Darmátsa – Um Antiquíssimo Mago Terrestre

Eram exatamente 23 horas e 50 minutos quando intensa vibração penetrava nosso lar. O amigo Glonk do Planeta Plutão estava presente e junto dele um ser que havíamos avistado da última vez que Glonk também nos visitara. Parecia que com seu intenso e puro magnetismo Glonk o havia imantado a ele ou aquele ser havia magnetizado Glonk e pareciam ambos interligados entre si e a nós.

A nossa sala da casa de Ribeirão Pires, no seu astral, se modificou, se transformando numa grande sala redonda com uma imensa abóbada côncava e no centro da sala, a nossa frente, aquele ser majestático vestido com um belíssimo manto branco aveludado. O ser era calvo e estava com os braços erguidos aos Céus como se solicitasse alguma graça divina.

Sentíamos, eu e minha esposa, que ele se esforçava para que o entendêssemos, mas, parecia-nos que ele estava isolado em si próprio, não conseguia fazer-se entender… Seus olhos giravam desesperadamente. Eram espiralados, pareciam saltados e presos a espécie de mola, passavam da cor vermelha forte para o azul claro e entre estas várias outras matizes. Após grande esforço; esforço exageradamente sobre-humano e espiritual conseguiu que o entendêssemos mentalmente.

Nesse exato momento em que ele começava tentar dialogar conosco, ouvíamos no astral com uma nitidez impressionante um toque de órgão[1] executando o Intermetzo da ópera “Notre Dame”, de Franz Schmidt (essa melodia belíssima passou a ser daquele momento em diante até hoje, o tema de chamada e da presença entre nós do querido Darmátsa). Víamos estarrecidos aquele ser humano transformar-se naquele lendário cavalo voador o Pégaso e voar até a nossa Lua e voltar. Fez isso várias vezes durante aqueles minutos. Realmente a cena era espantosa e inacreditável para nós, e, sabemos quão difícil será para outros acreditarem apenas por nossas palavras mas, isto não nos importa porque o que nos foi dado presenciar e fazer só a nós interessa e achamos que só aquelas imagens maravilhosas e ainda o que irei relatar abaixo, foi uma das maiores dádivas que um mortal poderia ter recebido.

Tudo se passava para nós como se estivéssemos num grande cinema tridimensional.

A muito custo ele conseguiu nos transmitir seu nome: Chamava-se DARMÁTSA. Disse-nos que fora um mago ou místico com grandes poderes sobrenaturais. Contou-nos que quando em vida havia feito um grande mal a sua mãe, involuntariamente, é verdade mas, para ela foi proposital e, desgostosa, indignada e ao mesmo tempo com grande rancor e possuidora que era também de grandes dons de magia negra, lançou sobre ele uma grande maldição que inutilizou-lhe todos os pontos de comunicação de seu ego com o exterior.

Darmatsa desencarnara sob aquela maldição terrível, seu espirito desde então, a centenas de anos atrás vem com esse terrível estigma espiritual de cego, surdo e mudo sem ser, envolto pelas próprias energias poderosas e impressionantes que o mantinha recluso dentro de uma cadeia energética. Não poderia nem ter contato com outras entidades. Veio sofrendo e perambulando até esta data dentro de um circulo vicioso poderoso.

Sua mãe chama-se VOLTJA e o que aconteceu entre eles foi tão marcante e tão revoltante naqueles milênios atras, que originaram todo aquele cataclisma psíquico que os dois passaram. E o que realmente aconteceu entre eles?

Pelas imagens que pudemos captar, levados que fomos até a época, percebemos que houve um torneio tipo medieval mas o fato se deu centenas e centenas de anos antes, mais oportunamente falaremos da data e do local exatos; nesse torneio o vencedor ganharia para si a principal mulher do local e essa principal era Voltja, mãe de Darmátsa, porém, ele não sabia que ela era sua mãe. Mas Voltja sabia que Darmátsa era seu legitimo filho.

Vencido o torneio por Darmátsa que lhe deu entre outras coisas o direito de posse sobre aquela bela mulher, cujo marido chamava-se Janos, e Darmátsa de posse de Voltja manteve relações sexuais com ela , contra a gosto dela é claro que a revoltou e a colocou vingativa pois para ela tudo fora feito de propósito (ou seja o filho ter relações com a mãe) mas, para Darmátsa somente bem posteriormente é que veio a saber do grave erro cometido, mas já era tarde demais, já havia sido terrivelmente amaldiçoado e pior de tudo, maldição da mãe que também conhecia os ritos da magia.

Esses enganos e erros clamorosos levaram muitos mortais da antigüidade a passarem milênios no umbral inferior, mas no caso de Darmátsa, ele além de qualquer ação, ficou impossibilitado até de pedir socorro. Suas próprias forças se transformaram em forças negativas e juntadas as forças de sua mãe selaram por completo milênios de sofrimentos atrozes para ambos.

Como então nós simples mortais agora, se bem que também grandes magos do passado, eu e minha esposa, poderíamos ajuda-los sem comprometermos nossas vidas, nossa família?

Decidimos então ajudá-los a qualquer custo. Recebemos aprovação dos nossos amigos espirituais e amigos extraterrestres, habitantes de outros planetas.

Penetraríamos naquele núcleo chamando Darmátsa que se encontrava intransponível há milhares de anos, o que nos tocou de perto não só pelo padecimento e desespero do nosso querido amigo, mas por sabermos que ele ali se encontrava em nossa frente, tendo Glonk como testemunha, era porque alguma ligação kámica haveria entre nós. Foi confirmado pelos demais mentores da Terra e os demais amigos extraterrestres, incluindo-se o magnifico ser Ink do planeta Ága que deu uma ajuda enorme a Darmátsa e mais tarde ambos ficaram ligados e se comprometeram conosco a fornecerem todos Os detalhes sobre o planeta que se aproxima do nosso sistema solar e outros detalhes de cosmosofia ou formação dos mundos, e que viriam a fazer posteriormente.

Invocamos então todos os grandes poderes do Universo até o mais alto ser que conhecíamos até aquele momento; veio até nós Gosboláu que se situa na galáxia que ele denominou Centrífugas distante de nós mais ou menos 100 milhões de anos-luz, e outros como Rosmeian e muitos outros altamente poderosos que coordenam , criam ou manipulam as energias que interpenetram os mundos e seus habitantes.

Com grande surpresa vimos cair do Alto uma gigantesca agulha que penetrou na parte posterior (nuca) da cabeça de Darmátsa, o qual, após alguns segundos começou a ficar mais calmo e a irradiar menos agitação e menos desespero.

Enquanto ele levantava os braços e agradecia aos Céus por ter se livrado de sua própria couraça energética negativa, nós, eu e minha esposa e os guias apropriados éramos auxiliados para “descermos” até as mais baixas regiões do umbral terrestre. Ela foi localizada pelas Entidades Superiores que “viajavam” conosco. Sua localização se deu através de vários meios, inclusive seus lancinantes gemidos e ondas mentais entrecortadas pela dor da alma, pela dor psíquica que sofria sobre si mesmo a milênios. Era estarrecedor!. 0 perispírito ao perder suas formas estéticas ficou reduzido a uma massa disforme com dois orifícios arredondados que pareciam as regiões dos seus antigos olhos. Aquela massa, pegajosa, pútrida, não tinha mais que 50 cm de altura por 50 cm de largura, era mais ou menos um cubo com resquícios de vida. Entidades socorristas que nos acompanhavam , a colocaram numa espécie de caixa tipo caçamba aberta em cima medindo 50X50cm, e trazida para cima ou seja, levada até a nossa sala e colocada a frente de Darmátsa.

Ela, aos poucos como se fosse sendo inflada com alguma energia desconhecida, uma espécie de “ar magnético”, com ajuda daquelas grandes Entidades foi tomando forma de mulher. De repente, uma forte explosão ocorreu entre os dois mãe e filho, enquanto nós solicitamos a Eles, com docilidade e com muito amor, pelos dois que eles se perdoassem de coração, que o passado já estava distante e agora em fins do século XX era o momento de reconciliação de reconstrução espiritual para o advento do novo homem do século XXI, onde não haverá lugar para mágoas, rancores, vinganças e negatividades. E eles assim o fizeram!. Quebrara-se o encanto de milhares de anos!

Mesmo após ter sido acalmado por aquela injeção cósmica, ou seja, quando qualquer um de nós se sentiria “grogue”, Darmátsa continuava bem lúcido, e dominando seus grandes poderes que por serem tão potentes o separaram de tudo e de todos até mesmo de uma ajuda natural e expontânea do Alto.

Foi necessário que se reunisse grandes forças de vários pontos e de várias nuânces para que se pudesse penetrar naquele campo de força que o estava aniquilando no decorrer do tempo e o deixaria completamente louco se ele não fosse quem era, ou seja um ser conhecedor e manipulador das forças da magia e da natureza. Aquilo era a sua “autodefesa” a qual ele tanto se dedicara e cultivara durante sua vida quando encarnado.

Ouvimos nitidamente quando ele falou em tom bem sereno – “Eu voltarei para vocês”!, e nos agradeceu a todos comovidamente.

Os dois juntos foram levados pelas Entidades Superiores para as regiões de recuperação no Espaço ou na Psicosfera da Terra. Antes porém, de retirar-se, respondendo a uma indagação mental nossa, Darmátsa nos explicou que seus olhos ficaram daquela forma espiralada e com aquela cores, porque havia já muitas centenas de anos que nem mais chorar ele podia, havia ele extravasado até os dons miraculosos do pranto, tal era o desespero milenar que o assolara.

Vimos também ao nosso lado, muito atônito, extasiado, com tudo o que acabara de presenciar, o nosso querido e jovem amigo Glonk, do planeta Plutão; estava completamente abismado com que viu e ouviu, o que nunca antes tivera oportunidade de saber, mesmo pertencendo a um povo tecnicamente muito adiantado. Assim, naquela noite cumpríamos mais uma etapa de nossa missão na Terra, graças a ajuda dos Altos Poderes nos quais incluímos os nossos queridos pais marcianos Héclóss e Zanácla e sobretudo à minha querida e inseparável esposa e companheira, excelente médium Conceição Aparecida Yezzi.

Ficamos aguardando a volta de Darmátsa já recuperado para nos contar as novidades e sabermos todos os detalhes de sua vida, sua origem, sobre sua mãe Voltja para completarmos estas narrativas.

Numa primeira vez depois daquela noite Darmátsa nos apareceu e nos mostrou através da psicometria, quando nosso espírito retorna ao passado e os quadros mentais se desenrolam em nosso cérebro como se fosse um cinema, um acontecimento constrangedor que se passou quando ele, Darmátsa, era moço, maduro, e o fato havia ocorrido no seu país.

Vimos uma estrada coberta de neve e uma carruagem puxada por belos cavalos brancos que corria e ao fazer uma curva capotou desprendendo-se dos cavalos, rolando ribanceira gelada abaixo e deixando no caminho uma criancinha de meses, enquanto seus pais e cocheiro pereciam no acidente. Darmátsa recolheu aquela criancinha que era uma linda menina morena, criou-a em sua casa como sua irmã mais nova e dera-lhe o nome da Karinna Marítsa e, aquela menininha era ou é nada mais nada menos que a minha querida esposa de hoje!

Assim ele, aos poucos vinha nos mostrando os laços de ligação entre nós e ele. Disse-nos Darmátsa que o pai dele chamava-se Janos.

O por que da Utilidade do Negativo e o que isso tem a ver com o caso de Darmátsa?

Antes porém, aquela minha frase que diz: “Ai de ti ou feliz de ti quando o teu passado encontrar o seu presente!”- Sim, porque se o teu passado foi composto de positivismo, feito da somatória de boas ações não tendo deixado lastro nem rastro negativo e o teu presente, a sua vida atual, seja ela encarnada ou desencarnada, também foi composta de positivismo, o seu presente, ou seja, o presente, o prêmio ou presente-tempo será somado àquele passado e tudo transcorrerá às mil maravilhas; não haverá doenças, dores, nem desafetos.

Poderá até “a quina da loto”, os 13 pontos da loteria esportiva, ou bilhete do grande prêmio será todinho para ti que, aparentemente já tem tudo! Mas, se ,se deu ao contrário, ou seja, teu passado foi negativo, mais negativo que sua vida atual (teu presente), tudo virará negativo, mesmo que tenhas tentado algumas boas ações, as quais não serão perdidas, contarão pontos na Eternidade, o teu presente será o que se costuma dizer por aqui “presente de grego” e, o presente-tempo, será funesto e cheio de percalços mesmo que a tua fé esteja acima de qualquer dúvida.

Por que isso ocorre? Estarei sendo tão fatalista e descrente no poder de Deus? Não, absolutamente não!. Isso ocorre porque a somatória negativa do teu passado, degenerou na mesma proporção tuas vidas, presente e futura, até que seus atos atuais e futuros tenham conseguido zerar positivamente aquele negativismo.

Até que chegue o momento caro leitor de tudo estar positivo espontaneamente. Posso dizer isso por experiência própria pois tive conhecimento dos meus atos negativos do pretérito e hoje, sei porque colho alguns frutos amargos.

Neste caso, nem as mais altas patentes espirituais da Terra ou os extraterrestres com toda a sua tecnologia avançada, poderão ou quererão interferir, pois se assim o fizessem estariam incorrendo em erro cósmico e à um protecionismo típico dos “pistolões políticos” da Terra, e aqueles que por desventura foram minhas vítimas reclamariam da inexistência da imparcial Justiça Divina.

Elas diriam: – “Como é possível isso? Quando necessitamos de ajuda Divina ninguém nos socorreu, prevaleceu o livre arbítrio do nosso algoz, Agora ele pede ajuda porque as coisas se voltam contra ele, e a Justiça Divina o protege, que Deus é esse? As leis não são iguais para todos? E as Leis Cósmicas não seriam mais imparciais que as dos homens?”

E no dizer das Leis Mosaicas? Que dizem: “Olho por Olho, Dente por Dente”, dando aos homens um instrumento quase divino para exercerem seus atos de vingança imediata.

Penso não ser essa a conotação que Moisés quis dar as Leis recebidas por ele. O que tencionava dizer foi que: A lei é precisa sem ser vingativa, tampouco é relapsa, contemplativa e protecionista, ela age naturalmente, através dos tempos, nas causas e efeitos, ou nos choques de retorno inapeláveis. As leis Cósmicas são justas e imparciais.

O mesmo se dará se o seu passado foi todo ele positivo e hoje, por mil e uma razões e revoltas, quedas e tropeços ou desilusões o seu presente é negativo, mas se ele for em menor extensão que o seu passado positivista, haverá atenuantes, possibilidade de ajuda e a sua fé removerá montanhas e até milagres poderás fazer!

E muita gente perguntará com estranheza : “-Como um sujeito ruim desses recebe tantos benefícios ou beneplácitos divinos? Como não há punição imediata para uma pessoa dessas? Que Justiça Divina é essa, e assim por diante”. Entretanto, a Lei está sendo cumprida nos seus mínimos detalhes. Poderá ocorrer coisas fantásticas como; sendo hoje um bandido e em meio a um tiroteio com a policia são metralhados todos os seus comparsas e só ele escapa!

Num grande acidente aéreo, por exemplo, morrem todos os passageiros e tripulantes mas escapa apenas uma criancinha de colo! Lá está incólume, intacto e com toda a proteção divina a que tinha direito, para mais tarde transformar-se em traficante ou um político lesa-pátria ou num mau patrão ou mesmo num mau cidadão. Ainda assim, eu digo que a lei está sendo cumprida, não houve erro algum em morrerem todos naquele acidente menos ela!

Assim, a utilidade do negativo está na proporção de reversão para o bem ou para o positivo que ele provoca.

Se aqueles que agem na negatividade, sublinarmente, clandestinamente, longe dos olhos dos mortais humanos, soubessem como estão sendo utilizados por outros “gênios” da mesma afinidade e por entidades de vibração elevada que impossibilitados de baixarem suas vibrações por vários motivos, se utilizam deles como muletas ou alavancas, ou ainda molas propulsoras ou pontas de lança, para atingirem suas metas e propósitos alvissareiros, para poderem elevar outrem à patamares mais altos na psicosfera terrestre e cósmica, e que aqueles negativos tinham e tem como figadais inimigos, sem perda de um segundo sequer, eles se reverteriam ao bem, ao perdão porque perceberiam que na sua ânsia de vingança, desamor e ódio estão nada mais nada menos proporcionando aos outros uma ascensão mais rápida apesar de mais dolorosa.

Desta forma pudemos eu e minha esposa, constatarmos no caso de Darmátsa, que foi um entre dezenas de casos que cooparticipamos na solução de que no umbral inferior da Terra, no Astral paralelo à crosta terrestre e mesmo na crosta entre os assim chamados vivos, há muito ser negativo sendo utilizado não como “ inocentes úteis” pois inocentes não o são mas, como “culpados úteis” se assim pudermos denomina-los. E , quanto mais acionados eles sejam, mais úteis serão para as duas facções, a das Entidades Negativas e a das Entidades Positivas – as do mal e as do bem!

Pudemos detectar em nossa rápida “descida” até um dos mais baixos níveis do umbral indivíduos sombrios que se postavam como sentinelas, guardiões daquelas tenebrosas regiões. Eram vales, precipícios, grutas, cavernas cheias de seres disformes imundos, que gemiam se lamentavam amaldiçoavam a si e a outros. Poucos eram aqueles que ouvíamos pedirem misericórdia divina ou perdão para seus atos. “Tipos de vários tipos”, de várias linhagens de uma ex-sociedade falida de todos os recantos do mundo, todos misturados como um bolo de serpentes, muitos suicidas que repetiam seus atos tresloucados, crimes horrendos sendo repetidos, sendo repetidos, sendo engendrados em forma de vingança.

Outros seres sendo fustigados pelos seus algozes que os massacravam perispiritualmente com requintes de sadismo. Outros ainda, as tais Entidades Negativas dominadoras das regiões que se colocavam como reis poderosos e inatacáveis, desafiando a tudo e a todos. Gritos pavorosos, gargalhadas infernais e um mau cheiro horrível. Eles mais pareciam animais acuados, maltratados com requintes de perversidade e de sadismo. Legiões de seres tido como humanos abandonados à sua sorte. Enquanto aqueles guardiães em grande número incansavelmente dificultavam a vida vegetativa daqueles infelizes desgraçados. Eram capangas dos senhores dos abismos e das trevas. Uma escuridão tenebrosa nenhuma luz se fazia entre eles, entretanto aquela sentinelas armadas com armas rústicas, tipo lança, faca e outras de tão acostumadas pareciam prescindir da luz pois enxergavam todos os seus algozes no escuro, apenas não nos enxergavam devido a nossa proteção espiritual, a nossa luz própria originária de nossa aura e a luz artificial que nos acompanhava.

Era horrível a avalanche de seres que queriam se desprender dos seus locais pegajosos para fugirem e virem de encontro a nós o ponto de luz, ou ainda, aquela luz na boca do túnel.

Minha opinião sempre foi de que a despeito do diretor de qualquer prisão possuir nas imediações uma bela casa com todo o conforto, junto de sua família, está preso igualmente aos seus detentos pois não poderá sair dali enquanto não vencer o seu mandato e até lá terá que conviver e expor a sua família às revoltas e tumultos criados pela população carcerária. Quero dizer que mesmo sendo bem pago e tendo muitas regalias estará o diretor preso e bem preso!

Assim vimos aquelas sentinelas e verdugo e seus “diretores” presos nas regiões abissais juntamente com aqueles de quem tomavam conta por ódio ou por sadismo, apenas eles é que não sabem pois são cegos são surdos e mudos para o Bem, pois por serem assim são usados pelos seus maiorais e estes se utilizam de todos os recursos para manter o seu reinado das trevas, mas estes são usados também pelas entidades superiores para promoverem o bem indiretamente e também não o sabem! Pensam que agindo à sua maneira é que estão certos e assim tentarão permanecer para sempre.

Vimos grandes falanges de seres ferozes tentar atrapalhar nossa caminhada no que foram impedidos pela luz e pelas armas magnéticas que as entidades elevadas e os socorristas traziam para nos proteger a todos e aquela que fomos buscar que já era presa passiva de vampirizadores.

A escuridão nessas regiões é monstruosa e se dá por que os raios solares não conseguem atritar com aquela camada pegajosa, nodolenta, como uma neblina gordurosa que reveste e separa o baixo do médio astral, e sem o atrito dos raios solares, não há luz. Pois a luz se faz de forma natural mas obedece uma técnica de choques e entrechoque de elementos contrários (e aqui mais uma vez “a utilidade do negativo”) produzindo a luz e o calor de acordo com o habitat e aquele habitat realmente a luz não é possível pelos meios naturais, só artificiais e criados por entidades mais elevadas, caso contrário nós mortais mesmo dotados de uma luminescência maior do que aqueles sofredores despencaríamos por aqueles vales horrendos, charcos e pântanos asfixiantes.

Penso que aqueles infelizes ou felizes no modo de pensar deles, fizeram daquelas regiões seus eternos domínios, fizeram dali sua morada e seu meio de vida, enfim se habitat e só o deixarão no momento da hecatombe total, na virada do ciclo e talvez do século pois o novo planeta Terra os expurgará do seu seio para outros locais de aprendizagem até lá eles continuarão sendo negativos úteis.

Agora falarei de um assunto importante dentro desse tópico de utilidade do negativo baseando-me no caso de Darmátsa que é justamente do porque da utilização por entidades elevadas de elementos totalmente negativos. E posso afirmar que aqui na Terra eles são tão necessários quanto o fio negativo da eletricidade para se obter luz. Todos sabemos que sem ele não haveria a luz comum em nossas casas e sem os elementos negativos que vivem no umbral e se encontram também entre os vivos não teríamos na Terra a elevação e a luminescência de espíritos de luz. Ah! Mas eles então devem continuar existindo? Nunca poremos fim a essa guerra entre o Bem e o Mal? Não é bem isso! O fim deles está próximo bem mais próximo do que eles imaginam, se é que imaginam!

Acontece que um planeta como a Terra sua população só se purifica, só ascende à degraus mais elevados, pela dor, pelo sofrimento, por mil e um padecimentos. As toxinas agregadas ao corpo físico e ao corpo perispiritual só se desprendem com grande esforço próprio ou pela dor ou sofrimento na carne e um ultimo caso em espirito. Por isso os reencarnes são necessários para aqueles que desvirtuaram o curso normal de uma vida sadia e do respeito as funções orgânicas suas e dos seus semelhantes. Mesmo aqueles seres que somente mandaram produzir uma degeneração ou poluição climatérica também ficarão intoxicados em seus corpos físicos e espirituais e vão arcar com todas as mazelas por ele mandadas produzir, quer no ar, na Terra, na água, na mata, nos alimentos ou no próprio corpo. Não escapará a lei.

Veja-se o caso acima de Darmátsa e sua mãe Voltja, e, por analogia, eu pediria que os leitores comparassem com outros casos, com outras conotações e verão que vem a dar no mesmo, ninguém escapa as desarmonizações que tenha provocado sobre si ou sobre outrem. Então vejamos: Mesmo sendo Darmátsa uma mago ultrapoderoso no seu tempo, não conseguiu safar-se da maldição da mãe dele (talvez aquele ditado que diz que praga de mãe ninguém escapa, esteja certo !) que detonou uma terrível força por ele mesmo cultivada a qual, aliada as forças negativas da mãe e dos próprios inimigos de Darmátsa induziram-no a uma autodestruição lenta e gradativa que poderia atingir suas finalidades caso ele não fosse um grande conhecedor das forças neutralizadoras que mesmo ajudando-o a defender-se deixavam-no mais desesperado como um peixe preso num aquário ou pássaro preso numa gaiola, ou seja, sabe nadar, saber voar mas não sabe como sair daquele enclausuramento. Ah ! se as pessoas que gostam de fazer essas coisas com os animais pudessem passar apenas cinco minutos no lugar deles, sentindo as mesmas reações… veriam quão doloroso e criminoso é o ato de restringir cercear a liberdade de quem quer que seja, mesmo de minúsculo bichinho!. Com Darmátsa ocorreu quase a mesma coisa, induziram-no a utilizar-se sobre si mesmo as suas potentes qualidades. Já com Voltja, sua mãe que era conhecedora também, porém, mais fraca, mais passiva, mais negativista, se auto-destruiu dentro de seu ódio e de seu “mea-culpa”, sua própria consciência entrou em pane total, destruindo-lhes as células metafísicas do seu perispirito.

A verdade, é que, apenas o conhecimento da verdade (como preconizou o grande Mestre Jesus) é que libertará o homem, nada mais… e dentro dessa verdade há o fato inconteste que é nas forças energéticas como o Magnetismo pessoal ou artificial, na Eletricidade pessoal ou artificial e outras formas de forças congêneres. “Os Afins se Repelem e os Contrários se Juntam” é, na parte Espiritual, Mental, Emocional, Física e mesmo na Estética se dá justamente ao contrario: “Os Afins se Juntam e contrários se Repelem”. Desta forma somente o conhecimento integral dessas verdades é que libertará o homem para seu grande e radiante futuro. Futuro Físico ou Futuro Espiritual. Futuro Planetário ou Futuro Cósmico!

Por isso, o Maior dos Sábios da Terra disse, “A cada um de acordo com suas obras e eu acrescento: “Quem não deve não teme”.

Partindo dos princípios acima cada um de nós só será vitima de suas próprias ações se quiser. Pelas Leis da Verdade que mencionei anteriormente, cada um acumulará para si partículas negativas (toxinas) no decorrer do infinito tempo e virá a ser um Negativo-Útil e possivelmente descartável. Se quiser, se não fizer questão de conhecer a Verdade Racional-Cósmica, se não “tiver ouvidos de ouvir e olhos de ver”, permanecerá no seu circulo sofredor vicioso durante milhares de séculos até que amadureça suas razões, seus sentimentos e realmente raciocine em bloco, pensando sempre coletivamente e não pessoalmente de forma egoísta e exclusivista, pois todos nós dependemos e dependeremos do bem estar dos demais seres, sejam estes vivos ou desencarnados, habitantes da Terra ou de qualquer outro planeta dessa imensidão sideral.

Todos saímos da mesma Fonte Criadora, O Núcleo Central Cósmico, portanto, todos trazemos dentro de nossa centelha primária, a tríade composta pelas forças Negativas, Positivas e Neutras e serão estas forças, quando bem direcionadas, bem dosadas dentro de nós, que nos colocarão nos devidos degraus ou patamares e principalmente nos colocarão em ascensão direta no canal de retorno ao nosso Criador, após termos cumprido a missão redentora de nossa centelha individual que é a de povoarmos e reciclarmos os mundos, os universos paralelos que o Criador fez surgir antes de nós e que neles nos colocou a fim de não permitir interrupção na Sua Obra criada e permitir a evolução constante, continua de volta a Ele, que contém tudo e que Seu Absolutismo prevê que suas criaturas devem ter as mesmas qualidades Divinas Dele, mesmo que essas criaturas levem milhares de milênios para passarem de um degrau à outro e outros milhares de milênios para recompor a Consciência Divina, recompor O Núcleo Central Cósmico de onde num momento partiam espargidas, de forma natural, sem qualquer determinismo, decaída ou punitiva para habitarem os mundos a seus pés, nas formas estéticas que cada “habitat” lhes permitisse ou lhes coadunasse construir!

Dentro dessa imensidão Sideral poderão existir civilizações compostas somente de seres negativos, por que não? Se essa força é necessária para composição dos mundos ? Se essa força também vem de Deus, do Núcleo Central Cósmico? Como surgiria a Luz Cósmica Física que ilumina as galáxias e as mantém distantes uma das outras pela repulsão, se não houvesse esse elemento de repulsão, que para nós teria o nome de negativo? O que é um Quasars ou Buraco Negro se não uma região altamente negativa ou alternadamente positiva no Universo? E de onde são extraídas outras forças componentes que juntadas a distancia dão a origem a outros mundo, a outras regiões?

O que é ser positivo ou ser negativo ou Neutro? A energia elétrica que é composta dessa tríade é positiva ou negativa?

É positiva quando fazemos uso dela para iluminação, aquecimento ou refrigeração, mas é negativa quando usamos contra nós próprios, quando inadvertidamente colocamos as mãos nos fios ou nas tomadas de força? Não é assim? Ela é neutra quando não faz nenhuma dessas coisas, quando ela fica sendo gerada na usina e não é distribuída!. Depende do ponto de vista e do raciocínio de quem esta de fora!, pois para os empregados da usina ela contém as três forças e poderá matá-los se não souberem como manipular seus ingredientes.

A Energia de Deus, de Jesus e de outros grandes avatares são, mal comparando, a grande Usina de Força contém a Tríade, podem nos beneficiar ou até nos matar se não soubermos como escoar sobre nós e sobre os demais seres e seus mundos, suas poderosas energias. Por isso, se faz necessária a existência de outros tipos de transformadores dessas energias, que são as Entidades Elevadas, as menos elevadas e as negativas, até que o homem consciente surja e saiba se beneficiar delas, qualificando, quantificando, dosando enfim, para os canais equivalentes e adequados as respectivas voltagens transformadas. Caso contrario, teremos sempre um fio que só comporta 110 volts e jogamos sobre ele 440 volts ou 1000 volts fazendo-o torrar-se desintegrar-se. Teríamos outros Darmátsas outras Voltjas, como já temos e esse descompasso ou desarmonia, só prejudicará a evolução a curto prazo e o “habitat” que é composto pela somatória dos elementos estará aparentemente prejudicado nesse espaço de tempo. Veja-se a Terra!

A verdade é que para Deus não há espaço nem tempo, nem passado, nem presente, nem futuro separadamente, o que há é o Eterno Presente que abrange tudo, e nos dá a todos a certeza de chegar aos píncaros das Encarnações do Criador !, mas nem por isso, ou talvez por isso mesmo eu esteja relatando estas idéias ou realidades.

Gostaria também de acrescentar aos leitores como simples informação, pois não possuo a “receita” completa de que as naves extraterrestres conforme informação que é transferida pelos suas tripulações e com as quais mantemos contato de “vários graus” a mais de 40 anos, se utilizam das polaridades positivas, negativas e neutras da energia magnética, aliadas as polaridades positivas, negativas e neutras dos planetas ou sóis que desejam visitar, aliadas, todas elas, a uma energia poderosíssima, que armazenada dentro de catalisadores especiais no interior das naves; composta por ingredientes ou elementos químicos opostos ou polarizados, energia esta, que lançada para fora das naves em forma de raios cruzados, se transformam na denominada “anti-matéria”. É claro, que, esses componentes químicos são armazenados separadamente e só produzem o efeito “anti” quando cruzados e, aí sim, não há força física mais poderosa que ela, pois desintegram tudo o que for matéria ou que possa atravessar em sua rota, menos outra nave que tenha o mesmo potencial ligado. Desviam-se uma da outra instantaneamente. E se houver erro e essas energias forem cruzadas dentro da nave, ela explodirá inexoravelmente juntamente com a sua tripulação, ou se ela cair em solo terrestre com as energias ligadas explodirá e desintegrará tudo ao seu redor. Há casos já comprovados dessas quedas e explosões em vários locais da Terra.

Conforme sou informado pelas tripulações dessas naves, a convulsão de energias é tão grande dentro desses catalisadores no interior das naves que qualquer um deles que tentasse abri-los sem o devido cuidado seria desintegrado ou pulverizado instantaneamente. Assisti, durante uma viagem que fiz dentro de uma nave para Plutão, com meu duplo-eterico, pelas grandes telas de TV internas da nave, vários planetóides de tamanho bem maiores que ela, eram gigantescas, serem cortadas ao meio ou desintegrados totalmente pelo potente campo de força da nave. Elas passaram para traz da nave aos pedaços quando sobrava algum. Se essa energia é “anti”, eqüivale a dizer também que é energia negativa, pois no caso, energia positiva seria a matéria condensada. Essa energia jamais poderá ser armazenada composta, em recipientes de matéria, a não ser isoladamente em seus componentes.

Oportuno seria questionar: Como fica a genética nesses casos?

Vou tentar explicar o mais simplesmente possível. O gen é a partícula de célula física humana, depositária do futuro do físico que ele alimentará. Isto quer dizer que quase tudo que o corpo humano conterá, defeitos ou qualidades físicas, tamanho, órgãos, mãos e pés com cinco dedos e para depois de gerado, o gameta lhe vai acrescentar o sexo, se vai ser masculino ou feminino.

Mas para um espírito sofredor com o de Voltja, a coisa complica de tal forma que passarão muitas gerações para que ele possa adquirir um corpo perfeito. Até lá, ela terá que se sujeitar a receber e trabalhar sobre qualquer tipo de gen, ou seja, gene que carrega sobre si mesmo doenças hereditárias, tais como a loucura, a hemofilia e muitas outras, contudo ela terá que aceitá-las pois é quase certo que nem chegará a sair do útero de sua futura mãe, a qual, também por motivos kármicos tem que aceitar o espírito reencarnante. Voltja nascerá morta muitas vezes até que seu perispírito readquira a forma da estética humana, e assim mesmo, na juventude, na maternidade e na velhice precoce poderá perder várias vezes o corpo para ter que recomeçar tudo de novo e dar valor a vida e ao seu corpo. De outras vezes um espírito assim, colhe um gene de débil mental ou de esquizofrênico, ou tenha vários ataques epilépticos perdendo a vida ainda jovem, de outras vezes entra numa família sadia com uma genética ótima em sua linhagem, mas, inexplicavelmente não chega a sair viva do parto ou morre minutos depois, quer seja, por um descuido da mãe ou do médico ou um acidente qualquer, mas era necessário para que aquele espírito criasse ou aglutinasse sobre si um novo corpo com estética de funcionamento de todos os órgãos.

Esses terríveis acontecimentos são previstos pelas altas Entidades e muitas vezes são utilizados Atos negativos como um aborto apenas para dar ao espírito reencarnante a oportunidade de aglutinar suas novas células e moléculas, e ao mesmo tempo resgatar o karma de uma mãe solteira ou não, outras vezes de uma parteira ou médico praticante de aborto. Esses elementos são os tais Negativos Úteis, pois sem eles nenhum espírito como o de Voltja poderia ou teria chance de reencarnar.

O gene, mesmo que mal comparando seria como um instrumento, um piano por exemplo, que na mão de um mal escutante, toda a sua sonoridade seria mal aproveitada mesmo que esse piano venha de um fabricante famoso de linhagem e experiência em fabricar somente instrumentos perfeitos, mas nas mãos de um executante medíocre o instrumento consegue mostrar um pouco da sua sonoridade. E, nas mãos de exímio concertista, um virtuoso, seus sons se espalham esplendorosamente pelo ar sem qualquer defeito mesmo que o piano traga dentro de si “fatores negativos de hereditariedade” na fabricação de seus componentes. O exímio executante com sua técnica magistral tendo a colaboração de um exímio afinador, outro artista, neutralizarão todos possíveis defeitos e a peça a ser executada nascerá maravilhosamente bela.

Assim é o gene na manipulação espiritual. Não ocorre nela sem um motivo justificado dentro da matemática kármica celeste e tudo e acompanhado pelas entidades responsáveis pelos nascimentos. Mesmo na selva, uma choupana indígena ou isolados por quilômetros de seu próprio povo, o casal e o nascituro estão sendo assistido por essas entidades e quase há por trás daquele aparente fortuito nascimento daquele indiozinho, ou lá na África em meio as grandes secas e até entre os canibais, ou entre os esquimós nos iglús rodeados da imensidão gelada lá estarão as Entidades e em todas as casas sempre haverá uma milenar história kármica parecida ou não com a da nossa querida Voltja, mas tudo será feito rigorosamente dentro da Lei da Verdade a única Lei que libertará o homem de sua patrimonial ignorância.

Como se vê, as coisas que aparentemente estão erradas seriam negativas, mas, no contexto cósmico estas estão corretas, corretíssimas, sem as quais não haveria o progresso humano em todos os sentidos, nem o progresso planetário.

Porém não é por que temos o conhecimento desses fatos que devemos aceitar passivamente todos os reveses da vida, devemos isto sim, procurar aprimorar nosso “quantum” vibratório interior, vermos e sentirmos nos outros, esse mesmo aprimoramento a fim de que nivele em alta o mais possível o “modus vivendis” da humanidade da Terra. Só assim não haverá utilidade o negativo e suas ramificações. Ninguém vai desejar mal à outrem se estiver aceso com sua aura que o campo de força do homem em plena atividade positiva com mil e uma cores vivas interpenetrando e ativando as auras ou psicosferas das demais pessoas incluindo seus possíveis inimigos. Só assim se conseguirá o “Amai-vos uns aos Outros” e o resto virá automaticamente, ou melhor, naturalmente!

Esse aprimoramento vai desde o simples pensar, agir, gesticular, andar, olhar, respirar, movimentar e sobre tudo, saber o que falar.

Não é só o peixe que morre pela boca, o homem também morre duas vezes pelo menos, as outras não há necessidade de se pesquisar aqui, mas, as principais são o comer sem parar e o seu baixo linguajar.

Esse linguajar mundano onde prevalece os palavrões, ou seja as palavras ou frases de baixo calão, é no teatro e no cinema e agora mais assintosamente no rádio e na televisão. Talvez pensem que eu estou aqui na defesa dos bons costumes e do chamado conservadorismo hipócrita!. Hipócrita pois os muitos que defendem esses bons constumes publicamente na sociedade, porém, particularmente, são os maiores precursores dessas anomalias, dessa febre pornografia. Até parece que o homem moderno ou mulher moderna querem se afirmar como gente como personalidade promulgando tais festivais de “besterol” nome atualmente em voga para sincronizar as almas negativas, apáticas, sem motivação qualquer, e pior, sem cultura ou com uma cultura medíocre do “sei lá bicho”, “to numa boa”, “pá dali pá de cá”, etc. além dos palavrões. Há um conhecido humorista de teatro ficando rico com uma peça de palavrões do começo ao fim! É uma lástima mas a população só procura isso, só dá valor para as inversões de valores.

Eu estou aqui como conhecedor e defensor do psiquismo humano positivo, saber que do peso vibratório das palavras e lanço um alerta à Sociedade que restrinja esses palavrões inconseqüentes e que nada trazem de útil ao homem, ao contrário, elas são os “mantras” ou palavras chaves dos magos hindus, ou dos sábios místicos do passado, utilizadas no sentido negativo. A cada palavra dessas vibradas no ar na hora errada atraem sobre quem falou e sobre o ambiente, entidades do mesmo nível que se agarram aos indivíduos e os levam cada vez mais para próximo do baixo astral. Ao ser examinado, um ser que fazia muito uso desse tipo de expediente, via-se saírem larvas horrendas de sua boca e ouvido. Um horror!

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[1] Esta ópera é baseada no conto de Alexandre Dumas “O Corcunda de Notre Dame”

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De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos

Gênesis Moderna

Captado em 1967, revisto e atualizado em 1995 (13-10-95)

Dedico este capítulo aos Meus Anjos; Minha Querida e Saudosa Esposa Conceição Aparecida, Minha Filha Regianne e ao Meu Querido Genro Paulo e agora a minha netinha Giulia.

O nascimento de minha filha se deu no mesmo dia e ano a que iniciamos a captação deste assunto. Essas três criaturas, O Criador – O Núcleo Central Cósmico – Deus, colocou-as em minha vida e motivaram-me a continuar sempre as pesquisas e a continuar com o relato destas vivências. Seus exemplos de vida, suas atitudes carinhosas para comigo e de uns para os outros, deram-me exemplos de perseverança, coragem e desprendimento, sem o que, não me seria possível ter chegado até aqui.

Ao Grande Engenheiro Sideral, Gósbolau, da Galáxia Centrífugas, distante aproximadamente de nós 100 milhões de anos luz (conforme o sistema de mensuração vigente), que sendo um dos responsáveis pela aglutinação do Nosso Sistema Solar, projeta-se diuturnamente entre nós e vem nos buscar com nosso duplo-etérico e nos leva pelo Espaço Sideral a dentro para que coletemos os ensinamentos e os transmitamos à humanidade. Mostra-me através das imagens cósmicas o que pela Mentografia aqui vai escrito.

Ao outro Grande Engenheiro Sideral, Rasmeian, da mesma Galáxia Centrifugas, que reveza com Gósbolau e nos faz presenciar outras facetas da construção do Universo.

Com esses dois maravilhosos e super poderosos seres, que se apresentam para nós como duas gigantescas chamas que saem do solo e se erguem à altura de um edifício de quatro a cinco andares, podemos saber o valor e significado exatos das palavras Cosmosofia, Cosmogonia, Cosmologia e Cosmografia.

Ao maravilhoso comandante da nave do planeta Kiont, Dornete e seus tripulantes que tanto vêm nos ajudando, transmitindo-nos, para nós os demais seres dos outros planetas do nosso sistema solar, informações sobre o gigantesco plante Sidérius, astro transformador, que vem dirigindo em direção ao nosso sistema solar, e por aqui passará brevemente e todas as conseqüências resultantes de sua passagem. O planeta Kiont, de Dornete, se situa no décimo primeiro sistema solar mais próximo do nosso para dentro do espiral de nossa Galáxia, a via-láctea.

Quero deixar registrados meus eternos agradecimentos a todos os seres extraterrestres que vêm nos ajudando com suas mensagens e suas projeções de imagens de seus “habitats” e de suas naves para nós, e que desde criança nos acompanham “par-a-passo”, não nos “perdendo de vista” um minuto sequer, para que nossa missão não fosse interrompida até agora, entre eles, aqui só não os nomes de alguns, pois são centenas e eu não poderia lembrar o nome de todos mas, no decorrer das próximas edições cada um aparecerá com sua mensagem: Meus Pais queridos de lá de onde eu vim. Heclóss e Zanácla, Alléss (governador geral) e Arténias, Mercléias e Tirce, minha querida irmã Etliéls e querido irmão Zânflis, Ducléssclass e Donclér (ex. capitão Mantel da força aérea americana), Rubers, Elmides, Valliss I, Valliss II. (que está em Plutão), Valliss III , Klerkur de Plutão, todos de lá de onde eu vim para reencarnar aqui a milênios. Aos Queridos Aislan, Crislér, Jansle, do planeta Oswen, aos espiritualíssimos Kórpkéns, do planeta Netuno, Wórléns e Megakalé, do planeta Saturno, aos gentilíssimos Junót, Lyres e Benót, do planeta Júpiter, aos inteligentíssimos Ink, do planeta Ága, Irlíe, do Sol; Glonk e Trarêz, do planeta Plutão, do Niê-Rodí, do planeta de Jesus – Vênus, Zar-Xíss e Tash-Kassá, do planeta Mercúrio, ao Jarlós, do planeta Urano, ao Kromíl*, do planeta Plutão mas que fica pairado com sua nave na atmosfera do último planeta do sistema solar Fésp e de lá nos remete as imagens, ao Záskl, do planeta Arráki da oitava galáxia, ao Herb, também de um sistema solar distante, ao Timer, de outro planeta fora de nosso sistema solar ao Nk (nék) aquele comandante que examinou dentro de sua nave aquele casal americano que foram abordados em uma estrada dos EUA e a dezenas de outros seres extraterrestres que eu mencionarei em capítulos outros. Não poderia deixar de agradecer ao comandante Dornete e sua tripulação que vem nos informando sobre a rota do gigantesco planeta Sidérius, com sua nave de mais de 400 metros de comprimento (vide croquis da nave na pag) pertencente ao planeta Kiont do 11o. Sistema Solar distante do nosso.

Não posso esquecer do casal de médiuns, os saudosos Pedro Duarte Silva e Guiomar Ventura, da cidade de Rio Grande da Serra, que conosco fizeram muitas sessões de mentografia em sua casa, onde pudemos receber muitas mensagens.

As entidades espirituais da Terra que vêm nos protegendo e nos auxiliando com outras informações e mensagens, o primeiro deles o Grande Mestre Jesus de Nazareth, ao caboclo José da Barreira, responsável pela nossa formação e desenvolvimento mediunico; outros índios desencarnados, meu protetor direto Falcão Ligeiro (Tamandaré) da nação Cheyenne, o índio Tapúia, protetor de minha esposa e outro protetor dela o aborígene Manikuan da antiga civilização Maia, aos protetores de minha filha Zántius-Zendas da antiga e submersa Lemúria, a Adrian Kadésh médico entre os Tuarégs do deserto árabe, ao nosso inseparável Hunessúe que viveu no Egito como médico há aproximadamente 3.000 anos atras é só porque levantou os olhos para uma princesa egípcia que passava, foi emparedado!, hoje ele é o nosso médico espiritual, ao grande Pétrus sacerdote da antiga Atlântida, e assim a milhares de outros que os leitores tomarão contato no decorrer dos próximos volumes.

Aos Elementais todos, principalmente aqueles que nos acompanham e que pertencem a cada reino dos elementos: Terra, Água, Fogo e Ar e Florestas. Assim cada um deles vem nos assessorando com os conhecimentos minuciosos sobre seus elementos e até sobre os animais, entre esses elementais cito os pequenos gnomos Horst e seus cinco amiguinhos, cada um deles com seu nome, é claro, mas que vou mencionar em capítulo específico, sempre os chamei de Horst & Cia., que em nossa casa de Ribeirão Preto, no bairro da Ribeirânia, ao amanhecer, enquanto eu e minha esposa dormíamos, eles faziam uma pirâmide humana, um subindo no ombro do outro, ou seja, composta de três embaixo, dois sobre os três e Horst em cima de todos, apertavam o interruptor de luz na parede (tipo Pial) e acendiam a luz do quarto em nosso rosto, como para que acordássemos. Escutávamos o botão sobre a cabeceira de nossa cama estalar e mover-se e víamos em nosso astral aqueles seres pequeninos empilhados, rindo gostosamente. E nós riamos com eles. São pequeninos e vestem-se com seus gorros pontiagudos, sapatilha com pontas para cima ao estilo dos irlandeses antigos, com aqueles cintos largos e afivelados, calças justas até as botinhas, parecendo “Robin Woods” em miniaturas. São seres excelentes. Brímer que mais parece um anjinho barroco com seus cabelos encaracolados e bem loiros. Brímer é um elemental do ar, como ele nos diz, vem das regiões do Arco-Iris. Fedine um elemental da floresta com sua voz aguda e do tamanho de uma criança ou de um anãozinho .Não usa roupas é verde como clorofila. Está sempre alegra é assexuado e desprovido de qualquer malícia, sempre puro como a natureza. Fedine é um Duende da Floresta.

Outro elemental da floresta é um Fauno ou Pan que acompanha minha filha. É um ser maravilhoso com um sorriso largo, dentes alvíssimos, tem o formato do corpo metade humano, e para baixo da cintura parece um caprino com os cascos idênticos. Possui dois pequenos chifres que se salientam de dentro dos seus cabelos encaracolados. Não gosta que o chamemos de Éros. É prestativo e nos transmite uma calma, uma serenidade e uma pureza infantil, apesar de sabermos que é jovem, quase adulto.

Acho que o compositor Debussy deve ter visto um deles ao compor sua música “A tarde de um Fauno”. Discorrerei sobre isto nos próximos volumes.

Às nações de pretos-velhos e negros desencarnados que também muito contribuíram para que até aqui chegássemos. E assim, dezenas, que dentro dos seus limites de ação e de conhecimento levaram-nos (nós que nesta altura poderíamos ser chamados de bruxos modernos) às da assim chamada Direita que também tudo fizeram para alcançarmos nossos objetivos. Destas duas facções espirituais nos ocuparemos em um capítulo especial tal é a vastidão de detalhes que gostaríamos de transferir ao conhecimento dos leitores.

* Lembrar do amigo de Glonk que casou com uma moça de Marte
MISK e SAFSA (filho) ELVERCI
Sumabre (entidade captada por Alléis)
Rasmeia

Como Tudo Começou

Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil
Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil

Tinha eu aproximadamente meus oito anos de idade, lá pelos idos de 1944, quando os fenômenos paranormais começaram a ocorrer à minha volta. Eles ocorriam amiúde quando brincava no quintal de nossa casa na Barra Funda que na época era uma várzea só, enquanto estudava minhas lições de casa, na sala de aula do antigo Grupo Escolar do bairro e mais tarde quando ia jogar futebol com os amiguinhos nos vários campos de futebol das imediações.

O que eram esses fenômenos? Eu avistava entidades desencarnadas que conversavam comigo e que só viria a saber que eram desencarnadas meses ou anos depois. E, principalmente umas esferas douradas pouco maiores que uma laranja das grandes, que circulavam a minha volta estivesse eu a onde estivesse, mas quase sempre quando eu me encontrava sozinho, o que me deixava mais intrigado e amedrontado. Às vezes em número de duas, mas quase sempre uma, isoladamente, que parecia examinar-me e examinar tudo o que eu fazia. Quando eu ia dormir, e no quarto que eu dormia lá estavam meus dois irmãos mais novos que eu. A esfera entrava no quarto e vinha logo em minha direção e eu amedrontado me enfiava debaixo das cobertas até a cabeça, mas nada adiantava pois eu a sentia do lado de fora da cama como a me examinar. Eu suava frio, rezava, pedia para ela ir embora e só quando eu tinha certeza que ela não estava mais lá, então, só então tirava as cobertas. Meus irmãos dormiam sono solto. Nunca viam nada! Eu, já depois de muito sofrer e muito visado falei algo à minha mãe, mas ela como sabia que eu era traquinas e “daqueles bons”, que não fazia mal para os outros, mas os ratos e outros bichinhos que caíssem nas minhas mãos eram “vitimas” das minhas “experiências laboratoriais”, dizia: “- pare de inventar coisas menino eu já te dou umas chineladas”.

Então comecei a me fechar em mim mesmo, não comentava nada com ninguém, mas, ia perscrutando tudo. E num certo dia, após o almoço, quando sentado à mesa fazendo minhas lições, vi na minha frente um senhor idoso de cabelos brancos e barbas longas e brancas também, vestido a maneira grega com aquela espécie de camisolão e com aquela parte que é jogada por cima dos ombros e cai sobre um dos braços. Sandálias douradas e enrolados os fios dos cadarços até a altura um pouco abaixo dos joelhos. Era de fisionomia austera mas seus olhos irradiavam uma ternura e bondade que ao invés de eu me assustar fiquei como que magnetizado por ele e tranqüilo como se eu já o conhecesse de há muito tempo antes.

Ouvi nitidamente ele me dizer- “Não tenhas receio meu filho, aquelas esferas que você via era eu que tentava aproximar-me de você e fazê-lo despertar em sua mediunidade para que possamos cumprir o que combinamos há muitos séculos atrás. Você tem uma determinada missão e eu me propus a ajudá-lo a cumpri-la. Mas, você vai ter que aprender a ir escrevendo o que eu lhe disser ou guardar para você para mais tarde escrever, sem dizer nada a ninguém por enquanto, caso contrario, nossa missão será interrompida pela incompreensão dos que aí vivem levando você ao descrédito. Nós dois vivemos na Grécia antiga, bem antes de Cristo, e lá traçamos nossos objetivos. Por enquanto não vou dar meu nome a você para não complicar mas. Vou aparecer muitas vezes só para você da forma como estou hoje, mas mais tarde, quando você já estiver compreendendo mais o que desejo transmitir então aparecerei na forma que tenho hoje em nosso planeta. Não sou um espírito, sou um ser vivo que vive num planeta distante e que foi seu pai. Mais tarde explicar-me-ei melhor a você. Por enquanto é só”.

Fez um sinal à maneira “salamaleque” árabe só que ao contrario, ou seja, começando de cima para baixo, ou seja, da testa, na boca, no peito e depois com a mão aberta como se oferecesse algo para mim e simplesmente sumiu!

Ele trazia no peito um medalhão dourado, vazado, com um aro envolvendo um triângulo e com uns caracteres escritos em Língua estranha ininteligíveis para mim naquele momento. Esse medalhão estava pendurado a seu pescoço por uma extensa corrente dourada cujos elos não eram pequeninos, mas sim de tamanho um pouco maior que as correntes que as mulheres usam da Terra.

Apareceu-me quase que quotidianamente. Aos poucos foi explicando-me tudo. O significado do seu estilo de cumprimentar e que comparado com o cumprimento árabe queria dizer que: em primeiro lugar a inteligência, os olhos a boca e o coração, curvando ligeiramente o corpo para frente ele punha à disposição do seu interlocutor e, o árabe, quer dizer tudo de baixo para cima, ou seja, que primeiro o coração, a boca, os olhos e a inteligência estão à disposição do interlocutor. No medalhão, o circulo era o Universo, o triângulo a fraternidade a qual ele pertencia e os caracteres eram o nome dele e do seu planeta de origem.

Os anos foram passando, eu fazendo meus cursos, de escola primária; de violino, de música, o colegial e aquele senhor acompanhava-me a onde eu estivesse. Bastava que eu formasse meu pensamento nele e ele ali estava ao meu lado ou a minha frente. Os fenômenos aumentavam em mim. Via-me fora do corpo várias e várias vezes e muitas delas conversando e recebendo instruções dele. Foi quando mais tarde no colégio conheci aquela que hoje seria a minha querida esposa. Ela, de origem “católica apostólica-romana”, tinha medo de tudo o que eu lhe dizia. Para ela tudo era de outros lugares negativos, menos de Deus!. Ela tocava órgão na igreja do bairro. Dizia comigo mesmo – “Estou bem arranjado, só me falta essa!”.

Minha mãe a essa altura, há anos atrás já havia me levado a um centro espírita próximo, que foi bom para minha mediunidade que lá fui desenvolvendo gradativamente, a tal ponto que fui considerado pela entidade espiritual principal, o chefe índio que se denominava José da Barreira, como o mascote do centro espírita e do qual, mais tarde, já adulto, tornei-me presidente.

É claro que ao conhecer minha namorada aos poucos fui persuadindo a acompanhar-me ao Centro Espirita. Ela relutou muito até que anuiu à idéia. Foi. gostou e ela de lá nunca mais saiu. Só quando fomos obrigados a encerrar as atividades do Centro por motivos particulares entre os familiares do médium principal que incorporava o chefe José da Barreira. Ela desenvolveu a tal ponto sua mediunidade, que posso afirmar aqui, sem medo de errar, que jamais encontrei durante este tempo todo uma médium semelhante. Tinha quase todas modalidades mediúnicas, tais como: vidência, clarividência, incorporação, psicometria, psicografia, desdobramento e até de efeitos físicos. Realmente foi o Anjo que meu ser aguardava e precisava encontrar. Ela começou também a avistar aquele senhor grego que, numa das oportunidades nos dissera seu nome: disse chamar-se Hécloss, soletrando as letras para nós e a pronúncia que é mais ou menos assim: Hécloxis, e que aguardássemos para os próximos dias e nos preparássemos, psicologicamente, pois ele tencionava mostrar-se como ele era realmente, e ia nos dizer de onde vinha. E num final de tarde, depois de passadas duas semanas Hécloss surgiu em nossa frente dentro da sala de visitas de nossa casa. Aparentava ter uns 45 anos dos nossos, vestia um macacão bege todo inteiriço, sem emendas ou zíper, gola esportiva, botinhas tipo almofadadas parecendo serem feitas de espuma de borracha e que eram presas ao macacão tudo da mesma cor. Era reluzente ou fosforescente.

Sua fisionomia simpática. Tinha cabelos loiros cor de areia de praia e caiam-lhe sobre os ombros. Testa larga e olhos amendoados bondosos mas firmes, nariz aquilino, boca pequena com os lábios inferiores mais grossos. Orelhas médias ligeiramente pontiagudas e rentes à cabeça, mas ficavam encobertas pelos cabelos. Altura 1,72m a 1,75m aproximadamente. Estrutura física bem harmoniosa. Notamos que nas costas altura das omoplatas ele tinha uma saliência como se tivesse uma membrana à guisa de pequena asa que ligava os braços quase imitando os nossos morcegos. O macacão encobria tudo, mas ele fez com que víssemos emitindo imagens em nossa mente. Como se ele ficasse exposto, ou o macacão ficasse transparente. Sua voz era suave, calma, seus dentes pareciam pérolas encrustadas em suas gengivas. Era e é um ser magnifico. Daí para adiante até hoje Hécloss sempre nos aparece assim. Às vezes vem com macacão cor de café, às vezes de cor verde berilo, conforme a atividade que esteja exercendo em seu planeta.

Naqueles anos que ele começou a se apresentar para nós, ele tinha a posição de Governador Geral do seu planeta, ou seja, era o líder de uma Junta governamental composta de doze membros, com ele treze.

Disse-nos que era do Planeta Marte, que na língua deles quer dizer Verchs e que com o tempo traria outros e inclusive mulheres para conversarem conosco. Isto foi feito, e vem sendo feito até hoje. Com o tempo ele nos foi trazendo outros seres do planeta dele. Acompanhamos o desenrolar do seu governo, aprendemos detalhes daquele povo maravilhoso, assistimos Hécloss passar o governo para o jovem e inteligentíssimo Alléss (se pronuncia Alléxix), posteriormente ele foi se comunicando com seres de outros planetas do sistema e de outros sistemas solares e assim fomos “viajando” com ele para todos os locais do Universo. Depois foi como se “criássemos” nossas próprias asas e nós mesmos, apenas como o nosso feixe de ondas mentais “engrossado” por aqueles que já haviam nos visitados fomos sintonizando seres de todas as partes do Universo.

Os detalhes de cada encontro os leitores encontrarão diretamente mas próprias mensagens que “mentografamos” e que farão parte dos próximos volumes.

Aproveito aqui para responder a clássica pergunta que me fazem sempre, durante as palestras ou em todo o lugar que eu vou: – “Se nos planetas Vênus e Marte e nos demais planetas há vida, por que então as sondas terrestres enviadas para lá nada encontram?”

Eu respondo da seguinte forma: – Será que não encontraram nada mesmo?. Será que tudo é divulgado pelos órgãos espaciais das grandes potências? O que eu posso dizer é que se nós fossemos venuzianos ou marcianos e tivéssemos um vizinho tão belicoso e beligerante como o terrestre, faríamos tudo para despistá-lo de nos encontrar! Como?, emitindo pulsações sobre as sondas desviando-as para locais ermos, “inabitáveis”, informando falsas temperaturas até que ele se cansasse de gastar seus milhões e procurasse utilizá-los em diminuir sua ignorância!. Já houve alguém do senado norte-americano que disse: “- O dia em que pisarmos em Marte vamos mostrar aos marcianos quem nós somos !” Após uma declaração dessas em publico qualquer ser mais inteligente pensaria várias vezes antes de convidar um espécime dessa raça a visitá-los ou de estimulá-la a conhecer seus mundos.

Se ao invés do terrestre enviar as sondas, fossem os marcianos “atrasados” a enviarem-nas para cá e elas caíssem em pleno deserto do Saara o que elas lhes informaria?. Lá não há vida. Durante o dia faz 60 graus de calor e a noite o frio é abaixo de zero, não há “corpo físico marciano” que agüente!””.

Aqui mesmo na Terra quando temos um vizinho que cobiça nossas terras, nossa plantação, nossos animais, nossas mulheres o que fazemos nós terrestres? Colocamos cerca de arame eletrificado, minamos com explosivos as imediações, escondemos tudo que é nosso para que ele seja desestimulado de se aproximar!. Não é assim? E por que seres mais evoluídos que nós não fariam o mesmo?, para não nos atacar ou nos pulverizar?

Portanto, até que o ser humano consiga pisar no solo de qualquer um desses planetas e diga ele mesmo que neles não há vida, eu prefiro acreditar na pluralidade dos mundos e que deus – O Núcleo Central Cósmico que nos deu a inteligência e o discernimento, não iria Ele próprio ser tão ignorante de colocar no Espaço Sideral tantos planetas apenas para enfeitar nosso Céu!. E planetas bem maiores que o nosso, com mais potencialidade de comportar uma humanidade que a Terra; que não passa de um grão de areia no Espaço.

O homem ainda não conhece bem a si próprio!. Desconhece a vida após a morte!. Desconhece a existência do seu Espírito. Acima não conhece bem os seus “oceanos”, não consegue saber porque ele não vive a 50 metros de profundidade e há peixes que vivem melhor que ele a 11.000 metros de profundidade?. Como pode esse ser ínfimo querer saber sobre o Universo se sua mente ainda obtusa não enxerga um palmo à frente do seu nariz?… Pelo menos, que o homem “dê chances” ao Criador de mostrar a Sua Obra!

A Ciência da terra diz que em Vênus o calor ultrapassa 250º centígrados e que lá a atmosfera é composta de ácido sulfúrico!?, mandou várias sondas para lá e elas “constataram” nuvens e chegaram ao solo descendo com pára-quedas!. Pára-quedas desce em ácido sulfúrico?, resiste a uma temperatura acima de 250º centígrados?, e as nuvens eram vapores condensados de que? de ácido sulfúrico?

A Ciência da Terra diz que em marte já é mais frio; e as sondas lá só detectaram desertos, não há água, mas por algumas vezes, suas sondas foram como que desviadas de suas órbitas já dentro daquele planeta, (a ciência achou tudo estranho mas nada explicou a respeito) e tão cedo, acho eu, não vai explicar! Suas sondas desceram até o solo marciano, apoiadas em que? Talves em acido sulfurico, como imaginava infantilmente a ciencia de outrora. Talves em acido sulfúrico, como infantilmente imaginava a ciência!. Talves em acido sulfúrico, como imaginava a ciência outrora. infantilmente. em ácido sulfúrico também, ou monóxido de carbono expelido por ela própria?

A Ciência da Terra diz que em mercúrio o chumbo está em ebulição de tão quente que é aquele planeta “afinal ele está bem próximo do Sol, que também no dizer dela, a Ciência, o Sol está pegando fogo!?. No entanto, a sonda circula em volta de Mercúrio, não se derreteu e nem seus filmes ou câmaras de bordo foram derretidos ou sequer danificadas, tanto pelo” excessivo “calor vindo de Mercúrio, tanto pelas “enormes labaredas” do Sol em combustão sobre elas?

Afinal de contas que explicação dessas suas incoerências nos dá a Ciência? Até agora nenhuma!. E meus caros leitores, estava deixando esta minha obra ser publicada só agora no final do século, na expectativa de poder alterá-la caso a Ciência mudasse suas elucubrações; mas nada, nada. ” Tudo ficou como antes no quartel de Abrantes!”

Por isso, a despeito de eu valorizar em muito as pesquisas cientificas, agradecer-lhe pelo seu extenuante trabalho, apesar de muito lento, fico com as minhas teorias, ou melhor, minhas afirmações, pois parecem ter suas lógica e serem mais coerentes!

Outra pergunta clássica: – “Já que os extraterrestres existem e voam dentro da atmosfera terrestre, por que então eles não entram em contato com as autoridades? por que não descem nos grandes centros populosos para que todo mundo os veja?, ao invés disso, descem em locais ermos; mantém contato com pessoas simples, nas fazendas, beira de rio e lagoas, e são avistadas só no ar voando?

Conforme sou informado pelos seres extraterrestres, de há muito tempo eles vem tentando um contato direto com a humanidade ( veja Ezequiel 1 a 10 Velho Testamento ), porém, o ser humano já traz em si mesmo o medo, o pavor do que é desconhecido para ele.

Entra em colapso nervoso, emocional, mental, psicológico, espiritual, haja visto, as vezes que alguém diz ter visto um ser alienígena ou foi levado para dentro de uma nave, a forma como ele volta ou relata o acontecimento, amedrontando ainda mais os outros seres da terra. E a humanidade mais moderna nem se fala, pois com todas essas guerras entre as superpotências, as “guerras quentes”, as “guerras frias” e bem a essas estórias de naves com Língua de cobra, fica apavorada só em pensar. E os organismos de defesa dessas superpotências sempre atentos em defender seus países de invasões de terrestres mesmos, impõem mil e uma normas de segurança e punições para aqueles que oficialmente poderiam divulgar os fatos.

Isso faz com que haja uma certa retração por parte dos informantes e dos seres extraterrestres que procuram evitar sejam eles os “pivots” das causas de punições sócio-político e militares entre uma e outras facção beligerante.

Há milhares de registros da visita dos extraterrestres na Terra, na imprensa falada e escrita, na televisões, em livros de pesquisadores. Relatos de pessoas e de autoridades, da França, do Brasil e de outros países, porem, assim mesmo ninguém leva em conta tudo isso. parece mesmo que o ser humano e as autoridades de um modo geral não querem acreditar com algum temor obscuro por traz disso tudo. Dá-nos a entender que na Terra há facções pagas para investigarem o assunto e dizer que não existem os discos Voadores e nem os seres Extraterrestres, e facções pagas para investigarem e dizerem que existem e simularem uma crença em algo superior entre a população.

Verbas astronômicas são gastas para tudo isso!. E qual das duas partes gostaria de perder essa fonte inesgotável de dinheiro?…

A “Inquisição Moderna dos Discos Voadores” andou assustando todo mundo. Eu mesmo, nos primeiros trinta anos achei melhor camuflar as informações e mensagens para não prejudicar pessoas inocentes e ainda outra vez imitando o Grande Galileu Galilei que não era nenhum covarde, mas astuto e dono de uma inteligência arguta, preferiu dar a mão à palmatória aos fanáticos da época até que a “poeira assentasse” e suas obras continuassem vivas para as futuras gerações, assim também fiz eu, aconselhado por aquele maravilhoso ser Hécloss, só divulguei através da imprensa em Ribeirão Preto em 9/ Junho / 1978, e aos poucos através também de palestras fui dando em público em “forma de conta gotas” aquilo que eu era autorizado a revelar. E aqui neste volume, agora em 1995 o faço mais abertamente.

Quero frisar entretanto, que meses após a publicação do jornal do Grande ABC, recebi a visita indesejável em minha casa de Ribeirão Pires de enviados da Igreja tentando dissuadir-me dos meus intentos. Fiquei apavorado e um tanto revoltado e decidi que continuaria como Galileu, “por baixo do pano”. E assim estas informações puderam chegar até aqui.

Em contato comigo na noite de 10 de outubro de 1968 uma nave do planeta Mercúrio as 22,30h aproximadamente, tendo como comandante o pequenino Zar-Xiss desceu em plena Avenida Francisco Monteiro, próximo ao cemitério da cidade, avenida principal na cidade de Ribeirão Pires – SP causando o maior reboliço. Eram casais de namorados, e pessoas comuns a fugirem para todos os lados, vindo até viatura da polícia armada com metralhadoras para combater os “alienígenas”.

Como era bem próximo de minha casa, fui correndo até lá e ainda deu para ver a nave parada a um metro do solo e através das escotilhas redondas dois seres que talvez curiosos pelo que estavam causando, andavam de um lado para o outro dentro da nave e nos olhavam sorridentes. Após alguns minutos zarparam como um raio, desobedecendo qualquer lei de aerodinâmica ou da gravidade!. Tais fatos foram noticiários dos jornais do grande ABC do dia seguinte e dos dias posteriores.

Posteriormente, conversando com Zar-Xiss ele transmitiu-me suas impressões daqueles momentos, registrados em capitulo à parte.

As informações que recebo dos extraterrestres do porque deles procurarem locais ermos e pessoas mais simples, não é por acaso. Ocorre que as energias utilizadas por eles para propulsão de suas naves, onde predomina a energia magnética, interferiu em nossa energia elétrica interrompendo o funcionamento das transmissões de energia pelas nossas usinas, interferem no funcionamento dos motores, nos transformadores, nos cabos elétricos, nos elevadores, nos magnetos dos aviões, carros e outros veículos e repelem tudo o que for feito de metal como o ferro, o aço etc. Interferem em nossa vida bacteriana, em nossas plantações e em outras atividades de nossa vida comum. Até na parte, mental e psicológica essas energias interferem, através dos plexos, poros e chacras, deixando o indivíduo fora de si mesmo, descompensando-lhe as energias vitais, a corrente sangüínea, a pulsação, o sistema nervoso central, o sistema endócrino e muitas outras conseqüências nefastas e involuntárias para o fraco organismo humano, que necessita de “verme e bactérias”, as quais lhes damos os nomes pomposos de “flora intestinal” para viver bem.

E se os extraterrestres, apenas com suas vibrações mentais e suas áureas positivas, se mantiverem um relativo tempo perto de nos, essas nossas floras intestinais pulam fora do nosso corpo e o ser humano perece.

Por isso, os extraterrestres tomam todas precauções possíveis e imagináveis para não nos causar malefícios de um modo geral. Há entretanto, seres extraterrestres que vêm de fora do nosso sistema solar e por isso desconhecem nossa constituição física e nosso sistema de vida, são mais afoitos, entram em nossas cidades, levam alguns para dentro de suas naves e o resultado disso já é conhecido nos anais da assim chamada ufologia.

Por falar em ufologia, devo dizer: “No momento que um ser extraterrestre pisar oficialmente o solo terrestre e manter um contato também oficial, essa ufologia que vive de estatísticas e bisbilhotices se extinguirá por completo, pois nada mais terá a fazer” a não ser contemplá-los!

Quando de meus contatos com aquele “senhor grego” no início de minha juventude, as naves pairavam sobre os campos de futebol do bairro, onde eu estava jogando e os garotos olhavam e diziam – “olha lá um balão!”, mas… cadê a tocha?”. E em minutos ela subia verticalmente desaparecendo no Céu. No dia seguinte lá estava ela de novo, majestosa, pulsando como um coração vivo no espaço. a noite, essas naves seguiam-me pelas ruas do bairro, no Céu bem acima, pontuando as avenidas indo até o bairro da Casa Verde e depois seguindo por sobre o leito do rio Tietê em direção à Lapa.

A Aeronáutica Militar mantinha naquela ocasião seu campo de treinamento à poucos quarteirões dali, em Santana, do lado oposto portanto. Por ironia chama-se até hoje de “Campo de Marte!”, e é bem provável que seus oficiais as avistassem de onde se encontravam, pois já eram providos de aparelhos de radares. por isso, acho eu, que essa pergunta não tem razão de ser, pois os extraterrestres têm demonstrado ao longo do tempo a vontade que eles tem também de se comunicarem conosco.

A ufologia, que para mim é um termo importante nos E.U.A dado para os objetos não identificados, já está ultrapassada desde quando as primeiras naves foram registradas oficialmente, 24 de Junho de 1948. Para mim há muito tempo eles já foram identificados. São naves interplanetárias pilotadas por seres ultra-avançados, as quais, eles mesmos denominam de Volitores e vêm dos vários sistemas solares de nossa galáxia e principalmente dos vários planetas que compõem o nosso sistema solar.

Na ocasião do avistamento daquela esquadrilha de naves feita por aquele piloto particular americano sobre o deserto, deu indicio de que elas existiam e vinham de fora da Terra. Nenhum país naquela época possuía, e até hoje não possui, tecnologia para a fabricação das mesmas e se manter em silencio . Os extraterrestres tão inteligentes e tão sutis em sua empreitada que, naquela data, mandaram uma esquadrilha composta de nove naves indicando assim, indiretamente, o planeta de onde vinham, ou seja, o nosso planeta catalogado há alguns anos antes, o Planeta Plutão. Aquelas naves eram e são de Plutão. agora já obsoletas, Foram dissolvidas e transformadas em naves mais modernas e mais velozes. Meu contato de Plutão, o querido e inseparável amigo, comandante Glonk é que pede-me que faça essa afirmação. Aquelas naves foram apelidadas de discos-voadores talvez, intuitivamente, pois não tinham forma discoidal mais pareciam “um ferro de passar roupa” vista de baixo para cima, com a parte traseira cortada ou achatada e a parte da frente cônica meio circunferêncial. Até 1965 elas conservavam essa forma. Após, os plutonianos alteraram o formato baseados nas formas das naves de outros planetas, quando iniciamos a integração entre eles e os demais seres que não faziam muita questão de contatá-los devido a uma série de fatores sociais, morais e espirituais. Mas aos poucos Glonk ,líder dos plutonianos, foi ganhando a simpatia de todos e assim formamos um grande elo amistoso e de ajuda mútua entre todos os habitantes do nosso Sistema Solar. Os extraterrestres chamam suas naves de: Volitores, pois eles volitam suavemente por onde passam.

“UFOS” não passa de um termo importado e usado por nações recém ( na época ) saídas das grandes guerras e como tal, temerosas do desconhecido e sempre esperando uma nova invasão por parte das facções contrarias. Em se tratando de objetos alienígenas mais temerosos ainda ficam, por desconhecerem suas verdadeiras intenções. Assombradas, ainda mais, por ficcionistas inescrupulosos que armaram, anteriormente, pelo rádio, livros, cinemas, as invasões extraterrestres por “marcianos com língua de repteis” e por ai afora. Esse termo resultou em outro termo pior ainda, a ufologia, mais nos parecendo um termo pantagruélico, animalesco, que traduzindo para o português se tornou “OVNIS” e ovinologia, o estudo dos objetos voadores não identificados, que desde quando foi instituída, nunca foi considerada como o estudo cientifico, ao contrario, só agora após mais de 45 anos começou a ter um pouco mais de crédito oficial. Porém. a meu ver, trata-se apenas de mais um ramo da estatística do que da pesquisa propriamente dita, contudo devemos aos ufólogos muitos casos intrigantes terem sido postos à baila a despeito das contrariedades.

Para nós, desde os nossos oito anos de idade, esses objetos já foram identificados como Naves, vindo de outros planetas, pilotadas por seres vivos na terceira dimensão, nada tendo a ver com o passado ou com o futuro, a não ser como parâmetro para medir nosso atual estágio tecnológico ainda muito atrasado. Com isso, aumentaram-se as celeumas em torno dos nossos visitantes durante todos esses anos. Agora porém, está havendo maior abertura tanto por parte das autoridades de todos os países, da classe científica, dos estudiosos e da população em geral, o que nos permite estarmos mais a vontade para iniciarmos os esclarecimentos com a publicação deste livro.

Precisamos acabar com esse suspense e pavor inserido na população mundial contra os seres extraterrestres. Claro, que existem alguns extraterrestres um tanto afoitos e vindos de planetas tão distantes do nosso e que se utilizam de meios que parecem menos ortodoxos, hoje chamados de abduções, antes denominados de raptos mesmo. Esse tipo de comportamento diminuiu muito de alguns anos para cá após a montagem ( em Clarion, a 2ª lua terrestre ) pelos extraterrestres de nosso sistema solar, de uma estação rastreadora que além de nortear os possíveis visitantes os informa dos nossos costumes, medos e barreiras sócio-econômicas.

Há necessidade agora, mais eminente do que nunca, de preparar a população para a chegada de milhares de volitores extraterrestres e seus tripulantes, pois eles visitarão a Terra, oficialmente, nestes últimos anos do século XX com vistas aos novos e importantes acontecimentos que se aproximam e que vão mudar o curso da vida em toda a Terra em todo os planetas do nosso sistema solar.

Por isso, dirijo-me aos estudiosos, a sociedade em geral e a todos os meios de comunicação que desejam realmente levar este assunto a serio e queiram realmente esclarecer as massas, que iniciem uma campanha sem demagogia e relatem os fatos.

Mostrem o lado positivo dos contatos já feitos com os seres extraterrestres e sejam verídicos no relato dos contatos que advirão daqui para frente. Dentro dos meus mais de 40 anos de vivência pessoal sobre o assunto afirmo que virão em paz, são amistosos e virão em missão construtiva, altamente espiritualizada, não tencionam nos fazer qualquer tipo de mal, não necessitam invadir a Terra, pois não há nada aqui que eles necessitem. Se fossem belicosos como insinuam alguns terrestres e tivessem que nos dominar pelo medo, já o teriam feito há centenas de anos atrás, por vários métodos que eles tem a disposição. Nenhum armamento terrestre, por mais sofisticado que seja , os poderia deter. Querem e buscam nossa amizade, querem que percamos esse medo por falta de conhecimento e tudo farão para que o terráqueo se sinta seguro. A despeito da impressão que eles, involuntariamente, causam para Terra. Isto devido ao variadíssimo aspecto físico, pois vêem de mundos bem diferentes. São bondosos e altamente avançados técnica e espiritualmente.

Já demostraram que fazem aqui o que quiserem em qualquer lugar e a qualquer tempo. Surgem e desaparecem em muitos lugares ao mesmo tempo, e não há meios civis ou militares que os detivessem até agora. Eles já deram vários “shows” de demonstrações sobre a Terra, no ar, no mar, nas florestas, nos campos, nas cidades, entre a população, andando entre ela, já voaram em volta de aviões, de satélites, de navios, de astronautas. Sabem que as leis Cósmicas e Siderais servem também para eles, pois são filhos do mesmo Núcleo Central Cósmico. Eles consideram o povo da Terra o mais belicoso de todo o sistema solar, que só não invade outros planetas porque a sua tecnologia ainda não lhe permite.

O povo brasileiro que é um povo dócil, de mente e coração, abertos para o inusitado, muito mais que qualquer outro povo, salvo raríssimas exceções, está muito mais propenso e muito mais afeito a receber esses fatos com muito mais naturalidade, por essa razão, o Brasil também é freqüentemente visitado pêlos Volitores. Eles aqui pairam mais tempo e fazem mais evoluções sem receio de causarem grande impacto. Eles evitam o sensacionalismo. Não precisam aparecer. Seria como se aqueles que se consideram civilizados na Terra quisessem aparecer para os aborígenes, os silvícolas, fazendo evoluções com seus jatões “último tipo” sobre suas choças ou palhoças! Sentir-se-iam os mais ridículos seres da face da Terra, alem de queimarem combustível atoa, o que não ocorre com os seres extraterrestres!

Que a população terráquea não tema ser dirigida pêlos Ets. Em sua maior parte não são carnívoros, muito menos antropófagos, nem gostam de “carne-de-ser-humano”. Nos informam, em tom de brincadeira, que diferem dos terrestres nesse sentido também, pois: “Comem para viver e não vivem para comer”!. Eles são tão elevados e suas naves tão sensíveis que conseguem captar e estudar todos os nossos movimentos, até o que passa na mente de cada um pelas emanações que estas irradiam como “pequenas emissoras de rádio”. Há grandes vestígios deles pela Terra através dos feitos das civilizações antigas como: os Vedas, os Egípcios, os Babilônicos, e as não totalmente descobertas como os Lemurianos e os Atlantes.

A ciência até hoje não consegue explicar como as pirâmides egípcias foram construídas, tal a grandiosidade e as dificuldades que elas apresentam. Não se concebe que meios foram utilizados para construi-las na época. Hoje não se conseguiria construi-las com toda a tecnologia moderna de engenharia. Pressupõem-se, então, que aquela civilização tenha recebido ajuda e instruções de civilizações extraterrestres mais avançados.

Os extraterrestres demonstram um conceito de super organização e de respeito aos terráqueos, que são medrosos e supersticiosos por excelência. Pois, em plena era atômica ainda tememos fantasmas e grande parte da civilização “moderna” ainda não acredita que o homem chegou a Lua, e por essas e outras razões os Ets aparecem quando acham que devem aparecer e desaparecem quando sentem que é chegado o momento. Esses hiatos, entre uma aparição e outra, nada tem a ver com as distâncias mais próximas ou não dos planetas, pois suas naves voam a altíssimas velocidades, acima das velocidades conhecidas pelo homem, vencem qualquer distância sem esforço ou desperdício de energia, não há qualquer obstáculo.

O que ocorre é que há períodos na terra, principalmente no que se refere a parte geológica do planeta, onde se dão as mutações do solo, da temperatura ambiental, do ar, além da parte social e conflitante da vida do terrestre que dão ensejo a um maior número de pesquisas por parte dos seres extraterrestres. Eles também pesquisam outras regiões siderais, buscam conhecimentos. Erroneamente, muitos pesquisadores tentaram ligar o fluxo das aparições em determinadas épocas do ano com as proximidades dos planetas Vênus e Marte. Garanto aos leitores que nenhum desses fatores tem a ver com o nível de freqüência desses objetos em nossos céus.

Grande parte dos visitantes é de fora do nosso sistema solar. Desconhecedores dos nossos costumes, entram mais afoitamente, despreocupadamente, o que não é feito pêlos seres dos demais planetas do sistema que se mostram mais cautelosos. Eles fazem viagens de instruções a novas tripulações jovens, novos cientistas, não só em matéria de navegação sideral e de estudos de “exobiologia” etc. Não cobiçam nada do que temos em nosso solo ou do que produzimos.

Podem obter tudo por transformações dentro de seus próprios planetas. Possuem matéria-prima muito mais valiosas que as nossas, haja visto, o material com o qual são fabricadas as suas naves e suas casas, material infinitamente duradouro. Tampouco interessam-se por nosso poderio bélico, seja atômico ou anti-atômico, pois uma simples “nave-mirim” deles, poria fim a todo o nosso arsenal mundial e causaria um dano tal ao nosso planeta, que levaríamos milhares de anos para poder recomeçar tudo novamente.

Volto a afirmar, a maior parte dos seres extraterrestres é amistosa, dócil e está sempre pronta a nos ajudar. Dizem que o terráqueo não é um ser sentimental, e sim, sentimentalóide, pois mata-se entre si, sem a menor piedade, enquanto deixa insetos pegajosos, peçonhentos, transmissores de terríveis doenças viverem dentro de seu próprio lar, ou nos locais onde são produzidas sua alimentação. “O seu “habitat” é uma cópia, muito mal feita, dos seres extraterrestres e seus mundos. O ser da Terra é que necessitou receber injeções de metabolismo ou choques sangüíneos, através de cruzamentos com homens e mulheres de outros planetas, para que chegasse a sua atual forma e estética física e se mantivesse nesse “status quo” evolutivo, sem o que, ainda estaria na idade-da-pedra. Assim mesmo, não pôde livrar-se dos intestinos devido ao seu “habitat” inóspito e condição espiritual animalesca, também, não perdeu aquela velha mania de tirar a força aquilo que quer dos outros, e comer tudo que lhe cai à boca, tendo, neste caso, como seu similar imediato aquela ave chamada avestruz. Conserva também os dentes caninos, pontiagudos próprios dos carnívoros.”

Message from Hecloss

Mensagem de Hécloss (Figura 1)
Mensagem de Hécloss (Figura 1)

Translation

Every man, even the most humble, has within himself something to offer to humanity and the Universe. It is therefore, to the spirits of more lucid ideals, the duty to wake up the minds of these humble ones with actions and teachings. Man is the instrument of the Universe.  Therefore, we, beings of extraterrestrial civilizations, are willing to do everything to get to you.

There you have it, [my] friend, the message from my extraterrestrial father as “souvenir” and “world premiere”, specially written directly on a plain correspondence as evidence of the good intentions “of beings more evolved than us”.

Publish it!
D.Yezzi

[The above quotation is] One of the received messages shorthanded by Domings Yezzi, coming from Mars.

Domingos Yezzi, the author, declares:

This book was written for the “panoramic minds”, minds in opening of 360 degrees; free of preconceived ideas and foolish prejudices, fears and taboos; for those minds that, prior to pre-judgment, analyze, study and draw their conclusions, explaining them to everyone.

As the great Galileo Galilee said: “Eppur si muove“, which means …And yet it moves … That is, whether the Church wanted or not, the Earth would continue to move around the Sun!  And I, who relies on Eternity, also say: All this exists, whether some want to accept it or not. Time will tell!  “Those who live and those who do not live will see.”

Mensagem de Hécloss

Mensagem de Hécloss (Figura 1)
Mensagem de Hécloss (Figura 1)

Tradução

Todo homem, mesmo o mais humilde, tem dentro de si algo a oferecer à humanidade e ao Universo. Cabe portanto, aos espíritos de ideais mais lúcidos, o dever de acordar as mentes destes humildes, com ações e ensinamentos. O homem é o instrumento do Universo. Por isso nós, seres de civilizações extraterrestres, estamos dispostos a tudo fazer para chegarmos até vós.

Aí tem o amigo, a mensagem de meu pai extraterrestre como “souvenir” e “premiére mundial”, especialmente escrita diretamente sobre uma correspondência comum como prova das boas intenções, “de seres mais evoluídos que nós”.

Divulgue-se!
D.Yezzi

Uma das mensagens taquigrafadas recebidas pelo D. Yezzi, procedente de Marte.

D. Yezzi, o autor, declara:

Este livro foi escrito para as “mentes panorâmicas”, mentes em abertura de 360 graus. Livres de idéias preconcebidas e de preconceitos tolos, medos e tabus. Para aquelas mentes que antes de pré-julgarem, analisam, estudam e tiram as suas conclusões, explicando-as a todos.

Assim como o Grande Galileu Galilei disse: “Eppur si muove”, que quer dizer …continua se movendo…, ou seja, quisesse ou não a Igreja, a Terra continuaria a mover-se em torno do Sol! E eu que conto com a Eternidade também digo: E tudo isto existe, queiram ou não aceitar alguns. O tempo dirá…! “Quem viver e quem não viver verá”.