Diferenças da Escrita Original Entre Habitantes de Alguns Planetas do Nosso Sistema Solar

As diferentes formas de escritas existentes em alguns planetas do nosso sistema solar vão aqui a título de ilustração e ao mesmo tempo para poder proporcionar aos estudiosos de línguas e escritas um pouco do material inédito que conseguimos captar no decorrer de nossas pesquisas durante todos esses anos de trabalho. Talvez os grafologistas, os peritos, possam trazer algo mais para o nosso conhecimento. Foram captadas por C.A.Yezzi, nosso saudosa esposa.

O texto em português é o mesmo para todas as escritas ou taquigramas utilizados pelos seres extraterrestres. É como se eles traduzissem para seus idiomas uma mensagem terrestre. Mas na verdade o que ocorreu foi que um líder do povo marciano remeteu a sua mensagem para nós através de mentografia em seus caracteres e buscando o significado de cada um em nossos cérebros os traduziu simultaneamente em nossa linguagem. Os demais seres já apanharam a tradução do nosso cérebro e foram passando para suas linguagens e escrevendo-as também pelo mesmo processo de Mentografia.

Esse sistema é “sui-generis” ou seja é inédito, pois jamais houve uma tradução de uma escrita extraterrestre que viesse a baila, pelo que somos informados pelos próprios Ets. Aqui infelizmente, não pudemos dar continuidade às traduções dos demais planetas que aqui não figuram, devido a médium mentográfica, nossa saudosa esposa Ceição ter adoecido e três anos depois ter desencarnado. Estaremos nós agora tentando fazer essas captações e se for possível as publicaremos no próximo volume.

S.P 20/01/97 às 00:12 h

Escrita Extraterrestre, Figura 13
Escrita Extraterrestre, Figura 13

SOL

MERCÚRIO

TERRA

MARTE

VÊNUS

JÚPITER

SATURNO

URANO

NETUNO

OSWEN

PLUTÃO

ÁGA

FESP

Aqui estão os nomes de todos os treze astros do nosso sistema com seus respectivos caracteres. (Vide acima)

D.Yezzi

S.Paulo 20/01/97

Escrita Extraterrestre, Figura 14
Escrita Extraterrestre, Figura 14

Em Figura 2, as doze assinaturas dos nossos contatos em cada planeta, menos do planeta Fesp, que seria o 13º, pois o povo de lá está nos primórdios de sua civilização são como grandes batráquios, não falam e nem escrevem.

20/01/97

Escrita Extraterrestre, Figura 15
Escrita Extraterrestre, Figura 15
Escrita Extraterrestre, Figura 16
Escrita Extraterrestre, Figura 16

TRADUÇÃO

Todo Homem mesmo o mais humilde tem dentro de si algo a oferecer a humanidade e ao Universo. Cabe portanto aos espíritos de ideais mais lúcidos o dever de acordar as mentes destes humildes com ações e ensinamentos. O homem é o instrumento do Universo. Por isso, nós seres de civilizações extraterrestres estamos dispostos a tudo fazer para chegarmos até vós.

Héclóss (Vide Figura 15)

[box type=”note” size=”large” border=”full”]Homem humilde dentro de si oferecer humanidade[/box]

Explicações fornecidas por Kórpkens do planeta Netuno sobre o significadode alguns de seus caracteres. Acima o texto em nossa linguagem.

D.Yezzi

S. Paulo, 20/01/97

Escrita Extraterrestre, Figura 17
Escrita Extraterrestre, Figura 17
Escrita Extraterrestre, Figura 18
Escrita Extraterrestre, Figura 18
Escrita Extraterrestre, Figura 19
Escrita Extraterrestre, Figura 19
Escrita Extraterrestre, Figura 20
Escrita Extraterrestre, Figura 20
Escrita Extraterrestre, Figura 21
Escrita Extraterrestre, Figura 21
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Distâncias e Diâmetros dos Planetas, Nomes dos Contatos

As distâncias e os diâmetros dos planetas até Marte coincidem com as informações que a Ciência nos passa, porém, de Júpiter até Fesp há algumas diferenças, as quais, conforme sou informado, são resultados das medições mais imprecisas da Ciência por faltar-lhes os pontos referenciais da Terra no Espaço. Inclusive vou incluir aqui o nome dos meus contatos nos respectivos planetas para que os leitores estudiosos possam analisar as diferenças de nomes, apenas na nossa escrita e fonética, não vou mencionar as pronúncias porque se tornaria cansativo. Porém, cada leitor, poderá mentalizar e sintonizar esses nomes e seus planetas e tentar contato com eles. Isto é livre e vai ser possível de acordo potencial mental de cada um.

Nome do planeta em nossa linguagem

Nome original do Planeta

Diâmetro do Planeta (Ø) em quilômetros

Distância média do Sol em milhões de km.

Nome do Contato ou Comandante da Nave de cada planeta

Sol Stáxe

1.390.447

Irlíe
Mercúrio Orníe

4.680

60.000.000

Zar-Xíss
Vênus Godi-ïes

12.300

110.000.000

Niê-Rodí
Terra Terra

12.757

149.500.000

Jesus
Marte Verchs

6.760

227.800.000

Alléss
Júpiter Silk

142.000

780.000.000

Junot
Saturno

Tólls

Without ring

115.100

1.430.000.000

Wórléns
With ring

274.000

Ring thickness

16.000

(Ainda não detectado) Äga

16.000

2.750.000.000

Ink
Urano[1] Nekatutôen

51.000

2.850.000.000

Járlós
(Não detectado) Oswen

40.000

2.980.000.000

Aislan
Netuno Guestras

44.600

4.500.000.000

Kórpkéns
Plutão Eltron

5.712

6.200.000.000

Glonk
(Não detectado) Fesp

4.300

4.450.000.000

(Kromíl de Plutão)
Lua Lua

3.474

149.100.000

(Não habitado)
Clarion Clarion

4.200

148.000.000

2ª lua da Terra é chamada lua escura. serve de estação orbital para os ETs.

Diâmetro do Nosso Sistema Solar incluindo o diâmetro do Sol = + ou – 12.901.447.000 (Doze bilhões, …)

Diâmetro do planeta Sidérius que brevemente cruzará o nosso sistema solar: + ou – 40.930.000 (Quarenta milhões novecentos e trinta mil quilômetros). Esse planeta tem massa 29 vezes a massa do Sol. Tem 3.200 vezes a massa da Terra (ou melhor, o diâmetro). Tem 288 vezes o diâmetro de Júpiter. Sidérius caberia entre o Sol e o planeta Mercúrio tomando quase todo o espaço sideral entre aqueles dois orbes. Sidérius, foi denominado na Bíblia (Apocalipse até cap. 10) de planeta Absinto, e Jesus posteriormente disse: “Passarão os Céus e a Terra mas minhas palavras não passarão” e ainda: “As potestades (maravilhas) do céu serão abaladas”. Nostradamus escreveu, em suas Centúrias: “E o fogo virá do Céu”.

Com relação a vinda do planeta Sidérius em direção ao Nosso Sistema Solar, tenho recebido informações telemétricas mais ou menos como se fossem um “eletroencefalograma sideral” através do mesmo processo de Mentografia, muitas vezes por minha esposa outras por mim mesmo, remetidas periodicamente por habitante de um planeta denominada Kiont que é um sol do 11º sistema solar, mais próximo do nosso; o nome do habitante é Dornete. Ele é comandante de uma nave-fuseiforme, mais parecendo um vagão de estrada de ferro-voador que mede 400 m. de comprimento e mais ou menos noventa metros de altura incluindo a nacele (cabine) que fica em baixo como aqueles antigos “Zepelins” alemães. Vem com mais vinte tripulantes e mais vinte naves-mirins de igual formato com (15) metros de comprimento cada. O planeta dele é muito evoluído e eles também.

Quando há mais ou menos 18 anos atrás o planeta Sidérius passou pelo sistema solar dele (Kiont), ele levantou vôo com sua tripulação e desde então vem seguindo Sidérius à distância e remetendo para os habitantes dos sistemas solares seguintes onde Sidérius tem sua rota e vem informando o que acontece, quais são os estragos e os benefícios que ele causa. E para nos demonstrar isso ele nos leva a comparar o gigantesco planeta que é um Sol, ou seja, possui em sua altas camadas atmosféricas as mesmas convulsões fisio-quimicas que o nosso Sol e intensa radiação e uma polaridade magnética terrivelmente poderosa, cujo campo de força ou aura atinge os sistemas solares e seus habitantes, milhões de quilômetros antes de penetrá-los.

Por exemplo, o nosso sistema solar já estava sendo atingido com sua força magnética deletéria bem antes dele ter passado pelo planeta de Dornete. E de lá para cá vem interferindo no metabolismo das pessoas, nas condutas, alterando suas agressividades e todos os vícios e defeitos para pior, fazendo com que essas pessoas ponham para fora tudo o que de pior tiverem e assim se coloquem em afinidade ou sintonia com a aura dele facilitando desta forma a “separação do joio do trigo” e ao passar possa sugá-las em espírito para o interior dele e depois “desová-las” em sistemas solares mais inferiores e lá recomeçarem tudo novamente, reencarnarão em seu novo habitat[2]. Enquanto aquelas pessoas que tiverem índole boa e espiritualizada conseguem até aumentá-la para melhor não encontrando assim nas imantações que ele lança no Espaço. Por isso alguns videntes o chamam de planeta “chupão”. Dornete nos leva a compará-lo com uma gigantesca bola de jogo de bilhar que segue pelo espaço sideral empurrando os planetas para fora de seus sois e alterando-lhes as inclinações e seus eixos imaginários. Siderius vem “encaçapando” para buracos fora de seus sistemas solares, planetas cuja aura entrar em choque com a dele. Naquele momento ele atuará como o segundo sol do sistema solar “- E dois sois aparecerão” Apocalipse (cap.12 vers.3) faz aumentar a temperatura externa de cada planeta principalmente planetas como a Terra que já se tornou vulnerável moral e psicologicamente há séculos atras, por isso o advento do Messias, de Jesus. Aumentando a temperatura externa o calor interior, ou seja, sobre a população será abrasador. Milhões de pessoas perecerão! Obrigará a Terra a verticalizar-se em seu eixo, com isto deslocar-se-á a massa líquida do planeta e muitos continentes afundarão, desaparecendo sob as águas, enquanto outros como a Atlântida, a Lemúria reaparecerão e as imensas cidades da Terra serão tragadas ou serão desmoronadas não ficando pedra sobre pedra. “A besta virá dos Céus” já disse um vidente (Nostradamus). Esse talvez seja o anti-Cristo final, pois antes já tivemos os patrocinadores das guerras e as guerras em si próprias. O petróleo que começou a crise de 1973 também pode ser considerado um anti-Cristo pois gerou a miséria no mundo todo, menos no oriente médio que se enriqueceu mais.

Dornete através daquelas pulsações à guisa de um eletroencefalograma do espaço, nos mostra através de gráficos e da vidência quadros fantásticos entre estes que quando na tela de seu aparelho aparece em linha reta é como se houvesse uma morte cerebral entre nós, ou seja, Sidérius passa sem causar qualquer dano pois não encontrou seus afins pela frente; porém, quando há muita ondulação na linhas significa grande atividade daquele planeta e ele está fazendo muitas modificações, muito estrago.

Dornete calcula através da telemetria que faz pulsar sobre nós, o tempo que Sidérius levará para chegar até aqui, e esse cálculo demonstra mais ou menos fins de 1997 e começo de 1998 quando ele será avistado onde o Sol se põe ou seja, no oeste. Quando um certo dia o nosso Sol estiver se pondo outro gigantesco Sol estará surgindo e subindo e enquanto a Terra dá a sua volta em torno do Sol, Sidérius estará se encaminhando para o centro do Zênite. Naquele momento o nosso Sol lá também estará chegando. Quando os dois se defrontarem muito estrago já terá ocorrido no sistema solar e vis-à-vis um deslocará o outro de seu centro do sistema o que fará o nosso sistema ser divido.

Sidérius inchará o nosso sistema aumentando a luz geral para quem vê nosso Sol de outra distância externa, formará a olhos vistos uma supernova que parece, para quem estiver noutro sistema, que o nosso sistema solar vai “explodir”. E quando Sidérius passar, nosso sistema já “explodiu” e transformou-se em dois novos sistemas tendo o Sol com 5 planetas em volta; e Júpiter, que já está adquirindo as propriedades de um sol, será o sol de um novo sistema com os demais planetas. Ambos os sistemas mudarão de posição no Espaço e se separarão por bilhões de quilômetros um do outro.

Por isso, no momento terrível da passagem do planeta Sidérius, passagem esta que Dornete calcula através de sua telemetria que se dará no final deste século, ou seja, ele começará a ser detectado lá pelo final do ano de 1997 ainda bem longe e antes de terminar o ano 2000 ele já terá passado. E, nessa passagem os planetas e os respectivos sois “rolarão” pelo Espaço desaparecendo de seus atuais Zênites as estrelas, constelações que estamos acostumados a ver durante milênios, para só mais tarde formarem os dois novos sistemas solares. Neste momento enquanto reviso a digitação destas páginas, Março de l997, leio pelo jornal “ O Estado de S.Paulo” página A-28, que “a NASA em segredo detectou um enorme cometa vindo em direção ao nosso sistema solar, e vem acompanhado do que os cientistas dizem parecer uma enorme nave-mãe, dando a impressão de uma grande cidade luminosa , um paraíso”. Será que detectaram o planeta Sidérius como eu previ em 1978 e que copilei nestas páginas?

Dornete porém, nos mostra e salienta que correm perigo os planetas mais animalizados no sentido da não espiritualização, os que já são mais adiantados rolam também no espaço mas conservarão suas posições em seus eixos e alteram um pouco suas atmosferas. Já nos planetas como a Terra, onde compõe todo o tipo de vícios e a humanidade é belicosa, se mata entre si, haverá modificações telúricas com a distribuição quase total das grandes cidades. O mar mudará de posição cobrindo grandes continentes e imergindo outros. Enquanto Sidérius seguirá sua rota milenar, sua órbita de + ou – 7000 anos e irá alterar os próximos sistemas solares. (Vide Apocalipse cap. 6-8-12).

Alguém perguntará: – Mas se como você diz, nosso sistema solar possui planetas e humanidades mais avançadas, eles não poderiam evitar esse funesto acontecimento?. _ Eu respondo: – Sim, eles me dizem que poderiam emitir pulsações poderosas sobre o planeta Sidérius fazendo com que aquelas convulsões radiativas se manifestem e emitam luz antes dele penetrar no cinturão magnético que circunda o nosso sistema solar. Isso o faria desviar-se de sua rota, porém o jogaria sobre outro sistema solar que nada teria a ver com as modificações previstas e os responsáveis por esse desvio teriam que responder pelo mau uso de sua inteligência e tecnologia. Não quer dizer que os seres evoluídos são passivos e aceitam tudo o que acontece, mas um acontecimento dessa ordem é previamente programados por seres ainda mais superiores e que sabem o que é necessário para a evolução de uma humanidade, por vezes a solução é drástica, o remédio é bem amargo, mas é eficaz, no dizer deles.

Conforme ainda Dornete, o planeta Sidérius além de gigantesco é rústico, possui um magnetismo negativo e neste caso atrairá os seus afins, ou seja, indivíduos negativos, não espiritualizados, que serão imantados em sua “cabeleira” astral e por ele serão levados e despejados em orbes condizentes com seus “status” vibratório e lá “onde será o local do ranger dos dentes” eles, pelas leis misericordiosas do Núcleo Central Cósmico Deus, terão a oportunidade de recomeçar da idade da pedra ou como muitos oriundo do planeta Capela vieram “cair” aqui na Terra da última vez que Sidérius por aqui passou, encontrarão uma civilização já bruxuleante dando seus primeiros passos tecnológicos para as guerras fratricidas para o domínio de povo sobre povo, raça sobre raça e outras mazelas, as quais, se eles tiverem aprendido optarão para não fomentarem-nas, ao contrário, se tornarão avatares semeando a harmonia, a paz, a espiritualização e quando daqui 7000 anos se houver outro planeta Sidérius passando pelo orbe, eles, já reunidos e mais espiritualizados encontrarão patamares mais elevados para sua ascensão ao Criador. E assim forma-se um moto-contínuo cosmosófico e a expansão do Universo e do Núcleo Central Cósmico continuará sempre “ad-eternum”. Essa é uma das noções de Eternidade que o ser humano comum ainda não alcançou.

Na próxima oportunidade farei uma descrição ou “retrato falado” de cada ser com quem mantenho contato. Por agora farei uma descrição de Dornete esse ser maravilhoso que tanto vem nos ajudando com suas informações. Seu biótipo foge completamente aos padrões estéticos dos terrestres. E para que haja um parâmetro de comparação, informo o seguinte: Dornete tem a cabeça um tanto triangular como aquelas máscaras de “robots”, ou seja, um rosto que parece metálico todo liso, sem cabelos ou sobrancelhas, orelhas médias, nariz aquilino, boca pequena, olhos ligeiramente amendoados, tipo mongol. Porém seu corpo difere de tudo. Altura mediana, 1,70m aproximadamente, braços e pernas normais com cinco dedos em cada mão e em cada pé, mas, aqui é que vai a diferença: ele se parece com aquelas figuras da medicina que nos mostra as partes só muscular, ou seja, os feixes musculares que forma o físico humano. É como se a sua pele fosse transparente e deixasse à mostra todos os seus músculos. É realmente um físico que se fosse visto em plena rua de qualquer cidade da terra, impressionaria devido ao inusitado. E como o terrestre tem medo de tudo logo irá pensar tratar-se de alguém que escapou de alguma explosão nuclear. Seus olhos são penetrantes e tem um poder intelectual muito alto, pois consegue nos levar a ver tudo o que ele deseja e nos faz entender rapidamente tudo; consegue nos levar a comparar o assunto dele com o nosso rudimentar nível de conhecimento. Não possui intestinos e é assexuado. O sistema de procriação é através da mente; é um físico apropriado para longas viagens espaciais e a velocidades altíssimas.

[3]Por que o planeta Saturno para começar! Por que ele possui aqueles anéis que, para quem não sabe, podem parecer apenas enfeites siderais em volta de um planeta, mas não são. Conforme sou informado, Saturno, há milhões de anos atrás, possuía um grande satélite girando como a lua em torno dele e um certo momento um grande cometa entrou em sua órbita e chocou-se com o satélite natural e as duas massas se espalharam em volta do planeta e veja o leitor com são grandes essas massas que agora é um belíssimo anel.

O Diâmetro de Saturno sem os anéis é de 115.100 km (cento e quinze mil e cem quilômetros). O diâmetro de Saturno com os anéis é de 274.000 km (duzentos e setenta e quatro mil quilômetros). A largura apenas dos anéis é de 169.000 km (cento e sessenta e nove mil quilômetros). A distância entre o planeta e os anéis é de 11.700 km (onze mil e setecentos quilômetros). A espessura dos anéis é de 16.000 km (dezesseis mil quilômetros).

Por essas gigantescas proporções podemos imaginar que a Terra que tem 12.757 km (doze mil setecentos quilômetros de diâmetro) é menor que a espessura dos anéis de Saturno. Isto que dizer que os anéis de Saturno são maiores que um planeta Terra girando em torno dele. A Terra quase poderia caber entre Saturno e seus anéis! E o nosso Sol que é centro do nosso sistema solar tem um diâmetro aproximado de 1.390.000 km (hum milhão trezentos e noventa mil quilômetros).

O planeta Sidérius tem um diâmetro aproximado de 40.922.400 km (quarenta milhões, novecentos e vinte e dois e mil quatrocentos quilômetros), ou seja é mais ou menos 29 vezes o tamanho do Sol, 3.200 vezes o tamanho da Terra e comparado com Júpiter que é o maior planeta do nosso sistema solar, Sidérius é 288 vezes maior.

Presumimos que quando Sidérius entrar em órbita de nosso Sistema Solar ele será tão monstruoso para a Terra quanto o Sol é para o planeta Mercúrio e, como ele estará “aceso” como o nosso Sol que já nos dá um calor de 60 graus no deserto, o que acontecerá conosco com dois sóis acesos no Céu?. Teremos um calor tão imenso que a maior parte da humanidade sucumbirá antes das hecatombes telúricas que ele proporcionará com sua passagem.

Contudo, esses são cálculos primários, feitos a distância por Dornete sujeitos a alterações. Eles os vem recalculando a medida que Sidérius passa por outros sistemas solares.

Para que o leitor ainda se situe melhor, dou aqui o tamanho da lua 3.474 km (três mil, quatrocentos e setenta e quatro quilômetros) e se situa há 384 mil quilômetros da terra e quando ela se encontra na posição de lua-cheia fica bela luminosa e monstruosamente grande para nós. É só imaginarmos Sidérius com 41 milhões de km de diâmetro passando altura, à distância de 150.000.000 (cento e cinqüenta milhões de quilômetros) da Terra!?… é só fazermos as proporções e vermos porque os videntes como Nostradamus previam; “o fogo virá do Céu” a “besta”.

No apocalipse de João capitulo 6 versículos de 12 a 17 temos, a título de comparação para aqueles que se familiarizaram com a palavra da Bíblia: 12- Sexto selo: Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O Sol se tornou negro, como saco de crina, a lua toda como sangue, 13: As estrelas caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair seus figos verdes. 14: E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e ilhas foram movidos dos seus lugares. 15: Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo o escravo e todo o livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes. 16: Disseram aos montes e aos rochedos: “Cai sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono, e dá ira do Cordeiro.” 17: Por que chegou o grande dia da ira deles, e quem é que pode suster-se?

E no Capitulo 8 – versículo 7: O primeiro anjo tocou a trombeta e houve saraivada de fogo, misturado com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte, e das árvores, e também toda erva verde. 8: O segundo anjo tocou trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue. 9: Morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída da terça parte das embarcações. Capítulo 8 – versículo 10: o terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes das águas, uma grande estrela ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto (Sidérius); e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, por que se tornaram amargosas. 12: O quarto anjo tocou a trombeta e foi ferida a terça parte do sol, da lua, e das estrelas, para que a terça parte deles escurece-se e, na sua terça parte, não brilhasse assim o dia como também a noite. 13: Então vi, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ái, ai, ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda tem de tocar. Capítulo 9 – versículo 1: Quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

Enfim, quem estiver interessado em saber o que já fora previsto há dois mil anos atrás, deve ler o Apocalipse inteiro, de João e lá encontrará muita coisa que coincide com o que, tecnicamente, venho recebendo. Os meus relatos , eu os recebo conforme já informei acima, diretamente dos seres extraterrestres, e eu mesmo fico abismado quando eles sugerem-me ler os Evangelhos e encontro lá assuntos correlatos, porém em forma de parábolas. Enquanto os que eu capto através da Mentografia são mais técnicos, mais diretos, sem rodeios ou arabescos. A verdade? Só a Deus – o Núcleo Central Cósmico pertence. Apenas faço o meu papel, capto e transcrevo visando levar novos enfoques, novos conhecimentos, e os faço sempre em nome do Criador, que é o Deus-dos-Mestres, o resto, são conjecturas, que serão mensuradas no momento, na época oportuna.

Intercalo aqui uma curiosidade sobre o planeta Absinto que é tido desde a Bíblia como símbolo do mal. Na Rússia, ex. União Soviética, houve a explosão de uma usina atômica, (que além causar muitas mortes e muita gente contaminada com radiações atômicas e até o presente momento que reviso estes manuscritos (20/10/95), deixou milhares de pessoas com as seqüelas das radiações. Cidades, campos, rios, totalmente contaminados, e se no momento da explosão o vento estivesse soprando para os lados de Kiev, uma das maiores cidades da Rússia, ela hoje estaria totalmente evacuada desde 1983) chama-se Chernobil que em russo quer dizer Absinto!?

Sobre os três novos planetas que eu já venho anunciando há vários anos e que até o momento a Ciência não se pronunciou: Ocorre que infelizmente a nossa Ciência e seus telescópios só “enxergam” o que brilha no Céu, ou seja, tudo passa desapercebido para a ciência se não refletir luz, e no caso dos três planetas e da segunda lua da Terra se dá esse fenômeno. Eles não refletem luz solar, absorvem-na quase totalmente. No caso da segunda lua, que é denominada pelos extraterrestres de CLARION e dista da Terra aproximadamente 1.000.000 (hum milhão de quilômetros), além de não refletir a luz solar fica situada no mesmo ângulo de nosso Lua natural ou primeira lua e faz os mesmos movimentos que esta, o que dificulta mais sua visualização e detectação. Os nomes dos três planetas e suas respectivas distâncias do Sol já constam do quadro da p. 67, aqui vão os nomes novamente ÁGA, OSWEN E FESP. Os dois primeiros na linguagem de seus respectivos habitantes e o terceiro, na linguagem dos habitantes do planeta ÁGA que transmitiram as informações, através de INK um habitante, maravilhoso, de lá.

Quero salientar também que, pelo processo de Mentografia, que além de escrevermos as informações, a ouvimos e as visualizamos também, as pronuncias, se não fossem decodificadas de forma instantânea primeiro pelo nosso espírito, segundo pela nossa Mente, terceiro pelo nosso Duplo-Etérico e quarto, pelo nosso cérebro, exatamente nessa ordem, seriam meros grunhidos , chiados, sombras tipo “fantasmas das telas de televisores mal sintonizados”, não poderíamos de forma alguma retransmití-las aos leitores. Desta maneira, escrevemos as informações que ouvimos e vemos, na nossa fonética, conforme são pronunciadas pelos Ets., sem sabermos seus reais significados naquele momento em nossa linguagem, ou seja, não fazemos uma tradução, apenas as decodificamos mentograficamente.

E por que nós? pergunta que muitas vezes fizemos aos extraterrestres. E eles nos respondem mais ou menos assim: “- Há espíritos que foram para o planeta Terra com vários tipos de missões programadas, para colocarem entre os terrestres, nos tempos que antecedem os assim chamado ‘final de ciclo planetário’, ou como vocês da terra denominam:- os momentos do final dos Tempos. Muitos desses espíritos programaram suas missões há centenas de anos atras e vêm acumulando experiências em suas atividades vivenciais dirigidas a esse mister, é o caso de pessoas como vocês, e como vocês há outras pelo mundo todo. Outros espíritos desviam-se dos programas preestabelecidos e enveredam por outros caminhos, tais como: Seguem à medicina por várias reencarnações, outros seguem carreiras técnico-científicas e assim por diante. É claro que tudo isso é louvável por parte de todo o ser humano, porém, buscamos mais contato com aqueles que conseguiram formar um grande leque, ou grande diversificação de atividades pessoais, ampliando seus registros espirituais ao mesmo tempo tendo uma visão panorâmica tanto do planeta onde vivem, da sua humanidade e extensa performance sobre o Universo. Caso contrário, se ao contatarmos uma pessoa sem esses requisitos importantes, teríamos como resposta, aquilo que vocês mesmos da Terra brincam:- Não tem registro…! não tem registro…

Esses registros facilitam o nosso intercâmbio de informações sobre a Terra e sobre o Universo, pois tornam-se um manancial vivo de informações, entre as quais inclui-se os dons paranormais dosadores da sintonia fina que precisa haver entre nossas mentes e as mentes dessas pessoas. Normalmente esses espíritos denotam grande amplitude e ambivalência mental e cerebral. Possuem mente panorâmica, quase isenta de qualquer tipo de preconceito ou tabus ou ainda medos ou pavores de qualquer natureza, barreiras e incertezas, fanatismos, desumanidade, falta de sensibilidade e bem como, têm o dom analítico para saberem dizer não quando for necessário, ou seja, têm a noção exata do discernimento, o poder da auto-análise fria, sem o egocentrismo natural de todo o ser humano, sem falsos pudores, mostrando-se equilibrados ao se defrontarem com o inusitado a sua volta, como ao tomarem conhecimento de vidas e costumes diametralmente opostos aos seus e aos de seu povo. Viemos acompanhando a trajetória de vida e de feitos desses espíritos durante esses milênios que já se passaram, e entre esses espíritos, os de vocês, os quais além de estarem seguindo a programação já mencionada, vêm correspondendo satisfatoriamente aos nossos impulsos mentais, portanto, não foi o acaso e nem fomos nós, extraterrestres, que os escolhemos, tudo foi fruto de um extenuante trabalho de uma plêiade de entidades juntamente com os espíritos de vocês e de outros similares, que permitiu um grande entrosamento entre todos nós.

Estes ensinamentos nunca foram dados tão declaradamente e tão publicamente a qualquer outra pessoa, pelo menos depois do período da imersão da Lemúria e da Atlântida. Frisamos bem, foram transmitidos muitos conhecimentos, mas sempre veladamente às pessoas ou à castas mentalistas, como aos Vedas, aos Egípcios e a muitos outros povos, mas nunca publicamente. De lá para cá muitos acontecimentos mudaram a face do planeta Terra, novas legiões de espíritos foram mandadas para renovar os conhecimentos em todas as áreas, de relações humanas, da ciência, da espiritualidade, etc., e infelizmente, a Terra teve que passar por vários períodos de obscurantismo, onde quase tudo se apagou, apenas sobrando o suficiente para permitir ao terrestre seu desenvolvimento lento, gradativo e muito sofrido. Só muito mais tarde com a vinda de nossos espíritos, avatares por excelência, reiniciaram-se as pesquisas na área do saber, e com esses espíritos, começaram então as semeaduras e a formação dos arquivos mentais-espirituais e registros físicos que permitiram que nós, seres vivos de outros planetas viéssemos abordá-los e instruí-los para os acontecimentos do final de ciclo planetário que ocorrerá muito breve, e o estamos fazendo até hoje, através também de vocês.

Isto vem bem de encontro àquilo que um desses grandes avatares dizia entre vocês “- A cada um conforme suas obras”. Portanto, quem tiver obras parecidas ou similares em prol da humanidade, durante todos esses milênios, não será esquecido, pois aqui estaremos todos para ajudá-lo a pô-las em Prática!”

Através do processo de Mentografia, viajamos com os extraterrestres no interior de suas naves até seus planetas, quando dentro do nosso sistema solar. Mas a maior parte das vezes mesmo dentro do nosso sistema ou dentro da galáxia ou fora da galáxia em distâncias ainda mais incomensuráveis, a nave estacionava fora do Espaço terrestre em locais bem distantes e apropriados e lá então é feito um trabalho de indução, no qual, eles trazem dos planetas deles as imagens com requintes de detalhes, que dá impressão que estamos vivendo e sentindo-se lá. É quando então anotamos tudo, decodificamos e as remetemos para nosso cérebro em vigília quase dormente em nossa casa. Este então capta e filtra tudo, passando manualmente para o papel.

Quero salientar aqui, aproveitando o ensejo, que dificilmente um ser humano chegou a ser levado para fora da Terra com seu próprio físico!. Mesmo que afirmem e reafirmem que foram raptados. O que acorre é o ser humano ser levado no máximo até as alturas ou até a estação orbital natural da Terra – Clarion, a segunda lua da Terra, e nesses locais então são feitos os trabalhos de indução onde ele passa a pensar, a ver, a sentir-se como se tivesse ido visitar um planeta alienígena.

Outros fatos ocorridos e que são realmente verdadeiros, são aqueles de análise clínica, colocação de minúsculos aparelhos de transmissão no cérebro humano, cópulas feitas dentro da nave entre seres extraterrestres e terrestres, com o fito de experiências de engenharia genética, afim de tentarem melhorar a raça deles, com sangue mais grosseiro e mais forte. Dão o nome disto de “injeção sangüínea”. E por que há necessidade deles irem buscar o gene em planeta alienígena?

Primeiramente, eles conhecem bem o que estão fazendo. Eles vêm acompanhando á distância e por algum tempo o indivíduo que eles pretendem recolher o sêmen. Quando descem e abordam o indivíduo o fazem amistosamente mas, quando há resistência devido a ignorância, o fato ser inusitado para o terrestre, o pavor do desconhecido etc. etc. então são obrigados a “levá-lo” para dentro da nave contra a sua vontade. E já lá dentro, deparando-se com fisionomias bem diferentes esteticamente da terrestre, o indivíduo fica mais reticente ainda, é quando então os extraterrestres fazem usos técnicos de persuasão até conseguirem seu intento.

O caso mais saliente é o “caso Vilas-Boas do Brasil. Vieram até ele vários tripulantes vestidos com macacões de vôo e capacetes e quem se aproximou mais dele tentando conversar e convencê-lo foi a própria moça que ia servir de cobaia (e isto nem ele e nem os pesquisadores não sabem), ela por ser mais frágil e mais delicada foi derrubada por ele no solo, quando então os demais membros da tripulação o pegaram e o levaram para dentro de nave, mas , em nenhum instante o agrediram fisicamente.

Como esse, houve milhares de outros fatos com outras conotações, porém, grande parte deles visando estudos de anatomia e de comportamento do ser terrestre, e as seqüelas deixadas em muitos deles foram devido as próprias reações psicológicas do indivíduo, o pavor e as conseqüentes reações sobre si próprio. Entre estas, reações alérgicas, queimaduras, e “esquecimento forçado”, ou seja, “aquele branco” que dá na mente das pessoas que passam por traumas psíquicos pequenos ou grandes.

Como exemplo eles nos dizem que muitas vezes foram forçados a “passarem um apagador” na mente e no cérebro de alguns pesquisados, justamente para que seus egos e seus físicos tivessem tempo suficiente de refazimento psicológico, caso contrário, poderiam entrar em colapso mental imediato ou mesmo colapso cardíaco. Porém, estavam cientes os extraterrestres da pequena possibilidade da regressão de memória que a psicoterapeutica terrestre poderia efetuar quando chegasse o momento.

Os extraterrestres sempre mais evoluídos tecnicamente que os terrestres fazem uso de vários meios tecnológicos de pesquisas quando adentram um planeta em estágio menos avançado. Só não fazem uso desses recursos os extraterrestres espiritual e tecnicamente mais avançados. Há entretanto, no Espaço Sideral aqueles extraterrestres com alto poder mental e sem qualquer escrúpulos o que os torna perante os demais, seres um tanto malignos e continuamente vigiados pelos superiores, e muitas vezes esses “malignos” não se dão conta do alcance da desarmonia que causam principalmente sobre o ser terrestre, mas quando detectados são severamente chamados atenção e interrompem suas ações.

Porém agora com a chegada do planeta Sidérius, todos eles estão se sentindo ameaçados pelo alto poder magnético deletério daquele planeta, conforme nos conta Dornete, Sidérius ao passar por planetas cuja humanidade age maleficamente causa um estrago gigantesco e muitos deles tentaram fugir com suas naves ultra velozes mas, Sidérius como um grande imã os prende em sua cabeleira magnética e os vem trazendo por onde passa, e eles, não vão conseguir sair dele até o momento propício de seu expurgo em outros orbes negativos e primitivos.

Ainda conforme Dornete, que nos faz visualizar as cenas já ocorridas, e cenas por ocorrer, tudo na base de cálculos matemáticos, e através das suas pulsações telemétricas, há sistemas solares que foram complemente esfacelados, totalmente desfeitos. Outros mudaram apenas de posição no Espaço, em torno dos seus respectivos sois, outros inclinaram de tal forma em seu eixo, que o seu interior, a sua crosta ficou desfigurada.

O sistema telemético de Dornete mostra, como eu já disse antes um quadro onde as linhas em zig-zag indicam as dificuldades e os atritos que Sidérius provoca por onde passa e neste caso, demora-se mais tempo naquele sistema solar, as linhas retas indicam que Sidérius passou rápida mas calmamente, não encontrando dificuldades e não havendo atritos. Nestes casos, ele atravessa o sistema solar em menor tempo. Por isso, a contagem do tempo que ele vai levar para chegar ao nosso sistema solar varia muito, dependendo por onde ele vai passar e quais as dificuldades que vai encontrar pela frente. Mas mesmo assim, a alta matemática sideral de Dornete permite que ele faça uma previsão.

Agora é a hora do tudo ou do nada. É a hora da separação do joio do trigo, ou ainda, usando o termo religioso comum, é a hora do Juízo final!

Por isso, em nossos céus a freqüência de naves extraterrestres tem sido vistas mais amiúde, devido, sua tripulação em missão pré-socorrista já estar preparando o terreno para atuar e poder atrair, “pescar” aqueles que poderão momentaneamente, até a passagem de Sidérius, serem recolhidos para dentro das naves-mães gigantescas, e com alimentação adrede preparada por eles durante todos esses anos de pesquisas de local e de pessoas.

E, conforme sou informado pelos extraterrestres em geral, o próximo ano será marcado por grandes afluências de naves em nossos céus, bem como pelas aterrissagens que eles farão mais amiúde, procurando contato com as nossas autoridades políticas, sociais e militares, para preparação aos futuros acontecimentos.

Estamos todos no mesmo barco, e esse barco chama-se sistema solar, e eu como um habitante desse sistema com todos os meus entes queridos, não desejo que o que me foi transmitido ocorra!. Gostaria que houvesse erro de cálculo ou que eu estivesse sonhando ou mesmo delirando, pois de quarenta anos para cá venho sendo assolado por pensamentos de temor frente às imagens akáshikas que me são mostradas e agora que estamos chegando ao fim do século, esses pensamentos aumentam em vista de muitos fatos terem se realizado conforme as previsões e temo mais ainda se os fatos conclusivos se realizarem.

O que farei? Não sei. Eles, os extraterrestres tomarão alguma providência especial? Não sei. Só sei que me sinto como qualquer cidadão, ou melhor, qualquer habitante do nosso Sistema Solar, sujeito a tudo o que de bom ou de mal possa acontecer.

A única diferença é a de que sinto-me de certa forma um ser privilegiado em poder captar, visualizar, decodificar e mentografar estas informações que agora consigo passar para os senhores leitores. Não sou fatalista, não aprecio saber de conhecimentos e acontecimentos funestos, pois, com certeza, eles também atingirão a mim e as pessoas a quem prezo. E, o que já me foi dado presenciar através deste método, as palavras jamais poderão demonstrar, e eu, julgo-me dono de todas as minhas faculdades mentais, da razão, do senso do ridículo, para querer expor-me assim, sem mais nem menos. Futuramente, espero poder transmitir as mensagens, os diálogos decodificados para nossa linguagem que darão uma idéia das impressões sentidas por nós e pelos extraterrestres naqueles momentos das captações.

Pretendemos divulgar oportunamente, fatos e mensagens daqueles que eu denomino de “extraterrenos”, que são as entidades espirituais (desencarnados), e passagens singulares de nossa vivência no mundo mediúnico e astralino, bem como, capítulos com perguntas e respostas feitas pelos espectadores durante minhas dezenas de palestras pelo Brasil e durante programas de rádio sobre vários assuntos, e que poderão esclarecer as dúvidas dos leitores, inclusive perguntas que serão feitas a partir deste livro.

Para se ter uma idéia de como esses assuntos são abrangentes, interligados entre si, e como as informações recebidas têm a ver com situações inusitadas para os seres humanos, aproveito o ensejo para abordar alguns temas que deixam os terrestres, pesquisadores ou não, confusos e incrédulos. Comecemos pelo controvertido assunto sobre o “Triângulo das Bermudas”.

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[1] No momento que recebi as informações sobre Urano não perguntei sobre o possível anel que a Ciência descobriu posteriormente

[2] Quem tiver vibrações mental e espiritual elevada seguirá para planetas de “habitats” elevados, e quem não tiver, seguirá para planetas inferiores

[3] Dando continuidade as infornações recebidas de dornete, explicarei sobre informações e detalhes s/ p/ exemplo 1 dos planetas do nosso Sistema Solar: Saturno. A finalidade? Que o leitor tenha uma noção e se familiazar com tamanhos e proporções deste planeta em relação a Terra, o Sol e a Sidérius, e ver como nós, seres humanos somos pequeninos.

Distância entre os planetas em milhões/km - desenho reproduzido (Figura 42)
Distância entre os planetas em milhões/km – desenho reproduzido (Figura 42)

A Auto-Exterminação de Entidades Vampirescas

Projeção Astral até um Castelo na região Astralina da Escandinávia próximo à Suécia e Finlândia

Eram quase vinte e trinta horas da noite de dois de abril de 1969. Nossas faculdades psicométricas, de projeção do duplo-etérico (viagens astrais) e mentografia que abrange outras faculdades inclusive a vidência, aumentavam e se hipersensibilizaram a tal ponto que para minha esposa e eu tudo o que presenciamos e presenciaríamos no campo astral já se tornavam rotineiro e nada nos assustava ou nos deprimia.

Sentamos em nosso sofá de casa de Ribeirão Pires, relaxamos como costumeiramente fazíamos antes de iniciarmos nossos trabalhos autodidatas sobre os fenômenos paranormais ou espirituais. Ouvimos a voz de alguém no Astral de nossa casa pedindo que colocasse-os na vitrola o poema sinfônico Finlândia de Jan Sibelius (finlandês). Levantei-me fui apanhar o disco, enquanto no astral notava uma movimentação de muitas entidades visando e realização de um importante trabalho. Nada sabíamos sobre o que seria. Cabia a mim coordenar a parte física e visível enquanto outros mentores cuidariam da parte “invisível” que para nós também era visível.

Deveria eu, conforme solicitação, portar-me de tal modo que pudesse presenciar tudo e gravar para logo em seguida transcrever para o papel para que outros lessem. muitos outros trabalhos fizemos, mas, por nos i integralizarmos totalmente com eles nem sempre pudemos descrevê-los. Mas aqui, salientaram-me que iriam ajudar-me na lembrança dos fatos que iriam se desenrolar para que eu pudesse escreve-los, e assim foi feito.

O que aqui vai relatado é mais uma de nossas vivências e experiências que juntaram-se ao nosso acúmulo de conhecimento sobre esses assuntos e que talvez possa trazer alguma elucidação para os estudiosos do assunto.

Gostaria de frisar que nosso objetivo essencial é tudo aquilo que engrandece o Espírito e o Conhecimento Humano e principalmente com os seres extraterrestres, porém, quando se apresenta uma oportunidade como a desta noite, quando, pudemos auxiliar dezenas de espíritos presos ao psiquismo negativo por eles próprios produzidos alguns séculos atras e que desde então “viviam” à mercê de seus atos nefandos de vampirismo que já praticavam quando viviam na matéria explorando e sacrificando com o maior requinte de barbarismo, não nos furtamos em fazê-lo, mesmo que por vezes nos causem revolta e asco diante de tanta crueldade.

Porém, nosso papel não é julgar os atos de quem quer que seja, apenas relatamos e os auxiliamos a se livrarem das amarras negativas, tanto as algozes como suas vítimas.

Iríamos conversar com um velho amigo espiritual e companheiro na vida anterior, o médico cirurgião plástico alemão de origem australiana Dr. Sidney Smith Blanes Lambert que desencarnou em S.Paulo lá por meados dos anos 50, entidade que uma de suas vidas fora um famoso compositor alemão do romantismo, que também fora pai na vida passada, de minha filha Regianne. Mas nossa conversa não foi possível nesta noite devido aos trabalhos que relatarei.

Ao colocarmos o disco do poema sinfônico Finlândia, de Sibélius, fomos imediatamente transportados segundos após aos primeiros acordes a uma região nebulosa que mais parecia ser norte da França ou Inglaterra, mas que no final viemos a saber que era na Escandinávia. A região era úmida, orvalhada.

O local parecia ser uma praça antiga, calçada com paralelepidos. A iluminação mortiça, tênue, talvez aqueles lampiões a gás ou querosene. Nos foi dito que, aquilo se passava em meados dos anos de 1700 a 1750. Encontravamo-nos, totalmente, fora de nossos corpos, os quais permaneciam sentados imóveis ao som de Finlândia, em nosso sofá da sala de nossa casa, naquele momento, bem distantes de onde nos encontrávamos em espírito.

Para nós (eu e minha esposa) as imagens, os ruídos, os sons, as vozes, eram nítidas como se estivéssemos num cinema moderno com sons estereofônicos e imagens tridimensionais, ou por outra, posso afirmar que eram bem melhores, pois estávamos vivendo e sentido tudo como se nossos corpos estivessem presentes, mas quem ali estava era nosso duplo-etérico e nosso espírito ultra-sensíveis. Todos os detalhes e efeitos eram reais para nós. Dali alguns segundos, ao som longínquo de Finlândia, ouvimos os ruídos de cascos de cavalos que pisavam firmes sobre os paralelepípedos e os ruídos das rodas de uma carruagem.

Era um coche totalmente negro até os quatro cavalos que o puxavam. A carruagem era pequena, de quatro lugares. um banco de frente para o outro. Seu interior era todo aveludado na cor vermelho vivo inclusive os assentos. Na boleia ia um cocheiro magro, alto, de rosto maquiavélico, massilento, vestido a rigor, com “smoking” e cartola, estava vestido a rigor como se viesse buscar altas personalidades, alguém ilustre.

A carruagem fez a volta na praça, parando do outro lados, na frente de um edifício como se fosse um teatro antigo. Nisso aproximou-se um homem alto vestido a rigor, todo de negro com cartola alta e vestia uma daquelas capas presas ao pescoço. Entrou na carruagem e o cocheiro a pôs em marcha. Não víamos o rosto daquele homem até então.

A carruagem seguiu até onde encontrávamos e sem que ela parasse, ouvimos ele dizer: “-subam!”. Era como se ele soubesse que estávamos ali, esperando e assistindo, e como se ele fizesse questão que o acompanhássemos. Já nos encontrávamos dentro da carruagem no assento que ficava de costas para o cocheiro e de frente para ele. Nisso, qual foi o nosso espanto ao vermos seu rosto; era como o do cocheiro, magro, maquiavélico e pasmem! Suas presas dianteiras, seus dois dentes caninos principais, eram longos e lhe saiam para fora da boca. Ali estava bem a nossa frente um famigerado vampiro! Do qual, até então, as leituras e o cinema tétrico haviam feito menção e que sempre nos parecera ficção malévola. Estávamos diante de um ser horrendo com aqueles olhos penetrantes e aquela capa negra que lhe caia às costas e com a qual ele, ao nos olhar, cobria os dentes pontiagudos.

A carruagem seguia por uma estrada solitária a toda velocidade. E nós, apesar das cenas, não sentíamos medo nem dele nem do que poderia nos acontecer, alguém do Alto nos confortava e nos animava a prosseguir. Vimos ao longe uma pequena luz, que parecia ser de uma casa. Neblina espessa envolvia a tudo e a todos. Ouvíamos os ruídos no interior da mesma era um silêncio lúgubre. Vimos, através da janela durante uma curva, que a estrada começava a ser íngreme e tortuosa. Era como um braço de terra que se dirigia a um penhasco e lá embaixo ficava o mar que aquela hora da noite era negro, escuro como breu, mas assim mesmo víamos as ondas se chocarem com as pedras.

Bem no fim da estrada no Alto do penhasco se situava um suntuoso Castelo medieval, era enorme. A estrada dava apenas para a passagem de duas carruagens em sentido contrário uma da outra e era rodeado de precipícios profundos à medida que se aproximava do castelo. A luz já estava próxima, vinha de uma das torres do castelo. Ela era como um ponto de referência apenas, pois não iluminava nada e muito menos através daquela neblina fria e úmida.

A carruagem adentrou os muros do castelo passando por uma ponte elevadíssima que já estava arreada, na espera daquela carruagem ou de outros visitantes, e dando toda a volta em redor do castelo foi para o outro lado ao invés de parar na porta interna principal, parou ao lado de uma grande parede do castelo onde não víamos porta alguma.

O homem de negro e vermelho desceu e nós o acompanhamos de certa distância, enquanto o cocheiro sem balbuciar qualquer palavra tocou os cavalos, deixando-nos ali sozinhos.

Sem que atinássemos como, vimos o interior do castelo, um grande e luxuoso salão todo iluminado com grandes candelabros e cortinas de veludo vermelho. Dezenas de casais vestidos a rigor como para uma grandes festa que estava prestes a começar. As fisionomias eram todas similares a daquele homem tenebroso, maquiavélicas e com olhares que demonstravam um sadismo extremo e uma espécie de volúpia indescritível.

Enquanto isso, em nossa casa, o nosso físico em estado semi-letargico levantava-se para fazer reiniciar a melodia Finlândia. Já começávamos a nos sentir mal. Um mal estar sufocante devido a atmosfera pesada e deletéria ali reinante, mas, continuávamos firmes. Vez por outra, sentíamos raios fulgurantes sobre nossas cabeças e lá sobre nossos físicos a fim de manter as nossas energias e a coragem de prosseguirmos com tudo aquilo que até aquele momento não sabíamos que se tratava. Porém, sentíamos que coisa boa não era! Nessa altura da cena sentíamos que o pior estava para acontecer.

O homem entrou por uma passagem secreta ao lado do castelo, a qual, pelo jeito só ele conhecia. Lá dentro todos o aguardavam para dar início ao festim. Ele apanhara um archote para atravessar os labirintos escuros que levariam até o interior daquele grande salão.

Enquanto ele lá não chegava, vimos do lado de fora do castelo e bem isolados deste por um elo de irradiação magnética que circundava todo o local, milhares de entidades de variada estatura todos vestidos de branco, que ali se encontravam como socorristas do Espaço, aguardavam o momento de entrarem em ação. Ação esta que para nós ainda era uma surpresa. Aquela plêiade de espíritos já vinha acompanhado à distância a carruagem sem que nós, seus ocupantes, soubéssemos.

O mais interessante, foi que sentíamos que aquele ser maligno estava se dirigindo ao local daquele macabro festim com o propósito de naquela noite, por fim àquelas aberrações em que viviam sob o seu comando. Não sabíamos até então quais os motivos que o estavam levando a destruir seu “habitat” naquele castelo, tanto no lado físico, pois eram mortos-vivos, e no umbral pois dezenas de suas vítimas presas ao sentimento de vingança perambulavam por lá, sobre seus ex-corpos e em perseguição a seus algozes desumanos.

Lá em casa, já se iniciava pelo terceira vez a execução do poema sinfônico Finlândia. Os primeiros acordes dessa maravilhosa melodia, por si só já são por demais sugestivos, porém, não fomos nós, apesar de sermos músicos, que a escolhemos. Ela fora escolhida pelos Mentores que acompanhavam o desenrolar daqueles funestos acontecimentos.

Aquela melodia sugere-nos em clima de revolta interior, é vigorosa ao mesmo tempo tétrica e, melancólica e cria um certo suspense emocional. É como um pedido, uma súplica sonora que vibra no Espaço em busca de uma completa libertação do ego, ou do ser humano, ou ainda de uma pátria. As notas interferem em nosso íntimo e nos leva a encarar com profunda melancolia do estado de espírito preso, amordaçado pelo clima de terror que circunda o homem terrestre em sua penosa caminhada pela vida através dos tempos; clima este que o genial amigo Sibélius captou transcedentalmente com perfeição.

Neste momento, aquele ser, surge no grande salão com o archote numa das mãos. Aquela fisionomia tétrica, de vampiro, estava como que extasiado ou dominado por uma estranha força. Ele ali parou e todos aqueles personagens que o aguardavam olharam-no espantados e estranhamente como sem saberem o por que dele estar agindo tão laconicamente naquela noite, quando seu costume era normalmente ordenar o início rapidamente das orgias vampirescas e rituais misteriosos e desumanos nas outras noitadas.

Enquanto ele aguardava o momento exato para agir, permanecia ali parado num canto do salão, nós, como se já conhecêssemos o castelo começamos a percorrer seu interior. Fomos levados até as catacumbas e lá vimos extraviados, dezenas de esquifes contendo em seu interior o que podemos chamar de mortos-vivos. Eram algumas das vítimas daquele clã diabólico.

Saímos através de corredores sempre escuros e que tinham archotes presos às paredes em distâncias regulares um do outro e, encontramos a sala dos martírios e suplícios onde eram cometidos torturas imensuráveis e que nos eram mostradas na tela mental. vimos horrorizados e ao mesmo tempo penalizados dezenas ou centenas de espíritos presos a seus corpos ou ao que restava deles, amarrados e pendurados pelos pés ou pelas mãos, sedentos e clamando por vingança contra seus algozes.

Os corredores terminavam em poços profundos repletos de víboras vivas que se contorciam uma sobre as outras e entre elas corpos e esqueletos e seus espíritos presos à eles sendo “picados” pelas serpentes e que gritavam alucinados num misto de pavor e ódio. O quadro era por demais chocante para nós e nossos corpos distantes tremiam e “chamavam” de volta nossos espíritos. Tínhamos que fazer muita força e vibração positiva ajudados pelos nossos Mentores, para nos mantermos por lá e não perdemos as imagens. travávamos uma luta mental, física e emocional muito grande, pois os choques se refletiam em nossos físicos que pelo seu senso de autodefesa natural queriam nossos espíritos de volta para eles, porém, como estávamos sendo guiados, as forças positivas do Alto eram predominantes e nos mantinham firmes naquele lugar horrendo.

Aquele ser sofredor já estava sentido o momento de agir e conseguimos captar sua mente dizendo “- Como será morrer queimado?”… “- Como será morrer queimado?!”… Todos aqueles seres no salão pensavam continuar vivos naquele estado de vampirismo. Todos, sem exceção, por conseguinte, queriam resguardar suas “vidas” e conservar suas vítimas afim de sugá-las e continuarem vivendo parasitariamente, não importando-lhes o mal e o sofrimento que causavam às suas vítimas. Captamos em seus pensamentos que pressentiam a ação de seu chefe e se preparavam para ataca-lo. Este, como estivesse entorpecido dominado por uma vontade firme ou força maior que a sua, estava embuido em acabar de vez com aquela farsa e ignomínia e isso ele nos transmitia em seu pensamento.

Já havíamos colocado pela quarta vez a melodia Finlândia.

Enquanto ouvíamos seus acordes e aqueles espíritos agora também os ouviam, transmitíamos àquele ser que naquele momento nos revelava seu nome ABLIUS GLOBIS, que, “morrer queimado” não deveria ser tão doloroso como o estado lastimável em que suas vítimas se encontravam há mais de quatrocentos anos até aquela data, e que ele deveria “acordar” para uma vida mais elevada e ajudar a todos a se libertarem daquelas condições de algozes e vítimas. Era como se ele nos ouvisse atentamente e outros também. Nisso ele faz menção de subir pelas escadarias interiores do grande salão que deveriam dar nos compartimentos superiores e lá, talvez, começar a atear fogo em tudo.

Aquela multidão semi-apavorada e enfurecida refletindo um ódio terrível em suas faces maquiavélicas partiu para cima dele e o agarraram, batiam-lhe por todos os lados com murros, tapas e pontapés e o dilaceravam com suas longas unhas e dentes pontiagudos. O archote escapo-lhe das mãos e voou longe indo cair num local com cortinas que instantaneamente começou a incendiar-se. Nisso, vimos todos os esquifes se abrirem e os espíritos serem arrancados de uma só vez e irem subindo em direção às Entidades Socorristas que os iam acolhendo e colocando-os em padiolas-astrais. Os espíritos daqueles sofredores subiam pelas paredes internas e externas do castelo tentando escaparem das chamas crepitantes. Saiam dos calabouços e sumidouros, dos poços de cobras, das salas dos suplícios, das masmorras, enfim de tudo quanto era local que jamais imaginaríamos lá pudesse haver vítimas ou sofredores. Foi um espetáculo horrendo nunca assistido por nós nem em filmes de terror. Era por demais chocante tudo aquilo que presenciávamos. Fora como se houvessem colocado desinfetantes no subsolo do, castelo e nos umbrais e milhares de aparentes seres espirituais que mais pareciam animais e insetos se desalojassem em busca da salvação daquele ambiente.

A melodia Finlândia recomeçava pela quinta vez.

Enquanto isso, no grande salão do castelo, um ambiente suntuoso mas ao mesmo tempo macabro, aqueles seres encurralados sem terem por onde sair pois ABLIUS GLÓBIS, havia fechado todas as saídas e o pavor que os dominava não permitia qualquer raciocínio lógico. Perderam a noção de onde se encontrava a saída secreta. Vimos estarrecidos aquele ambiente de esplendor maléfico ir se desfazendo à medida que as chamas aumentavam. Aqueles seres já não possuíam aquelas vestes luxuosas, e nem aqueles aspectos estereotipados de corpos perfeitos, eram esqueletos que se agarravam entre si e formavam um único bloco em chamas. O castelo era agora uma brasa gigantesca, uma grande massa de fogo, fogo que o consumia todo e o fazia desmoronar. Abriu-se uma grande fenda na terra que tragou tudo por inteiro, engolindo tudo literalmente.

Do Espaço, raios fulgurantes desciam sobre aquele local. Vimos uma magnifica carruagem branca puxada também por cavalos brancos que vinha para recolher aquele ser que havia renegado o mal e cumprido sua missão. Recolhera-o e prontamente retornará ao Espaço em meio a um brilho estonteante.

Finlândia, de Sibélius, já se encontrava próxima ao final, e o cortejo dos Socorristas seguia com dezenas e dezenas de macas-astrais transportando os espíritos doentios vítimas todos daquele estado de coisas horripilantes, inclusive o clã constituído pelos espíritos vampirizadores, os quais, de algozes que foram durante vários séculos passaram também a vítimas pois arcarão com dívidas kármicas atrozes por mais anos e anos de sofrimento tanto no astral como seus futuros físicos quando tiverem oportunidade de reencarnar.

O cocheiro também tinha seu grau de culpabilidade e conforme fomos informados voltaria em breve para missões socorristas em locais similares. Seu nome que nos fora divulgado no final dos trabalhos é PARÍUSHAAN.

E assim, vivemos um pouco mais de três horas, um trabalho de limpeza do baixo-astral cuja duração foi de mais quatro séculos, movidos que fomos pela maravilhosa e contundente música de Sibélius, genial compositor Finlandês que nasceu nos finais do século passado e desencarnou em meados deste século e talvez jamais imaginou que sua música iria ter também um cunho socorrista. Temos várias mensagens dele, uma delas vai transcrita sobre sua 5º sinfonia para que o leitor tome conhecimento de sua personalidade agora no campo espiritual. Seu poema sinfônico Finlândia, conforme ele mesmo nos esclareceu, tenta demonstrar o sentimento da alma do povo finlandês oprimido durante muito tempo pela Rússia, povo simples, amante de sua liberdade moral, espiritual e territorial. Um pais que entre outras coisas sofre temperaturas glacias pois fica próximo ao polo norte e só isto bastaria para deixa-lo com um astral sempre melancólico e cinzento, porém, não é assim, é um povo pacato, composto em sua maior parte por camponeses, mas alegres e patriotas e o poema sinfônico Finlândia é quase um hino nacional finlandês tal a sua representatividade.

Não sabemos até o momento qual a ligação entre essa música e os fatos aqui narrados, ou se Sibélius tem alguma coisa a ver também, ou se os personagens aqui descritos são naturais daquele pais.

Espero poder saber ainda.

A Execução do poema sinfônico Finlândia de Sibélius, leva aproximadamente de cinco minutos e meio a seis minutos. Isto quer dizer que só pudemos colocar cinco vezes, ficamos a maior parte sem aquele fundo musical, impossibilitados que estávamos de podermos movimentar nosso físico, mesmo estando de bem próximo a vitrola durante todo o tempo dos trabalhos.

Jesus já dizia “- O que for ligado na Terra, também será ligado no Céu.”

Depois de termos assistido tudo aquilo, pasmos, sem sabermos o que dizer, a não ser fazermos as perguntas mentalmente cujas respostas também nos chegariam pelos mesmos meios, enquanto nossos físicos distantes, no sofá da sala de nossa casa em Ribeirão Pires – Est. S.Paulo registravam tudo; o cocheiro tristonho, macambúzio, nos levava de volta até onde ele nos apanhara.

Permanecemos nesses trabalhos daquela noite na psicosfera desde as 20:30 horas até as 23:30 horas aproximadamente, ou seja, durante três horas físicas lá na região da Escandinávia que, mesmo que dispuséssemos de um jato supersônico, levaríamos mais de vinte e quatro horas só para ir até lá. Portanto o tempo e o espaço nas psicosferas correm diferentemente que na crosta terrestre. Não esqueçamos que eu e minha esposa fomos parar com nossos duplos-etéricos e perispíritos nas psicosferas das regiões sobre a Europa que dista milhares de quilômetros da nossa casa.

Nada mais soubemos do paradeiro daquelas entidades negativas, apenas o cocheiro PARIUSHAAN, veio nos buscar outras vezes ao som do poema sinfônico Finlândia para que o acompanhássemos em outras missões socorristas naquelas regiões, só que desde lá até agora (1995) ele veste-se todo de branco e a carruagem é toda forrada de branco no seu interior ao invés daquelas cores negras e vermelhas sanguinolentas. Conservou a parte externa da carruagem nas cores originais, que, conforme ele nos diz, facilita a sua locomoção naquelas psicosferas sem ser admoestado.

Para que os trabalhos acima pudessem ser feitos por nós que ainda estamos na matéria, foi necessário que as entidades se utilizassem de recursos técnicos espirituais apropriados para que nosso duplo-etérico e nosso perispírito fosse acrescido de um peso adequado e assim podermos “descer” ao nível a que se pretendia chegar. pois, apesar de termos ainda muitos defeitos e ainda sermos um tanto “pesados” espiritualmente, assim mesmo ainda somos mais leves que aqueles níveis onde se encontram estacionadas aquelas entidades negativas. Tivemos que ser “puxados” para baixo em ambiente mais deletério que o nosso da crosta terrestre. Foi como se colocassem junto em nossos “pés espirituais” para não flutuarmos mas afundarmos.

É como se fosse um tipo de imantação que nos leva aos locais ou psicosferas mais profundas, e conforme nossos relatos no decorrer deste livro, já fomos em lugares piores e mais tenebrosos, porém também seguimos para psicosferas superiores para nos encontrarmos com velhos amigos e grandes compositores em estágio mais elevado e com entidades vivas e desencarnadas de outros planetas e para isso, se dá o inverso, temos que nos tornar mais leves nos “evaporarmos” mais, e o resto, o nosso desejo, nosso poder mental e ajuda dessas entidades nos faz chegar até essas psicosferas. Ali sim, nos sentíamos livres e com uma vontade enorme de não retornamos a matéria jamais!

O caso relatado acima está mencionado em outro capítulo específico assim como outros casos e fatos curiosos sobre nossas várias visitas a outras psicosferas e de visitantes de outras psicosferas mais altas e mais baixas até nós.

Como aqui estou tratando do misterioso mundo das dimensões, menciono de passagem o caso de um elevadíssimo “habitante vivo” do planeta Netuno que tentou nascer entre nós e que apesar de viver também uma fisiosfera ou seja, na crosta de seu planeta, ser aparentemente da mesma dimensão que a nossa ou ainda estar situado na 3º dimensão e não uma psicosfera, teve grande dificuldade em baixar seu nível vibratório.

Seu nome é KÓRPKÉNS e possui como ele diz, corpo material como o nosso, apenas mais rarefeito e não precisa se alimentar de comida pesada como a nossa para poder viver. No entanto, vibra uma freqüência elevadíssima pois Netuno é considerado pelos habitantes dos outros planetas do nosso sistema solar, o planeta mais elevado; técnica e espiritualmente.

Os habitantes de lá, como KÓRPKÉNS não necessitam de naves para se locomoverem internamente e externamente para outros planetas, pois podem volitar para onde quiserem com seu próprio físico! Pois bem, este ser maravilhoso, resolveu que iria nascer na Terra para nos ajudar e ajudar a humanidade terrestre, antes ele havia nos dito que vivera conosco há milhares de anos na Atlântida e que se tivéssemos nos esforçado mais estaríamos convivendo com ele em Netuno, mas, apesar de nossos caminhos terem tomados rumos diferentes ele continuava nos acompanhando desde então e tem nos ajudado no que for possível.

Levou três anos dos nossos para “resfriar” suas altas vibrações e tentar nivelar-se com nosso “status’ de vida atual, físico, mental e espiritual. O que sabíamos todos, nós e ele , de antemão que isso é meramente impossível, mesmo para um ser da sua magnitude.

Após, mais de três anos “circulando” pela fisiosfera da Terra, KÓRPKÉNS nos avisava que havia encontrado uma família e principalmente a mãe que poderia acolhe-lo e dar-lhe um novo corpo mais ou menos em afinidade com seu espírito. Disse-nos KÓRPKÉNS que só após muito procurar, encontrou essas pessoas no país do oriente-médio chamado Iemém do Sul.

Após passados os nove meses e ele “de fora” do feto que já nos informara antes das grandes dificuldades que estava passando para poder nascer, veio nos informar agora que não conseguira sem intento, no próprio dizer dele “havia matado o feto”. O mesmo nasceu morto, sem possibilidades de vida nem com as forças superiores que os ajudaram. KÓRPKÉNS, mesmo assim, veio conversar conosco mais vezes depois disso enquanto se preparava para retornar a seu planeta “GUESTRAS” (NETUNO) , e isso levou mais três anos aproximadamente.

Podemos perceber que mesmo entre as esferas físicas de diferentes vibrações como a nossa e a de KÓRPKÉNS existe uma grande dimensão e para se passar de uma para outra, no caso de KÓRPKÉNS, de “cima para baixo” entre a “descida” e a subida “retorno” levou quase sete anos de grandes sofrimentos principalmente para a entidade reencarnante, bem como, para o feto e sua mãe.

E assim, de acordo com os misteriosos mundos das dimensões, os quais para nós, já estão quase todos desvendados, portanto, já não são tão misteriosos, KÓRPKÉNS nosso querido e elevadíssimo amigo de Netuno; não pôde reencarnar ou melhor, encarnar, entre nós, mas, mantém contato conosco diretamente de seu planeta e projeta-se em nosso frente para que possamos conversar com ele e visualizá-lo, sempre dentro da quarta dimensão.

E por falar em quarta dimensão, vou registrar aqui a presença contínua entre nos nessa psicosfera, do grande e imenso amigo Gósbolau que “habita” a psicosfera da Galáxia Centrífugas que dista de nos aproximadamente 100 milhões de anos luz.

No caso de Gósbolau que é um ser mais que elevado, já não possui ele mais forma estética pois há milhares de anos que não reencarna mais em seu antigo planeta.

Hoje ele tem a forma de uma grande chama que para nós se mostra mais alto que um edifício de três ou quatro andares. É imensamente belo e poderoso. Consegue ir para onde quiser no Universo somente com a sua força mental. Se localiza naquela galáxia mas é o Engenheiro Sideral de nosso Sistema Solar. É ele quem controla todas as performaces cósmico-siderais deste sistema que possui doze planetas mais o Sol, e as centenas planetóides, asteróides, cometas etc. Ele é responsável pela formação e equilíbrio deste sistema solar há milhões de anos.

Ouvimos e sentimos o que ele quer nos transmitir através de nossa mente. Sentimos sua poderosa força magnética que a tudo interpenetra, assim como a de Jesus o Governador Espiritual da Terra. Não há palavras para se poder descrever essas Maravilhosas Entidades que estão acima dos Guias e dos Santos, e ainda dos Anjos que harmonizam a vida micro e macrocósmica na Terra.

D.Yezzi

São Paulo, 05/04/95

De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos

Gênesis Moderna

Captado em 1967, revisto e atualizado em 1995 (13-10-95)

Dedico este capítulo aos Meus Anjos; Minha Querida e Saudosa Esposa Conceição Aparecida, Minha Filha Regianne e ao Meu Querido Genro Paulo e agora a minha netinha Giulia.

O nascimento de minha filha se deu no mesmo dia e ano a que iniciamos a captação deste assunto. Essas três criaturas, O Criador – O Núcleo Central Cósmico – Deus, colocou-as em minha vida e motivaram-me a continuar sempre as pesquisas e a continuar com o relato destas vivências. Seus exemplos de vida, suas atitudes carinhosas para comigo e de uns para os outros, deram-me exemplos de perseverança, coragem e desprendimento, sem o que, não me seria possível ter chegado até aqui.

Ao Grande Engenheiro Sideral, Gósbolau, da Galáxia Centrífugas, distante aproximadamente de nós 100 milhões de anos luz (conforme o sistema de mensuração vigente), que sendo um dos responsáveis pela aglutinação do Nosso Sistema Solar, projeta-se diuturnamente entre nós e vem nos buscar com nosso duplo-etérico e nos leva pelo Espaço Sideral a dentro para que coletemos os ensinamentos e os transmitamos à humanidade. Mostra-me através das imagens cósmicas o que pela Mentografia aqui vai escrito.

Ao outro Grande Engenheiro Sideral, Rasmeian, da mesma Galáxia Centrifugas, que reveza com Gósbolau e nos faz presenciar outras facetas da construção do Universo.

Com esses dois maravilhosos e super poderosos seres, que se apresentam para nós como duas gigantescas chamas que saem do solo e se erguem à altura de um edifício de quatro a cinco andares, podemos saber o valor e significado exatos das palavras Cosmosofia, Cosmogonia, Cosmologia e Cosmografia.

Ao maravilhoso comandante da nave do planeta Kiont, Dornete e seus tripulantes que tanto vêm nos ajudando, transmitindo-nos, para nós os demais seres dos outros planetas do nosso sistema solar, informações sobre o gigantesco plante Sidérius, astro transformador, que vem dirigindo em direção ao nosso sistema solar, e por aqui passará brevemente e todas as conseqüências resultantes de sua passagem. O planeta Kiont, de Dornete, se situa no décimo primeiro sistema solar mais próximo do nosso para dentro do espiral de nossa Galáxia, a via-láctea.

Quero deixar registrados meus eternos agradecimentos a todos os seres extraterrestres que vêm nos ajudando com suas mensagens e suas projeções de imagens de seus “habitats” e de suas naves para nós, e que desde criança nos acompanham “par-a-passo”, não nos “perdendo de vista” um minuto sequer, para que nossa missão não fosse interrompida até agora, entre eles, aqui só não os nomes de alguns, pois são centenas e eu não poderia lembrar o nome de todos mas, no decorrer das próximas edições cada um aparecerá com sua mensagem: Meus Pais queridos de lá de onde eu vim. Heclóss e Zanácla, Alléss (governador geral) e Arténias, Mercléias e Tirce, minha querida irmã Etliéls e querido irmão Zânflis, Ducléssclass e Donclér (ex. capitão Mantel da força aérea americana), Rubers, Elmides, Valliss I, Valliss II. (que está em Plutão), Valliss III , Klerkur de Plutão, todos de lá de onde eu vim para reencarnar aqui a milênios. Aos Queridos Aislan, Crislér, Jansle, do planeta Oswen, aos espiritualíssimos Kórpkéns, do planeta Netuno, Wórléns e Megakalé, do planeta Saturno, aos gentilíssimos Junót, Lyres e Benót, do planeta Júpiter, aos inteligentíssimos Ink, do planeta Ága, Irlíe, do Sol; Glonk e Trarêz, do planeta Plutão, do Niê-Rodí, do planeta de Jesus – Vênus, Zar-Xíss e Tash-Kassá, do planeta Mercúrio, ao Jarlós, do planeta Urano, ao Kromíl*, do planeta Plutão mas que fica pairado com sua nave na atmosfera do último planeta do sistema solar Fésp e de lá nos remete as imagens, ao Záskl, do planeta Arráki da oitava galáxia, ao Herb, também de um sistema solar distante, ao Timer, de outro planeta fora de nosso sistema solar ao Nk (nék) aquele comandante que examinou dentro de sua nave aquele casal americano que foram abordados em uma estrada dos EUA e a dezenas de outros seres extraterrestres que eu mencionarei em capítulos outros. Não poderia deixar de agradecer ao comandante Dornete e sua tripulação que vem nos informando sobre a rota do gigantesco planeta Sidérius, com sua nave de mais de 400 metros de comprimento (vide croquis da nave na pag) pertencente ao planeta Kiont do 11o. Sistema Solar distante do nosso.

Não posso esquecer do casal de médiuns, os saudosos Pedro Duarte Silva e Guiomar Ventura, da cidade de Rio Grande da Serra, que conosco fizeram muitas sessões de mentografia em sua casa, onde pudemos receber muitas mensagens.

As entidades espirituais da Terra que vêm nos protegendo e nos auxiliando com outras informações e mensagens, o primeiro deles o Grande Mestre Jesus de Nazareth, ao caboclo José da Barreira, responsável pela nossa formação e desenvolvimento mediunico; outros índios desencarnados, meu protetor direto Falcão Ligeiro (Tamandaré) da nação Cheyenne, o índio Tapúia, protetor de minha esposa e outro protetor dela o aborígene Manikuan da antiga civilização Maia, aos protetores de minha filha Zántius-Zendas da antiga e submersa Lemúria, a Adrian Kadésh médico entre os Tuarégs do deserto árabe, ao nosso inseparável Hunessúe que viveu no Egito como médico há aproximadamente 3.000 anos atras é só porque levantou os olhos para uma princesa egípcia que passava, foi emparedado!, hoje ele é o nosso médico espiritual, ao grande Pétrus sacerdote da antiga Atlântida, e assim a milhares de outros que os leitores tomarão contato no decorrer dos próximos volumes.

Aos Elementais todos, principalmente aqueles que nos acompanham e que pertencem a cada reino dos elementos: Terra, Água, Fogo e Ar e Florestas. Assim cada um deles vem nos assessorando com os conhecimentos minuciosos sobre seus elementos e até sobre os animais, entre esses elementais cito os pequenos gnomos Horst e seus cinco amiguinhos, cada um deles com seu nome, é claro, mas que vou mencionar em capítulo específico, sempre os chamei de Horst & Cia., que em nossa casa de Ribeirão Preto, no bairro da Ribeirânia, ao amanhecer, enquanto eu e minha esposa dormíamos, eles faziam uma pirâmide humana, um subindo no ombro do outro, ou seja, composta de três embaixo, dois sobre os três e Horst em cima de todos, apertavam o interruptor de luz na parede (tipo Pial) e acendiam a luz do quarto em nosso rosto, como para que acordássemos. Escutávamos o botão sobre a cabeceira de nossa cama estalar e mover-se e víamos em nosso astral aqueles seres pequeninos empilhados, rindo gostosamente. E nós riamos com eles. São pequeninos e vestem-se com seus gorros pontiagudos, sapatilha com pontas para cima ao estilo dos irlandeses antigos, com aqueles cintos largos e afivelados, calças justas até as botinhas, parecendo “Robin Woods” em miniaturas. São seres excelentes. Brímer que mais parece um anjinho barroco com seus cabelos encaracolados e bem loiros. Brímer é um elemental do ar, como ele nos diz, vem das regiões do Arco-Iris. Fedine um elemental da floresta com sua voz aguda e do tamanho de uma criança ou de um anãozinho .Não usa roupas é verde como clorofila. Está sempre alegra é assexuado e desprovido de qualquer malícia, sempre puro como a natureza. Fedine é um Duende da Floresta.

Outro elemental da floresta é um Fauno ou Pan que acompanha minha filha. É um ser maravilhoso com um sorriso largo, dentes alvíssimos, tem o formato do corpo metade humano, e para baixo da cintura parece um caprino com os cascos idênticos. Possui dois pequenos chifres que se salientam de dentro dos seus cabelos encaracolados. Não gosta que o chamemos de Éros. É prestativo e nos transmite uma calma, uma serenidade e uma pureza infantil, apesar de sabermos que é jovem, quase adulto.

Acho que o compositor Debussy deve ter visto um deles ao compor sua música “A tarde de um Fauno”. Discorrerei sobre isto nos próximos volumes.

Às nações de pretos-velhos e negros desencarnados que também muito contribuíram para que até aqui chegássemos. E assim, dezenas, que dentro dos seus limites de ação e de conhecimento levaram-nos (nós que nesta altura poderíamos ser chamados de bruxos modernos) às da assim chamada Direita que também tudo fizeram para alcançarmos nossos objetivos. Destas duas facções espirituais nos ocuparemos em um capítulo especial tal é a vastidão de detalhes que gostaríamos de transferir ao conhecimento dos leitores.

* Lembrar do amigo de Glonk que casou com uma moça de Marte
MISK e SAFSA (filho) ELVERCI
Sumabre (entidade captada por Alléis)
Rasmeia

Distâncias e Diâmetros dos Planetas, Nomes dos Contatos

O Que Os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós?!

As distâncias e os diâmetros dos planetas até Marte coincidem com as informações que a Ciência nos passa, porém, de Júpiter até Fesp há algumas diferenças, as quais, conforme sou informado, são resultados das medições mais imprecisas da Ciência por faltar-lhes os pontos referenciais da Terra no Espaço. Inclusive vou incluir aqui o nome dos meus contatos nos respectivos planetas para que os leitores estudiosos possam analisar as diferenças de nomes, apenas na nossa escrita e fonética, não vou mencionar as pronúncias porque se tornaria cansativo. Porém, cada leitor, poderá mentalizar e sintonizar esses nomes e seus planetas e tentar contato com eles. Isto é livre e vai ser possível de acordo potencial mental de cada um. [Ler texto completo no livro “O Que Os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós?!”]

Nome do planeta em nossa linguagem

Nome original do Planeta

Diâmetro do Planeta (Ø) em quilômetros

Distância média do Sol em milhões de km.

Nome do Contato ou Comandante da Nave de cada planeta

Sol Stáxe

1.390.447

Irlíe
Mercúrio Orníe

4.680

60.000.000

Zar-Xíss
Vênus Godi-ïes

12.300

110.000.000

Niê-Rodí
Terra Terra

12.757

149.500.000

Jesus
Marte Verchs

6.760

227.800.000

Alléss
Júpiter Silk

142.000

780.000.000

Junot
Saturno

Tólls

Without ring

115.100

1.430.000.000

Wórléns
With ring

274.000

Ring thickness

16.000

(Ainda não detectado) Äga

16.000

2.750.000.000

Ink
Urano[1] Nekatutôen

51.000

2.850.000.000

Járlós
(Não detectado) Oswen

40.000

2.980.000.000

Aislan
Netuno Guestras

44.600

4.500.000.000

Kórpkéns
Plutão Eltron

5.712

6.200.000.000

Glonk
(Não detectado) Fesp

4.300

4.450.000.000

(Kromíl de Plutão)
Lua Lua

3.474

149.100.000

(Não habitado)
Clarion Clarion

4.200

148.000.000

2ª lua da Terra é chamada lua escura. serve de estação orbital para os ETs.

[1] No momento que recebi as informações sobre Urano não perguntei sobre o possível anel que a Ciência descobriu posteriormente

Distância entre os planetas em milhões/km - desenho reproduzido (Figura 42)
Distância entre os planetas em milhões/km – desenho reproduzido por CC Publications

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