Como Se Dá a Habitabilidade dos Mundos

Sendo Deus, O Núcleo Central Cósmico, esparge de Si para todos os quadrantes do Universo os seus raios-pensantes que aqui chamarei de Centelhas.

Essas centelhas por diferenciação de micro-pulsações no momento de sua geração levam um “Y” a mais ou a menos para que, quando busquem seus invólucros (corpos) nos seus “habitats” escolham a genética feminina ou masculina. Aqui não me refiro a sexo pois em grande parte dos planetas avançados seus habitantes são assexuados, ou seja, apesar de terem a diferenciação entre homem e mulher, macho e fêmea, masculino e feminino, não possuem sexo, por isso, as centelhas nesses casos, buscam aproximação dos indivíduos cujas cadeias genéticas lhes sejam mais afim. Por que em todos os mundos que avistei e que mantive contato com seus habitantes, distingui sempre o gênero feminino do masculino, tanto pelos trejeitos delicados, linhas de contorno delicadas, e principalmente pelo instinto maternal.

Comparados com as mulheres da Terra, o gênero feminino desses habitantes assexuados são mais delicados, mesmo não possuindo os “contornos esculturais” como as mulheres da Terra. E os homens, apesar de apresentarem uma característica própria são bem mais delicados que os homens da Terra, porém, bem masculinos na acepção do termo.

Há planetas avançados e outros em evolução, habitados apenas por hermafroditas, ou seja, contendo o gênero feminino e o masculino no mesmo corpo, apesar de serem assexuados, e nos planetas em evolução, há os habitados por hermafroditas portadores dos dois sexos, macho e fêmea. Nestes casos, variam muito os contornos físicos e sua estéticas, mas, pude observar a predominância da delicadeza racional e material e bem como o toque e a responsabilidade masculina. São seres ambíguos que, para os terráqueos, suscitariam espanto e incompreensão.

Mas o Núcleo Central Cósmico Deus, composto por milhões de inteligências que vieram se formando ao longo de bilhões e bilhões de anos, através da autotransformação, geração expontânea, auto-deformação, não está preocupado com o Anti-natural que é uma conseqüência do Natural, ou seja, O Núcleo Central age naturalmente expandido-se através de seus raios-pensantes ou centelhas seguem em busca de habitar um “habitat”. O “habitat” ou mundo que naturalmente foi formado antes, adquire características de atração, absorção, repulsão dos seus afins e não afins, assim sendo, cada centelha é atraída para a periferia daquele mundo que a atraiu, ali permanecendo por vários séculos burilando o ambiente físico e as psicosferas ao redor e em seu interior que lhe permitirão o bruxuleio de uma forma de vida física ou energética, tangível ou intangível, com braços, pernas, tronco e cabeça, olhos, ouvidos, aparelhos circulatórios, aparelhos respiratórios, nervos, músculos e veias, intestinos ou bolsas estomacais, ou apenas uma chama, uma forte luz que se alimenta da Fonte Maior, O Plano Divino.

Cada centelha formará com as outras que lhe são afins o seu próprio “habitat” e, enquanto o trabalho de burilamento astral é lentamente elaborado, formado assim as regiões chamadas “espirituais”, onde se situarão os anjos, os arcanjos, os espíritos de grande magnitude que abrirão caminho para as centelhas que habitarão o solo, a crosta planetária vai sofrendo as mutações ambientais que darão origem a um tipo de vida racional e progressista, visando sempre o retorno à sua fonte criadora, O Núcleo Central.

Desta forma, os mundos vão se originando com características próprias e aqueles que por naturalidade forem mais grosseiras terão chances de elevação para os mundos imediatamente superiores a eles, os quais, também se formaram naturalmente e assim sucessivamente.

Quando as centelhas conseguirem habitar seus próprios “habitats” e alcançarem mais rapidamente o progresso servirão de “professoras” para os mais atrasados, estes por sua vez, servirão de expiação ou de expurgo para aquelas centelhas retardatárias que não conseguiram se harmonizar e até desarmonizaram seus “habitats”, estas serão compungidas a irem até os mundos ou “habitats” mais inferiores e darem lá seus exemplos de vida e de conhecimento, porém, muitas vezes, essas centelhas se tornam revoltadas, e negativas e se voltam contra seus superiores e seu Criador, transformando-se nos “tais” “anjos-decaídos”, ou demônios, e outros congêneres de que são chamados pelos que habitam aqueles mundos mais inferiores, e que por serem inferiores passam a adorá-los e serem dominados por eles, que na sua ira e negatividade transformam aquele “habitat” em caos total e obrigando então aos Engenheiros Siderais, centelhas que como eles tiveram a mesma origem mas alcançaram a elevação mais firmemente, coloquem um sistema de drenagem ou de expurgo através de um planeta como o Sidérius, “coletador de negativos” e promovam uma limpeza e higienização dos “habitats” inferiores.

A Terra é considerada hoje um desses planetas inferiores onde haverá uma grande massa de expurgados para “habitats” mais rudimentares ainda que ela.

Após as centelhas se fixarem nas regiões periféricas do “habitat” para o qual foram atraídas e lá durante milhares de anos fomentarem o “status-quo” para habitá-lo, começam a baixar em direção a crosta ou aos mares em busca do futuro organismo com o qual se revestirão (no caso da Terra é com certeza que a primeira origem orgânica foi através de batráquios que tanto vivem na água como na terra e não apenas do macaco que pode ser uma ramificação posterior, Karmática-evolutiva do ser terrestre), encontrando-o dá-se então a “incorporação” da centelha que através de pulsações começa a dar ao organismo escolhido os primeiros indícios de personalidade, racionalidade, direção grupal, de vontade própria, independente daqueles da mesma espécie que não foram incorporados, e após outros milhares de anos de “fusões e confusões” começa a adquirir forma humanoide no caso de planetas como a Terra, e outras formas, no caso de planetas mais sutis ou menos densos e rudimentares. Aí vem o primata, o “homosapiens” e outros. Já nesse estado, começam então os processos morfológicos onde seres de planetas mais evoluídos aportam fazendo os cruzamentos necessários com as fêmeas a fim de fortalecer geneticamente o ser. São as chamadas “injeções-sangüíneas”, dando-se assim a formação do que eu chamo de “meridiano genético”; ramificação onde vamos encontrar vários seres em várias e indefinidas gerações com as mesmas características de traços, costumes, maneirismos, e outros detalhes, os quais não vem a ser apenas a “árvore genealógica” conhecida pela ciência, pois nesta inclui-se de preferência os antepassados e no “meridiano genético” nós vamos encontrar seres de raças diferentes, países opostos em localização, distantes, mas que as pessoas se parecem em tudo e fazem quase que as mesmas coisas, ou os mesmos trejeitos e condutas.

As Centelhas quando saem do Núcleo Central, são ainda embrutecidas, cruas e virgens, por isso necessitam das pré-adaptações nas psicosferas de seus futuros habitats e só muito tempo depois é que “nascem” em seus novos organismos ou invólucros e iniciam a jornada de exploração planetária, a vida propriamente dita e é quando então são regidas pelas Leis Kármicas que medirão suas ações e reações, obrigando-as a permanecerem ou não naquele estágio de evolução, permitindo-lhes sempre o uso de seu livre arbítrio, porém, compungindo-as “a colherem obrigatoriamente o que plantaram”, se positivos colhem positivos, se negativos colhem negativos, e, assim em todos os demais detalhes e nuânces da vida. Sempre buscando-lhes suas lapidações, suas ascensões de retorno ao Núcleo Central, e quando, milhares ou milhões de anos de árdua ascensão chegarem ao Núcleo, voltam a ser Deus, ou Engenheiros Siderais que semeiam e controlam tudo no Universo, mais especialmente o setor, o Meridiano Cósmico por onde passaram, viveram e se tornaram especialistas. Tal como, Gósbolau, que se situa na Galáxia Centrífugas, a cem milhões de anos luz distante nós, mas é responsável pelo Nosso Sistema Solar.

Contrariando o pensamento exclusivista da Ciência, eu diria que em todo os locais do Universo poderá haver espaço para uma centelha racional ou raio-pensante que é espargido do Núcleo Central, portanto, como a própria centelha faz seu “habitat” e o “habitat” faz a centelha, a Terra é apenas mais um entre esses trilhões de locais e por sinal um ínfimo local. Como as centelhas vão para todos os quadrantes, podem muito bem irem também alojarem-se nos mundos dos “quasars”, ou buracos negros e se o local contém energia negativa ou a anti-matéria do Universo, essas poderão ter um imenso potencial negativo e se escapam daqueles locais, promovem o desequilíbrio harmônico do Universo. Portanto, a meu ver, e analisando o que os meus amigos extraterrestres dizem, aqueles com os quais mantenho contato, as centelhas saem do Núcleo, como diamantes brutos a serem lapidados, e as lapidações se dão dentro dos “habitats’ para os quais elas foram atraídas e neles, bruxuleiam a vida e a sua ascensão de volta ao Núcleo Central para de novo participarem da criação do Universo, não mais como criaturas mas já como Criadoras.

Mas, caberia a pergunta: Por que é necessário todo esse trajeto para o círculo evolutivo, como um “moto-perpétuo” se a centelha poderia permanecer dentro do Núcleo e lá mesmo evoluir?

Porque o Núcleo Central Cósmico-Deus, é expansão, criação dinâmica, mutação contínua e a centelha segundos após espargida perde o teor vibratório Central, e vai perdendo mais e mais à medida que avança para o Universo e se distancia do seu Emissor. É como se ela fosse “quentíssima” no Núcleo, ao sair dele fosse gradativamente se “resfriando” até parar no “habitat” para o qual foi atraída.

Um exemplo simples para que o leitor possa visualizar melhor o que estou dizendo, basta pensar numa pedra de radium ou qualquer outro material radioativo ou não, como por exemplo uma lâmpada comum. Seria como se quiséssemos que as radiações ou os fotônios espargidos de cada uma daquelas fontes, voltassem ou não, saíssem do núcleo radioativo ou emissor dos fotônios. Impossível, porque depois de emitidos não tem mais retorno e se puséssemos um espelho refletor revestido de chumbo na frente do Núcleo emissor, as partículas radioativas ou fotonicas bateriam no espelho e retornando se chocariam com as outras partículas que estariam sendo emitidas. Ambas se chocariam e se desviariam uma da outra formando buracos ou manchas, como no Solo, e ao se chocarem, buscariam a periferia do seu Núcleo emissor e iriam nos parecer labaredas devido a grande quantidade e grande continuidade das emissões.

Outro exemplo, um tanto “simplista”, mas que retrata bem o que quero dizer é aquele de se querer fazer o espermatózoide retornar ao saco escrotal depois de ejaculado. Impossível. E, mesmo que o colocássemos de volta lá dentro, por meios artificiais, ele já não seria o mesmo, já se teria resfriado, morrido e poderia disseminar a morte dos demais em seu interior. Busquei este exemplo porque ele faz parte do quotidiano do ser humano.

E os elementais? São centelhas também? Como se originam? De onde vem?

Da mesma forma que as centelhas que saem do Núcleo Central buscam seu “habitat” condizente com seu teor vibratório, os elementais, centelhas racionais que são também, buscam no elemento da natureza, que forma seu “habitat”, a manifestação de seu físico ou do seu veículo biotípico para explorarem seu meio-ambiente. Alguns se formam das árvores e florestas; outros, das águas dos mares, das águas dos rios; outros do fogo, outros dos ambientes mais grosseiros, grotescos e até macabros, outros do ar e etc.

Muitos desses elementais são por assim dizer formas, pensamentos de seres humanos que por ali viveram durante centenas de anos e por ali mesmo desencarnaram. São como se fossem radiações de centelhas mais rudimentares que só mantiveram contato com os elementos e com a natureza do “habitat’ e do seu próprio ser que os leva a procurar seu magnetismo, condizente com seu teor vibratório.

Ainda hoje, os gnomos, elementais das cavernas, das pedras das minas, ainda nos aparecem vestidos ao tempo da idade-média, porque, estes brotaram naquela época e se mantém como se originaram. Outros são de épocas mais remotas, mas pelo que pude avaliar, vão desaparecendo ou sendo transladados para outros locais dentro do planeta ou para outro planeta à medida que os tempos vão mudando em seu “habitat” natural. Eles são frutos do meio-ambiente e do meio-pensante da época e de um povo. Passados esse ambiente, essa época, e esse pensamento conjugado, eles desaparecem. Não morrem, simplesmente passam a viver nas suas respectivas psicosferas que não se alteram ou, são transportados para planetas onde possam se manifestar livremente.

É claro que devem estar surgindo elementais modernos afeitos ao novo ambiente, já completamente alterado, onde impera a devastação do eco-sistema, onde o ser humano mais robotizado, não tem mais aquele cuidado e respeito pelo seu “habitat”, onde também, impera o crime, as drogas, os vícios de toda a ordem. Desse ambiente soturno e às vezes macabro e desumano surgem fatalmente elementais que brotam desse meio e auxiliados pela força mental da humanidade atual e das centelhas embrutecidas se locupletam dessa situação de caos dominante.

Há também os casos, se bem que reduzidos, de centelhas que habitaram corpo humano e que por circunstâncias inóspitas e inesperadas, e desencanto com o mundo do ser humano (o caso daquela entidade de nome ZAIDA que tem a parte superior do corpo mulher e a inferior, uma cauda de serpente), passam a adotar o meio elemental onde tiveram que viver e desencarnar. E, os casos de animais muito inteligentes, que conseguem subir os degraus da centelha dos elementais, para darem prosseguimento a sua evolução.

Mas há também os casos das aberrações kármicas entre as centelhas humanas, que por uma atuação muito negativa em seu passado, vem reencarnadas como seres humanos mas, com a mediunidade de transfiguração, que sob influência do magnetismo lunar transformam-se em animais principalmente em lobisomem, em vampiros e outros, mas estes não são considerados elementais são, isto sim, portadores de um pesado karma tóxico que os obriga a perambular pelas noites como mortos-vivos.

Assim também não são considerados elementais apesar de viverem, vampirizarem os viciados e seus vícios, as entidades do baixo-astral, tais como: Pombas-Giras, Exús, e outros que sugam os fluidos do prazer sexual, da bebida, do tabaco, das drogas, das doenças de modo geral, dos ambientes de jogos e prostituição, dos ambientes mórbidos, dos ambientes de crimes, das artimanhas, dos setores dos lesa-pátria, das cadeias, dos manicômios, enfim, esferas e psicosferas negativas. Apesar de que, detectei vários tipos de elementais perniciosos que também brotam desses ambientes e se alimentam dos fluidos e miasmas ali gerados. Tais entidades, muitas vezes antiquíssimas, possuidoras tanto de grande sabedoria quanto de domínio das forças malignas, nada mais são que aquelas centelhas das quais falei anteriormente que, revoltadas contra tudo e contra todos, principalmente contra o Criador passaram de Anjos Elevados à Anjos Decaídos, carregando seus perispíritos e os de suas pseudo-vítimas, na maior parte das vezes seus antigos algozes, de alto teor de toxinas negativas que não lhes permite mais voltar ao que eram, a não ser através de grandes sofrimentos drenadores pelos quais irremediavelmente, mais cedo ou mais tarde terão que enfrentar. Terão que espontaneamente perdoar, serem perdoados e antes de tudo, se auto-perdoarem.

Por isso, encontramos elementais de toda natureza e todo o tipo de conduta, tais como: conduta bondosa e prestativa, conduta maldosa e negativa, conduta zombeteira que fazem o mal e o bem ao mesmo tempo ou não fazem nenhum dos dois, conduta passiva, defensiva, e neutra, mas, tratando-se de elementais quase todos são puros e produtos do meio, podendo ser controlados por mentes mais poderosas que as deles. Na verdade, muitas vezes são utilizados por entidades maiores como instrumentos de efeitos físicos sobre a natureza humana e sobre o eco-sistema.

Entretanto, é bom salientar que essas entidades são também muito úteis nos trabalhos reversivos ou de correção do mal ou desarmonias praticados por outros ou por elas próprias. É a utilidade racional do negativo empregada pelas Entidades Superiores.

D. Yezzi
S.P., 27/11/95

O Triângulo das Bermudas

O que vem a ser esse tal “Triângulo das Bermudas”?… E as lendas ou fatos ocorridos lá, têm procedência?, são verdadeiros?, e até onde os Extraterrestres estão implicados neles?

O Triângulo das Bermudas ficou assim chamado porque configura-se em um grande triângulo imaginário que abrange a região entre as ilhas Bermudas e o Continente Americano sobre e sob o oceano Atlântico. Como alguns fatos de desaparecimento de navios, aviões e suas tripulações, ocorrem basicamente naquela região, traçou-se linhas imaginárias sobre os mapas da região que assim passou a ser conhecida.

Como e porque ocorrem esses fenômenos?

Antes de mais nada, devo informar também, e que já é de conhecimento dos estudiosos, de que há outras regiões na Terra com as mesmas características do Triângulo das Bermudas e coincidentemente ou não se situam como num cinturão nos mares em volta da Terra, seguindo as mesmas linhas dos paralelos. É famosa também aquela região no mar do Japão onde ocorreram desaparecimentos de embarcações.

Conforme é de conhecimento do leitor, através de expedições, foram encontrados no fundo do mar na região do Triângulo das Bermudas construções antigas, tais como muros extensos, obeliscos e até uma pirâmide similar a pirâmide de Keops, do Egito, pressupondo-se que lá existiu outrora alguma civilização que foi submersa pelas águas.

Conforme sou informado por seres extraterrestres que também se interessam por conhecer o que ocorre nesses locais, já que conforme eles também me afirmam categoricamente, não terem nada a ver com o que já ocorreu ou vem ocorrendo por lá, no fundo dessas regiões que antes estavam à flor da água, está submerso o grande continente da Atlântida e que aquela civilização era bastante adiantada tecnológica e mentalmente e seus membros, tais como, cientistas, sacerdotes, magos etc., já faziam uso da energia magnética e possuíam naves voadoras denominadas Vimanas e, antes de serem totalmente submersos, seguiram para o Antigo Egito, para a Índia (Vedas), levando consigo principalmente os planos das obras arquitetônicas como as das pirâmides, e inclusive das naves e das energias nelas utilizadas, mas, conforme desígnios superiores, algumas coisas eles tiveram que “deixar de lembrar” e outras não, e muitas usinas produtoras dessas energias ficaram submersas com os continentes da Atlântida, da Lemúria e outros, e algumas delas ainda continuam com atividades residuais, ou seja, semi-desligadas, mas ainda emitindo energia magnética, energia esta, conforme a circunstância, muito mais poderosa que a radiação atômica e mais ainda que a eletricidade.

Os fenômenos nessas regiões não ocorrem diuturnamente mas sim, em alguns momentos do dia, da semana, do mês, ou até do ano, ou seja, são acontecimentos esporádicos o que leva aos extraterrestres suporem que em algum momento haja um sincronismo de sintonia entre as energias que estão em atividades submersas, o polo magnético da Terra, os pólos magnéticos dos planetas do sistema solar, o polo magnético do Sol, o polo magnético central do sistema solar e até com outros pontos catalisadores de energia magnética situados no próprio solo da Terra, tais como as pirâmides do Egito e outros.

A convergência desses pontos todos ou de alguns deles com os pontos submersos dá-se o que denominamos (eu e os Ets) de: Ponto Cinético da Matéria, ou Ponto de Cruzamento, ou Ponto de Convergência energética e, quando isso ocorre, abre-se como um portal magnético entre a fisiosfera (terra) e as psicosferas (campos paralelos astrais mentais-espirituais), e naquele momento tudo o que estiver passando ou parado por ali, no mar, na terra ou no ar, é sugado sem se desintegrar passando como está, na forma que se encontra, para o “outro lado”. E se forem seres vivos deverão estar vendo numa esfera especial ou foram pulverizados e desmaterializados no momento da “passagem” energética.

Para que houvesse o retorno daquelas pessoas que passaram para “o outro lado” por aquela espécie de “buraco negro”, ou “quasars”, ou ainda, “sumidouro”, “portal” etc., se porventura não foram desintegradas em sua matéria, seria necessário que o ponto Cinético da matéria, ou de convergência das energias magnéticas, ocorresse novamente com elas na mesma posição e no mesmo local exato, de quando saíram, como isso normalmente não ocorre, pois o desespero leva as pessoas a se movimentarem como alucinadas a procura do que lhes acorrera e o planeta em seu giro sai daquela posição em consonância com o ponto que provocou a “abertura”, então não há a possibilidade de retorno.

A mente do homem é poderosíssima e, tudo o que ele imaginar ou colocar em suas elucubrações fantasiosas ou de ficção científica, já está registrado nos “registros akashikos” do Universo e bem como seu passado em seu planeta de origem e, no momento que haja a possibilidade tecnológica de ser posto em prática aquilo que sua imaginação criou ou gerou, isto ocorrerá com certeza. É questão apenas de tempo e avanço técnico e mental.

Portanto, o que ocorre na região do Triângulo das Bermudas e outras regiões similares, não é produzido pela mente do homem moderno da Terra, nem por seres extraterrestres mais afoitos ou belicosos como é noticiado, mas, há nesses locais uma espécie de técnica-natural de teleportamento, ou a “máquina-do-tempo natural”, e que o homem vem procurando em suas ilações de ficção científica. O Universo já é composto de várias regiões similares, e os extraterrestres os detectam com suas velocíssimas naves e os evitam, desviando-se deles para não serem tragados!

Somente no Espaço Sideral é que esses locais são contínuos e detectáveis pelos instrumentos das naves, e nas regiões submersas da Terra são esporádicos e não detectáveis, por isso eles tentam analisá-los mergulhando e vasculhando-os com suas naves porém, cautelosamente.

Um exemplo típico do uso técnico do ponto de energia Cinética da matéria, ou ponto de convergência dessa energia, são as lutas marciais orientais, mais especificamente os que fazem karatê.

O uso do karatê como hoje em dia todo mundo sabe, é feito com o emprego da parte lateral da mão. Já muitas vezes mostrado em público, quando o ‘karateca”, o lutador que aplica o karatê, quebra pilhas de tijolos, pilhas de telhas ou outros objetos sólidos e volumosos, que uma pessoa qualquer não conseguiria por não ter o treino, a prática e o conhecimento.

O que ocorre é que ao aplicar o golpe apenas com a mão que é de carne e osso, o lutador atinge exatamente o ponto de equilíbrio da matéria, que é o ponto Cinético. Ele não pode errar, nem para mais nem para menos, caso contrário, sua mão é que sairá quebrada. Porque nesses pontos de equilíbrio quando atingido se dá exatamente o desequilíbrio das células e moléculas da matéria, e então ela se parte. A de cima quebra, quebrando as demais e a mão nada sofre, nem uma “dorzinha” sequer.

Nesse golpe quanto maior resistência houver por parte do outro a ser atingido, mais vulnerável e mais quebrado ele ficará. Ao passo que quanto menor for a resistência menos efeito o golpe alcançará. Haja vista que um karateca não conseguirá cortar um peixe com um golpe de karatê, porque o peixe não oferece resistência, não é rígido. Outra forma de se atingir o ponto Cinético da matéria e que ocorre muitas vezes com as pessoas é aquele que com apenas uma folha de papel comum pode se fazer um corte no dedo, ou seja, como isso seria possível com uma folha de papel, material delicado, se não fosse atingido o ponto de equilíbrio da matéria? Com essa mesma folha de papel pode se cortar a veia jugular de um indivíduo e causar-lhe um dano físico irreversível. Outros meios são as vibrações sonoras que podem estilhaçar cristais e outros objetos.

Já fiz um teste com meu violino. Tocando a corda Mi (a mais aguda) numa nota hiper aguda também e, apontando-o para uma teia de aranha na qual a aranha se encontrava próxima ao seu casulo, vi-a cair morta ao chão após eu ter iniciado a vibração. Não sei se as aranhas ouvem os sons, só sei que aquela caiu, despencou de sua teia que se localizava no canto do teto da sala de visitas de minha casa de Ribeirão Pires, há três metros do solo, como se tivesse sido atingida por um raio. Se não foi o som, foi a vibração.

O que me levou a fazer esse teste? Foi por acaso, quando ensaiava o violino em casa notei que quando eu passava por uma determinada nota aguda a aranha se balançava na beira da teia e seguiu para próximo de seu casulo aí então percebi que poderia atingi-la.

O uso do raio “laser” que pode ser regulado para desintegrar pontos de obstrução nas artérias. Não é só o poder da “luz concentrada” mas sim porque é atingido o ponto de equilíbrio, caso contrário, esses locais de obstrução não se desfazem, podendo até acarretar danos na matéria etc., etc.

Outro artefato que pode ser comparado com os fenômenos do Triângulo das Bermudas e locais similares e nos dá uma pálida idéia do que lá ocorre, são as famosas máquinas-caça-níqueis americanas. Quando o jogador consegue atingir ou emparelhar todas as figuras iguais, o ponto é atingido mecanicamente e a máquina se abre deixando cair todas as moedas que contém em seu interior. Enquanto as figuras não se emparelham o “portal” não se abre para o jogador.

No Triângulo das Bermudas, os navios passam com suas tripulações, aviões em esquadrilha. As bússolas de vôo se descontrolam, primeiro sinal da energia magnética se reativando e de repente o piloto não sabe mais onde se encontra, seus companheiros dos outros aviões também falam sozinhos… estão adentrando o “portal para o outro lado’ e tudo se fecha por traz deles desaparecem o mar, os locais de referência e nenhum contato mais com a base… passaram.

Ocorreram casos onde foram encontrados navios com tudo preparado para um almoço ou jantar geral a bordo. Mesa posta, talheres e pratos impecavelmente arrumados, tudo pronto e em seus devidos lugares, porém…, onde estão a tripulação e os passageiros? Sumiram!, simplesmente evaporaram em pleno alto mar, no meio do triângulo. Nada foi tocado. Nenhum vestígio de qualquer tipo de violência. E então o que ocorreu? Como se explica o ocorrido?

Explica-se da seguinte forma: O navio se aproximava do local que naquele momento ia se dar o ponto Cinético ou convergência das energias magnéticas, mas a vibração foi rápida suficiente para dar tempo de passar apenas a tripulação e os passageiros que foram “tragados”, não dando tempo de atingir o navio. Talvez pela polaridade e pensamento dos físicos e das mentes da equipagem. Enfim, passaram para o lado de lá, somente as pessoas e o navio não. Outros casos houve em que desapareceram navio e tripulação e nunca mais foram encontrados!

Os extraterrestres nada têm a ver com os acontecimentos do Triângulo das Bermudas e outras regiões parecidas. Alguns extraterrestres de fora do nosso sistema solar estão implicados em mutilação de animais, queimaduras de pessoas, black-out de cidades como Nova York, São Paulo, rapto de aviões, investida sobre automóveis e casos congêneres, os quais serão fruto de uma explicação especial futuramente.

Há também extraterrestres que caíram com suas naves intactas em solo terrestre e perderam muitas vidas, outros cujas naves explodiram em pleno ar terrestre. Mas para todos esses casos há uma explicação dada por eles mesmos.

O Núcleo da Terra é Incandescente?

Não! O Núcleo da Terra não é incandescente como afirma a Ciência. Esta é mais uma aberração! precipitada pelas relações empíricas dos cientistas que lá nunca foram e nunca colheram amostras do núcleo incandescente da Terra. Tudo fica nas barreiras da hipótese.

Por que o núcleo da terra não é incandescente ou não está em fusão? E os vulcões que expelem lavas incandescentes e destroem tudo? E os vulcões do fundo do mar? Como se explica então tudo isso? Como se esclarece então as altas temperaturas e os gazes altamente tóxicos que exalam?

1º) Primeiramente, devo dizer que se o núcleo da Terra estivesse em fusão, então isto provaria que a Terra não é oca.

2º) Se a Terra fosse oca, onde se localizaria seu núcleo incandescente? Qual afirmação é a maior das aberrações? As duas.

3º) Para mim, ou para a Ciência, núcleo incandescente ou em fusão, quer dizer que haja fogo. Poderá não ser labaredas mas algo está queimando em alta temperatura e, para haver combustão, qualquer estudante primário sabe que precisa haver um agente principal que é o oxigênio, ou seja, sem o oxigênio não há combustão interna do núcleo terrestre ou deverá haver uma grande passagem ou grande rachadura do núcleo até a crosta para que o processo de combustão fosse alimentado, ou seja, por onde deverá entrar o oxigênio. Se houvesse tal rachadura, mesmo que os vulcões fossem considerados como tal, o nosso planeta já se teria partido em duas ou mais partes, pois ele seria uma panela de pressão pronta a explodir ou a “vomitar” todo o seu conteúdo incandescente para fora. A pressão do calor e dos gazes seria gigantesca e o planeta não resistiria com certeza. Além do que essa passagem ou rachadura poderia se dar através do mar e permitir a entrada da água dos oceanos acarretando um grande choque térmico e resfriamento abrupto do núcleo, podendo também ocasionar a desintegração do planeta, explodindo-o ou pelo menos causar-lhe danos e grandes perturbações em sua rotação em torno do seu eixo e em torno do Sol e desequilibrando totalmente a vida na superfície.

4º) Então restariam os vulcões, que inexplicavelmente vomitariam material incandescente e espessa fumaça composta de gases tóxicos. Não seriam vulcões válvulas de escape que entram em erupção à medida que a pressão do calor e dos gases internos aumenta? Podem até ser, não afasto essa hipótese, mas, temos as hipótese anteriores que derrubam esta. E podem ser os vulcões válvulas que deixam escapar gases de diferentes formulações que ao se encontrarem na crosta com o oxigênio, entram em combustão apenas nas proximidades da superfície. O mesmo deve se dar nos oceanos pois a água do mar é constituída de oxigênio.

A meu ver os vulcões são resultado de choque ou reações fisioquímicas que se dão nas camadas da sub crosta terrestre, ou seja, elementos opostos que se chocam. formam gases e por pressão são expelidos para fora da crosta. Como ocorre com o Sol, e com o petróleo, que após milhares de anos de sedimentação e fermentação no subsolo forma-se aquele líquido negro oleoso acompanhado de gases sem combustão e que são expelidos naturalmente ou quando o homem perfura as camadas geofísicas.

Como eu disse, o petróleo não está em combustão no subsolo e nem o Sol, sobre o qual explicarei em capítulo especial.

No caso dos vulcões os elementos que entram em choque, reagem sem o concurso do oxigênio, por exemplo como dois gases diferentes ou dois componentes ácidos que se incandescem aí sim ao aproximarem-se do oxigênio na flor da crosta terrestre. Só nesse momento o vulcão começa a jorrar as lavas incandescentes, essa atividade é mantida enquanto existirem os elementos reagentes em seu interior, os quais, são esgotados à medida que são expelidos. Isso pode levar centenas de anos, durante os quais podem haver interrupções temporárias devido a desvios ou parcial esgotamento de um dos elementos. Formado o elemento, por deformações do subsolo ou devido a outra causa qualquer, novos choques fisioquímicos ocorrem, retornando as erupções vulcânicas. Isto pode acontecer na sub-crosta terrestre ou nas profundezas do mar. Não devemos esquecer também que a água contém o oxigênio que é um dos agentes que provoca a combustão.

Desta forma, como podemos observar, ninguém é dono da verdade, nem eu, sobre alguns fenômenos geológicos que ainda permanecem em mistério, ou melhor, em aparente mistério até que hajam comprovações científicas ou não. “Entre o céu, e as terras da vã filosofia humana”!

Portanto, neste assunto do núcleo incandescente da Terra e dos seus vulcões eu lanço mais essas questões para os grandes sábios tentarem solucionar.

Considerações Gerais – Vaticínios

São Paulo 10/10/89  às 15:45 h

Quem Viver Verá? Verá?!

Quem morrer verá! Será?

Verá o campo espiritual

Verá um novo mundo

Verá as outras moradas

De que tanto falou o Mestre

Verá o desenrolar dos

Novos acontecimentos telúricos

Verá cidades inteiras

Serem engolidas pelo mar

Verá países submergindo

E com eles, todos os corpos

De seus habitantes desolados

Verá o grande dia e a

Grande noite que antecederão

As terríveis hecatombes que

Mostrarão os novos horizontes,

Verá as estrelas mudarem

De posição no céu, no zênite

Verá a verticalização do eixo

Deste planeta, a Terra

Quem morrer verá. Será?

Só quem morrer verá!

Pois quem estiver vivo

Naqueles terríveis momentos

Não conseguirá mover-se

De terrível pânico e medo

Não confiará mais em nada

Só na morte redentora

Que o transmutará em espírito

Para as suas novas moradas

de acordo com sua índole

Com seus merecimentos e

Com suas obras deixadas

Para traz, para a humanidade.

Quem morrer verá! Será ?!

A única coisa que daqui

Poderá levar um dia,

Que é o “Conhecimento

Que aqui Deixar”!

Ao contrário do dito popular:

Quem viver Verá; – apenas

Quem Morrer Verá! Será? Só e tão

Somente Quem Morrer Verá! Será?

E as mudanças há muito

Que se iniciaram e,

Com o surgimento no Oeste,

Do grande planeta Sidérius

Que se aproxima implacável,

Somente os que estiverem em

Espírito e Espiritualizados

Poderão ver e assistir a tudo

Sem serem atingidos ou

Imantados à aura daquele

Gigantesco Sol que será aceso

Em meados de 1997.

E a única maneira é não

Se estar em sintonia com

Suas vibrações deletérias

E o ente capaz disso é

O espírito evoluído desprovido

Da matéria susceptível a dor e ao

Rancor, ao ódio e ao desamor.

Ninguém deverá temer o porvir

Todos desde já deveremos procurar

Vibrar, interior e exteriormente,

Elevar nossos padrões morais

Sintonizarmos nossas mentes

Sintonizarmos nossos espíritos

Equalizarmos nossa matéria

Em altas emanações de

Amor a si mesmo, de amor

Ao próximo, de amor à

Natureza, e de amor cósmico

Pois naqueles difíceis momentos

Devemos estar bem preparados

Para os mais variados desprendimentos

Desprendimento do próprio físico

Que sofrerá mutações externas

Pela alteração da atmosfera

Pela alteração gravitacional da

Terra, do Sol e demais astros

Quem perecer no físico

Renascerá em espírito e,

Terá maior amplitude

Terá maior liberdade e ainda,

Poderá volitar em altas psicosferas

Até terminarem os acontecimentos

Muitos serão recolhidos pelas

Gigantescas astronaves que virão

Recolher apenas o “trigo”, mas

O Joio físico ou joio espiritual

Aqui ficarão imantados para,

Em seguida, serem sugados

Pelo grande imã Sidérius

Que os carregará indefinidamente

Pelo espaço sideral e cósmico

Descarregando-os após algum tempo

Em mundos inferiores e afins,

Onde poderão recomeçar seu destino,

Poderão refazer seu aprendizado

Na grande escola da vida primária,

Primitiva, animalesca e selvagem

Que lapida o espírito do ser,

Esse diamante, que permaneceu

Embrutecido, impuro e fosco

Que deverá percorrer o tempo

Em novos milênios atrozes

Para adquirirem novo brilho

E quem sabe não precisará

Passar por novos acontecimentos

Telúricos em seu novo habitat,

E assim reencaminhar-se

De volta aos páramos celestes,

De volta pela trilha luminosa

Que o levará ao Pai Criador,

O Núcleo Central Cósmico Deus!

Portanto não temam o futuro

Aqueles que vibrarem elevado,

Não temam a morte física

Nem temam a morte espiritual

Pois para estes, grandes surpresas

Estarão reservadas pelo caminho

O Universo estará a sua mercê

O Universo estará a seus pés

Poderão vislumbrar o que o grande

Mestre o mestre dos mestres Jesus

Quis dizer com Paraíso e as

Muitas moradas da Casa de Meu Pai.

Todos esses haverão de ver e

Sentir o que será o Seu Reino,

Não mais ouvirão falar em

Promessas vãs, de religiosíssimos ou

Filosofismos fanáticos e enganosos

A sabedoria, o conhecimento

A inteligência aliada à bondade,

A humanidade e ao amor

Prevalecerão e ditarão as normas

No novo mundo que na Terra,

Se fará nascer e engrandecer.

A pior morte, a mais dolorosa

É a morte do espírito evoluído,

Quando tem que ser reduzido

No seu conteúdo astral

No Seu corpo perispíritual,

Onde tudo lhe é devassável

Onde não lhe existem barreiras,

De quaisquer natureza

Para baixar à carne,

Deixando uma plêiade de amigos

Sinceros e verdadeiros no amor,

E estar novamente sujeito a dor

Estar a mercê das contingências

No mundo dos assim chamados

Vivos, mas que não passam de duendes

Sujeitos a perderem seu antigo e

Glorioso patamar vibratório

Onde chegaram a custa de

Grandes sacrifícios e desprendimento,

Para apenas numa única vida

Porem por terra tudo o que

Alcançaram por merecimento.

E uma única visa, na média

Oitenta curtos anos de lamuria.

Na  massilenta e vulnerável carne

Poderem atrasar-se por milênios

Por isso, agora é chegada a vez

Derradeira e definitiva por

Mais um ciclo milenar

De todos nós nos regenerarmos

E seguirmos novos e belos rumos

Ou ficarmos para traz, no final

E muito mais tarde chamarmos

Aqueles que irão nos iluminar

No áspero habitat onde viveremos

De deuses astronautas, vindos

De mundos desconhecidos, vindos

Do céu pois, nossa fraca memória

Não irá nos lembrar dos antigos

Mundos que habitávamos  antes,

Antes de cairmos, antes sermos

O que seremos, um projeto de ser

Humano, um projeto mental

Que deverá galgar espinhosos degraus

Para nos aproximarmos um pouco

Daqueles seres maravilhosos

Daqueles seres angelicais que

Lá ensinando como hoje à

Tomarmos novamente a trilha

Luminosa do progresso divino

A volta ao nosso antigo paraíso

A volta aos braços do Pai Celestial

Do Núcleo Central Cósmico Deus!

Os próximos oito anos serão

De vital importância, decisivos

Para os novos rumos da humanidade.

No auge dos acontecimentos

Aqueles que tiveram conseguido

Permanecer no físico, ainda no solo,

Poderão presenciar terrificados

O céu mudar de lugar, levando

As estrelas, o nosso Cruzeiro do Sul,

A lua ser expelida do firmamento,

O mar invadir as grandes cidades

Muitas sendo engolidas pela terra,

E com elas seus habitantes atônitos,

As entidades negativas do umbral

Petrificadas na imensa escuridão

Juntarão seus gritos de pavor aos

Gritos de pavor dos encarnados

Clamarão ajuda dos Céus

Mas ninguém mais poderá ajudá-las

Nem mesmo seus guias espirituais

Terão a ajuda que pensavam ter

Pois seus destinos estarão selados

Aqueles que tiverem conseguido, por

Karma ou por merecimento,

Serem acolhidos no interior

Das gigantescas astronaves que

Para cá serão mandadas, poderão

Pelo tempo que durarem suas vidas

Assistirem todos esses acontecimentos

Terrivelmente desconsolados, mas

Ainda vivos, para poderem planejar

Suas novas reencarnações aqui

Mesmo na Terra ou noutros orbes,

Assim então estarão separados

O joio do trigo, os da esquerda

E os da direita do Cristo,

Naqueles futuros medonhos momentos,

Quando cada um receberá de acordo

Com sua obras, com o que semeou,

E não adiantarão os arrependimentos

De últimos momentos, convenientes,

Pois todos estamos sendo avisados

Há muitos milênios atras, a agora

Mais do que nunca somos instruídos,

Para que desintoxiquemos nossos

Corpos físicos e espirituais, para

Que nos unamos fraternalmente,

Para que deixemos as imperfeições

São mais oito anos apenas,

Nada mais que isso para o auge!

Não adiantarão as ciências ou religiões

As filosofias, as correntes de opiniões,

Todos estaremos a mercê das nossas

Vibrações negativas ou positivas,

Não haverão privilegiados,

Mas apenas e tão somente

Os abnegados e humildes merecedores,

Cada um de nós, a partir de

Agora, estaremos delineando nossos

Destinos, nossos futuros, nossas vidas

O Núcleo Central Cósmico Deus

Permitirá que as coisas ocorram

Naturalmente, cada um buscando

Suas afinidades e seu novo lugar,

Suas novas harmonizações no

Grande Concerto Cósmico Sideral!

Quem Morrer Verá! Será?!

São Paulo – 10/10/89 – às 19:45 h