Os Mistérios da Tumba do Faraó Tutankamon

Faraó Tutankamon
Faraó Tutankamon

Da 18º Dinastia, do ano aproximadamente 1300 antes de Cristo, do ponto de vista Psicométrico Espiritual e Extraterrestre

Desde quando em 1922, a tumba do faraó Tutankamon foi descoberta por aquele arqueólogo inglês Howard Carter que por sua vez foi patrocinado por um outro inglês, o magnata Lord Carnavon, e após as mortes estranhas dos dois e de dezenas de outros envolvidos com aquela descoberta arqueológica do século, muita coisa se tem falado através dos meios de comunicação e muitos experts tem pesquisado os fatos e se pronunciado através de livros que quase chegam as raias da ficção e do fantástico, fazendo muitos pensarem na real existência de uma maldição sobre aqueles que de uma forma ou de outra participaram e vem participando daquele evento.

Eu, um estudioso que sou, desses assuntos intrigantes e um apaixonado por tudo aquilo que se refere ao Egito Antigo, resolvi fazer uma pesquisa transcendental, psicométrica, ao mesmo tempo fazendo perguntas aos seres extraterrestres que são analíticos por formação, para ver, ou melhor, tentar ver o “outro lado da moeda” do ponto de vista dos registros akáshikos, nos quais tudo fica registrado e deles ninguém escapa!; nem os mínimos e recônditos detalhes dos atos físicos ou das emanações mentais dos seres humanos ou não, os quais, tenham ou não participado na época há 3.300 anos atrás dos reais acontecimentos que envolveram o reinado e a súbita morte daquele jovem faraó egípcio, ou que tenham ou não, participado do descobrimento de sua tumba em meados do século atual, século XX.

Tentei fazer uma pesquisa arqueológica transcendental, através dos tempos, sem sair de casa. E, o que aqui vai relatado não significa que eu esteja com a verdade, mas significa uma tentativa de clarear um pouco mais os fatos desde o seu início, ao reinado de Tutankamon até nossos dias, sem qualquer paixão, e sempre tentando ser isento de qualquer influência, fosse ela qual fosse, afim de não tendenciar para qualquer ângulo ou facção mesmo a “facção científica”, a qual, por mais precisa que tente ser, pouco esclareceu até o momento, ao contrário, a Ciência está mais intrigada que os leigos!

“A morte colherá aquele que ousar intranquilizar o sono eterno do faraó”- este é, aproximadamente o significado dos dizeres encontrados por Carter na porta da tumba onde se achava a múmia do faraó Tutankamon. E realmente a morte colheu súbita e dolorosamente a quase todos eles, ou seja, aqueles que perturbaram seu “sono” tirando de lá sua múmia e seus ricos e maravilhosos pertences. É claro que assisti alguns documentários, li alguns livros, jornais e revistas a respeito do assunto, porém, não me deixei influenciar por nada ou por nenhum deles. Procurei “viajar” no tempo e no espaço em busca de alguma verdade, não sei se consegui, porém satisfiz o meu ego que tem a sina de querer levar esclarecimento as massas. Aqui se faz necessária uma explicação, não só para os leigos e estudiosos do assunto mas bem como, para os psicometras e estudiosos vivenciais ou não dos fenômenos paranormais.

Para que os resultados sejam positivos nestas pesquisas transcendentais, não basta ser apenas um “mediun psicômetra”, ou seja, um sensitivo que tenha o dom de “ler e sentir as camadas vibratórias de outra pessoa ou dos objetos e coisas que permaneceram registradas através dos tempos”, esse é o objetivo da psicometria, mas, como eu disse, só isso não basta, é necessário que tenhamos o “fio magnéto ou a fita magnética” que é nosso espírito, ligado a época a ser analisada e revivida, no caso, ligada a época do Egito Antigo, mais precisamente a 18º Dinastia há 3.300 atras, se não houver essa ligação, temos que ser levados aquela época “pelas mãos” das Entidades Superiores ou pelos Extraterrestres que não tem barreiras de tempo e de espaço — vivem no Eterno Presente.

Não sei exatamente qual a nossa ligação (minha e de minha esposa e de minha filha) pessoal, funesta ou positiva, com aquela dinastia, e, se tivemos alguma influência ou fomos influenciados por ela. Sabemos, isto sim, que dela participamos direta e indiretamente, e, se sabemos algo um pouco a mais, dele não pretendo falar ou escrever. Apenas nos é permitido adentrar um pouco a cortina do tempo, e desse pouco é que vou escrever.

Por incrível que possa parecer ao leitor, leigo ou não, nem sempre é dado ao psicometra presenciar seus próprios feitos sejam eles benéficos ou maléficos. Ele consegue ver “os dos outros”, com mais nitidez e os dele mais nebulosamente, se assim posso dizer, por isso não sei exatamente o que fizemos ou quem fomos naquela época, sabemos que nela vivemos e vivenciamos intensamente os fatos, mas os “comos” e os “ por quês”, não sabemos exatamente. Porém, durante nosso “passeio” até lá tudo presenciamos, ouvimos e sentimos com uma nitidez de fazer inveja ao mais moderno computador de “multimídia”.

“Chegamos ao tempo em que Tutankamon tinha aproximadamente de nove a dez anos de idade e já se sentava em seu majestoso trono, em um espaçoso salão do seu não menos majestoso palácio. Era “realmente” um menino rei. Tinha a tez morena, bem bronzeada, escura mesmo. Mais parecia um branco pintado de negro, pois possuía as feições de branco e não aquela feição dos negros africanos com nariz achatado, mas sim, um rosto oval, olhos amendoados, negros, brilhante, perscrutadores, nariz quase aquilino. Traços finos, corpo esbelto, apesar de criança ainda, e uma altivez de majestade nata, mãos longas e bem tratadas, dando-nos a impressão de delicadeza e de vontade própria, indomável. Um ar de grande inteligência e de grande vivacidade.

As seis filhas de seu antecessor o glorioso faraó Akenaton o adoravam, principalmente a mais velha Meritaton que vivia se insinuando e tentando conquistá-lo apesar de saber que sua terceira irmã Ankhsepaaton, era a prometida para ele e com quem ele haveria de estar ligado oficialmente mais tarde. Todas eram lindíssimas apesar de terem quase o dobro de sua idade naquele momento.

“Vimos e sentimos” as maquinações político-sociais e religiosas, feitas pelas mentes dos sacerdotes e militares, à socapa, por traz de sua pessoa que apesar de inteligente era de uma ingenuidade pura, sem má fé e que pensava que quem o rodeava e obedecia com aparência cega, mereceria toda a sua confiança. Mas se enganava e era enganado por todos aqueles biltres aventureiros, que só almejam a riqueza e o poder, que por infelicidade nossa, perduram até nossos dias e cujas punições kármicas, de nada resolveram para demovê-los desses tortuosos caminhos.

Quando do final do reinado de Akenaton, seu general e exército Horenheb (o filho do Falcão), hoje desencarnado como ex-chefe (cacique) da tribo de índios americanos Cheyene e que tem o nome, traduzido para nosso língua, de Falcão Ligeiro (será mera coincidência?), já almejava o trono real, porém, como não pertencia a casta dos faraós, era apenas um soldado, tinha que granjear para si a simpatia de uma das filhas de Akhenaton. E tanto fez, tanto se insinuou dentro do palácio que conseguiu conquistar a simpatia da rainha Nefertiti esposa de Akhenaton, que por sua vez, permitiu-lhe assédio à sua filha mais velha Baketamin, aquela mesma que se insinuava para o futuro pequeno Faraó Tutankamon.

O Faraó Akhenaton, como se sabe, através da história é comprovadamente através da psicometria, apregoava a existência de um único Deus e para isso levou do extremo seus ideais mudando tudo no Egito no seu reinado, destituiu todos os deuses de então para no lugar deles colocar Aton Rá, o Sol, ou melhor, o que o Sol representava para a Terra e para todo o sistema solar: Akhenaton não calculava fisicamente o astro solar, mas sim o Espírito do Sol e que ele representava como astro da Luz, do Calor, da Energia enfim da Criação. Mudou seu nome de Akhenamon para Akhenaton. Construiu uma nova capital onde a população deveria ser adepta de seus novos ideais. Claro que isso disseminava entre aquela população egípcia, crédula em Amon, pai de todos os demais deuses, um ódio e uma temeridade muito grande insuflada pelos sacerdotes da época que extraiam vantagens de todo o tipo, principalmente o ouro e as propriedades que surrupiavam dos crédulos incautos, além do poder que exerciam sobre as massas, sobre os políticos e potentados da época.

Vimos as maquinações que a classe sacerdotal e Horenheb, comandante das forças armadas, tramavam para assumirem o poder e fazer retornar tudo como era antes de Akhenaton, ou seja, um Egito com muitos deuses, um deus para cada necessidade e para cada crença. sempre visando seus interesses pessoais escusos.

Ouvimos nitidamente seus pensamentos reunidos “falarem” mais ou menos o seguinte: “- Logo após o sono eterno do faraó Akhenaton, empossaremos o pequeno Tut e o incitaremos a fazer a “vontade” popular que é o retorno de todos os deuses do Egito aos seus pedestais chefiados por Amon. Como rei ele poderá faze-lo sem que haja qualquer suspeita sobre nós. Ele ficará no trono até que tudo se normalize e o Egito reconquistando tudo que o Faraó Akhenaton deixou escapar por não ser a favor das guerras e das invasões, posses de outras terras e, consequentemente, dos despojos dos povos conquistados e paralelamente, Horenheb que é astuto e sedento de se apoderar das coroas do Egito se aproximará mais e mais da princesa Meritaton até que consiga unir-se a ela e possa ser candidato direto a substituir o pequeno Tut. Enquanto isso mandaremos construir sigilosamente a Tumba do Faraó Tutankamon.. Vamos recompensá-lo regiamente pelo seu ato de fazer o Egito retornar a sua antiga crença e para que sua alma não fique raivosa contra nossa traição por destituí-lo do seu trono imperial abruptamente.”

Como o povo egípcio acreditava na vida após a morte e temia a vingança dos deuses, principalmente ira dos deuses que protegiam ao pequeno Tut, que era sadio, forte e poderia ficar no trono por muito e muito tempo ainda, e por isso mesmo, aquela corja, temia também fosse ele influenciado pelas filhas do Faraó Akhenaton, entre elas sua futura esposa ANKHSENPAAHTON , e pela própria MERITATON que como as demais, foram criadas educadas na religião de Aton o deus único, e desta forma pudesse mudar de idéia e cair no mesmo erro daquele Faraó, engendravam por fim a sua vida, lentamente para que parecesse morte casual e assim, o povo resignado, grato, comovido e ao mesmo tempo conivente, aceitaria de bom grado lhe fossem feitas grandes louvarias e oferendas, ao mesmo tempo apoiaria a subida ao trono do astuto Horenheb.

E quando, Tutankamon atingira a flor de seus 18 anos, o assassinariam silenciosamente através de veneno lento e letal, ou uma pancada ríspida na cabeça. Horenheh subiu ao trono e deu início a uma nova dinastia a 19º que daria origem aos grandes Faraós Ramsés. Horenheh fora pai do Faraó Ramsés I, o qual, por sua vez, pai do grande Ramsés II.

Quiseram todos os participantes daquela trama, comprar a consciência deles próprios é do jovem Tutankamon e dos deuses, enquanto a tumba do rei morto enfeitada com os mais luxuosos presentes e principalmente, ouro maciço. Talvez tenham conseguido, pois, pelo que se sabe, em toda a história das dinastias egípcias nenhuma tumba fora tão contemplada com tanta riqueza e suntuosidade. Horenbeh conseguiu reinar até o fim dos seus dias sem que nada lhe ocorresse e o deus Amon também reinou por mais centenas de anos durante as futuras dinastias que se seguiram a dele.

Contudo, nada escapa ao Criador, ao Núcleo Central Cósmico, Seus Registros Akáshicos e Suas Leis! Conforme nos fora intuído, os mesmos que engendraram a morte do jovem Tut e mandaram construir sua suntuosa tumba para se livrarem da condenação dos deuses e de suas próprias consciências, retornaram mais vezes à vida com sofrimentos físicos e morais atrozes, porém, agora no Século XX, retornaram para receberem um pouco da “maldição” que eles mesmos coloraram na tumba de Tutankamon, eles próprios vieram perturbar o sono eterno que pela cobiça, maldade e desumanidade impiedosa impuseram ao rei. Quem os amaldiçoou foram seus próprios atos e suas próprias consciências. O choque de retorno os viera apanhar agora que “cheios de boas intenções” voltaram apenas para as descobertas arqueológicas e históricas. E aquele ditado que diz: “O que aqui se faz, aqui se paga”, vale para toda a eternidade! Ninguém escapa de uma forma ou de outra, da Lei de Ação e Reação, a Lei Kármica.

Eles mesmos tinham que colher o que plantaram e não os ladrões, simples violadores de túmulos. É de se admirar que quase todas as tumbas de quase todos os Faraós egípcios foram violadas, menos a de Tutankamon, a nosso ver, a mais rica de todas, pelos motivos já expostos. Não acredito que os violadores de túmulos, mesmo na antigüidade, eram ladrões egípcios, pois, o povo egípcio em geral, mesmo os ladrões, eram crédulos e temiam a ira dos deuses e sabiam “à boca pequena” que os sacerdotes se utilizaram de técnicas místicas e químicas para apanha-los mesmo que fosse “à posteriori”, ou seja, após terem roubado as tumbas. Porém, os de origem de outras raças que viviam escravizados no Egito, vindos de vários países das redondezas e que não tinham as mesmas crenças do povo egípcio e nem os mesmos temores pois, seus deuses eram outros… entre eles o ouro, é que roubavam, violavam os túmulos a até as mulheres egípcias.

Mas com Tutankamon a coisa foi diferente, deve ter corrido o boato entre o povo servil que vivia no Egito de que para aquela múmia, ou para a tumba, haviam sido usadas técnicas de conservação radioativas, que contaminariam o primeiro que tentasse viola-la, e desta forma conseguiram desencorajar os possíveis ladrões da época, os quais podiam até caçoar dos deuses egípcios, mas temiam a morte certa. Os sacerdotes egípcios talvez não soubessem quem eram os ladrões mas com certeza o saberiam quando de suas mortes pois, eles teriam que ir parar na casa da Morte para tratamento de seus corpos ou futuras múmias, se fossem egípcios, mas como não eram, morriam eles contaminados ou não, isolados entre sua gente nas vielas ou montanhas egípcias ou iam morrer em seus países de origem, por isso, não se ficava sabendo quem violava as tumbas e onde comercializavam seu conteúdo.

Voltando à Tutankamon, cuja tumba foi aberta por Carter, que não deixa de ser também um violador do ponto de vista dos antigos costumes egípcios. Pergunta-se como faziam os egípcios para fundirem aquelas peças gigantescas em ouro maciço e levarem-nas para o cemitério dos Faraós que fica há vários quilômetros de distância da cidade, sem que o povo e consequentemente os ladrões soubessem? Será que fundiam no próprio local? O que é mais provável. E os grandes sarcófagos, que pesam toneladas feitos em peça única, será que ninguém via ou desconfiava? E os operários e os ourives como chegavam para trabalhar isoladamente naqueles locais? E seus familiares? De nada sabiam?

Os sacerdotes e os ministros eram inteligentes, astutos o suficiente para preverem tudo e é claro, alguma providência deveriam tomar para que nada fosse ventilado? Será que após a construção da Tumba e colocação das relíquias encomendadas eram “liquidados” no próprio local, após as cerimônias? E não haveria cortejo ou acompanhantes no funeral de alguém tão importante?

Principalmente à Tutankamon que para o povo era o deus de todos os Faraós pois determinou o retorno de todos os deuses para o Egito, deuses que foram banidos pelo seu antecessor Akhenaton? Penso que não. O número de pessoas deveria ser restrito, ou não havia cortejo algum, só participava quem fosse levar o sarcófago e os pertences, que sob pena de perderem todos os seus familiares tinham que ficar de boca fechada mesmo sabendo que logo após a cerimônia seriam eliminados como “queima de arquivo’ como se diz hoje em dia? E como com certeza se fazia na época.

O Egito tinha muito ouro em seus estoques. Era um país muito rico com uma civilização muito adiantada, muito culta, principalmente a classe média, porém, eu particularmente acho que as raças que viviam dentro do Egito e se diziam escravizadas possuíam um estoque maior ainda do metal precioso.

Desta forma, a nossa análise e “viagem” psicométrica através dos tempos nos revelou que se houve alguma maldição, ela não foi criada pelo Faraó Tutankamon e nem pelo seu espírito que, conforme nos foi mostrado, desligou-se do físico assim que este morreu foi atraído para seu patamar espiritual ou psicosfera junto aos seus Guias Mentores, e Amigos Espirituais que o aguardavam no Espaço. Quem criou e pôs e prática essa “maldição” foram seus “mui-amigos” da corte, entre eles os sacerdotes, os militares, os políticos, os ricos e o povo, ou melhor dizendo, o espírito coletivo daquela gente que se utilizou dele e de sua boa fé da sua inteligência e ingenuidade para seus objetivos escusos e fanáticos. Foi como um “boomerang’ australiano lançado há 3.300 anos atras que percorreu o mundo em todas as suas dimensões, aguardou os acontecimentos enquanto percorria essas dimensões e retornou ao século XX de encontro aos lançadores, que já não o esperavam mais!”

“A semeadura é livre porém, a colheita é obrigatória”, já dizia o grande avatar Jesus de Nazareth há dois mil anos atras. E como Ele estava certo! Outro jargão popular “A justiça Divina Tarda mais não Falta”. E o meu ditado “Ai de ti ou feliz de ti no dia em que o teu passado encontrar o teu presente”. Nada ocorre por acaso, do ponto de vista kármico, tudo vem ao seu tempo certo. Não existe Injustiça Divina, nem protecionismo barato, o que existe é que, os infratores ou desarmonizadores do Universo são apanhados nas Malhas e pelos Tentáculos da Lei Divina – Cósmico Sideral estejam eles aonde estiverem e em quaisquer dimensões que se situarem. O Núcleo Central Cósmico não tem pressa pois Ele tem ao Seu Dispor Toda a Eternidade Infinita dentro do Seu Eterno Presente!

02/02/96

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Comentários e Curiosidades – Nicolo Paganini

Nicolo Paganini
Nicolo Paganini

Comentários e Curiosidades do Grande Violinista e Compositor Paganini Feitos ou Transmitidos Por Ele Próprio

Considerações iniciais do autor: Nicoló Paganini, italiano de Gênova, o maior violinista de todos os tempos e o maior compositor de músicas para seu instrumento, o violino, tem hoje uma estreita ligação conosco na parte espiritual, e também poderíamos dizer na parte física pois ele nos acompanha e mantém contato conosco através das vias paranormais, não apenas pelos nossos humildes dotes violinisticos e paranormais mas também por ter sido em uma de nossas vidas na Idade Média nosso pai carnal. Minha saudosa esposa Conceição que o incorporou várias vezes teve ligação também parentesca com ele naquela mesma ocasião. Através dela, nestes últimos anos enquanto ela vivia entre nós, ele conversou conosco e nos pôs a par de alguns fatos e curiosidades sobre ele próprio quando violinista os quais, alguns, narraremos aqui com intuito de levar ao leitor esclarecimentos que também fazem parte de tudo aquilo que os seres extraterrestres. “Pensam e esperam de nós”, pois formam um conjunto de conhecimentos de sintonia com a paranormalidade, trazendo a baila fatos que os estudiosos e biógrafos da vida de Paganini talvez desconheçam pois, pelo que sabemos, nunca foram revelados publicamente.

O que contam os historiadores é que devido a conduta pessoal de Paganini e seus virtuosismo alucinante criou-se uma aura de mistérios e lendas a seu respeito que causavam impacto na população da época, nas cidades e países por onde ele passava. Até a Igreja foi assolada por essa aura negativa e insipiente que proibiu que os familiares de Paganini dessem ao seu corpo um enterro normal, cristão, como a qualquer mortal.

Seu corpo e seu esquife perambularam de um local para outro, tendo sido enterrado em sua cidade natal depois de muito tampo. Tudo porque se dizia que Paganini teria sido um Fausto do Violino, ou seja, teria vendido sua alma ao demônio para poder tocar seu instrumento do jeito que tocava. Havia quem afirmasse ter visto o diabo atrás de Paganini auxiliando-o a mover seu arco e seus dedos. Tudo isso aliado as características físicas de Paganini, magro, esquelético, mãos grandes e dedos enormes que conforme verificou-se depois eram frutos de uma possível desarmonização genética, e bem como, aos acontecimentos inusitados na vida dele, durante os espetáculos tais como, apagarem-se as velas de iluminação do palco sem que ninguém o fizesse, a quebra proposital das três primeiras cordas do seu violino fazendo-o tocar numa corda só, a corda mais grave, a Sol.

Paganini nos informou que jamais fez pacto com o diabo ou com qualquer entidade malévola, entretanto, se aprofundou nos conhecimentos esotéricos, na cabala, na numerologia, na magia, tendo convivido com os ciganos, enfim, procurou se enfronhar em quase tudo que lhe permitisse o domínio da mente e ao mesmo tempo também lhe permitisse conhecer o “outro lado da vida”, como ele mesmo nos afirmou, a força de uma concentração mental, indo até o “mesmerismo” (Mesmer) que é a força ou o emprego da força magnética pessoal direcionada, justamente para que aumentasse entre o público ouvinte em geral, aquela auréola de mistérios e um certo “carisma diabólico” em torno de sua pessoa, o que lhe granjeava fama e fortuna. E foi o que realmente aconteceu,. Paganini morreu multi-milionário, mas esquecera da infortunada influencia da Igreja após sua morte. Nos parece que o próprio sobrenome Paganini, em italiano quer dizer “pagãozinho”. Como se vê esse nosso querido amigo milenar veio mesmo naquela encarnação para ser o que foi e ninguém o desviaria daquela missão maravilhosa.

Paganini nos acrescenta ainda este espantoso por menor: “Imaginem vocês, se a Igreja e aqueles que se amedrontavam frente a minha técnica e minhas características físicas, tivessem tido o trabalho de verificar ou de raciocinar, perceberiam logo que eu amava a música e ao meu instrumento e veriam que o meu instrumento predileto era e é um Guarnérius del Gesú, ou seja, Guarnério de Jesus e o seu símbolo gravado a fogo em seu interior pelo fabricante era uma cruz!. Ora, quem tem parte com o demônio não leva o nome de Jesus para todo lado e nem a cruz que é o símbolo dele. Vocês não tem um ditado que diz: “- Tal indivíduo foge de tal coisa como o diabo foge da cruz?” Pois é, isso parece que não valia para os crentes daquela época”.

Conforme o próprio Paganini nos contou nesta noite de 24 de abril de 1990 das 22:30 horas em diante, incorporando minha esposa Ceição, um exemplo típico do uso que ele fazia desse conhecimento da força da concentração mental unida a numerologia e a cabala foi a forma como ele enumerou seus maravilhosos e dificílimos vinte e quatro caprichos para violino solo op.1. Ele nos conta que seus 24 Caprichos não foram compostos em forma de estudo pois não obedecem seqüência de tonalidade, sistema de afinação ou progressividade de aprimoramento técnico, por isso ele os denominou de Caprichos e são obras estanques separadas entre si, ou seja, nada tendo a ver um com relação ao outro. não são como os prelúdios de Bach que seguem rigidamente todas as seqüências acima ou mesmo os Estudos de Chopin, para piano. Não são obras para simples estudantes, porém para virtuosas natos do violino que há muito já tenham dominado arte da técnica total desse instrumento, tanto nos segredos do arco como nos dificílimos dedilhados dos “pizziicatti” da mão esquerda e acordes duplos.

Paganini nos informa também que seus Caprichos foram sendo compostos ao longo de sua carreira durante o período áureo de sua técnica violinistica. Muita coisa ele absorveu dos ciganos que o recebiam como se ele fosse um deles.

Portanto, os Caprichos foram compostos em épocas diferentes e sendo executados por ele sem permitir sua publicação. Ele os ia escrevendo e guardando e só após todos terem sido concluídos ele os enumerou ao acaso. Da seguinte forma: Misturou, embaralhando todas as partituras, concentrou-se firmemente e foi tirando e enumerando cada uma conforme e ia aparecendo em suas mãos, como se essa numeração fosse obra do acaso, ou do destino, ou ainda, escolhida por mãos invisíveis. Assim, o Capricho nº 1 que é todo ele composto na técnica do “ricochet”, dificílima, saiu em primeiro lugar, o Capricho nº 13 que posteriormente foi denominado de “A gargalhada do diabo” coincidiu cair ele com esse número mágico ou místico na cabala.

O Capricho nº 24 que é o último é aquele que conforme nos diz Paganini e pode ser verificado, possui seu tema principal baseado numa exata inversão matemática do tema medieval “Dies Rie” que também é chamado de tema da morte ou tema do juízo final nos cantos gregorianos. Esse tema medieval foi utilizado por Lizst em sua composição “Dança da morte”, foi usado por Berlioz no 4º movimento de sua Sinfonia Fantástica – denominado de “Noite de Sabat” (Noite das orgias de feitiçaria), o compositor russo Rachmanimov tinha verdadeira obsessão por esse tema e o incluiu em várias de suas obras, entre elas “A Ilha dos Mortos”, nas Danças Fantásticas, posteriormente batizadas pelo maestro Eugene Ornandi muito amigo do compositor, como “Danças Sinfônicas”, ele também usou esse tema de forma genial na sua composição “Rapsódia sobre um tema de Paganini” na qual ele apanha o tema invertido de Paganini faz variações sobre ele, o reverte ao tema medieval original, faz variações estupendas. Ouça-se por exemplo a 18º variação , a qual ele transforma num tema romântico lindíssimo muito conhecido do grande público, dando a essa maravilhosa composição para piano e orquestra. Aqui faço uma observação pessoal sobre essa 18º variação de Rachmanimov.

Todo o amante da música erudita ou clássica sabe que Rachmanimov era um compositor sofrido, tendo ficado muito abalado com o fracasso de sua 1º sinfonia e só após três anos de absoluto silêncio e um grande tratamento psicoterápico ele deu origem ao seu Concerto nº 2 para piano, que se tornou uma das peças bases dos pianistas e dos movimentos românticos deste século.

Por conseguinte, quase todas as suas melodias são impregnadas de uma profunda nostalgia, um lamento que vem lá do fundo de sua alma e que talvez ele mesmo não soubesse explicar, pois mesmo estando já bem sucedido, morando na América do Norte, assim compunha suas melodias sempre com esse tema do Juízo Final. A sua última composição as “Danças Sinfônicas” é um exemplo típico. Pois bem, no que se trata a 18a. variação ou mais propriamente ao nº 18, nos traz, através dos processos paranormais do fenômeno da psicometria (análise do passado do espírito através dos tempos imemoriais em suas dezenas ou milhares de reencarnações), podemos concluir sem sombra de errar que Rachmanimov fez parte, como nós, da 18º Dinastia Egípcia ocorrida há uns 1400 anos antes de Cristo. Quem sabe ele veio trazendo sobre si durante todos esses séculos essa melancolia ou saudosismo na alma, que a medicina ou a ciência não conseguem explicar? Mas voltando ídolo amigo e protetor espiritual musical, Paganini, lembramos que a técnica de arco “ricochet” é a arte do virtuoso passar o arco velozmente sobre as quatro cordas do violino ricocheteando as notas entre si e produzindo um efeito de notas cintilantes. Paganini foi quem mais empregou essa técnica para demonstrar seu virtuosismo. Ele a desenvolveu de modo brilhante, mas antes, Bach na Alemanha, Vivaldi, Tartini na Itália e outros virtuosos bem como os ciganos violinistas sabiam explorar muito bem o “ricochet”. Um principiante jamais começaria a estudar o violino pelos Caprichos de Paganini, seja o nº1 ou qualquer outro.

Paganini era zeloso por suas composições e só as mandava publicar em “conta gotas” ou seja, aos poucos.

Como estranha-se que Paganini não tenha se utilizado da Técnica dos Harmônicos Simples ou Duplos nos seus Caprichos, que por sinal é uma técnica dificílima, que foi muito desenvolvida por ele e bem difundida, perguntamo-lhe por que ele não a usou em seus caprichos, ao que ele nos respondeu: “- Achei que os harmônicos ou “falangettes” com também são denominados no meio musical, não ficariam bem nos meus caprichos, não seriam apropriados, eu diria que “foi um capricho de minha parte com os meus próprios caprichos”, porém paralelamente, os inclui em todas as demais composições que combinavam muito bem. Mas, devo dar o braço a torcer” pois um grande violinista aí entre vocês, deixou registrado na 10a. variação e bem apropriado os produziu por iniciativa própria no capricho nº 24. Tenho que dizer que fiquei feliz coma idéia e a execução.”

O violinista chama-se Jacha Heifetz é um dos gênios do violino deste século. Portanto, nem sempre o autor, em algumas obras, tem a palavra final. Esse violinista fez a introdução desses harmônicos quando ainda era jovem e apesar de não se achar afeito às execuções das músicas de Paganini devido ao seu estilo macio, aveludado de tocar o violino, toca Paganini esplendidamente mesmo se dando melhor em obras de outros autores clássicos e românticos ou mais contemporâneos. Vamos narrar outro fato que ocorreu conosco envolvendo Paganini e que ocorreu na década de 70 aqui em S.Paulo no Teatro Municipal.

Nós morávamos em Ribeirão Pires, cidade da grande S.Paulo e soubemos da vinda ao Brasil e que passaria por aquele teatro, um dos maiores violonistas do mundo e a nosso ver o maior excultante das músicas de Paganini, o italo-americano Ruggero Rici, mais que depressa fomos adquirir os ingressos e convidamos um casal de amigos, amantes também da música clássica, os saudosos Pedro e Guiomar. Vimos Paganini no Astral e em nossa casa vestido a rigor com sua casaca cinza e seu inseparável Guarnérius na noite que Ricci iria tocar; Paganini nos disse: “- Vou acompanha-los e sentir a minha música ser tocada por aquele meu grande amigo do passado e que me incentivou muito de nome Rolla e que reencarnou agora como esse violinista”. Nós lhe dissemos, mas você, como desencarnado já poderia estar lá, não há necessidade de viajar quarenta e cinco quilômetros de carro conosco? Ao que ele respondeu com aquela sua voz rouca “- Eu sei, mas faço questão de estar junto de vocês e fazer todos os sacrifícios necessários para assistir o meu amigo tocando as minhas músicas”. Pois bem, respondemos será uma grande honra para nós, pena que só nós possamos ver você, nem o casal que nos acompanhará conseguirá vê-lo, pois não estão na mesma sintonia.

E assim se deu, ele viajou conosco no banco de traz do veículo. Chegando ao teatro Paganini já se mostrava impaciente, desceu do carro normalmente, despediu-se de nós dizendo que iria para o camarim de Ricci cumprimentá-lo e o acompanharia com seu violino ao palco e que nos reencontraríamos após o espetáculo, e lá se foi ele por entre a multidão que nem se apercebia da presença do grande mestre do violino entre eles, caso contrário, seria um alvoroço total. Nós quatro subimos para os nossos lugares em local muito bom, no balcão do teatro bem acima do palco onde a visão do espetáculo era esplêndida e bem como a acústica.

Posteriormente ao espetáculo fomos ao camarim cumprimentar o extraordinário Ruggero Ricci que se comunicava em inglês e pedimos para ver seu maravilhoso instrumento, o que ele cedeu com um cuidado extremo pois era raríssimo e Ricci não o colocava nas mãos de ninguém , disse-nos ele, e vimos se tratar de um autêntico Guarnérius del Gésú idêntico ao que Paganini trazia com ele. Como somos violinistas e nosso violino é bem comum, pudemos notar a leveza, o esplendor que aquele instrumento irradiava até nossos dias. Pensamos assim : “Com um instrumento destes se consegue milagres”. Porém, sabemos que se dá justamente o contrário, quanto mais sensível for o violino mais sensível e virtuoso deverá ser o executante. A nosso ver esse instrumento é mesmo como diz Paganini “uma bella donna”, ou seja, uma linda mulher que, se não soubermos como “tocá-la” ela nos rejeita e nos acusa publicamente, sem dó nem piedade.

Mas a sensação para quem é violinista, mesmo comum como nós, é indescritível, é como se aquele objeto de madeira polida tivesse vida própria, tivesse uma alma humana, e como tal precisa ser amado e corresponde ao amor que lhe é dado, nunca traindo quem o ama se ele souber todos os detalhes sobre seu comportamento, esteja ele parado em seu estojo ou em atividade sonora.

Ricci iria executar várias peças de diversos autores e terminaria com a dificílima peça de Paganini “Nel cor piu non me sento” que quer dizer mais ou menos : No coração não mais me sinto. Nesta peça Paganini colocou tudo ou quase tudo o que o violino pode fazer, porém, só alguns virtuosos conseguem fazê-lo. Vai desde as notas duplas, harpejos, “pizzicattos” com a mão esquerda, “martelaltos”, harmônicos simples e duplos, “stacatos” e “legatos”, em vertiginosa velocidade, enfim, tudo que só ele, Paganini poderia ter imaginado e composto e ele mesmo ter executado no seu instrumento, o que deixa o público estupefato, maravilhado, hipnotizado. Ricci iria ser acompanhado ao piano pelo saudoso Fritz Iank.

Ricci entrou no palco e foi ovacionado intensamente e Paganini entrou também com seu violino debaixo do braço com seus olhos brilhantes e perscrutadores olhando, fitando mesmo cada pessoa, avistou-nos e moveu um pequeno sorriso. Parecia que havia um “não sei o que” na platéia e no próprio Ruggero Ricci que muito sorridente agradecia a platéia e iniciou seu concerto. Paganini só o assistia e em dado momento não conseguindo ficar imóvel começou a tocar ao lado de Ricci. Nós, eu e minha esposa Conceição, tínhamos o privilégio de avistar e ouvir os dois magníficos violinistas. era emocionante demais para nós nossos olhos lacrimejavam e nossos corações saltavam no peito. Não há forma de podermos descrever em palavras.

Em dado momento, após ouvirmos todos aqueles ruídos de tosses e espirros em voz alta por aqueles freqüentadores mal educados que não se dão conta do incômodo e da inconveniência que proporcionam aos demais espectadores, principalmente aos executantes e ao pessoal que tem a incumbência de gravar o espetáculo. Como também fomos violinistas de orquestra sinfônica, muitas vezes ficávamos irritadíssimos com o descuidado que essas pessoas causam no ambiente e aos músicos comparecendo aos espetáculos sem as condições físicas adequadas. Mas se fosse ao contrário não haveria bilheteria, isso é certo, porém que pelo menos procurem reduzir o barulho com um lenço na boca. Paganini, colérico como um bom italiano, parou de tocar seu violino e olhando furiosamente para o lado de onde vinham os ruídos berrou: “Vátene via fenestra!” em seu dialeto e que quer dizer: “jogue-se pela janela!”. Claro que só nós o ouvimos, mas ele não deixou de dar o seu protesto. O espetáculo seguiu normalmente e Paganini irradiava sobre Ricci toda a sua vibração violinistica e Ricci parecendo contagiado dava um show à parte, principalmente quando ele executou aquela peça maravilhosa do mestre genovês.

Como se diz na gíria ele estraçalhou. Se fosse naquela época de Paganini e algum gaiato presenciasse Paganini ao lado de Ricci, com certeza diria que o virtuoso estava sendo ajudado pelo diabo!

O público delirou, aplaudindo de pé. Paganini gritava bravo! bravíssimo! Ricci deu bis durante mais de uma hora além do espetáculo. Nunca presenciamos coisa igual. Tocou vários Caprichos de Paganini e outras peças dificílimas que para ele pareciam brincadeira. Ao final fez um gesto ao público imenso que se levantara e em pé rodeava ao palco, mostrando os dedos da mão esquerda querendo dizer que eles não agüentavam mais, já estavam doendo.

E ao retornar ao seu camarim, lá já o estávamos esperando e ele dizia a todos, brincando: “- Brazil never! Brazil never!, ou seja, Brasil nunca mais, nunca mais. Mas retornou em 1978 e voltamos a assisti-lo, como sempre mostrando sua espetacular técnica violinística.

Saímos todos, Paganini encontrou-se conosco antes de entrarmos no carro fez comentários elogiosos sobre Ricci, dizendo que ele era o violinista que mais se aproximou do seu estilo e muito feliz, despediu-se de nós com seu “Arrivedercce”, Até logo, e desapareceu no ar e da nossa visão astral.

Estas informações são inéditas, as estamos divulgando ao público leitor e aos amantes da música de Paganini pela primeira vez. Esperamos que ainda possam chegar ao conhecimento do grande Ruggero Ricci que a esta altura deve estar dando aula apenas, o que nos deixaria muito felizes e a minha saudosa esposa Ceição que agora se encontra no Astral ao lado do nosso ídolo e inspirador amigo Nicoló Paganini.

À guisa de informações gostaríamos de acrescentar que se pudéssemos compor ou escolher uma música que defina bem a personalidade de Paganini além de suas próprias melodias é claro, comporíamos ou escolheríamos aquele trecho da opereta Paganini, de Franz Lehar denominado: “Quelle donne vóglio bajare” e, uma das mais perfeitas execuções é aquela feita pela “The Salon Orchestra” da Alemanha e que pode ser encontrada em discos CD.

Muitas outras curiosidades temos relatadas a nós pelo próprio Paganini, sobre determinadas obras compostas pelo Mestre, por exemplo sobre o Concerto nº6 para violino e orquestra e outras descrições inteligentes, lógicas, as vezes bem humoradas, as vezes bucólicas, porém, o amigo leitor terá a oportunidade de lê-las no volume que estamos escrevendo que trata especificamente de “Como se ouvir Música”- “aquilo que o compositor quis dizer mas não escreveu”, o qual em breve esperamos remeter ao prelo.

S. Paulo 17/01/97 às 22: 20 horas

O Choro Sincero

Acho que Jesus não disse, por isso eu peço à Ele permissão para acrescentar às suas fabulosas parábolas. “Benditos são aqueles que não se envergonham de chorar sinceramente por uma dor, por um amor, por um infortúnio qualquer, pois na sinceridade do choro há o indício de uma oração que o eleva e o leva a Deus. O Núcleo Central Cósmico. A fonte maior. O forte não é aquele que não chora mas sim, aquele que da vazão as suas lágrimas e continua lutando, amando a vida, amando aos seus semelhantes, amando a natureza, amando o sideral, o cósmico, o microcosmo, as psicosferas. Esse é e será sempre um Deus!

São Paulo, 24/08/94, 21h40

A Entidade “Pomba Gira”

Por longos anos vim estudando o comportamento de determinadas entidades e suas influências sobre os seres humanos, no caso da entidade denominada de “Pomba Gira”, na Umbanda e no Candomblé e bem como nas correntes negativas como na quimbanda. Posso dizer que são entidades arraigadas ao sexo e tudo o que provém de suas funções e disfunções. São entidades cujo teor vibratório, cuja sintonia com as aberrações e induções sexuais, são muito fortes e profundas. São como os Elementais da Natureza que cada um é ligado ao meio em que brotou e nesse meio, seja a água, mar ou rio, cachoeira, mata, ar, fogo, animais, minerais e outros, possuem o poder de manipular, unir, aglutinar, harmonizar, desarmonizar, construir ou destruir.

No caso específico dessas entidades “Pomba Gira” que são incumbidas dessas funções ligadas ao sexo das mulheres, não se trata de um elemental mas sim de espíritos desencarnados, femininos, cujo karma espiritual e cujo desencarne ocorreu por desapontamentos sentimentais dolorosos nas suas últimas reencarnações na Terra, na maioria deles, tendo perdido a vida na prática do sexo ilícito, ou tendo sido assassinadas nos momentos do exercício sexual, ex-mundanas que sem ter outra escolha e tendo aquela afinidade no Astral formam-se em agrupamentos afins com o firme propósito da vingança sobre seus algozes agora reencarnados como mulheres ou como homens ou ainda como homoxessuais masculinos ou femininos. São atraídos por grupos de magia ou de “religiosos” das religiões ou seitas afro-brasileiras, no caso do Brasil, para agirem dentro do campo de sua atuação, que é a função sexual, através de paixão ou do amor forçado, para aumentar a atração sexual entre casais antagônicos que nunca se imaginariam juntos, ou destruir em nome de outros a atração natural entre casais normais que se amam. São “comprados”, através de presentes e oferendas além de satisfazerem sua índole vingativa e se satisfazerem também sexualmente. Muitas e muitas vezes perseguem seus algozes durante várias vidas sempre tentando saciar sua sede de vingança levando-os a cometerem os piores desatinos e aberrações sexuais, transformando-os também por sua vez em outras “Pombas Giras” ou “Exús”, que são os mesmos tipos de entidades ligadas ao masculino.

Essas entidades agem sorrateiramente freqüentando locais de baixo astral, quartos de motéis, dancing, locais de vícios e orgias, onde se bebe e se adentra aos caminhos sem volta das drogas. A mulher ou homem, ou os homossexuais de pensamento em afinidade com essas entidades, são impelidas e compungidas a fazer sexo nas piores situações e contra as suas índoles pois são semi tomadas à distância e mais ainda no momento do ato sexual, e aí passam a se comportar como se fossem outra pessoa, fugindo dos seus critérios habituais, atraindo para si e, principalmente, para as partes genitais as piores doenças provocadas por protozoários (outras entidades disformes) que se imantam sobre aquelas partes e sobre a pessoa, intoxicando-a e ao seu perispírito, também pelos “miasmas”, ou seja, bactérias que ficam no ar e no astral produzidas pelas pessoas envolvidas. Nestes casos, se for uma pessoa que possui família que está em casa e nada tem a ver com o que aquelas pessoas fazem fora do lar, são “contaminadas” também indiretamente, surgindo daí doenças, mal estares e desarmonias inexplicáveis, no meio científico.

Portanto, não vai aqui qualquer intenção de semearmos um falso puritanismo ou conservadorismo fora de propósito, mas sim, alertarmos para o que tecnicamente ocorre.

Imaginemos pois, dentro do contexto já explicado, que, se os “miasmas” e “Protozoários” permanecem nos locais de baixo astral, penetrando ou interpenetrando a tudo e a todos os locais, tais como motéis, bares, “dancings” e outros antros de meretrício, são contaminadas astralmente e depois ingeridas pelos freqüentadores inadvertidos.

Portanto, não estamos aqui, contra isto ou aquilo, nada temos contra essas entidades, as quais dentro do contexto universal fazem o seu papel e, muitas vezes, são “utilizadas” por outras entidades com finalidade de fazerem renascer espíritos que nunca seriam aceitos por uma mãe normal. Veja-se o gigantesco número de mães solteiras existentes no mundo e a enorme quantidade de menores jogados pela ruas, na maior parte, frutos de nascimentos forçados ou forjados por essas entidades. Isto não significa que todas as crianças nascidas de encontros fortuitos ou casuais seriam espíritos que não nasceriam se não fossem usados esses métodos astrais, apenas, tiveram que nascer assim e só poderiam vir ao mundo através da concorrência ou ajuda daqueles pais e que foram “ajudados “ por essas entidades vingativas e zombeteiras. Mas, nestes casos, as seqüelas kármicas recaem mais sobre a mãe-solteira que tem que carregar em seu ventre aquela criança indesejável ou inesperada para aquele momento, e mantê-la sob sua guarda e manutenção, às vezes na pior situação de vida e na penúria total, enquanto o pai inescrupuloso retorna a seu “lar doce lar’ se for casado, ou desaparece no mundo sem deixar vestígios. Se for solteiro, pouco se importando com o que vai acontecer com aquela mãe infeliz e com o destino daquela criança que fez nascer.

O mesmo acontece com aquela entidade, que se diverte no astral presenciando a desgraça ou o desconforto em que colocou ou provocou para aquela mãezinha que vai ter que fazer das tripas coração para assumir sozinha o seu novo filho. Muitas não suportam o peso, doam ou vendem seus filhos e no auge do desespero cometem suicídio indo parar ao lado da entidade vingativa que, por sua vez se compras, se regala de satisfação em ver sua vingança concretizada e ter sua ex-algoz agora ao seu lado como mais uma “Pomba Gira”.

Essas entidades também tem muita força sobre outras “Pombas Giras” reencarnadas e que vem ao mundo para servirem de instrumento de discórdia e desarmonia entre lares e seres humanos honestos e que gostariam de passar por esses terríveis momentos.

O importante é afastar essas entidades através de trabalhos e orações especiais que as levem para tratamentos espirituais e emitir-lhes muita luz, pois quem está iluminado não pode e nem quer fazer mal a ninguém.

Seria conveniente, doravante, que os proprietários e freqüentadores desse locais se preocupassem com a limpeza Prévia do Astral e das instalações ambientais para pelo menos não permitirem essas contaminações. “Porém, sei que isto é uma utopia, ou seja, jamais será feito pois esses ambientes só dão lucro se forem quanto mais ruim, melhor”.

Outro detalhe que observei e observo e pode ser notado por qualquer pessoa, é que as mulheres que tem afinidade com essa entidade ou que sejam “Pombas Giras” reencarnadas tem predileção pelo uso das cores vermelho e preto. Vai desde o batom, as roupas íntimas, as coisas que escolhem e o ambiente que freqüentam. Portanto, o carmim (vermelho vivo), o preto é uma indicação vulgar dessas entidades e as coloca em sintonia direta com as energias negativas e maléficas. E as “médiuns” usadas por estas entidades afeitas a luxúria e ao esplendor da vaidade, vivem pintando as unhas, repintando-as, quase que diariamente e vivem diuturnamente frente ao espelho a se contemplarem. Na verdade, é a Entidade Pomba Gira que se regala com tudo isto e absorve os fluídos que exalam dessas condutas da fraqueza feminina.

Alguém perguntará: Então temos que abolir esses costumes de nossa sociedade? Respondemos que: devemos procurar não entrar em contato com essas energias, consequentemente, o uso de cores mais suaves e tons mais claros é recomendável. “- Diz-me com quem tu andas que eu te direi quem és”- diz um ditado e neste caso dizemos: mostre-nos as cores e costumes de tua preferência que te diremos quem és e quem te acompanha no astral. É claro que, tudo está na intenção, no propósito de quem usa e faz, porém, o inconsciente humano é sugestionado, é insuflado pelas radiações magnéticas que essas entidades impregnam sobre a mente, que por sua vez induz o cérebro e que por sua vez, também, impele essas pessoas a buscarem as cores e músicas que também transmitem cores, as quais, as colocam em sintonia ente si, ou seja, pessoas com as entidades e entre as pessoas da mesma afinidade, mesmo gosto e comportamento baixo astral.

No momento de transição que o mundo e a humanidade atravessam e a busca desses conhecimentos até agora guardados em segredo pelas Altas Entidades e pelos Sábios se torna mais ávida, mais insistente, achamos que é chegada a hora de algumas providencias serem tomadas para elucidação da grande massa e das entidades que agem soturnamente, ou seja, sorrateiramente, pensando que jamais serão descobertas e punidas.

Agora se aproxima a hora da verdade e, como dizia o Mestre dos Mestres: a hora da separação do joio do trigo, e para aquele que não estiver com sua vibração elevada a um ponto que não seja atingido pelas vibrações negativas que Sidérius, o planeta gigantesco que se aproxima, emite a longa distância.

Ninguém vai conseguir esconder seu grau de negatividade atras de uma boa aparência, ou atras da sua riqueza que não comprará mais nada, nem se esconderá por trás de falsas palavras ou de atos interesseiros. Ele será sugado de conformidade com esse grau de negatividade, e que hoje está aumentando sobre pessoas a olhos vistos sem que elas saibam o porque e nem como fazerem para se livrarem desse círculo vicioso que as carrega para a colheita obrigatória do que semearam, entre esse círculo vicioso se encontra a atuação, a obsessão sobre as pessoas por parte desse tipo de entidade perniciosa que não se dá conta do mal que causa à sociedade e a ela própria. O nosso papel aqui é apenas o de alertar, sem qualquer pretensão de querer endireitar o mundo, cabe a cada um prestar contas de seus atos e assumir, queira ou não queira, suas responsabilidades. É nosso dever transmitir conhecimentos, nada mais.

Zaida – A Entidade "Mulher Serpente"

Outro elemental interessante que pouquíssimas pessoas vêem é o de uma moça bem jovem aparentado seus 17/18 anos de idade, talvez menos, e que é da metade da cintura para cima uma bela jovem morena, seios a mostra, cabelos compridos olhos orientais e profundos, bem feitos, nariz aquilino, lábios e dentes belíssimos quando nos sorri, e da cintura para baixo é uma cauda de serpente. Seu nome é ZAIDA, contou-nos sua história e como ela surgiu. Vou resumir aqui para que os leitores tenham uma pequena idéia.

Zaida nos contou que nascera na Antiga Pérsia, e como punição foi jogada num poço de serpentes. Ela era jovem persa como qualquer outra, mas após ser jogada naquele poço, a princípio ficou horrorizada pensando que a qualquer momento iria ser picada por elas, mas ao contrário, as serpentes se enrolavam nela e nunca a atacaram. Passou-se muito tempo e ela lá foi esquecida tendo perecido de inanição, ou seja foi ficando fraca com sede e com fome e, ao desencarnar sem nada conhecer nem como sair espiritualmente dali, seu espirito foi adquirindo forma de serpente da cintura para baixo. Desta forma, seus membros inferiores e sexualidade feminina desapareceram. Como o seu desapontamento com os “seres humanos” que fizeram aquilo para ela fora muito grande, e a mazidade e proteção das serpentes para ela foi muito maior, adquiriu então, todos os modos e sentidos do elemento das serpentes transformando-se num de seus elementais e protetora desses animais e de seus “habitats”. Sempre nos pediu e nos pede que nunca matemos uma serpente ou que permitamos que alguém o faça. E se algum dia nos encontrássemos em alguma situação frente a frente com uma serpente que a mentalizássemos que ela viria e afastaria o animal para longe de nós, e que isto também serviria quando nos defrontássemos com pessoas com “instinto de serpente” como se diz popularmente, ou ainda alguns tipos de gente “peçonhentas”, ela também poderia (e pode) ser mentalizada para trabalhar e afastar essas pessoas de nosso convívio.

Acompanha-me diretamente, um elemental do fogo, ou Salamandra, e nos o chamamos de “Chaminha” pois ele gosta de brincar com o fogo, e desde que eu era criança vivia com a caixa de fósforos na mão querendo por fogo em tudo que não prestasse, vivia pondo fogo em formigueiros e outras pequenas coisas. Só mais tarde é que vendo essa maravilhosa criatura é que pude entender o porque de eu ser daquela maneira. Mas antes disto levei alguns puxões de orelha e algumas surras de minha saudosa e querida mãe Adelaide.

Já minha esposa possuía e minha filha possui cada uma, uma Sereia que é um elemental poderoso do mar. Metade mulher, cabelos longos olhos doces e profundos, seios a mostra e da cintura para baixo possui o corpo de peixe. Elas duas, apesar de não saberem nadar sentiam uma atração muito forte pelo mar enluarado. Quando iam à praia não queriam mais sair. Ao contrário de mim, que gosto mas não faço muita questão de nele permanecer. Para tudo há uma explicação ou motivo. Quando criança, li muitas estórias infantis de fadas, duendes, sereias e outros seres, sempre pensei que eram apenas fantasias. Perguntava aos adultos e era isso que me respondiam: fantasias, nada mais! Porém, quando todos eles começaram a se apresentar e a dialogar comigo, percebi que esse mundo fantástico dos elementais é quase tão real quanto o nosso e a atuação deles no mundo visível é essencial.

E assim, temos dezenas de casos curiosos os quais daremos uma atenção especial nos próximos livros, pois cada um tem sua particularidade e não caberia explicá-los nesta oportunidade.

Todos esses seres e entidades vem de mais de quarenta anos para cá, com firmeza a dialogar conosco, transmitindo-nos tudo o que sabemos sobre o Universo. Sobre o Cosmo, o Espaço Sideral, o Núcleo Central Cósmico -Deus, a origem a Centelha Humana, a Criação e Formação de tudo o que existe no Universo e outros milhares de assuntos que não caberiam neste capítulo e que talvez só possam ser enfocados por mim, futuramente. Todos eles terão um enfoque pessoal com capítulos específicos nos quais serão transcritos todas as mensagens recebidas de cada ser ou entidade, em nossa linguagem e, para aqueles que mandaram suas mensagens nas suas próprias linguagens e escritas, incluirei os “fac-símiles destas mensagens e respectivas traduções para que os leitores e pesquisadores possam analisá-las, minuciosamente.

Até hoje penso que ninguém se aventurou a explicar quem é DEUS, o que é DEUS, como é DEUS, da forma como aqui vai explicada, contudo, sabendo que é uma tarefa quase impossível, tentarei fazê-lo em linguagem a mais compreensível possível e bem facilitada.

Caberá aos leitores livrarem-se dos tabus, dogmas e preconceitos e procurar usar sempre o raciocínio lógico, desprenderem-se das amarras filosóficas e religiosas e das “mordaças negras” que ainda alguns trazem remotamente dentro de si próprios da época da ”santa inquisição”. Bem como, daquele temor impingido à toda humanidade terrestre por mentes astutas, maliciosamente inteligentes social e psicologicamente, a fim de que essa humanidade não se dissipasse e vagasse por caminhos mais tortuosos do que aqueles que já estavam previstos em seu karma coletivo no decorrer dos milênios de sua formação; quando então, para cá foram exilados espíritos rebeldes oriundos de humanidades em conflitos de outros orbes juntamente com a intercalação de Espiritos-Avatares que desde a Lemúria e Atlântida, continentes agora submersos, desde a Índia, no tempo dos antigos Vedas, no Peru entre os Incas. No México e na Guatemala entre os Astecas, Toltecas e Maias, no Egito Antigo, na Mesopotâmia, na Judeia, no Nepal, na China, na Mongólia, no Japão, na Tailândia, no Oriente Médio, posteriormente, enfim, em todos os quadrantes da Terra, vieram eles cada um a sua maneira, empregando dons ou prestigitação; apregoando o temor a Deus e sobre tudo o Amor a Deus.

Muitos aproveitadores se locupletaram com os ensinamentos daqueles avatares e ao invés de procurarem alicerçar o amor, preferiram atemorizar o ser humano para que este permanecesse carente e dependente de uma ardilosa intermediação daqueles aproveitadores e mercenários entre ele, ser humano, e Deus. Intermediação essa que seria um “dom” exclusivo de uma casta de magos e sacerdotes, bruxos e feiticeiros e a pior de todas, aquela que seria exercida, praticada, através da casta clerical de todas as seitas e religiões, ávidas de ouro, que venderiam a “proteção divina” aos neófitos, aos adeptos e a população em geral subserviente, crente e cega.

Posteriormente vieram as populações indígenas que trouxeram e trazem as marcas desses traumas do passado funesto em seus perispíritos, e aí recorriam aos pajés das tribos aquela intermediação junto à Tupã ou outros nomes que davam a Deus que os fazia chegar ao ponto de temerem as forças da natureza, como os raios e trovões, vulcões, terremotos, como se aquilo fosse a voz irada de Deus ameaçando-os com castigos que logo vinham em forma da destruição total da lavoura ou dos seus “habitats”, ameaçando-lhes o curso de seus destinos.

Não é assim que os seres extraterrestres me ensinaram a sentir Deus. Quero salientar, aproveito, que os meus grifos em letra maiúscula ao me referir a Divindade, não o são por temor a Ele, mas como um respeito a figura do Criador perante àqueles que possivelmente ainda o temem.

No decorrer de todos esses milênios da existência da humanidade, aqueles aproveitadores da boa fé humana, criaram e ainda criam muitos mitos, cultos e sacrifícios de animais e principalmente de sacrifícios humanos, entre estes, as imolações e outras práticas terríveis em nome de um deus impiedoso, factível, sedento por sangue e pelo ouro, mas sempre carente, nada poderoso! Isto tudo veio a aumentar a diferença e a revolta, principalmente entre os que eram “escolhidos” para os sacrifícios, que ao desencarnarem em meio a atrozes sofrimentos, já no campo espiritual descrentes ou incrédulos com a chamada “justiça divina”, passaram para o lado dos negativos e se transformaram em anjos decaídos e que através de séculos vêm seguindo e combatendo seus antigos algozes. Atravessaram os séculos até nossos dias sedentos de vingança e impiedosamente os perseguem e os caçam e toda e possível ramificação genealógica. E cegos como estão, pelo ódio, atingem aqueles que tinham ou têm ligações várias com aqueles que os sacrificaram em nome de Deus. É essa caçada vira-se contra o caçador através das vias kármicas, aumentando-lhes os dolos e transformando-se em karma coletivo chegando até os dias de hoje com essa eterna rivalidade entre o Bem e o Mal, culpando-se a Deus por tudo o que ocorre de mal e que é produto da insanidade e belicosidade humana que chega às raias do animalesco.

Se somos a imagem e semelhança de Deus somos deuses também! O mestre Jesus já dizia: “- Vós sois deuses e poderão fazer ainda mais do que eu fiz”-.

Tanto isso é verdade, que o próprio ser humano está acabando com o planeta Terra e Deus nada faz diretamente, na hora, no exato momento contra ele. Ao contrário, permite que o ser humano use o seu livre arbítrio a seu bel prazer, seja do lado negativo ou do lado positivo. É claro que não indefinidamente, pois há as Leis Cósmico Siderais Evolutivas Naturais que o limitarão um dia. “- Deus tarda mais não falta”!, já dizia o jargão popular.

Portanto, as religiões, filosofias e outras ciências, desde a antigüidade, viam e vêem DEUS como “um velho barbudo” que vive no espaço, o Sol com um de “seus dedos”, Júpiter com outro, as estrelas com os dedos dos pés e etc., e de vez em quando, larga um deles para “castigar o ser humano que pecou”.

Por vezes um Deus impiedoso, insaciável nos seus atos de vingança, e protecionista, nepotista, que permite alguns fazerem parte de sua “panela” política, dando-lhes cargos, altos salários, vivendo como nababos, sem risco de qualquer doença e qualquer espécie, a não ser a preocupação de ter que deixar tudo o que arrecadou espuriamente para seus herdeiros que ao ver dele próprio nada fizeram para merecer. Ele mandara matar, aniquilar famílias inteiras de inocentes que atravessaram em seu caminho e no entanto, cai fulminado por uma parada cardíaca como um passarinho.

Isto tudo faz com que a chamada “Justiça Divina” não seja vista com bons olhos por aqueles que se acham injustiçados, e revoltados se rebelam, desafiam, ao mesmo tempo a Deus, “aquele velho” que um dia pode achar que eles sejam “personas non gratas” e baixe a mão sobre eles castigando-os inexoravelmente.

Moisés, líder nato das massas humanas, trazia em seu espirito grande experiência na lida com religiões e crenças que ajudou a fomentar e a praticar em seu passado remoto, trazendo em seus registros akáshicos grande conhecimento, perspicácia e dotado de sensibilidade mediúnica e grande domínio das forças da magia, foi instruído pelos Altos Poderes a legislar leis de conformidade com a mentalidade reinante na época. Daí brotaram-lhes os mandamentos e o Gênesis (começo de tudo) mas sempre observando o limite de conhecimento da época e no intuito de aglutinar sua raça hebraica um tanto revoltada e cansada, com leis e mandamentos severos para que não houvesse a dissipação dos costumes e a própria degeneração moral e social de seu povo. “Povo escolhido de Deus”, e que teria a obrigação de dar exemplos significativos para os povos futuros e ao mesmo tempo para a preparação da vinda do Messias 1300 anos depois, que ele, Moisés também não acreditava num Avatar como Jesus, pensava ele que haveria de vir um líder judeu como ele e não manso como Jesus, mas sim, severo, rigoroso e até impiedoso como ele, que propagava a vingança de “Olho por olho dente por dente”.

Sabedor que era da força de seu carisma, de seu domínio, da fascinação que sua sabedoria exercia sobre as massas deixou passar através de si as novas leis mas sem eliminar, contudo, seu animismo e egocentrismo, levando a humanidade a ver Deus “, debaixo para cima”, a teme-lo e pintando a origem do homem na terra de forma a fazê-lo parecer sempre um nada perto da potência divina e a criação do mundo executada por um ser que por conveniência da própria crença e interesses que abraçava, deveria trabalhar durante cinco dias e descansar nos fins de semana. “Talvez ele, Moisés, já estivesse prevendo as atuais leis trabalhistas que também tinham que vir regulamentar o trabalho do Criador!”

Deixando de lado todas essas insinuações e pilhérias pois, isto é muito sério, sério demais que trouxe a humanidade terrestre, tanto a humanidade física como a humanidade espiritual aos níveis dos patamares nos quais se encontra até hoje, após milênios de dúvidas e incertezas, vamos ao meu Gênesis – o Começo de Tudo, e De onde Viemos, o que somos e para onde Vamos, como eu entendo e como sou instruído pelos seres extraterrestres, mais avançados que nós sobre algo que já existente que seria o Nada absoluto, consideramos como Auto-Deformação.

Explicando com exemplo mais palpável e conhecido dos terrestres, pelo menos dos terrestres mais cultos:

Nos geradores dentro de nossas usinas elétricas, faz-se um campo magnético formado por um imã. O motor do gerador girando em alta velocidade gera um fluxo de elétrons no interior do campo magnético. Esses elétrons não existiam até aquele momento, foram criados ou simplesmente gerados pela deformação do campo magnético pela rotação do motor.

E assim nasceu e nasce continuamente a eletricidade que, após escoada através dos cabos adequados e por meio de redutores e transformadores chegam ao seu objetivo final, que é movimentar indústrias e iluminar cidades inteiras. De onde se pressupõe que, neste caso, o que existiu primeiro ou antes de tudo foi o campo magnético, mas na verdade, nós sabemos que antes existiram o motor, o imã, as águas que movem as turbinas, os homens que montaram e planejaram a usina e etc. etc.

Como aplicar o exemplo acima, por sinal muito simplista, na Criação de Deus e do Universo. Seria como se aqueles elétrons gerados quisessem explicar a criação do campo magnético, pois eles só tem conhecimento, caso raciocinassem, do momento de sua criação para baixo, não saberiam explicar o que ocorrera entes de serem criados. Certo? No conceito do surgimento de Deus ou do Núcleo Central Cósmico, só pode ser aplicado no sentido da auto deformação encontrada, em tudo e por tudo. Os seres extraterrestres mais evoluídos, os quais não conseguiram ver Deus de perto, com certeza estão logicamente mais próximos dele do que nós estamos e podem tecer um conceito mais apropriado.

O Valor do Uso de Talismãs

O valor do uso de talismãs, colares, correntes, anéis, apetrechos vários oferendas, tais como: flores, comidas, bebidas, velas, rezas e orações e ainda sacrifícios de animais e outras formas. Há necessidade desse ritualismo? Isso é crendice popular, um mal necessário ou um bem pragmatizado?

Nenhum pragmatismo, ritualismo pagão e uso de qualquer apetrecho, objetos ou qualquer tipo de oferenda ou oração, seria necessário para um ser evoluído, cuja humanidade também fosse totalmente evoluída tecnicamente ou espiritualmente ou somasse o conjunto desses dois níveis.

Um ser evoluído, ou melhor, uma humanidade evoluída teria e tem o domínio do conhecimento com sabedoria e sabe, através do uso do seu potencial cerebral e espiritual, fazer uso do controle de todas as energias que a rodeiam e com ela se integram.

Em uma humanidade evoluída o padrão vibratório mental está nivelado nas faixas ultra-elevadas em contato contínuo com os centros ou entidades geradoras de forças. Estas por sua vez, já se situam em níveis de contatos nivelados com a Divindade, ou ainda, estão ligadas diretamente ao Núcleo Central Cósmico Deus. Em razão disso dispensam indutores psicológicos ou transformadores espirituais que seriam as entidades que na Terra, com uma humanidade em evolução, fazem o papel de Guias, para terem o sucesso desejado quer seja de âmbito positivo ou negativo na ajuda a seus protegidos ou pupilos. Infelizmente, a Terra ainda em franca evolução geral, ou seja, técnico-mental e espiritual, e pior ainda, está passando agora pela sua mais difícil fase de transição de transformação, o que permite a ebulição das forças geradas pela Natureza e pela mente humana. Essas forças partindo de várias fontes positivas, neutras e negativas, sãs ou doentias, entram em choque pois são antagônicas entre si, obrigando os contendores ou seja, os próprios seres humanos a temerem-se uns aos outros, a armarem-se e a se defenderem de tudo e de todos, ou contra tudo e contra todos e a produzirem seu imenso e variadíssimo arsenal: arsenal, este composto de armas, físicas, armas mentais (vibrações), armas psicológicas, armas indutoras, armas espirituais (guias ou protetores) e muitas outras “ad-infinitum”, fruto da insegurança, do medo, da ignorância ou da falta de sintonia com as fontes de fé, falta de sintonia com as fontes Maiores Geradoras das energias ou do plasma divino que toda a humanidade evoluída sabe como aproveitar suas emanações para sobreviver cósmica e sideralmente. Mesmo a música que a meu ver, e como ex-compositor numa das minhas reencarnações, é um dos meios mais diretos de contato com as fontes geradoras de energia, quer sejam estas fontes positivas ou negativas, é, assim mesmo, ainda um meio artificial do qual uma humanidade superior faz pouco ou nenhum uso para indução do seu ego grupal, porém, ainda é o melhor e mais neutro intermediário depois da prece.

Felizmente ou infelizmente na Terra o uso desse pragmatismo ou ritualismo é um mal necessário para suplantar, momentaneamente, aquelas falhas e fraquezas já apontadas acima, proporcionalmente ao grau de adiantamento ou de conhecimento alcançado por cada ser humano ou por cada entidade espiritual.

Portanto, dentro dos usos e costumes de uma humanidade como o da Terra é devido disparidade ou desigualdade de nível de evolução de cada um dos seus membros, se faz necessário conquanto seja contraditório, o emprego desses indutores, neutralizadores ou defensores e ainda regeneradores e mantenedores do equilíbrio da vida entre as esferas psicossomáticas ou seja, na física, na mental e na espiritual, sem o qual, toda a humanidade atual atrasada em seus princípios morais e espirituais básicos, estaria toda ela a mercê das forças de maior fluxo e de maior domínio que são as forças negativas devido as próprias falhas do ser humano ainda não espiritualizado.

A plasma resultante das vibrações das mentes espirituais e humanas sobre esses indutores, acrescida dos agravantes proporcionais pelo uso indiscriminado das drogas alucinógenas são de efeito inacreditáveis e devastadores dos usados negativamente pelo ser humano e não menos inacreditáveis, sensacionais e neutralizadores quando usados positivamente.

O Amor é o maior dos poderes humanos que aliado a fé e a princípios nobilitantes elevam a consciência humana aos mais altos níveis de divinização desprezando qualquer outro poder ou dom indutor, pois o amor assim composto, restabelece a aura, regenera as células, promove o equilíbrio endócrino e metabólico e na essência psicossomática da humanidade. Bastaria que o homem tivesse esse conjunto de forças guiado por um grande intelecto com sabedoria para que não precisasse mais de qualquer outro dispositivo pragmático ou ritualistico.

A mediunidade em suas variadas manifestações e tipos, é até agora o melhor conduto entre as várias esferas físicas e psíquicas, mentais e espirituais, e é através dessas variadas manifestações que os médiuns, que são os intermediários vivos entre esses campos, que a humanidade no atual nível kármico no qual se encontra pode e faz uso de todas as formas de indutores, catalisadores, neutralizadores e apetrechos de defesa e de ataque entre as forças do bem e do mal, positivas e negativas que se entrechocam pelo seu natural antagonismo dentro das milhares de esferas que abrangem o todo cósmico sideral do globo terrestre.

Essas esferas existem em proporção a cada degrau evolutivo ou involutivo atingido pelos seres humanos e seres dos demais reinos que são representados e liderados pelos Elementais, seres estes, que tem sob si a manipulação e o controle das forças da Natureza, as quais devem permanecer sempre em equilíbrio entre si, caso contrário, todo o planeta no seu conteúdo psicossomático, se desmorona.

E, sendo esses seres são tão naturais como a Natureza, são tão puros, ingênuos e providos de um altíssimo grau de senso intuitivo do que o senso racional ou sentimental, muitas vezes escapam dos seus primitivos habitats, atraídos pelos condutos indutores utilizados por mentes de grande poder porém com grande má fé e objetivos escusos, fugindo portanto ao controle das entidades superiores. Se faz necessário muitas vezes o uso de outros tipos de indutores, neutralizadores por parte das outras mentes positivas a fim de encaminhá-los novamente às suas psicosferas ou países de origem no Astral terrestre.

Desta forma agem também as mentes negativas, para atraírem entidades negativas, sofredoras, afeitas ao mal e que somente através de indutores usados em sentido contrário, podem ser rechaçados ou mesmo recolocados de volta às suas psicosferas negativas, ou os chamados baixos-astrais. Por isso, apesar de que para nós, aqueles que buscam sempre o sentido mais amplo da evolução da consciência, esse pragmatismo e ritualismo existente parecerem mais folclore, fruto da crendice popular, é necessária sua existência, seu uso e emprego para que não haja acentuado desequilíbrio de forças e não predominem as forças negativas o que levaria o planeta Terra ao caos mais rapidamente, antes até do tempo previsto. São por assim dizer, as vacinas, os medicamentos e os antídotos que a humanidade tem a seu dispor para uso como bem lhe aprouver, porém, sempre sob a responsabilidade kármica, ou seja, “aquele que plantar vento colhe tempestade”!

Não esqueçamos que a humanidade é, por assim dizer, um grande corpo psicossomático, com suas células, moléculas, átomos, elétrons e neutrons, que são representados na figura de cada ser vivente, seja na esfera física -humana, animal, vegetal ou mineral, tendo seus correspondentes diretos nas esferas mentais e espirituais, logo, sofrem solução de continuidade, disseminando todo o tipo de desequilíbrio em todos os reinos da natureza, por isso, a necessidade de indutores profiláticos, preventivos e até exterminadores das “bactérias formas pensamentos” para que estas não venham a se transformar em miasmas e bactérias físicas.

O Que Está Embaixo Está Em Cima E O Que Está Em Cima Está Embaixo

O que significam as frases acima, o que eu quis dizer com elas?

Significam em primeiro lugar, que as aparências enganam! E o ser humano da Terra é movido e motivado pelas aparências ou seja, o que está em melhor situação financeira, o rico, desdenha o pobre e humilde, por ele rico, pensar que esta “em cima, no alto” e o “pobre lá embaixo”, e é ai que ele se engana, pois perante o Núcleo Central Cósmico o que vai valer mais é a humildade, seja ela do rico ou do pobre.

Quase sempre a riqueza traz consigo a pobreza de espírito, traz o pedantismo, a presunção, o orgulho, o egoísmo, a usura, o protecionismo vicioso, o crime e milhares de outros defeitos que dificultam a ascensão espiritual de um rico, sem contar as injustiças e o ódio que ele angaria de inimigos ferozes e inimigos invejosos gratuitos, enquanto o pobre se apenas for pobre, mas é simples e humilde, pensa que está “embaixo” e que Deus jamais se lembrará dele, ao contrário, ele, pobre, tem mais consistência na hora do desencarne do que aquele rico, é ele quem já está em cima e o rico embaixo!

Tudo o que for “peso e intoxicante” para o espirito o colocará embaixo pois, descaracteriza sua espiritualização, portanto, neste exemplo, comum “quem pensa que está em cima está embaixo e quem pensa que está embaixo esta em cima”.

A Natureza Cósmica-Sideral nos dá exemplos claros e evidentes do “estar embaixo ou em cima” e que o ser humano não se dá conta disso, senão vejamos: Vamos olhar a humanidade e o globo terrestre, um homem que esteja do lado escuro da Terra, eu seja, onde é noite, por exemplo, um brasileiro. Ele anda em pé sobre a Terra e pensa que está de pé, olha para cima e vê uma estrela. Para ele aquela estrela está no alto mas, se ele sair fora do globo terrestre ele verá que aquela estrela poderá estar em nível mais baixo que a Terra se a olharmos comparativamente com a sua posição na Galáxia e perceberá também que ele tinha a impressão de estar em pé, porém estava realmente de cabeça para baixo como se pendurado pelos pés ao planeta não fosse a força gravitacional e a massa atmosférica. Assim também o japonês que na sua pátria naquele momento tem o sol a pino sobre sua cabeça; ele esta crente que é ele quem está de pé e não o brasileiro, mas, ambos estão de cabeça para baixo como se estivessem dependurados pelos próprios pés. E assim, todos os seres humanos da Terra e de qualquer outro planeta, pois, sendo seus orbes redondos e girando no Espaço vazio tem todos a mesma impressão, porém, a verdade é “Que o que está embaixo esta em cima e o que está em cima está embaixo”.

Para quem está dentro de um planeta, tudo para ele representa estar em cima, mas ao sair fora a uma distância da qual ele possa avistar o seu planeta e os demais, assim como eu tive o privilégio em minhas viagens astrais dentro de naves extraterrestres, verá que as alturas entre um e outro são bem diferentes do que aparentam ser.

Desta forma, este ditado entrou no meu poema gênesis justamente para dar a entender que para o Núcleo Central Cósmico -Deus, não valem as aparências mas sim o conteúdo vibratório de cada um, e cada ser não deve e nem pode achar-se superior a outros, pois, somente as Leis Cósmico Siderais é que vão mensurá-lo e indicar se ele é um ser superior ou um ser inferior, ou seja, se ele “está embaixo ou está em cima”!

“O que cai aos nossos olhos
Sobe ao olhar cósmico, e o que
Sobe aos nossos olhos, cai ao olhar cósmico”

D.Yezzi
02 dez. 95

A Figura do Rosto Humano no Solo Marciano Fotografada por Sonda Americana

Muito se tem falado e escrito a respeito do assunto sobre aquela figura desenhada no solo de Marte e que se parece com o rosto do Mestre dos Mestres Jesus, consequentemente, muitas controvérsias e muitas idéias antagônicas e por vezes absurdas tem sugerido. O que não deixa de ser interessante pois atrai a atenção da opinião pública mundial e principalmente a brasileira em torno do que seria ou não seria aquela figura, e se a mesma foi feita por algum ser vivente daquele planeta, desta forma, de uma maneira ou de outra , todos procuram entender o que há em Marte se passa realmente.

Muita gente, ao longo desses anos, tem me perguntado sobre o que eu acho e o que nos dizem os extraterrestres. Eu respondo exatamente o que recebo deles, ou melhor diretamente dos dirigentes daquele planeta amigo. Através do processo de Mentografia (escrita direta a longas distâncias, intervivos que, para quem não sabe, é a maneira mais rápida e mais precisa de se fazer um contato ou uma intercomunicação entre dois cérebros interplanetários, não importando as distâncias astronômicas que os separam). E, a resposta que eles me dão sobre aquela figura em Marte é a seguinte:

“Trata-se apenas de um acidente geológico ou “marciológico” do solo marciano, produzido por erosões eólicas”, ou seja, produzidas pelos ventos marcianos há centenas de anos. São montes e vales ou ainda “campos” que sob a luz solar e consequentemente sombreamentos formam o que foi visto a distancia pelas câmaras fotográficas da sonda artificial terrestre. Rosto esse, agora ligado a figura do Grande Mestre terrestre, Jesus. Como se alguém na Terra pudesse afirmar qual era o rosto verdadeiro de Jesus se em pleno século XX terrestre, duvida-se ainda da veracidade da imagem do rosto e do corpo de Cristo que ficaram dolorosamente impregnadas no assim chamado Santo Sudário; tido por uns como verdadeiro e por outros como grande falsificação. (Farei uma explicação sobre o Santo Sudário em capítulo específico). Desta forma, onde ficamos? Se todos os rostos de Jesus conhecidos pela humanidade terrestre foram criados pela imaginação dos grandes mestres da pintura e da escultura através dos séculos!

Nem mesmo Lucas, o Evangelista que era médico, escritor e pintor, sendo ele o único que conseguiu pintar o rosto de Maria, mãe de Jesus, que se encontra hoje na Iugoslávia, pois esteve com ela pessoalmente, não pintou nem de memória o rosto de Jesus! Daí queremos cientificamente ou não ligar a Jesus um efeito físico da natureza do solo marciano à uma hipotética idéia coletiva daquilo que seria o Seu rosto, há uma grande distância. Não que eu ache seja isso impossível, pois para as mentes avançadas e para os Engenheiros Siderais nada é impossível. Isto sem levar em conta de que existiram e existem pelo mundo afora, milhares de “sósias-jesuinos” em todas raça terráqueas.

Assim sendo, nada tem a ver o que possivelmente foi fotografado em Marte com qualquer semelhança humana, trata-se de pura coincidência, assim como as famosas depressões do solo lunar foram vistas durante muitos anos, aqui da Terra, como sendo a figura daquele soldado romano que depois passou a ser chamado de São Jorge e que, com seu “cavalo”, pousava na lua para ser avistado daqui pelos religiosos fervorosos que querem ver santos por toda parte em busca de proteção e milagres, porém, desapontados, desencantados tão logo o homem pisou o solo lunar pela primeira vez fotografando-o milhares de vezes!

Quanto a idéia de um eminente cientista terrestre que aventou a hipótese de ter sido aquela imagem fruto das impregnações do conteúdo mental dos próprios cientistas que manipulam o projeto – Marte da Nasa ou ainda, estendendo-se mais, achando que as impregnações sobre os filmes fotográficos serem fruto mental da maioria do povo terrestre que almejava que lá em Marte houvesse uma forma qualquer de vida, acho que até poderia ser válida porém, não conduz com a realidade.

Quanto a existência de vida em Marte, posso assegurar ao povo da Terra, que há vida e que é muito mais inteligente e mais avançada que a nossa.

Aquele eminente cientista têm toda a razão de pensar nas impregnações mentais sobre os filmes, devido as muitas experiências realizadas na terra com paranormais e ter-se conseguido resultados surpreendentes, porem, contra a hipótese dele eu diria que há muito mais pessoas na Terra incrédulas em Jesus e a grande parte dos cientistas é cética, acreditam que a vida só pode haver na Terra e os fenômenos paranormais ainda não estão ao alcance deles por não terem aparelhagem adequada para mensurá-los, e seus conteúdos mentais são inversamente apostos às minorias crédulas.

A meu ver eles dão a entender que desejam e torcem para que não haja vida em outros planetas, se é que já não a encontraram, pois isso mudaria radicalmente seus modos de pensar, de agir e de pesquisar, e eu então pergunto: “- Por que esse conteúdo mental pouco lisonjeiro dessa grande maioria incrédula e cética, não haveria de impregnar contrariamente os filmes, o solo marciano? ou seja, mostrando a ausência e a impossibilidade de vida em Marte?

Claro, que se pudesse, impregnaria, partindo do mesmo raciocínio do emitente cientista que simplesmente esqueceu-se de mensurar, de avaliar, e que põe por terra suas hipóteses, o que é perdoável, porém, não invalida suas experiências dentro do “habitat” terrestre em relação as pessoas e seus males físicos.

Àquele eminente cientista, emito meu voto de louvor e confiança pela grandiosidade de seu raciocínio e pelo seu árduo trabalho na experiências que vem realizando em prol da ciência e da Coletividade. É ele detentor de uma mente panorâmica em ângulo de 360 graus, e com grandes objetivos!, porém, para nós a realidade é outra.