Comentários e Curiosidades – Nicolo Paganini

Nicolo Paganini
Nicolo Paganini

Comentários e Curiosidades do Grande Violinista e Compositor Paganini Feitos ou Transmitidos Por Ele Próprio

Considerações iniciais do autor: Nicoló Paganini, italiano de Gênova, o maior violinista de todos os tempos e o maior compositor de músicas para seu instrumento, o violino, tem hoje uma estreita ligação conosco na parte espiritual, e também poderíamos dizer na parte física pois ele nos acompanha e mantém contato conosco através das vias paranormais, não apenas pelos nossos humildes dotes violinisticos e paranormais mas também por ter sido em uma de nossas vidas na Idade Média nosso pai carnal. Minha saudosa esposa Conceição que o incorporou várias vezes teve ligação também parentesca com ele naquela mesma ocasião. Através dela, nestes últimos anos enquanto ela vivia entre nós, ele conversou conosco e nos pôs a par de alguns fatos e curiosidades sobre ele próprio quando violinista os quais, alguns, narraremos aqui com intuito de levar ao leitor esclarecimentos que também fazem parte de tudo aquilo que os seres extraterrestres. “Pensam e esperam de nós”, pois formam um conjunto de conhecimentos de sintonia com a paranormalidade, trazendo a baila fatos que os estudiosos e biógrafos da vida de Paganini talvez desconheçam pois, pelo que sabemos, nunca foram revelados publicamente.

O que contam os historiadores é que devido a conduta pessoal de Paganini e seus virtuosismo alucinante criou-se uma aura de mistérios e lendas a seu respeito que causavam impacto na população da época, nas cidades e países por onde ele passava. Até a Igreja foi assolada por essa aura negativa e insipiente que proibiu que os familiares de Paganini dessem ao seu corpo um enterro normal, cristão, como a qualquer mortal.

Seu corpo e seu esquife perambularam de um local para outro, tendo sido enterrado em sua cidade natal depois de muito tampo. Tudo porque se dizia que Paganini teria sido um Fausto do Violino, ou seja, teria vendido sua alma ao demônio para poder tocar seu instrumento do jeito que tocava. Havia quem afirmasse ter visto o diabo atrás de Paganini auxiliando-o a mover seu arco e seus dedos. Tudo isso aliado as características físicas de Paganini, magro, esquelético, mãos grandes e dedos enormes que conforme verificou-se depois eram frutos de uma possível desarmonização genética, e bem como, aos acontecimentos inusitados na vida dele, durante os espetáculos tais como, apagarem-se as velas de iluminação do palco sem que ninguém o fizesse, a quebra proposital das três primeiras cordas do seu violino fazendo-o tocar numa corda só, a corda mais grave, a Sol.

Paganini nos informou que jamais fez pacto com o diabo ou com qualquer entidade malévola, entretanto, se aprofundou nos conhecimentos esotéricos, na cabala, na numerologia, na magia, tendo convivido com os ciganos, enfim, procurou se enfronhar em quase tudo que lhe permitisse o domínio da mente e ao mesmo tempo também lhe permitisse conhecer o “outro lado da vida”, como ele mesmo nos afirmou, a força de uma concentração mental, indo até o “mesmerismo” (Mesmer) que é a força ou o emprego da força magnética pessoal direcionada, justamente para que aumentasse entre o público ouvinte em geral, aquela auréola de mistérios e um certo “carisma diabólico” em torno de sua pessoa, o que lhe granjeava fama e fortuna. E foi o que realmente aconteceu,. Paganini morreu multi-milionário, mas esquecera da infortunada influencia da Igreja após sua morte. Nos parece que o próprio sobrenome Paganini, em italiano quer dizer “pagãozinho”. Como se vê esse nosso querido amigo milenar veio mesmo naquela encarnação para ser o que foi e ninguém o desviaria daquela missão maravilhosa.

Paganini nos acrescenta ainda este espantoso por menor: “Imaginem vocês, se a Igreja e aqueles que se amedrontavam frente a minha técnica e minhas características físicas, tivessem tido o trabalho de verificar ou de raciocinar, perceberiam logo que eu amava a música e ao meu instrumento e veriam que o meu instrumento predileto era e é um Guarnérius del Gesú, ou seja, Guarnério de Jesus e o seu símbolo gravado a fogo em seu interior pelo fabricante era uma cruz!. Ora, quem tem parte com o demônio não leva o nome de Jesus para todo lado e nem a cruz que é o símbolo dele. Vocês não tem um ditado que diz: “- Tal indivíduo foge de tal coisa como o diabo foge da cruz?” Pois é, isso parece que não valia para os crentes daquela época”.

Conforme o próprio Paganini nos contou nesta noite de 24 de abril de 1990 das 22:30 horas em diante, incorporando minha esposa Ceição, um exemplo típico do uso que ele fazia desse conhecimento da força da concentração mental unida a numerologia e a cabala foi a forma como ele enumerou seus maravilhosos e dificílimos vinte e quatro caprichos para violino solo op.1. Ele nos conta que seus 24 Caprichos não foram compostos em forma de estudo pois não obedecem seqüência de tonalidade, sistema de afinação ou progressividade de aprimoramento técnico, por isso ele os denominou de Caprichos e são obras estanques separadas entre si, ou seja, nada tendo a ver um com relação ao outro. não são como os prelúdios de Bach que seguem rigidamente todas as seqüências acima ou mesmo os Estudos de Chopin, para piano. Não são obras para simples estudantes, porém para virtuosas natos do violino que há muito já tenham dominado arte da técnica total desse instrumento, tanto nos segredos do arco como nos dificílimos dedilhados dos “pizziicatti” da mão esquerda e acordes duplos.

Paganini nos informa também que seus Caprichos foram sendo compostos ao longo de sua carreira durante o período áureo de sua técnica violinistica. Muita coisa ele absorveu dos ciganos que o recebiam como se ele fosse um deles.

Portanto, os Caprichos foram compostos em épocas diferentes e sendo executados por ele sem permitir sua publicação. Ele os ia escrevendo e guardando e só após todos terem sido concluídos ele os enumerou ao acaso. Da seguinte forma: Misturou, embaralhando todas as partituras, concentrou-se firmemente e foi tirando e enumerando cada uma conforme e ia aparecendo em suas mãos, como se essa numeração fosse obra do acaso, ou do destino, ou ainda, escolhida por mãos invisíveis. Assim, o Capricho nº 1 que é todo ele composto na técnica do “ricochet”, dificílima, saiu em primeiro lugar, o Capricho nº 13 que posteriormente foi denominado de “A gargalhada do diabo” coincidiu cair ele com esse número mágico ou místico na cabala.

O Capricho nº 24 que é o último é aquele que conforme nos diz Paganini e pode ser verificado, possui seu tema principal baseado numa exata inversão matemática do tema medieval “Dies Rie” que também é chamado de tema da morte ou tema do juízo final nos cantos gregorianos. Esse tema medieval foi utilizado por Lizst em sua composição “Dança da morte”, foi usado por Berlioz no 4º movimento de sua Sinfonia Fantástica – denominado de “Noite de Sabat” (Noite das orgias de feitiçaria), o compositor russo Rachmanimov tinha verdadeira obsessão por esse tema e o incluiu em várias de suas obras, entre elas “A Ilha dos Mortos”, nas Danças Fantásticas, posteriormente batizadas pelo maestro Eugene Ornandi muito amigo do compositor, como “Danças Sinfônicas”, ele também usou esse tema de forma genial na sua composição “Rapsódia sobre um tema de Paganini” na qual ele apanha o tema invertido de Paganini faz variações sobre ele, o reverte ao tema medieval original, faz variações estupendas. Ouça-se por exemplo a 18º variação , a qual ele transforma num tema romântico lindíssimo muito conhecido do grande público, dando a essa maravilhosa composição para piano e orquestra. Aqui faço uma observação pessoal sobre essa 18º variação de Rachmanimov.

Todo o amante da música erudita ou clássica sabe que Rachmanimov era um compositor sofrido, tendo ficado muito abalado com o fracasso de sua 1º sinfonia e só após três anos de absoluto silêncio e um grande tratamento psicoterápico ele deu origem ao seu Concerto nº 2 para piano, que se tornou uma das peças bases dos pianistas e dos movimentos românticos deste século.

Por conseguinte, quase todas as suas melodias são impregnadas de uma profunda nostalgia, um lamento que vem lá do fundo de sua alma e que talvez ele mesmo não soubesse explicar, pois mesmo estando já bem sucedido, morando na América do Norte, assim compunha suas melodias sempre com esse tema do Juízo Final. A sua última composição as “Danças Sinfônicas” é um exemplo típico. Pois bem, no que se trata a 18a. variação ou mais propriamente ao nº 18, nos traz, através dos processos paranormais do fenômeno da psicometria (análise do passado do espírito através dos tempos imemoriais em suas dezenas ou milhares de reencarnações), podemos concluir sem sombra de errar que Rachmanimov fez parte, como nós, da 18º Dinastia Egípcia ocorrida há uns 1400 anos antes de Cristo. Quem sabe ele veio trazendo sobre si durante todos esses séculos essa melancolia ou saudosismo na alma, que a medicina ou a ciência não conseguem explicar? Mas voltando ídolo amigo e protetor espiritual musical, Paganini, lembramos que a técnica de arco “ricochet” é a arte do virtuoso passar o arco velozmente sobre as quatro cordas do violino ricocheteando as notas entre si e produzindo um efeito de notas cintilantes. Paganini foi quem mais empregou essa técnica para demonstrar seu virtuosismo. Ele a desenvolveu de modo brilhante, mas antes, Bach na Alemanha, Vivaldi, Tartini na Itália e outros virtuosos bem como os ciganos violinistas sabiam explorar muito bem o “ricochet”. Um principiante jamais começaria a estudar o violino pelos Caprichos de Paganini, seja o nº1 ou qualquer outro.

Paganini era zeloso por suas composições e só as mandava publicar em “conta gotas” ou seja, aos poucos.

Como estranha-se que Paganini não tenha se utilizado da Técnica dos Harmônicos Simples ou Duplos nos seus Caprichos, que por sinal é uma técnica dificílima, que foi muito desenvolvida por ele e bem difundida, perguntamo-lhe por que ele não a usou em seus caprichos, ao que ele nos respondeu: “- Achei que os harmônicos ou “falangettes” com também são denominados no meio musical, não ficariam bem nos meus caprichos, não seriam apropriados, eu diria que “foi um capricho de minha parte com os meus próprios caprichos”, porém paralelamente, os inclui em todas as demais composições que combinavam muito bem. Mas, devo dar o braço a torcer” pois um grande violinista aí entre vocês, deixou registrado na 10a. variação e bem apropriado os produziu por iniciativa própria no capricho nº 24. Tenho que dizer que fiquei feliz coma idéia e a execução.”

O violinista chama-se Jacha Heifetz é um dos gênios do violino deste século. Portanto, nem sempre o autor, em algumas obras, tem a palavra final. Esse violinista fez a introdução desses harmônicos quando ainda era jovem e apesar de não se achar afeito às execuções das músicas de Paganini devido ao seu estilo macio, aveludado de tocar o violino, toca Paganini esplendidamente mesmo se dando melhor em obras de outros autores clássicos e românticos ou mais contemporâneos. Vamos narrar outro fato que ocorreu conosco envolvendo Paganini e que ocorreu na década de 70 aqui em S.Paulo no Teatro Municipal.

Nós morávamos em Ribeirão Pires, cidade da grande S.Paulo e soubemos da vinda ao Brasil e que passaria por aquele teatro, um dos maiores violonistas do mundo e a nosso ver o maior excultante das músicas de Paganini, o italo-americano Ruggero Rici, mais que depressa fomos adquirir os ingressos e convidamos um casal de amigos, amantes também da música clássica, os saudosos Pedro e Guiomar. Vimos Paganini no Astral e em nossa casa vestido a rigor com sua casaca cinza e seu inseparável Guarnérius na noite que Ricci iria tocar; Paganini nos disse: “- Vou acompanha-los e sentir a minha música ser tocada por aquele meu grande amigo do passado e que me incentivou muito de nome Rolla e que reencarnou agora como esse violinista”. Nós lhe dissemos, mas você, como desencarnado já poderia estar lá, não há necessidade de viajar quarenta e cinco quilômetros de carro conosco? Ao que ele respondeu com aquela sua voz rouca “- Eu sei, mas faço questão de estar junto de vocês e fazer todos os sacrifícios necessários para assistir o meu amigo tocando as minhas músicas”. Pois bem, respondemos será uma grande honra para nós, pena que só nós possamos ver você, nem o casal que nos acompanhará conseguirá vê-lo, pois não estão na mesma sintonia.

E assim se deu, ele viajou conosco no banco de traz do veículo. Chegando ao teatro Paganini já se mostrava impaciente, desceu do carro normalmente, despediu-se de nós dizendo que iria para o camarim de Ricci cumprimentá-lo e o acompanharia com seu violino ao palco e que nos reencontraríamos após o espetáculo, e lá se foi ele por entre a multidão que nem se apercebia da presença do grande mestre do violino entre eles, caso contrário, seria um alvoroço total. Nós quatro subimos para os nossos lugares em local muito bom, no balcão do teatro bem acima do palco onde a visão do espetáculo era esplêndida e bem como a acústica.

Posteriormente ao espetáculo fomos ao camarim cumprimentar o extraordinário Ruggero Ricci que se comunicava em inglês e pedimos para ver seu maravilhoso instrumento, o que ele cedeu com um cuidado extremo pois era raríssimo e Ricci não o colocava nas mãos de ninguém , disse-nos ele, e vimos se tratar de um autêntico Guarnérius del Gésú idêntico ao que Paganini trazia com ele. Como somos violinistas e nosso violino é bem comum, pudemos notar a leveza, o esplendor que aquele instrumento irradiava até nossos dias. Pensamos assim : “Com um instrumento destes se consegue milagres”. Porém, sabemos que se dá justamente o contrário, quanto mais sensível for o violino mais sensível e virtuoso deverá ser o executante. A nosso ver esse instrumento é mesmo como diz Paganini “uma bella donna”, ou seja, uma linda mulher que, se não soubermos como “tocá-la” ela nos rejeita e nos acusa publicamente, sem dó nem piedade.

Mas a sensação para quem é violinista, mesmo comum como nós, é indescritível, é como se aquele objeto de madeira polida tivesse vida própria, tivesse uma alma humana, e como tal precisa ser amado e corresponde ao amor que lhe é dado, nunca traindo quem o ama se ele souber todos os detalhes sobre seu comportamento, esteja ele parado em seu estojo ou em atividade sonora.

Ricci iria executar várias peças de diversos autores e terminaria com a dificílima peça de Paganini “Nel cor piu non me sento” que quer dizer mais ou menos : No coração não mais me sinto. Nesta peça Paganini colocou tudo ou quase tudo o que o violino pode fazer, porém, só alguns virtuosos conseguem fazê-lo. Vai desde as notas duplas, harpejos, “pizzicattos” com a mão esquerda, “martelaltos”, harmônicos simples e duplos, “stacatos” e “legatos”, em vertiginosa velocidade, enfim, tudo que só ele, Paganini poderia ter imaginado e composto e ele mesmo ter executado no seu instrumento, o que deixa o público estupefato, maravilhado, hipnotizado. Ricci iria ser acompanhado ao piano pelo saudoso Fritz Iank.

Ricci entrou no palco e foi ovacionado intensamente e Paganini entrou também com seu violino debaixo do braço com seus olhos brilhantes e perscrutadores olhando, fitando mesmo cada pessoa, avistou-nos e moveu um pequeno sorriso. Parecia que havia um “não sei o que” na platéia e no próprio Ruggero Ricci que muito sorridente agradecia a platéia e iniciou seu concerto. Paganini só o assistia e em dado momento não conseguindo ficar imóvel começou a tocar ao lado de Ricci. Nós, eu e minha esposa Conceição, tínhamos o privilégio de avistar e ouvir os dois magníficos violinistas. era emocionante demais para nós nossos olhos lacrimejavam e nossos corações saltavam no peito. Não há forma de podermos descrever em palavras.

Em dado momento, após ouvirmos todos aqueles ruídos de tosses e espirros em voz alta por aqueles freqüentadores mal educados que não se dão conta do incômodo e da inconveniência que proporcionam aos demais espectadores, principalmente aos executantes e ao pessoal que tem a incumbência de gravar o espetáculo. Como também fomos violinistas de orquestra sinfônica, muitas vezes ficávamos irritadíssimos com o descuidado que essas pessoas causam no ambiente e aos músicos comparecendo aos espetáculos sem as condições físicas adequadas. Mas se fosse ao contrário não haveria bilheteria, isso é certo, porém que pelo menos procurem reduzir o barulho com um lenço na boca. Paganini, colérico como um bom italiano, parou de tocar seu violino e olhando furiosamente para o lado de onde vinham os ruídos berrou: “Vátene via fenestra!” em seu dialeto e que quer dizer: “jogue-se pela janela!”. Claro que só nós o ouvimos, mas ele não deixou de dar o seu protesto. O espetáculo seguiu normalmente e Paganini irradiava sobre Ricci toda a sua vibração violinistica e Ricci parecendo contagiado dava um show à parte, principalmente quando ele executou aquela peça maravilhosa do mestre genovês.

Como se diz na gíria ele estraçalhou. Se fosse naquela época de Paganini e algum gaiato presenciasse Paganini ao lado de Ricci, com certeza diria que o virtuoso estava sendo ajudado pelo diabo!

O público delirou, aplaudindo de pé. Paganini gritava bravo! bravíssimo! Ricci deu bis durante mais de uma hora além do espetáculo. Nunca presenciamos coisa igual. Tocou vários Caprichos de Paganini e outras peças dificílimas que para ele pareciam brincadeira. Ao final fez um gesto ao público imenso que se levantara e em pé rodeava ao palco, mostrando os dedos da mão esquerda querendo dizer que eles não agüentavam mais, já estavam doendo.

E ao retornar ao seu camarim, lá já o estávamos esperando e ele dizia a todos, brincando: “- Brazil never! Brazil never!, ou seja, Brasil nunca mais, nunca mais. Mas retornou em 1978 e voltamos a assisti-lo, como sempre mostrando sua espetacular técnica violinística.

Saímos todos, Paganini encontrou-se conosco antes de entrarmos no carro fez comentários elogiosos sobre Ricci, dizendo que ele era o violinista que mais se aproximou do seu estilo e muito feliz, despediu-se de nós com seu “Arrivedercce”, Até logo, e desapareceu no ar e da nossa visão astral.

Estas informações são inéditas, as estamos divulgando ao público leitor e aos amantes da música de Paganini pela primeira vez. Esperamos que ainda possam chegar ao conhecimento do grande Ruggero Ricci que a esta altura deve estar dando aula apenas, o que nos deixaria muito felizes e a minha saudosa esposa Ceição que agora se encontra no Astral ao lado do nosso ídolo e inspirador amigo Nicoló Paganini.

À guisa de informações gostaríamos de acrescentar que se pudéssemos compor ou escolher uma música que defina bem a personalidade de Paganini além de suas próprias melodias é claro, comporíamos ou escolheríamos aquele trecho da opereta Paganini, de Franz Lehar denominado: “Quelle donne vóglio bajare” e, uma das mais perfeitas execuções é aquela feita pela “The Salon Orchestra” da Alemanha e que pode ser encontrada em discos CD.

Muitas outras curiosidades temos relatadas a nós pelo próprio Paganini, sobre determinadas obras compostas pelo Mestre, por exemplo sobre o Concerto nº6 para violino e orquestra e outras descrições inteligentes, lógicas, as vezes bem humoradas, as vezes bucólicas, porém, o amigo leitor terá a oportunidade de lê-las no volume que estamos escrevendo que trata especificamente de “Como se ouvir Música”- “aquilo que o compositor quis dizer mas não escreveu”, o qual em breve esperamos remeter ao prelo.

S. Paulo 17/01/97 às 22: 20 horas

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O Triângulo das Bermudas

O que vem a ser esse tal “Triângulo das Bermudas”?… E as lendas ou fatos ocorridos lá, têm procedência?, são verdadeiros?, e até onde os Extraterrestres estão implicados neles?

O Triângulo das Bermudas ficou assim chamado porque configura-se em um grande triângulo imaginário que abrange a região entre as ilhas Bermudas e o Continente Americano sobre e sob o oceano Atlântico. Como alguns fatos de desaparecimento de navios, aviões e suas tripulações, ocorrem basicamente naquela região, traçou-se linhas imaginárias sobre os mapas da região que assim passou a ser conhecida.

Como e porque ocorrem esses fenômenos?

Antes de mais nada, devo informar também, e que já é de conhecimento dos estudiosos, de que há outras regiões na Terra com as mesmas características do Triângulo das Bermudas e coincidentemente ou não se situam como num cinturão nos mares em volta da Terra, seguindo as mesmas linhas dos paralelos. É famosa também aquela região no mar do Japão onde ocorreram desaparecimentos de embarcações.

Conforme é de conhecimento do leitor, através de expedições, foram encontrados no fundo do mar na região do Triângulo das Bermudas construções antigas, tais como muros extensos, obeliscos e até uma pirâmide similar a pirâmide de Keops, do Egito, pressupondo-se que lá existiu outrora alguma civilização que foi submersa pelas águas.

Conforme sou informado por seres extraterrestres que também se interessam por conhecer o que ocorre nesses locais, já que conforme eles também me afirmam categoricamente, não terem nada a ver com o que já ocorreu ou vem ocorrendo por lá, no fundo dessas regiões que antes estavam à flor da água, está submerso o grande continente da Atlântida e que aquela civilização era bastante adiantada tecnológica e mentalmente e seus membros, tais como, cientistas, sacerdotes, magos etc., já faziam uso da energia magnética e possuíam naves voadoras denominadas Vimanas e, antes de serem totalmente submersos, seguiram para o Antigo Egito, para a Índia (Vedas), levando consigo principalmente os planos das obras arquitetônicas como as das pirâmides, e inclusive das naves e das energias nelas utilizadas, mas, conforme desígnios superiores, algumas coisas eles tiveram que “deixar de lembrar” e outras não, e muitas usinas produtoras dessas energias ficaram submersas com os continentes da Atlântida, da Lemúria e outros, e algumas delas ainda continuam com atividades residuais, ou seja, semi-desligadas, mas ainda emitindo energia magnética, energia esta, conforme a circunstância, muito mais poderosa que a radiação atômica e mais ainda que a eletricidade.

Os fenômenos nessas regiões não ocorrem diuturnamente mas sim, em alguns momentos do dia, da semana, do mês, ou até do ano, ou seja, são acontecimentos esporádicos o que leva aos extraterrestres suporem que em algum momento haja um sincronismo de sintonia entre as energias que estão em atividades submersas, o polo magnético da Terra, os pólos magnéticos dos planetas do sistema solar, o polo magnético do Sol, o polo magnético central do sistema solar e até com outros pontos catalisadores de energia magnética situados no próprio solo da Terra, tais como as pirâmides do Egito e outros.

A convergência desses pontos todos ou de alguns deles com os pontos submersos dá-se o que denominamos (eu e os Ets) de: Ponto Cinético da Matéria, ou Ponto de Cruzamento, ou Ponto de Convergência energética e, quando isso ocorre, abre-se como um portal magnético entre a fisiosfera (terra) e as psicosferas (campos paralelos astrais mentais-espirituais), e naquele momento tudo o que estiver passando ou parado por ali, no mar, na terra ou no ar, é sugado sem se desintegrar passando como está, na forma que se encontra, para o “outro lado”. E se forem seres vivos deverão estar vendo numa esfera especial ou foram pulverizados e desmaterializados no momento da “passagem” energética.

Para que houvesse o retorno daquelas pessoas que passaram para “o outro lado” por aquela espécie de “buraco negro”, ou “quasars”, ou ainda, “sumidouro”, “portal” etc., se porventura não foram desintegradas em sua matéria, seria necessário que o ponto Cinético da matéria, ou de convergência das energias magnéticas, ocorresse novamente com elas na mesma posição e no mesmo local exato, de quando saíram, como isso normalmente não ocorre, pois o desespero leva as pessoas a se movimentarem como alucinadas a procura do que lhes acorrera e o planeta em seu giro sai daquela posição em consonância com o ponto que provocou a “abertura”, então não há a possibilidade de retorno.

A mente do homem é poderosíssima e, tudo o que ele imaginar ou colocar em suas elucubrações fantasiosas ou de ficção científica, já está registrado nos “registros akashikos” do Universo e bem como seu passado em seu planeta de origem e, no momento que haja a possibilidade tecnológica de ser posto em prática aquilo que sua imaginação criou ou gerou, isto ocorrerá com certeza. É questão apenas de tempo e avanço técnico e mental.

Portanto, o que ocorre na região do Triângulo das Bermudas e outras regiões similares, não é produzido pela mente do homem moderno da Terra, nem por seres extraterrestres mais afoitos ou belicosos como é noticiado, mas, há nesses locais uma espécie de técnica-natural de teleportamento, ou a “máquina-do-tempo natural”, e que o homem vem procurando em suas ilações de ficção científica. O Universo já é composto de várias regiões similares, e os extraterrestres os detectam com suas velocíssimas naves e os evitam, desviando-se deles para não serem tragados!

Somente no Espaço Sideral é que esses locais são contínuos e detectáveis pelos instrumentos das naves, e nas regiões submersas da Terra são esporádicos e não detectáveis, por isso eles tentam analisá-los mergulhando e vasculhando-os com suas naves porém, cautelosamente.

Um exemplo típico do uso técnico do ponto de energia Cinética da matéria, ou ponto de convergência dessa energia, são as lutas marciais orientais, mais especificamente os que fazem karatê.

O uso do karatê como hoje em dia todo mundo sabe, é feito com o emprego da parte lateral da mão. Já muitas vezes mostrado em público, quando o ‘karateca”, o lutador que aplica o karatê, quebra pilhas de tijolos, pilhas de telhas ou outros objetos sólidos e volumosos, que uma pessoa qualquer não conseguiria por não ter o treino, a prática e o conhecimento.

O que ocorre é que ao aplicar o golpe apenas com a mão que é de carne e osso, o lutador atinge exatamente o ponto de equilíbrio da matéria, que é o ponto Cinético. Ele não pode errar, nem para mais nem para menos, caso contrário, sua mão é que sairá quebrada. Porque nesses pontos de equilíbrio quando atingido se dá exatamente o desequilíbrio das células e moléculas da matéria, e então ela se parte. A de cima quebra, quebrando as demais e a mão nada sofre, nem uma “dorzinha” sequer.

Nesse golpe quanto maior resistência houver por parte do outro a ser atingido, mais vulnerável e mais quebrado ele ficará. Ao passo que quanto menor for a resistência menos efeito o golpe alcançará. Haja vista que um karateca não conseguirá cortar um peixe com um golpe de karatê, porque o peixe não oferece resistência, não é rígido. Outra forma de se atingir o ponto Cinético da matéria e que ocorre muitas vezes com as pessoas é aquele que com apenas uma folha de papel comum pode se fazer um corte no dedo, ou seja, como isso seria possível com uma folha de papel, material delicado, se não fosse atingido o ponto de equilíbrio da matéria? Com essa mesma folha de papel pode se cortar a veia jugular de um indivíduo e causar-lhe um dano físico irreversível. Outros meios são as vibrações sonoras que podem estilhaçar cristais e outros objetos.

Já fiz um teste com meu violino. Tocando a corda Mi (a mais aguda) numa nota hiper aguda também e, apontando-o para uma teia de aranha na qual a aranha se encontrava próxima ao seu casulo, vi-a cair morta ao chão após eu ter iniciado a vibração. Não sei se as aranhas ouvem os sons, só sei que aquela caiu, despencou de sua teia que se localizava no canto do teto da sala de visitas de minha casa de Ribeirão Pires, há três metros do solo, como se tivesse sido atingida por um raio. Se não foi o som, foi a vibração.

O que me levou a fazer esse teste? Foi por acaso, quando ensaiava o violino em casa notei que quando eu passava por uma determinada nota aguda a aranha se balançava na beira da teia e seguiu para próximo de seu casulo aí então percebi que poderia atingi-la.

O uso do raio “laser” que pode ser regulado para desintegrar pontos de obstrução nas artérias. Não é só o poder da “luz concentrada” mas sim porque é atingido o ponto de equilíbrio, caso contrário, esses locais de obstrução não se desfazem, podendo até acarretar danos na matéria etc., etc.

Outro artefato que pode ser comparado com os fenômenos do Triângulo das Bermudas e locais similares e nos dá uma pálida idéia do que lá ocorre, são as famosas máquinas-caça-níqueis americanas. Quando o jogador consegue atingir ou emparelhar todas as figuras iguais, o ponto é atingido mecanicamente e a máquina se abre deixando cair todas as moedas que contém em seu interior. Enquanto as figuras não se emparelham o “portal” não se abre para o jogador.

No Triângulo das Bermudas, os navios passam com suas tripulações, aviões em esquadrilha. As bússolas de vôo se descontrolam, primeiro sinal da energia magnética se reativando e de repente o piloto não sabe mais onde se encontra, seus companheiros dos outros aviões também falam sozinhos… estão adentrando o “portal para o outro lado’ e tudo se fecha por traz deles desaparecem o mar, os locais de referência e nenhum contato mais com a base… passaram.

Ocorreram casos onde foram encontrados navios com tudo preparado para um almoço ou jantar geral a bordo. Mesa posta, talheres e pratos impecavelmente arrumados, tudo pronto e em seus devidos lugares, porém…, onde estão a tripulação e os passageiros? Sumiram!, simplesmente evaporaram em pleno alto mar, no meio do triângulo. Nada foi tocado. Nenhum vestígio de qualquer tipo de violência. E então o que ocorreu? Como se explica o ocorrido?

Explica-se da seguinte forma: O navio se aproximava do local que naquele momento ia se dar o ponto Cinético ou convergência das energias magnéticas, mas a vibração foi rápida suficiente para dar tempo de passar apenas a tripulação e os passageiros que foram “tragados”, não dando tempo de atingir o navio. Talvez pela polaridade e pensamento dos físicos e das mentes da equipagem. Enfim, passaram para o lado de lá, somente as pessoas e o navio não. Outros casos houve em que desapareceram navio e tripulação e nunca mais foram encontrados!

Os extraterrestres nada têm a ver com os acontecimentos do Triângulo das Bermudas e outras regiões parecidas. Alguns extraterrestres de fora do nosso sistema solar estão implicados em mutilação de animais, queimaduras de pessoas, black-out de cidades como Nova York, São Paulo, rapto de aviões, investida sobre automóveis e casos congêneres, os quais serão fruto de uma explicação especial futuramente.

Há também extraterrestres que caíram com suas naves intactas em solo terrestre e perderam muitas vidas, outros cujas naves explodiram em pleno ar terrestre. Mas para todos esses casos há uma explicação dada por eles mesmos.

A Casuística dos Discos Voadores

Há muitos anos dedico-me de corpo e alma a minha missão de “contato”. Vim fazendo minha formação sócio-econômica, na qual entraram as formações escolares, música e outras tantas atividades, dentre elas a parapsicologia, o mediunismo e a escrever tudo, desde meus oito anos quando apenas “garranchava”, mesmo assim escrevia tudo isso, paralelamente, de um assunto ao outro e os Extraterrestres e a Minha Saudosa Conceição, que foi um deles reencarnado, me ajudaram quase 100% (cento) em tudo. Sem ela e sem eles eu não chegaria até aqui. Tendo me defrontado com muitas crises financeiras, pessoais, crises emocionais e outras, porém, nunca abandonei minha opção que sempre foi levar o conhecimento às grandes massas. O momento se aproxima célere, o tempo urge, e este meu livro, com certeza dará um novo alento, uma nova luz a esses “tidos como mistérios do século:” os discos voadores”.

Portanto, ao passar desses anos todos,  procurei manter-me incógnito, mas com uma vontade louca de falar, porém, sendo aconselhado pelos Meus Mentores Extraterrestres, que no dizer deles não era chegada a hora e eu não me achava maduro. Então, fui me pondo a par de vários acontecimentos funestos entre os terráqueos e extraterrestres e vice-versa, mas vim aprendendo com eles o porquê disso ocorrer. E, agora encontro mais do que nunca as explicações para esses fatos.

Desde os primórdios da Terra que a humanidade trava lutas fratricidas em busca da sobrevivência e entra século, sai século, ao invés de se buscar meios mais avançados e mais amistosos para facilitar e aumentar essa sobrevivência, o homem sempre preferiu tirar, roubar do outro o que este outro conseguira ter de melhor. E isto só ocorria através dessas guerras e para mostrar sua força, seu domínio aperfeiçoou cada vez mais o aparato de guerra. Isto foi incutindo entre um e outro, ou seja entre o perdedor e o vitorioso, o pavor de uma invasão de seus domínios e o pavor de ser subjugado. Haja vista, no decorrer desses milênios quantos conquistadores vieram surgindo, massacrando povos, comunidades inteiras e após sendo vencidos ou irem desaparecendo no tempo para surgimento de outros tipos e outras medidas já agora políticas e econômicas para domínio de um povo ou de um país, ou de vários países ao mesmo tempo.

Grandes e mortíferas armas foram inventadas, exterminadoras, já há mais de 10 ou 15 mil anos atras entre os Vedas, povo que antecedeu a raça hindu. De lá para cá, a guerra e o pavor de uma invasão traumatizou a raça humana. E o homem até hoje teme o desconhecido e ao invés de procurar aprender e procurar saber antes do que se trata  prefere atacar e se possível matar antes e depois perguntar.

O seres extraterrestres, ou seja, os seres vivos que habitam outros planetas dentro de nosso sistema solar e fora dele, vêm incurssionando sobre a Terra há milhares de anos e vêm pesquisando, analisando de forma discreta e algumas vezes até mais assustadoramente o nosso “modus vivendis”, sempre sabedores que o terráqueo é um ser que quanto mais se moderniza mais amedrontado se torna. E, mesmo com reencarnações de seres extraterrestres entre nós, aumentou-se o conhecimento das ciências e filosofias mas aprimorou-se também as armas de exterminação. Quando não bélicas, utiliza-se a arma política a econômica obrigando este e ou aquele povo viver em dependência do outro, sendo a inofensiva caneta uma das maiores armas indiretas, porém também arrasadoras que os governantes de países mais potencialmente  poderosos tem facilmente à mão.

A vinda de Espíritos Extraterrestres entre nós aumentou o grau de pesquisa e de conhecimento na face da Terra, mas ao adentrarem a este sistema de vida pernicioso e traumatizante e dentro de um físico terrestre passou a ser um deles e como tal passou também a defender-se de tudo e ser mais destemido ainda, já que possui dentro de si maior discernimento e um grau de vivência espiritual maior, piorando ainda mais as coisas pois agora as lutas se travam entre inteligências a mais potentes.

Surgiram então cérebros preconizadores e super inventivos entrando pela ficção e se aproveitando do clima astral existente entre as nações aperfeiçoaram sua técnica na eletrônica, nas imagens e através de filmes sempre acentuando esse lado das invasões e do pavor do desconhecido, fomentam as invasões dos extraterrestres sempre com intenção belicosas, nunca amistosas.

Porém, esquecendo-se que se realmente esses seres que eles imaginam em seus livros e em suas telas tivessem mesmo essas intenções, há muito tempo atras já teriam dominado a Terra, já pela raiz, ao invés de colocarem aqui prepostos espirituais a fim de ensinar o terrestre o caminho da evolução espiritual e não o da conquista efêmera como ocorrera com os Atilas, Gengis-kãs da vida.

Por conseguinte, após o “advento oficial” dos discos voadores no tempo da 2º grande guerra e em 1948 quando esses aparelhos foram batizados de “UFOs” – Objetos Voadores Não Identificados” surgiram então os industriais das inovações extraterrestres, piorando mais ainda o trauma já existente e mais ainda ao serem encontrados vestígios de queda de algumas dessas naves em território americano e suas tripulações carbonizadas. Ai então foi mais um prato cheio para tais industriais terem como desenhar e dar vida aos biótipos de um ser extraterrestre e assim explorarem essa rica veia que hoje rende milhões de dólares aos seus produtores. Produtores esses, muitos dos quais tentam levantar a ponta do véu dos possíveis segredos existentes entre os seus governos e a massa em geral. Criou-se então os dois lados, ou as facções pró e contra a existência desses seres e a massa sedenta e ao mesmo tempo intrigada com essa polêmica e seu natural pavor do desconhecido assiste emocionada o desenrolar dos acontecimentos sempre sem saber o que realmente existe de verdade nisso tudo.

Criou-se então três facções principais a facção paga com verbas astronômicas para desmentir e provar que os discos voadores não existem e alegam como objetivo final a pretensa “defesa nacional”. E é claro que entre as grandes potências a defesa nacional deve sempre estar em primeiro lugar para reprimir qualquer tipo de invasão, por mar, pela terra e pelo ar. Só que eles se esqueceram que há outro tipo de invasão que é mais perigosa, lenta e mais progressiva, a invasão pela mente, desta nos ocuparemos mais adiante. A outra facção é aquela que também reúne outra verba astronômica para provar que os discos voadores existem, contudo, não saiba explicar suas procedências e intenções. E a outra facção é a da massa da população em geral que paga ou gasta verbas igualmente astronômicas para assistir essa contenda e se divertir com as ilusões técnico-visuais que lhe são mostradas cada vez mais requintadas devido ao aperfeiçoamento técnico como são produzidos. Na verdade, existe uma 4º facção, mais sorrateira e talvez até bem intencionada que é a facção dos que importa é a geração das  imensas fortunas oriundas dessas produções que esses litígios, curiosidades e traumas coletivos resultam.

Como se pode notar, o ser terrestre vive da falha dos incautos que no fundo é ele próprio, explorando a si mesmo.

E onde verdadeiramente se situam os extraterrestres, o que pensam e o que esperam desse ser humano?

Agora aquele tipo de invasão mental explicado no capítulo sobre os “Vórtices Energéticos da Terra”  e que é praticada por prepostos extraterrestres infiltrados entre a massa e que promovem o “contato” com seus ‘postos avançados”, os quais podem se situar no interior de seus planetas de origem distantes, no interior de cavernas, ou nas grandes florestas ou ainda dentro de gabinetes, disfarçados, nas grandes ou pequenas cidades, e ainda, o que é ,mais facilitado, no Astral inferior da Terra e entre os cultores da magia negra que são manipulados para atingirem as fraquezas humanas, não se dando conta disso, pensando que estão tirando proveito próprio do caos psíquicos que geram entre os incautos.

Os seres Extraterrestres em sua grande parte buscam o equilíbrio mental e a harmonização e trazer ensinamentos para aumentar o nível de progresso na Terra. Por isso e por tudo que já mencionei anteriormente, agem com cautela e procuram não levar pânico entre os terrestres. Pesquisam e aterrissam em locais ermos, para evitarem causar distúrbios interrupções nos centros e usinas produtoras de energia, produtos químicos altamente tóxicos que se em seus armazenamentos se rompessem causariam grandes estragos e mortes na Terra e eles seriam considerados, aí sim, seriam os Ets  os culpados e responsáveis por esses atos irracionais.

Portanto, alguns acontecimentos funestos havidos entre seres terrestres e extraterrestres, ou entre naves e aviões terrestres em raras exceções que poderei explicar mais adiante, ocorreram por descuido, por acidente, ou pela alta inteligência acompanhada de um grande grau de ingenuidade por parte de tripulações jovens de extraterrestres, que como eu digo sempre, quanto mais inteligente fisicamente for o ser, seja ele extraterrestre ou terrestre parece se tornar mais ingênuo, desprovido de malícia ou perspicácia, e é então que ocorreu acontecimentos que no pensar do homem da Terra são sempre provocados por seres extraterrestres invasores e com más intenções.

Há casos já conhecidos na literatura dos pesquisadores da ufologia, dos quais tomei conhecimento, inteirando-me desses fatos narrados no  ponto de vista dos terráqueos. Levei ao conhecimento dos Extraterrestres com os quais eu e minha saudosa esposa mantivemos contato e entre os quais alguns participaram diretamente.

É claro que não pude tomar conhecimento de todos, nem seria possível, mas, uns dois ou três que talvez possam levar ao leitor o conhecimento e a análise do que realmente aconteceu.

Um dos mais conhecidos foi o caso do Capitão Mantell acorrido nos Estados Unidos da América. Não vou narrar aqui “ipsis literis” o que a literatura ufológica já o fez, e o leitor poderá recorrer a ela, mas sim ao conteúdo que é ao meu ver, mais importante:

Uma esquadrilha de cinco aviões a jato F-80, os primeiros jatos da época no final dos anos 40, fazia seu vôo rotineiro de treinamento quando um objeto brilhante de formato discoidal foi avistado acima de onde eles se encontravam. Iniciaram a perseguição após terem comunicado à torre de controle da base que os avistava e também ao objeto através do radar. O Capitão Mantell que era  o líder, ordenou aos outros quatro que aterrizassem de volta a base e que ele iria perseguir o objeto até uma altitude de 20 mil pés (cerca de mais ou menos 6.500 metros). Se até aquela altitude ele nada conseguisse, retornaria também. Lá embaixo na base aérea todos estavam acompanhando as imagens e a voz do Capitão Mantell. Em dado momento ouviu-se a voz de Mantell dizer mais ou menos isto “- É inacreditável! É imenso! Enquanto os operadores do radar viam as imagens de seu avião se aproximando do objeto voador. Logo em seguida ocorreu a explosão do avião e seus pedaços, como que se ele tivesse se desintegrado, foram encontrados a mais de três quilômetros do local e nenhum vestígio do seu corpo.

Em meados dos anos 1966/1968 mantivemos contato com os seres líderes do governo do planeta Marte que nos informaram o seguinte: “- Realmente houve aquele acidente com uma de nossas naves e uma avião terrestre mas, não houve culpa ou intenção de nossa tripulação em fazer acontecer aquela coisa horrível para nós que nos marcou muito internamente e a tripulação, composta de quatro jovens que beiravam as idades entre 18 e 20 anos no tipo de contagem de tempo que vocês usam, foi punida severamente. Ocorreu que como eram jovens e de certa forma inexperientes e até ingênuos esqueceram que os aparelhos da Terra são feitos de metal, para eles foi uma situação inusitada, inesperada e casual, nunca havia ocorrido aquilo antes com nossas naves e nem com as outras de outros planetas. Os jovens da tripulação avistaram o F-80 de Mantell vindo em sua direção. O que fizeram então pairaram a nave no espaço e disseram entre si “vamos deixa-lo  nos ver já que está tão curioso! Reduziram o potente campo de força da nave ao mínimo necessário para combate das bactérias da atmosfera terrestre,  porém o avião  se aproximava velozmente e em dado momento, por ele ser feito de metal e pelo campo da nave estar reduzido, o avião foi atraído, imantado  de encontro a nave, ao invés de ser desviado ou repelido como eles esperavam. Porém, ao pressentirem o perigo, ligaram o campo de força para tentarem escapar porém, o avião já se encontrava muito próximo e a desintegração foi inevitável. Os jovens ficaram atônitos e havia uma segunda nave muito acima deles e que acompanhava tudo sem nada poder fazer. Essa nave também tinha 4 jovens em sua tripulação.

Podem ter certeza o povo e as autoridades da Terra que os oito foram punidos em plena juventude, com a própria vida, dentro do nosso sistema sócio-judicial, não que os tenhamos condenado à morte, mas, eles próprios sacrificaram-se despojaram-se de todo o seu bem estar e das comodidades que o nosso planeta lhes oferecia, tanto tecnicamente como vivencialmente para se dedicarem de lá para cá a ajudarem o povo terrestre a harmonizar a vida e costumes desde a guerra que aí vocês chamavam de Guerra do Vietnã. Portanto, foi um lamentável acidente que nós marcianos altamente responsáveis, ao contrário do que somos imaginados pelas mentes férteis de alguns terrestres, sofremos e lamentamos profundamente.

Outro famoso acontecimento também ocorrido nos Estados Unidos é aquele que a imprensa divulgou na época e hoje em dia muito explorado pelos ufólogos e pelo cinema, de que uma nave extraterrestre caiu e explodiu em solo americano e foram encontrados vários corpos de humanóides pequeninos e um com vida.

Nada posso dizer no que tange as informações fornecidas pelo governo americano pois não tenho acesso e nunca me interessou ter acesso a elas. O que sei foi através da imprensa. Porém, através dos meus contatos extraterrestres fui informado que na verdade aquela nave era do planeta Mercúrio onde os seres são pequeninos cuja estatura varia entre 90cm, 1.10cm e usam uma espécie de película sobre o globo ocular devido estarem mais próximos das descargas de raios ultravioleta e infravermelho que saem do Sol, mas que eles perderam três naves e não uma só. Também ocorrera um acidente por descuido das tripulações pois um dos princípios de funcionamento ou de propulsão dessas naves é o da energia magnética e sem saber o porque pois os instrumentos das naves nada acusaram, havia interrupções nas linhas magnéticas que passavam ou ainda passam sobre aqueles locais e como os caminhos dessas naves são essas linhas, ao tentarem passar sobre essas interrupções houve um tremendo atrito entre as naves e a atmosfera, tendo uma  das naves explodido e outras duas teres se encandecido internamente como uma lâmpada de gás néon intoxicando e matando a tripulação dando tempo apenas para que o sistema de propulsão se desligasse mas, as naves caíram intactas ao solo tendo em seu interior os corpos carbonizados dos tripulantes. Uma quarta nave veio para recolher os espíritos dos que se pereceram e levá-los de volta a Mercúrio para reencarnarem. O que foi feito das naves eles também não sabem.

Outros acontecimentos muito comuns são os casos dos chamados “abduzidos” que na época eram chamados de “raptados” pelos extraterrestres. Houve um caso divulgado pela imprensa brasileira, na época, de um casal de São Paulo. Ele seria um médico e em viagens de carro pelo interior da Argentina, o casal resolveu descansar dentro do carro num local ermo e no dia seguinte foi encontrado no México e atônitos sem saber como explicar às autoridades mexicanas como foram parar lá dentro do seu carro, tiveram que recorrer a embaixada brasileira naquela nação para poderem sair do país. Não sei dizer até onde é verdade este acontecimento, porém, consultando nossos contatos extraterrestres, eles nos disseram que realmente muitos fatos foram ocorridos e isto se deve a uma espécie de brincadeira sarcástica e ao mesmo tempo insinuante por parte também de algumas tripulações que indiretamente quiseram mostrar às autoridades terrestres que se quisessem ter más intenções poderiam fazer o que quisessem dentro da Terra sem que ninguém pudesse fazer nada para os deter.

Os casos de “abduzidos” que mantiveram relações sexuais com mulheres extraterrestres dentro de suas naves. Também tomei conhecimento através do noticiário, nunca me interessei em conversar com os protagonistas, porém não deixei de comentar os fatos com nossos contatos, e o que me foi explicado foi o seguinte: Esses fatos são verdadeiros e foram praticados por seres de outros sistemas solares cuja população corria o risco da falta de miscigenação racial por haver a falta de cruzamentos com outras raças extraplanetárias ou que estavam em busca da criação de outro biótipo por possuírem uma técnica de engenharia genética altamente evoluída. Desta forma e isentos de dogmas, preconceitos morais ou tabus religiosos saem a busca do sêmen que acham adequado para realizarem suas experiências genéticas e após acompanharem o ser humano “escolhido” durante um bom tempo através de suas aparelhagens precisas, descem com suas naves após uma indução a distância sobre a pessoa e a convidam a ter relações diretas com a fêmea deles que será a matriz, ou portadora daquela semente preciosa para eles.

Depois, lá em seu planeta trabalham para correção do que for necessário sobre os genes, como por exemplo: o ser terráqueo possui intestinos e nós sabemos que muitos extraterrestres são desprovidos desse órgão que, como eles mesmos dizem, nos fazem sermos putrefactos em vida e damos um nome pomposo as bactérias que o compõem, de “flora intestinal” para que elas não se envergonhem e “pulem” fora do nosso organismo e nós morramos. Nestes casos, a engenharia genética deles retira do genes o que se refere aos intestinos e colocam o órgão que eles possuem em seus corpos físicos que é uma espécie de bolsa estomacal, e assim eliminam ou acrescentam, diminuem ou aumentam, outras partes do seus futuros corpos. Desta forma, através desse tipo de “injeção sangüínea” promovem o surgimento de um sangue novo, que dará início a uma nova raça entre eles.

Dá-se também o inverso, ou cruzamentos de homens extraterrestres com mulheres terrestres que são acompanhadas a distância em sua fase de gestação e quando dão a luz o fruto desse cruzamento, esse fruto será um novo ser é levado posteriormente ao planeta deles e lá reiniciar novos cruzamentos e a formação de novas raças, muitos desses “frutos” retornam a Terra posteriormente e aqui agem como emissários ou avatares de novos costumes e novas filosofias de vida.

Portanto, apesar de se utilizarem de meios um tanto não convencionais para os terriolas não haveria outra forma de fazê-lo pois, como eu já disse anteriormente, o ser humano, teme e foge de tudo que desconhece ou tenta exterminar o desconhecido. Assim mesmo, devido a essa psicose que se instalou na mente humana há milhares de anos, o ser “abduzido” retorna da nave cheio de hematomas, e irritações epidérmicas além de ter sua mente parcialmente “apagada” para não entrar em choque traumático que seria pior. Mas mesmo com todos esses cuidados muitos incidentes não foram possíveis de serem evitados pelos Extraterrestres.

Outro caso que tomei conhecimento o que aconteceu com um rapaz na cidade de Pirassununga – Est. de São Paulo. Ele se encontrava no campo, se não me engano na roça, quando viu pousar um objeto brilhante, pequeno com antenas e que estava sobre um tripé escamoteável. Do alto do objeto através de uma abertura que se abria, saltaram como se voassem até o chão duas ou três criaturas, e ele apesar do medo que tomava conta dele, ficou próximo às criaturas que conversavam entre si em forma de guinchados, ruídos esquisitos, que não pareciam vir de seres humanos. Ele incontidamente ofereceu-lhes cigarro. Uma das criaturas pegou o cigarro conversaram entre si novamente com aqueles mesmos ruídos e o jogaram fora sem nada dizer a ele e, incontinente, puxaram uma espécie de arma e emitiram sobre suas pernas um tipo de raio que o paralisou em pé a distância de uns 2 a 4 metros do aparelho e imediatamente foram como que sugados para dentro da nave, da mesma forma como saíram, ou seja pelo ar e como um raio sem fazer qualquer ruído o aparelho subiu e desapareceu. O rapaz ficou imobilizado por um bom tempo e levado ao hospital local constatou-se lesões, vermelhões sob os locais onde os raios incidiram. E tudo ficou por isso mesmo apesar dos exames a que foi submetido nada foi descoberto que provasse a existência daqueles estranhos seres.

Ao perguntarmos diretamente àqueles seres evoluídos que conversaram conosco telepaticamente, eles nos responderam — Viemos de um planeta distante e nada conhecíamos sobre as reações dos terrestres porém, por cautela, para que o rapaz não se aproximasse ao levantarmos vôo pois ele seria desintegrado, preferimos paralisá-lo momentaneamente o que lhe causaria apenas escoriações que em breve desapareceriam. Os terráqueos pensaram logo que nós o atacamos sem que ele não nos tivesse feito alguma coisa. Nada disso, apenas evitamos um mal maior. O que eles queriam? que nós o desintegrássemos com o campo de energia emitida pela nossa nave ao levantar vôo?…

Há os casos verídicos de “abduzidos” que são levados para dentro das naves e lá são colocados minúsculos receptores e transmissores dentro dos seus crânios e depois eles são trazidos de volta para servirem de “intermediários’ entre o mundo deles lá distante e o mundo terrestre. Perguntados os nossos contatos, nos responderam que esse tipo de ação é feita por seres altamente evoluídos tecnicamente mas quase sempre não espiritualizados que se utilizam de meios anormais para obterem informações diretas porém, acabam prejudicando os “sensitivos” por desconhecerem a fragilidade do sistema psicossomático terrestre, por vezes incapazes de se libertarem desses aparelhinhos e terem suas correntes cerebrais alteradas ficando deslocados no meio social em que vivem e tendo, na maior parte das vezes que recorrem a tratamentos psiquiátricos. Realmente nós extraterrestres que não nos utilizamos desses meios também não os aprovamos. Porém. há uma questão um tanto delicada mas que tem que ser levada em conta. É a questão kármica desses tipos de abduzidos que possuem seus Mentores espirituais e que por motivo kármico deixam passar tais atos sobre eles, pois algo deve haver em suas vidas presentes ou passadas que provoca essa abertura áurica e dos plexos e chakras para que permita que seja feita a drenagem de toxinas acumuladas em seus perispíritos e muitas vezes aqueles seres extraterrestres encontram seus afins aqui na Terra, espíritos da mesma origem planetária. É muito delicado opinar-se pró ou contra nestes casos, mas todos os seres do Universo sabem das Leis Cósmicas que os regem, portanto, se contrariarem-nas serão as próximas vítimas nem que se passem milênios.

Há o nosso caso específico que como já narramos no capítulo “Como tudo começou”, viemos sendo acompanhados e assistidos pelos seres extraterrestres desde os nossos oito anos de idade, isto pelo que nos lembramos, pois conforme somos informados nos acompanham há milênios. Em nosso caso especificamente, catalogamos sete tipos de contatos explicados aqui: Mentografia, Telepatia, Desdobramento, Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (Viagens Astrais), Vidência Psicométrica, Incorporação Inter-Vivos, Materialização Inter-Vivos.