Universo Dualista

Captado em 1965 , revisado em 08/06/93, acrescido até 18/09/94

Nossa vivência milenar nos mostra através das várias e múltiplas experiências realizadas no decorrer dessas vivências, neste e noutros orbes, a dualidade universal. Ou seja, é sabido que Deus, ou o Núcleo Central Cósmico, se manifesta nos quadrantes siderais nas latitudes, nas longitudes, nos meridianos, nos paralelos, nas várias dimensões conhecidas, nas esferas e nas psicosferas existentes no Universo Visível (sideral) e no invisível (cósmico), pelo Positivo e pelo Negativo, tendo como manifesto mediador o Neutro. Deveria ser denominado certamente de trialista e não dualista, mas, os seres humanos normalmente só mencionam o que conseguem sentir e ver, neste caso, o positivo e o negativo, por isso dualista.

Esse equilíbrio constante de forças se faz sentir desde o Micro ao Macrocosmo, desde os miasmas às bactérias, desde os corpos físicos e energéticos às gigantescas galáxias, seus sistemas solares contrapondo-se aos gigantescos Quasares ou buracos negros que são a antítese do universo positivista.

Verifica-se através dos Tempos, ou melhor através do Tempo e do Espaço, a guerra imemorial entre o Bem e o Mal.

O que é Bem? e o que é Mal? Se o que é bem para uns é mal para outros e vice-versa!?

Muitas vezes há que se aplicar o mal para fazer brotar ou renovar o bem. A dor física, moral, espiritual é um exemplo dessa insólita aplicação. Principalmente entre os seres que habitam mundos como a Terra.

Como então um ser racional poderá optar por este ou aquele lado, ou seja, pelo Bem ou pelo Mal se é sabido que reinos deslumbrantemente belos existem tanto um como no outro?

Há uma pergunta que fica no ar e que muitos gostariam de faze-la: – Como um ser maravilhoso como Jesus e outros avatares conseguiram se nortear e optar por um dos lados, o Bem? E raramente ficarem no Neutro. O que os levou a essa opção? Será que Eles só pertenciam ao Reino dos Positivos como nós também achamos que somos?

Uma lâmpada não se acende sem o concurso do fio negativo e até do neutro!

O príncipe das trevas acha que o verdadeiro reino é o reino que ele habita e domina. E milhões de criaturas no Universo o seguem e ninguém consegue demove-las desse caminho! Será que eles só pertencem ao Reino dos Negativos? E pelo que já foi constatado e demonstrado, essa contenda entre as duas facções negativa e positiva jamais terminará. Exatamente porque Deus ou o Núcleo Central Cósmico assim se manifesta.

Mas, então, existe no Todo Poderoso o lado positivo e o lado negativo diametralmente opostos como o Dia e a Noite, como a Luz e as Trevas? E a ascensão? O retorno glorioso e divino ao Criador se dá nas mesmas proporções para ambas as facções? Se Deus originou a tudo isso, por que Ele só permite a ascensão, o retorno a Ele dos positivos? É uma pergunta racional. E perguntar não ofende!

Vou tentar responder a essa pergunta que é tão complicada que eqüivale àquela outra: – De onde viemos, o que somos e para onde vamos?-

Realmente o Universo é composto dessas três forças primárias, ou seja: A Positiva, A Neutra e A Negativa, e milhões de outras forças secundárias que formam O Todo. Incluindo-se nestas, as forças de Atração e Repulsão, as forças de Ástole e Diástole, as forças Centrífugas e Centrípetas, as forças de Inspiração, as forças de Expiração, as forças do Amor, as forças do Ódio e assim por diante, sendo todas elas componentes daquelas três forças primárias, ou decomposições daquelas.

Entretanto, o predomínio é das forças positivas no final das contas. Mas, por que isso acontece se todas vem do Centro Gerador que é Deus ou Núcleo Central Cósmico?

A Igreja Católica acrescentou a essas forças a tríade: “Pai, Filho e Espírito Santo”, sem dizer que todos os planetas ao girarem em torno de seu eixo imaginário o fazem em movimento ternário ou seja, ou seja 3 por 4 ou seus múltiplos como 6 por 8 etc…, para incluirmos a música, quer dizer, um movimento redondo, circular, valsante.

Dentro desse equilíbrio harmônico sideral e cósmico noto que na parte que toca ao nosso sistema solar e ao nosso planeta Terra tudo se relaciona com o ternário. Por exemplo: São doze planetas existentes no nosso sistema solar, múltiplo de três portanto. A ciência só registra nove planetas até agora mas mesmo assim, múltiplo de três.*

O símbolo da cruz de Cristo obedece o movimento terciário, mesmo o formato da cruz é em quaternário. Por que? Porque ela é fixa e fixadora. Sem sombra de dívida há uma razão para tudo isso existir. E a razão é simples, o Universo gira constante sobre si próprio e isso nos traz a causa terciária de todas essas conseqüências. Disso resulta o equilíbrio entre as três forças Positivo, Neutro e Negativo.

Noto que o negativo explora e vive das mazelas e das falhas morais que campeiam o Universo e o Positivo se alimenta das causas e objetivos progressistas do Universo. O neutro fica sendo sempre o intermediador, assim são as distancias de vácuo que separa os planetas entre si. Sem ele não haveriam as viagens interplanetárias que os extraterrestres fazem. Pois o vácuo sendo neutro, permite velocidades inimagináveis.

Se para cá vieram avatares, mostrando ser melhor o positivo do que o negativo é porque o positivo é mais leve, desintoxicado, mais limpo e é claro, suas tendências pendem para a ascensão mais direta.

Já o negativo carregado de toxinas, mais pesado, mais impuro, mais sujo tende a rastejar, a permanecer na periferia universal, demorando-se ali milênios sem conta e com muita ou toda a dificuldade de se centralizar ou aglutinar para retornar ao núcleo.

Noto também que grande parte dos sistemas solares que se formam na periferia das Galáxias, são mais atrasados e os do centro da Galáxia quase todos mais adiantados, pois estes formaram-se antes são portanto mais velhos, e aqueles “recém formados” apesar de há milhões de anos, são mais novos e caminham para o centro, para o Núcleo da Galáxia.

Desta forma os negativos existem e devem existir para manter o equilíbrio de forças, porém são os positivos que caminham para a ascensão mais rápida pelas suas propriedades intrínsecas já mencionadas.

Os negativos vivem na periferia cósmico-sideral e os positivos já estão ligados por um canal ao Centro Gerador Positivo que é o predominante.

No Universo predomina o progresso não o retrocesso! E normalmente os negativos ficam retroagindo-se no tempo e no Espaço, chegam até o Núcleo mas levam muito mais tempo. No negativo predomina a destruição e não a progressão.

Por isso, a opção de um Jesus e dos demais avatares angelicais pelo positivismo, na crença sempre de um mundo e de um universo melhor com mais progresso, maior domínio do espirito sobre a matéria a qual, por sua natureza “rastejante” inibe o Espirito de galgar degraus mais elevados e, quando essa matéria negativa e, possui um espirito negativo aí então tudo se complica mais.

O ser de mente mais poderosa subjuga e escraviza os demais manipulando-os a seu bel prazer com objetivo de conseguir facilidades sem o mínimo esforço. Mal sabem eles que isso lhes custará uma eternidade inteira e só chegarão aonde os positivos chegaram, com muito sofrimento físico, moral e espiritual. A caminhada para eles será muito penosa. Mas, há os que assim preferem, quando olham o sofrimento de um Jesus, o sacrifício e abnegação de um Akenahton e de muitos outros e acham que sofrer por sofrer, eles permanecem “na deles” que seria mais original. Por essas e outras questões há quem denomine Deus de Grande Engodo ou Farsa…!

Pude constatar que a facção negativa universal tem seus poderes e alcance limitados, assim como seu conhecimento e sua sabedoria, pois, vivem num mundo inócuo, repelente, coberto de mazelas, dores e ranger de dentes, mesmo havendo aqueles que possuem tecnologia avançada, mas há uma grande estagnação espiritual.

A água só chega a ser vapor quando atinge 100º e o vapor só chega a ser água quando se resfria e se condensa. Os negativos, aqui mal comparando, seriam a água e os positivos o vapor já em nível mais elevado que a água. O mundo dos negativos é o mundo onde a luz não chega até lá, é lá onde os fotônios perdem seu poder vibratório e se apagam. É a periferia dos demais mundos onde a sobrevivência se dá com muito esforço e onde predominam a lei dos mais fortes, onde não a Consciência Divina brotada do Núcleo, apesar deles trazerem-na dentro de si.

A luz não chega até os mundos dos negativos porque a emissão, a produção por eles de fluídos deletérios, pegajosos forma uma espessa camada no astral e veda os raios solares. Daí a existência dos locais chamados de Furnas dos Umbrais, Umbral Inferior etc. Que são campos de domínio completo dos “príncipes das trevas”.

Portanto, essas duas facções que formam o equilíbrio Universal tem cada uma sua vida própria e autônoma, e por elas terem saído de Deus, tem seu livre arbítrio parar escolherem que lado querem permanecer. Podemos ter Deus dentro de nós mas não Senti-lo e se formos negativos teremos nosso lugar no mundo negativo, onde seremos utilizados para acender a Luz dos Mundos Necessitados. Não é uma condição de Castigo Divino, mas uma opção daquelas entidades cujas raízes pendem para o lado negativo. São facções ambíguas, diametralmente opostas desde quando foram geradas.

No decorrer dos tempos milenares foram atraindo para si outras entidades, milhares delas, da mesma faixa vibratória e da mesma afinidade. Mas, assim como há leis físicas que circunscrevem o Universo que traçam os limites e barreiras, há leis também que delimitam a aproximação, a infiltração, a repulsão ou a atração entre essas forças.

Nada, mas nada mesmo, ocorrerá se um ou outro lado não quiser, ou seja, só há corruptos porque também existem os corruptores e vice-versa. Esta é uma lei simples mas funciona e só é transgredida com o consentimento consciente ou não, de ambos as partes. Aí funciona o Livre Arbítrio e como conseqüência o inapelável Karma (choque de retorno) que funciona universalmente, apesar de muitas super-inteligências negativas tentarem burlá-la. Conseguem burlá-la durante milênios utilizando-se de artifícios inteligentes e maldosos mas chega o dia de Prestação de Contas “-Dia do Juízo Final”, quando então não poderá haver burla ou tapeações. Deus, tarda mas não falta!

Ser negativo é girar contrariamente ao giro normal do planeta em que ele habita, girar contrariamente ao sistema solar do qual esse planeta faz parte e contrariamente ao giro da Galáxia à qual esses sistema solar pertence. E como os planetas, os sistemas solares as galáxias giram da esquerda para a direita, quem gira em sentido contrário, ou seja, da direita para a esquerda torna-se negativo. Está girando contra as forças maiores.

Por essa razão e os Engenheiros Siderais, conhecedores que são de todas essas Leis, determinam um ciclo para progresso e evolução dos mundos e dos seres que os habitam e para solar e restruturar a periferia de cada galáxia que normalmente é composta por sistemas solares e planetas novos, ou seja, originados a pouco tempo dentro da Contagem Infinita de Tempo e Espaço e necessitam de uma alteração compulsória de sues “habitats”, fazem passar em sentido contrário a rotação da galáxia, dos sistemas solares e dos planetas, um gigantesco bólido negativo que reposiciona todos os astros em regiões mais adequadas no Cosmos e , esse bólido é um gigantesco planeta que percorre um trecho de nossa Galáxia e do nosso sistema solar, chama-se SIDÉRIUS. E vem em sentido contrário a rotação da Via-Láctea e do nosso sistema solar. Provocará uma mudança radical no sistema solar, mudará o órbita dos doze planetas (e não nove como a Ciência diz), verticalizará o eixo de alguns deles, entre estes, a Terra. Muitas hecatombes provocará, entre elas, a divisão do sistema solar em dois sistemas novos.

Um liderado pelo atual Sol que agrupará alguns planetas e o outro liderado pelo atual planeta Júpiter que também agrupará alguns dos doze planetas.

O Nosso Sistema Solar brevemente será avistado** por outros seres de planetas distantes como uma “Super-Nova” que “inchará” ao receber mais um sol aceso que é Sidérius, que, ao penetra-lo, aumentará o tamanho do sistema e ao deixa-lo dividido em dois dará a impressão a distância de que o nosso Sol e seu sistema solar explodiram.

Sidérius passará, seguindo sua missão de higienizador para o próximo sistema solar, seguindo sua milenar órbita. Esses acontecimentos estão previstos e estão sendo monitorados por seres extraterrestres positivos que calculam que ocorrerá entre meados do ano de 1997 a 1999 próximos.

Sidérius planeta gigantesco, um sol negativo com emanações deletérias age como o contraponto na música. É o contraponto e o ponto que formam os acordes harmônicos e a melodia, formando a música no seu todo. Uma música sem contraponto fica vazia, sem vibração, sem movimento, sem encanto, transforma-se em cantochão, o canto primitivo dos monastérios, triste, mórbida, sem começo, meio e fim. Assim também o canto e o contracanto que formam a melodia cantada. A dança e a contradança que formam a melodia dançada.

Nesse concerto cósmico-sideral que se realizará no fim deste século, o contraponto Sidérius, o da esquerda, o negativo, terá uma participação importante e que determinará o fim deste velho ciclo planetário. Sidérius levará consigo milhões de seres negativos em afinidade com ele e os irá descarregando noutros planetas, um início de vida planetária, para que estes seres recomecem tudo de novo, dando-lhes chances de novos progressos, novos ciclos e novos itinerários. E para estes seres, Deus não existirá por muito tempo e por muito tempo Ele será uma aberração, uma utopia, uma farsa. Mas Ele, generoso como a milhões de anos continuará sua criação, gerando novos planetas, novas civilizações novos sistemas dualistas ou trialistas sem dar a mínima importância a não ser aquela de circunscrever as Leis e nelas àqueles que habitam seus mundos!

E quando seres positivos com suas naves maravilhosas aparecerem por lá, levarão à eles que estarão negativados, desiludidos, saudosos de sues paraísos perdidos: o conhecimento sobre Deus, sobre o Universo, sobre suas Leis e as Leis de Convivência Social entre eles. Ai, então, para eles surgirá o dualismo, o Bem e o Mal, o Neutro (o intermediário) o mediunismo. Então, ocorrerão os choques de retorno a Lei do Karma se fará sentir pessoal e coletivamente, e aqueles seres, serão apelidados de deuses, querubins com suas “varias asas e varias cabeças”; e o novo ciclo de retorno ao Pai reiniciar-se-á e novo fim de ciclo chegará, novo contraponto se aproximará e novos expurgos se darão “ad-etenum”. Assim é o Universo Dualista e assim sempre será. Neste momento de transição, de final de ciclo e de final de século, vai parecer que tudo estará sob o domínio dos negativos. Vai parecer que os que trilham o caminho do bem , do positivismo, foram abandonados, parecerá que o nosso barco estará a deriva. E na verdade, a Terra que é o barco de todos terráqueos positivos, neutros ou negativos, estará a deriva no Espaço enquanto passar dentro da órbita do nosso sistema solar o gigantesco planeta Sidérius. Tudo será tragédia, escuridão total no momento em que o nosso querido Sol for afastado de sua órbita para formar novo sistema solar, e enquanto o luminoso planeta Júpiter não atrair para sua órbita parte dos planetas de nosso sistema que formarão com ele um outro sistema solar. Muito choro, muito pavor e muita dor advirão desses terríveis e próximos momentos que esta humanidade terá que enfrentar pois não quis ouvir as palavras suaves e magicas do Avatar Positivo Maior deste globo, Jesus Cristo.

Eu diria, trazendo para o tempo atual, que Ele teria dito: “- Tudo passará mas minhas palavras não passarão ”. Mas, poucos ouviram-no e dos que ouviram poucos o entenderam ou seguiram seus conselhos. E agora no “frigir dos ovos”, aqueles que não fizeram questão de ouvi-Lo, lutam desesperadamente formando novas seitas e religiões no afã de recuperarem os milhões de anos perdidos. É claro que sempre haverá tempo para recuperação, mas não sei se haverá o que recuperar tudo, pois nenhum de nós é perfeito, nenhum poderá “atirar a primeira pedra”. Ele também disse mais ou menos isso!

Mas isso não que dizer que não devemos lutar pelo que é justo e por aquilo que dê ensejo ao progresso da humanidade em geral, a começar pelas pequenas coisas, onde os negativos atuam com maior insistência e maior penetração, qual seja, a família, o direito de cada indivíduo morar em paz, em sua casa sem que seja perturbado por vizinhos barulhentos e sem escrúpulos***. O respeito pelo estilo de vida do semelhante desde que este não interfira maldosamente com a inveja, a cobiça, e outras mazelas. o patrimônio público deve ser zelado como se fosse parte de cada um de nós. O respeito no trânsito e no trato com as coisas alheias.

Por aí que começam as pulsações negativas a tentarem tomar conta e a tentarem reverter em prol de si mesmos os benefícios, os direitos e responsabilidades; esta última, de preferência, só quando forem a favor dos negativos pois eles são inimigos das responsabilidades. Apregoam e vivem da irresponsabilidade alheia e da sua própria. Consequentemente se transformam naquele vírus que sobrevive das infecções e das contaminações. E se esta fosse a conduta Divina correta****, então o Universo deveria existir e coexistir com elas, mas assim não é. O Universo é, por assim dizer, um organismo sadio e nele não predominam micróbios ou vírus destruidores do bem estar geral, este último sim, é que é predominante e deverá continuar, e todos os seres ou criaturas oriundas do Núcleo Central-Deus, almejam viver bem, sem qualquer risco de serem dizimadas ou mesmo perturbados em seu “status de progresso e ascensão maior”.

Tudo está afeito e circunscrito ao seu “habitat” original e nele os seres viventes traçam as suas trajetórias, e quando surgem elementos estranhos ou intrusos à essas trajetórias ai então se iniciam os choques e as destruições e até mesmo as autodestruições. O que vem ocorrendo no planeta Terra desde os primórdios da sua civilização. Entretanto, há alguns paradoxos em algumas nomenclaturas dentro de medicina ou da ciência terrestre, por exemplo: diz-se positivo ao exame do indivíduo que é portador de algum vírus prejudicial à sua saúde ou vírus de contaminação como H.I.V. da AIDS, ou seja, o indivíduo em cujo exame foi detectado aquele vírus é chamado de um portador positivo, quando deveria ser o contrário, ele deveria ser portador negativo pois, vai negativar toda a sua vida e toda a sociedade, assim também com os portadores de outras doenças tidas como perigosas e alarmantes. Mas, é apenas um condicionamento ou jogo de palavras; na verdade, o quadro geral universal já descrito por mim nas páginas anteriores, não se altera.

São Paulo, 08/ 06/ 93, às 23:50 h

* Ainda assim a Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol.
** Já está sendo avistado
*** Aqui refiro ao meu próprio convívio
**** Ou seja, conviver com vírus, infecções e contaminações
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Zaida – A Entidade "Mulher Serpente"

Outro elemental interessante que pouquíssimas pessoas vêem é o de uma moça bem jovem aparentado seus 17/18 anos de idade, talvez menos, e que é da metade da cintura para cima uma bela jovem morena, seios a mostra, cabelos compridos olhos orientais e profundos, bem feitos, nariz aquilino, lábios e dentes belíssimos quando nos sorri, e da cintura para baixo é uma cauda de serpente. Seu nome é ZAIDA, contou-nos sua história e como ela surgiu. Vou resumir aqui para que os leitores tenham uma pequena idéia.

Zaida nos contou que nascera na Antiga Pérsia, e como punição foi jogada num poço de serpentes. Ela era jovem persa como qualquer outra, mas após ser jogada naquele poço, a princípio ficou horrorizada pensando que a qualquer momento iria ser picada por elas, mas ao contrário, as serpentes se enrolavam nela e nunca a atacaram. Passou-se muito tempo e ela lá foi esquecida tendo perecido de inanição, ou seja foi ficando fraca com sede e com fome e, ao desencarnar sem nada conhecer nem como sair espiritualmente dali, seu espirito foi adquirindo forma de serpente da cintura para baixo. Desta forma, seus membros inferiores e sexualidade feminina desapareceram. Como o seu desapontamento com os “seres humanos” que fizeram aquilo para ela fora muito grande, e a mazidade e proteção das serpentes para ela foi muito maior, adquiriu então, todos os modos e sentidos do elemento das serpentes transformando-se num de seus elementais e protetora desses animais e de seus “habitats”. Sempre nos pediu e nos pede que nunca matemos uma serpente ou que permitamos que alguém o faça. E se algum dia nos encontrássemos em alguma situação frente a frente com uma serpente que a mentalizássemos que ela viria e afastaria o animal para longe de nós, e que isto também serviria quando nos defrontássemos com pessoas com “instinto de serpente” como se diz popularmente, ou ainda alguns tipos de gente “peçonhentas”, ela também poderia (e pode) ser mentalizada para trabalhar e afastar essas pessoas de nosso convívio.

Acompanha-me diretamente, um elemental do fogo, ou Salamandra, e nos o chamamos de “Chaminha” pois ele gosta de brincar com o fogo, e desde que eu era criança vivia com a caixa de fósforos na mão querendo por fogo em tudo que não prestasse, vivia pondo fogo em formigueiros e outras pequenas coisas. Só mais tarde é que vendo essa maravilhosa criatura é que pude entender o porque de eu ser daquela maneira. Mas antes disto levei alguns puxões de orelha e algumas surras de minha saudosa e querida mãe Adelaide.

Já minha esposa possuía e minha filha possui cada uma, uma Sereia que é um elemental poderoso do mar. Metade mulher, cabelos longos olhos doces e profundos, seios a mostra e da cintura para baixo possui o corpo de peixe. Elas duas, apesar de não saberem nadar sentiam uma atração muito forte pelo mar enluarado. Quando iam à praia não queriam mais sair. Ao contrário de mim, que gosto mas não faço muita questão de nele permanecer. Para tudo há uma explicação ou motivo. Quando criança, li muitas estórias infantis de fadas, duendes, sereias e outros seres, sempre pensei que eram apenas fantasias. Perguntava aos adultos e era isso que me respondiam: fantasias, nada mais! Porém, quando todos eles começaram a se apresentar e a dialogar comigo, percebi que esse mundo fantástico dos elementais é quase tão real quanto o nosso e a atuação deles no mundo visível é essencial.

E assim, temos dezenas de casos curiosos os quais daremos uma atenção especial nos próximos livros, pois cada um tem sua particularidade e não caberia explicá-los nesta oportunidade.

Todos esses seres e entidades vem de mais de quarenta anos para cá, com firmeza a dialogar conosco, transmitindo-nos tudo o que sabemos sobre o Universo. Sobre o Cosmo, o Espaço Sideral, o Núcleo Central Cósmico -Deus, a origem a Centelha Humana, a Criação e Formação de tudo o que existe no Universo e outros milhares de assuntos que não caberiam neste capítulo e que talvez só possam ser enfocados por mim, futuramente. Todos eles terão um enfoque pessoal com capítulos específicos nos quais serão transcritos todas as mensagens recebidas de cada ser ou entidade, em nossa linguagem e, para aqueles que mandaram suas mensagens nas suas próprias linguagens e escritas, incluirei os “fac-símiles destas mensagens e respectivas traduções para que os leitores e pesquisadores possam analisá-las, minuciosamente.

Até hoje penso que ninguém se aventurou a explicar quem é DEUS, o que é DEUS, como é DEUS, da forma como aqui vai explicada, contudo, sabendo que é uma tarefa quase impossível, tentarei fazê-lo em linguagem a mais compreensível possível e bem facilitada.

Caberá aos leitores livrarem-se dos tabus, dogmas e preconceitos e procurar usar sempre o raciocínio lógico, desprenderem-se das amarras filosóficas e religiosas e das “mordaças negras” que ainda alguns trazem remotamente dentro de si próprios da época da ”santa inquisição”. Bem como, daquele temor impingido à toda humanidade terrestre por mentes astutas, maliciosamente inteligentes social e psicologicamente, a fim de que essa humanidade não se dissipasse e vagasse por caminhos mais tortuosos do que aqueles que já estavam previstos em seu karma coletivo no decorrer dos milênios de sua formação; quando então, para cá foram exilados espíritos rebeldes oriundos de humanidades em conflitos de outros orbes juntamente com a intercalação de Espiritos-Avatares que desde a Lemúria e Atlântida, continentes agora submersos, desde a Índia, no tempo dos antigos Vedas, no Peru entre os Incas. No México e na Guatemala entre os Astecas, Toltecas e Maias, no Egito Antigo, na Mesopotâmia, na Judeia, no Nepal, na China, na Mongólia, no Japão, na Tailândia, no Oriente Médio, posteriormente, enfim, em todos os quadrantes da Terra, vieram eles cada um a sua maneira, empregando dons ou prestigitação; apregoando o temor a Deus e sobre tudo o Amor a Deus.

Muitos aproveitadores se locupletaram com os ensinamentos daqueles avatares e ao invés de procurarem alicerçar o amor, preferiram atemorizar o ser humano para que este permanecesse carente e dependente de uma ardilosa intermediação daqueles aproveitadores e mercenários entre ele, ser humano, e Deus. Intermediação essa que seria um “dom” exclusivo de uma casta de magos e sacerdotes, bruxos e feiticeiros e a pior de todas, aquela que seria exercida, praticada, através da casta clerical de todas as seitas e religiões, ávidas de ouro, que venderiam a “proteção divina” aos neófitos, aos adeptos e a população em geral subserviente, crente e cega.

Posteriormente vieram as populações indígenas que trouxeram e trazem as marcas desses traumas do passado funesto em seus perispíritos, e aí recorriam aos pajés das tribos aquela intermediação junto à Tupã ou outros nomes que davam a Deus que os fazia chegar ao ponto de temerem as forças da natureza, como os raios e trovões, vulcões, terremotos, como se aquilo fosse a voz irada de Deus ameaçando-os com castigos que logo vinham em forma da destruição total da lavoura ou dos seus “habitats”, ameaçando-lhes o curso de seus destinos.

Não é assim que os seres extraterrestres me ensinaram a sentir Deus. Quero salientar, aproveito, que os meus grifos em letra maiúscula ao me referir a Divindade, não o são por temor a Ele, mas como um respeito a figura do Criador perante àqueles que possivelmente ainda o temem.

No decorrer de todos esses milênios da existência da humanidade, aqueles aproveitadores da boa fé humana, criaram e ainda criam muitos mitos, cultos e sacrifícios de animais e principalmente de sacrifícios humanos, entre estes, as imolações e outras práticas terríveis em nome de um deus impiedoso, factível, sedento por sangue e pelo ouro, mas sempre carente, nada poderoso! Isto tudo veio a aumentar a diferença e a revolta, principalmente entre os que eram “escolhidos” para os sacrifícios, que ao desencarnarem em meio a atrozes sofrimentos, já no campo espiritual descrentes ou incrédulos com a chamada “justiça divina”, passaram para o lado dos negativos e se transformaram em anjos decaídos e que através de séculos vêm seguindo e combatendo seus antigos algozes. Atravessaram os séculos até nossos dias sedentos de vingança e impiedosamente os perseguem e os caçam e toda e possível ramificação genealógica. E cegos como estão, pelo ódio, atingem aqueles que tinham ou têm ligações várias com aqueles que os sacrificaram em nome de Deus. É essa caçada vira-se contra o caçador através das vias kármicas, aumentando-lhes os dolos e transformando-se em karma coletivo chegando até os dias de hoje com essa eterna rivalidade entre o Bem e o Mal, culpando-se a Deus por tudo o que ocorre de mal e que é produto da insanidade e belicosidade humana que chega às raias do animalesco.

Se somos a imagem e semelhança de Deus somos deuses também! O mestre Jesus já dizia: “- Vós sois deuses e poderão fazer ainda mais do que eu fiz”-.

Tanto isso é verdade, que o próprio ser humano está acabando com o planeta Terra e Deus nada faz diretamente, na hora, no exato momento contra ele. Ao contrário, permite que o ser humano use o seu livre arbítrio a seu bel prazer, seja do lado negativo ou do lado positivo. É claro que não indefinidamente, pois há as Leis Cósmico Siderais Evolutivas Naturais que o limitarão um dia. “- Deus tarda mais não falta”!, já dizia o jargão popular.

Portanto, as religiões, filosofias e outras ciências, desde a antigüidade, viam e vêem DEUS como “um velho barbudo” que vive no espaço, o Sol com um de “seus dedos”, Júpiter com outro, as estrelas com os dedos dos pés e etc., e de vez em quando, larga um deles para “castigar o ser humano que pecou”.

Por vezes um Deus impiedoso, insaciável nos seus atos de vingança, e protecionista, nepotista, que permite alguns fazerem parte de sua “panela” política, dando-lhes cargos, altos salários, vivendo como nababos, sem risco de qualquer doença e qualquer espécie, a não ser a preocupação de ter que deixar tudo o que arrecadou espuriamente para seus herdeiros que ao ver dele próprio nada fizeram para merecer. Ele mandara matar, aniquilar famílias inteiras de inocentes que atravessaram em seu caminho e no entanto, cai fulminado por uma parada cardíaca como um passarinho.

Isto tudo faz com que a chamada “Justiça Divina” não seja vista com bons olhos por aqueles que se acham injustiçados, e revoltados se rebelam, desafiam, ao mesmo tempo a Deus, “aquele velho” que um dia pode achar que eles sejam “personas non gratas” e baixe a mão sobre eles castigando-os inexoravelmente.

Moisés, líder nato das massas humanas, trazia em seu espirito grande experiência na lida com religiões e crenças que ajudou a fomentar e a praticar em seu passado remoto, trazendo em seus registros akáshicos grande conhecimento, perspicácia e dotado de sensibilidade mediúnica e grande domínio das forças da magia, foi instruído pelos Altos Poderes a legislar leis de conformidade com a mentalidade reinante na época. Daí brotaram-lhes os mandamentos e o Gênesis (começo de tudo) mas sempre observando o limite de conhecimento da época e no intuito de aglutinar sua raça hebraica um tanto revoltada e cansada, com leis e mandamentos severos para que não houvesse a dissipação dos costumes e a própria degeneração moral e social de seu povo. “Povo escolhido de Deus”, e que teria a obrigação de dar exemplos significativos para os povos futuros e ao mesmo tempo para a preparação da vinda do Messias 1300 anos depois, que ele, Moisés também não acreditava num Avatar como Jesus, pensava ele que haveria de vir um líder judeu como ele e não manso como Jesus, mas sim, severo, rigoroso e até impiedoso como ele, que propagava a vingança de “Olho por olho dente por dente”.

Sabedor que era da força de seu carisma, de seu domínio, da fascinação que sua sabedoria exercia sobre as massas deixou passar através de si as novas leis mas sem eliminar, contudo, seu animismo e egocentrismo, levando a humanidade a ver Deus “, debaixo para cima”, a teme-lo e pintando a origem do homem na terra de forma a fazê-lo parecer sempre um nada perto da potência divina e a criação do mundo executada por um ser que por conveniência da própria crença e interesses que abraçava, deveria trabalhar durante cinco dias e descansar nos fins de semana. “Talvez ele, Moisés, já estivesse prevendo as atuais leis trabalhistas que também tinham que vir regulamentar o trabalho do Criador!”

Deixando de lado todas essas insinuações e pilhérias pois, isto é muito sério, sério demais que trouxe a humanidade terrestre, tanto a humanidade física como a humanidade espiritual aos níveis dos patamares nos quais se encontra até hoje, após milênios de dúvidas e incertezas, vamos ao meu Gênesis – o Começo de Tudo, e De onde Viemos, o que somos e para onde Vamos, como eu entendo e como sou instruído pelos seres extraterrestres, mais avançados que nós sobre algo que já existente que seria o Nada absoluto, consideramos como Auto-Deformação.

Explicando com exemplo mais palpável e conhecido dos terrestres, pelo menos dos terrestres mais cultos:

Nos geradores dentro de nossas usinas elétricas, faz-se um campo magnético formado por um imã. O motor do gerador girando em alta velocidade gera um fluxo de elétrons no interior do campo magnético. Esses elétrons não existiam até aquele momento, foram criados ou simplesmente gerados pela deformação do campo magnético pela rotação do motor.

E assim nasceu e nasce continuamente a eletricidade que, após escoada através dos cabos adequados e por meio de redutores e transformadores chegam ao seu objetivo final, que é movimentar indústrias e iluminar cidades inteiras. De onde se pressupõe que, neste caso, o que existiu primeiro ou antes de tudo foi o campo magnético, mas na verdade, nós sabemos que antes existiram o motor, o imã, as águas que movem as turbinas, os homens que montaram e planejaram a usina e etc. etc.

Como aplicar o exemplo acima, por sinal muito simplista, na Criação de Deus e do Universo. Seria como se aqueles elétrons gerados quisessem explicar a criação do campo magnético, pois eles só tem conhecimento, caso raciocinassem, do momento de sua criação para baixo, não saberiam explicar o que ocorrera entes de serem criados. Certo? No conceito do surgimento de Deus ou do Núcleo Central Cósmico, só pode ser aplicado no sentido da auto deformação encontrada, em tudo e por tudo. Os seres extraterrestres mais evoluídos, os quais não conseguiram ver Deus de perto, com certeza estão logicamente mais próximos dele do que nós estamos e podem tecer um conceito mais apropriado.

A Vida

Por que se tem medo da vida? Por que se tem medo da morte?

Esse medo que a maioria das pessoas tem durante a vida ou da própria vida, deve-se quase que exclusivamente a falta de conhecimento “do que somos, de onde viemos e para onde vamos”. Falta de conhecimento daquilo que já fomos em um passado bem remoto e daquilo para o qual viemos em missão kármica ou não, nesta última vida, ou melhor dizendo nesta atual vivência.

Por que o ser humano é beneficiado por Deus, o Núcleo Central Cósmico, com o beneplácito do bendito esquecimento do que fomos e do que fizemos em vidas passadas? Isto para que todos tenhamos chances iguais de um novo “start” ou recomeço na vida, para a qual voltamos em cumprimento a um programa pré estabelecido, com a assistência dos Dirigentes Espirituais dos campos Astral e Cósmico.

Esse bendito esquecimento que trazemos sobre as nossas vidas passadas, é benéfico porque nos dá as chances de recomeçar do início, também é de certa forma maléfico pois nos faz esquecer que muitos de nós estivemos na carne por milhares de vezes, portanto, morremos e nascemos outras tantas milhares de vezes. Contudo o homem tem pavor de morrer e o mesmo pavor, talvez maior ainda, o espírito tem para nascer.

Para o espírito seria mais lógico ter esse pavor, porque ele vem para enfrentar um mundo conturbado, inóspito em todos os sentidos da vida e, ele corre o risco de cometer grandes enganos, terríveis erros e assim, pode por a perder tudo o que já tenha conseguido acumular de bom até ali; e ter que retornar a pátria do espírito em péssimas condições, tendo que levar muito tempo estagnado nesses erros e suas conseqüências, atrasando dessa forma o seu progresso evolutivo.

Quer dizer que na Vida na Carne entramos às cegas, sem sabermos o que vai nos acontecer, apesar das promessas e compromissos firmados no além. Hoje em dia a maior chance é a do fracasso quase total, tal o nível de conturbação reinante no mundo dos assim chamados “dos vivos” mas seria condizente com o mundo dos “mortos vivos”, dos robotizados.

Contudo, para o ser vivo que desencarna e vive condizentemente dentro dos princípios humanos físicos mentais e espirituais sadios, não precisaria ter tanto pavor da morte, pois ele ao desencarnar, será assistido acompanhado e ajudado a retornar a sua pátria espiritual com a certeza de ser bem recebido, tendo um futuro quase que totalmente traçado e conhecido.

O segredo está em se saber viver preparado ou de comum acordo com aquela que será inevitável pelo menos até o fim deste ciclo planetário, para o ser humano terrestre, a morte. Ela é mais inevitável que a vida, pois o Espírito, se já se encontra em psicosferas ou patamares já evoluídos afastado do karma de prova, poderá escolher se quiser ou não voltar à vida física ou permanecer na verdadeira vida sem provas dolorosas nas psicosferas astrais superiores.

Por essa razão o ser humano desde a sua existência vive essa eterna dualidade do bem e do mal, porque para ele que ainda não está sintonizado com as pulsações ou emissões Maiores da Divindade, tem sempre a Morte como um mal implacável e a vida como um bem imorredouro, e na verdade o seu instinto de conservação assim o exige e o leva a viver quase sempre na defesa e atacando sempre para não perder a preciosidade que é sua vida e não importa em qual estágio social ele se encontre. Vejam bem, estou dizendo estágio social e não espiritual, pois quanto mais arraigado o homem estiver nesses bons ou maus estágios sociais, mais animalizado ele será e mais na defesa ou no ataque ele jogará.

A morte realmente é implacável, mas a meu ver não é má quando ela ocorre dentro dos parâmetros pré estabelecidos antes do reencarne. A morte só é má para aqueles que vivem suas vidas em desarmonia com eles próprios, e fazem com que essas vidas atraiam mais rapidamente a morte para junto de si, ou provoquem o continuar da vida interferindo no seu curso normal com atitudes irresponsáveis e de insegurança gerando o karma fatal, ceifador direto ou indireto daquilo que se propuseram fazer no Campo Astral antes de nascer.

Portanto, após a missão cumprida dentro do ciclo de vida previsto, seja este curto ou longo, jovem ou velho, a morte é por assim dizer, o desiderato, a libertação do espírito altaneiro, indomável, do seu casulo que foi seu corpo durante esse período. Ela passa a ser a velha amiga que nos acompanha há milênios e que traça, rege e delimita os parâmetros de nossas atuações. Em linguagem cibernética, a morte é aquilo que os especialistas em processamento de dados, os analistas de sistemas chamam de “tape-mark’ ou marca na fita, ou seja aquele registro que diz ao computador qual a operação a fazer a seguir, se deve ele imprimir, somar, dividir, acumular, subtrair ou simplesmente se apagar. Portanto, como um computador, o cérebro e o espírito, ou melhor dizendo, o conjunto psicossomático do homem não poderá viver ou funcionar sem ela.

Não podemos esquecer que a morte é um produto do “habitat” ou seja do meio ambiente, e, esse meio ambiente é produzido pelo próprio homem. Ultimamente, esse mesmo homem vem deteriorando gravemente seu “habitat” fazendo com que as células do seu físico e de todo o eco sistema não consigam se reciclarem com o vigor necessário para adquirirem um maior tempo de vida; logo, a morte é uma conseqüência dessa terrível irresponsabilidade. O homem não sabe cuidar ou cultivar as pérolas que foram postas a sua disposição pela Divindade o Núcleo Central Cósmico, que são o planeta Terra onde vive e a vida do seu próprio físico.

A ganância, a corrida atrás do dinheiro mais fácil e rápido fez do homem um assassino em potencial de si próprio e de seus semelhantes. Ele está enlouquecido e sempre atacando tudo primeiro para se defender, e é claro não há melhor companheira para esse homem do que a sua velha conhecida – a Morte. Só que de uns tempos para cá ela, a morte, não se contenta mais em levar só o seu fabricante, ela aprecia acumular corpos, passou a ter ares de madrasta-coletiva, e ceifa milhões de vida de uma só vez, no gênero humano e mais ainda, de todo o ser vivente na fauna, na flora, no mar e na atmosfera do nosso antes tão belo planeta Terra. O Genocídio é total. Agora a humanidade mata a própria humanidade e não contente, mata também seus irmãos menores no seu próprio “habitat”.

Por que então ter medo da vida ou ter medo da morte, se somos nós mesmos que podemos ou não aumentá-la ou diminuí-la? Basta que nós nos espiritualizemos para que essa vida seja mais longa e mais saborosa de viver, basta que busquemos o conhecimento mental, o ponto de equilíbrio para que toda a humanidade seja mais sadia cerebral, física e mentalmente e assim, a morte mais ainda continuará nossa amiga, nosso “tape-mark’ nos ajudando a tomar o caminho certo na nossa longa estrada sideral, na viagem de retorno às nossas origens que é Deus o Núcleo Central Cósmico.

1* Por que? Porque é o tipo de “habitat” que dá origem em seu interior ao sistema de vida, a o tempo dessa vida, ao tipo de matéria mais grosseira ou mais sutil, por conseguinte mais duradoura ou menos duradoura. O habitat terrestre por si só, sem a ajuda da ciência para aumentar o tempo de vida médio, que atualmente, está em torno dos 60/70 anos de idade. Há os que conseguiram chegar aos 150/160 anos, porém, são muito raros. Ao meu ver estes seres humanos entraram no “meridiano genético’ de um Matusalém ou de outros que naqueles tempos imemoriais tinham ambiente e genes para prolongarem suas próprias vidas naturalmente.

O “habitat” circunscreve o tempo de duração de vida, a estatura, o peso, ou seja, o “biótipo” de seus habitantes, por isso, há no Espaço Sideral, seres de baixíssima estatura (1,00m/ 0,80 m) até seres com mais de quatro metros de altura. Assim também é o “habitat” marinho, bem como as selvas e florestas.

A atmosfera de cada planeta juntada a sua velocidade em torno de seu eixo imaginário e sua velocidade em torno do Sol, a distância que o separa do Sol, o sistema gravitacional, a luz e calor absorvidos, são os fatores reguladores de tempo de duração de vida de tudo o que há em seu interior, seja no reino animal, vegetal, mineral ou gasoso. Conforme sou informado, a atmosfera do planeta Terra limita a velocidade de um objeto com atrito, até 6000 km por hora. Mais que isso, o atrito contra a resistência atmosférica o desintegrará. Por isso, os astronautas tem que fazer circunvoluções em torno da Terra até reduzirem a cápsula a velocidade adequada de retorno, e esta deve ser sempre a favor do sentido de rotação da Terra em torno do seu eixo e assim, aproveitarem o “pé de apoio” que a atmosfera ou o “habitat” terrestre lhes oferece para aterrissagem.

Também conforme sou informado, pelos seres extraterrestres, mesmo para as naves interplanetárias deles cujo sistema de propulsão não permite o atrito com as atmosferas de cada planeta, essa velocidade interna também é limitada, mas não pelo atrito e sim pelo teor magnético interior e pelos afluxos de raios cósmicos que o planeta absorve e por conseguinte cruzam-se dentro dessas atmosferas, estes afluxos ou bombardeio dos raios cósmicos varia de planeta para planeta assim como o teor magnético.

Portanto, o “habitat” é que determina tudo, até as cores dos seres, das plantas, da água, da atmosfera e etc. E no caso da velocidade interna, ou seja, dentro da atmosfera, se pegarmos um avião a jacto super moderno, ou um foguete, parece-me que ele não ultrapassará mais de 6.000 por hora nem que tenha potência para isso. Sua velocidade irá aumentando à medida que ele for se libertando das camadas atmosféricas da terra e das forças de atração ou da gravidade. Quanto as naves, apesar delas formarem em torno de si próprias um campo de forças, e esse campo formar uma espécie de túnel dentro da atmosfera, por cujo interior ela segue vertiginosamente sem qualquer atrito ou desgaste, tem também sua velocidade limitada pelo teor magnético emitido pelo planeta.

Isto significa dizer que é como se o “habitat” dissesse: “- Através da minha atmosfera você pode voar mas só até ‘x’ quilômetros por hora”! Tá? Razão pela qual, muitos acidentes foram constatados com naves alienígenas, cuja tripulação não conseguiu detectar as falhas nas linhas magnéticas em certas regiões da Terra e atritaram-se diretamente com a atmosfera desintegrando-se.

A Utilidade do Negativo ou do Não Positivo

Não é minha intenção fazer aqui a apologia do negativo, muito menos do negativismo, que seria o oposto do positivo e do positivismo, assim como a sombra é o oposto da luz, a esquerda é oposta da direita, a cor preta seria o oposto da cor branca, e no fanatismo separatista, o negro é o oposto do branco; o que é uma infantilidade, um retrocesso social, mental e espiritual do homem terrestre.

Na energia elétrica os fotônios que dão origem a luz dentro de uma lâmpada não existiriam sem o fio negativo e penso, dentro do meu humilde conhecimento cósmico, que, a luz sideral que ilumina os mundos, as galáxias, os sistemas solares, do astral superior ao astral inferior passando pelo físico visível, também é fruto de energias ou reagentes opostos.

Já são conhecidas nossas teorias e afirmações sobre a origem da Luz Solar, teorias estas que, já estão “revolucionando silenciosamente” o meio científico e haverão de ser constatadas ao longo dos futuros anos, antes do final do ciclo planetário.

Porém, apesar de ter certeza do que aqui vou analisar, sabedor de que não há efeito sem causa e que, a lei de Causa e Efeito ou Lei Karmica é a Lei que combina ou reconcilia os opostos, interliga o mal que é o oposto do bem, eu afirmo que o bem num planeta em evolução como a Terra não progrediria sem o mal que lhe serve de muletas e muitas vezes de ponta de lança, como obstáculo a ser vencido para aqueles que buscam a ascensão em todos os níveis quer sejam físicos ou espirituais.

Na verdade não há apenas uma dualidade cósmica nisso tudo; a meu ver há pelo menos uma tríade e que algumas religiões chamaram-na Santíssimas Trindade, que figurativamente, simbolicamente foi extraída do Positivo, do Neutro e do Negativo que são três fases magnético-astral que fornecem o movimento rotatório aos mundos e a tudo o que existe sobre eles. Por isso existe o dia, a tardinha, e a noite ou a noite, a alvorada, e o dia, aproveitando dessas faculdades próprias, a Natureza se faz conhecer com seus elementais e elementos que dominam especificamente de acordo com sua formação, cada uma dessas fases e ali Ela é a rainha, a dominadora pois é senhora de sua polaridade natural não interferindo nas demais polaridades, a não ser que se forme um conduto ou um intermediário, que no caso do mal e do bem é o próprio homem com sua mediunidade de várias gamas ou matizes.

Tudo na Terra tem como objetivo a meta do positivo ou do positivismo, tudo que gira sobre si próprio na Terra, gira da esquerda para a direita, isto por que a própria Terra gira também no eixo imaginário, da esquerda para a direita. Então, as tendências internas, todas elas, sejam físicas ou espirituais seguem para o bem, seguem para a direita, seguem do baixo para o alto. As próprias vibrações das coisas e de cada ser a tendência final é seguirem do baixo para o alto, daí as expressões: baixo astral (negativo ou esquerdo ou ainda o mal) e o alto astral (positivo ou direito ou ainda o bem). E todos sabemos que o que é torto não é direito e se não é direito não é bom e se não é bom é porque não serve para a maioria dos viventes ou dos desencarnados.

A vida e a morte; uma se opõe à outra; para as Entidades Astrais a vida é a morte, pois devem morrer no Astral para nascerem no corpo físico ou reencarnarem. Para os Viventes da Crosta Terrestre a morte é a vida pois também devem morrer no físico para renascerem em espírito. Desta forma, tendo-se como a vida física como sendo o meio do espirito resgatar pela dor seus males, e a vida espiritual como sendo o meio do espirito vivenciar e restaurar suas energias para novos empreendimentos, aquela (física) seria a parte negativa e esta (espiritual) a positiva.

Partindo do princípio que a luz é positiva para tudo que é positivo, ela seria então a “célula-mater” da Criação ou de tudo o que é Criado dentro do Universo. Uma das frases que costumo dizer é: “- O Sol não está preocupado se ao amanhecer na Terra ele extermina as bactérias das sombras e da umidade, simplesmente ele nasce e segue para Zênite “queimando” tudo, esquentando tudo dentro do alcance dos seus raios”- O Sol, também, não está preocupado se ao entardecer na Terra, novas bactérias da escuridão, novos fungos da umidade surgirão, esconde-se, para fazer a mesma coisa do outro lado do planeta”. Isto significa que aquilo ou aqueles que querem viver nas sombras, à margem da luz, esconder-se-ão do Sol e formarão um habitat próprio onde os raios solares não os alcançarão.

Penso que os antigos egípcios diziam: “Osiris segue com sua barca iluminada indiferente às fraquezas do homem, entretanto, ele é complacente à essas fraquezas e permite que durante os ciclos mensais, sua companheira Íris (a Lua), vele, iluminando com sua luz magnética o caminho noturno dos mortais”. Assim mesmo há aqueles, os ditos mortais e até os imortais, que vivem nos vários patamares ou biosferas astrais, ou psicosferas, que fazem uso ou mal uso dessas influências magnética lunares, com finalidades destrutivas, negativistas, mal sabendo eles que nesse momento são utilizados como “testas de ferro” ou pontas de lança em atividades regeneradoras karmicas ou não, da qual as entidades da Luz fazem uso em auxilio ao próprio planeta e aos seus habitantes. Por isso, nada se perde, tudo se transforma na Natureza, e, o sábio Lavoisier estava e está até hoje, sempre, certo.

Durante mais de 40 anos de pesquisas sobre o psiquismo humano e no contato direto com os seres extraterrenos (entidades desencarnadas da Terra) e com os seres extraterrestres (entidades encarnadas e habitantes de outros planetas), eu e minha esposa fomos levados a presenciar várias facetas do aproveitamento útil dessas transformações que a Natureza nos oferece e, é claro, procuramos absorver transmitindo a outros tudo o que aprendemos e que nos é permitido divulgar em forma de novos conhecimentos. Numa das sessões fechadas que fazíamos, de 3 a 4 vezes por semana, com esses seres, um fato nos chamou atenção e muito nos comoveu. Passarei a relatar, juntando explicações de entidades desses dois campos (extraterreno e extraterrestre), objetivados e legados tão espontaneamente por seres superiores a nós, no que diz respeito, principalmente, a Utilidade do Negativo suas funções e disfunções e sobre tudo a missão que, sem o saberem, estão encarregados durante milênios na eternidade do espirito.

Há mais ou menos uns 20 anos atrás, conforme nosso relato da época, fomos levados a assistir um quadro dantesco, ou seja, com a possibilidade de projeção do nosso duplo-etérico conservando nosso corpo físico bem instalados em nossas poltronas. Descemos vibracionalmente até as regiões abissais do Astral Inferior da Terra, levados por amigos invisíveis do plano espiritual. Entre eles um antiquíssimo amigo de nome DARMÁTSA que era o principal interessado em ir socorrer sua progenitora, a qual permanecia presa aquelas regiões, perdida que estava em seus “mil e um mea-culpa” numa espécie de circulo vicioso negativo sem fim, baldados os esforços daquele seu filho e de outras entidades mais elevadas.

Ocorria que, ela própria parecia não desejar sair daquela negra situação pois além de querer auto punir-se, ainda alimentava resquícios de mágoas e sobre tudo de vingança, o que a levou à uma tal degeneração de energia tendo conseguido destruir suas formas perispirituais. Ela havia se transformado em ovóide fazendo parte da grande legião de seres em forma de protozoários encrostada nos charcos existentes naquela medonha região.

É simplesmente indescritível o que fomos presenciando durante nossa ida até lá em breve permanência a fim de poder resgatarmos aquela infeliz criatura! Gostaríamos de que houvesse possibilidade de filmarmos aqueles acontecimentos e aquelas regiões e depois termos a permissão de exibirmos aqui em cima, na crosta terrestre, para os viventes tão desleixados, tão remitentes, maldosos, egoístas, corruptos etc., afim de que eles analisassem e vislumbrassem o que os aguardará se não mudarem seu atual “status vivendis”.

Podemos afirmar que Dante foi até suave e ameno quando descreveu suas visões do inferno. É simplesmente horrível, horripilante e não existem palavras que possam traduzir o que presenciamos. Contudo, lá chegamos após passarmos grandes medos e apreensões que nos sufocavam pouco a pouco a alma e não víamos a hora de retornar. A criatura a quem buscávamos era já uma larva mas seus pensamentos eram dilacerantes e tão doidos que nos causavam pena, dor, lástima, horror, e dilaceravam nosso coração, nosso sentimento.

A região era pútrida e exalava um cheiro nauseabundo, afastando todo aquele que de lá tentasse se aproximar, e quanto mais elevado fosse o ser mais longe dali gostaria de estar. Eram gemidos, gritos, uivos, gargalhadas de loucura, insanidades várias, gases tóxicos, escuridão total, a não ser o facho de luz que seguia a nossa frente produzido por uma fonte ou holofote, vindo do alto, sem sabermos a sua exata origem ou por quem era manipulado, apenas iluminava o suficiente para caminharmos enquanto pressentíamos sombras, vultos monstruosos a nos espreitar, e o nosso corpo, no sofá, em semi-letargia, estremecia querendo nos defender e almejando nossa volta imediata, um instinto claro de autodefesa, mas, nós não nos deixávamos levar pelas inquietações e apavoramentos e lá continuávamos persistentes ligados ao nosso objetivo de resgatar aquela alma sofredora.