O Martírio de Jesus de Nazareth

São Paulo – Semana Santa de abril de 1995

Dedicado às minhas Queridas Conceição e Regiane

O que aqui vai descrito, foi captado pelo processo que denominei de mentografia, que nos permite assistir as cenas que se passaram há milhares de anos atras (quase uma psicometria), nos permite visualizar os mínimos detalhes dos fatos como se naquela época estivéssemos vivendo, ao mesmo tempo que vamos escrevendo ou descrevendo os acontecimentos. Não é igual a psicografia porque este é um processo mecânico, automático, no qual o médium não participa do que está ocorrendo apenas escreve sem vontade própria, sua mão é dirigida pela entidade comunicante.

Na mentografia, além de ser um processo de escrita direta a longas distâncias Inter-Vivos, nós, os médiuns, ou intermediários, participam de tudo, utilizando-se da Telepatia, da Psicometria, da Incorporação Inter-Vivos, da Materialização Inter-Vivos, da Projeção do Duplo-Etérico às longas Distâncias (Viagens astrais) e outros fenômenos.

Acredito que grande parte daqueles que lerão estas páginas e se afinarem com seu conteúdo, com certeza, serão os remanescentes reencarnados da Atlântida da época de Antúlio de Mah-á-Etel que na linguagem atlante quer dizer: Antúlio da Estrela Platinada (Vênus) de há 50 mil anos atrás naquele imenso continente hoje submerso no Oceano Atlântico entre as Américas e as Ilhas Caribes. Hoje, milhares como nós reencarnados e outras milhares ainda no Espaço, desencarnados, mas que vieram seguindo os passos do Grande Mestre Jesus que, naquela época já era um grande líder espiritual programando suas futuras reencarnações através dos tempos e suas missões sempre em defesa do Bem, dos fracos e dos humildes, e que com sabedoria, humildade e mansidão haveria de nos deixar grandes exemplos, principalmente em sua reencarnação como Jesus de Nazaré. Esse grande contigente que poderá estar em sintonia com o que aqui vai descrito, fez e faz parte daquele Clã de espíritos abnegados, missionários mentalistas, amantes do Bem e da Grande Harmonia Cósmica que para Terra vieram oriundos do planeta Vênus, planeta já evoluído naquela época principalmente no que se refere à evolução espiritual, com uma população, uma humanidade bondosa, pacífica, contrária visceralmente à belicosidade e que ainda não mede esforços em sacrificar a própria vida pelos seus semelhantes mesmo que estes não sejam do seu planeta. Haja visto, os grandes e importantes pacifistas de vários países aqui na Terra que soubemos, com certeza, serem eles de origem venusiana, mesmo que isto lhes custe milhares de anos de sofrimentos físicos, morais, espirituais, psíquicos e venham a prendê-los através do karma num planeta e uma humanidade embrutecida como a terrestre.

Esta imensa dedicação humanistica por parte da humanidade venusiana tem lhe custado um altíssimo preço, pois muitos de seus líderes espirituais, outrora livres pensadores quando lá viviam, acabam permanecendo na Terra por dezenas e centenas de reencarnações de prova e de resgate, pois tendo eles grande força mental acabam atingindo seus algozes através da magia e assim pagam por fazerem mal uso dos seus conhecimentos, que os desciam dos objetivos e ideais traçados há milênios. Jesus conseguiu refrear essas forças mentais e perdoar aqueles que o perseguiram. Foi, talvez entre alguns outros uma exceção.

Milhares dos antigos habitantes dos antigos continentes da Lemúria e da Atlântida, antes desses continentes submergirem, eles subiram para o planalto em busca de outras terras e lá deram origem às civilizações de grandes pensadores, hermetistas, humanistas, mentalistas, magos, pacifistas e outros, mais ligados as áreas do psiquismo humano e foram pioneiros entre os Vedas anteriores ao povo Hindu, posteriormente, entre os Hindus, entre os Tibetanos, entre os Egípcios, os Chineses, os Astecas, Toltecas, Maias, os Incas, os Druídas que por sua vez lideravam os Celtas. Enfim, povos que predominantemente se apegavam à magia, a feitiçaria, entre os Ciganos povo nômade que teve sua origem na Índia e se espalhou pelo mundo conservando seus antigos costumes e é claro, entre as raças pós-diluvianas que foram os Babilônios, os Assírios, os Macedônios e outros que se mesclaram com os reencarnados oriundos da estrela Capela e que formaram as raças do Oriente Médio, os assim chamados arianos e israelitas que redundaram na formação de uma humanidade técnica e mentalmente mais arrojada dando ensejo à miscigenação racial para a acolhida do nascimento da ramificação genética que faria brotar o Mestre-dos-Mestres, Jesus.

Após todo esse tempo e toda essa miscigenação racial e a redistribuição de espíritos pelos quatro cantos do globo, bem como a fusão com outros espíritos belicosos vindos do Capela (o famoso paraíso perdido da raça adâmica) os quais pela sua índole e cupidez, empáfia, malignidade, perversidade, etc., etc., também deram origem à povos guerreiros, conquistadores, usurpadores, vilipendiadores das raças e respectivos conhecimentos, pode Jesus programar seu renascimento de há dois mil anos atrás em Belém na Judéia, e que depois também foi acolhido entre os Essênios que faziam parte daquele seu antigo clã da Atlântida.

Há também a outra parte dos que lerem estes relatos que não concordará com o seu conteúdo por falta da afinidade e da sintonia fina com os fatos e também porque os seus dogmas, preconceitos e fanatismo de toda a sorte inclusive o religioso, não conseguirá admitir ou entender que o Espírito de Jesus é um espírito humano como todos os nossos espíritos ou o espírito de cada um de nós.

Acreditem se quiserem, uma vez Ele nos disse através da telepatia e projeção de sua imagem dentro do astral ou psicosfera de nossa casa de Ribeirão Pires: “- Os seres humanos necessitam sempre temer ou acreditar em algo maior que eles, algo sobre-humano, algo sobrenatural, por isso colocam a mim dentro de uma redoma cósmica de onde eu não possa sair, para que eles dêem vazão às suas faltas através de adorações e promessas, esquecendo-se eles que eu fui e sou ser humano e quero estar junto ao ser humano, meu trabalho no planeta de onde vim e na Terra sempre foi em prol do ser humano. Preciso dialogar com o ser humano e gosto de ser visto como tal, por isso, eles e suas religiões não admitem que eu e outras entidades elevadas possamos descer e entrar em contato com os seres humanos através de outros seres humanos. É uma questão de sintonia e nivelamento de vibrações e isto eu faço sempre. Não gosto de situar-me num pedestal. Sou o que sou hoje, graças a ajuda de outros seres humanos de uma grandeza de alma infinita, sem a qual o Cristo tanto apregoado não existiria; entre estes seres maravilhosos está o aparelho que capta hoje estas linhas (minha esposa), o seu companheiro, sua filha e dezenas de outros”.

Para mim que agora estou compilando aquilo que nos fora dito há anos atrás, é uma dádiva muito especial poder comentar e escrever sobre o Grande Mestre, mas para isto tenho que reportar-me aos “porquês” de sermos nós em fazê-lo e tentar explicar como isto foi possível e através de quais dons e fenômenos conseguimos fazê-lo.

Só após o nosso desenvolvimento psíquico, mediúnico e o desenvolvimento das faculdades paranormais como: a psicometria, as projeções do duplo-etérico (viagens astrais), (saídas fora do corpo conscientes), desdobramentos (saídas do corpo inconscientes (durante o sono mas com lembranças do que ocorreu), (não se trata neste caso, de sonho, que, tenho para ele uma explicação à parte), e ainda outros fenômenos tais como, a vidência, a clarividência, a audição astral, a visão das cores áuricas ou aurividência e etc. Todos esses desenvolvimentos ocorrem no decorrer do tempo e exigem uma dose de sacrifício pessoal muito grande, além de regimes alimentares afim de tornarem o físico se não mais leve, pelo menos mais liberto para transitar ou permitir que seu perispírito transite mais livremente entre os campos físicos e astrais ou entre a fisiosfera (crosta terrestre) e as psicosferas (campos espirituais).

O perispírito liberto do físico e com sua mente já preparada para todos os eventos que lhe surgirem, ou seja, isto eqüivale a dizer que ele tem obrigatoriamente que estar isento dos medos, preconceitos e tabus, dos religiosíssimos de todo o tipo, da obtusidade própria, da falta de cultura espiritual, das mazelas kármicas que o inibiriam para qualquer propósito mais elevado, principalmente aquele de poder avistar-se e dialogar com entidades mais elevadas, entre estas a figura luminosa do Grande Mestre Jesus e outros avatares de outros orbes, ou de outras regiões cósmico-siderais.

Somente após longo treinamento desde a infância e com a ajuda de grandes entidades e do nosso Mestre Jesus, pudemos voltar gradativamente ao passado longínquo de nossas origens. Tudo está registrado em nossa extensa “fita magnética” ou “video-fita”, que fazem parte dos registros akáshicos siderais, mas há a necessidade de se ter conhecimento e a mente aberta para adentrarmos cada fase desses registros a sem barreira de tempo e de espaço.

Voltando ao início da vinda de Jesus para a Terra, Ele próprio nos mostrou com imagens mais nítidas que uma TV moderna que Ele fora Cristi-ien, Governador Geral do Planeta Vênus, portanto Jesus é de origem venuziana. Mostrou-nos sua esposa lá em Vênus naquela época, a belíssima Mah-hára que posteriormente, milhares de anos depois viria a ser sua amada de coração Maria Madalena que o ajudaria, da sua maneira, a levar a cabo sua missão. Hoje tenho o privilégio de ter esses espírito como minha Amada, instrutora e protetora espiritual.

Em Vênus foi feita uma reunião entre as Entidades Espirituais de lá e os Engenheiros Siderais mais os líderes vivos do planeta, entre eles Cristi-ien, Mah-Hára, Maria, José e outros que muito mais tarde acompanhariam a Jesus, decidiram que após o desencarne de todos lá em Vênus viriam para a Terra, na época para os continentes da Lemúria e Atlântida até o apogeu da civilização lá reinante, e ao chegar o declínio e sua conseqüente submersão, esses espíritos subiriam e reencarnariam em outros continentes para juntarem-se em nova plêiade de pensadores e humanistas visando sempre a evangelização dos povos que seriam exilados vindo de outras constelações e trariam uma enorme soma de revoltados, negativos e belicosos. Isso foi levando milhares de anos, com centenas de sucessivas reencarnações daquelas que se propunham auxiliar, e durante todo esses tempo as modificações telúricas foram ocorrendo na Terra, movimentação da crosta, dilúvios, guerras longas e fratricidas.

Jesus e sua clã, ou melhor, Cristi-ien e sua gente foram nascendo, morrendo e reencarnando em várias regiões do planeta, principalmente nas regiões compostas por astrais místicos tais como: a antiga Índia, o Tibete, o Egito, o Alto Oriente onde se inclui a China, a Mongólia, a Ásia Central, o Japão e etc., até que faltando mais ou menos dois mil anos para o fim do novo ciclo terrestre teria que nascer o Avatar Jesus e sua Clã mística.

Eu e minha clã, originamos do planeta Marte, após aquela decisão sideral, viemos nos juntar com os venusianos aqui na Terra, também a partir da Lemuria e da Atlântida, com uma diferença, o povo de Vênus que é essencialmente mentalista, amante da paz e do silêncio restringiu-se à mística, à cabalística, ao amor ao próximo e as causas humanitárias. O povo marciano, igualmente muito evoluído e mais afeito às novas invenções, um povo mais lépido, mais “elétrico” e é claro com “estopim mais curto”, veio também em ajuda aos venusianos amparando-os nas inovações técnicas, contudo serem os marcianos também amantes da paz, do amor ao próximo, do silêncio, tinham e ainda tem mais propensão às defesas físicas através da tecnologia e aparatos bélicos, a música, as artes, aos esportes etc…. Enquanto o venusiano trava a sua batalha silenciosa através dos poderes mentais e da magia, o marciano, muitas vezes extravasou e ainda agora, com menos freqüência, a sua batalha no “tete-a-tete”, no corpo-a-corpo.

Por isso, na época de Jesus, Ele sempre preferiu escolher para estar ao seu lado, pessoas cuja índole fosse mais próxima a índole venusiana, os mansos de coração, como ele os chamava e ao perguntar-lhe “porque Ele com os poderes que tinha não petrificou aqueles que O fustigavam, transformando-os em estátuas para serem contempladas pelas futuras gerações, como lição, para que jamais esquecessem”, Ele respondeu-me: meu querido, eu dizia também que deviam amar uns aos outros e que eu não viera para mudar a Lei, nem a Lei dos homens, nem a Lei de Deus, porém, não me era proibido não sofrer dor; pois eu sabia, e a experiência do tempo milenar em que vivi na Terra ensinou-me como isentar-me o mais possível da dor física, afastando do meu corpo físico o meu espírito e com ele o duplo-etérico que é o agente da dor. Porém, nem sempre isso era totalmente possível devido a falta de concentração interior e o burburinho da turba um tanto enlouquecida ou tomada pela sanha malévola dos fanáticos sacerdotes-políticos e os açoites e estacadas dos carrascos.   Eu sabia também que não seria a minha dor ou meu sofrimento físico que iriam permitir a redenção da humanidade, pois, antes de mim naquele mesmo lugar, dezenas de pessoas foram sacrificadas tanto ou mais que eu, e muitos, aos milhares, seriam ainda sacrificados em meu nome, em guerras e outros acontecimentos nas centenas de anos que se seguiram à minha morte. Portanto, a redenção da humanidade seria feita através dos ensinamentos deixados como coluna mestra da moral, da espiritualidade e do novo comportamento social humano, e foi isso que tentei fazer!

Foi quando assintosamente respondi: “- Ah! se eu estivesse por lá naqueles momentos!(fiquei sabendo que me encontrava na Grécia no momento da crucificação de Jesus). Ao que o Mestre respondeu: “- Eu agradeço ao Pai por você não ter estado lá, pois se estivesse, você poderia ter desviado os acontecimentos para pior, eu não cumpriria o que vim fazer, você acumularia outras culpas e a missão de todos nós estaria arruinada. Esta missão, como você sabe, foi programada há milênios atrás fora do ambiente terráqueo por todos nós em conjunto com os Engenheiros Siderais com vistas à doutrinação e elevação do padrão mental e espiritual da imensa população de exilados de outros orbes que seriam enviados para a Terra, planeta relativamente novo e como forte potencial para o desenvolvimento de novas criaturas já em grau de inteligência avançada. E como os Engenheiros Siderais sabem por experiência em milhares de outros planetas nesta e noutras galáxias, que a maior parte desses espíritos exilados passam de planeta para planeta sem se modificarem, pois entram no circulo vicioso do desamor, do mal e todas as vicissitudes imagináveis e inimagináveis e retornam a estaca zero a despeito do sofrimento a que se sujeitam e mesmo com ensinamentos e sofrimentos de outrem por eles. Por isso, há milênios já estão sendo preparados os locais de nova acolhida para eles em outros locais do Universo e, logicamente, outros espíritos se sacrificarão por eles lá a onde se alojarem. Assim é Deus, assim é o progresso e a evolução dos seres que habitam os milhões de mundos criados e que forem sendo formados.

Sempre haverá chance para todos, porém, o tempo de estagnação e de demora na evolução é por conta de cada um desses espíritos. Poderíamos denomina-los de espíritos afeitos a colonização de orbes e humanidades em evolução, e, como colonizadores que são, pagam seu preço para isso, completou o Mestre. 15/4/95

Nestes dias da chamada “semana santa”, vê-se por todos os meios de comunicação milhares de pessoas revivendo os dias de martírio de Jesus de Nazaré, em alguns locais com a encenação parecida com a que ocorreu há dois mil anos atras. Muitos revivem na própria carne deixado-se chicotear física e moralmente. Há milhares entre essas pessoas cheias de boa fé que tentam lembrar a atual humanidade os ensinamentos do Mestre, mesmo dentro dos dogmas, preconceitos e fanatismo.

  • Aqui faço um adendo, apenas para mostrar que muitos que seguiram Jesus e não são do planeta Dele, hoje se encontram reencarnados no Brasil para futura missão nos dias das transformações finais, alguns conseguimos detectar através da psicometria, é o caso de Marcos o Evangelista, hoje um dileto amigo, outros, sabemos que fizeram parte mas, não nos foi dado saber seus nomes ainda a que são induzidas por suas religiões e crenças. O livre arbítrio continua a prevalecer, pois Jesus nada pediu a respeito e nem deixou algo escrito de seu próprio punho sobre o que Ele fez ou disse, o ser humano sempre culposo reflete grupalmente a sua consciência negativa e de arrependimento de última hora. Porém, há também entre milhares de pessoas aquelas que revivem tudo com escárnio, sadismo, maldade belicosa e maligna e tiram proveito e lucros de toda a sorte, sobre aqueles acontecimentos, deixando bem claro que para eles a lição de nada serviu, continuam aguardando o Messias para eliminá-lo novamente. Mas, o Núcleo Central é magnânimo e vai continuar lhes dando as chances de redenção através dos séculos vindouros, porém, o preço a pagar lhes será alto.

Minha esposa querida que há vinte e oito meses está acamada, em estado quase vegetativo, digo quase, porque ela não se levanta, fala pouco, ouve tudo, enxerga bem, raciocina como criança, não faz suas necessidades fisiológicas sem ajuda e emagrece como se estivesse secando, o que me faz chorar e me lamentar como criança, viveu e participou verdadeiramente naqueles dias de martírio do Querido Mestre e hoje, no leito como se quisesse se auto punir de algo que ficou em seu espirito sofre silenciosa e expurga de si e principalmente de nós as toxinas das nossas mazelas milenares.

Pelo que me foi permitido saber através do fenômeno da psicometria, ela sempre foi mulher em todas as reencarnações na Terra e mesmo em Vênus, por isso, mesmo doente e como quase todo o gênero feminino ainda conserva aquela “pitada” de ciúme e sofre ao ver e sentir que não pode estar por inteira comigo e mais ainda quando alguma outra mulher se aproxima de mim. Isto eu não posso evitar pois é próprio dela. Mas, o que tem isto a ver com este capitulo sobre o Amado Mestre, tem muito, pois ela na época Dele também sentia por Ele a mesma coisa e ainda pelo que nós aqui particularmente sabemos ela que foi ou teria sido um grande amor da vida Dele, então, dentro deste contexto, faz parte do Seu Martírio, também! Um martírio que eu passei e estou passando com muita honra apesar das inconveniências. As mulheres, ou melhor dizendo, o gênero feminino de todos os reinos da Natureza são os seres que mais sabem amar o homem e também são os que mais sabem odiá-lo e odiar aos demais seres quando não conseguem atingir os seus objetivos. Deus – O Núcleo Central Cósmico quando gerou o gênero feminino o dotou de todas as qualidades e imperfeições mais que ao homem. Por isso elas são geradoras também e os homens, ou gêneros masculinos, são unicamente reprodutores. A mulher por ser geradora é a célula-mater da espécie humana e por isso, torna-se martírio, vive em constante martírio e é martirizadora.

Ao meu ver o gênero feminino é a Benção Divina materializada. Consequentemente, pelo que pude deduzir no transcorrer dos meus contatos com o Mestre, Ele além de ter sido martirizado fisicamente, martirizado emocionalmente pois amou muito a humanidade e amou silenciosamente, porém intensamente seu antigo amor e companheira Venusiana Mah-hára que, posteriormente seria a pedra moral de sua missão na Terra, Maria Madalena, hoje um grande espirito que também tem martírio. Martírio, porque sofre na carne, na mente e no espirito o que Ele veio sofrendo. Se apenas sofresse não teria importância mas, não posso vê-la sofrer e nem a minha Querida Filha ou meu Querido genro. Na verdade não posso ver ninguém sofrer, e sem demagogia religiosa, não poderia presenciar nosso Mestre sofrer, com certeza eu interviria com a força nem que fosse para sacrificar minha própria vida. Atualmente, talvez, eu agisse diferentemente!

Mas o Pai, O Núcleo Central Cósmico, através das Inteligências que O compõe, programa tudo com antecipação e dentro das possibilidades normais sem exceder-se, deu a proteção ao Divino Mestre. Digo sem exceder-me pois, o Mestre Jesus nasceu como ser humano comum filho de ventre de mulher, feito de carne e osso, com dores e sentimentos iguais a todos os mortais, poderia ter sido liquidado mesmo antes de dar os primeiros passos.

O Pai Celestial, não o fez vir com uma couraça de aço ou com exercito super armado a fim de que ele pudesse ser defendido e pudesse romper barreiras que iria enfrentar. Contudo, deu-lhe uma proteção indireta, desviando seus caminhos dos caminhos dos seus algozes enquanto era necessário fazê-lo. Haja visto, milhares de crianças mortas a mando de Herodes, em seu lugar, outras milhares mortas antes por Moisés à caminho do deserto em direção a Terra prometida, isso três mil anos antes. Iluminou Seu caminho assim como o caminho daqueles que O queriam ver nascer. É o caso da famosa estrela de Belém que se movimentava nos céus guiando os três reis magos e outros seguidores daquele que seria o Mestre dos Mestres. Conforme fui informado, aquilo era uma nave de Vênus que veio acompanhar o nascimento aqui na Terra de seu Cristi-ien e estava repleta de lideres daquele planeta.

Após todo aquele martírio que Jesus passara, antes de seu desencarne ficou no ar toda a vibração emitida por Ele. Toda a Terra, mas principalmente a região onde Ele se encontrava, foi como que alterada por aquela vibração toda; a Natureza se transformou, o tempo mudou, nuvens foram atraídas pelo intenso magnetismo reinante. Seu corpo foi envolto num simples sudário de linho que depois ficou impregnado como se uma intensa radiação, registrando todas as marcas do Seu suplicio. O corpo desapareceu como por encanto e conforme sou informado, o pessoal de Vênus de dentro de uma nave que pairava a grande altura se incumbiu de pulveriza-lo através de aparelhos com raios desintegradores (a guisa de composição da temida bomba de neutrons que só destroi o físico humano ou outros físicos) fazendo-o desaparecer de sob o manto de linho e sugando as partículas para dentro de um recipiente no interior da nave e, assim, acabando com todos os vestígios humanos de Jesus que poderiam também serem disputados pelos mesquinhos e fanáticos seres humanos e suas seitas, principalmente pela magia negra. Assim, como foram outros objetos que sobraram de Sua missão aqui na Terra, tais como o madeiro da cruz, o cálice da Santa Ceia (o chamado Graal) e outros, inclusive o santo sudário que hoje é motivo de disputa entre a igreja, a ciência e os fiéis. Imagine o leitor se o corpo de Jesus tivesse permanecido em seu sepulcro!

Portanto, o martírio de Jesus de Nazaré foi a pedra angular da filosofia e da religião na Terra. Esse martírio rompeu todas as barreiras físicas, morais, espirituais, mentais, de fisiosfera e de todas as psicosferas planetárias. Houve uma reação de todas forças, negativas, neutras e positivas desta periferia da Via Láctea.

Jesus de Nazaré e Seus feitos foram uma espécie de espelho refratário para a humanidade da Terra e dos demais planetas de nosso sistema solar. Nesse espelho, todos viram refletidas suas falhas e seus acertos, grandes e pequenos, do passado do presente e do futuro. Ninguém, após a vinda Dele, poderá alegar inocência ou ingenuidade a respeito do que é o Bem e ou que é o Mal. O Karma da Terra e de cada habitante foi reforçado, a Lei Universal e seus códigos ficaram mais claros para todos, além do que, sobre essas leis paira a Justiça Divina e não a corrupta e inócua justiça dos homens.

O que Ele mui sabiamente dizia e previa através de suas parábolas, já vem ocorrendo há muito tempo. O mundo caminha para seu estertor que já se aproxima céleremente. Os dois sóis previstos no Apocalipse e o fim da “Babilônia” aproximam-se. A Besta virá dos céus e não será um homem, dizemos nós.

Talvez o mundo não escape de uma terceira conflagração, mesmo com tudo aquilo que Mestre deixou como lição ao ser humano de dois mil anos para cá. Todas lideranças siderais e cósmicas, pelo que eu sei, estão empenhadas para que não ocorra uma terceira grande guerra, mas, as toxinas do planeta Terra estão tão acumuladas e o ser humano tão desumano que poderá haver a necessidade de uma drenagem dessas toxinas através da dor coletiva. Essa drenagem ocorrerá mesmo sem a terceira guerra mundial, pois o gigantesco planeta Sidérius se aproxima e mudará as orbitas dos planetas dos seus movimentos atuais, aí então prevalecerá o que diz o Apocalipse: “E o céu desaparecerá”!

A missão do Grande Mestre Venusiano Cristi-ien foi preparar as milenares gerações que se seguiriam após a Lemúria e Atlântida para o advento final do assim chamado fim dos tempos que agora está bem próximo. Apenas mais uns poucos anos. Sim, porque mesmo a Lemúria, a Atlântida, Sodoma e Gomôrra terem desaparecidos com todas as suas raças e civilizações, dilúvios e hecatombes várias terem ocorrido de 50.000 (cinqüenta mil) anos para cá, ainda assim, não era o fim dos tempos porque não houve mudanças radicais em nosso Sistema Solar e o planeta Terra ora se inclinava em seu eixo, para um lado ou para outro permanecendo na atual posição no espaço.

Agora não. O Sistema solar em seu todo está se transformando numa Super Nova, ou seja, para quem o olhar ou avistar de fora ele estará inchando para logo explodir e se transformar em dois novos sistemas solares eqüidistantes um do outro, tendo o nosso Sol líder de um sistema e o planeta Júpiter como líder do outro. Sidérius o gigantesco planeta que se aproxima passará entre os dois, ou melhor, obrigará o nosso sistema solar a se transformar em dois. O planeta Terra sairá de sua atual órbita solar, rolará no espaço, atrás do seu sol, com ele levará milhões e milhões de vidas. Não haverá como até então, mudanças apenas climáticas e raciais mas sim, planetárias para dar inicio a uma Novas Era, Novos Tempos, encerrando um gigantesco tempo sideral ao qual viemos pertencendo.

Como Ele mesmo, o Mestre, previra, o Joio será separado do Trigo e todas as gerações que compuseram a humanidade atual da Terra e de outros planetas do nosso sistema solar, em fase de evolução, tiveram suas oportunidades de progresso e espiritualização. Se não aproveitarem, recomeçarão do ponto de partida, noutras regiões siderais e em nova ambientação provando assim que até a paciência Divina tem seu limite.

O mestre Jesus veio várias vezes, em centenas de reencarnações, em muitas delas se sacrificando como na sua última missão de Jesus de Nazaré para nos transmitir isso tudo. Felizes aqueles que O compreenderam, pois lhes será reservada a famosa Terra Prometida. Para os que não O compreenderam ou não quiseram compreender, terão seu “habitat” condizente com a sua índole e vocação. Para isto foi o Martírio de Jesus de Nazaré.

Foi necessário esse martírio?. Ele e as altas Entidades Espirituais dizem que sim, pois tinha que haver uma marca indelével, uma passagem inesquecível para a humanidade que seria gerada dois mil anos após.

Houve um enorme trabalho das Entidades Siderais Reencarnacionistas na formação milenar, antes do nascimento Dele, daquilo que eu chamo de “Meridiano Genético”, fruto do Grande Plano Sideral e Cósmico, pelo qual a herança genética resultaria como meta final na geração de um ser especial, hiper-sensivel como Jesus de Nazaré que não se juntaria com mulher alguma, nem com sua própria mãe e nem geraria filho algum. O Meridiano Genético começaria para Ele e terminaria com Ele. Daí o seu Martírio, aparentemente desumano e aparentemente abandonado a sua própria sorte.

Vale a pena lembrar que muitos mártires houveram na Terra e que também foram crucificados, entre eles o famoso Spartacus que foi considerado posteriormente pelo mundo comunista como primeiro “proletário sindicalista” , mas no entanto, não teve a vida regrada e espiritualizada como a Dele e nem a mesma sabedoria e amor pela humanidade, e muito menos a visão de Avatar Clarividente como Ele tinha.

Neste momento (26/04/95), minha Querida Esposa Conceição, Sua antiga discípula Mah-hára, passa um martírio hospitalar doloroso através de agulhas, seringas bisturis, um processo que hoje completa vinte meses, similar ou pior que o Dele, pois pertence ela ao mesmo Meridiano Genético Espiritual, e como Ele, aceita tudo passivamente, pacificamente, nos dando um exemplo de uma grandiosidade espiritual só percebida e vivida por seres de Alta Hierarquia e, eu pessoalmente torno-me tão pequenino frente a ela e a Ele que não tenho outra saída senão a de chorar, chorar copiosamente como um ser ínfimo e de me envergonhar das minhas fragilidades humanas e se pudesse seria reduzido a pó aos Seus pés.

Por isso, este capitulo e tudo o mais que fiz de bom nesta e em minhas vidas passadas, dedico a essa maravilhosa criatura, esse anjo de amor e bondade que Jesus permitiu me acompanhasse durante todos esses milênios pois Ele sabia que eu iria precisar de alguém ao meu lado que fosse mais forte, mais nobre e mais elevado espiritualmente que eu, que essa minha Querida companheira de todas as horas, Minha Esposa Conceição Aparecida Yezzi, para a qual peço a Ele remeter toda a Sua Energia Cósmico Sideral Restauradora, para que Ela se restabeleça, volte a andar e juntos, possamos passar às massas todo o conhecimento que em nossas almas antigas está armazenado e o amor que em nossos corações está palpitando e que juntados ao Dele possam ainda, a tempo reconduzir muita gente ao caminho do Bem e da Verdadeira, assim como a Minha Querida Filha Regianne (Sara) outro Anjo que me acompanha e sofre por mim, sem que eu mereça tanta consideração; tudo é dedicado a Ela também, e agora ao Paulo meu estimado genro, e a minha netinha Giulia.

Tenho certeza de que Jesus lá nas Alturas onde Ele se encontra, está saudoso e martirizado por ter deixado um anjo maravilhoso como esta Minha Amada, aqui na Terra, mas assim mesmo peço a Ele que não a leve de mim, que permita que eu ainda seja capaz de fazê-la feliz e aí então, sim Ela poderá estar ao lado Dele tendo cumprido sua árdua missão aqui na Terra que foi a de me acompanhar e zelar por minha alma e por milhões de pessoas.

O Núcleo Central Cósmico – Deus, através dos Seus Engenheiros Siderais, em um dos quais espero me tornar um dia, mesmo que esteja longínquo esse dia, faz tudo certo, tudo é regido por Leis Naturais, tudo é planificado com margem de exatidão impressionante, que deixa o ser humano comum da Terra abismado, perplexo é sem atinar com a Consciência Maior. Pensa que pode fazer o que bem quer sem que nada lhe aconteça de volta. O choque de retorno é inevitável e como dizia muito bem O Mestre: – “A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória”.

Eu devo estar colhendo o que plantei! E, apesar de ter o privilégio de saber muita coisa e estar em contato ininterrupto com seres vivos de outros planetas através das “aberturas” paranormais ou mediúnicas e com Entidades Elevadas da Terra e ainda com dezenas de tipos diferentes de seres Elementais, estou um tanto revoltado e inconformado com o que Minha Querida está passando. Olho-a e choro. Choro e olho-a. Não encontro uma saída de conforto espiritual e mental para o meu ego, apesar de se me apresentarem várias saídas, todas teóricas, mas só de teoria não se pode viver!

O que é bom para os outros pode não ser bom para mim e vice-versa. Por isso, comprovadamente o exemplo dado pelo Grande Mestre serviu, serve e servirá enquanto este ciclo planetário durar que, a dor física é a forma natural que o corpo humano encontrou para expulsar as toxinas dele próprio e principalmente do perispírito que por sua vez as expurga da alma e permite a esta se desprender sem apego as coisas e causas da matéria, libertando-se assim para vôos mais altos em direção de Volta a Fonte Criadora, ao Núcleo Central Cósmico – Deus.

O Mestre pessoalmente não precisava padecer aquele martírio tão doloroso mas, tornou-se passivo a ele assim como Minha Querida o faz agora, porque ambas são almas afins, almas gêmeas e necessitam estarem juntas na Eternidade. Sei que um dia perderei este meu Anjo, quer no físico, quer no Páramo Celestial, pois ela voará com certeza muito mais alto que eu, mas resta-me o consolo de saber que fui considerado pelo Criador quando[1] colocou-a há milênios ao meu lado.

Jesus provou que tudo é perene neste mundo.

Ninguém precisa ou deve apegar-se demasiadamente ao mundo da terceira dimensão, deve sim, conservar o instinto de autodefesa, deve zelar pelo seu vaso de carne e osso que é o corpo, que lhe foi presenteado pelas Entidades Reencarnacionistas e pelos seus ancestrais que zelando pelo corpo deles mantiveram firme o Meridiano Genético para ele nascer da forma como nasceu. Se for perfeito, é porque seu perispírito fez jús a essa perfeição e se não for perfeito é porque tem que passar por uma drenagem de alguma toxina que o iria prejudicar mais ainda no futuro.

Tudo o que Jesus de Nazaré tinha que fazer na Terra parecia obedecer a uma matemática coerente, racional onde o número 12 e seus múltiplos tinham e têm vibração definitiva. Os números múltiplos de 12 são o nº 3, e nº 4 o nº 6 e o nº 9. Então vejamos a titulo de curiosidade esta minha simples pesquisa:

12 são o número de planetas que compõem o nosso sistema solar (três ainda não detectados pela ciência)

12 são as constelações que no Zodíaco exercem influencia na Terra.

12 são os signos correspondentes na Astrologia que são regidos pelo Zodíaco.

12 meses formam o ano terrestre.

12 horas formam o tempo do dia.

12 horas formam o tempo da noite.

12 são os meridianos que formam o dia.

12 são os meridianos da noite.

12 são os trabalhos de Hércules, na mitologia grega.

12 são os Cavaleiros da Tavola Redonda, do Rei Arthur.

12 são os números de sons da Música.

12 são o número de cores correspondentes aos 12 sons.

12 são os “chakras” ou vórtices do campo psíquico.

12 são os “plexos” do corpo humano.

12 são os meridianos do corpo humano catalogados pela medicina chinesa.

12 foram os Ministros do Governo do Brasil Novo que em 25/03/95 (na Semana Santa!), a medida de nº 168 foi aprovada por 39 deputados, numero: 3 + 9 = 12.

12 é o total formado pelas 4 estações climáticas na Terra ou seja 3 meses de primavera, 3 meses de verão, 3 meses de outono e 3 meses de inverno: 3 + 3 + 3 + 3 = 12 ou seja 3 x 4 = 12.

12 são as tribos de Israel que no capitulo 7 do apocalipse de João menciona os 144 mil “selados” ou escolhidos para permanecerem na Terra. Decompondo-se este número 144 ÷ 12 tribos = 12 mil “selados”.

12 é o número que compunha os membros da família direta de Jesus, assim distribuídos:

José com a primeira mulher Débora:

por ordem alfabética os seguintes 5 filhos e irmãos de Jesus:

Cleófas
Eliezer
Jacob
Judas
Matias

José com a segunda mulher Maria:

por ordem de nascimento, os seguintes 6 filhos e irmãos de Jesus:

Andréa (Homem)
Efraim
Elizabete
Hannah
Jesus
José

12 portanto, foram os familiares irmãos de Jesus mais Maria que foi mãe que gerou Jesus.

12 apóstolos foram os escolhidos por Jesus, cada um representado um planeta, uma constelação do Zodíaco e um signo da astrologia.

12ª jornada da Via Sacra – a Caminho da Cruz, morre Jesus,- [ com 33 anos ou 3 x 3 = 9 ou 3 + 3 = 6 + 3 { nº do 3º planeta Terra } ou 3 x 3 x 3 = 27 = 2 + 7= 9 ]

24 é o número de anciãos mencionado no Apocalipse de João capítulo 5 versículo 8 (24, número divisível por 12 e etc.,)

Portanto, Jesus estava circunscrito a uma matemática sideral que rege o nosso sistema solar e principalmente a Terra e a sua humanidade, senão vejamos mais um pouco dessa lógica sideral que eu analisei, ainda sobre a ronda do nº 12 e seus múltiplos, seus enigmas e influencias:

Conforme a Ciência da Astronomia e a futura ciência da Astrologia informam, o Sol leva 25.920 anos na sua passagem pelas 12 constelações do Zodíaco e consequentemente também pelos 12 Signos Astrologicos. Em cada ano, portanto cada 12 meses, passa pelas 12 constelações e 12 signos que segundo a Astrologia exercem influencias várias, positivas ou negativas sobre os seres humanos, os quais são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

E eu sou informado que o nosso sistema solar é formado por 12 planetas e que os Magos da Babilônia e Jesus já sabiam disso, por isso, o Mestre escolhera 12 apóstolos, cada um representando uma constelação, um signo e um planeta, três tipos de influencias que somadas e decompostas ficam 3 x 12 = 36 = 3 + 6 = 9[2] . Os planetas que formam o nosso sistema solar são : Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Äga (ainda não descoberto), Urano, Oswen (ainda não descoberto), Netuno, Plutão e Fesp (ainda não descoberto).

Os três planetas ainda não descobertos levam o nome que seus próprios habitantes dão a eles, conforme sou informado.

Como o Sol percorre o Zodíaco nos seus 360º (graus) decompondo-se o nº 360 temos: 3 + 6 + 0 = 9. Este percurso é portanto para cada ano = 12 meses. Atrasa-se 50 segundos em cada ano ou l (um) grau em cada 72 anos, decompondo-se o nº 72, temos 7 + 2 = 9. Isso faz com ele mude de signo com intervalos aproximados de mais ou menos 2.160 anos, decompondo-se o nº 2.160, temos: 2 + 1 + 6 + 0 = 9. Leva pois 25.920 anos para percorrer em sua passagem pelas 12 constelações e 12 signos do Zodíaco, decompondo-se em multiplicação esses números, temos: 2.160 x 12 = 25.920. Decompondo-se em multiplicação também 25.920, temos: 2 + 5 + 9 + 2 + 0 = 18 = 1 + 8 = 9.

Aqui entram dados importantes que incidem na sobrevivência e na permanência do homem sobre o planeta Terra, dificultando-lhe assim as viagens espaciais, caso não haja proteção e compensações vibratórias adequadas.

Comparando-se o homem (microcosmo) com o Universo (macrocosmo), temos: Conforme a Ciência, o homem respira 18 (1 + 8) = 9 vezes por minuto. Multiplicando-se 18 por 60 minutos, temos: 18 x 60 = 1.080 que multiplicando-se 24 horas, temos: 1.080 x 24 = 25.920 vezes por dia, exatamente o percurso que o Sol leva em sua passagem pelas 12 constelações do Zodíaco.

Lembrando que o ano na Terra é de 12 meses e, se dividirmos os 360 graus em que o Sol percorre todo o Zodíaco por 12, temos: 360 ÷ 12 = 30 que seria a quantidade exata de dias de cada mês, decompondo-se os nº 360 e 30, temos : 3 + 6 + 0 = 9; 3 + 0 = 3, e 3 + 9 = 12. No caso de dias estou desprezando as frações de 30 que dariam mais 5 dias do calendário terrestre atual. O correto seria ter o nosso calendário terrestre com 30 dias para cada mês e não 28,29,30 e 31 como até agora; ocorre porém que a contagem terrestre dos dias baseia-se no movimento de translação da Terra em torno do Sol, que dá 365 dias, daí a pequena diferença.

O povo Maia se utilizava em seu calendário de 30 dias para cada mês, baseava-se portanto, no movimento do Sol e não no movimento da Terra.

Se ao invés de decompormos o nº 365, multiplicássemos ele por ele mesmo, temos: 3 x 6 x 0 = 18 que é igual a 1+ 9 = 9 ou 360 x 360 = 1296000 = 1 + 2 + 9 + 6 + 0 + 0 = a 18 = 1+ 8 = 9 = ou 9 x 3 que é o nº do planeta Terra na posição do sistema solar, ou seja, a Terra é o 3º planeta do sistema solar = 27 = 2 + 7= 9 ou 2 x 7= 14 = 1 + 4 = 5 que a diferença entre o nº de quantidade de dias entre a contagem do calendário Maia e o atual calendário em uso. Assim como o nº 360 é o número de graus de uma circunferência.

Se multiplicássemos o nº 2.160 decomposto por 12, temos: 2 x 1 x 6 x 0 = 12 = 1 + 2 = 3 x 12 = 36 = 3 + 6 = 9, ou 3 x 6 = 18 = 1+ 8 = 9.

A Constelação de Sagitário, signo no qual me orgulho de ter nascido é o nono signo do Zodíaco ou signo nº 9 dentro dos 12 signos da Astrologia, decompondo-se esses dois números, temos: 9 +1+ 2 =12 = 1 + 2 = 3 sempre múltiplo de 12!

Penso que com a demonstração acima Jesus não nasceu por acaso no 12º mês do ano terrestre, no dia 25 que decompondo-se é igual a 1 x 2 = 3 x 2= 6 x 5 = 30 = 3 x 0 = 3, ainda o número do planeta Terra! Ele também não escolheu por acaso 12 apóstolos que além do nº 3, é o número da quantidade de planetas do nosso sistema solar que cada um representava e que com Ele, Jesus representando o Sol perfaz a quantidade de 13 astros do nosso sistema solar número este também ligado a magia, ao azar, a cabala como sendo um número diabólico no qual também são baseados os números de jogos de azar da loteria, dos cósmicos e um número que quase todo o ser humano por tradição e também crendice teme e procura desviar-se espavorido. Os americanos a temem tanto que evitam de numerar seus edifícios de apartamentos ou de comércio, com o número 13; exemplificando se o edifício tiver 15 andares a numeração pula do 12º para 14º e assim por diante.

Paganini, que diziam ter parte com o diabo, o que não é verdade! Ele mesmo, hoje ainda desencarnado, nos diz telepática e textualmente que isso não é verdade mas, que ele apenas se aproveitava, para granjear mais fama e popularidade, desse jargão popular, compôs seu 13º Capricho para violino-solo dando-lhe tal conotação melódica que esse capricho é denominado de “o gargalhar sarcástico e zombeteiro do diabo”! Mas Paganini mesmo nos diz que, se o populacho e fanáticos da época tivessem um pouco de senso de observação, notariam que ele só tocava ou preferia tocar no seu violino “Garnérius del Gesú” ou seja Guarnério de Jesus, cujo símbolo no seu interior, marca do liutáio (artífice produtor de violinos) era e é uma cruz! (ver capítulo sobre Paganini)

Quem ler a biografia de Wagner outro grande compositor da música clássica (este de origem venusiana), fez hinos ao planeta Vênus, verá o quanto sua vida foi regida pelo misterioso nº 13!

Com esta singela demonstração desde Jesus a Wagner quis eu dar uma pálida pincelada numerológica e dizer aos leitores que todos somos frutos de uma Alta Matemática Cósmica, Racional, Exata, Divina, que é elaborada no Núcleo Central Cósmico Deus, de onde todos nós originamos!

SP 30/04/95 às 10h31

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[1] Obs: No momento da edição deste livro quero deixar registrado que Minha Querida Esposa foi para junto do Mestre dos Mestres em 19/03/96

[2] Aqui cabe uma observação: o número 3, o número 6 e o número 9 estão sempre presentes em quase tudo o que se relaciona com os temas siderais ou cósmicos. Talvez porque a Terra seja o terceiro planeta do nosso Sistema Solar e o seu movimento no espaço e tudo que girar é ternário, ou seja 3 por 4 ou 6 por 8. Quem for músico sabe.

A Entidade “Pomba Gira”

Por longos anos vim estudando o comportamento de determinadas entidades e suas influências sobre os seres humanos, no caso da entidade denominada de “Pomba Gira”, na Umbanda e no Candomblé e bem como nas correntes negativas como na quimbanda. Posso dizer que são entidades arraigadas ao sexo e tudo o que provém de suas funções e disfunções. São entidades cujo teor vibratório, cuja sintonia com as aberrações e induções sexuais, são muito fortes e profundas. São como os Elementais da Natureza que cada um é ligado ao meio em que brotou e nesse meio, seja a água, mar ou rio, cachoeira, mata, ar, fogo, animais, minerais e outros, possuem o poder de manipular, unir, aglutinar, harmonizar, desarmonizar, construir ou destruir.

No caso específico dessas entidades “Pomba Gira” que são incumbidas dessas funções ligadas ao sexo das mulheres, não se trata de um elemental mas sim de espíritos desencarnados, femininos, cujo karma espiritual e cujo desencarne ocorreu por desapontamentos sentimentais dolorosos nas suas últimas reencarnações na Terra, na maioria deles, tendo perdido a vida na prática do sexo ilícito, ou tendo sido assassinadas nos momentos do exercício sexual, ex-mundanas que sem ter outra escolha e tendo aquela afinidade no Astral formam-se em agrupamentos afins com o firme propósito da vingança sobre seus algozes agora reencarnados como mulheres ou como homens ou ainda como homoxessuais masculinos ou femininos. São atraídos por grupos de magia ou de “religiosos” das religiões ou seitas afro-brasileiras, no caso do Brasil, para agirem dentro do campo de sua atuação, que é a função sexual, através de paixão ou do amor forçado, para aumentar a atração sexual entre casais antagônicos que nunca se imaginariam juntos, ou destruir em nome de outros a atração natural entre casais normais que se amam. São “comprados”, através de presentes e oferendas além de satisfazerem sua índole vingativa e se satisfazerem também sexualmente. Muitas e muitas vezes perseguem seus algozes durante várias vidas sempre tentando saciar sua sede de vingança levando-os a cometerem os piores desatinos e aberrações sexuais, transformando-os também por sua vez em outras “Pombas Giras” ou “Exús”, que são os mesmos tipos de entidades ligadas ao masculino.

Essas entidades agem sorrateiramente freqüentando locais de baixo astral, quartos de motéis, dancing, locais de vícios e orgias, onde se bebe e se adentra aos caminhos sem volta das drogas. A mulher ou homem, ou os homossexuais de pensamento em afinidade com essas entidades, são impelidas e compungidas a fazer sexo nas piores situações e contra as suas índoles pois são semi tomadas à distância e mais ainda no momento do ato sexual, e aí passam a se comportar como se fossem outra pessoa, fugindo dos seus critérios habituais, atraindo para si e, principalmente, para as partes genitais as piores doenças provocadas por protozoários (outras entidades disformes) que se imantam sobre aquelas partes e sobre a pessoa, intoxicando-a e ao seu perispírito, também pelos “miasmas”, ou seja, bactérias que ficam no ar e no astral produzidas pelas pessoas envolvidas. Nestes casos, se for uma pessoa que possui família que está em casa e nada tem a ver com o que aquelas pessoas fazem fora do lar, são “contaminadas” também indiretamente, surgindo daí doenças, mal estares e desarmonias inexplicáveis, no meio científico.

Portanto, não vai aqui qualquer intenção de semearmos um falso puritanismo ou conservadorismo fora de propósito, mas sim, alertarmos para o que tecnicamente ocorre.

Imaginemos pois, dentro do contexto já explicado, que, se os “miasmas” e “Protozoários” permanecem nos locais de baixo astral, penetrando ou interpenetrando a tudo e a todos os locais, tais como motéis, bares, “dancings” e outros antros de meretrício, são contaminadas astralmente e depois ingeridas pelos freqüentadores inadvertidos.

Portanto, não estamos aqui, contra isto ou aquilo, nada temos contra essas entidades, as quais dentro do contexto universal fazem o seu papel e, muitas vezes, são “utilizadas” por outras entidades com finalidade de fazerem renascer espíritos que nunca seriam aceitos por uma mãe normal. Veja-se o gigantesco número de mães solteiras existentes no mundo e a enorme quantidade de menores jogados pela ruas, na maior parte, frutos de nascimentos forçados ou forjados por essas entidades. Isto não significa que todas as crianças nascidas de encontros fortuitos ou casuais seriam espíritos que não nasceriam se não fossem usados esses métodos astrais, apenas, tiveram que nascer assim e só poderiam vir ao mundo através da concorrência ou ajuda daqueles pais e que foram “ajudados “ por essas entidades vingativas e zombeteiras. Mas, nestes casos, as seqüelas kármicas recaem mais sobre a mãe-solteira que tem que carregar em seu ventre aquela criança indesejável ou inesperada para aquele momento, e mantê-la sob sua guarda e manutenção, às vezes na pior situação de vida e na penúria total, enquanto o pai inescrupuloso retorna a seu “lar doce lar’ se for casado, ou desaparece no mundo sem deixar vestígios. Se for solteiro, pouco se importando com o que vai acontecer com aquela mãe infeliz e com o destino daquela criança que fez nascer.

O mesmo acontece com aquela entidade, que se diverte no astral presenciando a desgraça ou o desconforto em que colocou ou provocou para aquela mãezinha que vai ter que fazer das tripas coração para assumir sozinha o seu novo filho. Muitas não suportam o peso, doam ou vendem seus filhos e no auge do desespero cometem suicídio indo parar ao lado da entidade vingativa que, por sua vez se compras, se regala de satisfação em ver sua vingança concretizada e ter sua ex-algoz agora ao seu lado como mais uma “Pomba Gira”.

Essas entidades também tem muita força sobre outras “Pombas Giras” reencarnadas e que vem ao mundo para servirem de instrumento de discórdia e desarmonia entre lares e seres humanos honestos e que gostariam de passar por esses terríveis momentos.

O importante é afastar essas entidades através de trabalhos e orações especiais que as levem para tratamentos espirituais e emitir-lhes muita luz, pois quem está iluminado não pode e nem quer fazer mal a ninguém.

Seria conveniente, doravante, que os proprietários e freqüentadores desse locais se preocupassem com a limpeza Prévia do Astral e das instalações ambientais para pelo menos não permitirem essas contaminações. “Porém, sei que isto é uma utopia, ou seja, jamais será feito pois esses ambientes só dão lucro se forem quanto mais ruim, melhor”.

Outro detalhe que observei e observo e pode ser notado por qualquer pessoa, é que as mulheres que tem afinidade com essa entidade ou que sejam “Pombas Giras” reencarnadas tem predileção pelo uso das cores vermelho e preto. Vai desde o batom, as roupas íntimas, as coisas que escolhem e o ambiente que freqüentam. Portanto, o carmim (vermelho vivo), o preto é uma indicação vulgar dessas entidades e as coloca em sintonia direta com as energias negativas e maléficas. E as “médiuns” usadas por estas entidades afeitas a luxúria e ao esplendor da vaidade, vivem pintando as unhas, repintando-as, quase que diariamente e vivem diuturnamente frente ao espelho a se contemplarem. Na verdade, é a Entidade Pomba Gira que se regala com tudo isto e absorve os fluídos que exalam dessas condutas da fraqueza feminina.

Alguém perguntará: Então temos que abolir esses costumes de nossa sociedade? Respondemos que: devemos procurar não entrar em contato com essas energias, consequentemente, o uso de cores mais suaves e tons mais claros é recomendável. “- Diz-me com quem tu andas que eu te direi quem és”- diz um ditado e neste caso dizemos: mostre-nos as cores e costumes de tua preferência que te diremos quem és e quem te acompanha no astral. É claro que, tudo está na intenção, no propósito de quem usa e faz, porém, o inconsciente humano é sugestionado, é insuflado pelas radiações magnéticas que essas entidades impregnam sobre a mente, que por sua vez induz o cérebro e que por sua vez, também, impele essas pessoas a buscarem as cores e músicas que também transmitem cores, as quais, as colocam em sintonia ente si, ou seja, pessoas com as entidades e entre as pessoas da mesma afinidade, mesmo gosto e comportamento baixo astral.

No momento de transição que o mundo e a humanidade atravessam e a busca desses conhecimentos até agora guardados em segredo pelas Altas Entidades e pelos Sábios se torna mais ávida, mais insistente, achamos que é chegada a hora de algumas providencias serem tomadas para elucidação da grande massa e das entidades que agem soturnamente, ou seja, sorrateiramente, pensando que jamais serão descobertas e punidas.

Agora se aproxima a hora da verdade e, como dizia o Mestre dos Mestres: a hora da separação do joio do trigo, e para aquele que não estiver com sua vibração elevada a um ponto que não seja atingido pelas vibrações negativas que Sidérius, o planeta gigantesco que se aproxima, emite a longa distância.

Ninguém vai conseguir esconder seu grau de negatividade atras de uma boa aparência, ou atras da sua riqueza que não comprará mais nada, nem se esconderá por trás de falsas palavras ou de atos interesseiros. Ele será sugado de conformidade com esse grau de negatividade, e que hoje está aumentando sobre pessoas a olhos vistos sem que elas saibam o porque e nem como fazerem para se livrarem desse círculo vicioso que as carrega para a colheita obrigatória do que semearam, entre esse círculo vicioso se encontra a atuação, a obsessão sobre as pessoas por parte desse tipo de entidade perniciosa que não se dá conta do mal que causa à sociedade e a ela própria. O nosso papel aqui é apenas o de alertar, sem qualquer pretensão de querer endireitar o mundo, cabe a cada um prestar contas de seus atos e assumir, queira ou não queira, suas responsabilidades. É nosso dever transmitir conhecimentos, nada mais.

Explicações do Autor Sobre Tíner do Planeta Zutener

Um exemplo: Na época da guerra do Vietnã, contatei, ou melhor, fomos contatados por um ser chamado TÍNER do planeta ZUTENER de um sistema solar dentro de Nossa Galáxia a Via Láctea.

Tiner é um ser normal com o biótipo parecido com o do terrestre. Tem os cabelos ruivos meio alongados, parecendo cor de tijolo. Sua nave, gigante, tem o formato de um losângulo horizontal e leva no seu interior algumas naves-mirins do mesmo formato.

Ele contou-nos na época, que pairava a grande altura sobre os palcos de combates no Vietnã e com seus aparelhos assistia a tudo sem poder interferir. Via soldados serem metralhados, seus corpos caírem mas seus perispíritos continuarem em posição metralhando o inimigo. E assim ficaram por dias como se ainda estivessem vivos! Numa das vezes ele veio buscar nosso duplo-etérico e nos levou até lá. Assistimos a tudo consternados. Pedimos ajuda ao Alto e logo em seguida vieram homens e mulheres vestidos de branco, com padiolas, e nos disseram ser socorristas espirituais. Vimo-los colocarem os espíritos dos soldados mortos e os levarem pelo espaço a dentro para serem tratados, enquanto seus corpos permaneciam nos locais em meio a batalha acirrada.

Quando tudo se acalmava, Tíner mostrou o que ele e os seus faziam. Desciam com sua nave em local escondido, apanhavam alguns corpos e levavam para dentro da nave-mirim e desta para a nave-mãe que ficava pairada no Espaço. Descarnavam os corpos e com a carne e seus reagentes químicos faziam uma massa com a qual se revestiam, ou seja, passavam-na em seu corpo todo como uma espécie de proteção ambiental, para seus físicos, e assim, poderem se locomover a pé no solo terrestre. Não só lá no Vietnã mas em todo local da Terra onde eles cismassem de visitar e avaliar.

Tíner e os seus tripulantes faziam aquilo com tanta naturalidade que nos deixou pasmos. Mostrou-nos tudo e falou de seus costumes em seu planeta, os quais, eu tentarei relatar oportunamente . Aquele revestimento que faziam com a carne humana dava-lhes a aparência, mesmo que remota, de um ser humano da terra. Era uma espécie de máscara que se amoldava no corpo todo e que se fossem vistos andando pelo solo talvez não fossem reconhecidos. Tíner nos mostrou também dentro da grande nave-mãe, um enorme instrumento musical “Eólico”, ou seja movido a vento natural. Era composto de lâminas e grandes tubos por onde o vento passava e ele emitia sons coloridos. Viemos a saber através de Tíner que a música, após ser transformada em sons, se transformava em gás colorido e esse gás atingia os nossos poros, plexos, e chakras. Outra experiência que eu e minha esposa tivemos foi em nossa casa de Ribeirão Pires que na época, estava recém construída e havia sido desocupada pelo nosso inquilino e nela fomos morar.

Numa determinada tarde havíamos eu e ela descido à cidade para fazermos compra no supermercado. Na volta, após estacionarmos o carro em nossa garagem que dava entrada para nossa sala de visitas onde havia um grande sofá almofadado de cor bege, qual não foi o nosso espanto ao nos depararmos com um homem esbelto, vestido com um terno “tweed”, aquele tipo de pano enxadrezado inglês, todo sorridente, com um sorriso largo e dentes alvíssimos em formato de meia-pérola, cabelos cor de tijolo (da cor do nosso sofá) que seria talvez cor de âmbar, ou seja entre o bege e essa cor de tijolo comum, cortado à maneira irlandesa, sem pentear, soltos à vontade. Duas mãos enormes, cinco longos dedos e sapatos enormes também, talvez nº 44. Ele estava totalmente sentado encostado no sofá, porém suas pernas eram tão longas que sobrava uma boa parte para fora do sofá, que diga-se de passagem era bem largo, parecia-nos que estava sentado na beira do sofá. Era Jarlós, do planeta Urano ali sentado, materializado, que nos perguntava “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”-, nós um tanto surpresos pois havíamos trancado a casa ä sete chaves”, ficamos parados sem saber o que dizer olhando um para o outro. Só depois de entrarmos na sintonia dele respondemos: “- Sim, você se parece com um de nossos estrangeiros, aqueles “gringos” de alta estatura. Ele sorriu mais ainda (sorriu não, gargalhou) e levantou-se quase encostando a cabeça no teto da sala, como se a desfilar para nós. Por coincidência referi-me aqui a dois casos cujos seres tem os cabelos “cor de tijolo”, Tiner e Járlós, são de planetas diametralmente diferentes entre si em tudo e por tudo.

Mas, volto ao Jarlós. Ao ficar em pé vimos como ele é alto. Tem aproximadamente 2,10 a 2,15 metros de altura, é esguio, mas forte. Temo tronco menor que as pernas, que são longas e nos fez lembrar aquele personagem de Monteiro Lobato de suas estórias do Sítio do Pica-pau amarelo, o Visconde de Sabugosa. Braços também longos mas proporcionais ao seu corpo. Cabeça também proporcional, orelhas um tanto pontiagudas mas rentes à cabeça, nariz aquilino e boca proporcional também. O que nos chamou atenção foram seus pés, ele tirou um dos sapatos e vimos porque ele tinha tanta dificuldade de andar com os nossos tipos de calçados. Seus dedos são como pés de rãs ou de patos, ou seja, são interligados por membranas. Ele ficava bem em pé, porém só tinha dificuldade de andar com os sapatos. Perguntamo-lhes por que só os pés eram bem diferentes já que no resto era quase tudo igual a nós e ele nos respondeu “- Porque em meu planeta há muita água, mais água do que solo, e nós vivemos muito dentro d’água. Gostamos da água, nascemos dela como os seus peixes”. Os olhos de Járlós eram do tipo oriental, amendoados, com as pupilas bem verdes e de uma expressão profundamente bondosa, de um poder magnético ou hipnótico incrível. Ele não podia fixar seus olhos muito em nós, pois éramos acometidos de uma sonolência sem termos sono. Járlós contou-nos que naquele momento se encontrava em Manaus, no Amazonas. Estava passeando pela cidade no meio da multidão que nem o notava pois lá havia muitos estrangeiros. Entrava nos ônibus, passava pelas roletas sem pagar, apenas olhando para o cobrador. Sua nave se encontrava estacionada numa floresta próxima da cidade. Disse-nos também que o terno havia conseguido através de seus métodos persuasivos à distância e que para a próximas vezes viria com um sapato que já estava produzindo dentro da nave, feito de uma espécie de malha que deixaria seus pés a vontade e não eram transparentes, quis dizer, que ninguém iria desconfiar dos pés dele.

E assim temos dezenas de casos pitorescos que irei relatar futuramente, bem como, respondendo as curiosidades naturais dos leitores, além das dezenas de casos dentro do Astral terrestre com entidades várias e respectivas mensagens maravilhosas que tocam fundo o nosso coração. Temos mensagens em forma de poema do gênio da Música Ludwig Maria Van Beethoven e de outros grandes. Temos uma mensagem de um humilde preto velho no seu palavreado original dirigida a mim e escrita por ele na forma de sua pronuncia típica.

Temos mensagens do meu grande ídolo virtuosistico Paganini que iniciou a composição de um novo conserto para violino por nosso (meu e de minha esposa) intermédio. Teve que interrompe-lo devido às nossas complicações de saúde, principalmente as de minha esposa que o captava. Stravinsky nos prometera trabalhar conosco na detectação das cores da música. Rachmaninov também nos enviou mensagem. Não temos mensagem de Mozart mas, conversamos muito com ele em nosso astral. Um famoso músico terrestre reencarnou em Plutão e chama-se Vallís II, continua a nos mandar mensagens de lá, juntamente com Klérkur que também reencarnou por lá. Já são dois jovens fortes e simpáticos. Enquanto o ex-músico foi em missão de fazer nascer a música da forma como ele a sentia na Terra, ou seja, tentando aliar o racional ao sentimental e dar maior sensibilidade ao povo plutoniano que pende mais para o lado tecnológico do que para o sentimental e o espiritual; o ex-passivista foi para lá para fazer nascer o mentalismo, o culto dos direitos ao próximo e a espiritualização daquele povo hiper-intelectualizado.

Plutão assim como a Terra, sofrerá mutações drásticas pois são os dois planetas que mais se afinam com o gigante drenador, Sidérius. Em Plutão, o paganismo e a tecnologia eram a mola propulsora daquele povo, diferente do terráqueo que apesar de adotar muitos cultos religiosos é a única humanidade do nosso sistema solar que se mata entre si e fomenta as guerras o egoísmo e outras mazelas, por isso, entrará em choque vibratório com o “quantum” vibratório de Sidérius que aqui fará uma limpeza em regra.

Temos esperança de futuramente poder explanar sobre o desenvolvimento da vida dos seres de cada planeta de seu sistema solar mais especificamente. Procuraremos agrupar todas as mensagens respectivas e em ordem cronológica de captação que permitirá ao leitor ir acompanhando a evolução dos nossos contatos, as características, os acontecimentos do dia-a-dia dentro de cada sociedade humana, os casos curiosos, e principalmente os ensinamentos recebidos.

Assim como, os nossos contatos com os seres “extraterrenos” (entidades espirituais desencarnadas), das antigas civilizações os quais ainda se mantém no Espaço e nos mandam suas mensagens. Civilizações como as da Lemúria, da Atlântida, dos Vedas, Caldeus, Egípcios, Maias e outras. Muitos espíritos milenares, centenários, da idade-média, modernos, que tiveram suas atividades várias na Terra, os quais, por motivos especiais não puderam ou não quiseram reencarnar ainda. Muitos deles com missão, entre outras, de nos acompanhar e nos auxiliar mantendo-se em suas antigas formas biotipicas, quando então conviviam conosco e traçaram suas missões.

Espero que esta resumida obra possa trazer ou levar algum ensinamento novo às mentes panorâmicas e ávidas de conhecimento, e ainda que, essas mentes possam aproveitar de agora para o tempo que se seguir para esta humanidade atual e para suas futuras reencarnações aqui na Terra ou em outro planeta qualquer. Que nada seja perdido, pois foi com a dedicação, o sacrifício de todos nós, a abstenção e até a renúncia a outras metas mais imediatistas, para que estes objetivos fossem alcançados, na certeza de que “O que daqui se leva é o conhecimento que aqui se deixa”!

O Autor

Ainda Sobre O Triângulo das Bermudas

Triângulo das Bermundas
Triângulo das Bermundas

O chamado Triângulo das Bermudas e outros locais similares situados noutras regiões do globo, as vezes no mesmo paralelo ou próximo a ele como por exemplo aquele do Mar do Japão, onde ocorreram fatos semelhantes, além do que já expliquei acima, caberia aqui mais algumas notas.

No meio esotérico e paracientífico se sabe que o globo terrestre é um organismo vivo em evolução constante há milhões de anos. Com o surgimento da vida animal e da raça humana principalmente, vieram ocorrendo transformações provocadas abruptamente, pelo homem e não naturalmente, como seria o desejado. Consequentemente essas modificações ou transformações provocadas vieram alterando esse monumental organismo, quer na sua contextura telúrica, na aquática, na atmosférica e consequentemente no Astral, ou nas chamadas Psicosferas. Sendo o globo um organismo vivo, seus vórtices de energias que seriam os “chakras e plexos” do corpo humano psicossomático, foram e estão sendo desequilibrados em seus movimentos rotatórios sobre si mesmo, provocando a entrada e a saída de energias indesejáveis, tais como: pulsações alienígenas poderosas e que nem sempre são positivas.

Um dos vórtices em contínuo desequilíbrio é o que se situa no Oriente Médio. Por lá entraram os espíritos das primeiras civilizações terrestres, também ocorreram os chamados dilúvios que alteraram a vida e as regiões. Por lá entraram também as civilizações “inteligentes, cultas, sábias, como a egípcia, a grega, e outras. Posteriormente, por lá surgiu o grande Mestre Jesus que ali teria que ser o único da espiritualização da nova humanidade e quem sabe poderá ser também por ali o início do fim desta humanidade!

Atualmente a desarmonização é tanta devido aos bombardeiros atômicos, a queima dos poços de petróleo recentemente, os gases desintegrando gradativamente o ozônio da atmosfera, a queima e eliminação arrasadora das grandes florestas, a exterminação da fauna e da flora tanto na terra como no ar, as terríveis guerras já travadas pelo homem, a fome e a doença dizimando milhões de seres humanos, tudo isso reunido e mesmo que a Natureza por si só tente reparar esses estragos, não há como evitar o desequilíbrio dos vórtices e expor o planeta a todos os bombardeios dos raios cósmicos, dos raios solares entre eles o ultravioleta, o infravermelho, ficando exposto juntamente com os seres humanos as emissões das aparelhagens e das mentes poderosas de seres extraterrestres que desavisadamente e por vezes perniciosamente vasculham o nosso universo terráqueo a fim de usufruírem de algum benefício do caos em que este planeta está se transformando.

O Cosmos é, mal comparando, como um vasto oceano, onde há seres de todos os tipos e variadíssimos degraus de evolução, porém, são mais belicosos aqueles que só possuem o avanço tecnológico, desprovidos da evolução mental – espiritual. Os altamente espiritualizados fazem parte do lado construtivo do Cosmos ou do Núcleo Central Cósmico – Deus e tem a finalidade de aglutinação, harmonização entre todos os seres do Universo, nunca destroem, não são negativos pois buscam sempre a ascensão evolutiva cada vez maior com objetivos de retornarem ao Núcleo Central e de criaturas já poderosas que são, passaram a ser Criadores e desta forma contribuírem para a expansão infinita do Universo. Já a facção dos seres que conseguiram desenvolver de forma quase absoluta a sua tecnologia não acreditam nessa ascensão evolutiva mas sim no domínio técnico dos povos e mentes menos evoluídas extraindo delas o benefício para si próprio e para seu povo. E a Terra, é um resultado Cósmico Sideral negativo onde existe essa dualidade entre o Bem e o Mal, entre o Positivo e o Negativo. No meio dos estudiosos terrestres deu-se o nome a essas facções de Fraternidade Branca e Fraternidade Negra.

Pois bem, esses vórtices descompensados e desequilibrados da Terra, que como eu já disse, eqüivalem aos Plexos e Chakras e poros do corpo humano estão, a esta altura de grande transição, facilitando a entrada dessas energias negativas que saem dessas Fraternidade Negra, as quais encontrando meio fácil de atração interferem muito na vida e nos acontecimentos funestos aqui na Terra, com tendência em aumentar pois o homem e seu planeta Terra se degeneram a olhos vistos. A sorte que há também as sintonias aqui na Terra em seres que para cá vieram com a missão de regenerar, captando essas energias e assim tentar manter o equilíbrio ainda possível em nosso planeta.

Por isso a existência desse Gigantesco Planeta Sidérius de tamanho quase 30 vezes maior que o tamanho ou o diâmetro do nosso sol e vem decidido colocando as coisas nos seus respectivos lugares, fazendo a separação do positivo do negativo ou do joio do trigo e nenhuma Fraternidade Negra terá força sobre ele, ao contrário, serão sugados e arrastados por ele através daquilo que eu chamo de “cabeleira magnética”, pelo Universo sendo “despejados” em locais afins com suas sintonias negativas para começarem sua nova evolução.

Portanto, todos os seres humanos sem exceção devem cuidar de harmonizarem-se a si próprios, suas casas, seus bairros, seus Estados, seus Países e o Globo de uma forma geral, técnica e espiritualmente caso contrário, sobrará muito pouca gente e nenhum local na Terra durante algumas centenas de anos para terem de volta “seu paraíso perdido”, pois até este gigantesco organismo global ser reciclado levará centenas de anos.

Deste ano de noventa e sete em diante acontecimentos cósmicos e telúricos ocorrerão com maior freqüência, e serão por assim dizer, um aviso drástico de alerta para todos os seres do nosso sistema solar e principalmente para os habitantes dos planetas em estado precário de evolução como os da Terra, atentarem para se posicionarem de forma a cultivarem melhor os valores do espírito e desta forma poderem, pelo menos, serem auxiliados por mentes mais evoluídas e talvez até serem “pescados” para dentro de alguma nave e lá permanecerem até que possam retornar ou mesmo desencarnar naturalmente em seu interior.

Portanto, esses vórtices, deveriam ser analisados pela Ciência e pelas Filosofias e Religiões que deveriam irmanar-se em esforço conjunto para encontrar-se uma forma técnica e espiritual, ao mesmo tempo tentarem demover os governantes e a população em geral a estancarem essa degeneração e desarmonização do nosso grande organismo global que é o Planeta Terra.

D.Yezzi

S. Paulo, 23/01/97 às 21:30h

Mentografia

“Mentografia é o processo de escrita direta a Longas Distâncias Inter-Vivos e que se utiliza dos fenômenos da Telepatia, da Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (bilocações ou viagens astrais), da Incorporação Inter-Vivos, da Clarividência, da Materialização Inter-Vivos, da Psicometria, da Cromosofia e muitos outros”.

A mentografia difere da psicografia que é escrita direta-mecânica entre mortos (desencarnados) ou Espíritos e Vivos (médiuns). Na mentografia somos levados a presenciar “in-lóco” os fatos ou acontecimentos, vendo e ouvindo tudo e após, em segundos, fazermos as transcrições para nosso entendimento, enquanto nosso cérebro e não o cérebro do emissor dirige nosso braço e nossa mão para escreverem. Porém, tudo é feito em grandes quantidades sem voltar atrás para saber o que já foi escrito. Daí, surgirem alguns erros de concordância, erros gramaticais, ou alguma repetição exagerada de frases. Mas nestes casos, a parte revisional do texto se encarrega de fazer as devidas correções sem descaracterizar a minha forma de escrever.

Os seres extraterrestres podem nos explicar muitas dúvidas com respeito ao Universo e ao Mundo de cada um deles, porém, há propriedades intrínsecas do espírito humano do terrestre e outras muito pessoais e particulares de quem escreve e só o “proprietário” desses registros, se o mesmo for um espírito esclarecido, elevado e bem vivenciado na Terra poderá explicar. E é o que tento fazer vez por outra, quando também, eles, os extraterrestres lançam as dúvidas e as perguntas sobre o que eles precisam saber sobre nós.

Voltando ao Grande Focal – O Núcleo Central Cósmico Deus, a impressão que me foi transmitida é a de que Ele por impulso próprio, ou por polarizações diferentes entre si, gera em torno de si próprio, como se fosse uma gigantesca bola ou esfera de luz girando em torno de um eixo imaginário, espargindo raios, faíscas, radiações, para todos os lados. E nesse giro, Ele, dentro do plasma cósmico faz girar as galáxias e estas fazem girar seus bilhões de sistemas solares. Cada sistema solar, pequeno ou grande como o nosso que possui doze planetas e não nove como a Ciência detectou até agora, gira em torno de seu sol que também esparge radiações para todos os lados. É um gigantesco movimento-sincronizado sempre em expansão.

A Ciência calcula que existem no Universo cerca de trinta e cinco bilhões de galáxias, com formas diferentes tais como: Espirais, circulares, centrifugas, esféricas, alongadas e etc., sendo que algumas, ainda no dizer da Ciência, possuem mais de um trilhão de estrelas cada, e nos parece que a Ciência não está incluindo nesse número os planetas e planetóides que giram em torno de cada estrela e que sejam um sistema solar. Neste caso, havendo outros planetas eles existem aos trilhões, então o número de planetas que compõem cada galáxia duplica-se, triplica-se, quadruplica-se e indo mais longe!

Ainda no dizer da Ciência, a nossa Galáxia a Via-Láctea, possui em torno de mais de bilhões de estrelas sem contar os planetas! Haja “Big-Bang” para ser explodido e assim Deus poder Criá-las todas!. Portando a despeito de toda consideração que os cientistas, Pesquisadores e a Ciência em si são merecedores, fico com minhas teorias e afirmações, pois, parecem-me ter mais lógica, mais fundamento e chegaram até mim remetidos por mentes muito mais evoluídas que nós.

Contudo, devido ao processo bem humano de captação das informações, são passíveis também de enganos. Não me considero o dono da verdade e estou sempre pronto ao diálogo e as discussões sobre o assunto. Críticas, quem as fizer, tem que provar por “A+B” que estou errado. Senão, os deixarei falando sozinhos!

Vou tratar agora do assunto sobre o Nosso Sistema Solar e seus Doze Planetas.

Claro que as antigas civilizações como as da Atlântida Lemúria e outras, principalmente as mais próximas dos nossos dias como: os Caldeus, os Egípcios, os Vedas, os Essênios, quase todos tinham conhecimento de Astronomia e Astrologia, já catalogavam os signos e consequentemente, tinham conhecimento da existência dos doze planetas do nosso Sistema Solar, daí os doze signos sob as influências planetárias e não só as influências das constelações zodiacais. O próprio Mestre-dos-Mestres Jesus nomeara ou escolhera seus doze apóstolos para representar cada um dos planetas em torno do Sol carismático que era Ele.

Mentografia: é um termo criado por nós para designar a escrita inter-vivos a longas distâncias, difere da Psicografia que é a escrita entre mortos (entidades espirituais) e vivos através dos processos mecânicos da mediunidade. Neste processo podem-se dar outros fenômenos, conjuntamente, que são: clarividência, psicometria, vidência, tradução imediata dos caracteres de escrita extraterrestre para nossa escrita, ou como são pronunciadas foneticamente, isto é, as letras são terrestres, mas, o som das palavras são nos originais. Um exemplo: Se um russo escrevesse através de nós, ele poderia escrever em russo mesmo ou em português como seriam pronunciadas, apesar de continuarmos não entendendo nada, saberíamos a sua fonética e só após, através do nosso cérebro ele buscando as palavras equivalentes seria feita a tradução imediata. Com os extraterrestres que escrevem em seus ideogramas é mais complicado ainda.

Telepatia: denominamos de contato frio, apesar de distinguirmos o timbre de cada voz em nosso cérebro e sabermos quem está entrando em contato conosco, não sentimos o calor humano, os sentimentos, enfim toda a gama dos sentimentos existentes, nem mesmo a temperatura corpórea de quem mantém o contato.

Desdobramento: Ocorre durante o sono, quando o espírito se liberta do corpo por vontade própria ou, no nosso caso, quando é atraído para lugares nunca vistos e com seres de outros planetas e, quando retorna ao corpo a maioria das pessoas quando dizem que sonham, porém vivem cenas mais comuns ou recordam-se durante o sono de cenas que já se passaram em outras vidas e as vezes premuniam algo que vai acontecer, mas tudo ocorre inconscientemente, sem que elas possam controlar através da sua vontade própria os acontecimentos, por isso o desdobramento serve também para que as entidades-guias das pessoas possam dar a elas as instruções necessárias para seu quotidiano e serve também para as entidades negativas “mui amigas” da pessoa busquem-na para dar continuidade as tramas contra ela própria ou que ela tenha pedido para participar contra outras pessoas. Os pesadelos também fazem parte do desdobramento. É muito difícil separar-se um sonho de um desdobramento. Normalmente classificamos o sonho propriamente dito como sendo estático o espírito não deixa o corpo, somente o subconsciente trabalha. As pessoas devem procurar atentar para isso e aprender lenta e gradativamente a separar um do outro.

Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias: Viagens Astrais, neste caso, este tipo de contato é muito raro, contudo tenha sido muito mais freqüente conosco, ocorrendo em dias previamente determinados pelos Extraterrestres, pois há necessidade de certos regimes ou abstenções aconselháveis de alguns alimentos e bebidas, fumos, etc., Estes últimos,  nunca  utilizamos. Este processo, é consciente de ambas as partes, tanto da nossa como da parte dos extraterrestres. O físico fica em estado letárgico enquanto saímos fora do corpo, ou seja o Duplo-Etérico que é o agente sensível, o agente da dor é atraído para dentro das naves juntamente com nosso perispírito e o mental. Desta forma, é possível para esses veículos agirem como um “repórter de campo” transmitindo tudo que vêem e sentem para o nosso cérebro que fica semi adormecido sentado na poltrona para depois podermos escrever os detalhes. Já quando os extraterrestres fazem eles mesmos a projeção, ou seja, saem dos seus corpos e vêem conversar conosco, seus corpos não permanecem em letargia pois eles tem um domínio muito maior sobre si mesmos e o fazem enquanto pilotam suas naves, como aqui um pianista faria no seu piano a melodia na mão direita e o acompanhamento na mão esquerda, os hemisférios cerebrais funcionam livres separadamente.

As vantagens dessas projeções ou viagens astrais é que permitem-nos viajar dentro das naves sem sofrermos as variações ambientais, ou de velocidade e nossa flora de bactérias, tanto as intestinais como as outras não são afetadas, e os extraterrestres correm menos riscos de serem contaminados assim como nós também.

Este tipo de projeção do Duplo-Etérico à qual venho sendo treinado desde criança, não só para manter os contatos mas porque meu espírito possui essa vivência desde os primórdios da Atlantida e muito mais no Egito Antigo, e bem como, minha saudosa esposa que conheci quando tinha 16 anos. Ela, também, veio sendo treinada e adquirindo uma perfeição maior ainda, é muito rara nos padrões que fazemos e é por isso que talvez tenhamos conseguido chegar a esses contatos, apesar do grande sofrimento que individualmente passamos para chegarmos até aqui.

Contudo não nos achamos privilegiados, porém, não nos é possível ensinar, pois não há como ensinar. É inato, é nascer para isso, persistir sem desanimar e vencer os medos e os tabus interiores. Ser metódico, fazer os regimes adequados de alimentação, cultuar a potencialidade do espírito e da mente; ter ao seu lado entidades e seres de mentes poderosas para nos amparar nos momentos difíceis de aflição e de desânimo. Ler muito a respeito e procurar seu engrandecimento interior positivo, além, também, de exercícios respiratórios lentos e profundos antes de iniciarmos cada “viagem”.

Através da projeção do Duplo-Etérico podemos ver e sentir o interior das naves, os sistemas de painéis de controle, os seres, suas conformações físicas, o material da nave, seu sistema de propulsão, contudo nunca nos foi permitido ver os detalhes ou seja como e porque funcionam. No dizer deles seria muito perigoso para qualquer ser terrestre estar a par do sistema de propulsão, pelas razões interesseiras que alimentam o homem. Podemos enxergar através de seus potentes aparelhos, podemos olhar na tela de controle de bordo e aprendermos o funcionamento do Cosmo, do Sideral, do Sistema Planetário e trazer para nosso físico que fica gravando tudo dentro de nossa casa, para depois escrever.

Conforme o leitor poderá verificar em capítulos específicos mais adiante, este tipo de contato através da projeção do duplo-etérico, nos levou a prestar serviços e a assistir “doentes espirituais” e ver cenas horripilantes no Baixo Astral Terrestre ou naquilo que chamamos de Psicosferas Negativas para Regeneração, e até visitarmos e nos encontrarmos com seres no Polo Norte, no Polo Sul, em temperaturas a 50º, 60º graus negativos e nossos organismos sempre sem sair de nossa casa nada sentiram. Assim em densas florestas tropicais como as do Amazonas, sem sermos molestados por animais ou insetos de qualquer natureza. Muitas e muitas vezes, no início, tivemos a nítida impressão de termos morrido e não sabíamos como retornar ao corpo. A sensação não é de medo ou pavor, mas, sim de estupefação e espanto.

Temos, também, sido levados a conhecer, simplesmente a passeio, outros locais no globo, como por exemplo as Pirâmides do Egito em seu interior. Temos retirado espíritos e duplo-etéricos de pessoas mais chegadas a nós e as temos levado a passear e a visitar locais, parentes e amigos, além de prestarem, também, sua forma de auxílio. Temos sido vistos e sentidos por outras pessoas sensitivas, como se materializados em suas casas, em seus quartos, enfim, a projeção do duplo-etérico a longas distâncias, a nosso ver, será o veículo do amanhã para o futuro ser humano mais evoluído.

Vidência Psicométrica: este tipo de fenômeno que ocorre conosco, acorria muito com a minha saudosa esposa, nos permitem ver, assistir, sentir, vivênciar nossas próprias vidas passadas e as vidas das pessoas que quisermos examinar ou ainda das pessoas que nos pedem auxílio. As cenas se passam com tanta realidade e nitidez que as vezes pensamos estarmos vivendo “In loco” aquelas vidas e ver-mos as pessoas como elas eram e são realmente em seus espíritos. Este tipo de contato ou fenômeno não se atém apenas às pessoas, mas, também, a objetos, a coisas e a música que tem a propriedade de fixar-se em nossa mente e em nosso espírito fazendo com que voltemos ao passado quando a ouvimos na época, pois suas propriedades sonoras, seus acordes e melodias depois de se transformarem em sons, transformam-se em gás colorido de acordo com cada tipo e que por sua vez interpenetra nosso chakras, plexos, poros, sistema endócrino, nossa mente e nossa alma, fazendo-nos viajar no mundo das imagens e das recordações. Mais ainda se ela vier acompanhada de letra como na música popular, e na música lírica. E o compositor, com sua idiossincrasia particular, também é levado ao passado, quando a compõe formando assim uma corrente universal psicométrica que envolve pessoas de toda classe e formação. Portanto, esse tipo de fenômeno que também é raro permite ao seu portador, reconstituir fatos históricos que passaram muito tempo sendo considerados como lendas e transformá-los em veracidade ou dar a eles um novo  enfoque ou visão.

Incorporação Inter-Vivos: este tipo de contato e por conseguinte de fenômeno, é raríssimo também. Consiste em um espírito de uma pessoa ou ser vivo tomar o corpo de outro ser vivo.

Exige um preparo muito grande de ambas as partes contatantes pois, difere muito da incorporação normal entre mortos e vivos praticada pelo espiritismo. Neste caso o espírito incorporador leva para o “incorporante” todos os seus sintomas físicos, tais como: temperatura corpórea, pressão sangüínea, potencial vibratório, potencial de intelectualidade. Isto acarreta sobre o “médium” que chamei de incorporante Uma série de transformações e mal estares que por vezes desregulam seu metabolismo mesmo que seja por algumas horas. E o nosso contato com seres extraterrestres nos mostrou muito essas variações pois, dependendo do planeta que ele venha, seu metabolismo é quase que oposto ao nosso e na simples aproximação do duplo-etérico deles do nosso físico faz baixar nossa temperatura corpórea, ao mesmo tempo que aumenta nossa pressão sangüínea, nossas pulsações se aceleram ou se reduzem, fora outros tipos de desarmonias e que nos causavam os maiores sofrimentos.

Minha saudosa esposa se queixava muito disso e pior ainda é que ela já tinha propensão a essas desarmonias e tinha também essa missão. Foi muito difícil conciliar as coisas e infelizmente, não devido a esses contatos, mas, por talvez estar no seu destino, ela acabou tendo enfarte, diabete e finalmente derrame cerebral. Desta forma, podemos dizer esse tipo de contato “Incorporação Inter-Vivos” é muitíssimo raro e também muitíssimo arriscado. Ela chegou a incorporar espíritos de pessoas já em estado físico terminal e que queriam deixar suas despedidas a seus parentes e isto, além de ser doloroso para o médium, o é também para quem conversa com ele.

Aqui vai, então, um lembrete aos que quiserem tentar fazer este tipo de contato: não o façam sem antes terem a certeza do seu alto padrão de sintonia vibratória, sem antes fazerem uma consulta prévia aos seres que já os estiveram contatando por outros meios e ao mesmo tempo, vai aqui também este lembrete aos seres extraterrestres que não exponham as pessoas a esses tipos de incorporações antes de uma longa  preparação de aproximação lenta e gradativa do médium a ser escolhido para evitarem danos físicos irreparáveis.

Quando esse tipo de incorporação ocorre, o ser entra falando em seu linguajar próprio inteligível e aos poucos vai encaixando seu cérebro ao cérebro do médium até que comecemos a entendê-lo.

Materialização Inter-Vivos: este tipo de contato é de fenômeno também muito raro. O ser extraterrestre devido a sua alta vibração não se utiliza do fluído ectoplasmático fornecido normalmente pelos médiuns de efeitos físicos, pois este tipo de fluído carnal é imediatamente desintegrado ao contato com suas auras e vibrações, por isso eles buscam elementos da atmosfera e próprios elementos para poderem se manifestar e se tornarem visíveis e tangíveis como se estivessem vivos e falando ali em nossa frente, normalmente por telepatia interferindo em nossas correntes cerebrais. O tempo de duração variou entre 30 e 40 minutos, quando o fizeram conosco.

É digno de menção um fato que ocorreu em nossa residência de Ribeirão Pires quando lá morávamos. Um dos nossos maiores contatos extraterrestres, o líder do Planeta Oswen (o 9º planeta do nosso sistema solar, ainda não descoberto pela ciência e que se situa entre o planeta Urano e Netuno) que se chama Aislan e tem aproximadamente 2,10 de altura, é todo ele redondo, ou seja, cabeça redonda, olhos redondos e de uma beleza e força sem igual, corpo grande redondo sem ser gordo mas bem forte, mãos longas também e que não possuem dobras ou seja aquilo que denominamos como falange, falangeta, dois pés grandes, também com dois dedos largos em cada  pé, assexuado, anda totalmente nu mesmo entre nós. Apenas de uns anos para cá adotou um tipo de vestimenta parecendo tecida de fios metálicos cor de alumínio e fosforescente para quando faz incursões em solo terrestre. Toda a tripulação vem com ele, em sua belíssima nave em forma de tubos circulares que giram sobre seu próprio eixo, assustadoramente. Numa noite ele veio nos visitar sem nos avisar. De surpresa se materializou em nossa cozinha . Estávamos sentados na sala em poltronas separadas e até nossa cachorra Kelly, que era do tipo “dog alemão” de porte grande também estava deitada numa poltrona especialmente reservada para ela. De onde estávamos dava para avistarmos a cozinha através do corredor a uma distância de uns 12 metros. Aislan, sorridente, mostrando suas gengivas como de um bebê da Terra, pois não usam dentes e a boca pequena um tanto arredondada também, vinha se aproximando lentamente sem qualquer ruído. Ele é tão grande que parecia bater a cabeça no teto. Não conseguiu passar pela porta da cozinha e a outra de acesso a sala que ficavam sempre abertas. Quando  adentrava a passagem da sala, nossa cadela Kelly ao invés de rosnar, latir e procurar se levantar e investir contra ele, ao contrário, começou a olhar firmemente para Aislan e a gemer a grunhir como se tivesse apavorada e foi virando sua cabeça para traz e desmaiou, perdeu os sentidos ficando completamente imóvel, dura sobre sua poltrona. Aquilo nos preocupou e fizemos menção de levantarmos e ir até ela para ver o que ocorria. Aislan nos fez um sinal que não tocássemos nela, falando que o cérebro dela tinha entrado em curto ao vê-lo, devido as vibrações naturais que emite através dos seus olhos a tinham atingido. Ele foi até ela, passou sua grande mão sobre sua cabeça e sobre seu corpo todo e então sim, pediu-nos que a colocássemos na área de serviço que logo em seguida ela iria ficar boa. E foi um trabalho enorme para minha esposa e eu tirarmos a Kelly dali desacordada, pois desmaiada e grande como ela era pesava mais ainda. Fizemos depois de muito custo e Aislan tudo assistia sorrindo meiga e passivamente. Minutos depois a Kelly se levantou e saiu para o quintal. Nós e o Aislan continuamos o nosso papo vis-à-vis. Assim, temos dezenas de outros casos, de informação, das curiosidades que ocorreram conosco neste campo.

Uma tarde, logo após o almoço eu, minha saudosa esposa saímos para ir ao supermercado. Voltamos lá pelas 16:30h. Lembramos de termos fechado todas as portas de nossa casa, que por sinal era grande. Quando chegamos, entramos na casa pela porta da garagem que dava para a sala, foi quando com grande espanto vimos um homem alto de cabelos cor de tijolo avermelhado sentado no sofá. Ele tinha as pernas bem compridas e parecia não caber na largura do sofá, a parte de suas coxas ficava para fora, enquanto que seu tronco ficava encostado no sofá em posição bem reta. Olhos amendoados e bem verdes que lhe davam um toque bem contrastante com seus cabelos e orelhas compridas altas, grandes, rentes a cabeça. Os cabelos estavam cortados a maneira irlandesa, ou seja, soltos a vontade. Sabíamos que ele tinha cabelos longos e estranhamos. Vestia um terno ao estilo europeu, paletó quadriculado, chamado “tweed”. Grandes sapatos que nos parecia em torno dos nº 48 a 50. Ele abriu um sorriso enorme e mostrou seus dentes alvos parecendo mais pérolas encrostadas em suas gengivas, como pérolas cortadas ao meio. Perguntou: “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”. Levantou-se e desfilou, demonstrando grande dificuldade em andar. Pisava com dificuldade. Nós lhe respondemos: — “está ótimo, ninguém diz que você não é daqui, está parecendo um estrangeiro. Ele respondeu: “— Ótimo, era isso que eu esperava, mas temo me condenar devido ao calçado, os seus tipos de calçados não servem bem nos meus pés que para vocês são muito esquisitos”. Era Járlós, de Urano, quem estava ali materializado parecendo ser de carne e osso como nós e, durante o dia. Aí ele tirou os sapatos e nos mostrou seus pés, eram como de patos com aquelas membranas ligando um dedo ao outro e eram mais largos que o sapato. Járlós nos informava que naquele momento estava em Manaus, no Amazonas e que andava entre o povo que não estranha muito por haver lá muitos estrangeiros altos. Járlós tem 2,30 m de altura. É um gigante! Disse-nos Járlós que andava entre o povo, passeava de ônibus, passava pelas catracas (roletas) sem pagar, apenas olhando nos olhos do cobrador e gostou muito de tomar os sorvetes de massa que eram feitos por lá. Estava também colhendo plantas, alguns répteis como cobras, rãs e sapos para levar ao seu planeta que é como ele diz constituído de maior parte de água. Estava fazendo experiências com as plantas e frutos para produção de futura alimentação para os terrestres.

Perguntamo-lhe como conseguia aqueles trajes ao que ele nos respondeu: “- Não perguntem, foram conseguidos à nossa maneira, porém, sem causar danos a quem quer que seja”. Conversamos mais um pouco. Ele disse que já estava no tempo de ir. Despediu-se fazendo um sinal e sorrindo, sumiu, evaporou desaparecendo como por encanto. Eu e minha saudosa Conceição rimos de felicidade.

Data da compilação: 01/02/97 às 19:18hs

A Casuística dos Discos Voadores

Há muitos anos dedico-me de corpo e alma a minha missão de “contato”. Vim fazendo minha formação sócio-econômica, na qual entraram as formações escolares, música e outras tantas atividades, dentre elas a parapsicologia, o mediunismo e a escrever tudo, desde meus oito anos quando apenas “garranchava”, mesmo assim escrevia tudo isso, paralelamente, de um assunto ao outro e os Extraterrestres e a Minha Saudosa Conceição, que foi um deles reencarnado, me ajudaram quase 100% (cento) em tudo. Sem ela e sem eles eu não chegaria até aqui. Tendo me defrontado com muitas crises financeiras, pessoais, crises emocionais e outras, porém, nunca abandonei minha opção que sempre foi levar o conhecimento às grandes massas. O momento se aproxima célere, o tempo urge, e este meu livro, com certeza dará um novo alento, uma nova luz a esses “tidos como mistérios do século:” os discos voadores”.

Portanto, ao passar desses anos todos,  procurei manter-me incógnito, mas com uma vontade louca de falar, porém, sendo aconselhado pelos Meus Mentores Extraterrestres, que no dizer deles não era chegada a hora e eu não me achava maduro. Então, fui me pondo a par de vários acontecimentos funestos entre os terráqueos e extraterrestres e vice-versa, mas vim aprendendo com eles o porquê disso ocorrer. E, agora encontro mais do que nunca as explicações para esses fatos.

Desde os primórdios da Terra que a humanidade trava lutas fratricidas em busca da sobrevivência e entra século, sai século, ao invés de se buscar meios mais avançados e mais amistosos para facilitar e aumentar essa sobrevivência, o homem sempre preferiu tirar, roubar do outro o que este outro conseguira ter de melhor. E isto só ocorria através dessas guerras e para mostrar sua força, seu domínio aperfeiçoou cada vez mais o aparato de guerra. Isto foi incutindo entre um e outro, ou seja entre o perdedor e o vitorioso, o pavor de uma invasão de seus domínios e o pavor de ser subjugado. Haja vista, no decorrer desses milênios quantos conquistadores vieram surgindo, massacrando povos, comunidades inteiras e após sendo vencidos ou irem desaparecendo no tempo para surgimento de outros tipos e outras medidas já agora políticas e econômicas para domínio de um povo ou de um país, ou de vários países ao mesmo tempo.

Grandes e mortíferas armas foram inventadas, exterminadoras, já há mais de 10 ou 15 mil anos atras entre os Vedas, povo que antecedeu a raça hindu. De lá para cá, a guerra e o pavor de uma invasão traumatizou a raça humana. E o homem até hoje teme o desconhecido e ao invés de procurar aprender e procurar saber antes do que se trata  prefere atacar e se possível matar antes e depois perguntar.

O seres extraterrestres, ou seja, os seres vivos que habitam outros planetas dentro de nosso sistema solar e fora dele, vêm incurssionando sobre a Terra há milhares de anos e vêm pesquisando, analisando de forma discreta e algumas vezes até mais assustadoramente o nosso “modus vivendis”, sempre sabedores que o terráqueo é um ser que quanto mais se moderniza mais amedrontado se torna. E, mesmo com reencarnações de seres extraterrestres entre nós, aumentou-se o conhecimento das ciências e filosofias mas aprimorou-se também as armas de exterminação. Quando não bélicas, utiliza-se a arma política a econômica obrigando este e ou aquele povo viver em dependência do outro, sendo a inofensiva caneta uma das maiores armas indiretas, porém também arrasadoras que os governantes de países mais potencialmente  poderosos tem facilmente à mão.

A vinda de Espíritos Extraterrestres entre nós aumentou o grau de pesquisa e de conhecimento na face da Terra, mas ao adentrarem a este sistema de vida pernicioso e traumatizante e dentro de um físico terrestre passou a ser um deles e como tal passou também a defender-se de tudo e ser mais destemido ainda, já que possui dentro de si maior discernimento e um grau de vivência espiritual maior, piorando ainda mais as coisas pois agora as lutas se travam entre inteligências a mais potentes.

Surgiram então cérebros preconizadores e super inventivos entrando pela ficção e se aproveitando do clima astral existente entre as nações aperfeiçoaram sua técnica na eletrônica, nas imagens e através de filmes sempre acentuando esse lado das invasões e do pavor do desconhecido, fomentam as invasões dos extraterrestres sempre com intenção belicosas, nunca amistosas.

Porém, esquecendo-se que se realmente esses seres que eles imaginam em seus livros e em suas telas tivessem mesmo essas intenções, há muito tempo atras já teriam dominado a Terra, já pela raiz, ao invés de colocarem aqui prepostos espirituais a fim de ensinar o terrestre o caminho da evolução espiritual e não o da conquista efêmera como ocorrera com os Atilas, Gengis-kãs da vida.

Por conseguinte, após o “advento oficial” dos discos voadores no tempo da 2º grande guerra e em 1948 quando esses aparelhos foram batizados de “UFOs” – Objetos Voadores Não Identificados” surgiram então os industriais das inovações extraterrestres, piorando mais ainda o trauma já existente e mais ainda ao serem encontrados vestígios de queda de algumas dessas naves em território americano e suas tripulações carbonizadas. Ai então foi mais um prato cheio para tais industriais terem como desenhar e dar vida aos biótipos de um ser extraterrestre e assim explorarem essa rica veia que hoje rende milhões de dólares aos seus produtores. Produtores esses, muitos dos quais tentam levantar a ponta do véu dos possíveis segredos existentes entre os seus governos e a massa em geral. Criou-se então os dois lados, ou as facções pró e contra a existência desses seres e a massa sedenta e ao mesmo tempo intrigada com essa polêmica e seu natural pavor do desconhecido assiste emocionada o desenrolar dos acontecimentos sempre sem saber o que realmente existe de verdade nisso tudo.

Criou-se então três facções principais a facção paga com verbas astronômicas para desmentir e provar que os discos voadores não existem e alegam como objetivo final a pretensa “defesa nacional”. E é claro que entre as grandes potências a defesa nacional deve sempre estar em primeiro lugar para reprimir qualquer tipo de invasão, por mar, pela terra e pelo ar. Só que eles se esqueceram que há outro tipo de invasão que é mais perigosa, lenta e mais progressiva, a invasão pela mente, desta nos ocuparemos mais adiante. A outra facção é aquela que também reúne outra verba astronômica para provar que os discos voadores existem, contudo, não saiba explicar suas procedências e intenções. E a outra facção é a da massa da população em geral que paga ou gasta verbas igualmente astronômicas para assistir essa contenda e se divertir com as ilusões técnico-visuais que lhe são mostradas cada vez mais requintadas devido ao aperfeiçoamento técnico como são produzidos. Na verdade, existe uma 4º facção, mais sorrateira e talvez até bem intencionada que é a facção dos que importa é a geração das  imensas fortunas oriundas dessas produções que esses litígios, curiosidades e traumas coletivos resultam.

Como se pode notar, o ser terrestre vive da falha dos incautos que no fundo é ele próprio, explorando a si mesmo.

E onde verdadeiramente se situam os extraterrestres, o que pensam e o que esperam desse ser humano?

Agora aquele tipo de invasão mental explicado no capítulo sobre os “Vórtices Energéticos da Terra”  e que é praticada por prepostos extraterrestres infiltrados entre a massa e que promovem o “contato” com seus ‘postos avançados”, os quais podem se situar no interior de seus planetas de origem distantes, no interior de cavernas, ou nas grandes florestas ou ainda dentro de gabinetes, disfarçados, nas grandes ou pequenas cidades, e ainda, o que é ,mais facilitado, no Astral inferior da Terra e entre os cultores da magia negra que são manipulados para atingirem as fraquezas humanas, não se dando conta disso, pensando que estão tirando proveito próprio do caos psíquicos que geram entre os incautos.

Os seres Extraterrestres em sua grande parte buscam o equilíbrio mental e a harmonização e trazer ensinamentos para aumentar o nível de progresso na Terra. Por isso e por tudo que já mencionei anteriormente, agem com cautela e procuram não levar pânico entre os terrestres. Pesquisam e aterrissam em locais ermos, para evitarem causar distúrbios interrupções nos centros e usinas produtoras de energia, produtos químicos altamente tóxicos que se em seus armazenamentos se rompessem causariam grandes estragos e mortes na Terra e eles seriam considerados, aí sim, seriam os Ets  os culpados e responsáveis por esses atos irracionais.

Portanto, alguns acontecimentos funestos havidos entre seres terrestres e extraterrestres, ou entre naves e aviões terrestres em raras exceções que poderei explicar mais adiante, ocorreram por descuido, por acidente, ou pela alta inteligência acompanhada de um grande grau de ingenuidade por parte de tripulações jovens de extraterrestres, que como eu digo sempre, quanto mais inteligente fisicamente for o ser, seja ele extraterrestre ou terrestre parece se tornar mais ingênuo, desprovido de malícia ou perspicácia, e é então que ocorreu acontecimentos que no pensar do homem da Terra são sempre provocados por seres extraterrestres invasores e com más intenções.

Há casos já conhecidos na literatura dos pesquisadores da ufologia, dos quais tomei conhecimento, inteirando-me desses fatos narrados no  ponto de vista dos terráqueos. Levei ao conhecimento dos Extraterrestres com os quais eu e minha saudosa esposa mantivemos contato e entre os quais alguns participaram diretamente.

É claro que não pude tomar conhecimento de todos, nem seria possível, mas, uns dois ou três que talvez possam levar ao leitor o conhecimento e a análise do que realmente aconteceu.

Um dos mais conhecidos foi o caso do Capitão Mantell acorrido nos Estados Unidos da América. Não vou narrar aqui “ipsis literis” o que a literatura ufológica já o fez, e o leitor poderá recorrer a ela, mas sim ao conteúdo que é ao meu ver, mais importante:

Uma esquadrilha de cinco aviões a jato F-80, os primeiros jatos da época no final dos anos 40, fazia seu vôo rotineiro de treinamento quando um objeto brilhante de formato discoidal foi avistado acima de onde eles se encontravam. Iniciaram a perseguição após terem comunicado à torre de controle da base que os avistava e também ao objeto através do radar. O Capitão Mantell que era  o líder, ordenou aos outros quatro que aterrizassem de volta a base e que ele iria perseguir o objeto até uma altitude de 20 mil pés (cerca de mais ou menos 6.500 metros). Se até aquela altitude ele nada conseguisse, retornaria também. Lá embaixo na base aérea todos estavam acompanhando as imagens e a voz do Capitão Mantell. Em dado momento ouviu-se a voz de Mantell dizer mais ou menos isto “- É inacreditável! É imenso! Enquanto os operadores do radar viam as imagens de seu avião se aproximando do objeto voador. Logo em seguida ocorreu a explosão do avião e seus pedaços, como que se ele tivesse se desintegrado, foram encontrados a mais de três quilômetros do local e nenhum vestígio do seu corpo.

Em meados dos anos 1966/1968 mantivemos contato com os seres líderes do governo do planeta Marte que nos informaram o seguinte: “- Realmente houve aquele acidente com uma de nossas naves e uma avião terrestre mas, não houve culpa ou intenção de nossa tripulação em fazer acontecer aquela coisa horrível para nós que nos marcou muito internamente e a tripulação, composta de quatro jovens que beiravam as idades entre 18 e 20 anos no tipo de contagem de tempo que vocês usam, foi punida severamente. Ocorreu que como eram jovens e de certa forma inexperientes e até ingênuos esqueceram que os aparelhos da Terra são feitos de metal, para eles foi uma situação inusitada, inesperada e casual, nunca havia ocorrido aquilo antes com nossas naves e nem com as outras de outros planetas. Os jovens da tripulação avistaram o F-80 de Mantell vindo em sua direção. O que fizeram então pairaram a nave no espaço e disseram entre si “vamos deixa-lo  nos ver já que está tão curioso! Reduziram o potente campo de força da nave ao mínimo necessário para combate das bactérias da atmosfera terrestre,  porém o avião  se aproximava velozmente e em dado momento, por ele ser feito de metal e pelo campo da nave estar reduzido, o avião foi atraído, imantado  de encontro a nave, ao invés de ser desviado ou repelido como eles esperavam. Porém, ao pressentirem o perigo, ligaram o campo de força para tentarem escapar porém, o avião já se encontrava muito próximo e a desintegração foi inevitável. Os jovens ficaram atônitos e havia uma segunda nave muito acima deles e que acompanhava tudo sem nada poder fazer. Essa nave também tinha 4 jovens em sua tripulação.

Podem ter certeza o povo e as autoridades da Terra que os oito foram punidos em plena juventude, com a própria vida, dentro do nosso sistema sócio-judicial, não que os tenhamos condenado à morte, mas, eles próprios sacrificaram-se despojaram-se de todo o seu bem estar e das comodidades que o nosso planeta lhes oferecia, tanto tecnicamente como vivencialmente para se dedicarem de lá para cá a ajudarem o povo terrestre a harmonizar a vida e costumes desde a guerra que aí vocês chamavam de Guerra do Vietnã. Portanto, foi um lamentável acidente que nós marcianos altamente responsáveis, ao contrário do que somos imaginados pelas mentes férteis de alguns terrestres, sofremos e lamentamos profundamente.

Outro famoso acontecimento também ocorrido nos Estados Unidos é aquele que a imprensa divulgou na época e hoje em dia muito explorado pelos ufólogos e pelo cinema, de que uma nave extraterrestre caiu e explodiu em solo americano e foram encontrados vários corpos de humanóides pequeninos e um com vida.

Nada posso dizer no que tange as informações fornecidas pelo governo americano pois não tenho acesso e nunca me interessou ter acesso a elas. O que sei foi através da imprensa. Porém, através dos meus contatos extraterrestres fui informado que na verdade aquela nave era do planeta Mercúrio onde os seres são pequeninos cuja estatura varia entre 90cm, 1.10cm e usam uma espécie de película sobre o globo ocular devido estarem mais próximos das descargas de raios ultravioleta e infravermelho que saem do Sol, mas que eles perderam três naves e não uma só. Também ocorrera um acidente por descuido das tripulações pois um dos princípios de funcionamento ou de propulsão dessas naves é o da energia magnética e sem saber o porque pois os instrumentos das naves nada acusaram, havia interrupções nas linhas magnéticas que passavam ou ainda passam sobre aqueles locais e como os caminhos dessas naves são essas linhas, ao tentarem passar sobre essas interrupções houve um tremendo atrito entre as naves e a atmosfera, tendo uma  das naves explodido e outras duas teres se encandecido internamente como uma lâmpada de gás néon intoxicando e matando a tripulação dando tempo apenas para que o sistema de propulsão se desligasse mas, as naves caíram intactas ao solo tendo em seu interior os corpos carbonizados dos tripulantes. Uma quarta nave veio para recolher os espíritos dos que se pereceram e levá-los de volta a Mercúrio para reencarnarem. O que foi feito das naves eles também não sabem.

Outros acontecimentos muito comuns são os casos dos chamados “abduzidos” que na época eram chamados de “raptados” pelos extraterrestres. Houve um caso divulgado pela imprensa brasileira, na época, de um casal de São Paulo. Ele seria um médico e em viagens de carro pelo interior da Argentina, o casal resolveu descansar dentro do carro num local ermo e no dia seguinte foi encontrado no México e atônitos sem saber como explicar às autoridades mexicanas como foram parar lá dentro do seu carro, tiveram que recorrer a embaixada brasileira naquela nação para poderem sair do país. Não sei dizer até onde é verdade este acontecimento, porém, consultando nossos contatos extraterrestres, eles nos disseram que realmente muitos fatos foram ocorridos e isto se deve a uma espécie de brincadeira sarcástica e ao mesmo tempo insinuante por parte também de algumas tripulações que indiretamente quiseram mostrar às autoridades terrestres que se quisessem ter más intenções poderiam fazer o que quisessem dentro da Terra sem que ninguém pudesse fazer nada para os deter.

Os casos de “abduzidos” que mantiveram relações sexuais com mulheres extraterrestres dentro de suas naves. Também tomei conhecimento através do noticiário, nunca me interessei em conversar com os protagonistas, porém não deixei de comentar os fatos com nossos contatos, e o que me foi explicado foi o seguinte: Esses fatos são verdadeiros e foram praticados por seres de outros sistemas solares cuja população corria o risco da falta de miscigenação racial por haver a falta de cruzamentos com outras raças extraplanetárias ou que estavam em busca da criação de outro biótipo por possuírem uma técnica de engenharia genética altamente evoluída. Desta forma e isentos de dogmas, preconceitos morais ou tabus religiosos saem a busca do sêmen que acham adequado para realizarem suas experiências genéticas e após acompanharem o ser humano “escolhido” durante um bom tempo através de suas aparelhagens precisas, descem com suas naves após uma indução a distância sobre a pessoa e a convidam a ter relações diretas com a fêmea deles que será a matriz, ou portadora daquela semente preciosa para eles.

Depois, lá em seu planeta trabalham para correção do que for necessário sobre os genes, como por exemplo: o ser terráqueo possui intestinos e nós sabemos que muitos extraterrestres são desprovidos desse órgão que, como eles mesmos dizem, nos fazem sermos putrefactos em vida e damos um nome pomposo as bactérias que o compõem, de “flora intestinal” para que elas não se envergonhem e “pulem” fora do nosso organismo e nós morramos. Nestes casos, a engenharia genética deles retira do genes o que se refere aos intestinos e colocam o órgão que eles possuem em seus corpos físicos que é uma espécie de bolsa estomacal, e assim eliminam ou acrescentam, diminuem ou aumentam, outras partes do seus futuros corpos. Desta forma, através desse tipo de “injeção sangüínea” promovem o surgimento de um sangue novo, que dará início a uma nova raça entre eles.

Dá-se também o inverso, ou cruzamentos de homens extraterrestres com mulheres terrestres que são acompanhadas a distância em sua fase de gestação e quando dão a luz o fruto desse cruzamento, esse fruto será um novo ser é levado posteriormente ao planeta deles e lá reiniciar novos cruzamentos e a formação de novas raças, muitos desses “frutos” retornam a Terra posteriormente e aqui agem como emissários ou avatares de novos costumes e novas filosofias de vida.

Portanto, apesar de se utilizarem de meios um tanto não convencionais para os terriolas não haveria outra forma de fazê-lo pois, como eu já disse anteriormente, o ser humano, teme e foge de tudo que desconhece ou tenta exterminar o desconhecido. Assim mesmo, devido a essa psicose que se instalou na mente humana há milhares de anos, o ser “abduzido” retorna da nave cheio de hematomas, e irritações epidérmicas além de ter sua mente parcialmente “apagada” para não entrar em choque traumático que seria pior. Mas mesmo com todos esses cuidados muitos incidentes não foram possíveis de serem evitados pelos Extraterrestres.

Outro caso que tomei conhecimento o que aconteceu com um rapaz na cidade de Pirassununga – Est. de São Paulo. Ele se encontrava no campo, se não me engano na roça, quando viu pousar um objeto brilhante, pequeno com antenas e que estava sobre um tripé escamoteável. Do alto do objeto através de uma abertura que se abria, saltaram como se voassem até o chão duas ou três criaturas, e ele apesar do medo que tomava conta dele, ficou próximo às criaturas que conversavam entre si em forma de guinchados, ruídos esquisitos, que não pareciam vir de seres humanos. Ele incontidamente ofereceu-lhes cigarro. Uma das criaturas pegou o cigarro conversaram entre si novamente com aqueles mesmos ruídos e o jogaram fora sem nada dizer a ele e, incontinente, puxaram uma espécie de arma e emitiram sobre suas pernas um tipo de raio que o paralisou em pé a distância de uns 2 a 4 metros do aparelho e imediatamente foram como que sugados para dentro da nave, da mesma forma como saíram, ou seja pelo ar e como um raio sem fazer qualquer ruído o aparelho subiu e desapareceu. O rapaz ficou imobilizado por um bom tempo e levado ao hospital local constatou-se lesões, vermelhões sob os locais onde os raios incidiram. E tudo ficou por isso mesmo apesar dos exames a que foi submetido nada foi descoberto que provasse a existência daqueles estranhos seres.

Ao perguntarmos diretamente àqueles seres evoluídos que conversaram conosco telepaticamente, eles nos responderam — Viemos de um planeta distante e nada conhecíamos sobre as reações dos terrestres porém, por cautela, para que o rapaz não se aproximasse ao levantarmos vôo pois ele seria desintegrado, preferimos paralisá-lo momentaneamente o que lhe causaria apenas escoriações que em breve desapareceriam. Os terráqueos pensaram logo que nós o atacamos sem que ele não nos tivesse feito alguma coisa. Nada disso, apenas evitamos um mal maior. O que eles queriam? que nós o desintegrássemos com o campo de energia emitida pela nossa nave ao levantar vôo?…

Há os casos verídicos de “abduzidos” que são levados para dentro das naves e lá são colocados minúsculos receptores e transmissores dentro dos seus crânios e depois eles são trazidos de volta para servirem de “intermediários’ entre o mundo deles lá distante e o mundo terrestre. Perguntados os nossos contatos, nos responderam que esse tipo de ação é feita por seres altamente evoluídos tecnicamente mas quase sempre não espiritualizados que se utilizam de meios anormais para obterem informações diretas porém, acabam prejudicando os “sensitivos” por desconhecerem a fragilidade do sistema psicossomático terrestre, por vezes incapazes de se libertarem desses aparelhinhos e terem suas correntes cerebrais alteradas ficando deslocados no meio social em que vivem e tendo, na maior parte das vezes que recorrem a tratamentos psiquiátricos. Realmente nós extraterrestres que não nos utilizamos desses meios também não os aprovamos. Porém. há uma questão um tanto delicada mas que tem que ser levada em conta. É a questão kármica desses tipos de abduzidos que possuem seus Mentores espirituais e que por motivo kármico deixam passar tais atos sobre eles, pois algo deve haver em suas vidas presentes ou passadas que provoca essa abertura áurica e dos plexos e chakras para que permita que seja feita a drenagem de toxinas acumuladas em seus perispíritos e muitas vezes aqueles seres extraterrestres encontram seus afins aqui na Terra, espíritos da mesma origem planetária. É muito delicado opinar-se pró ou contra nestes casos, mas todos os seres do Universo sabem das Leis Cósmicas que os regem, portanto, se contrariarem-nas serão as próximas vítimas nem que se passem milênios.

Há o nosso caso específico que como já narramos no capítulo “Como tudo começou”, viemos sendo acompanhados e assistidos pelos seres extraterrestres desde os nossos oito anos de idade, isto pelo que nos lembramos, pois conforme somos informados nos acompanham há milênios. Em nosso caso especificamente, catalogamos sete tipos de contatos explicados aqui: Mentografia, Telepatia, Desdobramento, Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (Viagens Astrais), Vidência Psicométrica, Incorporação Inter-Vivos, Materialização Inter-Vivos.

Como Tudo Começou

Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil
Casa Mario de Andrade, Barra Funda, S.P., Brasil

Tinha eu aproximadamente meus oito anos de idade, lá pelos idos de 1944, quando os fenômenos paranormais começaram a ocorrer à minha volta. Eles ocorriam amiúde quando brincava no quintal de nossa casa na Barra Funda que na época era uma várzea só, enquanto estudava minhas lições de casa, na sala de aula do antigo Grupo Escolar do bairro e mais tarde quando ia jogar futebol com os amiguinhos nos vários campos de futebol das imediações.

O que eram esses fenômenos? Eu avistava entidades desencarnadas que conversavam comigo e que só viria a saber que eram desencarnadas meses ou anos depois. E, principalmente umas esferas douradas pouco maiores que uma laranja das grandes, que circulavam a minha volta estivesse eu a onde estivesse, mas quase sempre quando eu me encontrava sozinho, o que me deixava mais intrigado e amedrontado. Às vezes em número de duas, mas quase sempre uma, isoladamente, que parecia examinar-me e examinar tudo o que eu fazia. Quando eu ia dormir, e no quarto que eu dormia lá estavam meus dois irmãos mais novos que eu. A esfera entrava no quarto e vinha logo em minha direção e eu amedrontado me enfiava debaixo das cobertas até a cabeça, mas nada adiantava pois eu a sentia do lado de fora da cama como a me examinar. Eu suava frio, rezava, pedia para ela ir embora e só quando eu tinha certeza que ela não estava mais lá, então, só então tirava as cobertas. Meus irmãos dormiam sono solto. Nunca viam nada! Eu, já depois de muito sofrer e muito visado falei algo à minha mãe, mas ela como sabia que eu era traquinas e “daqueles bons”, que não fazia mal para os outros, mas os ratos e outros bichinhos que caíssem nas minhas mãos eram “vitimas” das minhas “experiências laboratoriais”, dizia: “- pare de inventar coisas menino eu já te dou umas chineladas”.

Então comecei a me fechar em mim mesmo, não comentava nada com ninguém, mas, ia perscrutando tudo. E num certo dia, após o almoço, quando sentado à mesa fazendo minhas lições, vi na minha frente um senhor idoso de cabelos brancos e barbas longas e brancas também, vestido a maneira grega com aquela espécie de camisolão e com aquela parte que é jogada por cima dos ombros e cai sobre um dos braços. Sandálias douradas e enrolados os fios dos cadarços até a altura um pouco abaixo dos joelhos. Era de fisionomia austera mas seus olhos irradiavam uma ternura e bondade que ao invés de eu me assustar fiquei como que magnetizado por ele e tranqüilo como se eu já o conhecesse de há muito tempo antes.

Ouvi nitidamente ele me dizer- “Não tenhas receio meu filho, aquelas esferas que você via era eu que tentava aproximar-me de você e fazê-lo despertar em sua mediunidade para que possamos cumprir o que combinamos há muitos séculos atrás. Você tem uma determinada missão e eu me propus a ajudá-lo a cumpri-la. Mas, você vai ter que aprender a ir escrevendo o que eu lhe disser ou guardar para você para mais tarde escrever, sem dizer nada a ninguém por enquanto, caso contrario, nossa missão será interrompida pela incompreensão dos que aí vivem levando você ao descrédito. Nós dois vivemos na Grécia antiga, bem antes de Cristo, e lá traçamos nossos objetivos. Por enquanto não vou dar meu nome a você para não complicar mas. Vou aparecer muitas vezes só para você da forma como estou hoje, mas mais tarde, quando você já estiver compreendendo mais o que desejo transmitir então aparecerei na forma que tenho hoje em nosso planeta. Não sou um espírito, sou um ser vivo que vive num planeta distante e que foi seu pai. Mais tarde explicar-me-ei melhor a você. Por enquanto é só”.

Fez um sinal à maneira “salamaleque” árabe só que ao contrario, ou seja, começando de cima para baixo, ou seja, da testa, na boca, no peito e depois com a mão aberta como se oferecesse algo para mim e simplesmente sumiu!

Ele trazia no peito um medalhão dourado, vazado, com um aro envolvendo um triângulo e com uns caracteres escritos em Língua estranha ininteligíveis para mim naquele momento. Esse medalhão estava pendurado a seu pescoço por uma extensa corrente dourada cujos elos não eram pequeninos, mas sim de tamanho um pouco maior que as correntes que as mulheres usam da Terra.

Apareceu-me quase que quotidianamente. Aos poucos foi explicando-me tudo. O significado do seu estilo de cumprimentar e que comparado com o cumprimento árabe queria dizer que: em primeiro lugar a inteligência, os olhos a boca e o coração, curvando ligeiramente o corpo para frente ele punha à disposição do seu interlocutor e, o árabe, quer dizer tudo de baixo para cima, ou seja, que primeiro o coração, a boca, os olhos e a inteligência estão à disposição do interlocutor. No medalhão, o circulo era o Universo, o triângulo a fraternidade a qual ele pertencia e os caracteres eram o nome dele e do seu planeta de origem.

Os anos foram passando, eu fazendo meus cursos, de escola primária; de violino, de música, o colegial e aquele senhor acompanhava-me a onde eu estivesse. Bastava que eu formasse meu pensamento nele e ele ali estava ao meu lado ou a minha frente. Os fenômenos aumentavam em mim. Via-me fora do corpo várias e várias vezes e muitas delas conversando e recebendo instruções dele. Foi quando mais tarde no colégio conheci aquela que hoje seria a minha querida esposa. Ela, de origem “católica apostólica-romana”, tinha medo de tudo o que eu lhe dizia. Para ela tudo era de outros lugares negativos, menos de Deus!. Ela tocava órgão na igreja do bairro. Dizia comigo mesmo – “Estou bem arranjado, só me falta essa!”.

Minha mãe a essa altura, há anos atrás já havia me levado a um centro espírita próximo, que foi bom para minha mediunidade que lá fui desenvolvendo gradativamente, a tal ponto que fui considerado pela entidade espiritual principal, o chefe índio que se denominava José da Barreira, como o mascote do centro espírita e do qual, mais tarde, já adulto, tornei-me presidente.

É claro que ao conhecer minha namorada aos poucos fui persuadindo a acompanhar-me ao Centro Espirita. Ela relutou muito até que anuiu à idéia. Foi. gostou e ela de lá nunca mais saiu. Só quando fomos obrigados a encerrar as atividades do Centro por motivos particulares entre os familiares do médium principal que incorporava o chefe José da Barreira. Ela desenvolveu a tal ponto sua mediunidade, que posso afirmar aqui, sem medo de errar, que jamais encontrei durante este tempo todo uma médium semelhante. Tinha quase todas modalidades mediúnicas, tais como: vidência, clarividência, incorporação, psicometria, psicografia, desdobramento e até de efeitos físicos. Realmente foi o Anjo que meu ser aguardava e precisava encontrar. Ela começou também a avistar aquele senhor grego que, numa das oportunidades nos dissera seu nome: disse chamar-se Hécloss, soletrando as letras para nós e a pronúncia que é mais ou menos assim: Hécloxis, e que aguardássemos para os próximos dias e nos preparássemos, psicologicamente, pois ele tencionava mostrar-se como ele era realmente, e ia nos dizer de onde vinha. E num final de tarde, depois de passadas duas semanas Hécloss surgiu em nossa frente dentro da sala de visitas de nossa casa. Aparentava ter uns 45 anos dos nossos, vestia um macacão bege todo inteiriço, sem emendas ou zíper, gola esportiva, botinhas tipo almofadadas parecendo serem feitas de espuma de borracha e que eram presas ao macacão tudo da mesma cor. Era reluzente ou fosforescente.

Sua fisionomia simpática. Tinha cabelos loiros cor de areia de praia e caiam-lhe sobre os ombros. Testa larga e olhos amendoados bondosos mas firmes, nariz aquilino, boca pequena com os lábios inferiores mais grossos. Orelhas médias ligeiramente pontiagudas e rentes à cabeça, mas ficavam encobertas pelos cabelos. Altura 1,72m a 1,75m aproximadamente. Estrutura física bem harmoniosa. Notamos que nas costas altura das omoplatas ele tinha uma saliência como se tivesse uma membrana à guisa de pequena asa que ligava os braços quase imitando os nossos morcegos. O macacão encobria tudo, mas ele fez com que víssemos emitindo imagens em nossa mente. Como se ele ficasse exposto, ou o macacão ficasse transparente. Sua voz era suave, calma, seus dentes pareciam pérolas encrustadas em suas gengivas. Era e é um ser magnifico. Daí para adiante até hoje Hécloss sempre nos aparece assim. Às vezes vem com macacão cor de café, às vezes de cor verde berilo, conforme a atividade que esteja exercendo em seu planeta.

Naqueles anos que ele começou a se apresentar para nós, ele tinha a posição de Governador Geral do seu planeta, ou seja, era o líder de uma Junta governamental composta de doze membros, com ele treze.

Disse-nos que era do Planeta Marte, que na língua deles quer dizer Verchs e que com o tempo traria outros e inclusive mulheres para conversarem conosco. Isto foi feito, e vem sendo feito até hoje. Com o tempo ele nos foi trazendo outros seres do planeta dele. Acompanhamos o desenrolar do seu governo, aprendemos detalhes daquele povo maravilhoso, assistimos Hécloss passar o governo para o jovem e inteligentíssimo Alléss (se pronuncia Alléxix), posteriormente ele foi se comunicando com seres de outros planetas do sistema e de outros sistemas solares e assim fomos “viajando” com ele para todos os locais do Universo. Depois foi como se “criássemos” nossas próprias asas e nós mesmos, apenas como o nosso feixe de ondas mentais “engrossado” por aqueles que já haviam nos visitados fomos sintonizando seres de todas as partes do Universo.

Os detalhes de cada encontro os leitores encontrarão diretamente mas próprias mensagens que “mentografamos” e que farão parte dos próximos volumes.

Aproveito aqui para responder a clássica pergunta que me fazem sempre, durante as palestras ou em todo o lugar que eu vou: – “Se nos planetas Vênus e Marte e nos demais planetas há vida, por que então as sondas terrestres enviadas para lá nada encontram?”

Eu respondo da seguinte forma: – Será que não encontraram nada mesmo?. Será que tudo é divulgado pelos órgãos espaciais das grandes potências? O que eu posso dizer é que se nós fossemos venuzianos ou marcianos e tivéssemos um vizinho tão belicoso e beligerante como o terrestre, faríamos tudo para despistá-lo de nos encontrar! Como?, emitindo pulsações sobre as sondas desviando-as para locais ermos, “inabitáveis”, informando falsas temperaturas até que ele se cansasse de gastar seus milhões e procurasse utilizá-los em diminuir sua ignorância!. Já houve alguém do senado norte-americano que disse: “- O dia em que pisarmos em Marte vamos mostrar aos marcianos quem nós somos !” Após uma declaração dessas em publico qualquer ser mais inteligente pensaria várias vezes antes de convidar um espécime dessa raça a visitá-los ou de estimulá-la a conhecer seus mundos.

Se ao invés do terrestre enviar as sondas, fossem os marcianos “atrasados” a enviarem-nas para cá e elas caíssem em pleno deserto do Saara o que elas lhes informaria?. Lá não há vida. Durante o dia faz 60 graus de calor e a noite o frio é abaixo de zero, não há “corpo físico marciano” que agüente!””.

Aqui mesmo na Terra quando temos um vizinho que cobiça nossas terras, nossa plantação, nossos animais, nossas mulheres o que fazemos nós terrestres? Colocamos cerca de arame eletrificado, minamos com explosivos as imediações, escondemos tudo que é nosso para que ele seja desestimulado de se aproximar!. Não é assim? E por que seres mais evoluídos que nós não fariam o mesmo?, para não nos atacar ou nos pulverizar?

Portanto, até que o ser humano consiga pisar no solo de qualquer um desses planetas e diga ele mesmo que neles não há vida, eu prefiro acreditar na pluralidade dos mundos e que deus – O Núcleo Central Cósmico que nos deu a inteligência e o discernimento, não iria Ele próprio ser tão ignorante de colocar no Espaço Sideral tantos planetas apenas para enfeitar nosso Céu!. E planetas bem maiores que o nosso, com mais potencialidade de comportar uma humanidade que a Terra; que não passa de um grão de areia no Espaço.

O homem ainda não conhece bem a si próprio!. Desconhece a vida após a morte!. Desconhece a existência do seu Espírito. Acima não conhece bem os seus “oceanos”, não consegue saber porque ele não vive a 50 metros de profundidade e há peixes que vivem melhor que ele a 11.000 metros de profundidade?. Como pode esse ser ínfimo querer saber sobre o Universo se sua mente ainda obtusa não enxerga um palmo à frente do seu nariz?… Pelo menos, que o homem “dê chances” ao Criador de mostrar a Sua Obra!

A Ciência da terra diz que em Vênus o calor ultrapassa 250º centígrados e que lá a atmosfera é composta de ácido sulfúrico!?, mandou várias sondas para lá e elas “constataram” nuvens e chegaram ao solo descendo com pára-quedas!. Pára-quedas desce em ácido sulfúrico?, resiste a uma temperatura acima de 250º centígrados?, e as nuvens eram vapores condensados de que? de ácido sulfúrico?

A Ciência da Terra diz que em marte já é mais frio; e as sondas lá só detectaram desertos, não há água, mas por algumas vezes, suas sondas foram como que desviadas de suas órbitas já dentro daquele planeta, (a ciência achou tudo estranho mas nada explicou a respeito) e tão cedo, acho eu, não vai explicar! Suas sondas desceram até o solo marciano, apoiadas em que? Talves em acido sulfurico, como imaginava infantilmente a ciencia de outrora. Talves em acido sulfúrico, como infantilmente imaginava a ciência!. Talves em acido sulfúrico, como imaginava a ciência outrora. infantilmente. em ácido sulfúrico também, ou monóxido de carbono expelido por ela própria?

A Ciência da Terra diz que em mercúrio o chumbo está em ebulição de tão quente que é aquele planeta “afinal ele está bem próximo do Sol, que também no dizer dela, a Ciência, o Sol está pegando fogo!?. No entanto, a sonda circula em volta de Mercúrio, não se derreteu e nem seus filmes ou câmaras de bordo foram derretidos ou sequer danificadas, tanto pelo” excessivo “calor vindo de Mercúrio, tanto pelas “enormes labaredas” do Sol em combustão sobre elas?

Afinal de contas que explicação dessas suas incoerências nos dá a Ciência? Até agora nenhuma!. E meus caros leitores, estava deixando esta minha obra ser publicada só agora no final do século, na expectativa de poder alterá-la caso a Ciência mudasse suas elucubrações; mas nada, nada. ” Tudo ficou como antes no quartel de Abrantes!”

Por isso, a despeito de eu valorizar em muito as pesquisas cientificas, agradecer-lhe pelo seu extenuante trabalho, apesar de muito lento, fico com as minhas teorias, ou melhor, minhas afirmações, pois parecem ter suas lógica e serem mais coerentes!

Outra pergunta clássica: – “Já que os extraterrestres existem e voam dentro da atmosfera terrestre, por que então eles não entram em contato com as autoridades? por que não descem nos grandes centros populosos para que todo mundo os veja?, ao invés disso, descem em locais ermos; mantém contato com pessoas simples, nas fazendas, beira de rio e lagoas, e são avistadas só no ar voando?

Conforme sou informado pelos seres extraterrestres, de há muito tempo eles vem tentando um contato direto com a humanidade ( veja Ezequiel 1 a 10 Velho Testamento ), porém, o ser humano já traz em si mesmo o medo, o pavor do que é desconhecido para ele.

Entra em colapso nervoso, emocional, mental, psicológico, espiritual, haja visto, as vezes que alguém diz ter visto um ser alienígena ou foi levado para dentro de uma nave, a forma como ele volta ou relata o acontecimento, amedrontando ainda mais os outros seres da terra. E a humanidade mais moderna nem se fala, pois com todas essas guerras entre as superpotências, as “guerras quentes”, as “guerras frias” e bem a essas estórias de naves com Língua de cobra, fica apavorada só em pensar. E os organismos de defesa dessas superpotências sempre atentos em defender seus países de invasões de terrestres mesmos, impõem mil e uma normas de segurança e punições para aqueles que oficialmente poderiam divulgar os fatos.

Isso faz com que haja uma certa retração por parte dos informantes e dos seres extraterrestres que procuram evitar sejam eles os “pivots” das causas de punições sócio-político e militares entre uma e outras facção beligerante.

Há milhares de registros da visita dos extraterrestres na Terra, na imprensa falada e escrita, na televisões, em livros de pesquisadores. Relatos de pessoas e de autoridades, da França, do Brasil e de outros países, porem, assim mesmo ninguém leva em conta tudo isso. parece mesmo que o ser humano e as autoridades de um modo geral não querem acreditar com algum temor obscuro por traz disso tudo. Dá-nos a entender que na Terra há facções pagas para investigarem o assunto e dizer que não existem os discos Voadores e nem os seres Extraterrestres, e facções pagas para investigarem e dizerem que existem e simularem uma crença em algo superior entre a população.

Verbas astronômicas são gastas para tudo isso!. E qual das duas partes gostaria de perder essa fonte inesgotável de dinheiro?…

A “Inquisição Moderna dos Discos Voadores” andou assustando todo mundo. Eu mesmo, nos primeiros trinta anos achei melhor camuflar as informações e mensagens para não prejudicar pessoas inocentes e ainda outra vez imitando o Grande Galileu Galilei que não era nenhum covarde, mas astuto e dono de uma inteligência arguta, preferiu dar a mão à palmatória aos fanáticos da época até que a “poeira assentasse” e suas obras continuassem vivas para as futuras gerações, assim também fiz eu, aconselhado por aquele maravilhoso ser Hécloss, só divulguei através da imprensa em Ribeirão Preto em 9/ Junho / 1978, e aos poucos através também de palestras fui dando em público em “forma de conta gotas” aquilo que eu era autorizado a revelar. E aqui neste volume, agora em 1995 o faço mais abertamente.

Quero frisar entretanto, que meses após a publicação do jornal do Grande ABC, recebi a visita indesejável em minha casa de Ribeirão Pires de enviados da Igreja tentando dissuadir-me dos meus intentos. Fiquei apavorado e um tanto revoltado e decidi que continuaria como Galileu, “por baixo do pano”. E assim estas informações puderam chegar até aqui.

Em contato comigo na noite de 10 de outubro de 1968 uma nave do planeta Mercúrio as 22,30h aproximadamente, tendo como comandante o pequenino Zar-Xiss desceu em plena Avenida Francisco Monteiro, próximo ao cemitério da cidade, avenida principal na cidade de Ribeirão Pires – SP causando o maior reboliço. Eram casais de namorados, e pessoas comuns a fugirem para todos os lados, vindo até viatura da polícia armada com metralhadoras para combater os “alienígenas”.

Como era bem próximo de minha casa, fui correndo até lá e ainda deu para ver a nave parada a um metro do solo e através das escotilhas redondas dois seres que talvez curiosos pelo que estavam causando, andavam de um lado para o outro dentro da nave e nos olhavam sorridentes. Após alguns minutos zarparam como um raio, desobedecendo qualquer lei de aerodinâmica ou da gravidade!. Tais fatos foram noticiários dos jornais do grande ABC do dia seguinte e dos dias posteriores.

Posteriormente, conversando com Zar-Xiss ele transmitiu-me suas impressões daqueles momentos, registrados em capitulo à parte.

As informações que recebo dos extraterrestres do porque deles procurarem locais ermos e pessoas mais simples, não é por acaso. Ocorre que as energias utilizadas por eles para propulsão de suas naves, onde predomina a energia magnética, interferiu em nossa energia elétrica interrompendo o funcionamento das transmissões de energia pelas nossas usinas, interferem no funcionamento dos motores, nos transformadores, nos cabos elétricos, nos elevadores, nos magnetos dos aviões, carros e outros veículos e repelem tudo o que for feito de metal como o ferro, o aço etc. Interferem em nossa vida bacteriana, em nossas plantações e em outras atividades de nossa vida comum. Até na parte, mental e psicológica essas energias interferem, através dos plexos, poros e chacras, deixando o indivíduo fora de si mesmo, descompensando-lhe as energias vitais, a corrente sangüínea, a pulsação, o sistema nervoso central, o sistema endócrino e muitas outras conseqüências nefastas e involuntárias para o fraco organismo humano, que necessita de “verme e bactérias”, as quais lhes damos os nomes pomposos de “flora intestinal” para viver bem.

E se os extraterrestres, apenas com suas vibrações mentais e suas áureas positivas, se mantiverem um relativo tempo perto de nos, essas nossas floras intestinais pulam fora do nosso corpo e o ser humano perece.

Por isso, os extraterrestres tomam todas precauções possíveis e imagináveis para não nos causar malefícios de um modo geral. Há entretanto, seres extraterrestres que vêm de fora do nosso sistema solar e por isso desconhecem nossa constituição física e nosso sistema de vida, são mais afoitos, entram em nossas cidades, levam alguns para dentro de suas naves e o resultado disso já é conhecido nos anais da assim chamada ufologia.

Por falar em ufologia, devo dizer: “No momento que um ser extraterrestre pisar oficialmente o solo terrestre e manter um contato também oficial, essa ufologia que vive de estatísticas e bisbilhotices se extinguirá por completo, pois nada mais terá a fazer” a não ser contemplá-los!

Quando de meus contatos com aquele “senhor grego” no início de minha juventude, as naves pairavam sobre os campos de futebol do bairro, onde eu estava jogando e os garotos olhavam e diziam – “olha lá um balão!”, mas… cadê a tocha?”. E em minutos ela subia verticalmente desaparecendo no Céu. No dia seguinte lá estava ela de novo, majestosa, pulsando como um coração vivo no espaço. a noite, essas naves seguiam-me pelas ruas do bairro, no Céu bem acima, pontuando as avenidas indo até o bairro da Casa Verde e depois seguindo por sobre o leito do rio Tietê em direção à Lapa.

A Aeronáutica Militar mantinha naquela ocasião seu campo de treinamento à poucos quarteirões dali, em Santana, do lado oposto portanto. Por ironia chama-se até hoje de “Campo de Marte!”, e é bem provável que seus oficiais as avistassem de onde se encontravam, pois já eram providos de aparelhos de radares. por isso, acho eu, que essa pergunta não tem razão de ser, pois os extraterrestres têm demonstrado ao longo do tempo a vontade que eles tem também de se comunicarem conosco.

A ufologia, que para mim é um termo importante nos E.U.A dado para os objetos não identificados, já está ultrapassada desde quando as primeiras naves foram registradas oficialmente, 24 de Junho de 1948. Para mim há muito tempo eles já foram identificados. São naves interplanetárias pilotadas por seres ultra-avançados, as quais, eles mesmos denominam de Volitores e vêm dos vários sistemas solares de nossa galáxia e principalmente dos vários planetas que compõem o nosso sistema solar.

Na ocasião do avistamento daquela esquadrilha de naves feita por aquele piloto particular americano sobre o deserto, deu indicio de que elas existiam e vinham de fora da Terra. Nenhum país naquela época possuía, e até hoje não possui, tecnologia para a fabricação das mesmas e se manter em silencio . Os extraterrestres tão inteligentes e tão sutis em sua empreitada que, naquela data, mandaram uma esquadrilha composta de nove naves indicando assim, indiretamente, o planeta de onde vinham, ou seja, o nosso planeta catalogado há alguns anos antes, o Planeta Plutão. Aquelas naves eram e são de Plutão. agora já obsoletas, Foram dissolvidas e transformadas em naves mais modernas e mais velozes. Meu contato de Plutão, o querido e inseparável amigo, comandante Glonk é que pede-me que faça essa afirmação. Aquelas naves foram apelidadas de discos-voadores talvez, intuitivamente, pois não tinham forma discoidal mais pareciam “um ferro de passar roupa” vista de baixo para cima, com a parte traseira cortada ou achatada e a parte da frente cônica meio circunferêncial. Até 1965 elas conservavam essa forma. Após, os plutonianos alteraram o formato baseados nas formas das naves de outros planetas, quando iniciamos a integração entre eles e os demais seres que não faziam muita questão de contatá-los devido a uma série de fatores sociais, morais e espirituais. Mas aos poucos Glonk ,líder dos plutonianos, foi ganhando a simpatia de todos e assim formamos um grande elo amistoso e de ajuda mútua entre todos os habitantes do nosso Sistema Solar. Os extraterrestres chamam suas naves de: Volitores, pois eles volitam suavemente por onde passam.

“UFOS” não passa de um termo importado e usado por nações recém ( na época ) saídas das grandes guerras e como tal, temerosas do desconhecido e sempre esperando uma nova invasão por parte das facções contrarias. Em se tratando de objetos alienígenas mais temerosos ainda ficam, por desconhecerem suas verdadeiras intenções. Assombradas, ainda mais, por ficcionistas inescrupulosos que armaram, anteriormente, pelo rádio, livros, cinemas, as invasões extraterrestres por “marcianos com língua de repteis” e por ai afora. Esse termo resultou em outro termo pior ainda, a ufologia, mais nos parecendo um termo pantagruélico, animalesco, que traduzindo para o português se tornou “OVNIS” e ovinologia, o estudo dos objetos voadores não identificados, que desde quando foi instituída, nunca foi considerada como o estudo cientifico, ao contrario, só agora após mais de 45 anos começou a ter um pouco mais de crédito oficial. Porém. a meu ver, trata-se apenas de mais um ramo da estatística do que da pesquisa propriamente dita, contudo devemos aos ufólogos muitos casos intrigantes terem sido postos à baila a despeito das contrariedades.

Para nós, desde os nossos oito anos de idade, esses objetos já foram identificados como Naves, vindo de outros planetas, pilotadas por seres vivos na terceira dimensão, nada tendo a ver com o passado ou com o futuro, a não ser como parâmetro para medir nosso atual estágio tecnológico ainda muito atrasado. Com isso, aumentaram-se as celeumas em torno dos nossos visitantes durante todos esses anos. Agora porém, está havendo maior abertura tanto por parte das autoridades de todos os países, da classe científica, dos estudiosos e da população em geral, o que nos permite estarmos mais a vontade para iniciarmos os esclarecimentos com a publicação deste livro.

Precisamos acabar com esse suspense e pavor inserido na população mundial contra os seres extraterrestres. Claro, que existem alguns extraterrestres um tanto afoitos e vindos de planetas tão distantes do nosso e que se utilizam de meios que parecem menos ortodoxos, hoje chamados de abduções, antes denominados de raptos mesmo. Esse tipo de comportamento diminuiu muito de alguns anos para cá após a montagem ( em Clarion, a 2ª lua terrestre ) pelos extraterrestres de nosso sistema solar, de uma estação rastreadora que além de nortear os possíveis visitantes os informa dos nossos costumes, medos e barreiras sócio-econômicas.

Há necessidade agora, mais eminente do que nunca, de preparar a população para a chegada de milhares de volitores extraterrestres e seus tripulantes, pois eles visitarão a Terra, oficialmente, nestes últimos anos do século XX com vistas aos novos e importantes acontecimentos que se aproximam e que vão mudar o curso da vida em toda a Terra em todo os planetas do nosso sistema solar.

Por isso, dirijo-me aos estudiosos, a sociedade em geral e a todos os meios de comunicação que desejam realmente levar este assunto a serio e queiram realmente esclarecer as massas, que iniciem uma campanha sem demagogia e relatem os fatos.

Mostrem o lado positivo dos contatos já feitos com os seres extraterrestres e sejam verídicos no relato dos contatos que advirão daqui para frente. Dentro dos meus mais de 40 anos de vivência pessoal sobre o assunto afirmo que virão em paz, são amistosos e virão em missão construtiva, altamente espiritualizada, não tencionam nos fazer qualquer tipo de mal, não necessitam invadir a Terra, pois não há nada aqui que eles necessitem. Se fossem belicosos como insinuam alguns terrestres e tivessem que nos dominar pelo medo, já o teriam feito há centenas de anos atrás, por vários métodos que eles tem a disposição. Nenhum armamento terrestre, por mais sofisticado que seja , os poderia deter. Querem e buscam nossa amizade, querem que percamos esse medo por falta de conhecimento e tudo farão para que o terráqueo se sinta seguro. A despeito da impressão que eles, involuntariamente, causam para Terra. Isto devido ao variadíssimo aspecto físico, pois vêem de mundos bem diferentes. São bondosos e altamente avançados técnica e espiritualmente.

Já demostraram que fazem aqui o que quiserem em qualquer lugar e a qualquer tempo. Surgem e desaparecem em muitos lugares ao mesmo tempo, e não há meios civis ou militares que os detivessem até agora. Eles já deram vários “shows” de demonstrações sobre a Terra, no ar, no mar, nas florestas, nos campos, nas cidades, entre a população, andando entre ela, já voaram em volta de aviões, de satélites, de navios, de astronautas. Sabem que as leis Cósmicas e Siderais servem também para eles, pois são filhos do mesmo Núcleo Central Cósmico. Eles consideram o povo da Terra o mais belicoso de todo o sistema solar, que só não invade outros planetas porque a sua tecnologia ainda não lhe permite.

O povo brasileiro que é um povo dócil, de mente e coração, abertos para o inusitado, muito mais que qualquer outro povo, salvo raríssimas exceções, está muito mais propenso e muito mais afeito a receber esses fatos com muito mais naturalidade, por essa razão, o Brasil também é freqüentemente visitado pêlos Volitores. Eles aqui pairam mais tempo e fazem mais evoluções sem receio de causarem grande impacto. Eles evitam o sensacionalismo. Não precisam aparecer. Seria como se aqueles que se consideram civilizados na Terra quisessem aparecer para os aborígenes, os silvícolas, fazendo evoluções com seus jatões “último tipo” sobre suas choças ou palhoças! Sentir-se-iam os mais ridículos seres da face da Terra, alem de queimarem combustível atoa, o que não ocorre com os seres extraterrestres!

Que a população terráquea não tema ser dirigida pêlos Ets. Em sua maior parte não são carnívoros, muito menos antropófagos, nem gostam de “carne-de-ser-humano”. Nos informam, em tom de brincadeira, que diferem dos terrestres nesse sentido também, pois: “Comem para viver e não vivem para comer”!. Eles são tão elevados e suas naves tão sensíveis que conseguem captar e estudar todos os nossos movimentos, até o que passa na mente de cada um pelas emanações que estas irradiam como “pequenas emissoras de rádio”. Há grandes vestígios deles pela Terra através dos feitos das civilizações antigas como: os Vedas, os Egípcios, os Babilônicos, e as não totalmente descobertas como os Lemurianos e os Atlantes.

A ciência até hoje não consegue explicar como as pirâmides egípcias foram construídas, tal a grandiosidade e as dificuldades que elas apresentam. Não se concebe que meios foram utilizados para construi-las na época. Hoje não se conseguiria construi-las com toda a tecnologia moderna de engenharia. Pressupõem-se, então, que aquela civilização tenha recebido ajuda e instruções de civilizações extraterrestres mais avançados.

Os extraterrestres demonstram um conceito de super organização e de respeito aos terráqueos, que são medrosos e supersticiosos por excelência. Pois, em plena era atômica ainda tememos fantasmas e grande parte da civilização “moderna” ainda não acredita que o homem chegou a Lua, e por essas e outras razões os Ets aparecem quando acham que devem aparecer e desaparecem quando sentem que é chegado o momento. Esses hiatos, entre uma aparição e outra, nada tem a ver com as distâncias mais próximas ou não dos planetas, pois suas naves voam a altíssimas velocidades, acima das velocidades conhecidas pelo homem, vencem qualquer distância sem esforço ou desperdício de energia, não há qualquer obstáculo.

O que ocorre é que há períodos na terra, principalmente no que se refere a parte geológica do planeta, onde se dão as mutações do solo, da temperatura ambiental, do ar, além da parte social e conflitante da vida do terrestre que dão ensejo a um maior número de pesquisas por parte dos seres extraterrestres. Eles também pesquisam outras regiões siderais, buscam conhecimentos. Erroneamente, muitos pesquisadores tentaram ligar o fluxo das aparições em determinadas épocas do ano com as proximidades dos planetas Vênus e Marte. Garanto aos leitores que nenhum desses fatores tem a ver com o nível de freqüência desses objetos em nossos céus.

Grande parte dos visitantes é de fora do nosso sistema solar. Desconhecedores dos nossos costumes, entram mais afoitamente, despreocupadamente, o que não é feito pêlos seres dos demais planetas do sistema que se mostram mais cautelosos. Eles fazem viagens de instruções a novas tripulações jovens, novos cientistas, não só em matéria de navegação sideral e de estudos de “exobiologia” etc. Não cobiçam nada do que temos em nosso solo ou do que produzimos.

Podem obter tudo por transformações dentro de seus próprios planetas. Possuem matéria-prima muito mais valiosas que as nossas, haja visto, o material com o qual são fabricadas as suas naves e suas casas, material infinitamente duradouro. Tampouco interessam-se por nosso poderio bélico, seja atômico ou anti-atômico, pois uma simples “nave-mirim” deles, poria fim a todo o nosso arsenal mundial e causaria um dano tal ao nosso planeta, que levaríamos milhares de anos para poder recomeçar tudo novamente.

Volto a afirmar, a maior parte dos seres extraterrestres é amistosa, dócil e está sempre pronta a nos ajudar. Dizem que o terráqueo não é um ser sentimental, e sim, sentimentalóide, pois mata-se entre si, sem a menor piedade, enquanto deixa insetos pegajosos, peçonhentos, transmissores de terríveis doenças viverem dentro de seu próprio lar, ou nos locais onde são produzidas sua alimentação. “O seu “habitat” é uma cópia, muito mal feita, dos seres extraterrestres e seus mundos. O ser da Terra é que necessitou receber injeções de metabolismo ou choques sangüíneos, através de cruzamentos com homens e mulheres de outros planetas, para que chegasse a sua atual forma e estética física e se mantivesse nesse “status quo” evolutivo, sem o que, ainda estaria na idade-da-pedra. Assim mesmo, não pôde livrar-se dos intestinos devido ao seu “habitat” inóspito e condição espiritual animalesca, também, não perdeu aquela velha mania de tirar a força aquilo que quer dos outros, e comer tudo que lhe cai à boca, tendo, neste caso, como seu similar imediato aquela ave chamada avestruz. Conserva também os dentes caninos, pontiagudos próprios dos carnívoros.”