que por si só altere essa conduta, fatalmente nos tempos atuais próximos terá como resultante uma guerra total, global, com exterminação da vida sobre o planeta. O mesmo ocorrerá se esse mesmo ser não alterar seus conceitos de vida, mudando seus objetivos, acabando com sua insensata ganância e a busca de lucros fáceis sem se preocupar com o eco-sistema do planeta e essa desenfreada poluição ambiental.

Qualquer que seja o sensitivo, que é um ser especial sintonizado com os registros akáshicos poderá predizer antevendo esses acontecimentos funestos.

Porém, há os casos especialissimos que obedecem um “programa” pré estabelecido por ele próprio e as entidades superiores do planeta ou sistema solar ao qual pertence esse planeta os Engenheiros Siderais, o caso de um Jesus, por exemplo, cuja vinda a Terra vinha sendo profetizada milhares de anos antes.

Neste caso os profetas ou clarividentes sintonizados com os registros akáshicos “consultam” esses “programas” pré estabelecidos pelo Alto e a margem de erro é mínima.

Já nos casos da belicosidade podem errar muito, devido haver a possibilidade de mudanças das ações belicosas iniciais do ser humano ou ainda, haver interferências de entidades superiores ou de extraterrestres positivos visando salvaguardar a vida de seus prepostos aqui na Terra.

Assim, também se dá nas vidências pessoais ou particulares ou ainda individuais para o ser humano comum, ou seja, quando ele recorre a um vidente ou cartomante seria, para indagar sobre seu futuro ou suas vidas passadas.

Nesses casos, fica a disposição do vidente uma micro-milionésima parte daqueles gigantescos registros akáshicos, mas mesmo assim com grande margem de erro no tocante aquilo que não foi programado antecipadamente por ele e seus superiores no astral e com mínima margem de erro para aquilo que fora programado e que neste caso pode ser chamado de karma, destino ou determinismo. Se faz necessária uma sensibilidade bem apurada do sensitivo para entrar na sintonia exata e não cometer enganos ridículos e até fatais para sua carreira, que poderá ser interrompida com o bloqueio de seus dons mediúnicos.

Portanto, o karma sendo a Lei de Causa e Efeito, havendo a causa, o efeito é quase que irreversível transformando-se em determinismo e se é determinismo os resultados são matemáticos e podem ser captados, lidos, profetizados, centenas ou milhares de anos antes que aconteçam, podendo ate sofrerem alterações, também estas previstas com antecedência ou não, ou não sofrerem as alterações devido aos entraves provocados pelas próprias ações ou causas, estas não alterações também podem ser previstas com antecipação.

Para os seres humanos mortais e que vivem em planetas inferiores como a Terra o karma circunscreve-se ao passado e presente. Para as entidades espirituais já evoluídas, após seu desligamento do físico perecível não haverá mais passado, presente e futuro, mas, tudo fica transformado em Eterno Presente, e a entidade tem possibilidade de passar de um para outro instantaneamente, sem qualquer barreira a não ser a falta de conhecimento.

O mesmo ocorrendo com os seres extraterrestres bem evoluídos, que apesar de serem seres vivos habitando outros planetas, tem o conhecimento suficiente para viajarem no tempo e no espaço instantaneamente.

O karma é como se fosse uma linha de vara de pescar, a qual, o homem tem a liberdade para lança-la para onde quiser e sempre trazer coisas boas, mas que quase sempre a lança em locais errados e em momentos incertos e acaba se enrolando com a própria linha, levando mais tempo para desenroscar-se do que lança-la!

Mas, há também o karma compulsivo que ;é produzido pelo próprio ser sobre ele mesmo, por vezes entidades vingadoras, seus algozes, e a maior parte das vezes por uma deficiência ou miasma cerebral físico e espiritual que o abriga a cometer o suicídio em vidas sucessivas ou, para fugir às responsabilidades, pânico da próprio vida, desgostos interiores milenares, que o faz peregrinar pelas regiões abissais dos suicidas e danificar seu próximo físico sem que haja possibilidade de uma intervenção superior, já que ele próprio escolhe por livre arbítrio, e por falta de conscientização e de conhecimento espiritual sobre os atos e as conseqüências oriundas desses atos.

Com o advento da psicanálise, psicologia e agora, da parapsicologia, há um maior controle e prevenção desses casos, porém, o karma continua a existir e a ser registrado nos Registros Akáshicos.

Todo o ser humano com características acima, deve ser vigiado, amparado diuturnamente por seus médicos físicos, por seus parentes e durante a noite pelas entidades que se responsabilizaram pelo caso, pois durante o sono, esses seres humanos tendenciosos retornam ou são atraídos por seus algozes ou por amigos e companheiros do mesmo sofrimento, assim como outros viciados, a conviverem por algumas horas naquele antigo ambiente deletério a fim de matarem a “saudade” mutua existente entre eles, lembranças de alguma divida não resgatada ou não são utilizados como instrumentos psíquicos para atingirem outros encarnados com a mesma “vocação”, quando então , retornando ao corpo que está dormindo trazem consigo todos os miasmas daquele antigo ambiente astralino, e o saudosismo masoquista de por fim a sua nova vida através do suicídio ou, fazendo outros suicidarem-se, atingindo vingativamente de forma indireta seus familiares ou amigos para puní-los de algo que ele acha que foram coniventes ou, levando ao vício, ao mesmo vício, que estejam passando. Não se contentam em sofrer sozinhos. Por isso, são atos karmicos, que eu denomino de karma compulsivo.

Outro ângulo que deve ser analisado e comentado sobre a Lei de Ação e Reação em reposta a muitas perguntas que recebi é o seguinte Jesus o maior dos sábios que surgiram na face da Terra disse uma frase que consta dos evangelhos que é a seguinte : – “Se alguém lhe bater numa das faces do rosto, ofereça a outra face “- Até a onde consiste aí a nossa lei de defesa pessoal, moral etc. ?, neste caso, se reagirmos haverá a lei kármica contra nós? O que realmente quis dizer?

Eu tento expor dentro daquilo que me foi explicado por Entidades Vivas Superiores de outros planetas, mais evoluídos que o nosso: Primeiramente, Jesus era pelo gesto da não reação justamente pensando em proteger o ofendido pela quebra da lei kármica naquele momento, ou seja, como ninguém sabe o que fez no passado remoto, em reencarnações anteriores, poderia, se reagisse, entrar num circulo vicioso e é o que realmente vem acontecendo apesar dos seus sábios conselhos, de, ao defender-se provocar novas ações e reações que o prenderia junto ao seu algoz pelas dezenas ou centenas de anos seguintes e, a não reação do ofendido dá margens ao perdão espontâneo e evita novas descargas de ódio, raiva, vingança, mortes físicas, morais e perispirituais, sim porque o perispírito também “morre” do lado de lá para vir reencarnar-se cumprir a lei do karma com seus resgates compulsórios, irreversíveis.

Ele quis dizer que se o perdão e o amor incondicional ao próximo nos livraria do choque de retorno. E aí as perguntas continuam: Mas, frente a uma arma de fogo, ou outro tipo de arma, a um assalto, etc., deveríamos nos deixar matar, ser assaltados? E as respostas que eu recebo, explicativas são estas : Jesus não disse que deveríamos suicidarmo-nos! É necessário que saibamos que quando recebemos um corpo físico temos que zelar por ele e pelo do nosso próximo, caso nossa ação seja exigida.

Portanto, se for em defesa do nosso patrimônio carnal, devemos reagir e nos defender e ir em defesa daqueles que estão sob a nossa guarda ou que no momento precisarem de nós, caso contrario, entraremos ou cairemos na lei do karma cometendo o suicídio involuntário, encurtando nossa vida antes do tempo normal previsto, e neste caso, é claro, as reações ou choques de retornos no Astral serão mais brandos contra nós mas, existirão e desses choques, se não estivermos preparados para o perdão, geraremos novas reações contra os algozes, pois advirão dai reencontros kármicos futuros onde procuraremos então revidar “caçando” durante as vidas e mesmo no Astral aquele ou aqueles que nos ocasionarem danos irreparáveis.

E se não defendermos outros que correm riscos a nossa frente, a Lei do Karma nos apanha pela falha de omissão. Neste caso, não nos perdoaremos futuramente, bem como aquele que foi atacado também não nos perdoará pela nossa omissão, fora nossos familiares e os familiares dele, amigos e a sociedade em si. Em ambos os casos “pecamos” por não reagir e por não defender! E sendo assim o que fazer?

Respondo agora por mim: – Não havendo karma contra mim ou contra aquele que tentarei defender, as ações dos algozes não encontrarão eco, ou seja, a bala da arma do agressor não atingirá o alvo, sua arma não disparará, o atentado não terá efeito danosos e assim por diante. Mas se o agressor voltar a atacar, ou se sentirmos que ele nos atingirá inapelavelmente. Neste caso é obrigatório de nossa parte nos defendermos e a quem nos pede socorro. Se tivermos uma arma, a usaremos em defesa pessoal ou em defesa de outrem, tirando a vida, ferindo, alijando o agressor, sem sombra de dúvidas! O mesmo ocorre com os profissionais da policia e da defesa da sociedade. Eles estão ali para isso e devem cumprir sua missão.

Mas não advirão reações devido a isso?

Sim e não! Vai depender muito da mente de cada um, a qual, deve estar preparada para essas funções de defesa, auto defesa, caso contrario, o “Mea Culpa” predominará em sua consciência pessoal espiritual que o levara a querer resgatar algo que não deve! Além da mentalidade vingativa do agressor que continuará vibrando negativamente contra aqueles que o impediram de cometer aqueles atos criminosos. Criminoso é sempre criminoso e só, o conhecimento, só a espiritualização quebrará esse circulo vicioso que tende a brotar dessas contendas.

Porém, com todos esses riscos, eu pessoalmente, mesmo conhecendo tudo o que conheço da parte espiritual, cósmica e sideral, não teria dúvidas em usar os meios mais drásticos de defesa que estivessem as minhas mãos, mesmo que tivesse que tirar a vida do agressor. O resto ficaria por conta das Entidades Superiores em terem que aparar as arestas de um possível reação negativa contraria.

Essa Lei do karma tem tantos meandros que é meramente difícil mas, não impossível de explicá-los todos. Mas para o bom entendedor meia palavra ou o pouco que estou penetrando basta para que ele equalize, em todos os sentidos e para cada momento de sua vida, as soluções ou anti-soluções, se assim posso chamar, para que ele racionalmente não resvale em reações dolosas e dolorosas tanto para seu físico como para seu perispírito ou seu conjunto psicossomático. A cada ação uma reação em sentido contrario no mesmo valor, assim é a lei do karma.

Portanto, volto a frisar, a Lei de Causa e Efeito, Lei do karma, Lei de Ação e Reação ou o que Moisés quis enfatizar chamando de Olho por Olho Dente por Dente, é uma Lei só, mas, uma lei natural, onde cada coisa, cada ser, cada planeta, cada galáxia, do micro ao macrocosmo produz sobre si mesmo sem determinismo, sem destino, o “assim estava escrito” ou “maktub” dos povos maometanos muçulmanos, e somente a conscientização do ser, ou a alteração ou mutação natural de tudo no Universo poderá altera-la, mudando seu curso e amenizando seu choque de retorno.

Deus ou Núcleo Central Cósmico concorre apenas, e não determina, dá ao Universo a ambientação que propicia o funcionamento dos fenômenos de sístole e diástole, de luz e sombra do positivo neutro e do negativo, da expansão ou retração dos Corpos no Espaço e no Tempo, na Inércia ou no Movimento, no Passado, Presente e Futuro que constituem o Eterno Presente, a Manifestação do Não Manifestado, o Cósmico e o Sideral e tudo o mais, cabendo a Centelha, que se origina desse Núcleo Central Cósmico e administração, por assim dizer, do equilíbrio, da harmonização consciente dessas ações e reações.

Não há interferência Divina direta na Lei do karma, mas sim uma anuência a existência do Livre Arbítrio de tudo o que existe no Universo!

O mesmo se pode dizer em relação as doenças, umas passageiras, outras de período curto, outras no período longo. As indolores, as doloridas fisicamente, as de efeito moral e as mortes físicas rápidas, lentas e sofridas, acidentais ou criminosas. Todas elas, todos os casos sem exceção, as causas são sempre espirituais e karmáticas, mesmo que a medicina é a ciência geral convencional digam que não!

O ser humano sempre teve o seu passado, suas centenas de reencarnações, principalmente os da Terra, são rarissimas os espíritos com uma única encarnação! Se é a primeira dele no planeta Terra com certeza matemática ele vem expatriado, expulso ou requisitado de outros orbes mais adiantado ou mais atrasados que a Terra, por conseguinte, já traz em si mesmo a “folha corrida” ou prontuário kármico, que o submeterá as provas relativas aos seus antigos atos ou ações por mais remotas que elas possam ter existido. Jamais se apagarão!, boas ou mas. Isto ocorre porque estamos no limiar do terceiro milênio e não na formação do planeta. Se fosse naquela ocasião sim, poderiam encontrar os milhares de trogloditas ou “homo-sápiens” com sua primeira encarnação, atentem os leitores para o termo, estou dizendo encarnação para eles e não reencarnação que condiz mais com os tempos atuais de fim de século e do ciclo.

O Núcleo Central Cósmico – Deus – concede, ao invés de permitir, que entidades superiores, portanto mais elevadas espiritualmente, possam intervir em favor de seus protegidos, reencarnados ou não, a fim de tentarem amenizar o karma, protelando, desviando os detalhes pré-traçados em troca de outros comprometimentos mais positivos que permitem a restauração dos registros akáshicos com ações renovadoras que funcionam algebricamente, ou seja, sinais iguais soma-se, diferentes se o maior for positivo, se o maior for negativo tudo vira negativo, ou tudo vira positivo.

Vou utilizar-me aqui de expressão quase que irreverente, quase uma heresia para aqueles que ainda compreenderam o conteúdo do Núcleo Central Cósmico – Deus -, digo quase porque o que aqui menciono é o que realmente ocorre se verdadeiramente usarmos a lógica, ou seja : “um doente terminal arrependido de suas faltas pede de última hora piedade, perdão, faz mil e uma promessas que nunca fez e nunca teve pelos outros durante sua vida toda, e Deus, como respondesse diz a ele com voz elevadíssima, suavíssima, bondosíssima : – “Tudo bem, você está perdoado, a piedade que agora você pede lhe é concedida, aceito suas promessas, porém, … vai morrer assim mesmo!… E vai desfrutar das suas afinidades no Umbral até que expurgue de si mesmo as toxinas e aprenda a harmonizar o que você desarmonizou e distinga o positivo, do neutro e do negativo!

Esse é o karma, essa é a Lei de Ação e Reação, Lei de Causa e Efeito, do Olho pôr Olho, Dente pôr Dente, do Assim Estava Escrito, do “A cada um de acordo com suas obras”! ou do “Ai de Ti ou Feliz de Ti quando o Teu Passado encontrar o Teu Presente”!

D.Yezzi, S. Paulo

A Mãe Solteira

A mãe solteira, essa mulher mágica grandiosa que amando ou não seu futuro filho, faz das tripas coração para sobreviver sob as avalanches de problemas, dúvidas, incertezas, inseguranças, abandono, falta de carinho, solidão e sem vislumbres positivos quanto ao seu futuro e ao futuro do seu bebê.

Muitas se desesperam por se verem caídas em desgraça, por pensarem que até Deus as tenha abandonado naqueles terríveis nove meses que permanece com seu filho em seu ventre, outras pensam em suicídio, aborto, muitas os cometem tresloucadamente, outras resignadas e firmes decidem seguir na caminhada com firmeza e renuncias mil por não deixarem faltar nada ao seu ente querido que vai nascer.

A estas me dirijo principalmente e àquelas também, pois cada uma vive de sua maneira seu universo e o sentem da forma que o seu nível de conhecimento lhes permite ver e sentir. Ambas, as mais fraquejantes e as mais fortes, as mais pobres e até as mais ricas, são sem dúvida alguma grandes heroinas da humanidade e infelizmente poucas reconhecem o dom Divino que é o ato de por no mundo um novo ser.

Desconhecem sua trajetória kármica do passado longínquo e muito menos o seu presente e o seu futuro, por isso, dentem-se desamparadas pela sociedade e por Deus, mas na verdade, elas estão recebendo um presente dos Céus pela dádiva de poderem ser mães e darem o seu corpo para a formação de um novo corpinho para ser o altar de carne de um novo espírito que teria forçosamente que vir a nascer por ela e só por ela se desenvolver.

Portanto, essas heroínas anônimas, devem se sentir predestinadas por Deus para serem as portadoras da luz Divina que, por meios diferentes ou linhas tortas colocam no mundo novos seres que poderão servir de grandes esteios familiares e grandes bases para o próprio futuro delas mesmas suas mães sofredoras. Esses seres muitas vezes e as vezes raras brotam para serem ao mesmo tempo o amparo de suas próprias mães ou as âncoras que farão com que elas trilhem novos caminhos para o Alto e para seu equilíbrio espiritual e físico, chamando-as às responsabilidades para um novo viver sadio e objetivo com vistas na desintoxicação dos seus perispíritos cheios de culpas e mazelas ou leva-las pelo esforço e dedicação material a alimentarem em si próprias, o conceito da verdadeira mãe que é aquela que não só da luz mas se dedica a criação e a educação daquele espírito que veio através dela e portanto necessita dele para seu caminhar na vida.

Entretanto há aquelas mães solteiras que apenas dão seu corpo para dar a luz ao novo espírito, são as chamadas parideiras compulsórias, ou seja, aquelas mulheres que servem ao Criador para pôr espíritos no mundo que só poderiam vir através delas utilizando-se do seu sistema genético e que seriam rejeitados por outras ou pelo mundo se elas não existem. São portanto, abençoadas da mesma forma, pois estão contribuindo para o renascimento de almas que virão para cumprirem sua missão entre os vivos entre a humanidade e na sociedade da qual participarão.

Muitas dessas almas são de graus elevados e como já foi constatado historicamente, passam a ser heróis famosos e desbravadores de novos caminhos, levando a humanidade a novos descobrimentos, a novos conceitos de sabedoria e de resgate kármico coletivo. Desta forma, sem a existência da mãe solteira, esses personagens não existiriam, e devemos à elas grandes feitos da humanidade, grandes exemplos de humildade, dedicação, resignação, sofrimento, abnegação amor expontâneo e heroísmo.

Abençoadas sejam todas as mães solteiras que se apegam aos seus filhos mesmo sabedoras de que eles são portadores de defeitos físicos irreparáveis ou de defeitos mentais que muitas das vezes os levam a cometerem crimes hediondos e até a matarem suas próprias mães, conseqüência do forte peso kármico que entrelaça seus destinos.

Abençoadas também aquelas mães solteiras que conseguem fazer de seus filhos grandes homens ou homens e mulheres comuns, mas honestos e batalhadores e que por sua vez, colocarão no mundo outros seres que darão orgulho a suas avos que outrora foram estas mães solteiras.

Abençoadas as mães solteiras que apenas parideiras colocam no mundo seres que alegrarão outras famílias sendo delas o esteio, a base de sua união familiar e darão também enorme contribuição a humanidade, positiva ou negativamente. O importante é que esses seres teriam que vir ao mundo e só poderiam vir através dessas mães, abnegadas e sofredoras, que por nove longos meses os carregaram em seu ventre, aqueles que elas pensaram em rejeitar e expulsar sem dó nem piedade e não o fazendo resgataram com esses mesmos seres e com a humanidade, grande parte de suas dívidas kármicas.

A mãe solteira, por ser quem são, mulheres sós e abandonadas pela sorte, são a meu ver dignas dos maiores elogios e são as maiores heroínas da humanidade, que Deus pôs no mundo e cumpriram seus deveres a custa de muita dor, suor e lágrimas.

Como Se Dá a Habitabilidade dos Mundos

Sendo Deus, O Núcleo Central Cósmico, esparge de Si para todos os quadrantes do Universo os seus raios-pensantes que aqui chamarei de Centelhas.

Essas centelhas por diferenciação de micro-pulsações no momento de sua geração levam um “Y” a mais ou a menos para que, quando busquem seus invólucros (corpos) nos seus “habitats” escolham a genética feminina ou masculina. Aqui não me refiro a sexo pois em grande parte dos planetas avançados seus habitantes são assexuados, ou seja, apesar de terem a diferenciação entre homem e mulher, macho e fêmea, masculino e feminino, não possuem sexo, por isso, as centelhas nesses casos, buscam aproximação dos indivíduos cujas cadeias genéticas lhes sejam mais afim. Por que em todos os mundos que avistei e que mantive contato com seus habitantes, distingui sempre o gênero feminino do masculino, tanto pelos trejeitos delicados, linhas de contorno delicadas, e principalmente pelo instinto maternal.

Comparados com as mulheres da Terra, o gênero feminino desses habitantes assexuados são mais delicados, mesmo não possuindo os “contornos esculturais” como as mulheres da Terra. E os homens, apesar de apresentarem uma característica própria são bem mais delicados que os homens da Terra, porém, bem masculinos na acepção do termo.

Há planetas avançados e outros em evolução, habitados apenas por hermafroditas, ou seja, contendo o gênero feminino e o masculino no mesmo corpo, apesar de serem assexuados, e nos planetas em evolução, há os habitados por hermafroditas portadores dos dois sexos, macho e fêmea. Nestes casos, variam muito os contornos físicos e sua estéticas, mas, pude observar a predominância da delicadeza racional e material e bem como o toque e a responsabilidade masculina. São seres ambíguos que, para os terráqueos, suscitariam espanto e incompreensão.

Mas o Núcleo Central Cósmico Deus, composto por milhões de inteligências que vieram se formando ao longo de bilhões e bilhões de anos, através da autotransformação, geração expontânea, auto-deformação, não está preocupado com o Anti-natural que é uma conseqüência do Natural, ou seja, O Núcleo Central age naturalmente expandido-se através de seus raios-pensantes ou centelhas seguem em busca de habitar um “habitat”. O “habitat” ou mundo que naturalmente foi formado antes, adquire características de atração, absorção, repulsão dos seus afins e não afins, assim sendo, cada centelha é atraída para a periferia daquele mundo que a atraiu, ali permanecendo por vários séculos burilando o ambiente físico e as psicosferas ao redor e em seu interior que lhe permitirão o bruxuleio de uma forma de vida física ou energética, tangível ou intangível, com braços, pernas, tronco e cabeça, olhos, ouvidos, aparelhos circulatórios, aparelhos respiratórios, nervos, músculos e veias, intestinos ou bolsas estomacais, ou apenas uma chama, uma forte luz que se alimenta da Fonte Maior, O Plano Divino.

Cada centelha formará com as outras que lhe são afins o seu próprio “habitat” e, enquanto o trabalho de burilamento astral é lentamente elaborado, formado assim as regiões chamadas “espirituais”, onde se situarão os anjos, os arcanjos, os espíritos de grande magnitude que abrirão caminho para as centelhas que habitarão o solo, a crosta planetária vai sofrendo as mutações ambientais que darão origem a um tipo de vida racional e progressista, visando sempre o retorno à sua fonte criadora, O Núcleo Central.

Desta forma, os mundos vão se originando com características próprias e aqueles que por naturalidade forem mais grosseiras terão chances de elevação para os mundos imediatamente superiores a eles, os quais, também se formaram naturalmente e assim sucessivamente.

Quando as centelhas conseguirem habitar seus próprios “habitats” e alcançarem mais rapidamente o progresso servirão de “professoras” para os mais atrasados, estes por sua vez, servirão de expiação ou de expurgo para aquelas centelhas retardatárias que não conseguiram se harmonizar e até desarmonizaram seus “habitats”, estas serão compungidas a irem até os mundos ou “habitats” mais inferiores e darem lá seus exemplos de vida e de conhecimento, porém, muitas vezes, essas centelhas se tornam revoltadas, e negativas e se voltam contra seus superiores e seu Criador, transformando-se nos “tais” “anjos-decaídos”, ou demônios, e outros congêneres de que são chamados pelos que habitam aqueles mundos mais inferiores, e que por serem inferiores passam a adorá-los e serem dominados por eles, que na sua ira e negatividade transformam aquele “habitat” em caos total e obrigando então aos Engenheiros Siderais, centelhas que como eles tiveram a mesma origem mas alcançaram a elevação mais firmemente, coloquem um sistema de drenagem ou de expurgo através de um planeta como o Sidérius, “coletador de negativos” e promovam uma limpeza e higienização dos “habitats” inferiores.

A Terra é considerada hoje um desses planetas inferiores onde haverá uma grande massa de expurgados para “habitats” mais rudimentares ainda que ela.

Após as centelhas se fixarem nas regiões periféricas do “habitat” para o qual foram atraídas e lá durante milhares de anos fomentarem o “status-quo” para habitá-lo, começam a baixar em direção a crosta ou aos mares em busca do futuro organismo com o qual se revestirão (no caso da Terra é com certeza que a primeira origem orgânica foi através de batráquios que tanto vivem na água como na terra e não apenas do macaco que pode ser uma ramificação posterior, Karmática-evolutiva do ser terrestre), encontrando-o dá-se então a “incorporação” da centelha que através de pulsações começa a dar ao organismo escolhido os primeiros indícios de personalidade, racionalidade, direção grupal, de vontade própria, independente daqueles da mesma espécie que não foram incorporados, e após outros milhares de anos de “fusões e confusões” começa a adquirir forma humanoide no caso de planetas como a Terra, e outras formas, no caso de planetas mais sutis ou menos densos e rudimentares. Aí vem o primata, o “homosapiens” e outros. Já nesse estado, começam então os processos morfológicos onde seres de planetas mais evoluídos aportam fazendo os cruzamentos necessários com as fêmeas a fim de fortalecer geneticamente o ser. São as chamadas “injeções-sangüíneas”, dando-se assim a formação do que eu chamo de “meridiano genético”; ramificação onde vamos encontrar vários seres em várias e indefinidas gerações com as mesmas características de traços, costumes, maneirismos, e outros detalhes, os quais não vem a ser apenas a “árvore genealógica” conhecida pela ciência, pois nesta inclui-se de preferência os antepassados e no “meridiano genético” nós vamos encontrar seres de raças diferentes, países opostos em localização, distantes, mas que as pessoas se parecem em tudo e fazem quase que as mesmas coisas, ou os mesmos trejeitos e condutas.

As Centelhas quando saem do Núcleo Central, são ainda embrutecidas, cruas e virgens, por isso necessitam das pré-adaptações nas psicosferas de seus futuros habitats e só muito tempo depois é que “nascem” em seus novos organismos ou invólucros e iniciam a jornada de exploração planetária, a vida propriamente dita e é quando então são regidas pelas Leis Kármicas que medirão suas ações e reações, obrigando-as a permanecerem ou não naquele estágio de evolução, permitindo-lhes sempre o uso de seu livre arbítrio, porém, compungindo-as “a colherem obrigatoriamente o que plantaram”, se positivos colhem positivos, se negativos colhem negativos, e, assim em todos os demais detalhes e nuânces da vida. Sempre buscando-lhes suas lapidações, suas ascensões de retorno ao Núcleo Central, e quando, milhares ou milhões de anos de árdua ascensão chegarem ao Núcleo, voltam a ser Deus, ou Engenheiros Siderais que semeiam e controlam tudo no Universo, mais especialmente o setor, o Meridiano Cósmico por onde passaram, viveram e se tornaram especialistas. Tal como, Gósbolau, que se situa na Galáxia Centrífugas, a cem milhões de anos luz distante nós, mas é responsável pelo Nosso Sistema Solar.

Contrariando o pensamento exclusivista da Ciência, eu diria que em todo os locais do Universo poderá haver espaço para uma centelha racional ou raio-pensante que é espargido do Núcleo Central, portanto, como a própria centelha faz seu “habitat” e o “habitat” faz a centelha, a Terra é apenas mais um entre esses trilhões de locais e por sinal um ínfimo local. Como as centelhas vão para todos os quadrantes, podem muito bem irem também alojarem-se nos mundos dos “quasars”, ou buracos negros e se o local contém energia negativa ou a anti-matéria do Universo, essas poderão ter um imenso potencial negativo e se escapam daqueles locais, promovem o desequilíbrio harmônico do Universo. Portanto, a meu ver, e analisando o que os meus amigos extraterrestres dizem, aqueles com os quais mantenho contato, as centelhas saem do Núcleo, como diamantes brutos a serem lapidados, e as lapidações se dão dentro dos “habitats’ para os quais elas foram atraídas e neles, bruxuleiam a vida e a sua ascensão de volta ao Núcleo Central para de novo participarem da criação do Universo, não mais como criaturas mas já como Criadoras.

Mas, caberia a pergunta: Por que é necessário todo esse trajeto para o círculo evolutivo, como um “moto-perpétuo” se a centelha poderia permanecer dentro do Núcleo e lá mesmo evoluir?

Porque o Núcleo Central Cósmico-Deus, é expansão, criação dinâmica, mutação contínua e a centelha segundos após espargida perde o teor vibratório Central, e vai perdendo mais e mais à medida que avança para o Universo e se distancia do seu Emissor. É como se ela fosse “quentíssima” no Núcleo, ao sair dele fosse gradativamente se “resfriando” até parar no “habitat” para o qual foi atraída.

Um exemplo simples para que o leitor possa visualizar melhor o que estou dizendo, basta pensar numa pedra de radium ou qualquer outro material radioativo ou não, como por exemplo uma lâmpada comum. Seria como se quiséssemos que as radiações ou os fotônios espargidos de cada uma daquelas fontes, voltassem ou não, saíssem do núcleo radioativo ou emissor dos fotônios. Impossível, porque depois de emitidos não tem mais retorno e se puséssemos um espelho refletor revestido de chumbo na frente do Núcleo emissor, as partículas radioativas ou fotonicas bateriam no espelho e retornando se chocariam com as outras partículas que estariam sendo emitidas. Ambas se chocariam e se desviariam uma da outra formando buracos ou manchas, como no Solo, e ao se chocarem, buscariam a periferia do seu Núcleo emissor e iriam nos parecer labaredas devido a grande quantidade e grande continuidade das emissões.

Outro exemplo, um tanto “simplista”, mas que retrata bem o que quero dizer é aquele de se querer fazer o espermatózoide retornar ao saco escrotal depois de ejaculado. Impossível. E, mesmo que o colocássemos de volta lá dentro, por meios artificiais, ele já não seria o mesmo, já se teria resfriado, morrido e poderia disseminar a morte dos demais em seu interior. Busquei este exemplo porque ele faz parte do quotidiano do ser humano.

E os elementais? São centelhas também? Como se originam? De onde vem?

Da mesma forma que as centelhas que saem do Núcleo Central buscam seu “habitat” condizente com seu teor vibratório, os elementais, centelhas racionais que são também, buscam no elemento da natureza, que forma seu “habitat”, a manifestação de seu físico ou do seu veículo biotípico para explorarem seu meio-ambiente. Alguns se formam das árvores e florestas; outros, das águas dos mares, das águas dos rios; outros do fogo, outros dos ambientes mais grosseiros, grotescos e até macabros, outros do ar e etc.

Muitos desses elementais são por assim dizer formas, pensamentos de seres humanos que por ali viveram durante centenas de anos e por ali mesmo desencarnaram. São como se fossem radiações de centelhas mais rudimentares que só mantiveram contato com os elementos e com a natureza do “habitat’ e do seu próprio ser que os leva a procurar seu magnetismo, condizente com seu teor vibratório.

Ainda hoje, os gnomos, elementais das cavernas, das pedras das minas, ainda nos aparecem vestidos ao tempo da idade-média, porque, estes brotaram naquela época e se mantém como se originaram. Outros são de épocas mais remotas, mas pelo que pude avaliar, vão desaparecendo ou sendo transladados para outros locais dentro do planeta ou para outro planeta à medida que os tempos vão mudando em seu “habitat” natural. Eles são frutos do meio-ambiente e do meio-pensante da época e de um povo. Passados esse ambiente, essa época, e esse pensamento conjugado, eles desaparecem. Não morrem, simplesmente passam a viver nas suas respectivas psicosferas que não se alteram ou, são transportados para planetas onde possam se manifestar livremente.

É claro que devem estar surgindo elementais modernos afeitos ao novo ambiente, já completamente alterado, onde impera a devastação do eco-sistema, onde o ser humano mais robotizado, não tem mais aquele cuidado e respeito pelo seu “habitat”, onde também, impera o crime, as drogas, os vícios de toda a ordem. Desse ambiente soturno e às vezes macabro e desumano surgem fatalmente elementais que brotam desse meio e auxiliados pela força mental da humanidade atual e das centelhas embrutecidas se locupletam dessa situação de caos dominante.

Há também os casos, se bem que reduzidos, de centelhas que habitaram corpo humano e que por circunstâncias inóspitas e inesperadas, e desencanto com o mundo do ser humano (o caso daquela entidade de nome ZAIDA que tem a parte superior do corpo mulher e a inferior, uma cauda de serpente), passam a adotar o meio elemental onde tiveram que viver e desencarnar. E, os casos de animais muito inteligentes, que conseguem subir os degraus da centelha dos elementais, para darem prosseguimento a sua evolução.

Mas há também os casos das aberrações kármicas entre as centelhas humanas, que por uma atuação muito negativa em seu passado, vem reencarnadas como seres humanos mas, com a mediunidade de transfiguração, que sob influência do magnetismo lunar transformam-se em animais principalmente em lobisomem, em vampiros e outros, mas estes não são considerados elementais são, isto sim, portadores de um pesado karma tóxico que os obriga a perambular pelas noites como mortos-vivos.

Assim também não são considerados elementais apesar de viverem, vampirizarem os viciados e seus vícios, as entidades do baixo-astral, tais como: Pombas-Giras, Exús, e outros que sugam os fluidos do prazer sexual, da bebida, do tabaco, das drogas, das doenças de modo geral, dos ambientes de jogos e prostituição, dos ambientes mórbidos, dos ambientes de crimes, das artimanhas, dos setores dos lesa-pátria, das cadeias, dos manicômios, enfim, esferas e psicosferas negativas. Apesar de que, detectei vários tipos de elementais perniciosos que também brotam desses ambientes e se alimentam dos fluidos e miasmas ali gerados. Tais entidades, muitas vezes antiquíssimas, possuidoras tanto de grande sabedoria quanto de domínio das forças malignas, nada mais são que aquelas centelhas das quais falei anteriormente que, revoltadas contra tudo e contra todos, principalmente contra o Criador passaram de Anjos Elevados à Anjos Decaídos, carregando seus perispíritos e os de suas pseudo-vítimas, na maior parte das vezes seus antigos algozes, de alto teor de toxinas negativas que não lhes permite mais voltar ao que eram, a não ser através de grandes sofrimentos drenadores pelos quais irremediavelmente, mais cedo ou mais tarde terão que enfrentar. Terão que espontaneamente perdoar, serem perdoados e antes de tudo, se auto-perdoarem.

Por isso, encontramos elementais de toda natureza e todo o tipo de conduta, tais como: conduta bondosa e prestativa, conduta maldosa e negativa, conduta zombeteira que fazem o mal e o bem ao mesmo tempo ou não fazem nenhum dos dois, conduta passiva, defensiva, e neutra, mas, tratando-se de elementais quase todos são puros e produtos do meio, podendo ser controlados por mentes mais poderosas que as deles. Na verdade, muitas vezes são utilizados por entidades maiores como instrumentos de efeitos físicos sobre a natureza humana e sobre o eco-sistema.

Entretanto, é bom salientar que essas entidades são também muito úteis nos trabalhos reversivos ou de correção do mal ou desarmonias praticados por outros ou por elas próprias. É a utilidade racional do negativo empregada pelas Entidades Superiores.

D. Yezzi
S.P., 27/11/95

Mensagens de Ramatís

Caro amigo MASRÁCHIMIR, igualmente fundador de um templo de iniciados na Indochina, pela primeira vez contato-me com você através da escrita. Não o fiz antes por encontrar certa dificuldade no modo de entrosamento entre eu e o aparelho. Sua sensitividade (dela) além de ser diversificada é um tanto diferente das demais, mas como tudo tem que ter um começo, aqui estou eu, apenas para dizer-lhe algumas palavras amigas.

Primeiramente quero congratular-me com você, pelo seu livro.

Isso amigo, continue sua obra, pois ela será a conclusão da sua missão junto à Terra. Seu espírito sempre deixou marcas positivas em sua caminhada, agora feche com chave de ouro distribuindo as verdadeiras pérolas de seu livro aos “porcos”, sim, por que não? A estes principalmente, pois são os que mais necessitam, são os mais carentes.

A Humanidade já está entrando para a fase da maturidade, por isso está um tanto perdida necessitando de alguém que lhe ensine a caminhar para a frente e para o alto agora mais do que nunca. É mais do que necessário uma sacudida nos homens, pois se há seitas negativas que retardam o seu próprio progresso a também de outros, há também os positivistas que apesar de serem positivistas encontram-se perdidos. Mentes perdidas, espíritos perdidos, e consequentemente físicos perdidos. Não sabem como devem agir, procuram algo e não encontram e com isso retardam o seu progresso.

As obras que você já deixou para traz serviram para acordar a humanidade, cada qual no seu tempo, é preciso agora, como já falei acima concluir a de agora para a humanidade atual, tenha a certeza de que você terá êxito, pois está assessorado por Plêiades de entidades de alto padrão. Bem meu amigo, por hoje despeço-me, pois o aparelho está bastante cansado. Continuarei um outro dia.

Ramatís

Dirigida a mim. Captada por minha esposa diretamente (psicodatilográfica), como Ramatís faz com seu médium principal, Ercílio Maez . Rib. Preto. 13/03/80, 3:15h.

Conforme explicação mental, dada em seguida, por Ramatís, no século X depois de Cristo, meu nome era MASRÁCHIMIR, um mestre iniciado que liderava uma plêiade de discípulos Homens e Mulheres, entre os quais se encontravam o amigo Dr. Gil Vicente, o Dr. Almeida, o Dr. João Evangelista, e minha esposa. Ramatís liderava outra plêiade de discípulos, somente homens.

Universo Conturbado

Outrora, na bucólica paisagem terrestre, os homens e a natureza harmonizavam-se mais e estavam mais conscientes, eram mais puros, mais inocentes apesar da vida agreste. Eram ignorantes, mas não maldosos.

Foram-lhes dadas chances de progredirem, de elevarem-se e de degrau em degrau chegaram a civilização. de pigmeus tornaram-se gigantes. Para todas essas chances que lhes foram dadas, foi preciso movimentar-se até seres de outros mundos, foi recrutada uma legião de seres prontos a sacrificarem o seu “status” e descerem a Terra afim de tornar o homem mais homem, mais gente, para não ficar sendo apenas rebotalho humano.

O que fez o homem dessas chances? Alçou vôos mais altos, muito mais alto do que sua mente pode suportar. Criou inteligência, sabedoria, avanço tecnológico, etc.

De larva rastejante, tornou-se fênix. Muitos conseguiram sair-se bem, elevaram-se tanto, que essa elevação conseguida, está virando-se como uma arma contra seu próprio peito, pois tornaram-se receosos de baixarem à cata de irmãos necessitados. Colocaram-se em seu pedestais a ditarem normas e fórmulas. Fizeram da Terra o que hoje ela é; fomentou-se guerras, crimes, ódios, etc., daí para se tornar um circulo vicioso, uma bola de neve foi apenas um passo, então surgiu o “karma” para ver se criava um jeito de fazer de certa forma, as pessoas redimirem-se fatalmente de seus erros.

Se hoje o Universo terrestre encontra-se conturbado, a maior parcela de responsabilidade cabe aos “elevados”, àqueles temerosos da contaminação natural do meio ambiente terrestre, pois os demais arriscaram-se a descer e foram envolvidos pelo emaranhado de choques e entrechoques das emanações mentais do homem já então embrutecido, assumiram suas novas posições e conseqüentes responsabilidades. Não fugiram à luta, não se acovardaram e tão pouco permitiram que outros menos evoluídos servissem de cobaias psicofísicas e assim resgatassem indiretamente as culpas ou as responsabilidades que só a eles caberia sanar. Desceram para poderem subir mais firmemente e não fizeram como aqueles outros “elevados” que s e apartaram para não descerem com medo de nunca mais poderem subir.

A conturbação se faz presente também porque existem os que em nada crêem. Não crêem nem na sua própria existência. São desprovidos da faculdade de amar, de criar e de viver.

São negativistas, são céticos, destroem todo o animo daqueles que os rodeiam. São uns infelizes fracassados, não crêem no amor porque nunca o sentiram e nem o inspiraram. Não crêem num ideal porque só tiveram apetites e ainda assim não conseguiram satisfaze-los. São como caracóis humanos, escondidos em sua casca de onde só saem para destruir os brotos novos das plantas, deixando em seu caminho um traço viscoso.

Por outro lado, deve-se dar méritos a muitos homens, pois através de migrações em migrações a Terra transformou-se no único planeta do Sistema Solar que possui versatilidade incríveis. A começar pelas variadas raças e línguas, cada povo trazendo sua arte musical, seus costumes e crenças. A Terra tem honra de ser – pasmem amigos – a escola para seres evoluídos de outros mundos. É aqui que eles aprendem muita coisa, sem se deixarem contaminar.

Enfim, amigos o que quero dizer com tudo isso é que falta pouco tempo para que se complete esse Ciclo, não somente para a Terra, mas para todo o Sistema Solar e parte desta Galáxia.

É preciso dar um basta a essas aberrações, afim de que todos tenham chances de se redimir dentro da mesma existência. É preciso dar um basta ao se cortar abruptamente existências de um Beethoven, de um Mozart, de um Chopin, de um Lincoln, de um Luther King, de um Gandhi e de centenas de outros grandes vultos que muito mais poderiam ter legado à humanidade se não fossem tolhidos pelo “karma”.

O homem quando perdoado dentro da mesma existência, aceita mais corajosamente a luta, às vezes tomba extenuado mas nunca vencido, porque sabe que há sempre duas mãos estendidas, prontas para o erguer. Sabe que o sol consegue sempre, mesmo através de cerrada vegetação, coar um raiozinho de luz que ilumina e aquece. E assim perdoando ele terá mais capacidade de criar um mundo melhor, onde impere sempre o circulo sadio do Amor, e saiba mais convictamente perdoar para ser perdoado.

Ramatís

Mensagem captada por C.A.Yezzi às 23 horas do dia 27/03/1980 em Ribeirão Preto.