Separação ''Joio'' do ''Trigo''

Separação ''Joio'' do ''Trigo''

Pergunta:

Boa noite, Domingos, tudo bem?

Venho aqui lhe fazer uma pergunta referente a explosão cósmica que se aproxima. Com o Siderius e Nibiru tornando-se um segundo Sol, haverá uma grande explosão e separação de níveis de consciência, de pessoas más e boas?

Em que dimensão está Marte e Vênus?

As crianças Cristais e índigos serão automaticamente levadas a esferas e planetas mais evoluídos, como o chamado arrebatamento?

Grato pela sua atenção.
Zack M.

Resposta:

Prezado Zack,

Não haverá explosão! Sidérius que está se aproximando, ao entrar em nosso sistema solar terá suas camadas superiores ativadas, assim como ocorre com o nosso Sol. Virá “aceso”, razão pela qual, durante um período aproximado de três anos, que é o tempo, mais ou menos, que ele levará para atravessar e modificar nosso Sistema e dividi-lo em dois Sistemas, (veja a divisão em meu primeiro livro), dai ele estar sendo chamado de Segundo Sol, consequentemente, como ele vem em órbita contrária ao nosso Sol, ele emitirá um calor triplicado sobre todos os planetas e seus habitantes. Desta forma, a Terra que já está com suas camadas atmosféricas e camada de ozônio enfraquecidas, receberá toda a radiação em doses fortíssimas de ambos os Sóis e isso, provocará a extinção de todo ou quase todo o tipo de vida dentro do planeta Terra. Durante a sua passagem, ele afastará o Sol de sua atual órbita e com ele alguns planetas que estarão ligados a ele, e Júpiter com outros planetas que estarão ligados a ele. Nascerão então os dois novos sistemas solares, os quais se afastarão um do outro por bilhões de quilômetros no espaço cósmico-sideral, dentro de Nossa Galáxia a Via Láctea. Durante esse tempo de sua passagem e das transformações generalizadas em nosso Sistema, como o eixo da Terra se verticalizará, mudando sua posição no espaço, vai parecer aos seus habitantes que as estrelas estão descendo do Céu, (como uma figueira quando perde seus frutos abalada por vento forte, conforme narra João Evangelista em capítulos do Apocalipse. E durante esse tempo de modificações, enquanto cada planeta não se agrupar a seus novos Sóis, O Sol e o planeta Júpiter, haverá escuridão total e ao mesmo tempo um terrível frio, que, juntamente com o enorme calor anterior, se incumbirá de eliminar todo o tipo de vida sobre a Terra!

Tudo isso já vem sendo previsto por vários espíritos de escol, videntes e clarividentes, antigas civilizações como os Atlantes, os Lemurianos, os Sumérios, Egípcios, os Maias, os Incas, os Gregos e muitos outros, inclusive os Judeus, pois João Evangelista era judeu, Nostradamus que era francês e muitos outros, só que ninguém os ouviu e muito menos deram valor aos seus vaticínios, infelizmente! No entanto, agora, nunca se viu tanta gente interessada neles! Quem sabe ainda dará tempo a uma rápida renovação de atos, de ideias e de objetivos, antes da chegada de Sidérius, que não vai demorar muito tempo.

Vênus e Marte, bem como, Mercúrio, Saturno, Ága, Oswen, Urano e Netuno, já se encontram com suas humanidades em alto grau vibratório e não entrarão em choque com a aura negativa de Sidérius, eles seguirão para suas novas fases, incólumes!

Não só as crianças Índigos, mas também os seres humanos e outras crianças comuns, também serão abduzidas para dentro da naves gigantes que já estão sendo avistadas adentrando o nosso Sol e estacionadas nas periferias do nosso Sistema Solar!

Abraços,
DYezzi::.

Positivo Atrai Positivo E Negativo Atrai Negativo

Positivo Atrai Positivo E Negativo Atrai Negativo

Sugestão:

Olá Domingos.

Poderia escrever um artigo contando como que as Leis Universais de Positividade e Negatividade respondem de modo equivalente?

Muito obrigada,
Christina Breault
Astróloga Védica, Web Designer e Tradutora

Resposta:

Prezada Christina,

Antes de mais nada, grato por seu e-mail e por suas palavras.

O Núcleo Central Cósmico — Deus – O Centro Gerador de Tudo O Que Existe No Universo — No momento em que ele gera suas criações, o faz com o positivo e o negativo, bem como o neutro. Desta forma, tudo o que temos no Universo e, principalmente dentro do Planeta Terra e entre suas civilizações, é constituído desses três fatores.

Levando-se em conta a energia magnética pura, eu diria que, num ímã magnético se dá justamente o contrário, o Positivo Repele o Positivo e o Negativo Repele o Negativo, pois tratam-se de forças semelhantes entre si, mas, concomitantemente, e sempre será assim, o positivo atrai o negativo e o negativo atrai o positivo, por serem forças diferentes entre si. Aqui, justamente, vem demonstrar uma das falhas das Leis de Newton, quando ele diz: “Massa atrai massa em razão do quadrado das distancias e etc”, eu digo que massa, jamais atrai massa, mas sim, o que atrai são os pontos energéticos magnéticos que possam envolver a massa, ou os polos magnéticos positivos e negativos que formam cada planeta no Espaço Sideral, o que lhes dá a propriedade de rotação em torno dos seus eixos e as translação em torno do Sol, e os mantém afastados uns dos outros e, se Newton tivesse razão, de há muito Júpiter já teria sido atraído pelo Sol, pois tem massa maior que os demais planetas e os outros planetas gigantes como Saturno, Urano, Netuno e outros já teriam sido atraídos para o centro do nosso Sistema Solar. No entanto, eles continuam firmes em suas orbitas imutáveis, as Luas naturais, tanto da Terra, quanto as dos demais planetas que possuem Luas, elas continuam girando em todo de cada um, intactas. Assim como, os planetas menores, Mercúrio, Plutão, Fesp (não descoberto ainda), Vênus, Marte, Terra, Àga (não descoberto ainda), Oswen (não descoberto ainda), 12 planetas em seu número total, continuam firmes em suas orbitas em torno do Sol. Portanto, o Sol, sendo de massa maior que todos os outros 12 já os teria atraído com si há milhares de anos atrás. Mas, aqui não será possivel eu explicar, devido o pouco espaço, eu diria que há outros fatores que permitem a existência dos fatores de sístole e diástole atração e repulsão a manutenção dos planetas em suas órbitas originais, girando com as mesmas velocidades sobre seus eixos e em torno do Sol, bem como, as Leis da Gravidade, dentro de cada planeta, que são a existência do vácuo total ou absoluto entre os planetas e os raios solares incidentes sobre cada atmosfera de cada planeta. Iria muito longe, portanto, fico por aqui e peço aos leitores que entrem no meu site e leiam meus livros.

Isso também ocorre com a bússola dos navegantes, cuja parte imantada positiva se afasta do polo positivo da Terra e assim o navegante, seja pelo mar ou pelo ar, consegue seguir os pontos cardeais, ou seja, norte, sul, leste e oeste, e todas as demais posições, pois a agulha magnetizada da bússola, indicará todos os detalhes. Isso foi descoberto há centenas de anos pelos navegantes e descobridores de continentes.

Mas, no que se refere ao teor vibratório humano, animal ou vegetal, que cada qual possui, uma aura radiotavia, positiva ou negativa e mesmo neutra, se dá o inverso, pois, a energia mensurada, apesar de também ser positiva, negativa ou neutra, não é a magnética pura, mas sim, a sentimental e a da saúde, bem como a da carencia e a da afetividade, as quais, são expelidas ou exaladas através da aura energética humana ou não, ocasionando a empatia ou a antipatia entre os seres humanos, mesmo que se tenham conhecido pela primeira vez. Por quê isso acontece? Exatamente devido aos fatores sentimentais, ou de baixo sentimentos e outros que alteram as respectivas auras, interferem nas regiões dos Plexos e Chakras, que são vórtices energéticos rotativos em torno de si próprios, como se fossem funis duplos, um dentro do outro, giratórios no sentido dos ponteiros do relógio, ou seja, da direita para a esquerda, isto significando que um indivíduo que conseguir estar com os doze plexos e doze chakras uniformes, todo girando da direita para a esquerda, ele terá sua aura, ou campo de força bem luminoso e radioativo, positivo, não permitindo a entrada das bactérias físicas, exaladas por doenças ou os miasmas (bactérias das bactérias) emitidas por pensamentos negativos mas, poderosos, que interpenetram sobre as auras, plexos e chakras e até poros de pessoas doentias, negativas, maldosas e com afinidades belicosas, o que vale dizer também, que estás pessoas fracas, estão com seus plexos e chakras, podendo ser os 24 ou apenas alguns de determinadas regiões físicas, girando da esquerda para a direita, atraindo para si todos os tipos de males emitidos por terceiros. Enquanto estas pessoas, apanham tudo o que estiver negativado no ar ou no ambiente e não conseguem se desvencilhar ou desintegrá-los, pois suas forças mentais e espirituais, estão enfraquecidas, podem até serem levadas a óbito; aquelas outras, toda positivadas repelem tudo o que vai contra elas desintegrando ou repelindo e mando de volta para quem as enviou.

Em resumo, esse é o significado do: Positivo atrai Positivo e Negativo atrai Negativo! Sem se levar em conta, o que iríamos longe demais, de mensurarmos as ligações de afinidades ou não em seu pretérito, ou seja, em suas vidas passadas, que podem ter trazido para suas vidas atuais em seus DNAs físicos (das células) ou DNAs espirituais carregados sobre seus perispiritos que, nestes casos, agem como veículos transportadores para os próximos corpos daquele indivíduo.

Sei que o assunto não é de fácil compreensão, daria para eu escrever um livro completo, por isso vou interromper por aqui. Se algum dos meus leitores tiver alguma outra dúvida, por favor entre no meu site e faça suas perguntas que serão respondidas na primeira oportunidade.

Abraços.
DYezzi::.

Posso ver os planetas desconhecidos com o meu telescópio?

Can I see the unknown planets with my telescope?Pergunta:

Perdoe minha ingenuidade, é a primeira vez que eu ouvi falar disso [que existem 12 planetas em nosso sistema solar]. É possível visualizar estes extras planetas através do meu telescópio?

Por Drew Bourdain

Resposta:

Prezados Leitores,

Aqueles que por ventura possuem telescópios potentes, mesmo caseiros, poderiam argumentar: “Se eu consigo ver Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão, com o meu simples telescópio, por quê não consigo ver aqueles planetas mencionados pelo Yezzi e também ao segundo satélite natural da Terra, denominado Clarion?

Pelo simples fato de que aqueles planetas, devido a sua composição e região planetária, não refletirem a luz solar, assim também Clarion, que se situa atrás da Lua e faz o mesmo percurso dela e dista um milhão de quilômetros da Terra, e também não reflete a luz solar. Para que ele pudesse ser avistado teria que ser colocado um telescópio do lado escuro da Lua, e os demais planetas poderiam ser avistados, se a ciência, ao invés de fazer o telescópio Hubble e outros brincarem de achar galaxias distantes, começassem a vasculhar nosso Sistema Solar, nas distancias por mim sugeridas. O mesmo pode ser feito por qualquer pessoa que tenha tempo e paciência para vasculhar nosso Sistema Solar. Devo lembrar que Plutão só foi descoberto por uma observação de uma defasagem na órbita de Netuno e, a despeito de alguns cientistas retrógrados, ele continua sendo um dos 12 planetas do nosso Sistema Solar!

Aproveito para acrescentar que a minha administradora e tradutora competente, Christina, não deixa de ter razão quando diz que há interesses escusos por trás da velada não revelação da existência dos três planetas ainda não descobertos, pois, na época de Galileu Galilei, que foi obrigado a se retratar, mas disse: “Epur Si Muove”, ou seja, a terra continua se movendo ao redor do Sol, queiram vocês ou não! Foi ameaçado de ser queimado nas “santas fogueiras” que já haviam queimado o precursor da ideia o grande padre católico Copérnico e o outro não menos grande Giordano Bruno, outra inteligência que os “mordaças negras” tentaram fazer calar.

Abraços do dyezzi::.

[box type=”info”]Translation: Can I see the unknown planets with my telescope?[/box]

Vida em outra dimensão, Sidérius …

Planeta Sidérius

Pergunta:

Bom dia, Domingos.

Acabei de ler seu livro, “O DNA do espírito e os extraterrestres”. Muito esclarecedor, mas fiquei com duas dúvidas:

  1. Poderia me informar se a vida existente nos demais planetas do sistema solar seria nesta mesma dimensão, ou seja, visíveis aos nossos olhos?
  2. É notório as modificações em nosso planeta e nas pessoas. Estamos em uma fase de destruição, catástrofes e crimes hediondos como nunca se viu antes. Mas também é um momento de esclarecimento e de conscientização de muitos. Provavelmente pela aproximação do astro Sibérius. Gostaria de saber se o senhor possui alguma informação mais recente sobre a possibilidade de avistamento do tal astro. Os escolhidos serão resgatados por seres extraterrenos antes do hecatombe final?

Obrigado,
Marcus M.

Resposta:

Prezado Marcus,

Grato por seu e-mail e perguntas.

  1. Por incrível que possa parecer, a NASA, que seria a fonte de informação mais próxima cientificamente de nós, não ter mencionado nada até agora, pois não se sabe quais os interesses que ela tem em não revelar, e tampouco fazer pesquisas dentro de cada planeta, a não ser mandar aquelas sondas rebolantes à Marte para visar futuras conquistas e não futuras amizades. Pelo que sou informado, em quase todos os 12 planetas do nosso Sistema Solar, a vida é tridimensional como a nossa. O que varia um pouco para mais energética é a vida em Netuno. Os demais são iguais, com “habitats” e vidas diferenciadas, pois “o habitante faz o habitat e o habitat faz o habitante”!
  2. Tudo o que está ocorrendo em nosso planeta já havia sido previsto, pois a somatória dos feitos negativos do homem no passado teria este irremediável resultado. Não são só os seres humanos que têm um kharma, o planeta Terra também tem o seu. O planeta Terra e sua humanidade, infelizmente, se encontram em seu estertor, que atingirá o ápice quando houver a passagem pelo nosso Sistema Solar do grande astro Sidérius, que se aproxima a cada dia e já está sendo acompanhado pela NASA. Há quem afirme já o estar vendo a olho nú, ao fundo ao lado do Sol. Os ETs, estão chegando dos locais mais longincuos do Universo, com suas naves gigantescas, as quais, de tão grandes e com tanta potencia energética que não podem se aproximar muito das nossas cidades, pois podem ocasionar paralisação completa de todas as atividades elétricas em nosso planeta, por isso, estacionam no Sol, claramente, dentro do Sol. Haverá sim, um movimento enorme de resgate, mas não sei dizer se apenas dos escolhidos e nem se haverão escolhidos. Não dá para avaliar qual o critério a ser utilizado por eles. Como é sabido, aqui temos os joios misturados com os trigos, e muitas vezes familiares com diferentes comportamentos. Não será fácil portanto, para eles, separarem os bons dos maus, bandidos de inocentes.

Abraços,
DYezzi::.

[box type=”note”]Translation: Life in another dimension, Siderius …[/box]

Cada raio… Cada ET…

Cada raio... Cada ET...

Pergunta:

Tudo bem, Domingos?

Pergunta rápida: O que os seres de luz que se referem em mensagens encaminhadas por pessoas querem dizer com ”Conselho guardião do raio dourado”? Cada “raio” é uma ramificação de virtude em suas determinadas dimensões?

Outra perguntinha: Os seres extraterrestres vivem aproximadamente uns 300 ou 500 anos, não é?

Abraços e muita paz.
Heitor

Resposta:

Oi Heitor,

Cada raio tem um comprimento de onda, consequentemente, cada cor também. Assim também é com cada nota musical que também tem seu comprimento de onda e sua cor.

Cada cor tem seu significado, não porque foi batizada com aquele significado, mas, sim, porque é o resultado daquele significado. Um exemplo, a cor dourada, já foi detectada em seres e pessoas muito inteligentes, intelectuais e bem como da energia positiva renovadora. Mas, isto não quer dizer que as outras cores não tenham suas representações e outros significados. Há inteligência no azul, no verde, no branco, no vermelho e noutros matizes, mas, em alguns deles, prevalecem a bondade, o amor, a criatividade, a renovação, o altruísmo e assim por diante, a bondade, a frieza, a neutralidade e etc.

Eis um outro exemplo que poderá ser útil a você e a seus amigos, amigas e contatos: Beethoven compôs sua sinfonia nº6 e a denominou de Pastoral, que significa uma demonstração em sons, do que seja o campo, seus camponeses, a natureza, a tempestade, enfim, o ambiente terrestre, razão pela qual ele a compôs na tonalidade de Fá Maior, que é uma tonalidade verde! Portanto, mesmo sem ouvir os sons, devido a sua surdez, e também talvez não fosse clarividente, mas sabia, sentia. Poderia ter escolhido em Ré Maior, Dó Maior e etc, mas não combinaria com o que ele tinha intenção de dizer, sem deixar declarado! Você e todos demais leitores terão oportunidade de ler meu 4º Livro já pronto para ser editado e que se denomina “Nas Entrepautas da Música” Piscofonia – Aquilo que o compositor quis dizer, mas, não deixou declarado” Aguardem! Garanto que vai ser maravilhoso, e vai contrariar, infelizmente, os que se julgam donos da música!

Quanto ao tempo de vida dos Extraterrestres, sim eles vivem em sua maior parte acima de 300 anos dos nossos e há alguns como os de Saturno e de Netuno, que nunca morrem, apenas num determinado tempo, milhares de anos dos nossos, trocam de capa, como nossas serpentes que trocam de pele. Não há crianças, todos já nascem adultos, pois, quando vão ” reencarnar” seus espíritos são recobertos com as energias de seus futuros progenitores. Mesmo assim, há a concorrência da mulher e do homem, ou do elemento masculino e feminino.

Pode divulgar, por favor.

Abraços,
DYezzi::.

[box type=”note”]Translation: Each ray… each ET[/box]

Subdivisão do Nosso Sistema Solar

Subdivisão do nosso sistema solar em dois novos sistemas solares após a passagem do gigantesco planeta Sidérius:

Subdivisão do Nosso Sistema Solar - Desenho original (Figura 47)

Subdivisão do Nosso Sistema Solar - Desenho reproduzido (Figura 48)
Imagem produzida por http://ccpublications.net

O Sol é um Planeta Frio

Capítulo dedicado ao saudoso Amigo, Comendador Dr. João Evangelista Ferraz que pela psicometria foi no passado um padre pesquisador na época de inquisição e a Galileu Galilei batalhadores do desbravamento da ciência.

Muitos perguntam-me: se é como eu falo, o Sol é frio, não se encontra em estado de fusão ou fissão nuclear, com imensas labaredas consumindo seu interior e se o que daqui da Terra vemos pelo prisma são ondas eletromagnéticas resultado do choque de retorno dos raios frios que ele emite sobre os planetas, os quais, servem-lhe de grandes espelhos refletores à medida que estes giram em torno dele, e, ao retornarem estes raios e chocarem-se com os que estão saindo dele formando assim aqueles grandes buracos na atmosfera solar e que Galileu denominou de “manchas solares”, por que então temos na Terra essa variação enorme de temperatura ambiente? Já que o Sol é frio e a incidência dos seus raios ultravioleta, infravermelho e raios-de-luz sobre a atmosfera da Terra, após filtrados e remetidos nos dão o frio e calor necessários a sobrevivência em nosso planeta; não deveria ser tudo igual? Ou seja, não deveria haver uniformidade nas temperaturas na terra?[1]

E eu respondo: Justamente pelo Sol ser frio e emitir “raios-frios” que se encandecem em cada planeta é que temos essa variedade de temperatura. Pois se ele estivesse em incandescência com milhões de graus centígrados de calor, assim, talvez, tivéssemos essa uniformidade de temperatura ambiente em cada local ou país na Terra.

Ocorre que o atualmente denominado “efeito estufa” descoberto recentemente pela Ciência e que foi agravado pela destruição parcial e localizada da camada de ozônio que envolve a Terra e que é responsável pela filtragem dos raios solares, destruição essa provocada pelos poluentes degenerativos fabricados pelo homem lançados descontroladamente na atmosfera. Esse “efeito estufa” que agora é uma aberração produzida pela ganância humana, já existia naturalmente na Terra, porém, controladamente, ou seja, oriundo das próprias reações do planeta de conformidade com suas regiões, ou seja “debaixo para cima” ou de dentro para fora e não como está ocorrendo, “de cima para baixo”.

Eu me explico melhor: Na Terra temos as regiões áridas, super-áridas (desertos), úmidas, semi-úmidas, frias, super-frias (pólos e regiões próximas). Nas regiões áridas e super-áridas o solo transforma-se em miriades de minúsculos espelhos refratores e refletores dos raios solares que mesmo tendo sido filtrados e desacelerados nas altas camadas atmosféricas (quando esta camada ainda era pura, sem a deformação do ozônio desequilibrado), não são absorvidos pairando e se aquecendo sobre o solo e acima dele formando altas temperaturas que variam até 60/70 graus centígrados durante o dia e temperatura abaixo de zero durante a noite justamente por não permitir a condensação de umidade que também filtrariam e desacelerariam os raios do Sol. Por isso o calor ali é demasiado forte ao dia e excessivamente frio a noite.

Propriamente, nesses lugares não há vida de qualquer espécie, a não ser insetos, cobras e lagartos, que são animais de sangue frio e conseguem abrigar-se no subsolo onde os raios e o calor não os atinge. Esses animais por suportarem as temperaturas mais frias saem de suas tocas ao entardecer e à noitinha á caça de outros insetos e pequenos animais que pelo mesmo motivo também saem de suas tocas. Já nos locais úmidos ou semi-úmidos tais como, pantanais, florestas tropicais ou florestas frias se dá o inverso; de dia os raios são filtrados, absorvidos e o calor reinante apesar de ser grande, é exalado com os vapores da umidade da região que mantém um clima mais respirável.

Porém, durante a noite esse calor é mantido de forma mais amena, devido a densidade permanente formada pelas matas, rios, lagos e pântanos quando então todos os insetos saem e se proliferam intensamente. Á noite os ruídos internos de uma floresta densa como a do Amazonas são muito maiores que durante o dia onde reina quase que um silêncio total.

No entanto os raios solares que atingem uma e outra região são os mesmos; o que ocorre é a mudança do estado de refração dos mesmos. Assim se dá nas geleiras dos continentes frios ou nos oceanos, nos quais, também durante o dia à flor da água o calor é intenso e a noite o frio é zero ou abaixo de zero. Há também um fator importante que exerce grande influência sobre as temperaturas internas do planeta em relação ao Sol, ou seja, no Inverno é um ângulo, no Verão é outro, assim também na Primavera e no Outono, mas os raios são os mesmos e são frios, o Sol não está pegando fogo!

Atualmente as grandes cidades quase desprovidas de vegetação natural são também grandes espelhos refratores dos raios solares em todos os pontos da Terra, daí não haver mais estações climáticas precisas e controladas, não há mais acentuação física do começo ou do fim dessas estações, nada mais é previsível mesmo com o advento dos satélites espaciais. Apenas no calendário existe as datas pré-fixadas apenas para constar… E, com a destruição parcial e gradativa da camada de ozônio e do Eco-sistema, pelo homem o descontrole é quase total. Esta é a realidade! O Sol é Frio, o planeta Terra é que está esquentando!

A tendência na Terra para os próximos últimos anos antes do fim-de-século e do fim-de-ciclo, é o calor interior aumentar ainda mais devido a desarmonização da camada de ozônio na sua atmosfera, o aumento desregrado dos poluentes tóxicos e que não se diluem no ar mais o terrível monóxido de carbono cuja produção está em níveis alarmantes pois, cidades inteiras tendem a parar caso não haja um controle imediato, os gazes produzidos pelas indústrias são despejados no ar, nos rios e nos mares, o desmatamento total do planeta retirando-lhe os filtros naturais e produtores de oxigênio que são as árvores, e grandes florestas com o conseqüente aumento das chuvas ácidas devido a toda essa poluição e muitos outros fatores negativos promoverão o começo do fim, o caos total antes da chegada nos Céus do gigantesco planeta Sidérius que já está de encontro bem próximo. Porém, a distância entre a Terra e o Sol no momento é a mesma e se o Sol estivesse pegando fogo nós já estaríamos congelados por estarem se extinguindo lentamente os meios de proteção naturais da Terra que são o hidrogênio e o oxigênio, e depois através de 149,5 milhões de quilômetros de vácuo entre o Sol e a Terra também não passa calor. O vácuo existente, já está provado, não é um meio transmissor ou propagador de calor. Porém os raios frios vindos do Sol o atravessam em vertiginosa velocidade e vão atingir os planetas mais distantes como Plutão e Fesp que ficam a 6.200.000.000 e 6.450.000.000 ou seja, seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros e seis bilhões e quatrocentos e cinqüenta milhões de quilômetros do Sol, respectivamente.

Com essas distâncias incomensuráveis do Sol esses planetas jamais seriam aquecidos ou receberiam a luz solar, porém, dentro da minha afirmação, eles recebem normalmente o calor e a luz que necessitam, justamente pelo Sol ser frio e emitir raios que vão até cada planeta e provocam as reações de filtragem e atrito com suas respectivas atmosferas, sejam estas compostas de que tipo de componente for, dando-lhes o calor e a luz adequados a cada um, não importando as distâncias os raios vão até lá! Assim como os raios e a luz das estrelas chegam até a Terra. Se elas estivessem pegando fogo como diz a ciência, e seriam como a ciência quer que o nosso Sol seja, jamais a veríamos brilharem no Céu.

As estrelas brilham apenas para nós que estamos dentro da atmosfera da Terra. Fora da atmosfera, ou seja, acima dos 400.000 km (quatrocentos mil quilômetros) onde se situa já o início do vácuo total, tudo é escuridão não há sol, nem estrelas pois não há também a filtragem dos raios que são convergidos para a terra de todos os locais do universo. Os próprios astronautas que já se aproximaram desse limite informaram que é tudo escuro e não há calor, portanto, a onde está o Sol pegando fogo? Se, ao subirmos com avião ou foguete tudo fica mais frio (abaixo de zero) contradizendo a Ciência. Ë claro que está havendo um grande equívoco científico e ela, a Ciência, agora deveria ser suficientemente corajosa e alterar suas elucubrações, suas aberrações, mas lamentavelmente vão deixando o tempo passar até que um dia alguém faça como fez Galileu, “bote a boca no trombone” e desminta toda esse emaranhado de infantilidades dos “gênios” da Ciência que se julga avançada! Mas, aqui estou eu!…

Vou aprofundar-me um pouco mais e utilizar-me das próprias ilações científicas para provar minha teoria, que diga-se de passagem não é minha , mas sim, são informações reais que as recebo dos seres extraterrestres viajores siderais, muito mais experientes que nós e com muito mais conhecimento científico e prática para falarem sobre o assunto; eu apenas retransmito a humanidade terrestre o que recebo e o que me é mostrado mentalmente com pioneirismo[2]. Assim como o conceito religioso sobre Deus que para mim nunca houve lógica, mas graças aos meus mentores e aos seres extraterrestres, que desde aquela idade me acompanham, fui sendo informado e esclarecido gradativamente enquanto mostrava tudo, para só mais tarde em 1978, por a público e agora revisar tais informações, friso bem, afirmações e não apenas teorias.

Então vejamos: A Ciência afirma que o Macrocosmo (O Sol e seus planetas) é igual ao Microcosmo (o átomo e seus elétrons), a Ciência admite até que os espaços de vácuo existentes entre os planetas e entre estes e o Sol exista também entre os elétrons e entre eles e o átomo. Ora se a Ciência admite ser tudo igual, então o núcleo do microcosmo, que é o átomo, deveria “estar pegando fogo” também como o Sol mas… não está. Ao contrário, necessita passar por fusão ou fissão nuclear para liberar energia! E a incongruência vai mais longe. Se o nosso corpo físico é um Universo ou Macrocosmo em miniatura e é composto de bilhões de células e cada célula com outros bilhões de átomos e elétrons e se a afirmação da Ciência fosse correta, o átomo, estando como o Sol em chamas, todos seriamos verdadeiras tochas-humanas e no entanto não é isso o que acontece, temos a nossa temperatura corpórea, nosso “calor humano” próprio, que é mantido a 36,5 graus centígrados constantemente sem que para isso necessitemos de aquecimento externo ou como eu digo, pilheriando, sem que fosse preciso “que a mamãezinha de cada um de nós colocasse um fogareiro aceso a vida toda” sob nosso traseiro para nos manter aquecidos”, e ainda temos a nossa luminosidade ou luminiscência que é a nossa aura, hoje em dia devidamente comprovada pela máquina Kirlian. Vemos ai então uma grande contradição científica que só os cientistas não enxergam. E então, como isso ocorre? Vou explicar de “cima para baixo” ou seja, do Macrocosmo para o Microcosmo.

Acontece que nas altas camadas da atmosfera solar, por ele ser um astro gigante e ter adquirido, através dos bilhões de anos de sua formação, propriedades particulares, ocorrem reações; reações físico-químicas onde elementos opostos entram em choque e produzem os vários tipos da radiações; e as três principais são: o raio gama (infravermelho), o raio ultra violeta e o raio de luz, como se fossem fruto de uma convulsão solar. Esses raios são emitidos para fora do Sol e também para dentro para permitir o calor e a luz adequados a seus habitantes, os solares, altamente avançados e espiritualizados como pude presenciar através de minhas projeções do duplo etérico à longas distâncias (viagens Astrais) e contatar.

Quando os raios são emitidos para fora do Sol e isso se dá continua e incessantemente como uma pedra de radium ou cobalto gigantescas; atravessam o espaça de vácuo entre o Sol e cada planeta, apagados e, na atmosfera de cada um são filtrados. Os raios infravermelhos e os ultra-violeta são freiados “pelas camadas de ozônio existentes e os raios-de-luz atritados nas atmosferas encandecendo-se para dar calor e luz adequados a cada planeta não importando a que distância ele se situe do seu núcleo planetário, o Sol. Desta forma, à medida que os raios-de-luz vão encontrando resistência nas atmosferas mais densas, mais quentes se tornam e mais luminosidade oferecem, portanto quanto mais próximo ao solo maior será a temperatura e luminosidade devido haver maior atritagem dos raios, quanto mais alto mais rarefeita se torna a atmosfera escuridão total.

Quanto aos raios infravermelhos e ultra-violeta, mesmo sendo filtrados e seguros pela camada de ozônio podem “queimar friamente” um indivíduo que ficar exposto longo tempo sob sua ação. Um exemplo típico são os casos de insolação e as queimaduras externas e de órgãos internos como o fígado de uma pessoa que permanece longo tempo nas praias com a incidência angular dos raios, com o Sol a pino. Quanto ao interior do Sol, o processo é o mesmo de fora para dentro. O Sol também tem sua atmosfera que age da mesma forma que nos demais planetas do nosso sistema solar ou de outros sistemas. Afinal, Deus- O Núcleo Central Cósmico é coerente em suas criações, caso contrário, teríamos que considerá-lo, falho, impotente, injusto, com muita falta de inteligência, deixando para o ser humano comum, cientista ou não, descobrir o Sol frio em laboratório! A Criatura suplantando o Criador! Que vergonha para Deus!…

Após as mesmas convulsões físio-químicas que se passam nas altas camadas acima de sua atmosfera, os raios são emitidos para dentro do Sol e ai sofrem a filtração e desaceleração dando aos solares a luz e calor adequados, formando as estações climáticas e as nuvens para a ocorrência das chuvas. O Sol é o Sol dele mesmo! Essa é a realidade.

Mas como se dá a noite e o dia no interior do Sol se ele não gira em torno de outro Sol? e gira apenas em torno de um ponto magnético central gigantesco, o qual o mantém em órbita e por conseguinte, também os demais planetas?

Justamente é esse ponto magnético central que transfere ao Sol uma espécie de arco magnético gigantesco, energético. Mais denso como se fosse uma espécie de óculos ray-ban ou vidro esfumaçado, “através do qual vemos tudo e ninguém nos vê!”. Como se fosse um grande gomo de uma laranja gigante, que vai de polo a polo do Sol, girando lentamente sob a atmosfera solar e que vai escurecendo os meridianos por onde passa propiciando a noite e o dia normais como em qualquer planeta, em velocidade de tempo relativa e adequada ao seu tamanho e volume. Esse anel ou arco é transparente e permite aos habitantes do Sol avistarem também as estrelas no seu firmamento e de uma forma muito mais ampla que na Terra pois se situa o Sol na região central do Sistema Solar. No Sol. ocorrem as estações climatéricas e as chuvas como na Terra.

Alguém ainda vai perguntar: mas aquelas regiões em convulsões físico-químicas acima da atmosfera solar não atrapalhariam a visão do céu ou do infinito para os habitantes do Sol? –Não, não atrapalham porque há um sincronismo entre aquele anel ou arco que já mencionei, o qual, quando gira vai abrindo a atmosfera interior do Sol. É como na Terra, quando o tempo está nublado à noite aqui debaixo não conseguimos avistar o firmamento e muitas vezes a Lua, quando no período de lua-cheia ou lua-nova age quase como aquele anel afastando ou não permitindo com seu magnetismo suave mas poderoso, que o céu fique nublado. O fenômeno é quase parecido. O mesmo se dá com planetas que possuem anéis físicos como Saturno e Urano ou Júpiter que possuem vários satélites naturais, várias luas, ou Plutão que possui um satélite artificial colocado pelos plutonianos para fazer esse trabalho, ou Marte que possui dois satélites naturais sendo que um deles gira em sentido contrário ao outro, deixando os pesquisadores da Terra perplexos.

O sistema solar todo gira no espaço e vai se encaminhando para o centro da galáxia à medida que vai se evoluindo e, vai dando lugar a outro que se acomodará nesta região do espaço vindo de outros quadrantes da galáxia.

E o que ocorre em nosso corpo com os bilhões de sistemas solares que o compõem? e que formam o microcosmo?

Ocorre a mesma coisa, o átomo em suas camadas “atmosféricas” sofre também uma convulsão físico-química, irradia suas ondas ou raios frios em direção aos seus elétrons que por sua vez reagem filtrando essa radiação e se autoaquecendo e emitindo sua luminescência. [3]Ora, juntados esses bilhões de micro-sistemas solares forma-se a célula e os bilhões de células formam as moléculas e os bilhões de moléculas forma o Universo Físico, ou melhor ainda, formam o Universo Psicossomático de cada coisa ou ser, que a guisa de bilhões de galáxias em miniatura mantém seu teor calorifico próprio e sua luz peculiar que vem a ser a aura dos objetos e dos seres vivos quando na matéria, mas, se estiverem em espírito a mesma corpuscularidade é formada e o espírito irradia uma luminescência ainda maior e mais visível pois está livre dos “quasares” ou “buracos negros” da matéria, que seriam por assim dizer, as doenças varias que acontecem ao ser humano em vida, mesmo sem doenças psíquicas elas agem como ‘planetas higienizadores” do micro nos e interrompem, impedem, a expansão dessas galáxias e a deformação da luminosidade de aura, a qual, mostrando as falhas nas matizes de cores, pode-se com certeza quase matemática, diagnosticar onde e quais são as doenças que estão provocando os distúrbios.

Como tudo no Universo funciona naturalmente (apesar de eu não me considerar um naturalista!), assim, Deus- O Núcleo Central Cósmico age de dentro para fora ou seja, do Cosmo para o Sideral, ou do Invisível para o Visível, o perispírito seria o “deus” do físico. É ele que age e coordena o movimento das micro-galáxias do físico partindo da região central desse universo que é o cérebro. O perispírito estando desequilibrado, em desarmonia consigo próprio ou com seu físico, o universo psicossomático fica em total desequilíbrio. Como ficará brevemente nosso sistema solar sideral quando da entrada do gigantesco “anticorpo” o planeta Sidérius (Higienizador) que mudará a posição dos planetas no espaço e dividirá o atual sistema solar em dois novos sistemas. O Sol atual passará a ter 5 planetas e Júpiter o maior planeta do sistema solar que já está adquirindo aquelas características e propriedades de convulsão fisioquímica do Sol, se transformará em um novo Sol e levará consigo seis dos atuais doze planetas que formam o nosso sistema solar.

Os dois novos sistemas solares tomarão novas posições no Espaço afastando-se um do outro bilhões de quilômetros de distância.

Atualmente o nosso sistema solar está sendo avistado de outras regiões no Espaço Sideral como uma futura Super-Nova. Quando da penetração do gigantesco planeta Sidérius em nosso sistema ele se acenderá e “inchará” o nosso sistema solar que por breve período de alguns meses terá dois sois a iluminá-lo e aquecer os planetas para logo em seguida “explodir” na visão de quem estiver noutros sistemas solares e transformasse-a em dois novos sistemas, como eu já disse, enquanto Sidérius se apaga e segue para o sistema solar mais próximo continuando sua missão higienizadora. Sidérius percorre a Via-Láctea em sentido contrário a sua rotação geral.

Por exemplo, em um determinado momento, que os ETs prevêem que, se dará a partir de meados do fim do segundo semestre de 1997 em diante, Sidérius aparecerá do lado em que o Sol se põe no horizonte, ou seja, mais ou menos do lado oeste da Terra, enquanto o Sol se põe, ele, Sidérius, surge e quando o Sol, ou melhor, quando a Terra fizer toda a volta em redor do Sol, Sidérius e o Sol se encontrarão frente a frente no firmamento e ai os raios ou forças magnéticas de ambos se chocarão obrigando-os a se afastarem entre si e ai então começará o tão esperado fim de ciclo. Não esqueçamos que no Evangelho que trata do Apocalipse diz: “E dois sois aparecerão”, e ainda “As potestades do céu serão abaladas”, Temos também as palavras do grande mestre Jesus que diz: “- Passarão o Céu e a Terra mas minhas palavras não passarão”.

No meu capítulo Gênesis “- O que somos, de onde viemos e para onde vamos”, entrarei um pouco mais nesta explicação, ou seja, nas explicações sobre as possíveis e previstas alterações de fim de ciclo na Terra.

Voltando a explicação sobre o Sol, tentarei dissertar um pouco mais sobre as manchas solares e porque das suas influências ou interferências sobre as ondas de rádio e outras interferências no sistema de comunicação na Terra e sobre o pseudo “fogo” do Sol que são de uma incongruência e de uma infantilidade tão grande que eu acho os cientistas após anos de estudos voltam a ser crianças e ai eu dou razão ao grande filósofo grego Sócrates, que dizia, e que eles deveriam dizer também: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei!”…

A ciência através dos telescópios instalados no solo da Terra detecta gigantescas manchas e não menos gigantescas labaredas as quais, através do prisma parecem realmente fogo oriundo de explosões, que a ciência chama de termonucleares, ou de imensas quantidades de hidrogênio e gás hélio queimando-se assustadoramente. E como os cientistas são “bonzinhos”, dizem que aquilo tudo só vai ser consumido totalmente daqui cinqüenta mil anos! Ora que Deus falho é esse que naquele momento acabará com uma humanidade de um sistema solar todo e que obviamente estará mais adiantada, mais evoluída? A Ciência quando não consegue explicar alguma coisa, ela se faz de sábia, explica mas sempre postergando os resultados para muitos milhares de anos mais tarde! Talvez seja mesmo uma obrigação dela fazer isso caso soubesse a verdade, mas como não sabe, porque então iludir a humanidade? Diga pelo menos que ainda não sabe, está pesquisando apenas.

Então vejamos. A Ciência diz que o planeta Mercúrio que dista do Sol aproximadamente 60 milhões de quilômetros que lá tudo ferve, chumbo estaria em ebulição, pois ele está tão próximo daquela gigantesca bola de fogo que é o Sol que o calor lá é simplesmente medonho. No entanto, eles mandaram um satélite para fotografar Mercúrio, e o satélite, diz a Ciência, conseguiu fotografar Mercúrio. O próprio satélite não pegou fogo pois passou entre Mercúrio e o Sol! Mostrou imagens de um planeta desolado e calmo nada estava em ebulição. E então a onde está o Sol pegando fogo? Porque pelo menos naquele momento a Ciência não se retratou perante a população, dizendo a verdade? Não, prefere deixar a incógnita e continuar alimentando a ignorância.

Será que os cientistas não acordaram ainda? Se eles mesmos dizem que no vácuo não passa luz, calor, fogo, som e etc., pois o vácuo não é um meio transmissor, propulsor, então como Mercúrio teria que sofrer os efeitos das “fusões nucleares” do Sol? na distância de 60 milhões de km de vácuo total?

Os Mercurianos, que são aqueles pequeninos seres de um metro de altura, superinteligentes e que andaram perdendo três naves no deserto dos U.S.A, “riem” muito sobre o que o homem e a nossa ciência dizem do seu planeta.

Outro exemplo, a Ciência da Rússia mandou por várias vezes foguetes a Vênus levando satélites que deveriam pousar lentamente no solo daquele planeta. Antes porém, a Ciência ortodoxa do mundo inteiro dizia e diz que no planeta Vênus a atmosfera é composta em sua maior parte de ácido sulfúrico!…e ao mesmo tempo que o planeta permanece fechado em espessas nuvens. Nuvens de que? Ácido sulfúrico? Pois bem os satélites lá desceram conforme revelaram os cientistas russos; desceram com seus pára-quedas. E os pára-quedas para descerem apoiarem-se em ácido sulfúrico? Sem se desintegrar? Aqui os pára-quedas descem apoiados na atmosfera gasosa (oxigênio e hidrogênio) e lá, foi em ácido sulfúrico? Onde está o critério e a verdade? Vênus tem nuvens normais de oxigênio e hidrogênio (H2O) para formar a água? Ou tem ácido sulfúrico mesmo e os pára-quedas foram feitos com alguma liga de material especial? E os 250º graus de calor que a Ciência diz que se encontra em Vênus, onde foram parar? Não derreteram nem o satélite nem os pára-quedas? E é assim a Ciência vai se “consumindo” em infantilidades!

Desta forma, parecendo petulante ou não, devo dizer que a Ciência deveria rever seus postulados sobre o Sol e sobre a velocidade da Luz, a qual também, a meu ver e baseado nas minhas afirmações, estão incorretas. Se são os raios frios do Sol que viajem apagados pelos 149 milhões de quilômetros que o separam da Terra em vácuo absoluto, então a velocidade da Luz (raios) fora da Terra é uma e dentro pode até ser os 300.000 por segundo, como diz a ciência.

E a Lei da relatividade de Einstein será que está correta? Que me perdoem os seus aficcionados mas para mim está incorreta! Baseio-me nas informações que os extraterrestres me fornecem pois eles viajam acima dessa velocidade da luz medida pelos homens e nada se altera em relação ao tempo de vida deles quando nas viagens e nem do seu povo fica em seus planetas os aguardando. Vejamos como isso acontece: Conforme o que Einstein propalou em teoria, pois nada foi provado e comprovado até agora sobre a Lei da Relatividade, se um indivíduo viajasse para um outro planeta na velocidade atual da luz, ele ao voltar continuaria jovem enquanto aqui seus parentes ou a população em geral já teriam envelhecido ou até morrido, isto porque ele sairia do seu “habitat” que tem uma velocidade em torno de seu eixo de “X” quilômetros por minuto e o tempo de vida dentro desse “habitat” é limitado. O indivíduo viajando a “velocidade da Luz” não sentiria o tempo” passar. Então, a relatividade entre esses pontos para Einstein que criou até uma fórmula, seria diferente. Não vou entrar em minúcias técnicas porque esse não é o objetivo desta obra, apenas superficialmente, para dar ao leitor uma pálida idéia do que quero explicar.

O ponto principal da falha da fórmula de Einstein [E=mc2] está em que ele, mesmo sendo um gênio, calculou tudo baseado nos princípios de vida do “habitat” terrestre, esquecendo-se que evoluindo o conhecimento técnico, automaticamente cria-se meios de propulsão compatíveis como o Tempo e o Espaço para quem nesses meios viajar. Um exemplo simples aqui da Terra mesmo e que poderá simplificar o raciocínio: No tempo de Einstein ainda não se conhecia a velocidade ultra-sônica de hoje e nem se admitia que um físico resistisse mais de 200 ou 300 quilômetros por hora. Depois vieram os super aviões a jacto pilotados, os foguetes intercontinentais que levariam o homem à Lua, as super velocidades dos carros de corrida. Logicamente não passou nem passaria pelo pensamento dele naves-interplanetárias de outros planetas que há milênios já voavam acima da velocidade-luz, por conseguinte, a fórmula da Lei da Relatividade bem como a [4]utilização parcial da Lei da Inércia de Newton também ainda não estava em cogitação. O meu exemplo é o seguinte: Se uma mosca entrar na cabine de comando de um jato que já alcança a velocidade 3 a 4 vezes a velocidade do som ou seja, mais ou menos 5.000 a 6.000 km horários e essa cabine estiver convenientemente pressurizada, a mosca não sentirá a velocidade e quando ela “voltar de viagem” encontrará tudo como antes. Por que? Porque o seu “habitat” viajou junto com ela! Se ela, ou o piloto foi de um polo a outro com seu avião, apenas encurtou o tempo e a distância nada mais! O mesmo se daria se essa velocidade alcança-se a velocidade da Luz dentro da Terra, se isso fosse possível é claro! Mais adiante explicarei porque isso não é possível.

Outro exemplo simples: A mesma mosca dentro de um ônibus, viaja de um lado para outro incomodando os passageiros sem sentir a velocidade do veículo, exatamente pelo mesmo motivo do exemplo anterior. Einstein, nem Newton, jamais pensaram talvez, na existência dos Discos Voadores, ou Volitores como são chamadas essas naves entre os extraterrestres!

Conforme sou informado pelos extraterrestres que fazem essas viagens maravilhosas e muitas vezes levaram o meu duplo-etérico a viajar com eles, quando então pude constatar o que aqui afirmo, ou seja, fora do planeta a escuridão é total. Quando duas naves viajem juntas, enxerga-se a claridade da outra nave apenas, isto porque em volta de cada nave é formado um campo gravitacional que nos permite avistar as radiações da outra nave a olho nu, caso contrário nem isso avistaríamos, a não ser pelos instrumentos e TVs internas da nave cujo sistema de funcionamento está bem longe do que a ciência da Terra imagina. O que vem a ser esses campo gravitacional? É como se a nave se transformasse num pequeno planeta e formasse em seu redor uma atmosfera própria e carregasse essa atmosfera para onde fosse. Desta forma ela se assemelha a um pequeno sol voador. E dentro ela carrega a atmosfera do seu planeta de origem e seus tripulantes a pilotam como se estivessem dentro de seu “habitat”. Não sentem a velocidade por mais alta que ela seja e seus corpos continuam com a mesmo tempo de longevidade que tinham antes de saírem em viagem. No caso do homem terrestre que possui um físico pouco resistente e que carrega as suas bactérias (flora intestinal) dentro dos intestinos, ele não resistiria a uma viagem dessas por muito tempo, mesmo que se fizesse a ambientação necessária para ele e, se adequasse a isso a velocidade e o tempo à medida que a nave percorresse o Espaço Sideral. As viagens que consegui fazer com eles não foram feitas com meu físico mas sim com o meu duplo-etérico, ou seja, o corpo astral (perispírito) levando consigo o envólucro ou o “acolchoado” semi-material que é chamado de duplo etérico. Esse duplo etérico só existe em função da existência do físico, perdendo este, ele se dissolve permanecendo apenas o corpo astral que é o perispírito que possui a inteligência.

O Duplo-Etérico é o agente principal da dor física, afastando-se ele, o corpo físico fica consciente porém insensível a qualquer dor. Fica em estado de letargia e então permite a saída do perispírito para onde ele quiser ir ou for chamado. Ou é atraído por forças magnéticas através da mente e dos corpúsculos magnéticos de que é formado, por isso, o corpo astral (perispírito) pode enfrentar essas viagens e acoplado ao duplo-etérico o mesmo age como uma espécie de “repórter de campo” levando as informações e as sensações ou ainda as sensibilidades ao corpo físico que permanece em vigília e consciente, tendo a sensação e a vivência de que está ele, físico, fazendo também a viagem. Isto evita ocorrências desagradáveis ou incômodas para o ser humano e para os extraterrestres dentro da nave.

Imaginamos que para o ser terrestre devido a sua alimentação e fisiologia, teriam que ser construídos banheiros, mictórios e outras coisas mais para que ele pudesse viajar com o seu próprio físico durante muito tempo. Além do que as forças radioativas e fisioquimicas que movimentam a nave, acabariam com seus glóbulos vermelhos e sua flora bacteriana. Daí, não interessar muito aos extraterrestres prejudicarem o ser humano e por isso são raríssimas ocasiões em que um ser terrestre é levado a viajar. Quando muito, o levam para fazer exames científicos, para que eles o conheçam melhor por dentro e por fora, mas, quase todos os casos são danosos para o ser humano, tanto física como psicologicamente, e estes fatos já são por demais conhecidos nos registros da “ufologia”.

Os extraterrestres com os quais mantenho contato desde os meus oito anos de idade, de todos os planetas do nosso sistema solar inclusive do Sol, aqueles que possuem corpo de carne como os solares, mercurianos, venusianos, marcianos, jupiterianos, áganianos (planeta Ága, ainda não detectado), uranianos, oswenianos (planeta Oswen, ainda não detectado) e os plutorianos e os fespeanos (planeta Fesp[5], também ainda não detectado) possuem corpos compactados, porém sem intestinos; uma bolsa estomacal que digere uma alimentação leve, composta mais de geleias e de frutas. Os físicos deles são muito mais resistentes que os nossos por uma série de fatores que tomaria muito tempo para explicar, porém o farei num capítulo específico. A maior parte deles, excetuando-se os de Fesp e os da Terra não possuem sistema fisiológico de evacuação, outros somente as funções renais, uretrais e outros nenhuma função fisiológica porque são assexuados e a procriação se faz através da geração e materialização mental.

Os Saturnianos e os Netunianos, os mais avançados técnica e espiritualmente, do nosso sistema solar, possuem corpos semi-materiais quase energéticos e quase não precisam de naves para se transportarem dentro e fora de seus planetas, a não ser viagens longas e de longas permanências fora de seus respectivos “habitats”. Portanto, cada planeta possui ou produz seu tipo de nave condizente com suas necessidades, mas, o princípio de produção e quase o mesmo em todas elas, ou seja, captação dos raios cósmicos, produção em catalisadores internos das naves de ingredientes químicos opostos que dão como resultado a emissão de radiação pulverizadora tão poderosa que se transforma em anti-matéria ao ser expelida fora da nave através de milhares de orifícios que se situam em toda a volta da nave, naquelas de formato discóide, e nas pontas, naquelas de formatos fuseiformes.

Nas naves discóides existem sob a parte inferior externa dois grandes anéis giratórios concêntricos que giram em sentido contrário um do outro, em velocidade espantosa quando necessário, e que geram e equilibram as energias magnéticas e que permitem o controle da volição da nave, ou seja, ela pode parar estática no espaço enquanto esses anéis giram com velocidade controlada e compatível com o movimento ou não que a tripulação quer dar à ela. Em todas as naves a tripulação viaja solta, sem necessidade de cintos de segurança. Andam de um lado para o outro durante a viagem ou se quiserem sentam em suas poltronas. Tudo é automatizado, tudo é feito através de computadores.

Nas naves fuseiformes esses anéis magnéticos giratórios se situam internamente em sentido vertical tomando toda a extensão do fuso, sendo que os da metade do fuso giram num sentido e a outro metade noutro sentido. Esses anéis são grandes e largos e uma nave de mais ou menos 40 a 60 metros de comprimento existem em torno de 20 a 30 anéis verticais giratórios, a quantidade aumenta conforme o comprimento da nave. Já nas naves em forma discoidal são sempre dois anéis que variam de tamanho conforme o tamanho da nave.

Esse sistema de propulsão dá às naves uma velocidade espantosa. Uma das menores velocidades que constatei foi a velocidade da nave do planeta Plutão que faz o percurso de Plutão à Terra, sem parar, cobrindo a distância aproximadamente de 6.200.000.000 (seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros) em 28 dias. isto dá uma velocidade de 3.322.000 (três milhões trezentos e vinte e dois mil quilômetros por dia) ou 938.000 (novecentos e trinta e oito mil km) por hora ou, 23.000 (vinte e três mil quilômetros por minuto) ou ainda 260 (duzentos e sessenta km por segundo). É assim mesmo, uma velocidade rapidíssima para os padrões terrestres. Há outras naves que vem de sistemas solares distantes e levaram cinco anos de viagem. Há uma que veio da oitava galáxia mais próxima da nossa e levou três anos! Quero lembrar que a distância que a ciência da Terra avalia entre a nossa galáxia, a Via-Lactea, e a galáxia de Andrômeda que é a primeira galáxia mais próxima é nove quintiliões de quilômetros ou seja (9.000.000.000.000.000.000), ou ainda, três anos luz.

Comuniquei-me com um ser diretamente, da vigésima galáxia que projetou-se entre nós em segundos. Não há maior velocidade que a do pensamento! e, nada se altera no ser que faz a viagem pois ele tem um corpo apropriado e poderoso. E outro da galáxia Centrífugas que distante de nós cem milhões de anos-luz em questão de segundos, e ele o faz com seu simples desejo. Projeta-se entre nós em forma de uma grande chama de mais ou menos o tamanho de um edifício de quatro andares.

As modificações que acorrem são em suas moléculas que ao se defrontarem com um ambiente ou “habitat” fraco e atrasado como o nosso, aumentam de tamanho assustadoramente e ele torna-se um ser imenso, gigante e poderosíssimo. Talvez na sua galáxia ele estivesse mais restringido ao seu “habitat” e seria em tamanho de dois e meio metros de altura. é como se fosse uma grande tocha acesa que brotasse do chão, ou seja, não tem aquele cabo de tocha que aqui os corredores que disputam as olimpíadas levam nas mãos, ou aqueles tipos de tochas que ficam pendurados nas paredes escuras e subterrâneos dos velhos castelos da Europa. Reflete uma luz tão forte e resplandecente que penetra em tudo e em todos exercendo um domínio, e um fascínio indescritível.

Disse-nos ele ser o Engenheiro Sideral responsável por nosso sistema solar. Ele é quem controla e altera o curso dos planetas e tudo o mais que ocorre dentro do nosso sistema solar. É uma espécie de Deus-Criador responsável por tudo o que existe e vai existir, por tudo o que acontece e vai acontecer em nosso sistema futuramente; seu nome é GÓSBOLÁU. Esse ser maravilhoso que conversa conosco, nos mostra também todos os detalhes sobre o Cosmo, sobre o Sideral e sobre o Núcleo Central Cósmico-Deus! Por isso, após tantos anos de experiências sofridas que eu e minha Querida Esposa passamos, posso dizer que algumas coisas conhecemos e delas podemos falar.

Outro engano muito grande e um pouco irracional por parte da ciência é quando ela menciona o fato de uma luz de uma estrela qualquer estar viajando no espaço há milhões ou milhares de anos enquanto a estrela não se encontra mais naquela posição!? Que atraso! Que bobagem!

Partindo da mesma afirmação que fiz acima e que vale também para as estrelas, eu digo que a nosso galáxia gira inteira e com ela as estrelas e o nosso sistema solar, no mesmo ângulo e velocidade e como o que chega até nós são raios emitidos pelas estrelas e não sua luz, estamos recebendo esses raios no presente ou seja, elas emitem lá e nós a recebemos aqui e agora computadas apenas pequenas diferenças entre a velocidade da galáxia e a velocidade dos raios, mas como a emissão é contínua, não há solução de continuidade. Mesmo porque se essa aberração da ciência estivesse certa o feixe de luz emitido há milhões de anos atrás já teria sido absorvido pelos Espaços e planetas por onde passassem, além dos trilhões de quilômetros de extensão de vácuo que não nos retransmitiria a luz em si!

Portanto aqui fica mais uma para os gênios da ciência pensarem! E que não pensem que eu seja um indivíduo presunçoso, jactante e com complexo de cientista! Não o sou! Apenas acho que está na hora deles deixarem de ser tão materialistas obtusos e fazer concepções apenas sobre o que está sob suas vistas e sobre o que há na Terra, sem mesmo dar chance para Deus, pelo menos para Ele que acho ser a fonte de tudo, pensar e equacionar tudo antes deles. Até o nascimento deles Ele “bolou” antes, porque não o resto do Universo. Só isso!

Já revi algumas de minhas vidas anteriores e em algumas dediquei-me a Ciência e alguns dos meus postulados são empregados até hoje, por isso, se eu fosse contra a Ciência ou contra os cientistas estaria sendo contra meu próprio interior mas há sempre o momento do despertar. Quis Deus, ou o Destino, que o meu despertar fosse agora, então não posso deixar de por a público o meu ângulo de visão que pode e deve ser discutível e discutido, apesar de hoje não ser cientista, sou assistido por seres que são mais do que cientistas porque o conhecimento deles abrange o Universo e não apenas o planeta deles. E como eles viajam pelo Espaço Sideral, penso, devem ter mais experiência que os nossos cientistas de gabinete!

Portanto, não estou aqui para tentar desmascarar a Ciência mas sim acrescentar novas idéias e novos ideais, pois acho que mesmo sendo a Ciência “uma Santa Tomé”, que necessita comprovar tudo o que explica, tem margem para deixar passar um pouco do Empirismo e sobre este fazer suas futuras ilações. É o caso da Lei da Relatividade de Eistein. Não foi comprovada até agora, porém a Ciência se apega a ela como se fosse tudo exato, apenas porque aquele genial cientista criou uma fórmula para suas explanações. Eu, ou melhor, os extraterrestres também poderiam ditar-me as fórmulas correspondentes a algumas afirmações que faço, porém, não há interesse nisso, nem por parte deles, nem de minha parte!

Apenas lanço ao mundo alguma coisa inusitada e que possa ajudar os pesquisadores e pensadores a analisarem com mais desprendimento todos os assuntos que fogem ao comum e possam levar as mentes a harmonização com o Núcleo Central Cósmico-Deus, ou Divindade. Pois, achamos, eu e os extraterrestres que, “O que se leva daqui é o conhecimento que aqui se deixa”!

Vou fazer de passagem algumas observações sobre a utilização parcial da Lei da Inércia, de Newton: Digo parcial, porque todos satélites lançados pela Ciência no Espaço não raramente ameaçam despencar sobre nossas cabeças e para que isso não ocorra ela tem que fazer correções de suas trajetórias para que eles permaneçam mais tempo em órbita em torno da Terra. E se a Lei da Inércia fosse totalmente aproveitada os satélites seriam como a Lua que há milhões de anos gira em torno da Terra e em torno do Sol e ainda em torno do seu próprio eixo e não despenca. Chega a baixar talvez até a uns 320 mil quilômetros de distância da Terra quando a avistamos como Lua Cheia mas, retorna à sua altitude normal que é de aproximadamente 380 mil quilômetros, portanto ela tem uma queda vertiginosa e continua dentro da Lei da Inércia. E quais são as forças que anulam ou equilibram as outras forças da Lei da Gravidade que tende a puxar tudo para o solo terrestre?

Não devemos esquecer que no vácuo absoluto nada tem peso, ou seja, por maior que seja o corpo celeste, no vácuo ele é zero. Desta forma, para que um satélite natural como a Lua permaneça em órbita e aqueles dois de Marte não só permaneçam em órbita como girem em sentido contrário um do outro.

Os satélites de Júpiter que são muitos e alguns deles são considerados planetóides tal é o seu tamanho, há a concorrência de vários fatores e não somente a Lei da Inércia, ou seja um corpo recebe um impulso inicial e mantém aquele impulso porque a inércia não interfere na sua trajetória.

Os fatores predominantes são, as polaridades magnéticas existente em cada corpo, ou seja, na Terra o polo positivo é o polo norte, o negativo o polo sul, a força de atração do Sol e do ponto magnético central do sistema. Os raios solares sobre a Terra e seus reflexos na Lua que interagem como fator de repulsão entre um e outro. O plasma cósmico ao qual são envolvidos todos os planetas o sistemas solares da galáxia e também as outras galáxias. As linhas magnéticas que percorrem o Espaço sideral interligado sois e planetas, enfim nada que o homem conseguisse fazer melhor que o Núcleo Central Cósmico a Divindade.

Quanto a não haver possibilidade de ser utilizada a conhecida velocidade da Luz dentro de cada planeta e principalmente dentro da Terra por uma nave física, é devido haver um limite de velocidade – física oferecido e permitido por cada planeta, no sistema de propulsão das naves extraterrestres. Conforme o que eles me informam essa velocidade é regulada conforme a rotação do planeta em seu próprio eixo, o teor magnético emitido pelo polo positivo do planeta, no caso da Terra, o polo Norte. O teor e a composição do traçado das linhas magnéticas dentro da atmosfera da Terra. É como se houvessem trilhas no espaço atmosférico ligando os pólos, circundando e cruzando o planeta os quais, só suportassem “x” velocidade por hora, por exemplo 10.000kms por hora e se a nave passasse disso sairia fora dos trilhos, explodindo ou chocando-se contra o solo ou ainda “sendo expulsa para fora do planeta dependendo do seu ângulo de vôo. Mas nada tem a ver com a resistência física da tripulação, a qual só sofreria se a nave fosse avariada, como já ocorreu dezenas de vezes na Terra, quando naves explodiram no ar, no solo, ou caíram intactas e a tripulação morta devido a desarranjos técnicos internos.

Para concluir, volto a insistir: “O Sol É Um Planeta Frio”, não está pegando fogo, não há reações termo nucleares em seu interior mas químicas onde componentes opostos se chocam e desencadeiam a emissão dos raios infravermelhos, ultravioletas e o raio-de-luz. Os dois primeiros são filtrados e retidos em sua aceleração, ou seja, são desacelerados nas altas camadas atmosféricas de cada planeta incluindo a camada de ozônio e chegam ao solo já filtrados. O terceiro é atritado nessas camadas incandescendo-se dando como resultado a luz e o calor conforme a necessidade do planeta. Quanto mais espessa e mais baixa e quanto menor for a densidade úmida, maior será o calor e a luz gerados internamente.

Quanto mais rarefeita for a camada atmosférica menos atrito, menos luz e monos calor, maior será a escuridão e maior será o frio. Portanto, a luz e calor que a Terra recebe são originados pelas reações de nossa atmosfera aos raios frios emitidos pelo Sol e não por ele estar em auto-combustão. Não está! Caso contrário, a galáxia toda estaria em chamas e as outras galáxias também! E os quasares, “Buracos negros” dentro da nossa galáxia e dentro das galáxias, também estariam. Seriam gigantescos amontoados de brasas siderais. Na verdade são luminosas, apenas luminosas.

O Núcleo Central Cósmico-Deus, ou a Divindade é Luz e não fogo!. Há muita diferença entre uma coisa e outra.

O bulbo ou filamento de uma lâmpada elétrica do qual foram os fotônios para nos transmitir sua luz está aceso e não está pegando fogo!

Um simples vaga-lume traz, a luminescência em sua cauda que também jorra luz e não traz nela uma tocha pegando fogo!, ele também produz em si próprio a reação físico-química em miniatura como se fosse um pequenino sol a volitar nas noites quentes do nosso amado planeta Terra!.

Compilado e revisado em 12/10/95 às 15:10h

D.Yezzi

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[1] Porque aquela gigantesca bola “pegando fogo” que é Sol, queimaria tudo por igual, mesmo com as diferenças angulares entre a Terra e ele.

[2] Soubera que há anos atras divulguei parte desses meus conhecimentos a revistas e palestras em alguns Estados brasileiros com repercussão até mundial.

[3] Se pudéssemos ouvir o que uma “bactéria sionista” que resida num planeta (elétron) ela diria “o nosso sol (átomo) está pegando fogo!”

[4] Ler explicação dessa parcialidade mais adiante.

[5] Porém ainda assim são desenvolvidos por serem desprovidos de maldades. Os de Fesp que ainda são grotescos são como grandes camaleões que vivem na água e saem para a terra poucas vezes.

O Sol é um Planeta Frio - Desenho original (Figura 43)

[box type=”note” size=”large” border=”full”]O Sol é frio, mas nas suas altas camadas ocorrem choques físico-químicos de elementos opostos que provocam a emissão dos Três tipos de raios: ULTRAVIOLETA, ULTRA-VERMELHO e o RAIO DE LUZ NATURAL. Percorrem a distância de 150 milhões de km de vácuo entre o Sol e a Terra, para serem atritados e filtrados nos 400 mil km, da atmosfera terrestre e, só aí os raios de luz natural se encandecem fornecendo luz e calor adequados ao habitat terrestre, enquanto os raios de onda curtas são retidos naturalmente não causando danos ao ambiente. (Trecho do texto da ilustração)[/box]

O Sol é um Planeta Frio - Desenho reproduzido (Figura 44)

Ága – O Planeta Metálico Desconhecido da Terra

ÁGA = nome do planeta desconhecido da terra, conhecido entre nós como metálico

ÍNK = um dos habitantes manda a seguinte mensagem:

Ága – O Planeta Metálico Desconhecido da Terra (Figura 36)
Ága – O Planeta Metálico Desconhecido da Terra (Figura 36)

Tradução (Vide Figura 24):

12 planetas do nosso sistema solar

12 planetas do nosso sistema solar (Figura 37)
12 planetas do nosso sistema solar (Figura 37)

+ = seres positivos

= seres negativos

Transmigrações de Seres Positivos e Negativos (Figura 38)
Transmigrações de Seres Positivos e Negativos (Figura 38)

Situação Atual da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar

Situação Atual da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar (Figura 39)
Situação Atual da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar (Figura 39)

360º = circunferência fechada eqüivale ao ponto de estágio máximo de evolução que poderá atingir um planeta.

Situação Posterior da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar, Aos Acontecimentos do Fim do Século que se darão as transmigrações de seres

Situação Posterior da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar, Aos Acontecimentos do Fim do Século que se darão as transmigrações de seres (Figura 40)
Situação Posterior da Evolução dos Planetas do Nosso Sistema Solar, Aos Acontecimentos do Fim do Século que se darão as transmigrações de seres (Figura 40)

Após ter deixado estas estupendas revelações aos terrestres, Ink retirou-se sem escrever mais nada.

D.Yezzi

24/10/67