ETs atrasados moralmente, verdade?

ETs atrasados moralmente, verdade?

Pergunta:

Caro Yezzi, é verdade que os ETs também são alguns atrasados moralmente e avançados na ciência? [Se sim,] Como pode? Eu pensava que que eles ficassem apenas restritos ao seu mundo, que quando estivesse a ponto de prejudicar outras humanidades houvesse uma interferência.

Abraços,
Nelson K.

Resposta:

Prezado Nelson,

No inicio dos meus contatos eu também pensava assim, mas, com o decorrer do tempo e de minhas viagens com os que me acompanham, aprendi que o Universo é um grande Oceano sem água, que existem peixes avantajados, inteligentes e bem dotados de conhecimentos gerais e altamente espiritualizados, donos de uma ciência inigualável e outros que, devido as facilidades de seus “habitats”, conseguiram alcançar um conhecimento técnico e científico extraordinários e, talvez por isso mesmo, esqueceram-se da parte espiritual, pois conseguiram resolver seus impasses, seus problemas, utilizando-se apenas de suas ciências. Mas, isso não lhes deu poderes universais, apenas os destacaram dentro de seu próprio “habitat” e quando se aventuram sair para outros rincões universais, enfrentam os mais poderosos que eles, na mente e no espírito, por conseguinte, se tornam inferiores de certa forma, perante aqueles, que devido ao seu grande alcance e abrangência cósmico-sideral, protegem os mais necessitados como os habitantes da Terra e de outros planetas ainda engatinhando, entretanto, vez por outra, “alguns daqueles patricinhos siderais” escapam da vigilância dos protetores, atraídos pelas mentes belicosas, macabras, beligerantes e negativas de muitos habitantes da Terra, que formam uma espécie de canalização interplanetária, e para cá vêm praticar uma série de arbitrariedades contrárias aos nossos costumes e aos desígnios Cósmicos, fazendo com que o restante da população se ache desprotegida e ao deus-dará, nas mãos daqueles seres. Mas, garanto a todos que lerem esta resposta, que eles não ficarão impunes e que os fatos ocorrem, ou melhor, só acontecem com aqueles que tem um karma em relação aos fatos. Pois, não devemos esquecer que, cada um de nós temos nosso destino traçado e somos frutos de nossas ações do passado, mesmo que remoto. Não há injustiça Divina, ao contrário, a Lei de Ação E Reação é seguida minuciosamente em todos os quadrantes do Universo.

Abraços,
DYezzi::.

[box type=”tick”]Translated Text: Morally unevolved ETs, true?[/box]

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Os Mistérios da Tumba do Faraó Tutankamon

Faraó Tutankamon
Faraó Tutankamon

Da 18º Dinastia, do ano aproximadamente 1300 antes de Cristo, do ponto de vista Psicométrico Espiritual e Extraterrestre

Desde quando em 1922, a tumba do faraó Tutankamon foi descoberta por aquele arqueólogo inglês Howard Carter que por sua vez foi patrocinado por um outro inglês, o magnata Lord Carnavon, e após as mortes estranhas dos dois e de dezenas de outros envolvidos com aquela descoberta arqueológica do século, muita coisa se tem falado através dos meios de comunicação e muitos experts tem pesquisado os fatos e se pronunciado através de livros que quase chegam as raias da ficção e do fantástico, fazendo muitos pensarem na real existência de uma maldição sobre aqueles que de uma forma ou de outra participaram e vem participando daquele evento.

Eu, um estudioso que sou, desses assuntos intrigantes e um apaixonado por tudo aquilo que se refere ao Egito Antigo, resolvi fazer uma pesquisa transcendental, psicométrica, ao mesmo tempo fazendo perguntas aos seres extraterrestres que são analíticos por formação, para ver, ou melhor, tentar ver o “outro lado da moeda” do ponto de vista dos registros akáshikos, nos quais tudo fica registrado e deles ninguém escapa!; nem os mínimos e recônditos detalhes dos atos físicos ou das emanações mentais dos seres humanos ou não, os quais, tenham ou não participado na época há 3.300 anos atrás dos reais acontecimentos que envolveram o reinado e a súbita morte daquele jovem faraó egípcio, ou que tenham ou não, participado do descobrimento de sua tumba em meados do século atual, século XX.

Tentei fazer uma pesquisa arqueológica transcendental, através dos tempos, sem sair de casa. E, o que aqui vai relatado não significa que eu esteja com a verdade, mas significa uma tentativa de clarear um pouco mais os fatos desde o seu início, ao reinado de Tutankamon até nossos dias, sem qualquer paixão, e sempre tentando ser isento de qualquer influência, fosse ela qual fosse, afim de não tendenciar para qualquer ângulo ou facção mesmo a “facção científica”, a qual, por mais precisa que tente ser, pouco esclareceu até o momento, ao contrário, a Ciência está mais intrigada que os leigos!

“A morte colherá aquele que ousar intranquilizar o sono eterno do faraó”- este é, aproximadamente o significado dos dizeres encontrados por Carter na porta da tumba onde se achava a múmia do faraó Tutankamon. E realmente a morte colheu súbita e dolorosamente a quase todos eles, ou seja, aqueles que perturbaram seu “sono” tirando de lá sua múmia e seus ricos e maravilhosos pertences. É claro que assisti alguns documentários, li alguns livros, jornais e revistas a respeito do assunto, porém, não me deixei influenciar por nada ou por nenhum deles. Procurei “viajar” no tempo e no espaço em busca de alguma verdade, não sei se consegui, porém satisfiz o meu ego que tem a sina de querer levar esclarecimento as massas. Aqui se faz necessária uma explicação, não só para os leigos e estudiosos do assunto mas bem como, para os psicometras e estudiosos vivenciais ou não dos fenômenos paranormais.

Para que os resultados sejam positivos nestas pesquisas transcendentais, não basta ser apenas um “mediun psicômetra”, ou seja, um sensitivo que tenha o dom de “ler e sentir as camadas vibratórias de outra pessoa ou dos objetos e coisas que permaneceram registradas através dos tempos”, esse é o objetivo da psicometria, mas, como eu disse, só isso não basta, é necessário que tenhamos o “fio magnéto ou a fita magnética” que é nosso espírito, ligado a época a ser analisada e revivida, no caso, ligada a época do Egito Antigo, mais precisamente a 18º Dinastia há 3.300 atras, se não houver essa ligação, temos que ser levados aquela época “pelas mãos” das Entidades Superiores ou pelos Extraterrestres que não tem barreiras de tempo e de espaço — vivem no Eterno Presente.

Não sei exatamente qual a nossa ligação (minha e de minha esposa e de minha filha) pessoal, funesta ou positiva, com aquela dinastia, e, se tivemos alguma influência ou fomos influenciados por ela. Sabemos, isto sim, que dela participamos direta e indiretamente, e, se sabemos algo um pouco a mais, dele não pretendo falar ou escrever. Apenas nos é permitido adentrar um pouco a cortina do tempo, e desse pouco é que vou escrever.

Por incrível que possa parecer ao leitor, leigo ou não, nem sempre é dado ao psicometra presenciar seus próprios feitos sejam eles benéficos ou maléficos. Ele consegue ver “os dos outros”, com mais nitidez e os dele mais nebulosamente, se assim posso dizer, por isso não sei exatamente o que fizemos ou quem fomos naquela época, sabemos que nela vivemos e vivenciamos intensamente os fatos, mas os “comos” e os “ por quês”, não sabemos exatamente. Porém, durante nosso “passeio” até lá tudo presenciamos, ouvimos e sentimos com uma nitidez de fazer inveja ao mais moderno computador de “multimídia”.

“Chegamos ao tempo em que Tutankamon tinha aproximadamente de nove a dez anos de idade e já se sentava em seu majestoso trono, em um espaçoso salão do seu não menos majestoso palácio. Era “realmente” um menino rei. Tinha a tez morena, bem bronzeada, escura mesmo. Mais parecia um branco pintado de negro, pois possuía as feições de branco e não aquela feição dos negros africanos com nariz achatado, mas sim, um rosto oval, olhos amendoados, negros, brilhante, perscrutadores, nariz quase aquilino. Traços finos, corpo esbelto, apesar de criança ainda, e uma altivez de majestade nata, mãos longas e bem tratadas, dando-nos a impressão de delicadeza e de vontade própria, indomável. Um ar de grande inteligência e de grande vivacidade.

As seis filhas de seu antecessor o glorioso faraó Akenaton o adoravam, principalmente a mais velha Meritaton que vivia se insinuando e tentando conquistá-lo apesar de saber que sua terceira irmã Ankhsepaaton, era a prometida para ele e com quem ele haveria de estar ligado oficialmente mais tarde. Todas eram lindíssimas apesar de terem quase o dobro de sua idade naquele momento.

“Vimos e sentimos” as maquinações político-sociais e religiosas, feitas pelas mentes dos sacerdotes e militares, à socapa, por traz de sua pessoa que apesar de inteligente era de uma ingenuidade pura, sem má fé e que pensava que quem o rodeava e obedecia com aparência cega, mereceria toda a sua confiança. Mas se enganava e era enganado por todos aqueles biltres aventureiros, que só almejam a riqueza e o poder, que por infelicidade nossa, perduram até nossos dias e cujas punições kármicas, de nada resolveram para demovê-los desses tortuosos caminhos.

Quando do final do reinado de Akenaton, seu general e exército Horenheb (o filho do Falcão), hoje desencarnado como ex-chefe (cacique) da tribo de índios americanos Cheyene e que tem o nome, traduzido para nosso língua, de Falcão Ligeiro (será mera coincidência?), já almejava o trono real, porém, como não pertencia a casta dos faraós, era apenas um soldado, tinha que granjear para si a simpatia de uma das filhas de Akhenaton. E tanto fez, tanto se insinuou dentro do palácio que conseguiu conquistar a simpatia da rainha Nefertiti esposa de Akhenaton, que por sua vez, permitiu-lhe assédio à sua filha mais velha Baketamin, aquela mesma que se insinuava para o futuro pequeno Faraó Tutankamon.

O Faraó Akhenaton, como se sabe, através da história é comprovadamente através da psicometria, apregoava a existência de um único Deus e para isso levou do extremo seus ideais mudando tudo no Egito no seu reinado, destituiu todos os deuses de então para no lugar deles colocar Aton Rá, o Sol, ou melhor, o que o Sol representava para a Terra e para todo o sistema solar: Akhenaton não calculava fisicamente o astro solar, mas sim o Espírito do Sol e que ele representava como astro da Luz, do Calor, da Energia enfim da Criação. Mudou seu nome de Akhenamon para Akhenaton. Construiu uma nova capital onde a população deveria ser adepta de seus novos ideais. Claro que isso disseminava entre aquela população egípcia, crédula em Amon, pai de todos os demais deuses, um ódio e uma temeridade muito grande insuflada pelos sacerdotes da época que extraiam vantagens de todo o tipo, principalmente o ouro e as propriedades que surrupiavam dos crédulos incautos, além do poder que exerciam sobre as massas, sobre os políticos e potentados da época.

Vimos as maquinações que a classe sacerdotal e Horenheb, comandante das forças armadas, tramavam para assumirem o poder e fazer retornar tudo como era antes de Akhenaton, ou seja, um Egito com muitos deuses, um deus para cada necessidade e para cada crença. sempre visando seus interesses pessoais escusos.

Ouvimos nitidamente seus pensamentos reunidos “falarem” mais ou menos o seguinte: “- Logo após o sono eterno do faraó Akhenaton, empossaremos o pequeno Tut e o incitaremos a fazer a “vontade” popular que é o retorno de todos os deuses do Egito aos seus pedestais chefiados por Amon. Como rei ele poderá faze-lo sem que haja qualquer suspeita sobre nós. Ele ficará no trono até que tudo se normalize e o Egito reconquistando tudo que o Faraó Akhenaton deixou escapar por não ser a favor das guerras e das invasões, posses de outras terras e, consequentemente, dos despojos dos povos conquistados e paralelamente, Horenheb que é astuto e sedento de se apoderar das coroas do Egito se aproximará mais e mais da princesa Meritaton até que consiga unir-se a ela e possa ser candidato direto a substituir o pequeno Tut. Enquanto isso mandaremos construir sigilosamente a Tumba do Faraó Tutankamon.. Vamos recompensá-lo regiamente pelo seu ato de fazer o Egito retornar a sua antiga crença e para que sua alma não fique raivosa contra nossa traição por destituí-lo do seu trono imperial abruptamente.”

Como o povo egípcio acreditava na vida após a morte e temia a vingança dos deuses, principalmente ira dos deuses que protegiam ao pequeno Tut, que era sadio, forte e poderia ficar no trono por muito e muito tempo ainda, e por isso mesmo, aquela corja, temia também fosse ele influenciado pelas filhas do Faraó Akhenaton, entre elas sua futura esposa ANKHSENPAAHTON , e pela própria MERITATON que como as demais, foram criadas educadas na religião de Aton o deus único, e desta forma pudesse mudar de idéia e cair no mesmo erro daquele Faraó, engendravam por fim a sua vida, lentamente para que parecesse morte casual e assim, o povo resignado, grato, comovido e ao mesmo tempo conivente, aceitaria de bom grado lhe fossem feitas grandes louvarias e oferendas, ao mesmo tempo apoiaria a subida ao trono do astuto Horenheb.

E quando, Tutankamon atingira a flor de seus 18 anos, o assassinariam silenciosamente através de veneno lento e letal, ou uma pancada ríspida na cabeça. Horenheh subiu ao trono e deu início a uma nova dinastia a 19º que daria origem aos grandes Faraós Ramsés. Horenheh fora pai do Faraó Ramsés I, o qual, por sua vez, pai do grande Ramsés II.

Quiseram todos os participantes daquela trama, comprar a consciência deles próprios é do jovem Tutankamon e dos deuses, enquanto a tumba do rei morto enfeitada com os mais luxuosos presentes e principalmente, ouro maciço. Talvez tenham conseguido, pois, pelo que se sabe, em toda a história das dinastias egípcias nenhuma tumba fora tão contemplada com tanta riqueza e suntuosidade. Horenbeh conseguiu reinar até o fim dos seus dias sem que nada lhe ocorresse e o deus Amon também reinou por mais centenas de anos durante as futuras dinastias que se seguiram a dele.

Contudo, nada escapa ao Criador, ao Núcleo Central Cósmico, Seus Registros Akáshicos e Suas Leis! Conforme nos fora intuído, os mesmos que engendraram a morte do jovem Tut e mandaram construir sua suntuosa tumba para se livrarem da condenação dos deuses e de suas próprias consciências, retornaram mais vezes à vida com sofrimentos físicos e morais atrozes, porém, agora no Século XX, retornaram para receberem um pouco da “maldição” que eles mesmos coloraram na tumba de Tutankamon, eles próprios vieram perturbar o sono eterno que pela cobiça, maldade e desumanidade impiedosa impuseram ao rei. Quem os amaldiçoou foram seus próprios atos e suas próprias consciências. O choque de retorno os viera apanhar agora que “cheios de boas intenções” voltaram apenas para as descobertas arqueológicas e históricas. E aquele ditado que diz: “O que aqui se faz, aqui se paga”, vale para toda a eternidade! Ninguém escapa de uma forma ou de outra, da Lei de Ação e Reação, a Lei Kármica.

Eles mesmos tinham que colher o que plantaram e não os ladrões, simples violadores de túmulos. É de se admirar que quase todas as tumbas de quase todos os Faraós egípcios foram violadas, menos a de Tutankamon, a nosso ver, a mais rica de todas, pelos motivos já expostos. Não acredito que os violadores de túmulos, mesmo na antigüidade, eram ladrões egípcios, pois, o povo egípcio em geral, mesmo os ladrões, eram crédulos e temiam a ira dos deuses e sabiam “à boca pequena” que os sacerdotes se utilizaram de técnicas místicas e químicas para apanha-los mesmo que fosse “à posteriori”, ou seja, após terem roubado as tumbas. Porém, os de origem de outras raças que viviam escravizados no Egito, vindos de vários países das redondezas e que não tinham as mesmas crenças do povo egípcio e nem os mesmos temores pois, seus deuses eram outros… entre eles o ouro, é que roubavam, violavam os túmulos a até as mulheres egípcias.

Mas com Tutankamon a coisa foi diferente, deve ter corrido o boato entre o povo servil que vivia no Egito de que para aquela múmia, ou para a tumba, haviam sido usadas técnicas de conservação radioativas, que contaminariam o primeiro que tentasse viola-la, e desta forma conseguiram desencorajar os possíveis ladrões da época, os quais podiam até caçoar dos deuses egípcios, mas temiam a morte certa. Os sacerdotes egípcios talvez não soubessem quem eram os ladrões mas com certeza o saberiam quando de suas mortes pois, eles teriam que ir parar na casa da Morte para tratamento de seus corpos ou futuras múmias, se fossem egípcios, mas como não eram, morriam eles contaminados ou não, isolados entre sua gente nas vielas ou montanhas egípcias ou iam morrer em seus países de origem, por isso, não se ficava sabendo quem violava as tumbas e onde comercializavam seu conteúdo.

Voltando à Tutankamon, cuja tumba foi aberta por Carter, que não deixa de ser também um violador do ponto de vista dos antigos costumes egípcios. Pergunta-se como faziam os egípcios para fundirem aquelas peças gigantescas em ouro maciço e levarem-nas para o cemitério dos Faraós que fica há vários quilômetros de distância da cidade, sem que o povo e consequentemente os ladrões soubessem? Será que fundiam no próprio local? O que é mais provável. E os grandes sarcófagos, que pesam toneladas feitos em peça única, será que ninguém via ou desconfiava? E os operários e os ourives como chegavam para trabalhar isoladamente naqueles locais? E seus familiares? De nada sabiam?

Os sacerdotes e os ministros eram inteligentes, astutos o suficiente para preverem tudo e é claro, alguma providência deveriam tomar para que nada fosse ventilado? Será que após a construção da Tumba e colocação das relíquias encomendadas eram “liquidados” no próprio local, após as cerimônias? E não haveria cortejo ou acompanhantes no funeral de alguém tão importante?

Principalmente à Tutankamon que para o povo era o deus de todos os Faraós pois determinou o retorno de todos os deuses para o Egito, deuses que foram banidos pelo seu antecessor Akhenaton? Penso que não. O número de pessoas deveria ser restrito, ou não havia cortejo algum, só participava quem fosse levar o sarcófago e os pertences, que sob pena de perderem todos os seus familiares tinham que ficar de boca fechada mesmo sabendo que logo após a cerimônia seriam eliminados como “queima de arquivo’ como se diz hoje em dia? E como com certeza se fazia na época.

O Egito tinha muito ouro em seus estoques. Era um país muito rico com uma civilização muito adiantada, muito culta, principalmente a classe média, porém, eu particularmente acho que as raças que viviam dentro do Egito e se diziam escravizadas possuíam um estoque maior ainda do metal precioso.

Desta forma, a nossa análise e “viagem” psicométrica através dos tempos nos revelou que se houve alguma maldição, ela não foi criada pelo Faraó Tutankamon e nem pelo seu espírito que, conforme nos foi mostrado, desligou-se do físico assim que este morreu foi atraído para seu patamar espiritual ou psicosfera junto aos seus Guias Mentores, e Amigos Espirituais que o aguardavam no Espaço. Quem criou e pôs e prática essa “maldição” foram seus “mui-amigos” da corte, entre eles os sacerdotes, os militares, os políticos, os ricos e o povo, ou melhor dizendo, o espírito coletivo daquela gente que se utilizou dele e de sua boa fé da sua inteligência e ingenuidade para seus objetivos escusos e fanáticos. Foi como um “boomerang’ australiano lançado há 3.300 anos atras que percorreu o mundo em todas as suas dimensões, aguardou os acontecimentos enquanto percorria essas dimensões e retornou ao século XX de encontro aos lançadores, que já não o esperavam mais!”

“A semeadura é livre porém, a colheita é obrigatória”, já dizia o grande avatar Jesus de Nazareth há dois mil anos atras. E como Ele estava certo! Outro jargão popular “A justiça Divina Tarda mais não Falta”. E o meu ditado “Ai de ti ou feliz de ti no dia em que o teu passado encontrar o teu presente”. Nada ocorre por acaso, do ponto de vista kármico, tudo vem ao seu tempo certo. Não existe Injustiça Divina, nem protecionismo barato, o que existe é que, os infratores ou desarmonizadores do Universo são apanhados nas Malhas e pelos Tentáculos da Lei Divina – Cósmico Sideral estejam eles aonde estiverem e em quaisquer dimensões que se situarem. O Núcleo Central Cósmico não tem pressa pois Ele tem ao Seu Dispor Toda a Eternidade Infinita dentro do Seu Eterno Presente!

02/02/96