O Sol é um Planeta Frio

Capítulo dedicado ao saudoso Amigo, Comendador Dr. João Evangelista Ferraz que pela psicometria foi no passado um padre pesquisador na época de inquisição e a Galileu Galilei batalhadores do desbravamento da ciência.

Muitos perguntam-me: se é como eu falo, o Sol é frio, não se encontra em estado de fusão ou fissão nuclear, com imensas labaredas consumindo seu interior e se o que daqui da Terra vemos pelo prisma são ondas eletromagnéticas resultado do choque de retorno dos raios frios que ele emite sobre os planetas, os quais, servem-lhe de grandes espelhos refletores à medida que estes giram em torno dele, e, ao retornarem estes raios e chocarem-se com os que estão saindo dele formando assim aqueles grandes buracos na atmosfera solar e que Galileu denominou de “manchas solares”, por que então temos na Terra essa variação enorme de temperatura ambiente? Já que o Sol é frio e a incidência dos seus raios ultravioleta, infravermelho e raios-de-luz sobre a atmosfera da Terra, após filtrados e remetidos nos dão o frio e calor necessários a sobrevivência em nosso planeta; não deveria ser tudo igual? Ou seja, não deveria haver uniformidade nas temperaturas na terra?[1]

E eu respondo: Justamente pelo Sol ser frio e emitir “raios-frios” que se encandecem em cada planeta é que temos essa variedade de temperatura. Pois se ele estivesse em incandescência com milhões de graus centígrados de calor, assim, talvez, tivéssemos essa uniformidade de temperatura ambiente em cada local ou país na Terra.

Ocorre que o atualmente denominado “efeito estufa” descoberto recentemente pela Ciência e que foi agravado pela destruição parcial e localizada da camada de ozônio que envolve a Terra e que é responsável pela filtragem dos raios solares, destruição essa provocada pelos poluentes degenerativos fabricados pelo homem lançados descontroladamente na atmosfera. Esse “efeito estufa” que agora é uma aberração produzida pela ganância humana, já existia naturalmente na Terra, porém, controladamente, ou seja, oriundo das próprias reações do planeta de conformidade com suas regiões, ou seja “debaixo para cima” ou de dentro para fora e não como está ocorrendo, “de cima para baixo”.

Eu me explico melhor: Na Terra temos as regiões áridas, super-áridas (desertos), úmidas, semi-úmidas, frias, super-frias (pólos e regiões próximas). Nas regiões áridas e super-áridas o solo transforma-se em miriades de minúsculos espelhos refratores e refletores dos raios solares que mesmo tendo sido filtrados e desacelerados nas altas camadas atmosféricas (quando esta camada ainda era pura, sem a deformação do ozônio desequilibrado), não são absorvidos pairando e se aquecendo sobre o solo e acima dele formando altas temperaturas que variam até 60/70 graus centígrados durante o dia e temperatura abaixo de zero durante a noite justamente por não permitir a condensação de umidade que também filtrariam e desacelerariam os raios do Sol. Por isso o calor ali é demasiado forte ao dia e excessivamente frio a noite.

Propriamente, nesses lugares não há vida de qualquer espécie, a não ser insetos, cobras e lagartos, que são animais de sangue frio e conseguem abrigar-se no subsolo onde os raios e o calor não os atinge. Esses animais por suportarem as temperaturas mais frias saem de suas tocas ao entardecer e à noitinha á caça de outros insetos e pequenos animais que pelo mesmo motivo também saem de suas tocas. Já nos locais úmidos ou semi-úmidos tais como, pantanais, florestas tropicais ou florestas frias se dá o inverso; de dia os raios são filtrados, absorvidos e o calor reinante apesar de ser grande, é exalado com os vapores da umidade da região que mantém um clima mais respirável.

Porém, durante a noite esse calor é mantido de forma mais amena, devido a densidade permanente formada pelas matas, rios, lagos e pântanos quando então todos os insetos saem e se proliferam intensamente. Á noite os ruídos internos de uma floresta densa como a do Amazonas são muito maiores que durante o dia onde reina quase que um silêncio total.

No entanto os raios solares que atingem uma e outra região são os mesmos; o que ocorre é a mudança do estado de refração dos mesmos. Assim se dá nas geleiras dos continentes frios ou nos oceanos, nos quais, também durante o dia à flor da água o calor é intenso e a noite o frio é zero ou abaixo de zero. Há também um fator importante que exerce grande influência sobre as temperaturas internas do planeta em relação ao Sol, ou seja, no Inverno é um ângulo, no Verão é outro, assim também na Primavera e no Outono, mas os raios são os mesmos e são frios, o Sol não está pegando fogo!

Atualmente as grandes cidades quase desprovidas de vegetação natural são também grandes espelhos refratores dos raios solares em todos os pontos da Terra, daí não haver mais estações climáticas precisas e controladas, não há mais acentuação física do começo ou do fim dessas estações, nada mais é previsível mesmo com o advento dos satélites espaciais. Apenas no calendário existe as datas pré-fixadas apenas para constar… E, com a destruição parcial e gradativa da camada de ozônio e do Eco-sistema, pelo homem o descontrole é quase total. Esta é a realidade! O Sol é Frio, o planeta Terra é que está esquentando!

A tendência na Terra para os próximos últimos anos antes do fim-de-século e do fim-de-ciclo, é o calor interior aumentar ainda mais devido a desarmonização da camada de ozônio na sua atmosfera, o aumento desregrado dos poluentes tóxicos e que não se diluem no ar mais o terrível monóxido de carbono cuja produção está em níveis alarmantes pois, cidades inteiras tendem a parar caso não haja um controle imediato, os gazes produzidos pelas indústrias são despejados no ar, nos rios e nos mares, o desmatamento total do planeta retirando-lhe os filtros naturais e produtores de oxigênio que são as árvores, e grandes florestas com o conseqüente aumento das chuvas ácidas devido a toda essa poluição e muitos outros fatores negativos promoverão o começo do fim, o caos total antes da chegada nos Céus do gigantesco planeta Sidérius que já está de encontro bem próximo. Porém, a distância entre a Terra e o Sol no momento é a mesma e se o Sol estivesse pegando fogo nós já estaríamos congelados por estarem se extinguindo lentamente os meios de proteção naturais da Terra que são o hidrogênio e o oxigênio, e depois através de 149,5 milhões de quilômetros de vácuo entre o Sol e a Terra também não passa calor. O vácuo existente, já está provado, não é um meio transmissor ou propagador de calor. Porém os raios frios vindos do Sol o atravessam em vertiginosa velocidade e vão atingir os planetas mais distantes como Plutão e Fesp que ficam a 6.200.000.000 e 6.450.000.000 ou seja, seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros e seis bilhões e quatrocentos e cinqüenta milhões de quilômetros do Sol, respectivamente.

Com essas distâncias incomensuráveis do Sol esses planetas jamais seriam aquecidos ou receberiam a luz solar, porém, dentro da minha afirmação, eles recebem normalmente o calor e a luz que necessitam, justamente pelo Sol ser frio e emitir raios que vão até cada planeta e provocam as reações de filtragem e atrito com suas respectivas atmosferas, sejam estas compostas de que tipo de componente for, dando-lhes o calor e a luz adequados a cada um, não importando as distâncias os raios vão até lá! Assim como os raios e a luz das estrelas chegam até a Terra. Se elas estivessem pegando fogo como diz a ciência, e seriam como a ciência quer que o nosso Sol seja, jamais a veríamos brilharem no Céu.

As estrelas brilham apenas para nós que estamos dentro da atmosfera da Terra. Fora da atmosfera, ou seja, acima dos 400.000 km (quatrocentos mil quilômetros) onde se situa já o início do vácuo total, tudo é escuridão não há sol, nem estrelas pois não há também a filtragem dos raios que são convergidos para a terra de todos os locais do universo. Os próprios astronautas que já se aproximaram desse limite informaram que é tudo escuro e não há calor, portanto, a onde está o Sol pegando fogo? Se, ao subirmos com avião ou foguete tudo fica mais frio (abaixo de zero) contradizendo a Ciência. Ë claro que está havendo um grande equívoco científico e ela, a Ciência, agora deveria ser suficientemente corajosa e alterar suas elucubrações, suas aberrações, mas lamentavelmente vão deixando o tempo passar até que um dia alguém faça como fez Galileu, “bote a boca no trombone” e desminta toda esse emaranhado de infantilidades dos “gênios” da Ciência que se julga avançada! Mas, aqui estou eu!…

Vou aprofundar-me um pouco mais e utilizar-me das próprias ilações científicas para provar minha teoria, que diga-se de passagem não é minha , mas sim, são informações reais que as recebo dos seres extraterrestres viajores siderais, muito mais experientes que nós e com muito mais conhecimento científico e prática para falarem sobre o assunto; eu apenas retransmito a humanidade terrestre o que recebo e o que me é mostrado mentalmente com pioneirismo[2]. Assim como o conceito religioso sobre Deus que para mim nunca houve lógica, mas graças aos meus mentores e aos seres extraterrestres, que desde aquela idade me acompanham, fui sendo informado e esclarecido gradativamente enquanto mostrava tudo, para só mais tarde em 1978, por a público e agora revisar tais informações, friso bem, afirmações e não apenas teorias.

Então vejamos: A Ciência afirma que o Macrocosmo (O Sol e seus planetas) é igual ao Microcosmo (o átomo e seus elétrons), a Ciência admite até que os espaços de vácuo existentes entre os planetas e entre estes e o Sol exista também entre os elétrons e entre eles e o átomo. Ora se a Ciência admite ser tudo igual, então o núcleo do microcosmo, que é o átomo, deveria “estar pegando fogo” também como o Sol mas… não está. Ao contrário, necessita passar por fusão ou fissão nuclear para liberar energia! E a incongruência vai mais longe. Se o nosso corpo físico é um Universo ou Macrocosmo em miniatura e é composto de bilhões de células e cada célula com outros bilhões de átomos e elétrons e se a afirmação da Ciência fosse correta, o átomo, estando como o Sol em chamas, todos seriamos verdadeiras tochas-humanas e no entanto não é isso o que acontece, temos a nossa temperatura corpórea, nosso “calor humano” próprio, que é mantido a 36,5 graus centígrados constantemente sem que para isso necessitemos de aquecimento externo ou como eu digo, pilheriando, sem que fosse preciso “que a mamãezinha de cada um de nós colocasse um fogareiro aceso a vida toda” sob nosso traseiro para nos manter aquecidos”, e ainda temos a nossa luminosidade ou luminiscência que é a nossa aura, hoje em dia devidamente comprovada pela máquina Kirlian. Vemos ai então uma grande contradição científica que só os cientistas não enxergam. E então, como isso ocorre? Vou explicar de “cima para baixo” ou seja, do Macrocosmo para o Microcosmo.

Acontece que nas altas camadas da atmosfera solar, por ele ser um astro gigante e ter adquirido, através dos bilhões de anos de sua formação, propriedades particulares, ocorrem reações; reações físico-químicas onde elementos opostos entram em choque e produzem os vários tipos da radiações; e as três principais são: o raio gama (infravermelho), o raio ultra violeta e o raio de luz, como se fossem fruto de uma convulsão solar. Esses raios são emitidos para fora do Sol e também para dentro para permitir o calor e a luz adequados a seus habitantes, os solares, altamente avançados e espiritualizados como pude presenciar através de minhas projeções do duplo etérico à longas distâncias (viagens Astrais) e contatar.

Quando os raios são emitidos para fora do Sol e isso se dá continua e incessantemente como uma pedra de radium ou cobalto gigantescas; atravessam o espaça de vácuo entre o Sol e cada planeta, apagados e, na atmosfera de cada um são filtrados. Os raios infravermelhos e os ultra-violeta são freiados “pelas camadas de ozônio existentes e os raios-de-luz atritados nas atmosferas encandecendo-se para dar calor e luz adequados a cada planeta não importando a que distância ele se situe do seu núcleo planetário, o Sol. Desta forma, à medida que os raios-de-luz vão encontrando resistência nas atmosferas mais densas, mais quentes se tornam e mais luminosidade oferecem, portanto quanto mais próximo ao solo maior será a temperatura e luminosidade devido haver maior atritagem dos raios, quanto mais alto mais rarefeita se torna a atmosfera escuridão total.

Quanto aos raios infravermelhos e ultra-violeta, mesmo sendo filtrados e seguros pela camada de ozônio podem “queimar friamente” um indivíduo que ficar exposto longo tempo sob sua ação. Um exemplo típico são os casos de insolação e as queimaduras externas e de órgãos internos como o fígado de uma pessoa que permanece longo tempo nas praias com a incidência angular dos raios, com o Sol a pino. Quanto ao interior do Sol, o processo é o mesmo de fora para dentro. O Sol também tem sua atmosfera que age da mesma forma que nos demais planetas do nosso sistema solar ou de outros sistemas. Afinal, Deus- O Núcleo Central Cósmico é coerente em suas criações, caso contrário, teríamos que considerá-lo, falho, impotente, injusto, com muita falta de inteligência, deixando para o ser humano comum, cientista ou não, descobrir o Sol frio em laboratório! A Criatura suplantando o Criador! Que vergonha para Deus!…

Após as mesmas convulsões físio-químicas que se passam nas altas camadas acima de sua atmosfera, os raios são emitidos para dentro do Sol e ai sofrem a filtração e desaceleração dando aos solares a luz e calor adequados, formando as estações climáticas e as nuvens para a ocorrência das chuvas. O Sol é o Sol dele mesmo! Essa é a realidade.

Mas como se dá a noite e o dia no interior do Sol se ele não gira em torno de outro Sol? e gira apenas em torno de um ponto magnético central gigantesco, o qual o mantém em órbita e por conseguinte, também os demais planetas?

Justamente é esse ponto magnético central que transfere ao Sol uma espécie de arco magnético gigantesco, energético. Mais denso como se fosse uma espécie de óculos ray-ban ou vidro esfumaçado, “através do qual vemos tudo e ninguém nos vê!”. Como se fosse um grande gomo de uma laranja gigante, que vai de polo a polo do Sol, girando lentamente sob a atmosfera solar e que vai escurecendo os meridianos por onde passa propiciando a noite e o dia normais como em qualquer planeta, em velocidade de tempo relativa e adequada ao seu tamanho e volume. Esse anel ou arco é transparente e permite aos habitantes do Sol avistarem também as estrelas no seu firmamento e de uma forma muito mais ampla que na Terra pois se situa o Sol na região central do Sistema Solar. No Sol. ocorrem as estações climatéricas e as chuvas como na Terra.

Alguém ainda vai perguntar: mas aquelas regiões em convulsões físico-químicas acima da atmosfera solar não atrapalhariam a visão do céu ou do infinito para os habitantes do Sol? –Não, não atrapalham porque há um sincronismo entre aquele anel ou arco que já mencionei, o qual, quando gira vai abrindo a atmosfera interior do Sol. É como na Terra, quando o tempo está nublado à noite aqui debaixo não conseguimos avistar o firmamento e muitas vezes a Lua, quando no período de lua-cheia ou lua-nova age quase como aquele anel afastando ou não permitindo com seu magnetismo suave mas poderoso, que o céu fique nublado. O fenômeno é quase parecido. O mesmo se dá com planetas que possuem anéis físicos como Saturno e Urano ou Júpiter que possuem vários satélites naturais, várias luas, ou Plutão que possui um satélite artificial colocado pelos plutonianos para fazer esse trabalho, ou Marte que possui dois satélites naturais sendo que um deles gira em sentido contrário ao outro, deixando os pesquisadores da Terra perplexos.

O sistema solar todo gira no espaço e vai se encaminhando para o centro da galáxia à medida que vai se evoluindo e, vai dando lugar a outro que se acomodará nesta região do espaço vindo de outros quadrantes da galáxia.

E o que ocorre em nosso corpo com os bilhões de sistemas solares que o compõem? e que formam o microcosmo?

Ocorre a mesma coisa, o átomo em suas camadas “atmosféricas” sofre também uma convulsão físico-química, irradia suas ondas ou raios frios em direção aos seus elétrons que por sua vez reagem filtrando essa radiação e se autoaquecendo e emitindo sua luminescência. [3]Ora, juntados esses bilhões de micro-sistemas solares forma-se a célula e os bilhões de células formam as moléculas e os bilhões de moléculas forma o Universo Físico, ou melhor ainda, formam o Universo Psicossomático de cada coisa ou ser, que a guisa de bilhões de galáxias em miniatura mantém seu teor calorifico próprio e sua luz peculiar que vem a ser a aura dos objetos e dos seres vivos quando na matéria, mas, se estiverem em espírito a mesma corpuscularidade é formada e o espírito irradia uma luminescência ainda maior e mais visível pois está livre dos “quasares” ou “buracos negros” da matéria, que seriam por assim dizer, as doenças varias que acontecem ao ser humano em vida, mesmo sem doenças psíquicas elas agem como ‘planetas higienizadores” do micro nos e interrompem, impedem, a expansão dessas galáxias e a deformação da luminosidade de aura, a qual, mostrando as falhas nas matizes de cores, pode-se com certeza quase matemática, diagnosticar onde e quais são as doenças que estão provocando os distúrbios.

Como tudo no Universo funciona naturalmente (apesar de eu não me considerar um naturalista!), assim, Deus- O Núcleo Central Cósmico age de dentro para fora ou seja, do Cosmo para o Sideral, ou do Invisível para o Visível, o perispírito seria o “deus” do físico. É ele que age e coordena o movimento das micro-galáxias do físico partindo da região central desse universo que é o cérebro. O perispírito estando desequilibrado, em desarmonia consigo próprio ou com seu físico, o universo psicossomático fica em total desequilíbrio. Como ficará brevemente nosso sistema solar sideral quando da entrada do gigantesco “anticorpo” o planeta Sidérius (Higienizador) que mudará a posição dos planetas no espaço e dividirá o atual sistema solar em dois novos sistemas. O Sol atual passará a ter 5 planetas e Júpiter o maior planeta do sistema solar que já está adquirindo aquelas características e propriedades de convulsão fisioquímica do Sol, se transformará em um novo Sol e levará consigo seis dos atuais doze planetas que formam o nosso sistema solar.

Os dois novos sistemas solares tomarão novas posições no Espaço afastando-se um do outro bilhões de quilômetros de distância.

Atualmente o nosso sistema solar está sendo avistado de outras regiões no Espaço Sideral como uma futura Super-Nova. Quando da penetração do gigantesco planeta Sidérius em nosso sistema ele se acenderá e “inchará” o nosso sistema solar que por breve período de alguns meses terá dois sois a iluminá-lo e aquecer os planetas para logo em seguida “explodir” na visão de quem estiver noutros sistemas solares e transformasse-a em dois novos sistemas, como eu já disse, enquanto Sidérius se apaga e segue para o sistema solar mais próximo continuando sua missão higienizadora. Sidérius percorre a Via-Láctea em sentido contrário a sua rotação geral.

Por exemplo, em um determinado momento, que os ETs prevêem que, se dará a partir de meados do fim do segundo semestre de 1997 em diante, Sidérius aparecerá do lado em que o Sol se põe no horizonte, ou seja, mais ou menos do lado oeste da Terra, enquanto o Sol se põe, ele, Sidérius, surge e quando o Sol, ou melhor, quando a Terra fizer toda a volta em redor do Sol, Sidérius e o Sol se encontrarão frente a frente no firmamento e ai os raios ou forças magnéticas de ambos se chocarão obrigando-os a se afastarem entre si e ai então começará o tão esperado fim de ciclo. Não esqueçamos que no Evangelho que trata do Apocalipse diz: “E dois sois aparecerão”, e ainda “As potestades do céu serão abaladas”, Temos também as palavras do grande mestre Jesus que diz: “- Passarão o Céu e a Terra mas minhas palavras não passarão”.

No meu capítulo Gênesis “- O que somos, de onde viemos e para onde vamos”, entrarei um pouco mais nesta explicação, ou seja, nas explicações sobre as possíveis e previstas alterações de fim de ciclo na Terra.

Voltando a explicação sobre o Sol, tentarei dissertar um pouco mais sobre as manchas solares e porque das suas influências ou interferências sobre as ondas de rádio e outras interferências no sistema de comunicação na Terra e sobre o pseudo “fogo” do Sol que são de uma incongruência e de uma infantilidade tão grande que eu acho os cientistas após anos de estudos voltam a ser crianças e ai eu dou razão ao grande filósofo grego Sócrates, que dizia, e que eles deveriam dizer também: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei!”…

A ciência através dos telescópios instalados no solo da Terra detecta gigantescas manchas e não menos gigantescas labaredas as quais, através do prisma parecem realmente fogo oriundo de explosões, que a ciência chama de termonucleares, ou de imensas quantidades de hidrogênio e gás hélio queimando-se assustadoramente. E como os cientistas são “bonzinhos”, dizem que aquilo tudo só vai ser consumido totalmente daqui cinqüenta mil anos! Ora que Deus falho é esse que naquele momento acabará com uma humanidade de um sistema solar todo e que obviamente estará mais adiantada, mais evoluída? A Ciência quando não consegue explicar alguma coisa, ela se faz de sábia, explica mas sempre postergando os resultados para muitos milhares de anos mais tarde! Talvez seja mesmo uma obrigação dela fazer isso caso soubesse a verdade, mas como não sabe, porque então iludir a humanidade? Diga pelo menos que ainda não sabe, está pesquisando apenas.

Então vejamos. A Ciência diz que o planeta Mercúrio que dista do Sol aproximadamente 60 milhões de quilômetros que lá tudo ferve, chumbo estaria em ebulição, pois ele está tão próximo daquela gigantesca bola de fogo que é o Sol que o calor lá é simplesmente medonho. No entanto, eles mandaram um satélite para fotografar Mercúrio, e o satélite, diz a Ciência, conseguiu fotografar Mercúrio. O próprio satélite não pegou fogo pois passou entre Mercúrio e o Sol! Mostrou imagens de um planeta desolado e calmo nada estava em ebulição. E então a onde está o Sol pegando fogo? Porque pelo menos naquele momento a Ciência não se retratou perante a população, dizendo a verdade? Não, prefere deixar a incógnita e continuar alimentando a ignorância.

Será que os cientistas não acordaram ainda? Se eles mesmos dizem que no vácuo não passa luz, calor, fogo, som e etc., pois o vácuo não é um meio transmissor, propulsor, então como Mercúrio teria que sofrer os efeitos das “fusões nucleares” do Sol? na distância de 60 milhões de km de vácuo total?

Os Mercurianos, que são aqueles pequeninos seres de um metro de altura, superinteligentes e que andaram perdendo três naves no deserto dos U.S.A, “riem” muito sobre o que o homem e a nossa ciência dizem do seu planeta.

Outro exemplo, a Ciência da Rússia mandou por várias vezes foguetes a Vênus levando satélites que deveriam pousar lentamente no solo daquele planeta. Antes porém, a Ciência ortodoxa do mundo inteiro dizia e diz que no planeta Vênus a atmosfera é composta em sua maior parte de ácido sulfúrico!…e ao mesmo tempo que o planeta permanece fechado em espessas nuvens. Nuvens de que? Ácido sulfúrico? Pois bem os satélites lá desceram conforme revelaram os cientistas russos; desceram com seus pára-quedas. E os pára-quedas para descerem apoiarem-se em ácido sulfúrico? Sem se desintegrar? Aqui os pára-quedas descem apoiados na atmosfera gasosa (oxigênio e hidrogênio) e lá, foi em ácido sulfúrico? Onde está o critério e a verdade? Vênus tem nuvens normais de oxigênio e hidrogênio (H2O) para formar a água? Ou tem ácido sulfúrico mesmo e os pára-quedas foram feitos com alguma liga de material especial? E os 250º graus de calor que a Ciência diz que se encontra em Vênus, onde foram parar? Não derreteram nem o satélite nem os pára-quedas? E é assim a Ciência vai se “consumindo” em infantilidades!

Desta forma, parecendo petulante ou não, devo dizer que a Ciência deveria rever seus postulados sobre o Sol e sobre a velocidade da Luz, a qual também, a meu ver e baseado nas minhas afirmações, estão incorretas. Se são os raios frios do Sol que viajem apagados pelos 149 milhões de quilômetros que o separam da Terra em vácuo absoluto, então a velocidade da Luz (raios) fora da Terra é uma e dentro pode até ser os 300.000 por segundo, como diz a ciência.

E a Lei da relatividade de Einstein será que está correta? Que me perdoem os seus aficcionados mas para mim está incorreta! Baseio-me nas informações que os extraterrestres me fornecem pois eles viajam acima dessa velocidade da luz medida pelos homens e nada se altera em relação ao tempo de vida deles quando nas viagens e nem do seu povo fica em seus planetas os aguardando. Vejamos como isso acontece: Conforme o que Einstein propalou em teoria, pois nada foi provado e comprovado até agora sobre a Lei da Relatividade, se um indivíduo viajasse para um outro planeta na velocidade atual da luz, ele ao voltar continuaria jovem enquanto aqui seus parentes ou a população em geral já teriam envelhecido ou até morrido, isto porque ele sairia do seu “habitat” que tem uma velocidade em torno de seu eixo de “X” quilômetros por minuto e o tempo de vida dentro desse “habitat” é limitado. O indivíduo viajando a “velocidade da Luz” não sentiria o tempo” passar. Então, a relatividade entre esses pontos para Einstein que criou até uma fórmula, seria diferente. Não vou entrar em minúcias técnicas porque esse não é o objetivo desta obra, apenas superficialmente, para dar ao leitor uma pálida idéia do que quero explicar.

O ponto principal da falha da fórmula de Einstein [E=mc2] está em que ele, mesmo sendo um gênio, calculou tudo baseado nos princípios de vida do “habitat” terrestre, esquecendo-se que evoluindo o conhecimento técnico, automaticamente cria-se meios de propulsão compatíveis como o Tempo e o Espaço para quem nesses meios viajar. Um exemplo simples aqui da Terra mesmo e que poderá simplificar o raciocínio: No tempo de Einstein ainda não se conhecia a velocidade ultra-sônica de hoje e nem se admitia que um físico resistisse mais de 200 ou 300 quilômetros por hora. Depois vieram os super aviões a jacto pilotados, os foguetes intercontinentais que levariam o homem à Lua, as super velocidades dos carros de corrida. Logicamente não passou nem passaria pelo pensamento dele naves-interplanetárias de outros planetas que há milênios já voavam acima da velocidade-luz, por conseguinte, a fórmula da Lei da Relatividade bem como a [4]utilização parcial da Lei da Inércia de Newton também ainda não estava em cogitação. O meu exemplo é o seguinte: Se uma mosca entrar na cabine de comando de um jato que já alcança a velocidade 3 a 4 vezes a velocidade do som ou seja, mais ou menos 5.000 a 6.000 km horários e essa cabine estiver convenientemente pressurizada, a mosca não sentirá a velocidade e quando ela “voltar de viagem” encontrará tudo como antes. Por que? Porque o seu “habitat” viajou junto com ela! Se ela, ou o piloto foi de um polo a outro com seu avião, apenas encurtou o tempo e a distância nada mais! O mesmo se daria se essa velocidade alcança-se a velocidade da Luz dentro da Terra, se isso fosse possível é claro! Mais adiante explicarei porque isso não é possível.

Outro exemplo simples: A mesma mosca dentro de um ônibus, viaja de um lado para outro incomodando os passageiros sem sentir a velocidade do veículo, exatamente pelo mesmo motivo do exemplo anterior. Einstein, nem Newton, jamais pensaram talvez, na existência dos Discos Voadores, ou Volitores como são chamadas essas naves entre os extraterrestres!

Conforme sou informado pelos extraterrestres que fazem essas viagens maravilhosas e muitas vezes levaram o meu duplo-etérico a viajar com eles, quando então pude constatar o que aqui afirmo, ou seja, fora do planeta a escuridão é total. Quando duas naves viajem juntas, enxerga-se a claridade da outra nave apenas, isto porque em volta de cada nave é formado um campo gravitacional que nos permite avistar as radiações da outra nave a olho nu, caso contrário nem isso avistaríamos, a não ser pelos instrumentos e TVs internas da nave cujo sistema de funcionamento está bem longe do que a ciência da Terra imagina. O que vem a ser esses campo gravitacional? É como se a nave se transformasse num pequeno planeta e formasse em seu redor uma atmosfera própria e carregasse essa atmosfera para onde fosse. Desta forma ela se assemelha a um pequeno sol voador. E dentro ela carrega a atmosfera do seu planeta de origem e seus tripulantes a pilotam como se estivessem dentro de seu “habitat”. Não sentem a velocidade por mais alta que ela seja e seus corpos continuam com a mesmo tempo de longevidade que tinham antes de saírem em viagem. No caso do homem terrestre que possui um físico pouco resistente e que carrega as suas bactérias (flora intestinal) dentro dos intestinos, ele não resistiria a uma viagem dessas por muito tempo, mesmo que se fizesse a ambientação necessária para ele e, se adequasse a isso a velocidade e o tempo à medida que a nave percorresse o Espaço Sideral. As viagens que consegui fazer com eles não foram feitas com meu físico mas sim com o meu duplo-etérico, ou seja, o corpo astral (perispírito) levando consigo o envólucro ou o “acolchoado” semi-material que é chamado de duplo etérico. Esse duplo etérico só existe em função da existência do físico, perdendo este, ele se dissolve permanecendo apenas o corpo astral que é o perispírito que possui a inteligência.

O Duplo-Etérico é o agente principal da dor física, afastando-se ele, o corpo físico fica consciente porém insensível a qualquer dor. Fica em estado de letargia e então permite a saída do perispírito para onde ele quiser ir ou for chamado. Ou é atraído por forças magnéticas através da mente e dos corpúsculos magnéticos de que é formado, por isso, o corpo astral (perispírito) pode enfrentar essas viagens e acoplado ao duplo-etérico o mesmo age como uma espécie de “repórter de campo” levando as informações e as sensações ou ainda as sensibilidades ao corpo físico que permanece em vigília e consciente, tendo a sensação e a vivência de que está ele, físico, fazendo também a viagem. Isto evita ocorrências desagradáveis ou incômodas para o ser humano e para os extraterrestres dentro da nave.

Imaginamos que para o ser terrestre devido a sua alimentação e fisiologia, teriam que ser construídos banheiros, mictórios e outras coisas mais para que ele pudesse viajar com o seu próprio físico durante muito tempo. Além do que as forças radioativas e fisioquimicas que movimentam a nave, acabariam com seus glóbulos vermelhos e sua flora bacteriana. Daí, não interessar muito aos extraterrestres prejudicarem o ser humano e por isso são raríssimas ocasiões em que um ser terrestre é levado a viajar. Quando muito, o levam para fazer exames científicos, para que eles o conheçam melhor por dentro e por fora, mas, quase todos os casos são danosos para o ser humano, tanto física como psicologicamente, e estes fatos já são por demais conhecidos nos registros da “ufologia”.

Os extraterrestres com os quais mantenho contato desde os meus oito anos de idade, de todos os planetas do nosso sistema solar inclusive do Sol, aqueles que possuem corpo de carne como os solares, mercurianos, venusianos, marcianos, jupiterianos, áganianos (planeta Ága, ainda não detectado), uranianos, oswenianos (planeta Oswen, ainda não detectado) e os plutorianos e os fespeanos (planeta Fesp[5], também ainda não detectado) possuem corpos compactados, porém sem intestinos; uma bolsa estomacal que digere uma alimentação leve, composta mais de geleias e de frutas. Os físicos deles são muito mais resistentes que os nossos por uma série de fatores que tomaria muito tempo para explicar, porém o farei num capítulo específico. A maior parte deles, excetuando-se os de Fesp e os da Terra não possuem sistema fisiológico de evacuação, outros somente as funções renais, uretrais e outros nenhuma função fisiológica porque são assexuados e a procriação se faz através da geração e materialização mental.

Os Saturnianos e os Netunianos, os mais avançados técnica e espiritualmente, do nosso sistema solar, possuem corpos semi-materiais quase energéticos e quase não precisam de naves para se transportarem dentro e fora de seus planetas, a não ser viagens longas e de longas permanências fora de seus respectivos “habitats”. Portanto, cada planeta possui ou produz seu tipo de nave condizente com suas necessidades, mas, o princípio de produção e quase o mesmo em todas elas, ou seja, captação dos raios cósmicos, produção em catalisadores internos das naves de ingredientes químicos opostos que dão como resultado a emissão de radiação pulverizadora tão poderosa que se transforma em anti-matéria ao ser expelida fora da nave através de milhares de orifícios que se situam em toda a volta da nave, naquelas de formato discóide, e nas pontas, naquelas de formatos fuseiformes.

Nas naves discóides existem sob a parte inferior externa dois grandes anéis giratórios concêntricos que giram em sentido contrário um do outro, em velocidade espantosa quando necessário, e que geram e equilibram as energias magnéticas e que permitem o controle da volição da nave, ou seja, ela pode parar estática no espaço enquanto esses anéis giram com velocidade controlada e compatível com o movimento ou não que a tripulação quer dar à ela. Em todas as naves a tripulação viaja solta, sem necessidade de cintos de segurança. Andam de um lado para o outro durante a viagem ou se quiserem sentam em suas poltronas. Tudo é automatizado, tudo é feito através de computadores.

Nas naves fuseiformes esses anéis magnéticos giratórios se situam internamente em sentido vertical tomando toda a extensão do fuso, sendo que os da metade do fuso giram num sentido e a outro metade noutro sentido. Esses anéis são grandes e largos e uma nave de mais ou menos 40 a 60 metros de comprimento existem em torno de 20 a 30 anéis verticais giratórios, a quantidade aumenta conforme o comprimento da nave. Já nas naves em forma discoidal são sempre dois anéis que variam de tamanho conforme o tamanho da nave.

Esse sistema de propulsão dá às naves uma velocidade espantosa. Uma das menores velocidades que constatei foi a velocidade da nave do planeta Plutão que faz o percurso de Plutão à Terra, sem parar, cobrindo a distância aproximadamente de 6.200.000.000 (seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros) em 28 dias. isto dá uma velocidade de 3.322.000 (três milhões trezentos e vinte e dois mil quilômetros por dia) ou 938.000 (novecentos e trinta e oito mil km) por hora ou, 23.000 (vinte e três mil quilômetros por minuto) ou ainda 260 (duzentos e sessenta km por segundo). É assim mesmo, uma velocidade rapidíssima para os padrões terrestres. Há outras naves que vem de sistemas solares distantes e levaram cinco anos de viagem. Há uma que veio da oitava galáxia mais próxima da nossa e levou três anos! Quero lembrar que a distância que a ciência da Terra avalia entre a nossa galáxia, a Via-Lactea, e a galáxia de Andrômeda que é a primeira galáxia mais próxima é nove quintiliões de quilômetros ou seja (9.000.000.000.000.000.000), ou ainda, três anos luz.

Comuniquei-me com um ser diretamente, da vigésima galáxia que projetou-se entre nós em segundos. Não há maior velocidade que a do pensamento! e, nada se altera no ser que faz a viagem pois ele tem um corpo apropriado e poderoso. E outro da galáxia Centrífugas que distante de nós cem milhões de anos-luz em questão de segundos, e ele o faz com seu simples desejo. Projeta-se entre nós em forma de uma grande chama de mais ou menos o tamanho de um edifício de quatro andares.

As modificações que acorrem são em suas moléculas que ao se defrontarem com um ambiente ou “habitat” fraco e atrasado como o nosso, aumentam de tamanho assustadoramente e ele torna-se um ser imenso, gigante e poderosíssimo. Talvez na sua galáxia ele estivesse mais restringido ao seu “habitat” e seria em tamanho de dois e meio metros de altura. é como se fosse uma grande tocha acesa que brotasse do chão, ou seja, não tem aquele cabo de tocha que aqui os corredores que disputam as olimpíadas levam nas mãos, ou aqueles tipos de tochas que ficam pendurados nas paredes escuras e subterrâneos dos velhos castelos da Europa. Reflete uma luz tão forte e resplandecente que penetra em tudo e em todos exercendo um domínio, e um fascínio indescritível.

Disse-nos ele ser o Engenheiro Sideral responsável por nosso sistema solar. Ele é quem controla e altera o curso dos planetas e tudo o mais que ocorre dentro do nosso sistema solar. É uma espécie de Deus-Criador responsável por tudo o que existe e vai existir, por tudo o que acontece e vai acontecer em nosso sistema futuramente; seu nome é GÓSBOLÁU. Esse ser maravilhoso que conversa conosco, nos mostra também todos os detalhes sobre o Cosmo, sobre o Sideral e sobre o Núcleo Central Cósmico-Deus! Por isso, após tantos anos de experiências sofridas que eu e minha Querida Esposa passamos, posso dizer que algumas coisas conhecemos e delas podemos falar.

Outro engano muito grande e um pouco irracional por parte da ciência é quando ela menciona o fato de uma luz de uma estrela qualquer estar viajando no espaço há milhões ou milhares de anos enquanto a estrela não se encontra mais naquela posição!? Que atraso! Que bobagem!

Partindo da mesma afirmação que fiz acima e que vale também para as estrelas, eu digo que a nosso galáxia gira inteira e com ela as estrelas e o nosso sistema solar, no mesmo ângulo e velocidade e como o que chega até nós são raios emitidos pelas estrelas e não sua luz, estamos recebendo esses raios no presente ou seja, elas emitem lá e nós a recebemos aqui e agora computadas apenas pequenas diferenças entre a velocidade da galáxia e a velocidade dos raios, mas como a emissão é contínua, não há solução de continuidade. Mesmo porque se essa aberração da ciência estivesse certa o feixe de luz emitido há milhões de anos atrás já teria sido absorvido pelos Espaços e planetas por onde passassem, além dos trilhões de quilômetros de extensão de vácuo que não nos retransmitiria a luz em si!

Portanto aqui fica mais uma para os gênios da ciência pensarem! E que não pensem que eu seja um indivíduo presunçoso, jactante e com complexo de cientista! Não o sou! Apenas acho que está na hora deles deixarem de ser tão materialistas obtusos e fazer concepções apenas sobre o que está sob suas vistas e sobre o que há na Terra, sem mesmo dar chance para Deus, pelo menos para Ele que acho ser a fonte de tudo, pensar e equacionar tudo antes deles. Até o nascimento deles Ele “bolou” antes, porque não o resto do Universo. Só isso!

Já revi algumas de minhas vidas anteriores e em algumas dediquei-me a Ciência e alguns dos meus postulados são empregados até hoje, por isso, se eu fosse contra a Ciência ou contra os cientistas estaria sendo contra meu próprio interior mas há sempre o momento do despertar. Quis Deus, ou o Destino, que o meu despertar fosse agora, então não posso deixar de por a público o meu ângulo de visão que pode e deve ser discutível e discutido, apesar de hoje não ser cientista, sou assistido por seres que são mais do que cientistas porque o conhecimento deles abrange o Universo e não apenas o planeta deles. E como eles viajam pelo Espaço Sideral, penso, devem ter mais experiência que os nossos cientistas de gabinete!

Portanto, não estou aqui para tentar desmascarar a Ciência mas sim acrescentar novas idéias e novos ideais, pois acho que mesmo sendo a Ciência “uma Santa Tomé”, que necessita comprovar tudo o que explica, tem margem para deixar passar um pouco do Empirismo e sobre este fazer suas futuras ilações. É o caso da Lei da Relatividade de Eistein. Não foi comprovada até agora, porém a Ciência se apega a ela como se fosse tudo exato, apenas porque aquele genial cientista criou uma fórmula para suas explanações. Eu, ou melhor, os extraterrestres também poderiam ditar-me as fórmulas correspondentes a algumas afirmações que faço, porém, não há interesse nisso, nem por parte deles, nem de minha parte!

Apenas lanço ao mundo alguma coisa inusitada e que possa ajudar os pesquisadores e pensadores a analisarem com mais desprendimento todos os assuntos que fogem ao comum e possam levar as mentes a harmonização com o Núcleo Central Cósmico-Deus, ou Divindade. Pois, achamos, eu e os extraterrestres que, “O que se leva daqui é o conhecimento que aqui se deixa”!

Vou fazer de passagem algumas observações sobre a utilização parcial da Lei da Inércia, de Newton: Digo parcial, porque todos satélites lançados pela Ciência no Espaço não raramente ameaçam despencar sobre nossas cabeças e para que isso não ocorra ela tem que fazer correções de suas trajetórias para que eles permaneçam mais tempo em órbita em torno da Terra. E se a Lei da Inércia fosse totalmente aproveitada os satélites seriam como a Lua que há milhões de anos gira em torno da Terra e em torno do Sol e ainda em torno do seu próprio eixo e não despenca. Chega a baixar talvez até a uns 320 mil quilômetros de distância da Terra quando a avistamos como Lua Cheia mas, retorna à sua altitude normal que é de aproximadamente 380 mil quilômetros, portanto ela tem uma queda vertiginosa e continua dentro da Lei da Inércia. E quais são as forças que anulam ou equilibram as outras forças da Lei da Gravidade que tende a puxar tudo para o solo terrestre?

Não devemos esquecer que no vácuo absoluto nada tem peso, ou seja, por maior que seja o corpo celeste, no vácuo ele é zero. Desta forma, para que um satélite natural como a Lua permaneça em órbita e aqueles dois de Marte não só permaneçam em órbita como girem em sentido contrário um do outro.

Os satélites de Júpiter que são muitos e alguns deles são considerados planetóides tal é o seu tamanho, há a concorrência de vários fatores e não somente a Lei da Inércia, ou seja um corpo recebe um impulso inicial e mantém aquele impulso porque a inércia não interfere na sua trajetória.

Os fatores predominantes são, as polaridades magnéticas existente em cada corpo, ou seja, na Terra o polo positivo é o polo norte, o negativo o polo sul, a força de atração do Sol e do ponto magnético central do sistema. Os raios solares sobre a Terra e seus reflexos na Lua que interagem como fator de repulsão entre um e outro. O plasma cósmico ao qual são envolvidos todos os planetas o sistemas solares da galáxia e também as outras galáxias. As linhas magnéticas que percorrem o Espaço sideral interligado sois e planetas, enfim nada que o homem conseguisse fazer melhor que o Núcleo Central Cósmico a Divindade.

Quanto a não haver possibilidade de ser utilizada a conhecida velocidade da Luz dentro de cada planeta e principalmente dentro da Terra por uma nave física, é devido haver um limite de velocidade – física oferecido e permitido por cada planeta, no sistema de propulsão das naves extraterrestres. Conforme o que eles me informam essa velocidade é regulada conforme a rotação do planeta em seu próprio eixo, o teor magnético emitido pelo polo positivo do planeta, no caso da Terra, o polo Norte. O teor e a composição do traçado das linhas magnéticas dentro da atmosfera da Terra. É como se houvessem trilhas no espaço atmosférico ligando os pólos, circundando e cruzando o planeta os quais, só suportassem “x” velocidade por hora, por exemplo 10.000kms por hora e se a nave passasse disso sairia fora dos trilhos, explodindo ou chocando-se contra o solo ou ainda “sendo expulsa para fora do planeta dependendo do seu ângulo de vôo. Mas nada tem a ver com a resistência física da tripulação, a qual só sofreria se a nave fosse avariada, como já ocorreu dezenas de vezes na Terra, quando naves explodiram no ar, no solo, ou caíram intactas e a tripulação morta devido a desarranjos técnicos internos.

Para concluir, volto a insistir: “O Sol É Um Planeta Frio”, não está pegando fogo, não há reações termo nucleares em seu interior mas químicas onde componentes opostos se chocam e desencadeiam a emissão dos raios infravermelhos, ultravioletas e o raio-de-luz. Os dois primeiros são filtrados e retidos em sua aceleração, ou seja, são desacelerados nas altas camadas atmosféricas de cada planeta incluindo a camada de ozônio e chegam ao solo já filtrados. O terceiro é atritado nessas camadas incandescendo-se dando como resultado a luz e o calor conforme a necessidade do planeta. Quanto mais espessa e mais baixa e quanto menor for a densidade úmida, maior será o calor e a luz gerados internamente.

Quanto mais rarefeita for a camada atmosférica menos atrito, menos luz e monos calor, maior será a escuridão e maior será o frio. Portanto, a luz e calor que a Terra recebe são originados pelas reações de nossa atmosfera aos raios frios emitidos pelo Sol e não por ele estar em auto-combustão. Não está! Caso contrário, a galáxia toda estaria em chamas e as outras galáxias também! E os quasares, “Buracos negros” dentro da nossa galáxia e dentro das galáxias, também estariam. Seriam gigantescos amontoados de brasas siderais. Na verdade são luminosas, apenas luminosas.

O Núcleo Central Cósmico-Deus, ou a Divindade é Luz e não fogo!. Há muita diferença entre uma coisa e outra.

O bulbo ou filamento de uma lâmpada elétrica do qual foram os fotônios para nos transmitir sua luz está aceso e não está pegando fogo!

Um simples vaga-lume traz, a luminescência em sua cauda que também jorra luz e não traz nela uma tocha pegando fogo!, ele também produz em si próprio a reação físico-química em miniatura como se fosse um pequenino sol a volitar nas noites quentes do nosso amado planeta Terra!.

Compilado e revisado em 12/10/95 às 15:10h

D.Yezzi

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[1] Porque aquela gigantesca bola “pegando fogo” que é Sol, queimaria tudo por igual, mesmo com as diferenças angulares entre a Terra e ele.

[2] Soubera que há anos atras divulguei parte desses meus conhecimentos a revistas e palestras em alguns Estados brasileiros com repercussão até mundial.

[3] Se pudéssemos ouvir o que uma “bactéria sionista” que resida num planeta (elétron) ela diria “o nosso sol (átomo) está pegando fogo!”

[4] Ler explicação dessa parcialidade mais adiante.

[5] Porém ainda assim são desenvolvidos por serem desprovidos de maldades. Os de Fesp que ainda são grotescos são como grandes camaleões que vivem na água e saem para a terra poucas vezes.

O Sol é um Planeta Frio - Desenho original (Figura 43)

[box type=”note” size=”large” border=”full”]O Sol é frio, mas nas suas altas camadas ocorrem choques físico-químicos de elementos opostos que provocam a emissão dos Três tipos de raios: ULTRAVIOLETA, ULTRA-VERMELHO e o RAIO DE LUZ NATURAL. Percorrem a distância de 150 milhões de km de vácuo entre o Sol e a Terra, para serem atritados e filtrados nos 400 mil km, da atmosfera terrestre e, só aí os raios de luz natural se encandecem fornecendo luz e calor adequados ao habitat terrestre, enquanto os raios de onda curtas são retidos naturalmente não causando danos ao ambiente. (Trecho do texto da ilustração)[/box]

O Sol é um Planeta Frio - Desenho reproduzido (Figura 44)

Darmátsa – Um Antiquíssimo Mago Terrestre

Eram exatamente 23 horas e 50 minutos quando intensa vibração penetrava nosso lar. O amigo Glonk do Planeta Plutão estava presente e junto dele um ser que havíamos avistado da última vez que Glonk também nos visitara. Parecia que com seu intenso e puro magnetismo Glonk o havia imantado a ele ou aquele ser havia magnetizado Glonk e pareciam ambos interligados entre si e a nós.

A nossa sala da casa de Ribeirão Pires, no seu astral, se modificou, se transformando numa grande sala redonda com uma imensa abóbada côncava e no centro da sala, a nossa frente, aquele ser majestático vestido com um belíssimo manto branco aveludado. O ser era calvo e estava com os braços erguidos aos Céus como se solicitasse alguma graça divina.

Sentíamos, eu e minha esposa, que ele se esforçava para que o entendêssemos, mas, parecia-nos que ele estava isolado em si próprio, não conseguia fazer-se entender… Seus olhos giravam desesperadamente. Eram espiralados, pareciam saltados e presos a espécie de mola, passavam da cor vermelha forte para o azul claro e entre estas várias outras matizes. Após grande esforço; esforço exageradamente sobre-humano e espiritual conseguiu que o entendêssemos mentalmente.

Nesse exato momento em que ele começava tentar dialogar conosco, ouvíamos no astral com uma nitidez impressionante um toque de órgão[1] executando o Intermetzo da ópera “Notre Dame”, de Franz Schmidt (essa melodia belíssima passou a ser daquele momento em diante até hoje, o tema de chamada e da presença entre nós do querido Darmátsa). Víamos estarrecidos aquele ser humano transformar-se naquele lendário cavalo voador o Pégaso e voar até a nossa Lua e voltar. Fez isso várias vezes durante aqueles minutos. Realmente a cena era espantosa e inacreditável para nós, e, sabemos quão difícil será para outros acreditarem apenas por nossas palavras mas, isto não nos importa porque o que nos foi dado presenciar e fazer só a nós interessa e achamos que só aquelas imagens maravilhosas e ainda o que irei relatar abaixo, foi uma das maiores dádivas que um mortal poderia ter recebido.

Tudo se passava para nós como se estivéssemos num grande cinema tridimensional.

A muito custo ele conseguiu nos transmitir seu nome: Chamava-se DARMÁTSA. Disse-nos que fora um mago ou místico com grandes poderes sobrenaturais. Contou-nos que quando em vida havia feito um grande mal a sua mãe, involuntariamente, é verdade mas, para ela foi proposital e, desgostosa, indignada e ao mesmo tempo com grande rancor e possuidora que era também de grandes dons de magia negra, lançou sobre ele uma grande maldição que inutilizou-lhe todos os pontos de comunicação de seu ego com o exterior.

Darmatsa desencarnara sob aquela maldição terrível, seu espirito desde então, a centenas de anos atrás vem com esse terrível estigma espiritual de cego, surdo e mudo sem ser, envolto pelas próprias energias poderosas e impressionantes que o mantinha recluso dentro de uma cadeia energética. Não poderia nem ter contato com outras entidades. Veio sofrendo e perambulando até esta data dentro de um circulo vicioso poderoso.

Sua mãe chama-se VOLTJA e o que aconteceu entre eles foi tão marcante e tão revoltante naqueles milênios atras, que originaram todo aquele cataclisma psíquico que os dois passaram. E o que realmente aconteceu entre eles?

Pelas imagens que pudemos captar, levados que fomos até a época, percebemos que houve um torneio tipo medieval mas o fato se deu centenas e centenas de anos antes, mais oportunamente falaremos da data e do local exatos; nesse torneio o vencedor ganharia para si a principal mulher do local e essa principal era Voltja, mãe de Darmátsa, porém, ele não sabia que ela era sua mãe. Mas Voltja sabia que Darmátsa era seu legitimo filho.

Vencido o torneio por Darmátsa que lhe deu entre outras coisas o direito de posse sobre aquela bela mulher, cujo marido chamava-se Janos, e Darmátsa de posse de Voltja manteve relações sexuais com ela , contra a gosto dela é claro que a revoltou e a colocou vingativa pois para ela tudo fora feito de propósito (ou seja o filho ter relações com a mãe) mas, para Darmátsa somente bem posteriormente é que veio a saber do grave erro cometido, mas já era tarde demais, já havia sido terrivelmente amaldiçoado e pior de tudo, maldição da mãe que também conhecia os ritos da magia.

Esses enganos e erros clamorosos levaram muitos mortais da antigüidade a passarem milênios no umbral inferior, mas no caso de Darmátsa, ele além de qualquer ação, ficou impossibilitado até de pedir socorro. Suas próprias forças se transformaram em forças negativas e juntadas as forças de sua mãe selaram por completo milênios de sofrimentos atrozes para ambos.

Como então nós simples mortais agora, se bem que também grandes magos do passado, eu e minha esposa, poderíamos ajuda-los sem comprometermos nossas vidas, nossa família?

Decidimos então ajudá-los a qualquer custo. Recebemos aprovação dos nossos amigos espirituais e amigos extraterrestres, habitantes de outros planetas.

Penetraríamos naquele núcleo chamando Darmátsa que se encontrava intransponível há milhares de anos, o que nos tocou de perto não só pelo padecimento e desespero do nosso querido amigo, mas por sabermos que ele ali se encontrava em nossa frente, tendo Glonk como testemunha, era porque alguma ligação kámica haveria entre nós. Foi confirmado pelos demais mentores da Terra e os demais amigos extraterrestres, incluindo-se o magnifico ser Ink do planeta Ága que deu uma ajuda enorme a Darmátsa e mais tarde ambos ficaram ligados e se comprometeram conosco a fornecerem todos Os detalhes sobre o planeta que se aproxima do nosso sistema solar e outros detalhes de cosmosofia ou formação dos mundos, e que viriam a fazer posteriormente.

Invocamos então todos os grandes poderes do Universo até o mais alto ser que conhecíamos até aquele momento; veio até nós Gosboláu que se situa na galáxia que ele denominou Centrífugas distante de nós mais ou menos 100 milhões de anos-luz, e outros como Rosmeian e muitos outros altamente poderosos que coordenam , criam ou manipulam as energias que interpenetram os mundos e seus habitantes.

Com grande surpresa vimos cair do Alto uma gigantesca agulha que penetrou na parte posterior (nuca) da cabeça de Darmátsa, o qual, após alguns segundos começou a ficar mais calmo e a irradiar menos agitação e menos desespero.

Enquanto ele levantava os braços e agradecia aos Céus por ter se livrado de sua própria couraça energética negativa, nós, eu e minha esposa e os guias apropriados éramos auxiliados para “descermos” até as mais baixas regiões do umbral terrestre. Ela foi localizada pelas Entidades Superiores que “viajavam” conosco. Sua localização se deu através de vários meios, inclusive seus lancinantes gemidos e ondas mentais entrecortadas pela dor da alma, pela dor psíquica que sofria sobre si mesmo a milênios. Era estarrecedor!. 0 perispírito ao perder suas formas estéticas ficou reduzido a uma massa disforme com dois orifícios arredondados que pareciam as regiões dos seus antigos olhos. Aquela massa, pegajosa, pútrida, não tinha mais que 50 cm de altura por 50 cm de largura, era mais ou menos um cubo com resquícios de vida. Entidades socorristas que nos acompanhavam , a colocaram numa espécie de caixa tipo caçamba aberta em cima medindo 50X50cm, e trazida para cima ou seja, levada até a nossa sala e colocada a frente de Darmátsa.

Ela, aos poucos como se fosse sendo inflada com alguma energia desconhecida, uma espécie de “ar magnético”, com ajuda daquelas grandes Entidades foi tomando forma de mulher. De repente, uma forte explosão ocorreu entre os dois mãe e filho, enquanto nós solicitamos a Eles, com docilidade e com muito amor, pelos dois que eles se perdoassem de coração, que o passado já estava distante e agora em fins do século XX era o momento de reconciliação de reconstrução espiritual para o advento do novo homem do século XXI, onde não haverá lugar para mágoas, rancores, vinganças e negatividades. E eles assim o fizeram!. Quebrara-se o encanto de milhares de anos!

Mesmo após ter sido acalmado por aquela injeção cósmica, ou seja, quando qualquer um de nós se sentiria “grogue”, Darmátsa continuava bem lúcido, e dominando seus grandes poderes que por serem tão potentes o separaram de tudo e de todos até mesmo de uma ajuda natural e expontânea do Alto.

Foi necessário que se reunisse grandes forças de vários pontos e de várias nuânces para que se pudesse penetrar naquele campo de força que o estava aniquilando no decorrer do tempo e o deixaria completamente louco se ele não fosse quem era, ou seja um ser conhecedor e manipulador das forças da magia e da natureza. Aquilo era a sua “autodefesa” a qual ele tanto se dedicara e cultivara durante sua vida quando encarnado.

Ouvimos nitidamente quando ele falou em tom bem sereno – “Eu voltarei para vocês”!, e nos agradeceu a todos comovidamente.

Os dois juntos foram levados pelas Entidades Superiores para as regiões de recuperação no Espaço ou na Psicosfera da Terra. Antes porém, de retirar-se, respondendo a uma indagação mental nossa, Darmátsa nos explicou que seus olhos ficaram daquela forma espiralada e com aquela cores, porque havia já muitas centenas de anos que nem mais chorar ele podia, havia ele extravasado até os dons miraculosos do pranto, tal era o desespero milenar que o assolara.

Vimos também ao nosso lado, muito atônito, extasiado, com tudo o que acabara de presenciar, o nosso querido e jovem amigo Glonk, do planeta Plutão; estava completamente abismado com que viu e ouviu, o que nunca antes tivera oportunidade de saber, mesmo pertencendo a um povo tecnicamente muito adiantado. Assim, naquela noite cumpríamos mais uma etapa de nossa missão na Terra, graças a ajuda dos Altos Poderes nos quais incluímos os nossos queridos pais marcianos Héclóss e Zanácla e sobretudo à minha querida e inseparável esposa e companheira, excelente médium Conceição Aparecida Yezzi.

Ficamos aguardando a volta de Darmátsa já recuperado para nos contar as novidades e sabermos todos os detalhes de sua vida, sua origem, sobre sua mãe Voltja para completarmos estas narrativas.

Numa primeira vez depois daquela noite Darmátsa nos apareceu e nos mostrou através da psicometria, quando nosso espírito retorna ao passado e os quadros mentais se desenrolam em nosso cérebro como se fosse um cinema, um acontecimento constrangedor que se passou quando ele, Darmátsa, era moço, maduro, e o fato havia ocorrido no seu país.

Vimos uma estrada coberta de neve e uma carruagem puxada por belos cavalos brancos que corria e ao fazer uma curva capotou desprendendo-se dos cavalos, rolando ribanceira gelada abaixo e deixando no caminho uma criancinha de meses, enquanto seus pais e cocheiro pereciam no acidente. Darmátsa recolheu aquela criancinha que era uma linda menina morena, criou-a em sua casa como sua irmã mais nova e dera-lhe o nome da Karinna Marítsa e, aquela menininha era ou é nada mais nada menos que a minha querida esposa de hoje!

Assim ele, aos poucos vinha nos mostrando os laços de ligação entre nós e ele. Disse-nos Darmátsa que o pai dele chamava-se Janos.

O por que da Utilidade do Negativo e o que isso tem a ver com o caso de Darmátsa?

Antes porém, aquela minha frase que diz: “Ai de ti ou feliz de ti quando o teu passado encontrar o seu presente!”- Sim, porque se o teu passado foi composto de positivismo, feito da somatória de boas ações não tendo deixado lastro nem rastro negativo e o teu presente, a sua vida atual, seja ela encarnada ou desencarnada, também foi composta de positivismo, o seu presente, ou seja, o presente, o prêmio ou presente-tempo será somado àquele passado e tudo transcorrerá às mil maravilhas; não haverá doenças, dores, nem desafetos.

Poderá até “a quina da loto”, os 13 pontos da loteria esportiva, ou bilhete do grande prêmio será todinho para ti que, aparentemente já tem tudo! Mas, se ,se deu ao contrário, ou seja, teu passado foi negativo, mais negativo que sua vida atual (teu presente), tudo virará negativo, mesmo que tenhas tentado algumas boas ações, as quais não serão perdidas, contarão pontos na Eternidade, o teu presente será o que se costuma dizer por aqui “presente de grego” e, o presente-tempo, será funesto e cheio de percalços mesmo que a tua fé esteja acima de qualquer dúvida.

Por que isso ocorre? Estarei sendo tão fatalista e descrente no poder de Deus? Não, absolutamente não!. Isso ocorre porque a somatória negativa do teu passado, degenerou na mesma proporção tuas vidas, presente e futura, até que seus atos atuais e futuros tenham conseguido zerar positivamente aquele negativismo.

Até que chegue o momento caro leitor de tudo estar positivo espontaneamente. Posso dizer isso por experiência própria pois tive conhecimento dos meus atos negativos do pretérito e hoje, sei porque colho alguns frutos amargos.

Neste caso, nem as mais altas patentes espirituais da Terra ou os extraterrestres com toda a sua tecnologia avançada, poderão ou quererão interferir, pois se assim o fizessem estariam incorrendo em erro cósmico e à um protecionismo típico dos “pistolões políticos” da Terra, e aqueles que por desventura foram minhas vítimas reclamariam da inexistência da imparcial Justiça Divina.

Elas diriam: – “Como é possível isso? Quando necessitamos de ajuda Divina ninguém nos socorreu, prevaleceu o livre arbítrio do nosso algoz, Agora ele pede ajuda porque as coisas se voltam contra ele, e a Justiça Divina o protege, que Deus é esse? As leis não são iguais para todos? E as Leis Cósmicas não seriam mais imparciais que as dos homens?”

E no dizer das Leis Mosaicas? Que dizem: “Olho por Olho, Dente por Dente”, dando aos homens um instrumento quase divino para exercerem seus atos de vingança imediata.

Penso não ser essa a conotação que Moisés quis dar as Leis recebidas por ele. O que tencionava dizer foi que: A lei é precisa sem ser vingativa, tampouco é relapsa, contemplativa e protecionista, ela age naturalmente, através dos tempos, nas causas e efeitos, ou nos choques de retorno inapeláveis. As leis Cósmicas são justas e imparciais.

O mesmo se dará se o seu passado foi todo ele positivo e hoje, por mil e uma razões e revoltas, quedas e tropeços ou desilusões o seu presente é negativo, mas se ele for em menor extensão que o seu passado positivista, haverá atenuantes, possibilidade de ajuda e a sua fé removerá montanhas e até milagres poderás fazer!

E muita gente perguntará com estranheza : “-Como um sujeito ruim desses recebe tantos benefícios ou beneplácitos divinos? Como não há punição imediata para uma pessoa dessas? Que Justiça Divina é essa, e assim por diante”. Entretanto, a Lei está sendo cumprida nos seus mínimos detalhes. Poderá ocorrer coisas fantásticas como; sendo hoje um bandido e em meio a um tiroteio com a policia são metralhados todos os seus comparsas e só ele escapa!

Num grande acidente aéreo, por exemplo, morrem todos os passageiros e tripulantes mas escapa apenas uma criancinha de colo! Lá está incólume, intacto e com toda a proteção divina a que tinha direito, para mais tarde transformar-se em traficante ou um político lesa-pátria ou num mau patrão ou mesmo num mau cidadão. Ainda assim, eu digo que a lei está sendo cumprida, não houve erro algum em morrerem todos naquele acidente menos ela!

Assim, a utilidade do negativo está na proporção de reversão para o bem ou para o positivo que ele provoca.

Se aqueles que agem na negatividade, sublinarmente, clandestinamente, longe dos olhos dos mortais humanos, soubessem como estão sendo utilizados por outros “gênios” da mesma afinidade e por entidades de vibração elevada que impossibilitados de baixarem suas vibrações por vários motivos, se utilizam deles como muletas ou alavancas, ou ainda molas propulsoras ou pontas de lança, para atingirem suas metas e propósitos alvissareiros, para poderem elevar outrem à patamares mais altos na psicosfera terrestre e cósmica, e que aqueles negativos tinham e tem como figadais inimigos, sem perda de um segundo sequer, eles se reverteriam ao bem, ao perdão porque perceberiam que na sua ânsia de vingança, desamor e ódio estão nada mais nada menos proporcionando aos outros uma ascensão mais rápida apesar de mais dolorosa.

Desta forma pudemos eu e minha esposa, constatarmos no caso de Darmátsa, que foi um entre dezenas de casos que cooparticipamos na solução de que no umbral inferior da Terra, no Astral paralelo à crosta terrestre e mesmo na crosta entre os assim chamados vivos, há muito ser negativo sendo utilizado não como “ inocentes úteis” pois inocentes não o são mas, como “culpados úteis” se assim pudermos denomina-los. E , quanto mais acionados eles sejam, mais úteis serão para as duas facções, a das Entidades Negativas e a das Entidades Positivas – as do mal e as do bem!

Pudemos detectar em nossa rápida “descida” até um dos mais baixos níveis do umbral indivíduos sombrios que se postavam como sentinelas, guardiões daquelas tenebrosas regiões. Eram vales, precipícios, grutas, cavernas cheias de seres disformes imundos, que gemiam se lamentavam amaldiçoavam a si e a outros. Poucos eram aqueles que ouvíamos pedirem misericórdia divina ou perdão para seus atos. “Tipos de vários tipos”, de várias linhagens de uma ex-sociedade falida de todos os recantos do mundo, todos misturados como um bolo de serpentes, muitos suicidas que repetiam seus atos tresloucados, crimes horrendos sendo repetidos, sendo repetidos, sendo engendrados em forma de vingança.

Outros seres sendo fustigados pelos seus algozes que os massacravam perispiritualmente com requintes de sadismo. Outros ainda, as tais Entidades Negativas dominadoras das regiões que se colocavam como reis poderosos e inatacáveis, desafiando a tudo e a todos. Gritos pavorosos, gargalhadas infernais e um mau cheiro horrível. Eles mais pareciam animais acuados, maltratados com requintes de perversidade e de sadismo. Legiões de seres tido como humanos abandonados à sua sorte. Enquanto aqueles guardiães em grande número incansavelmente dificultavam a vida vegetativa daqueles infelizes desgraçados. Eram capangas dos senhores dos abismos e das trevas. Uma escuridão tenebrosa nenhuma luz se fazia entre eles, entretanto aquela sentinelas armadas com armas rústicas, tipo lança, faca e outras de tão acostumadas pareciam prescindir da luz pois enxergavam todos os seus algozes no escuro, apenas não nos enxergavam devido a nossa proteção espiritual, a nossa luz própria originária de nossa aura e a luz artificial que nos acompanhava.

Era horrível a avalanche de seres que queriam se desprender dos seus locais pegajosos para fugirem e virem de encontro a nós o ponto de luz, ou ainda, aquela luz na boca do túnel.

Minha opinião sempre foi de que a despeito do diretor de qualquer prisão possuir nas imediações uma bela casa com todo o conforto, junto de sua família, está preso igualmente aos seus detentos pois não poderá sair dali enquanto não vencer o seu mandato e até lá terá que conviver e expor a sua família às revoltas e tumultos criados pela população carcerária. Quero dizer que mesmo sendo bem pago e tendo muitas regalias estará o diretor preso e bem preso!

Assim vimos aquelas sentinelas e verdugo e seus “diretores” presos nas regiões abissais juntamente com aqueles de quem tomavam conta por ódio ou por sadismo, apenas eles é que não sabem pois são cegos são surdos e mudos para o Bem, pois por serem assim são usados pelos seus maiorais e estes se utilizam de todos os recursos para manter o seu reinado das trevas, mas estes são usados também pelas entidades superiores para promoverem o bem indiretamente e também não o sabem! Pensam que agindo à sua maneira é que estão certos e assim tentarão permanecer para sempre.

Vimos grandes falanges de seres ferozes tentar atrapalhar nossa caminhada no que foram impedidos pela luz e pelas armas magnéticas que as entidades elevadas e os socorristas traziam para nos proteger a todos e aquela que fomos buscar que já era presa passiva de vampirizadores.

A escuridão nessas regiões é monstruosa e se dá por que os raios solares não conseguem atritar com aquela camada pegajosa, nodolenta, como uma neblina gordurosa que reveste e separa o baixo do médio astral, e sem o atrito dos raios solares, não há luz. Pois a luz se faz de forma natural mas obedece uma técnica de choques e entrechoque de elementos contrários (e aqui mais uma vez “a utilidade do negativo”) produzindo a luz e o calor de acordo com o habitat e aquele habitat realmente a luz não é possível pelos meios naturais, só artificiais e criados por entidades mais elevadas, caso contrário nós mortais mesmo dotados de uma luminescência maior do que aqueles sofredores despencaríamos por aqueles vales horrendos, charcos e pântanos asfixiantes.

Penso que aqueles infelizes ou felizes no modo de pensar deles, fizeram daquelas regiões seus eternos domínios, fizeram dali sua morada e seu meio de vida, enfim se habitat e só o deixarão no momento da hecatombe total, na virada do ciclo e talvez do século pois o novo planeta Terra os expurgará do seu seio para outros locais de aprendizagem até lá eles continuarão sendo negativos úteis.

Agora falarei de um assunto importante dentro desse tópico de utilidade do negativo baseando-me no caso de Darmátsa que é justamente do porque da utilização por entidades elevadas de elementos totalmente negativos. E posso afirmar que aqui na Terra eles são tão necessários quanto o fio negativo da eletricidade para se obter luz. Todos sabemos que sem ele não haveria a luz comum em nossas casas e sem os elementos negativos que vivem no umbral e se encontram também entre os vivos não teríamos na Terra a elevação e a luminescência de espíritos de luz. Ah! Mas eles então devem continuar existindo? Nunca poremos fim a essa guerra entre o Bem e o Mal? Não é bem isso! O fim deles está próximo bem mais próximo do que eles imaginam, se é que imaginam!

Acontece que um planeta como a Terra sua população só se purifica, só ascende à degraus mais elevados, pela dor, pelo sofrimento, por mil e um padecimentos. As toxinas agregadas ao corpo físico e ao corpo perispiritual só se desprendem com grande esforço próprio ou pela dor ou sofrimento na carne e um ultimo caso em espirito. Por isso os reencarnes são necessários para aqueles que desvirtuaram o curso normal de uma vida sadia e do respeito as funções orgânicas suas e dos seus semelhantes. Mesmo aqueles seres que somente mandaram produzir uma degeneração ou poluição climatérica também ficarão intoxicados em seus corpos físicos e espirituais e vão arcar com todas as mazelas por ele mandadas produzir, quer no ar, na Terra, na água, na mata, nos alimentos ou no próprio corpo. Não escapará a lei.

Veja-se o caso acima de Darmátsa e sua mãe Voltja, e, por analogia, eu pediria que os leitores comparassem com outros casos, com outras conotações e verão que vem a dar no mesmo, ninguém escapa as desarmonizações que tenha provocado sobre si ou sobre outrem. Então vejamos: Mesmo sendo Darmátsa uma mago ultrapoderoso no seu tempo, não conseguiu safar-se da maldição da mãe dele (talvez aquele ditado que diz que praga de mãe ninguém escapa, esteja certo !) que detonou uma terrível força por ele mesmo cultivada a qual, aliada as forças negativas da mãe e dos próprios inimigos de Darmátsa induziram-no a uma autodestruição lenta e gradativa que poderia atingir suas finalidades caso ele não fosse um grande conhecedor das forças neutralizadoras que mesmo ajudando-o a defender-se deixavam-no mais desesperado como um peixe preso num aquário ou pássaro preso numa gaiola, ou seja, sabe nadar, saber voar mas não sabe como sair daquele enclausuramento. Ah ! se as pessoas que gostam de fazer essas coisas com os animais pudessem passar apenas cinco minutos no lugar deles, sentindo as mesmas reações… veriam quão doloroso e criminoso é o ato de restringir cercear a liberdade de quem quer que seja, mesmo de minúsculo bichinho!. Com Darmátsa ocorreu quase a mesma coisa, induziram-no a utilizar-se sobre si mesmo as suas potentes qualidades. Já com Voltja, sua mãe que era conhecedora também, porém, mais fraca, mais passiva, mais negativista, se auto-destruiu dentro de seu ódio e de seu “mea-culpa”, sua própria consciência entrou em pane total, destruindo-lhes as células metafísicas do seu perispirito.

A verdade, é que, apenas o conhecimento da verdade (como preconizou o grande Mestre Jesus) é que libertará o homem, nada mais… e dentro dessa verdade há o fato inconteste que é nas forças energéticas como o Magnetismo pessoal ou artificial, na Eletricidade pessoal ou artificial e outras formas de forças congêneres. “Os Afins se Repelem e os Contrários se Juntam” é, na parte Espiritual, Mental, Emocional, Física e mesmo na Estética se dá justamente ao contrario: “Os Afins se Juntam e contrários se Repelem”. Desta forma somente o conhecimento integral dessas verdades é que libertará o homem para seu grande e radiante futuro. Futuro Físico ou Futuro Espiritual. Futuro Planetário ou Futuro Cósmico!

Por isso, o Maior dos Sábios da Terra disse, “A cada um de acordo com suas obras e eu acrescento: “Quem não deve não teme”.

Partindo dos princípios acima cada um de nós só será vitima de suas próprias ações se quiser. Pelas Leis da Verdade que mencionei anteriormente, cada um acumulará para si partículas negativas (toxinas) no decorrer do infinito tempo e virá a ser um Negativo-Útil e possivelmente descartável. Se quiser, se não fizer questão de conhecer a Verdade Racional-Cósmica, se não “tiver ouvidos de ouvir e olhos de ver”, permanecerá no seu circulo sofredor vicioso durante milhares de séculos até que amadureça suas razões, seus sentimentos e realmente raciocine em bloco, pensando sempre coletivamente e não pessoalmente de forma egoísta e exclusivista, pois todos nós dependemos e dependeremos do bem estar dos demais seres, sejam estes vivos ou desencarnados, habitantes da Terra ou de qualquer outro planeta dessa imensidão sideral.

Todos saímos da mesma Fonte Criadora, O Núcleo Central Cósmico, portanto, todos trazemos dentro de nossa centelha primária, a tríade composta pelas forças Negativas, Positivas e Neutras e serão estas forças, quando bem direcionadas, bem dosadas dentro de nós, que nos colocarão nos devidos degraus ou patamares e principalmente nos colocarão em ascensão direta no canal de retorno ao nosso Criador, após termos cumprido a missão redentora de nossa centelha individual que é a de povoarmos e reciclarmos os mundos, os universos paralelos que o Criador fez surgir antes de nós e que neles nos colocou a fim de não permitir interrupção na Sua Obra criada e permitir a evolução constante, continua de volta a Ele, que contém tudo e que Seu Absolutismo prevê que suas criaturas devem ter as mesmas qualidades Divinas Dele, mesmo que essas criaturas levem milhares de milênios para passarem de um degrau à outro e outros milhares de milênios para recompor a Consciência Divina, recompor O Núcleo Central Cósmico de onde num momento partiam espargidas, de forma natural, sem qualquer determinismo, decaída ou punitiva para habitarem os mundos a seus pés, nas formas estéticas que cada “habitat” lhes permitisse ou lhes coadunasse construir!

Dentro dessa imensidão Sideral poderão existir civilizações compostas somente de seres negativos, por que não? Se essa força é necessária para composição dos mundos ? Se essa força também vem de Deus, do Núcleo Central Cósmico? Como surgiria a Luz Cósmica Física que ilumina as galáxias e as mantém distantes uma das outras pela repulsão, se não houvesse esse elemento de repulsão, que para nós teria o nome de negativo? O que é um Quasars ou Buraco Negro se não uma região altamente negativa ou alternadamente positiva no Universo? E de onde são extraídas outras forças componentes que juntadas a distancia dão a origem a outros mundo, a outras regiões?

O que é ser positivo ou ser negativo ou Neutro? A energia elétrica que é composta dessa tríade é positiva ou negativa?

É positiva quando fazemos uso dela para iluminação, aquecimento ou refrigeração, mas é negativa quando usamos contra nós próprios, quando inadvertidamente colocamos as mãos nos fios ou nas tomadas de força? Não é assim? Ela é neutra quando não faz nenhuma dessas coisas, quando ela fica sendo gerada na usina e não é distribuída!. Depende do ponto de vista e do raciocínio de quem esta de fora!, pois para os empregados da usina ela contém as três forças e poderá matá-los se não souberem como manipular seus ingredientes.

A Energia de Deus, de Jesus e de outros grandes avatares são, mal comparando, a grande Usina de Força contém a Tríade, podem nos beneficiar ou até nos matar se não soubermos como escoar sobre nós e sobre os demais seres e seus mundos, suas poderosas energias. Por isso, se faz necessária a existência de outros tipos de transformadores dessas energias, que são as Entidades Elevadas, as menos elevadas e as negativas, até que o homem consciente surja e saiba se beneficiar delas, qualificando, quantificando, dosando enfim, para os canais equivalentes e adequados as respectivas voltagens transformadas. Caso contrario, teremos sempre um fio que só comporta 110 volts e jogamos sobre ele 440 volts ou 1000 volts fazendo-o torrar-se desintegrar-se. Teríamos outros Darmátsas outras Voltjas, como já temos e esse descompasso ou desarmonia, só prejudicará a evolução a curto prazo e o “habitat” que é composto pela somatória dos elementos estará aparentemente prejudicado nesse espaço de tempo. Veja-se a Terra!

A verdade é que para Deus não há espaço nem tempo, nem passado, nem presente, nem futuro separadamente, o que há é o Eterno Presente que abrange tudo, e nos dá a todos a certeza de chegar aos píncaros das Encarnações do Criador !, mas nem por isso, ou talvez por isso mesmo eu esteja relatando estas idéias ou realidades.

Gostaria também de acrescentar aos leitores como simples informação, pois não possuo a “receita” completa de que as naves extraterrestres conforme informação que é transferida pelos suas tripulações e com as quais mantemos contato de “vários graus” a mais de 40 anos, se utilizam das polaridades positivas, negativas e neutras da energia magnética, aliadas as polaridades positivas, negativas e neutras dos planetas ou sóis que desejam visitar, aliadas, todas elas, a uma energia poderosíssima, que armazenada dentro de catalisadores especiais no interior das naves; composta por ingredientes ou elementos químicos opostos ou polarizados, energia esta, que lançada para fora das naves em forma de raios cruzados, se transformam na denominada “anti-matéria”. É claro, que, esses componentes químicos são armazenados separadamente e só produzem o efeito “anti” quando cruzados e, aí sim, não há força física mais poderosa que ela, pois desintegram tudo o que for matéria ou que possa atravessar em sua rota, menos outra nave que tenha o mesmo potencial ligado. Desviam-se uma da outra instantaneamente. E se houver erro e essas energias forem cruzadas dentro da nave, ela explodirá inexoravelmente juntamente com a sua tripulação, ou se ela cair em solo terrestre com as energias ligadas explodirá e desintegrará tudo ao seu redor. Há casos já comprovados dessas quedas e explosões em vários locais da Terra.

Conforme sou informado pelas tripulações dessas naves, a convulsão de energias é tão grande dentro desses catalisadores no interior das naves que qualquer um deles que tentasse abri-los sem o devido cuidado seria desintegrado ou pulverizado instantaneamente. Assisti, durante uma viagem que fiz dentro de uma nave para Plutão, com meu duplo-eterico, pelas grandes telas de TV internas da nave, vários planetóides de tamanho bem maiores que ela, eram gigantescas, serem cortadas ao meio ou desintegrados totalmente pelo potente campo de força da nave. Elas passaram para traz da nave aos pedaços quando sobrava algum. Se essa energia é “anti”, eqüivale a dizer também que é energia negativa, pois no caso, energia positiva seria a matéria condensada. Essa energia jamais poderá ser armazenada composta, em recipientes de matéria, a não ser isoladamente em seus componentes.

Oportuno seria questionar: Como fica a genética nesses casos?

Vou tentar explicar o mais simplesmente possível. O gen é a partícula de célula física humana, depositária do futuro do físico que ele alimentará. Isto quer dizer que quase tudo que o corpo humano conterá, defeitos ou qualidades físicas, tamanho, órgãos, mãos e pés com cinco dedos e para depois de gerado, o gameta lhe vai acrescentar o sexo, se vai ser masculino ou feminino.

Mas para um espírito sofredor com o de Voltja, a coisa complica de tal forma que passarão muitas gerações para que ele possa adquirir um corpo perfeito. Até lá, ela terá que se sujeitar a receber e trabalhar sobre qualquer tipo de gen, ou seja, gene que carrega sobre si mesmo doenças hereditárias, tais como a loucura, a hemofilia e muitas outras, contudo ela terá que aceitá-las pois é quase certo que nem chegará a sair do útero de sua futura mãe, a qual, também por motivos kármicos tem que aceitar o espírito reencarnante. Voltja nascerá morta muitas vezes até que seu perispírito readquira a forma da estética humana, e assim mesmo, na juventude, na maternidade e na velhice precoce poderá perder várias vezes o corpo para ter que recomeçar tudo de novo e dar valor a vida e ao seu corpo. De outras vezes um espírito assim, colhe um gene de débil mental ou de esquizofrênico, ou tenha vários ataques epilépticos perdendo a vida ainda jovem, de outras vezes entra numa família sadia com uma genética ótima em sua linhagem, mas, inexplicavelmente não chega a sair viva do parto ou morre minutos depois, quer seja, por um descuido da mãe ou do médico ou um acidente qualquer, mas era necessário para que aquele espírito criasse ou aglutinasse sobre si um novo corpo com estética de funcionamento de todos os órgãos.

Esses terríveis acontecimentos são previstos pelas altas Entidades e muitas vezes são utilizados Atos negativos como um aborto apenas para dar ao espírito reencarnante a oportunidade de aglutinar suas novas células e moléculas, e ao mesmo tempo resgatar o karma de uma mãe solteira ou não, outras vezes de uma parteira ou médico praticante de aborto. Esses elementos são os tais Negativos Úteis, pois sem eles nenhum espírito como o de Voltja poderia ou teria chance de reencarnar.

O gene, mesmo que mal comparando seria como um instrumento, um piano por exemplo, que na mão de um mal escutante, toda a sua sonoridade seria mal aproveitada mesmo que esse piano venha de um fabricante famoso de linhagem e experiência em fabricar somente instrumentos perfeitos, mas nas mãos de um executante medíocre o instrumento consegue mostrar um pouco da sua sonoridade. E, nas mãos de exímio concertista, um virtuoso, seus sons se espalham esplendorosamente pelo ar sem qualquer defeito mesmo que o piano traga dentro de si “fatores negativos de hereditariedade” na fabricação de seus componentes. O exímio executante com sua técnica magistral tendo a colaboração de um exímio afinador, outro artista, neutralizarão todos possíveis defeitos e a peça a ser executada nascerá maravilhosamente bela.

Assim é o gene na manipulação espiritual. Não ocorre nela sem um motivo justificado dentro da matemática kármica celeste e tudo e acompanhado pelas entidades responsáveis pelos nascimentos. Mesmo na selva, uma choupana indígena ou isolados por quilômetros de seu próprio povo, o casal e o nascituro estão sendo assistido por essas entidades e quase há por trás daquele aparente fortuito nascimento daquele indiozinho, ou lá na África em meio as grandes secas e até entre os canibais, ou entre os esquimós nos iglús rodeados da imensidão gelada lá estarão as Entidades e em todas as casas sempre haverá uma milenar história kármica parecida ou não com a da nossa querida Voltja, mas tudo será feito rigorosamente dentro da Lei da Verdade a única Lei que libertará o homem de sua patrimonial ignorância.

Como se vê, as coisas que aparentemente estão erradas seriam negativas, mas, no contexto cósmico estas estão corretas, corretíssimas, sem as quais não haveria o progresso humano em todos os sentidos, nem o progresso planetário.

Porém não é por que temos o conhecimento desses fatos que devemos aceitar passivamente todos os reveses da vida, devemos isto sim, procurar aprimorar nosso “quantum” vibratório interior, vermos e sentirmos nos outros, esse mesmo aprimoramento a fim de que nivele em alta o mais possível o “modus vivendis” da humanidade da Terra. Só assim não haverá utilidade o negativo e suas ramificações. Ninguém vai desejar mal à outrem se estiver aceso com sua aura que o campo de força do homem em plena atividade positiva com mil e uma cores vivas interpenetrando e ativando as auras ou psicosferas das demais pessoas incluindo seus possíveis inimigos. Só assim se conseguirá o “Amai-vos uns aos Outros” e o resto virá automaticamente, ou melhor, naturalmente!

Esse aprimoramento vai desde o simples pensar, agir, gesticular, andar, olhar, respirar, movimentar e sobre tudo, saber o que falar.

Não é só o peixe que morre pela boca, o homem também morre duas vezes pelo menos, as outras não há necessidade de se pesquisar aqui, mas, as principais são o comer sem parar e o seu baixo linguajar.

Esse linguajar mundano onde prevalece os palavrões, ou seja as palavras ou frases de baixo calão, é no teatro e no cinema e agora mais assintosamente no rádio e na televisão. Talvez pensem que eu estou aqui na defesa dos bons costumes e do chamado conservadorismo hipócrita!. Hipócrita pois os muitos que defendem esses bons constumes publicamente na sociedade, porém, particularmente, são os maiores precursores dessas anomalias, dessa febre pornografia. Até parece que o homem moderno ou mulher moderna querem se afirmar como gente como personalidade promulgando tais festivais de “besterol” nome atualmente em voga para sincronizar as almas negativas, apáticas, sem motivação qualquer, e pior, sem cultura ou com uma cultura medíocre do “sei lá bicho”, “to numa boa”, “pá dali pá de cá”, etc. além dos palavrões. Há um conhecido humorista de teatro ficando rico com uma peça de palavrões do começo ao fim! É uma lástima mas a população só procura isso, só dá valor para as inversões de valores.

Eu estou aqui como conhecedor e defensor do psiquismo humano positivo, saber que do peso vibratório das palavras e lanço um alerta à Sociedade que restrinja esses palavrões inconseqüentes e que nada trazem de útil ao homem, ao contrário, elas são os “mantras” ou palavras chaves dos magos hindus, ou dos sábios místicos do passado, utilizadas no sentido negativo. A cada palavra dessas vibradas no ar na hora errada atraem sobre quem falou e sobre o ambiente, entidades do mesmo nível que se agarram aos indivíduos e os levam cada vez mais para próximo do baixo astral. Ao ser examinado, um ser que fazia muito uso desse tipo de expediente, via-se saírem larvas horrendas de sua boca e ouvido. Um horror!

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[1] Esta ópera é baseada no conto de Alexandre Dumas “O Corcunda de Notre Dame”

A Auto-Exterminação de Entidades Vampirescas

Projeção Astral até um Castelo na região Astralina da Escandinávia próximo à Suécia e Finlândia

Eram quase vinte e trinta horas da noite de dois de abril de 1969. Nossas faculdades psicométricas, de projeção do duplo-etérico (viagens astrais) e mentografia que abrange outras faculdades inclusive a vidência, aumentavam e se hipersensibilizaram a tal ponto que para minha esposa e eu tudo o que presenciamos e presenciaríamos no campo astral já se tornavam rotineiro e nada nos assustava ou nos deprimia.

Sentamos em nosso sofá de casa de Ribeirão Pires, relaxamos como costumeiramente fazíamos antes de iniciarmos nossos trabalhos autodidatas sobre os fenômenos paranormais ou espirituais. Ouvimos a voz de alguém no Astral de nossa casa pedindo que colocasse-os na vitrola o poema sinfônico Finlândia de Jan Sibelius (finlandês). Levantei-me fui apanhar o disco, enquanto no astral notava uma movimentação de muitas entidades visando e realização de um importante trabalho. Nada sabíamos sobre o que seria. Cabia a mim coordenar a parte física e visível enquanto outros mentores cuidariam da parte “invisível” que para nós também era visível.

Deveria eu, conforme solicitação, portar-me de tal modo que pudesse presenciar tudo e gravar para logo em seguida transcrever para o papel para que outros lessem. muitos outros trabalhos fizemos, mas, por nos i integralizarmos totalmente com eles nem sempre pudemos descrevê-los. Mas aqui, salientaram-me que iriam ajudar-me na lembrança dos fatos que iriam se desenrolar para que eu pudesse escreve-los, e assim foi feito.

O que aqui vai relatado é mais uma de nossas vivências e experiências que juntaram-se ao nosso acúmulo de conhecimento sobre esses assuntos e que talvez possa trazer alguma elucidação para os estudiosos do assunto.

Gostaria de frisar que nosso objetivo essencial é tudo aquilo que engrandece o Espírito e o Conhecimento Humano e principalmente com os seres extraterrestres, porém, quando se apresenta uma oportunidade como a desta noite, quando, pudemos auxiliar dezenas de espíritos presos ao psiquismo negativo por eles próprios produzidos alguns séculos atras e que desde então “viviam” à mercê de seus atos nefandos de vampirismo que já praticavam quando viviam na matéria explorando e sacrificando com o maior requinte de barbarismo, não nos furtamos em fazê-lo, mesmo que por vezes nos causem revolta e asco diante de tanta crueldade.

Porém, nosso papel não é julgar os atos de quem quer que seja, apenas relatamos e os auxiliamos a se livrarem das amarras negativas, tanto as algozes como suas vítimas.

Iríamos conversar com um velho amigo espiritual e companheiro na vida anterior, o médico cirurgião plástico alemão de origem australiana Dr. Sidney Smith Blanes Lambert que desencarnou em S.Paulo lá por meados dos anos 50, entidade que uma de suas vidas fora um famoso compositor alemão do romantismo, que também fora pai na vida passada, de minha filha Regianne. Mas nossa conversa não foi possível nesta noite devido aos trabalhos que relatarei.

Ao colocarmos o disco do poema sinfônico Finlândia, de Sibélius, fomos imediatamente transportados segundos após aos primeiros acordes a uma região nebulosa que mais parecia ser norte da França ou Inglaterra, mas que no final viemos a saber que era na Escandinávia. A região era úmida, orvalhada.

O local parecia ser uma praça antiga, calçada com paralelepidos. A iluminação mortiça, tênue, talvez aqueles lampiões a gás ou querosene. Nos foi dito que, aquilo se passava em meados dos anos de 1700 a 1750. Encontravamo-nos, totalmente, fora de nossos corpos, os quais permaneciam sentados imóveis ao som de Finlândia, em nosso sofá da sala de nossa casa, naquele momento, bem distantes de onde nos encontrávamos em espírito.

Para nós (eu e minha esposa) as imagens, os ruídos, os sons, as vozes, eram nítidas como se estivéssemos num cinema moderno com sons estereofônicos e imagens tridimensionais, ou por outra, posso afirmar que eram bem melhores, pois estávamos vivendo e sentido tudo como se nossos corpos estivessem presentes, mas quem ali estava era nosso duplo-etérico e nosso espírito ultra-sensíveis. Todos os detalhes e efeitos eram reais para nós. Dali alguns segundos, ao som longínquo de Finlândia, ouvimos os ruídos de cascos de cavalos que pisavam firmes sobre os paralelepípedos e os ruídos das rodas de uma carruagem.

Era um coche totalmente negro até os quatro cavalos que o puxavam. A carruagem era pequena, de quatro lugares. um banco de frente para o outro. Seu interior era todo aveludado na cor vermelho vivo inclusive os assentos. Na boleia ia um cocheiro magro, alto, de rosto maquiavélico, massilento, vestido a rigor, com “smoking” e cartola, estava vestido a rigor como se viesse buscar altas personalidades, alguém ilustre.

A carruagem fez a volta na praça, parando do outro lados, na frente de um edifício como se fosse um teatro antigo. Nisso aproximou-se um homem alto vestido a rigor, todo de negro com cartola alta e vestia uma daquelas capas presas ao pescoço. Entrou na carruagem e o cocheiro a pôs em marcha. Não víamos o rosto daquele homem até então.

A carruagem seguiu até onde encontrávamos e sem que ela parasse, ouvimos ele dizer: “-subam!”. Era como se ele soubesse que estávamos ali, esperando e assistindo, e como se ele fizesse questão que o acompanhássemos. Já nos encontrávamos dentro da carruagem no assento que ficava de costas para o cocheiro e de frente para ele. Nisso, qual foi o nosso espanto ao vermos seu rosto; era como o do cocheiro, magro, maquiavélico e pasmem! Suas presas dianteiras, seus dois dentes caninos principais, eram longos e lhe saiam para fora da boca. Ali estava bem a nossa frente um famigerado vampiro! Do qual, até então, as leituras e o cinema tétrico haviam feito menção e que sempre nos parecera ficção malévola. Estávamos diante de um ser horrendo com aqueles olhos penetrantes e aquela capa negra que lhe caia às costas e com a qual ele, ao nos olhar, cobria os dentes pontiagudos.

A carruagem seguia por uma estrada solitária a toda velocidade. E nós, apesar das cenas, não sentíamos medo nem dele nem do que poderia nos acontecer, alguém do Alto nos confortava e nos animava a prosseguir. Vimos ao longe uma pequena luz, que parecia ser de uma casa. Neblina espessa envolvia a tudo e a todos. Ouvíamos os ruídos no interior da mesma era um silêncio lúgubre. Vimos, através da janela durante uma curva, que a estrada começava a ser íngreme e tortuosa. Era como um braço de terra que se dirigia a um penhasco e lá embaixo ficava o mar que aquela hora da noite era negro, escuro como breu, mas assim mesmo víamos as ondas se chocarem com as pedras.

Bem no fim da estrada no Alto do penhasco se situava um suntuoso Castelo medieval, era enorme. A estrada dava apenas para a passagem de duas carruagens em sentido contrário uma da outra e era rodeado de precipícios profundos à medida que se aproximava do castelo. A luz já estava próxima, vinha de uma das torres do castelo. Ela era como um ponto de referência apenas, pois não iluminava nada e muito menos através daquela neblina fria e úmida.

A carruagem adentrou os muros do castelo passando por uma ponte elevadíssima que já estava arreada, na espera daquela carruagem ou de outros visitantes, e dando toda a volta em redor do castelo foi para o outro lado ao invés de parar na porta interna principal, parou ao lado de uma grande parede do castelo onde não víamos porta alguma.

O homem de negro e vermelho desceu e nós o acompanhamos de certa distância, enquanto o cocheiro sem balbuciar qualquer palavra tocou os cavalos, deixando-nos ali sozinhos.

Sem que atinássemos como, vimos o interior do castelo, um grande e luxuoso salão todo iluminado com grandes candelabros e cortinas de veludo vermelho. Dezenas de casais vestidos a rigor como para uma grandes festa que estava prestes a começar. As fisionomias eram todas similares a daquele homem tenebroso, maquiavélicas e com olhares que demonstravam um sadismo extremo e uma espécie de volúpia indescritível.

Enquanto isso, em nossa casa, o nosso físico em estado semi-letargico levantava-se para fazer reiniciar a melodia Finlândia. Já começávamos a nos sentir mal. Um mal estar sufocante devido a atmosfera pesada e deletéria ali reinante, mas, continuávamos firmes. Vez por outra, sentíamos raios fulgurantes sobre nossas cabeças e lá sobre nossos físicos a fim de manter as nossas energias e a coragem de prosseguirmos com tudo aquilo que até aquele momento não sabíamos que se tratava. Porém, sentíamos que coisa boa não era! Nessa altura da cena sentíamos que o pior estava para acontecer.

O homem entrou por uma passagem secreta ao lado do castelo, a qual, pelo jeito só ele conhecia. Lá dentro todos o aguardavam para dar início ao festim. Ele apanhara um archote para atravessar os labirintos escuros que levariam até o interior daquele grande salão.

Enquanto ele lá não chegava, vimos do lado de fora do castelo e bem isolados deste por um elo de irradiação magnética que circundava todo o local, milhares de entidades de variada estatura todos vestidos de branco, que ali se encontravam como socorristas do Espaço, aguardavam o momento de entrarem em ação. Ação esta que para nós ainda era uma surpresa. Aquela plêiade de espíritos já vinha acompanhado à distância a carruagem sem que nós, seus ocupantes, soubéssemos.

O mais interessante, foi que sentíamos que aquele ser maligno estava se dirigindo ao local daquele macabro festim com o propósito de naquela noite, por fim àquelas aberrações em que viviam sob o seu comando. Não sabíamos até então quais os motivos que o estavam levando a destruir seu “habitat” naquele castelo, tanto no lado físico, pois eram mortos-vivos, e no umbral pois dezenas de suas vítimas presas ao sentimento de vingança perambulavam por lá, sobre seus ex-corpos e em perseguição a seus algozes desumanos.

Lá em casa, já se iniciava pelo terceira vez a execução do poema sinfônico Finlândia. Os primeiros acordes dessa maravilhosa melodia, por si só já são por demais sugestivos, porém, não fomos nós, apesar de sermos músicos, que a escolhemos. Ela fora escolhida pelos Mentores que acompanhavam o desenrolar daqueles funestos acontecimentos.

Aquela melodia sugere-nos em clima de revolta interior, é vigorosa ao mesmo tempo tétrica e, melancólica e cria um certo suspense emocional. É como um pedido, uma súplica sonora que vibra no Espaço em busca de uma completa libertação do ego, ou do ser humano, ou ainda de uma pátria. As notas interferem em nosso íntimo e nos leva a encarar com profunda melancolia do estado de espírito preso, amordaçado pelo clima de terror que circunda o homem terrestre em sua penosa caminhada pela vida através dos tempos; clima este que o genial amigo Sibélius captou transcedentalmente com perfeição.

Neste momento, aquele ser, surge no grande salão com o archote numa das mãos. Aquela fisionomia tétrica, de vampiro, estava como que extasiado ou dominado por uma estranha força. Ele ali parou e todos aqueles personagens que o aguardavam olharam-no espantados e estranhamente como sem saberem o por que dele estar agindo tão laconicamente naquela noite, quando seu costume era normalmente ordenar o início rapidamente das orgias vampirescas e rituais misteriosos e desumanos nas outras noitadas.

Enquanto ele aguardava o momento exato para agir, permanecia ali parado num canto do salão, nós, como se já conhecêssemos o castelo começamos a percorrer seu interior. Fomos levados até as catacumbas e lá vimos extraviados, dezenas de esquifes contendo em seu interior o que podemos chamar de mortos-vivos. Eram algumas das vítimas daquele clã diabólico.

Saímos através de corredores sempre escuros e que tinham archotes presos às paredes em distâncias regulares um do outro e, encontramos a sala dos martírios e suplícios onde eram cometidos torturas imensuráveis e que nos eram mostradas na tela mental. vimos horrorizados e ao mesmo tempo penalizados dezenas ou centenas de espíritos presos a seus corpos ou ao que restava deles, amarrados e pendurados pelos pés ou pelas mãos, sedentos e clamando por vingança contra seus algozes.

Os corredores terminavam em poços profundos repletos de víboras vivas que se contorciam uma sobre as outras e entre elas corpos e esqueletos e seus espíritos presos à eles sendo “picados” pelas serpentes e que gritavam alucinados num misto de pavor e ódio. O quadro era por demais chocante para nós e nossos corpos distantes tremiam e “chamavam” de volta nossos espíritos. Tínhamos que fazer muita força e vibração positiva ajudados pelos nossos Mentores, para nos mantermos por lá e não perdemos as imagens. travávamos uma luta mental, física e emocional muito grande, pois os choques se refletiam em nossos físicos que pelo seu senso de autodefesa natural queriam nossos espíritos de volta para eles, porém, como estávamos sendo guiados, as forças positivas do Alto eram predominantes e nos mantinham firmes naquele lugar horrendo.

Aquele ser sofredor já estava sentido o momento de agir e conseguimos captar sua mente dizendo “- Como será morrer queimado?”… “- Como será morrer queimado?!”… Todos aqueles seres no salão pensavam continuar vivos naquele estado de vampirismo. Todos, sem exceção, por conseguinte, queriam resguardar suas “vidas” e conservar suas vítimas afim de sugá-las e continuarem vivendo parasitariamente, não importando-lhes o mal e o sofrimento que causavam às suas vítimas. Captamos em seus pensamentos que pressentiam a ação de seu chefe e se preparavam para ataca-lo. Este, como estivesse entorpecido dominado por uma vontade firme ou força maior que a sua, estava embuido em acabar de vez com aquela farsa e ignomínia e isso ele nos transmitia em seu pensamento.

Já havíamos colocado pela quarta vez a melodia Finlândia.

Enquanto ouvíamos seus acordes e aqueles espíritos agora também os ouviam, transmitíamos àquele ser que naquele momento nos revelava seu nome ABLIUS GLOBIS, que, “morrer queimado” não deveria ser tão doloroso como o estado lastimável em que suas vítimas se encontravam há mais de quatrocentos anos até aquela data, e que ele deveria “acordar” para uma vida mais elevada e ajudar a todos a se libertarem daquelas condições de algozes e vítimas. Era como se ele nos ouvisse atentamente e outros também. Nisso ele faz menção de subir pelas escadarias interiores do grande salão que deveriam dar nos compartimentos superiores e lá, talvez, começar a atear fogo em tudo.

Aquela multidão semi-apavorada e enfurecida refletindo um ódio terrível em suas faces maquiavélicas partiu para cima dele e o agarraram, batiam-lhe por todos os lados com murros, tapas e pontapés e o dilaceravam com suas longas unhas e dentes pontiagudos. O archote escapo-lhe das mãos e voou longe indo cair num local com cortinas que instantaneamente começou a incendiar-se. Nisso, vimos todos os esquifes se abrirem e os espíritos serem arrancados de uma só vez e irem subindo em direção às Entidades Socorristas que os iam acolhendo e colocando-os em padiolas-astrais. Os espíritos daqueles sofredores subiam pelas paredes internas e externas do castelo tentando escaparem das chamas crepitantes. Saiam dos calabouços e sumidouros, dos poços de cobras, das salas dos suplícios, das masmorras, enfim de tudo quanto era local que jamais imaginaríamos lá pudesse haver vítimas ou sofredores. Foi um espetáculo horrendo nunca assistido por nós nem em filmes de terror. Era por demais chocante tudo aquilo que presenciávamos. Fora como se houvessem colocado desinfetantes no subsolo do, castelo e nos umbrais e milhares de aparentes seres espirituais que mais pareciam animais e insetos se desalojassem em busca da salvação daquele ambiente.

A melodia Finlândia recomeçava pela quinta vez.

Enquanto isso, no grande salão do castelo, um ambiente suntuoso mas ao mesmo tempo macabro, aqueles seres encurralados sem terem por onde sair pois ABLIUS GLÓBIS, havia fechado todas as saídas e o pavor que os dominava não permitia qualquer raciocínio lógico. Perderam a noção de onde se encontrava a saída secreta. Vimos estarrecidos aquele ambiente de esplendor maléfico ir se desfazendo à medida que as chamas aumentavam. Aqueles seres já não possuíam aquelas vestes luxuosas, e nem aqueles aspectos estereotipados de corpos perfeitos, eram esqueletos que se agarravam entre si e formavam um único bloco em chamas. O castelo era agora uma brasa gigantesca, uma grande massa de fogo, fogo que o consumia todo e o fazia desmoronar. Abriu-se uma grande fenda na terra que tragou tudo por inteiro, engolindo tudo literalmente.

Do Espaço, raios fulgurantes desciam sobre aquele local. Vimos uma magnifica carruagem branca puxada também por cavalos brancos que vinha para recolher aquele ser que havia renegado o mal e cumprido sua missão. Recolhera-o e prontamente retornará ao Espaço em meio a um brilho estonteante.

Finlândia, de Sibélius, já se encontrava próxima ao final, e o cortejo dos Socorristas seguia com dezenas e dezenas de macas-astrais transportando os espíritos doentios vítimas todos daquele estado de coisas horripilantes, inclusive o clã constituído pelos espíritos vampirizadores, os quais, de algozes que foram durante vários séculos passaram também a vítimas pois arcarão com dívidas kármicas atrozes por mais anos e anos de sofrimento tanto no astral como seus futuros físicos quando tiverem oportunidade de reencarnar.

O cocheiro também tinha seu grau de culpabilidade e conforme fomos informados voltaria em breve para missões socorristas em locais similares. Seu nome que nos fora divulgado no final dos trabalhos é PARÍUSHAAN.

E assim, vivemos um pouco mais de três horas, um trabalho de limpeza do baixo-astral cuja duração foi de mais quatro séculos, movidos que fomos pela maravilhosa e contundente música de Sibélius, genial compositor Finlandês que nasceu nos finais do século passado e desencarnou em meados deste século e talvez jamais imaginou que sua música iria ter também um cunho socorrista. Temos várias mensagens dele, uma delas vai transcrita sobre sua 5º sinfonia para que o leitor tome conhecimento de sua personalidade agora no campo espiritual. Seu poema sinfônico Finlândia, conforme ele mesmo nos esclareceu, tenta demonstrar o sentimento da alma do povo finlandês oprimido durante muito tempo pela Rússia, povo simples, amante de sua liberdade moral, espiritual e territorial. Um pais que entre outras coisas sofre temperaturas glacias pois fica próximo ao polo norte e só isto bastaria para deixa-lo com um astral sempre melancólico e cinzento, porém, não é assim, é um povo pacato, composto em sua maior parte por camponeses, mas alegres e patriotas e o poema sinfônico Finlândia é quase um hino nacional finlandês tal a sua representatividade.

Não sabemos até o momento qual a ligação entre essa música e os fatos aqui narrados, ou se Sibélius tem alguma coisa a ver também, ou se os personagens aqui descritos são naturais daquele pais.

Espero poder saber ainda.

A Execução do poema sinfônico Finlândia de Sibélius, leva aproximadamente de cinco minutos e meio a seis minutos. Isto quer dizer que só pudemos colocar cinco vezes, ficamos a maior parte sem aquele fundo musical, impossibilitados que estávamos de podermos movimentar nosso físico, mesmo estando de bem próximo a vitrola durante todo o tempo dos trabalhos.

Jesus já dizia “- O que for ligado na Terra, também será ligado no Céu.”

Depois de termos assistido tudo aquilo, pasmos, sem sabermos o que dizer, a não ser fazermos as perguntas mentalmente cujas respostas também nos chegariam pelos mesmos meios, enquanto nossos físicos distantes, no sofá da sala de nossa casa em Ribeirão Pires – Est. S.Paulo registravam tudo; o cocheiro tristonho, macambúzio, nos levava de volta até onde ele nos apanhara.

Permanecemos nesses trabalhos daquela noite na psicosfera desde as 20:30 horas até as 23:30 horas aproximadamente, ou seja, durante três horas físicas lá na região da Escandinávia que, mesmo que dispuséssemos de um jato supersônico, levaríamos mais de vinte e quatro horas só para ir até lá. Portanto o tempo e o espaço nas psicosferas correm diferentemente que na crosta terrestre. Não esqueçamos que eu e minha esposa fomos parar com nossos duplos-etéricos e perispíritos nas psicosferas das regiões sobre a Europa que dista milhares de quilômetros da nossa casa.

Nada mais soubemos do paradeiro daquelas entidades negativas, apenas o cocheiro PARIUSHAAN, veio nos buscar outras vezes ao som do poema sinfônico Finlândia para que o acompanhássemos em outras missões socorristas naquelas regiões, só que desde lá até agora (1995) ele veste-se todo de branco e a carruagem é toda forrada de branco no seu interior ao invés daquelas cores negras e vermelhas sanguinolentas. Conservou a parte externa da carruagem nas cores originais, que, conforme ele nos diz, facilita a sua locomoção naquelas psicosferas sem ser admoestado.

Para que os trabalhos acima pudessem ser feitos por nós que ainda estamos na matéria, foi necessário que as entidades se utilizassem de recursos técnicos espirituais apropriados para que nosso duplo-etérico e nosso perispírito fosse acrescido de um peso adequado e assim podermos “descer” ao nível a que se pretendia chegar. pois, apesar de termos ainda muitos defeitos e ainda sermos um tanto “pesados” espiritualmente, assim mesmo ainda somos mais leves que aqueles níveis onde se encontram estacionadas aquelas entidades negativas. Tivemos que ser “puxados” para baixo em ambiente mais deletério que o nosso da crosta terrestre. Foi como se colocassem junto em nossos “pés espirituais” para não flutuarmos mas afundarmos.

É como se fosse um tipo de imantação que nos leva aos locais ou psicosferas mais profundas, e conforme nossos relatos no decorrer deste livro, já fomos em lugares piores e mais tenebrosos, porém também seguimos para psicosferas superiores para nos encontrarmos com velhos amigos e grandes compositores em estágio mais elevado e com entidades vivas e desencarnadas de outros planetas e para isso, se dá o inverso, temos que nos tornar mais leves nos “evaporarmos” mais, e o resto, o nosso desejo, nosso poder mental e ajuda dessas entidades nos faz chegar até essas psicosferas. Ali sim, nos sentíamos livres e com uma vontade enorme de não retornamos a matéria jamais!

O caso relatado acima está mencionado em outro capítulo específico assim como outros casos e fatos curiosos sobre nossas várias visitas a outras psicosferas e de visitantes de outras psicosferas mais altas e mais baixas até nós.

Como aqui estou tratando do misterioso mundo das dimensões, menciono de passagem o caso de um elevadíssimo “habitante vivo” do planeta Netuno que tentou nascer entre nós e que apesar de viver também uma fisiosfera ou seja, na crosta de seu planeta, ser aparentemente da mesma dimensão que a nossa ou ainda estar situado na 3º dimensão e não uma psicosfera, teve grande dificuldade em baixar seu nível vibratório.

Seu nome é KÓRPKÉNS e possui como ele diz, corpo material como o nosso, apenas mais rarefeito e não precisa se alimentar de comida pesada como a nossa para poder viver. No entanto, vibra uma freqüência elevadíssima pois Netuno é considerado pelos habitantes dos outros planetas do nosso sistema solar, o planeta mais elevado; técnica e espiritualmente.

Os habitantes de lá, como KÓRPKÉNS não necessitam de naves para se locomoverem internamente e externamente para outros planetas, pois podem volitar para onde quiserem com seu próprio físico! Pois bem, este ser maravilhoso, resolveu que iria nascer na Terra para nos ajudar e ajudar a humanidade terrestre, antes ele havia nos dito que vivera conosco há milhares de anos na Atlântida e que se tivéssemos nos esforçado mais estaríamos convivendo com ele em Netuno, mas, apesar de nossos caminhos terem tomados rumos diferentes ele continuava nos acompanhando desde então e tem nos ajudado no que for possível.

Levou três anos dos nossos para “resfriar” suas altas vibrações e tentar nivelar-se com nosso “status’ de vida atual, físico, mental e espiritual. O que sabíamos todos, nós e ele , de antemão que isso é meramente impossível, mesmo para um ser da sua magnitude.

Após, mais de três anos “circulando” pela fisiosfera da Terra, KÓRPKÉNS nos avisava que havia encontrado uma família e principalmente a mãe que poderia acolhe-lo e dar-lhe um novo corpo mais ou menos em afinidade com seu espírito. Disse-nos KÓRPKÉNS que só após muito procurar, encontrou essas pessoas no país do oriente-médio chamado Iemém do Sul.

Após passados os nove meses e ele “de fora” do feto que já nos informara antes das grandes dificuldades que estava passando para poder nascer, veio nos informar agora que não conseguira sem intento, no próprio dizer dele “havia matado o feto”. O mesmo nasceu morto, sem possibilidades de vida nem com as forças superiores que os ajudaram. KÓRPKÉNS, mesmo assim, veio conversar conosco mais vezes depois disso enquanto se preparava para retornar a seu planeta “GUESTRAS” (NETUNO) , e isso levou mais três anos aproximadamente.

Podemos perceber que mesmo entre as esferas físicas de diferentes vibrações como a nossa e a de KÓRPKÉNS existe uma grande dimensão e para se passar de uma para outra, no caso de KÓRPKÉNS, de “cima para baixo” entre a “descida” e a subida “retorno” levou quase sete anos de grandes sofrimentos principalmente para a entidade reencarnante, bem como, para o feto e sua mãe.

E assim, de acordo com os misteriosos mundos das dimensões, os quais para nós, já estão quase todos desvendados, portanto, já não são tão misteriosos, KÓRPKÉNS nosso querido e elevadíssimo amigo de Netuno; não pôde reencarnar ou melhor, encarnar, entre nós, mas, mantém contato conosco diretamente de seu planeta e projeta-se em nosso frente para que possamos conversar com ele e visualizá-lo, sempre dentro da quarta dimensão.

E por falar em quarta dimensão, vou registrar aqui a presença contínua entre nos nessa psicosfera, do grande e imenso amigo Gósbolau que “habita” a psicosfera da Galáxia Centrífugas que dista de nos aproximadamente 100 milhões de anos luz.

No caso de Gósbolau que é um ser mais que elevado, já não possui ele mais forma estética pois há milhares de anos que não reencarna mais em seu antigo planeta.

Hoje ele tem a forma de uma grande chama que para nós se mostra mais alto que um edifício de três ou quatro andares. É imensamente belo e poderoso. Consegue ir para onde quiser no Universo somente com a sua força mental. Se localiza naquela galáxia mas é o Engenheiro Sideral de nosso Sistema Solar. É ele quem controla todas as performaces cósmico-siderais deste sistema que possui doze planetas mais o Sol, e as centenas planetóides, asteróides, cometas etc. Ele é responsável pela formação e equilíbrio deste sistema solar há milhões de anos.

Ouvimos e sentimos o que ele quer nos transmitir através de nossa mente. Sentimos sua poderosa força magnética que a tudo interpenetra, assim como a de Jesus o Governador Espiritual da Terra. Não há palavras para se poder descrever essas Maravilhosas Entidades que estão acima dos Guias e dos Santos, e ainda dos Anjos que harmonizam a vida micro e macrocósmica na Terra.

D.Yezzi

São Paulo, 05/04/95

Como Se Dá a Habitabilidade dos Mundos

Sendo Deus, O Núcleo Central Cósmico, esparge de Si para todos os quadrantes do Universo os seus raios-pensantes que aqui chamarei de Centelhas.

Essas centelhas por diferenciação de micro-pulsações no momento de sua geração levam um “Y” a mais ou a menos para que, quando busquem seus invólucros (corpos) nos seus “habitats” escolham a genética feminina ou masculina. Aqui não me refiro a sexo pois em grande parte dos planetas avançados seus habitantes são assexuados, ou seja, apesar de terem a diferenciação entre homem e mulher, macho e fêmea, masculino e feminino, não possuem sexo, por isso, as centelhas nesses casos, buscam aproximação dos indivíduos cujas cadeias genéticas lhes sejam mais afim. Por que em todos os mundos que avistei e que mantive contato com seus habitantes, distingui sempre o gênero feminino do masculino, tanto pelos trejeitos delicados, linhas de contorno delicadas, e principalmente pelo instinto maternal.

Comparados com as mulheres da Terra, o gênero feminino desses habitantes assexuados são mais delicados, mesmo não possuindo os “contornos esculturais” como as mulheres da Terra. E os homens, apesar de apresentarem uma característica própria são bem mais delicados que os homens da Terra, porém, bem masculinos na acepção do termo.

Há planetas avançados e outros em evolução, habitados apenas por hermafroditas, ou seja, contendo o gênero feminino e o masculino no mesmo corpo, apesar de serem assexuados, e nos planetas em evolução, há os habitados por hermafroditas portadores dos dois sexos, macho e fêmea. Nestes casos, variam muito os contornos físicos e sua estéticas, mas, pude observar a predominância da delicadeza racional e material e bem como o toque e a responsabilidade masculina. São seres ambíguos que, para os terráqueos, suscitariam espanto e incompreensão.

Mas o Núcleo Central Cósmico Deus, composto por milhões de inteligências que vieram se formando ao longo de bilhões e bilhões de anos, através da autotransformação, geração expontânea, auto-deformação, não está preocupado com o Anti-natural que é uma conseqüência do Natural, ou seja, O Núcleo Central age naturalmente expandido-se através de seus raios-pensantes ou centelhas seguem em busca de habitar um “habitat”. O “habitat” ou mundo que naturalmente foi formado antes, adquire características de atração, absorção, repulsão dos seus afins e não afins, assim sendo, cada centelha é atraída para a periferia daquele mundo que a atraiu, ali permanecendo por vários séculos burilando o ambiente físico e as psicosferas ao redor e em seu interior que lhe permitirão o bruxuleio de uma forma de vida física ou energética, tangível ou intangível, com braços, pernas, tronco e cabeça, olhos, ouvidos, aparelhos circulatórios, aparelhos respiratórios, nervos, músculos e veias, intestinos ou bolsas estomacais, ou apenas uma chama, uma forte luz que se alimenta da Fonte Maior, O Plano Divino.

Cada centelha formará com as outras que lhe são afins o seu próprio “habitat” e, enquanto o trabalho de burilamento astral é lentamente elaborado, formado assim as regiões chamadas “espirituais”, onde se situarão os anjos, os arcanjos, os espíritos de grande magnitude que abrirão caminho para as centelhas que habitarão o solo, a crosta planetária vai sofrendo as mutações ambientais que darão origem a um tipo de vida racional e progressista, visando sempre o retorno à sua fonte criadora, O Núcleo Central.

Desta forma, os mundos vão se originando com características próprias e aqueles que por naturalidade forem mais grosseiras terão chances de elevação para os mundos imediatamente superiores a eles, os quais, também se formaram naturalmente e assim sucessivamente.

Quando as centelhas conseguirem habitar seus próprios “habitats” e alcançarem mais rapidamente o progresso servirão de “professoras” para os mais atrasados, estes por sua vez, servirão de expiação ou de expurgo para aquelas centelhas retardatárias que não conseguiram se harmonizar e até desarmonizaram seus “habitats”, estas serão compungidas a irem até os mundos ou “habitats” mais inferiores e darem lá seus exemplos de vida e de conhecimento, porém, muitas vezes, essas centelhas se tornam revoltadas, e negativas e se voltam contra seus superiores e seu Criador, transformando-se nos “tais” “anjos-decaídos”, ou demônios, e outros congêneres de que são chamados pelos que habitam aqueles mundos mais inferiores, e que por serem inferiores passam a adorá-los e serem dominados por eles, que na sua ira e negatividade transformam aquele “habitat” em caos total e obrigando então aos Engenheiros Siderais, centelhas que como eles tiveram a mesma origem mas alcançaram a elevação mais firmemente, coloquem um sistema de drenagem ou de expurgo através de um planeta como o Sidérius, “coletador de negativos” e promovam uma limpeza e higienização dos “habitats” inferiores.

A Terra é considerada hoje um desses planetas inferiores onde haverá uma grande massa de expurgados para “habitats” mais rudimentares ainda que ela.

Após as centelhas se fixarem nas regiões periféricas do “habitat” para o qual foram atraídas e lá durante milhares de anos fomentarem o “status-quo” para habitá-lo, começam a baixar em direção a crosta ou aos mares em busca do futuro organismo com o qual se revestirão (no caso da Terra é com certeza que a primeira origem orgânica foi através de batráquios que tanto vivem na água como na terra e não apenas do macaco que pode ser uma ramificação posterior, Karmática-evolutiva do ser terrestre), encontrando-o dá-se então a “incorporação” da centelha que através de pulsações começa a dar ao organismo escolhido os primeiros indícios de personalidade, racionalidade, direção grupal, de vontade própria, independente daqueles da mesma espécie que não foram incorporados, e após outros milhares de anos de “fusões e confusões” começa a adquirir forma humanoide no caso de planetas como a Terra, e outras formas, no caso de planetas mais sutis ou menos densos e rudimentares. Aí vem o primata, o “homosapiens” e outros. Já nesse estado, começam então os processos morfológicos onde seres de planetas mais evoluídos aportam fazendo os cruzamentos necessários com as fêmeas a fim de fortalecer geneticamente o ser. São as chamadas “injeções-sangüíneas”, dando-se assim a formação do que eu chamo de “meridiano genético”; ramificação onde vamos encontrar vários seres em várias e indefinidas gerações com as mesmas características de traços, costumes, maneirismos, e outros detalhes, os quais não vem a ser apenas a “árvore genealógica” conhecida pela ciência, pois nesta inclui-se de preferência os antepassados e no “meridiano genético” nós vamos encontrar seres de raças diferentes, países opostos em localização, distantes, mas que as pessoas se parecem em tudo e fazem quase que as mesmas coisas, ou os mesmos trejeitos e condutas.

As Centelhas quando saem do Núcleo Central, são ainda embrutecidas, cruas e virgens, por isso necessitam das pré-adaptações nas psicosferas de seus futuros habitats e só muito tempo depois é que “nascem” em seus novos organismos ou invólucros e iniciam a jornada de exploração planetária, a vida propriamente dita e é quando então são regidas pelas Leis Kármicas que medirão suas ações e reações, obrigando-as a permanecerem ou não naquele estágio de evolução, permitindo-lhes sempre o uso de seu livre arbítrio, porém, compungindo-as “a colherem obrigatoriamente o que plantaram”, se positivos colhem positivos, se negativos colhem negativos, e, assim em todos os demais detalhes e nuânces da vida. Sempre buscando-lhes suas lapidações, suas ascensões de retorno ao Núcleo Central, e quando, milhares ou milhões de anos de árdua ascensão chegarem ao Núcleo, voltam a ser Deus, ou Engenheiros Siderais que semeiam e controlam tudo no Universo, mais especialmente o setor, o Meridiano Cósmico por onde passaram, viveram e se tornaram especialistas. Tal como, Gósbolau, que se situa na Galáxia Centrífugas, a cem milhões de anos luz distante nós, mas é responsável pelo Nosso Sistema Solar.

Contrariando o pensamento exclusivista da Ciência, eu diria que em todo os locais do Universo poderá haver espaço para uma centelha racional ou raio-pensante que é espargido do Núcleo Central, portanto, como a própria centelha faz seu “habitat” e o “habitat” faz a centelha, a Terra é apenas mais um entre esses trilhões de locais e por sinal um ínfimo local. Como as centelhas vão para todos os quadrantes, podem muito bem irem também alojarem-se nos mundos dos “quasars”, ou buracos negros e se o local contém energia negativa ou a anti-matéria do Universo, essas poderão ter um imenso potencial negativo e se escapam daqueles locais, promovem o desequilíbrio harmônico do Universo. Portanto, a meu ver, e analisando o que os meus amigos extraterrestres dizem, aqueles com os quais mantenho contato, as centelhas saem do Núcleo, como diamantes brutos a serem lapidados, e as lapidações se dão dentro dos “habitats’ para os quais elas foram atraídas e neles, bruxuleiam a vida e a sua ascensão de volta ao Núcleo Central para de novo participarem da criação do Universo, não mais como criaturas mas já como Criadoras.

Mas, caberia a pergunta: Por que é necessário todo esse trajeto para o círculo evolutivo, como um “moto-perpétuo” se a centelha poderia permanecer dentro do Núcleo e lá mesmo evoluir?

Porque o Núcleo Central Cósmico-Deus, é expansão, criação dinâmica, mutação contínua e a centelha segundos após espargida perde o teor vibratório Central, e vai perdendo mais e mais à medida que avança para o Universo e se distancia do seu Emissor. É como se ela fosse “quentíssima” no Núcleo, ao sair dele fosse gradativamente se “resfriando” até parar no “habitat” para o qual foi atraída.

Um exemplo simples para que o leitor possa visualizar melhor o que estou dizendo, basta pensar numa pedra de radium ou qualquer outro material radioativo ou não, como por exemplo uma lâmpada comum. Seria como se quiséssemos que as radiações ou os fotônios espargidos de cada uma daquelas fontes, voltassem ou não, saíssem do núcleo radioativo ou emissor dos fotônios. Impossível, porque depois de emitidos não tem mais retorno e se puséssemos um espelho refletor revestido de chumbo na frente do Núcleo emissor, as partículas radioativas ou fotonicas bateriam no espelho e retornando se chocariam com as outras partículas que estariam sendo emitidas. Ambas se chocariam e se desviariam uma da outra formando buracos ou manchas, como no Solo, e ao se chocarem, buscariam a periferia do seu Núcleo emissor e iriam nos parecer labaredas devido a grande quantidade e grande continuidade das emissões.

Outro exemplo, um tanto “simplista”, mas que retrata bem o que quero dizer é aquele de se querer fazer o espermatózoide retornar ao saco escrotal depois de ejaculado. Impossível. E, mesmo que o colocássemos de volta lá dentro, por meios artificiais, ele já não seria o mesmo, já se teria resfriado, morrido e poderia disseminar a morte dos demais em seu interior. Busquei este exemplo porque ele faz parte do quotidiano do ser humano.

E os elementais? São centelhas também? Como se originam? De onde vem?

Da mesma forma que as centelhas que saem do Núcleo Central buscam seu “habitat” condizente com seu teor vibratório, os elementais, centelhas racionais que são também, buscam no elemento da natureza, que forma seu “habitat”, a manifestação de seu físico ou do seu veículo biotípico para explorarem seu meio-ambiente. Alguns se formam das árvores e florestas; outros, das águas dos mares, das águas dos rios; outros do fogo, outros dos ambientes mais grosseiros, grotescos e até macabros, outros do ar e etc.

Muitos desses elementais são por assim dizer formas, pensamentos de seres humanos que por ali viveram durante centenas de anos e por ali mesmo desencarnaram. São como se fossem radiações de centelhas mais rudimentares que só mantiveram contato com os elementos e com a natureza do “habitat’ e do seu próprio ser que os leva a procurar seu magnetismo, condizente com seu teor vibratório.

Ainda hoje, os gnomos, elementais das cavernas, das pedras das minas, ainda nos aparecem vestidos ao tempo da idade-média, porque, estes brotaram naquela época e se mantém como se originaram. Outros são de épocas mais remotas, mas pelo que pude avaliar, vão desaparecendo ou sendo transladados para outros locais dentro do planeta ou para outro planeta à medida que os tempos vão mudando em seu “habitat” natural. Eles são frutos do meio-ambiente e do meio-pensante da época e de um povo. Passados esse ambiente, essa época, e esse pensamento conjugado, eles desaparecem. Não morrem, simplesmente passam a viver nas suas respectivas psicosferas que não se alteram ou, são transportados para planetas onde possam se manifestar livremente.

É claro que devem estar surgindo elementais modernos afeitos ao novo ambiente, já completamente alterado, onde impera a devastação do eco-sistema, onde o ser humano mais robotizado, não tem mais aquele cuidado e respeito pelo seu “habitat”, onde também, impera o crime, as drogas, os vícios de toda a ordem. Desse ambiente soturno e às vezes macabro e desumano surgem fatalmente elementais que brotam desse meio e auxiliados pela força mental da humanidade atual e das centelhas embrutecidas se locupletam dessa situação de caos dominante.

Há também os casos, se bem que reduzidos, de centelhas que habitaram corpo humano e que por circunstâncias inóspitas e inesperadas, e desencanto com o mundo do ser humano (o caso daquela entidade de nome ZAIDA que tem a parte superior do corpo mulher e a inferior, uma cauda de serpente), passam a adotar o meio elemental onde tiveram que viver e desencarnar. E, os casos de animais muito inteligentes, que conseguem subir os degraus da centelha dos elementais, para darem prosseguimento a sua evolução.

Mas há também os casos das aberrações kármicas entre as centelhas humanas, que por uma atuação muito negativa em seu passado, vem reencarnadas como seres humanos mas, com a mediunidade de transfiguração, que sob influência do magnetismo lunar transformam-se em animais principalmente em lobisomem, em vampiros e outros, mas estes não são considerados elementais são, isto sim, portadores de um pesado karma tóxico que os obriga a perambular pelas noites como mortos-vivos.

Assim também não são considerados elementais apesar de viverem, vampirizarem os viciados e seus vícios, as entidades do baixo-astral, tais como: Pombas-Giras, Exús, e outros que sugam os fluidos do prazer sexual, da bebida, do tabaco, das drogas, das doenças de modo geral, dos ambientes de jogos e prostituição, dos ambientes mórbidos, dos ambientes de crimes, das artimanhas, dos setores dos lesa-pátria, das cadeias, dos manicômios, enfim, esferas e psicosferas negativas. Apesar de que, detectei vários tipos de elementais perniciosos que também brotam desses ambientes e se alimentam dos fluidos e miasmas ali gerados. Tais entidades, muitas vezes antiquíssimas, possuidoras tanto de grande sabedoria quanto de domínio das forças malignas, nada mais são que aquelas centelhas das quais falei anteriormente que, revoltadas contra tudo e contra todos, principalmente contra o Criador passaram de Anjos Elevados à Anjos Decaídos, carregando seus perispíritos e os de suas pseudo-vítimas, na maior parte das vezes seus antigos algozes, de alto teor de toxinas negativas que não lhes permite mais voltar ao que eram, a não ser através de grandes sofrimentos drenadores pelos quais irremediavelmente, mais cedo ou mais tarde terão que enfrentar. Terão que espontaneamente perdoar, serem perdoados e antes de tudo, se auto-perdoarem.

Por isso, encontramos elementais de toda natureza e todo o tipo de conduta, tais como: conduta bondosa e prestativa, conduta maldosa e negativa, conduta zombeteira que fazem o mal e o bem ao mesmo tempo ou não fazem nenhum dos dois, conduta passiva, defensiva, e neutra, mas, tratando-se de elementais quase todos são puros e produtos do meio, podendo ser controlados por mentes mais poderosas que as deles. Na verdade, muitas vezes são utilizados por entidades maiores como instrumentos de efeitos físicos sobre a natureza humana e sobre o eco-sistema.

Entretanto, é bom salientar que essas entidades são também muito úteis nos trabalhos reversivos ou de correção do mal ou desarmonias praticados por outros ou por elas próprias. É a utilidade racional do negativo empregada pelas Entidades Superiores.

D. Yezzi
S.P., 27/11/95

Poema Cósmico-Sideral – Gênesis Moderna

D. Yezzi

Era o Nada Absoluto…

Por auto-deformação

E espontânea geração,

Surgiu a Divina Consciência.

Posteriormente, aglutinou-se Deus

E surgiu o Núcleo Central Cósmico.

Dentro de Si, contendo os raios,

A Centelha de cada coisa ou Ser

Existente, ou por existir

Na imensidão Universal.

Como um Grande Focal

Expande de Si sua radiação

Para dentro e para fora de Si

Formando o Invisível Sideral

Compondo e regendo o Microcosmo.

Sobre esse espalhado microcosmo

Reflete-se Seus Raios Divinos

Que formarão o visível Sideral,

Que se transformarão mais tarde

Em gigantesco Macrocosmo.

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Os raios que conformarão

Os pequenos mundos físicos

Em grandes sóis e planetas,

Nas estrelas e cometas.

Esses outros gigantescos,

Mas, pequeninos sóis siderais,

Que por si, tendo a mesma função

De um Núcleo Principal Diretor

Aglutinação e aquecerão

Os mundos que os rodeia,

Os futuros mundos habitados.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

A Luz, a Sombra, os Movimentos;

Cada coisa, cada ser

São o resultado do resfriamento

De um de seus Raios Siderais,

Raios que seguem para todos

Os quadrantes do Universo.

Contém o átimo de Inteligência,

Que vai subcoordenar cada átomo,

Choca-se com cada Sol, Planetas,

E neles fazem brotar a Função

Do seu Potencial Criador.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Por choques e entrechoques,

Por pulsação, atração, repulsão,

A Luz se faz presente

E como ela os seres viventes.

Formados o Micro e o Macro,

Leis Mecânicas e Psíquicas

Se formam no interior do Universo,

A Sístole e a Diástole

Movimentam perpetuamente,

O Universo e sua expansão.

Um tipo de raio forma o solo,

Outro raio forma a água

Outro ainda forma as plantas,

Mais outro, subdivide as espécies

Um outro forma a atmosfera

Um outro, dá forma à vida

Inicialmente, aos tempos primários,

Em conseqüência, vem os secundários.

Novo raio forma os elementais,

Que vão controlar dentro dos mundos

Os Elementos e, por eles serão

Os grandes responsáveis, os pais.

Delimitarão e controlarão sua expansão,

Facilitando ou não, suas fusões.

Formados o Micro e o Macro,

Aglutinam-se e lançam-se de si

Vibrações físico-químicas,

Gerando Linhas e Cinturões de Força

Formando vácuos, Buracos e Bolsões

De onde novas energias brotarão

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Das vibrações sairão novas leis

Que determinarão condicionamentos,

Para formação dos “habitats”

Para a criação de habitantes,

Para formação de habitações

Para que muito mais tarde,

Possam estar aptas a acolher,

A vida bruxuleante

A vida rastejante,

A vida volitante

Que evoluirão com o Tempo,

Tempo sem Tempo,

Espaço sem Espaço,

Para o Núcleo Central Cósmico

Que está em tudo e em todos,

E que nunca retrocede nem regride.

Mas ocasiona a existência

Do passado, presente e futuro,

No seu Eterno-Presente!

Num moto-contínuo sem fim,

Ultra veloz e ultra lento,

Nada havendo para comparação

Pois tudo sai de Si

E tudo retorna a Si.

E, o Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Lança de Si, como um fotônio,

A Centelha Humana, pensante,

Separando por micro-milionésino

De diferença, na geração, criação,

A centelha masculina

Da centelha feminina.

Dando à feminina os trejeitos,

E o dom maternal inato.

As centelhas procuram, procuram

Seus futuros corpos, como meios

De serem tangíveis de continuarem

Manipulando o Universo já criado,

Achando para si seus corpos adequados,

Em seus respectivos planetas,

Começam a caminhada de ascensão

Evoluindo e se lapidando sempre.

Brotaram expansivamente do Núcleo

Formaram-se e exploraram seus mundos,

Procriaram-se entre si usando seus dons.

Dentro do seu respectivo “habitat”, palmilharam,

Do mais baixo ao mais alto nível ou grau,

Podendo descer, planar ou subir sempre

A escala do Progresso Criador Divino,

De conformidade com a sua índole

Que lhes foi forjada, formada, criada

Desde o momento que foram resfriadas.

Percorrem os tortuosos caminhos

Na matéria, no astral e no mental

Aquelas que conseguem unir, nivelar

O mental, o astral, o físico,

Em níveis elevados, espiritualizados

Tendem sempre a prosseguir alterando,

Enquanto os demais estacionam

E refazem os seus aprendizados

Todas, porém, têm chances iguais,

E, as Leis, formadas antes delas

Mostram-lhes seus novos caminhos.

Árduos, penosos e sofridos

Ou, fáceis, suaves e elevados.

Formarão e explorarão seus mundos,

Fomentarão a criatividade e a expansão

Do progresso físico, mental e espiritual

Ou ainda estacionarão na sua própria inércia

Percorrem o micro e o macro, as psicosferas

E seguem transmutando outros mundos,

Novos degraus para aquelas centelhas imortais

Que resfriadas, se aquecem e volitam lentamente

A serem vapor em ascensão

Habitando os mundos superiores

Que por índole ou por dom,

Essas maravilhosas centelhas divinas

Se situarão em altos Patamares

“O que está embaixo está em cima”

“O que está em cima está embaixo”

Surgem novos mundos físicos,

Novos Universos Paralelos,

Bruxuleiam novos precisos instantes

Nos mundos das formas

Nos mundos etéricos

E, as centelhas agora homens

E, as centelhas agora mulheres

Sexuadas, como nos mundos inferiores

Assexuadas, como nos mundos superiores

Similarmente sempre para o Progresso Evolutivo.

As órbitas dos sóis e planetas

As órbitas das luas e Cometas

Órbitas por onde essas grandes naves

Redondas, globais e girantes, caminham

Tudo em perfeita harmonia

Numa sinfonia macrocósmica

Pelas quais passam pequenos acordes

Em forma de Naves Discóides,

Fuseiformes, esféricas e outras

Passam e atravessam, seguem pilotadas

Por seres que têm dentro de si

A Centelha e a Sabedoria, divinas,

São seres que encontraram suas metas

“O conhecimento desceu sobre suas chamas”.

E. O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

E Ele é tão fantástico e imparcial

Que, quando as suas criaturas

Começam a se acomodar sem seu “status”

Nos seus estágios avançados ou não,

Faz passar um grande corpo celeste

Com órbita célica milenar,

Em sentido contrário a seus sóis,

Para mudar e deslocar as demais órbitas

Que pareciam estacionárias, intactas,

Dando novos caminhos, novas chances

Para os que já evoluíram ou vão evoluir,

Que se sentiam donos da verdade

Em seu habitat primitivo

E nessa acomodação esqueceram-se

Uma das outras e de si próprias.

Nada no Universo é estático!

Por isso periodicamente, ciclicamente,

Independentes da vontade ou inteligência

Essas órbitas são alteradas previamente,

Por um gigantesco astro solar

Com massa muitas vezes maior que o Sol

Denominado por nós de “Sidérius”

O chupão que mudará o Zênite

Provocará as chamas “supernovas”

Que explodirão, espalhando pelo Cosmos

Novos mundos, novos seres, novos horizontes

Tudo para que hajam chances iguais,

Mesmo que muitos venham a sofrer, a repetir

Milenarmente suas árduas lições, aprendizados.

Jamais uma centelha oriunda do Núcleo

Sofre solução de continuidade,

Pois ela é o Próprio Núcleo Central Cósmico!

Traz em si todos os dons e poderes

Pra poder galgar todos os degraus,

Do positivo, ao negativo, ao positivo,

Que é o próprio Núcleo Central = DEUS

Visto assim, “de cima para baixo”

A Centelha verá que é gigantesca em Poder

Mas também é minúscula e impotente.

Assim como o Núcleo Criador de tudo,

Não está nenhum pouco preocupado

Em que região a centelha vai nascer,

Também não está preocupado com a região

Que seu físico deverá perecer.

Tudo se movimenta, tudo circula,

Tudo se transforma em tudo. “Quem nada dever, nada deverá temer”!

Pois à cada um de acordo com as suas obras,

Receberá exatamente o necessário.

Porém. “Ai de Ti ou Feliz de Ti

No dia em que o Teu Passado

Encontrar o Seu Presente”!

A lei dos sinais cósmicos algébricos

Funcionará e o atingirá inapelavelmente,

Transformando o seu atual momento

Num acumulado de fatos negativos

Ou numa somatória de positivismos.

E nada, nada mesmo! A não ser a

Própria Centelha produtora das ondas

Desarmonizantes iniciais, poderá ter

A força de mudar seu Choque de Retorno,

Sua Reação-em-Cadeia abrasadora.

Se toda a Centelha é o Núcleo,

A ela caberá medir sua conduta,

“Pois vós sois deuses e poderão

Fazer coisas incríveis no Universo!

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Apenas as Centelhas conservam a sua natureza

Não se transformam em pó,

Mas só o que for matéria

Em volta delas, em seu redor.

As Centelhas saem do Núcleo,

Percorrem os vários patamares da vida,

Sempre ascencionalmente,

Levam milênios e mais milênios,

Para depois retornarem ao Núcleo.

Ai deixam de ser criaturas

Passam a ser Deus, a ser Criadoras!

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

Mundos voláteis mais avançados

São gerados para futura morada,

Dos Espíritos e Mentes Superiores,

P’ra onde seguem sem cessar,

E de lá as Centelhas Evoluídas

Retornam ao Criador, Deus,

O Núcleo Central Cósmico,

Que é a Pátria Original

De todos os seres e coisas Universais.

E, O Núcleo Central Cósmico

Continua a gerar sem parar,

E as Centelhas primárias

Que saem das emissões do Núcleo,

Têm a propriedade de se duplicar.

São, por assim dizer, hermafroditas,

Podem gerar uma centelha menor,

De cima para baixo, mas nunca ao contrário,

Que por sua vez geram outras menores

Até que sejam gerados os Elementais,

As entidades afeitas à matéria.

E um dia todas retornam ao Núcleo

Num gigantesco ciclo sideral.

Assim como toda a matéria volta ao pó.

Ao GRANDE PAI CRIADOR – O NÚCLEO – DEUS!

Minha homenagem ao Grande Engenheiro Sideral
nosso pai da Galáxia Centrifugas, GÓSBOLÁU,
Mentor Principal de Nosso Sistema Solar.
Galáxia distante de nós Cem milhões de anos luz.

Copilado no dia 30 de janeiro de 1989 às 03h.
Criado ou captado pelo processo por nós catalogado
de Mentografia, em Maio de 1967.

Mentografia: processo de escrita direta à longas Distâncias “Inter-Vivos” que faz uso da Telepatia, Incorporação Inter-Vivos, Projeção do Duplo-Etérico à longas Distâncias (Viagens Astrais Conscientes) ou Bilocação Consciente, Materialização Energética sem o uso do ectoplasma, Psicometria e muitos outros fenômenos. Difere da Psicografia que o processo mediúnico de escrita direta entre mortos (Espíritos) e vivos.

D.Yezzi

De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos

Gênesis Moderna

Captado em 1967, revisto e atualizado em 1995 (13-10-95)

Dedico este capítulo aos Meus Anjos; Minha Querida e Saudosa Esposa Conceição Aparecida, Minha Filha Regianne e ao Meu Querido Genro Paulo e agora a minha netinha Giulia.

O nascimento de minha filha se deu no mesmo dia e ano a que iniciamos a captação deste assunto. Essas três criaturas, O Criador – O Núcleo Central Cósmico – Deus, colocou-as em minha vida e motivaram-me a continuar sempre as pesquisas e a continuar com o relato destas vivências. Seus exemplos de vida, suas atitudes carinhosas para comigo e de uns para os outros, deram-me exemplos de perseverança, coragem e desprendimento, sem o que, não me seria possível ter chegado até aqui.

Ao Grande Engenheiro Sideral, Gósbolau, da Galáxia Centrífugas, distante aproximadamente de nós 100 milhões de anos luz (conforme o sistema de mensuração vigente), que sendo um dos responsáveis pela aglutinação do Nosso Sistema Solar, projeta-se diuturnamente entre nós e vem nos buscar com nosso duplo-etérico e nos leva pelo Espaço Sideral a dentro para que coletemos os ensinamentos e os transmitamos à humanidade. Mostra-me através das imagens cósmicas o que pela Mentografia aqui vai escrito.

Ao outro Grande Engenheiro Sideral, Rasmeian, da mesma Galáxia Centrifugas, que reveza com Gósbolau e nos faz presenciar outras facetas da construção do Universo.

Com esses dois maravilhosos e super poderosos seres, que se apresentam para nós como duas gigantescas chamas que saem do solo e se erguem à altura de um edifício de quatro a cinco andares, podemos saber o valor e significado exatos das palavras Cosmosofia, Cosmogonia, Cosmologia e Cosmografia.

Ao maravilhoso comandante da nave do planeta Kiont, Dornete e seus tripulantes que tanto vêm nos ajudando, transmitindo-nos, para nós os demais seres dos outros planetas do nosso sistema solar, informações sobre o gigantesco plante Sidérius, astro transformador, que vem dirigindo em direção ao nosso sistema solar, e por aqui passará brevemente e todas as conseqüências resultantes de sua passagem. O planeta Kiont, de Dornete, se situa no décimo primeiro sistema solar mais próximo do nosso para dentro do espiral de nossa Galáxia, a via-láctea.

Quero deixar registrados meus eternos agradecimentos a todos os seres extraterrestres que vêm nos ajudando com suas mensagens e suas projeções de imagens de seus “habitats” e de suas naves para nós, e que desde criança nos acompanham “par-a-passo”, não nos “perdendo de vista” um minuto sequer, para que nossa missão não fosse interrompida até agora, entre eles, aqui só não os nomes de alguns, pois são centenas e eu não poderia lembrar o nome de todos mas, no decorrer das próximas edições cada um aparecerá com sua mensagem: Meus Pais queridos de lá de onde eu vim. Heclóss e Zanácla, Alléss (governador geral) e Arténias, Mercléias e Tirce, minha querida irmã Etliéls e querido irmão Zânflis, Ducléssclass e Donclér (ex. capitão Mantel da força aérea americana), Rubers, Elmides, Valliss I, Valliss II. (que está em Plutão), Valliss III , Klerkur de Plutão, todos de lá de onde eu vim para reencarnar aqui a milênios. Aos Queridos Aislan, Crislér, Jansle, do planeta Oswen, aos espiritualíssimos Kórpkéns, do planeta Netuno, Wórléns e Megakalé, do planeta Saturno, aos gentilíssimos Junót, Lyres e Benót, do planeta Júpiter, aos inteligentíssimos Ink, do planeta Ága, Irlíe, do Sol; Glonk e Trarêz, do planeta Plutão, do Niê-Rodí, do planeta de Jesus – Vênus, Zar-Xíss e Tash-Kassá, do planeta Mercúrio, ao Jarlós, do planeta Urano, ao Kromíl*, do planeta Plutão mas que fica pairado com sua nave na atmosfera do último planeta do sistema solar Fésp e de lá nos remete as imagens, ao Záskl, do planeta Arráki da oitava galáxia, ao Herb, também de um sistema solar distante, ao Timer, de outro planeta fora de nosso sistema solar ao Nk (nék) aquele comandante que examinou dentro de sua nave aquele casal americano que foram abordados em uma estrada dos EUA e a dezenas de outros seres extraterrestres que eu mencionarei em capítulos outros. Não poderia deixar de agradecer ao comandante Dornete e sua tripulação que vem nos informando sobre a rota do gigantesco planeta Sidérius, com sua nave de mais de 400 metros de comprimento (vide croquis da nave na pag) pertencente ao planeta Kiont do 11o. Sistema Solar distante do nosso.

Não posso esquecer do casal de médiuns, os saudosos Pedro Duarte Silva e Guiomar Ventura, da cidade de Rio Grande da Serra, que conosco fizeram muitas sessões de mentografia em sua casa, onde pudemos receber muitas mensagens.

As entidades espirituais da Terra que vêm nos protegendo e nos auxiliando com outras informações e mensagens, o primeiro deles o Grande Mestre Jesus de Nazareth, ao caboclo José da Barreira, responsável pela nossa formação e desenvolvimento mediunico; outros índios desencarnados, meu protetor direto Falcão Ligeiro (Tamandaré) da nação Cheyenne, o índio Tapúia, protetor de minha esposa e outro protetor dela o aborígene Manikuan da antiga civilização Maia, aos protetores de minha filha Zántius-Zendas da antiga e submersa Lemúria, a Adrian Kadésh médico entre os Tuarégs do deserto árabe, ao nosso inseparável Hunessúe que viveu no Egito como médico há aproximadamente 3.000 anos atras é só porque levantou os olhos para uma princesa egípcia que passava, foi emparedado!, hoje ele é o nosso médico espiritual, ao grande Pétrus sacerdote da antiga Atlântida, e assim a milhares de outros que os leitores tomarão contato no decorrer dos próximos volumes.

Aos Elementais todos, principalmente aqueles que nos acompanham e que pertencem a cada reino dos elementos: Terra, Água, Fogo e Ar e Florestas. Assim cada um deles vem nos assessorando com os conhecimentos minuciosos sobre seus elementos e até sobre os animais, entre esses elementais cito os pequenos gnomos Horst e seus cinco amiguinhos, cada um deles com seu nome, é claro, mas que vou mencionar em capítulo específico, sempre os chamei de Horst & Cia., que em nossa casa de Ribeirão Preto, no bairro da Ribeirânia, ao amanhecer, enquanto eu e minha esposa dormíamos, eles faziam uma pirâmide humana, um subindo no ombro do outro, ou seja, composta de três embaixo, dois sobre os três e Horst em cima de todos, apertavam o interruptor de luz na parede (tipo Pial) e acendiam a luz do quarto em nosso rosto, como para que acordássemos. Escutávamos o botão sobre a cabeceira de nossa cama estalar e mover-se e víamos em nosso astral aqueles seres pequeninos empilhados, rindo gostosamente. E nós riamos com eles. São pequeninos e vestem-se com seus gorros pontiagudos, sapatilha com pontas para cima ao estilo dos irlandeses antigos, com aqueles cintos largos e afivelados, calças justas até as botinhas, parecendo “Robin Woods” em miniaturas. São seres excelentes. Brímer que mais parece um anjinho barroco com seus cabelos encaracolados e bem loiros. Brímer é um elemental do ar, como ele nos diz, vem das regiões do Arco-Iris. Fedine um elemental da floresta com sua voz aguda e do tamanho de uma criança ou de um anãozinho .Não usa roupas é verde como clorofila. Está sempre alegra é assexuado e desprovido de qualquer malícia, sempre puro como a natureza. Fedine é um Duende da Floresta.

Outro elemental da floresta é um Fauno ou Pan que acompanha minha filha. É um ser maravilhoso com um sorriso largo, dentes alvíssimos, tem o formato do corpo metade humano, e para baixo da cintura parece um caprino com os cascos idênticos. Possui dois pequenos chifres que se salientam de dentro dos seus cabelos encaracolados. Não gosta que o chamemos de Éros. É prestativo e nos transmite uma calma, uma serenidade e uma pureza infantil, apesar de sabermos que é jovem, quase adulto.

Acho que o compositor Debussy deve ter visto um deles ao compor sua música “A tarde de um Fauno”. Discorrerei sobre isto nos próximos volumes.

Às nações de pretos-velhos e negros desencarnados que também muito contribuíram para que até aqui chegássemos. E assim, dezenas, que dentro dos seus limites de ação e de conhecimento levaram-nos (nós que nesta altura poderíamos ser chamados de bruxos modernos) às da assim chamada Direita que também tudo fizeram para alcançarmos nossos objetivos. Destas duas facções espirituais nos ocuparemos em um capítulo especial tal é a vastidão de detalhes que gostaríamos de transferir ao conhecimento dos leitores.

* Lembrar do amigo de Glonk que casou com uma moça de Marte
MISK e SAFSA (filho) ELVERCI
Sumabre (entidade captada por Alléis)
Rasmeia