Os ETs que você tem contato se materializam?

Os ETs que você tem contato se materializam?

Pergunta:

Obrigada Domingos, pela resposta

Preciso fazer outra pergunta: Os seres extraterrestres que você mantém contato se materializam? Eles foram fotografados? Estão nos seus livros?

Abraços,
Carmizeth M.

Resposta:

Prezada Carmizeh,

Sim, se materializaram várias vezes, tanto aqui em S. Paulo como em outras cidades onde morei. Mas, nunca tivemos o objetivo de fotografá-los ou desenhá-los, pois eram momentos especialíssimos para nós que, quando nos contatavam, a primeira preocupação de ambas as partes, nossa e deles, era que desse tudo certo, não houvessem falhas que pudessem nos prejudicar. Escreveram mensagens na escrita original deles, com a respectiva tradução para nossa linguagem. Você as encontrará no meu site. Diga-se de passagem que, nós, nos utilizamos de um meio criado por nós que denominamos de “mentografia”, que é a escrita de vivo para vivo, que difere da “psicografia” que é a escrita de mortos para vivos.

Na materialização, eles não fazem uso dos fluídos ectoplasmáticos, que é rejeitado pelos físicos e respectivos campos-de-força (aura magnética) deles, que queima tudo o que for estranho a eles. Uma das condições para quando fazíamos essas recepções, ou materializações, era de que fizéssemos um regime, de um ou dois dias antes, de qualquer substância que eles denominam de tóxicas, como carne, álcool, fumo e finalmente, que ficássemos livres, o que era comum para nós, desse tipo de alimentação, pois havia e há o perigo de todas as vibrações emitidas por eles trazerem de volta contra nós aquilo que estivéssemos expelindo na hora. Portanto, eram momentos seríssimos que vivíamos. Agora não muito mais, pois perdi minha primeira esposa que era, por assim dizer, meu braço direito nessas questões. Agora eles surgem para mim, no meu astral, sem corrermos, ambos os lados, qualquer risco de ficarmos intoxicados em dobro.

Leia meu primeiro livro, onde faço algumas narrações daqueles momentos.

Abraços,
DYezzi::.

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Telepatia e Privacidade

Telepatia

Pergunta:

Meu yoyozinho Domingos Yezzi, hoje, enquanto me inteirava dos conceitos do Oscar Quiroga, em torno do tema transparência, assimilava que, com o desenvolvimento da telepatia, realmente, nossa humanidade deve se preocupar com o melhor jeito de conviver com ela. A privacidade vai para o “espaço”, não é mesmo? Parece-me ser ele telepata e algo me intui que vosmecê também o é. O assunto é de uma importância capital, e meu lindo yoyozinho como mensageiro do bem poderia desenvolvê-lo junto ao povo sedento de elucidações transcendentais. Eu estou em meio à multidão, ávida por esclarecimentos sobre esse palpitante assunto.

Muito axé, meu nego.
Thereza

Resposta:

Minha Querida Yayá Tekinha.

Vosmecê é muito gentil, como sempre. A telepatia ainda não é dada a conhecer ao povo comum, a não ser a alguns cujo passado registrado em seus DNAs espirtuais, tenham horas, anos, dezenas deles, trabalhado e treinado a sua utilização, razão pela qual, a maioria da população mundial ainda não a tem eu seu alcance, mas, tão logo passem as modificações planetárias e humanitárias, o novo habitat revelará raças e povos que já nascerão afeitos à transmisão de pensamento, pois não haverá lugar para privacidades. O Organismo, o Espirito, a Mente Humana, serão um livro aberto à quem quiser lê-lo, adentrá-lo a qualquer momento, como já é feito em planetas evoluidos. Ninguém, pensará mal de alguém, não haverá o que pensar, nem cobiçará o que é do outro, pois não haverá cobiça. Deu pra entender, minha prezada Yayá Tekinha?

Beijos,
DYezzi::.

Outras Observações

Com relação as mensagens recebidas de entidades espirituais (desencarnados), o processo utilizado é o da psicografia que é processo de escrita mecânica direta entre mortos (espíritos) e vivos (médiuns). As mensagens recebidas de seres de outros planetas (seres encarnados), o processo utilizado é o da mentografia que é o processo de escrita direta inter-vivos à longas distâncias, e que também faz uso a telepatia, incorporação inter-vivos, projeção do duplo-etérico, materialização energética sem o uso do ectoplasma, psicometria, vidência, clarividência e outros.

Em ambos os processos, quando as mensagens estiverem aqui em forma de manuscritos, a grafia predominante é a do médium que não pode deixar de intervir devido a grande dificuldade de adaptação imediata tanto do espírito desencarnado e mais ainda dos seres de outros planetas. Portanto, a grafia fica um tanto modificada parecendo um pouco a grafia do médium e um pouco a grafia do ser emissor da mensagem. Isto não invalida de forma alguma o seu conteúdo, idéias e intenções do espírito ou ser manifestante, o qual, só adquire sua total personalidade no momento que assina a mensagem ou quando a transmite no seu idioma original.

Esta observação se faz necessária porque logicamente haverão aqueles que tentarão comparar as grafias aqui expostas com aquelas entidades que viveram na terra e deixaram alguma coisa escrita.

Quando a mensagem for mostrada já datilografada é porque tomamos o cuidado de transcreve-las na época que foram emitidas para  facilitar a leitura daqueles que a leriam na época, uma parte será demonstrada em “fac-símile” da forma como foram escritas na ocasião.

Aqui selecionamos algumas delas para que o leitor tome conhecimento dos vários tipos de fluxos de mensagens que viemos recebendo durante o tempo que fizemos nossos trabalhos de pesquisas.

Peço ao leitor que se atenha, se possível, apenas no teor e conteúdo das mensagens e aproveite o que lhe for útil. Quanto a fonte emissora da mensagem se é legítima ou não, deixe entregue ao sabor do Tempo e de Deus, que futuramente haverão de ser comprovados.

Nossa intenção é de levar ao leitor as várias nuânces, as coisas pitorescas e bem particulares de nossas pesquisas. Não tememos críticas ou julgamentos de quem quer seja, pois temos certeza de nossa pureza de propósitos.

Mentografia

“Mentografia é o processo de escrita direta a Longas Distâncias Inter-Vivos e que se utiliza dos fenômenos da Telepatia, da Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (bilocações ou viagens astrais), da Incorporação Inter-Vivos, da Clarividência, da Materialização Inter-Vivos, da Psicometria, da Cromosofia e muitos outros”.

A mentografia difere da psicografia que é escrita direta-mecânica entre mortos (desencarnados) ou Espíritos e Vivos (médiuns). Na mentografia somos levados a presenciar “in-lóco” os fatos ou acontecimentos, vendo e ouvindo tudo e após, em segundos, fazermos as transcrições para nosso entendimento, enquanto nosso cérebro e não o cérebro do emissor dirige nosso braço e nossa mão para escreverem. Porém, tudo é feito em grandes quantidades sem voltar atrás para saber o que já foi escrito. Daí, surgirem alguns erros de concordância, erros gramaticais, ou alguma repetição exagerada de frases. Mas nestes casos, a parte revisional do texto se encarrega de fazer as devidas correções sem descaracterizar a minha forma de escrever.

Os seres extraterrestres podem nos explicar muitas dúvidas com respeito ao Universo e ao Mundo de cada um deles, porém, há propriedades intrínsecas do espírito humano do terrestre e outras muito pessoais e particulares de quem escreve e só o “proprietário” desses registros, se o mesmo for um espírito esclarecido, elevado e bem vivenciado na Terra poderá explicar. E é o que tento fazer vez por outra, quando também, eles, os extraterrestres lançam as dúvidas e as perguntas sobre o que eles precisam saber sobre nós.

Voltando ao Grande Focal – O Núcleo Central Cósmico Deus, a impressão que me foi transmitida é a de que Ele por impulso próprio, ou por polarizações diferentes entre si, gera em torno de si próprio, como se fosse uma gigantesca bola ou esfera de luz girando em torno de um eixo imaginário, espargindo raios, faíscas, radiações, para todos os lados. E nesse giro, Ele, dentro do plasma cósmico faz girar as galáxias e estas fazem girar seus bilhões de sistemas solares. Cada sistema solar, pequeno ou grande como o nosso que possui doze planetas e não nove como a Ciência detectou até agora, gira em torno de seu sol que também esparge radiações para todos os lados. É um gigantesco movimento-sincronizado sempre em expansão.

A Ciência calcula que existem no Universo cerca de trinta e cinco bilhões de galáxias, com formas diferentes tais como: Espirais, circulares, centrifugas, esféricas, alongadas e etc., sendo que algumas, ainda no dizer da Ciência, possuem mais de um trilhão de estrelas cada, e nos parece que a Ciência não está incluindo nesse número os planetas e planetóides que giram em torno de cada estrela e que sejam um sistema solar. Neste caso, havendo outros planetas eles existem aos trilhões, então o número de planetas que compõem cada galáxia duplica-se, triplica-se, quadruplica-se e indo mais longe!

Ainda no dizer da Ciência, a nossa Galáxia a Via-Láctea, possui em torno de mais de bilhões de estrelas sem contar os planetas! Haja “Big-Bang” para ser explodido e assim Deus poder Criá-las todas!. Portando a despeito de toda consideração que os cientistas, Pesquisadores e a Ciência em si são merecedores, fico com minhas teorias e afirmações, pois, parecem-me ter mais lógica, mais fundamento e chegaram até mim remetidos por mentes muito mais evoluídas que nós.

Contudo, devido ao processo bem humano de captação das informações, são passíveis também de enganos. Não me considero o dono da verdade e estou sempre pronto ao diálogo e as discussões sobre o assunto. Críticas, quem as fizer, tem que provar por “A+B” que estou errado. Senão, os deixarei falando sozinhos!

Vou tratar agora do assunto sobre o Nosso Sistema Solar e seus Doze Planetas.

Claro que as antigas civilizações como as da Atlântida Lemúria e outras, principalmente as mais próximas dos nossos dias como: os Caldeus, os Egípcios, os Vedas, os Essênios, quase todos tinham conhecimento de Astronomia e Astrologia, já catalogavam os signos e consequentemente, tinham conhecimento da existência dos doze planetas do nosso Sistema Solar, daí os doze signos sob as influências planetárias e não só as influências das constelações zodiacais. O próprio Mestre-dos-Mestres Jesus nomeara ou escolhera seus doze apóstolos para representar cada um dos planetas em torno do Sol carismático que era Ele.

Mentografia: é um termo criado por nós para designar a escrita inter-vivos a longas distâncias, difere da Psicografia que é a escrita entre mortos (entidades espirituais) e vivos através dos processos mecânicos da mediunidade. Neste processo podem-se dar outros fenômenos, conjuntamente, que são: clarividência, psicometria, vidência, tradução imediata dos caracteres de escrita extraterrestre para nossa escrita, ou como são pronunciadas foneticamente, isto é, as letras são terrestres, mas, o som das palavras são nos originais. Um exemplo: Se um russo escrevesse através de nós, ele poderia escrever em russo mesmo ou em português como seriam pronunciadas, apesar de continuarmos não entendendo nada, saberíamos a sua fonética e só após, através do nosso cérebro ele buscando as palavras equivalentes seria feita a tradução imediata. Com os extraterrestres que escrevem em seus ideogramas é mais complicado ainda.

Telepatia: denominamos de contato frio, apesar de distinguirmos o timbre de cada voz em nosso cérebro e sabermos quem está entrando em contato conosco, não sentimos o calor humano, os sentimentos, enfim toda a gama dos sentimentos existentes, nem mesmo a temperatura corpórea de quem mantém o contato.

Desdobramento: Ocorre durante o sono, quando o espírito se liberta do corpo por vontade própria ou, no nosso caso, quando é atraído para lugares nunca vistos e com seres de outros planetas e, quando retorna ao corpo a maioria das pessoas quando dizem que sonham, porém vivem cenas mais comuns ou recordam-se durante o sono de cenas que já se passaram em outras vidas e as vezes premuniam algo que vai acontecer, mas tudo ocorre inconscientemente, sem que elas possam controlar através da sua vontade própria os acontecimentos, por isso o desdobramento serve também para que as entidades-guias das pessoas possam dar a elas as instruções necessárias para seu quotidiano e serve também para as entidades negativas “mui amigas” da pessoa busquem-na para dar continuidade as tramas contra ela própria ou que ela tenha pedido para participar contra outras pessoas. Os pesadelos também fazem parte do desdobramento. É muito difícil separar-se um sonho de um desdobramento. Normalmente classificamos o sonho propriamente dito como sendo estático o espírito não deixa o corpo, somente o subconsciente trabalha. As pessoas devem procurar atentar para isso e aprender lenta e gradativamente a separar um do outro.

Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias: Viagens Astrais, neste caso, este tipo de contato é muito raro, contudo tenha sido muito mais freqüente conosco, ocorrendo em dias previamente determinados pelos Extraterrestres, pois há necessidade de certos regimes ou abstenções aconselháveis de alguns alimentos e bebidas, fumos, etc., Estes últimos,  nunca  utilizamos. Este processo, é consciente de ambas as partes, tanto da nossa como da parte dos extraterrestres. O físico fica em estado letárgico enquanto saímos fora do corpo, ou seja o Duplo-Etérico que é o agente sensível, o agente da dor é atraído para dentro das naves juntamente com nosso perispírito e o mental. Desta forma, é possível para esses veículos agirem como um “repórter de campo” transmitindo tudo que vêem e sentem para o nosso cérebro que fica semi adormecido sentado na poltrona para depois podermos escrever os detalhes. Já quando os extraterrestres fazem eles mesmos a projeção, ou seja, saem dos seus corpos e vêem conversar conosco, seus corpos não permanecem em letargia pois eles tem um domínio muito maior sobre si mesmos e o fazem enquanto pilotam suas naves, como aqui um pianista faria no seu piano a melodia na mão direita e o acompanhamento na mão esquerda, os hemisférios cerebrais funcionam livres separadamente.

As vantagens dessas projeções ou viagens astrais é que permitem-nos viajar dentro das naves sem sofrermos as variações ambientais, ou de velocidade e nossa flora de bactérias, tanto as intestinais como as outras não são afetadas, e os extraterrestres correm menos riscos de serem contaminados assim como nós também.

Este tipo de projeção do Duplo-Etérico à qual venho sendo treinado desde criança, não só para manter os contatos mas porque meu espírito possui essa vivência desde os primórdios da Atlantida e muito mais no Egito Antigo, e bem como, minha saudosa esposa que conheci quando tinha 16 anos. Ela, também, veio sendo treinada e adquirindo uma perfeição maior ainda, é muito rara nos padrões que fazemos e é por isso que talvez tenhamos conseguido chegar a esses contatos, apesar do grande sofrimento que individualmente passamos para chegarmos até aqui.

Contudo não nos achamos privilegiados, porém, não nos é possível ensinar, pois não há como ensinar. É inato, é nascer para isso, persistir sem desanimar e vencer os medos e os tabus interiores. Ser metódico, fazer os regimes adequados de alimentação, cultuar a potencialidade do espírito e da mente; ter ao seu lado entidades e seres de mentes poderosas para nos amparar nos momentos difíceis de aflição e de desânimo. Ler muito a respeito e procurar seu engrandecimento interior positivo, além, também, de exercícios respiratórios lentos e profundos antes de iniciarmos cada “viagem”.

Através da projeção do Duplo-Etérico podemos ver e sentir o interior das naves, os sistemas de painéis de controle, os seres, suas conformações físicas, o material da nave, seu sistema de propulsão, contudo nunca nos foi permitido ver os detalhes ou seja como e porque funcionam. No dizer deles seria muito perigoso para qualquer ser terrestre estar a par do sistema de propulsão, pelas razões interesseiras que alimentam o homem. Podemos enxergar através de seus potentes aparelhos, podemos olhar na tela de controle de bordo e aprendermos o funcionamento do Cosmo, do Sideral, do Sistema Planetário e trazer para nosso físico que fica gravando tudo dentro de nossa casa, para depois escrever.

Conforme o leitor poderá verificar em capítulos específicos mais adiante, este tipo de contato através da projeção do duplo-etérico, nos levou a prestar serviços e a assistir “doentes espirituais” e ver cenas horripilantes no Baixo Astral Terrestre ou naquilo que chamamos de Psicosferas Negativas para Regeneração, e até visitarmos e nos encontrarmos com seres no Polo Norte, no Polo Sul, em temperaturas a 50º, 60º graus negativos e nossos organismos sempre sem sair de nossa casa nada sentiram. Assim em densas florestas tropicais como as do Amazonas, sem sermos molestados por animais ou insetos de qualquer natureza. Muitas e muitas vezes, no início, tivemos a nítida impressão de termos morrido e não sabíamos como retornar ao corpo. A sensação não é de medo ou pavor, mas, sim de estupefação e espanto.

Temos, também, sido levados a conhecer, simplesmente a passeio, outros locais no globo, como por exemplo as Pirâmides do Egito em seu interior. Temos retirado espíritos e duplo-etéricos de pessoas mais chegadas a nós e as temos levado a passear e a visitar locais, parentes e amigos, além de prestarem, também, sua forma de auxílio. Temos sido vistos e sentidos por outras pessoas sensitivas, como se materializados em suas casas, em seus quartos, enfim, a projeção do duplo-etérico a longas distâncias, a nosso ver, será o veículo do amanhã para o futuro ser humano mais evoluído.

Vidência Psicométrica: este tipo de fenômeno que ocorre conosco, acorria muito com a minha saudosa esposa, nos permitem ver, assistir, sentir, vivênciar nossas próprias vidas passadas e as vidas das pessoas que quisermos examinar ou ainda das pessoas que nos pedem auxílio. As cenas se passam com tanta realidade e nitidez que as vezes pensamos estarmos vivendo “In loco” aquelas vidas e ver-mos as pessoas como elas eram e são realmente em seus espíritos. Este tipo de contato ou fenômeno não se atém apenas às pessoas, mas, também, a objetos, a coisas e a música que tem a propriedade de fixar-se em nossa mente e em nosso espírito fazendo com que voltemos ao passado quando a ouvimos na época, pois suas propriedades sonoras, seus acordes e melodias depois de se transformarem em sons, transformam-se em gás colorido de acordo com cada tipo e que por sua vez interpenetra nosso chakras, plexos, poros, sistema endócrino, nossa mente e nossa alma, fazendo-nos viajar no mundo das imagens e das recordações. Mais ainda se ela vier acompanhada de letra como na música popular, e na música lírica. E o compositor, com sua idiossincrasia particular, também é levado ao passado, quando a compõe formando assim uma corrente universal psicométrica que envolve pessoas de toda classe e formação. Portanto, esse tipo de fenômeno que também é raro permite ao seu portador, reconstituir fatos históricos que passaram muito tempo sendo considerados como lendas e transformá-los em veracidade ou dar a eles um novo  enfoque ou visão.

Incorporação Inter-Vivos: este tipo de contato e por conseguinte de fenômeno, é raríssimo também. Consiste em um espírito de uma pessoa ou ser vivo tomar o corpo de outro ser vivo.

Exige um preparo muito grande de ambas as partes contatantes pois, difere muito da incorporação normal entre mortos e vivos praticada pelo espiritismo. Neste caso o espírito incorporador leva para o “incorporante” todos os seus sintomas físicos, tais como: temperatura corpórea, pressão sangüínea, potencial vibratório, potencial de intelectualidade. Isto acarreta sobre o “médium” que chamei de incorporante Uma série de transformações e mal estares que por vezes desregulam seu metabolismo mesmo que seja por algumas horas. E o nosso contato com seres extraterrestres nos mostrou muito essas variações pois, dependendo do planeta que ele venha, seu metabolismo é quase que oposto ao nosso e na simples aproximação do duplo-etérico deles do nosso físico faz baixar nossa temperatura corpórea, ao mesmo tempo que aumenta nossa pressão sangüínea, nossas pulsações se aceleram ou se reduzem, fora outros tipos de desarmonias e que nos causavam os maiores sofrimentos.

Minha saudosa esposa se queixava muito disso e pior ainda é que ela já tinha propensão a essas desarmonias e tinha também essa missão. Foi muito difícil conciliar as coisas e infelizmente, não devido a esses contatos, mas, por talvez estar no seu destino, ela acabou tendo enfarte, diabete e finalmente derrame cerebral. Desta forma, podemos dizer esse tipo de contato “Incorporação Inter-Vivos” é muitíssimo raro e também muitíssimo arriscado. Ela chegou a incorporar espíritos de pessoas já em estado físico terminal e que queriam deixar suas despedidas a seus parentes e isto, além de ser doloroso para o médium, o é também para quem conversa com ele.

Aqui vai, então, um lembrete aos que quiserem tentar fazer este tipo de contato: não o façam sem antes terem a certeza do seu alto padrão de sintonia vibratória, sem antes fazerem uma consulta prévia aos seres que já os estiveram contatando por outros meios e ao mesmo tempo, vai aqui também este lembrete aos seres extraterrestres que não exponham as pessoas a esses tipos de incorporações antes de uma longa  preparação de aproximação lenta e gradativa do médium a ser escolhido para evitarem danos físicos irreparáveis.

Quando esse tipo de incorporação ocorre, o ser entra falando em seu linguajar próprio inteligível e aos poucos vai encaixando seu cérebro ao cérebro do médium até que comecemos a entendê-lo.

Materialização Inter-Vivos: este tipo de contato é de fenômeno também muito raro. O ser extraterrestre devido a sua alta vibração não se utiliza do fluído ectoplasmático fornecido normalmente pelos médiuns de efeitos físicos, pois este tipo de fluído carnal é imediatamente desintegrado ao contato com suas auras e vibrações, por isso eles buscam elementos da atmosfera e próprios elementos para poderem se manifestar e se tornarem visíveis e tangíveis como se estivessem vivos e falando ali em nossa frente, normalmente por telepatia interferindo em nossas correntes cerebrais. O tempo de duração variou entre 30 e 40 minutos, quando o fizeram conosco.

É digno de menção um fato que ocorreu em nossa residência de Ribeirão Pires quando lá morávamos. Um dos nossos maiores contatos extraterrestres, o líder do Planeta Oswen (o 9º planeta do nosso sistema solar, ainda não descoberto pela ciência e que se situa entre o planeta Urano e Netuno) que se chama Aislan e tem aproximadamente 2,10 de altura, é todo ele redondo, ou seja, cabeça redonda, olhos redondos e de uma beleza e força sem igual, corpo grande redondo sem ser gordo mas bem forte, mãos longas também e que não possuem dobras ou seja aquilo que denominamos como falange, falangeta, dois pés grandes, também com dois dedos largos em cada  pé, assexuado, anda totalmente nu mesmo entre nós. Apenas de uns anos para cá adotou um tipo de vestimenta parecendo tecida de fios metálicos cor de alumínio e fosforescente para quando faz incursões em solo terrestre. Toda a tripulação vem com ele, em sua belíssima nave em forma de tubos circulares que giram sobre seu próprio eixo, assustadoramente. Numa noite ele veio nos visitar sem nos avisar. De surpresa se materializou em nossa cozinha . Estávamos sentados na sala em poltronas separadas e até nossa cachorra Kelly, que era do tipo “dog alemão” de porte grande também estava deitada numa poltrona especialmente reservada para ela. De onde estávamos dava para avistarmos a cozinha através do corredor a uma distância de uns 12 metros. Aislan, sorridente, mostrando suas gengivas como de um bebê da Terra, pois não usam dentes e a boca pequena um tanto arredondada também, vinha se aproximando lentamente sem qualquer ruído. Ele é tão grande que parecia bater a cabeça no teto. Não conseguiu passar pela porta da cozinha e a outra de acesso a sala que ficavam sempre abertas. Quando  adentrava a passagem da sala, nossa cadela Kelly ao invés de rosnar, latir e procurar se levantar e investir contra ele, ao contrário, começou a olhar firmemente para Aislan e a gemer a grunhir como se tivesse apavorada e foi virando sua cabeça para traz e desmaiou, perdeu os sentidos ficando completamente imóvel, dura sobre sua poltrona. Aquilo nos preocupou e fizemos menção de levantarmos e ir até ela para ver o que ocorria. Aislan nos fez um sinal que não tocássemos nela, falando que o cérebro dela tinha entrado em curto ao vê-lo, devido as vibrações naturais que emite através dos seus olhos a tinham atingido. Ele foi até ela, passou sua grande mão sobre sua cabeça e sobre seu corpo todo e então sim, pediu-nos que a colocássemos na área de serviço que logo em seguida ela iria ficar boa. E foi um trabalho enorme para minha esposa e eu tirarmos a Kelly dali desacordada, pois desmaiada e grande como ela era pesava mais ainda. Fizemos depois de muito custo e Aislan tudo assistia sorrindo meiga e passivamente. Minutos depois a Kelly se levantou e saiu para o quintal. Nós e o Aislan continuamos o nosso papo vis-à-vis. Assim, temos dezenas de outros casos, de informação, das curiosidades que ocorreram conosco neste campo.

Uma tarde, logo após o almoço eu, minha saudosa esposa saímos para ir ao supermercado. Voltamos lá pelas 16:30h. Lembramos de termos fechado todas as portas de nossa casa, que por sinal era grande. Quando chegamos, entramos na casa pela porta da garagem que dava para a sala, foi quando com grande espanto vimos um homem alto de cabelos cor de tijolo avermelhado sentado no sofá. Ele tinha as pernas bem compridas e parecia não caber na largura do sofá, a parte de suas coxas ficava para fora, enquanto que seu tronco ficava encostado no sofá em posição bem reta. Olhos amendoados e bem verdes que lhe davam um toque bem contrastante com seus cabelos e orelhas compridas altas, grandes, rentes a cabeça. Os cabelos estavam cortados a maneira irlandesa, ou seja, soltos a vontade. Sabíamos que ele tinha cabelos longos e estranhamos. Vestia um terno ao estilo europeu, paletó quadriculado, chamado “tweed”. Grandes sapatos que nos parecia em torno dos nº 48 a 50. Ele abriu um sorriso enorme e mostrou seus dentes alvos parecendo mais pérolas encrostadas em suas gengivas, como pérolas cortadas ao meio. Perguntou: “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”. Levantou-se e desfilou, demonstrando grande dificuldade em andar. Pisava com dificuldade. Nós lhe respondemos: — “está ótimo, ninguém diz que você não é daqui, está parecendo um estrangeiro. Ele respondeu: “— Ótimo, era isso que eu esperava, mas temo me condenar devido ao calçado, os seus tipos de calçados não servem bem nos meus pés que para vocês são muito esquisitos”. Era Járlós, de Urano, quem estava ali materializado parecendo ser de carne e osso como nós e, durante o dia. Aí ele tirou os sapatos e nos mostrou seus pés, eram como de patos com aquelas membranas ligando um dedo ao outro e eram mais largos que o sapato. Járlós nos informava que naquele momento estava em Manaus, no Amazonas e que andava entre o povo que não estranha muito por haver lá muitos estrangeiros altos. Járlós tem 2,30 m de altura. É um gigante! Disse-nos Járlós que andava entre o povo, passeava de ônibus, passava pelas catracas (roletas) sem pagar, apenas olhando nos olhos do cobrador e gostou muito de tomar os sorvetes de massa que eram feitos por lá. Estava também colhendo plantas, alguns répteis como cobras, rãs e sapos para levar ao seu planeta que é como ele diz constituído de maior parte de água. Estava fazendo experiências com as plantas e frutos para produção de futura alimentação para os terrestres.

Perguntamo-lhe como conseguia aqueles trajes ao que ele nos respondeu: “- Não perguntem, foram conseguidos à nossa maneira, porém, sem causar danos a quem quer que seja”. Conversamos mais um pouco. Ele disse que já estava no tempo de ir. Despediu-se fazendo um sinal e sorrindo, sumiu, evaporou desaparecendo como por encanto. Eu e minha saudosa Conceição rimos de felicidade.

Data da compilação: 01/02/97 às 19:18hs

A Casuística dos Discos Voadores

Há muitos anos dedico-me de corpo e alma a minha missão de “contato”. Vim fazendo minha formação sócio-econômica, na qual entraram as formações escolares, música e outras tantas atividades, dentre elas a parapsicologia, o mediunismo e a escrever tudo, desde meus oito anos quando apenas “garranchava”, mesmo assim escrevia tudo isso, paralelamente, de um assunto ao outro e os Extraterrestres e a Minha Saudosa Conceição, que foi um deles reencarnado, me ajudaram quase 100% (cento) em tudo. Sem ela e sem eles eu não chegaria até aqui. Tendo me defrontado com muitas crises financeiras, pessoais, crises emocionais e outras, porém, nunca abandonei minha opção que sempre foi levar o conhecimento às grandes massas. O momento se aproxima célere, o tempo urge, e este meu livro, com certeza dará um novo alento, uma nova luz a esses “tidos como mistérios do século:” os discos voadores”.

Portanto, ao passar desses anos todos,  procurei manter-me incógnito, mas com uma vontade louca de falar, porém, sendo aconselhado pelos Meus Mentores Extraterrestres, que no dizer deles não era chegada a hora e eu não me achava maduro. Então, fui me pondo a par de vários acontecimentos funestos entre os terráqueos e extraterrestres e vice-versa, mas vim aprendendo com eles o porquê disso ocorrer. E, agora encontro mais do que nunca as explicações para esses fatos.

Desde os primórdios da Terra que a humanidade trava lutas fratricidas em busca da sobrevivência e entra século, sai século, ao invés de se buscar meios mais avançados e mais amistosos para facilitar e aumentar essa sobrevivência, o homem sempre preferiu tirar, roubar do outro o que este outro conseguira ter de melhor. E isto só ocorria através dessas guerras e para mostrar sua força, seu domínio aperfeiçoou cada vez mais o aparato de guerra. Isto foi incutindo entre um e outro, ou seja entre o perdedor e o vitorioso, o pavor de uma invasão de seus domínios e o pavor de ser subjugado. Haja vista, no decorrer desses milênios quantos conquistadores vieram surgindo, massacrando povos, comunidades inteiras e após sendo vencidos ou irem desaparecendo no tempo para surgimento de outros tipos e outras medidas já agora políticas e econômicas para domínio de um povo ou de um país, ou de vários países ao mesmo tempo.

Grandes e mortíferas armas foram inventadas, exterminadoras, já há mais de 10 ou 15 mil anos atras entre os Vedas, povo que antecedeu a raça hindu. De lá para cá, a guerra e o pavor de uma invasão traumatizou a raça humana. E o homem até hoje teme o desconhecido e ao invés de procurar aprender e procurar saber antes do que se trata  prefere atacar e se possível matar antes e depois perguntar.

O seres extraterrestres, ou seja, os seres vivos que habitam outros planetas dentro de nosso sistema solar e fora dele, vêm incurssionando sobre a Terra há milhares de anos e vêm pesquisando, analisando de forma discreta e algumas vezes até mais assustadoramente o nosso “modus vivendis”, sempre sabedores que o terráqueo é um ser que quanto mais se moderniza mais amedrontado se torna. E, mesmo com reencarnações de seres extraterrestres entre nós, aumentou-se o conhecimento das ciências e filosofias mas aprimorou-se também as armas de exterminação. Quando não bélicas, utiliza-se a arma política a econômica obrigando este e ou aquele povo viver em dependência do outro, sendo a inofensiva caneta uma das maiores armas indiretas, porém também arrasadoras que os governantes de países mais potencialmente  poderosos tem facilmente à mão.

A vinda de Espíritos Extraterrestres entre nós aumentou o grau de pesquisa e de conhecimento na face da Terra, mas ao adentrarem a este sistema de vida pernicioso e traumatizante e dentro de um físico terrestre passou a ser um deles e como tal passou também a defender-se de tudo e ser mais destemido ainda, já que possui dentro de si maior discernimento e um grau de vivência espiritual maior, piorando ainda mais as coisas pois agora as lutas se travam entre inteligências a mais potentes.

Surgiram então cérebros preconizadores e super inventivos entrando pela ficção e se aproveitando do clima astral existente entre as nações aperfeiçoaram sua técnica na eletrônica, nas imagens e através de filmes sempre acentuando esse lado das invasões e do pavor do desconhecido, fomentam as invasões dos extraterrestres sempre com intenção belicosas, nunca amistosas.

Porém, esquecendo-se que se realmente esses seres que eles imaginam em seus livros e em suas telas tivessem mesmo essas intenções, há muito tempo atras já teriam dominado a Terra, já pela raiz, ao invés de colocarem aqui prepostos espirituais a fim de ensinar o terrestre o caminho da evolução espiritual e não o da conquista efêmera como ocorrera com os Atilas, Gengis-kãs da vida.

Por conseguinte, após o “advento oficial” dos discos voadores no tempo da 2º grande guerra e em 1948 quando esses aparelhos foram batizados de “UFOs” – Objetos Voadores Não Identificados” surgiram então os industriais das inovações extraterrestres, piorando mais ainda o trauma já existente e mais ainda ao serem encontrados vestígios de queda de algumas dessas naves em território americano e suas tripulações carbonizadas. Ai então foi mais um prato cheio para tais industriais terem como desenhar e dar vida aos biótipos de um ser extraterrestre e assim explorarem essa rica veia que hoje rende milhões de dólares aos seus produtores. Produtores esses, muitos dos quais tentam levantar a ponta do véu dos possíveis segredos existentes entre os seus governos e a massa em geral. Criou-se então os dois lados, ou as facções pró e contra a existência desses seres e a massa sedenta e ao mesmo tempo intrigada com essa polêmica e seu natural pavor do desconhecido assiste emocionada o desenrolar dos acontecimentos sempre sem saber o que realmente existe de verdade nisso tudo.

Criou-se então três facções principais a facção paga com verbas astronômicas para desmentir e provar que os discos voadores não existem e alegam como objetivo final a pretensa “defesa nacional”. E é claro que entre as grandes potências a defesa nacional deve sempre estar em primeiro lugar para reprimir qualquer tipo de invasão, por mar, pela terra e pelo ar. Só que eles se esqueceram que há outro tipo de invasão que é mais perigosa, lenta e mais progressiva, a invasão pela mente, desta nos ocuparemos mais adiante. A outra facção é aquela que também reúne outra verba astronômica para provar que os discos voadores existem, contudo, não saiba explicar suas procedências e intenções. E a outra facção é a da massa da população em geral que paga ou gasta verbas igualmente astronômicas para assistir essa contenda e se divertir com as ilusões técnico-visuais que lhe são mostradas cada vez mais requintadas devido ao aperfeiçoamento técnico como são produzidos. Na verdade, existe uma 4º facção, mais sorrateira e talvez até bem intencionada que é a facção dos que importa é a geração das  imensas fortunas oriundas dessas produções que esses litígios, curiosidades e traumas coletivos resultam.

Como se pode notar, o ser terrestre vive da falha dos incautos que no fundo é ele próprio, explorando a si mesmo.

E onde verdadeiramente se situam os extraterrestres, o que pensam e o que esperam desse ser humano?

Agora aquele tipo de invasão mental explicado no capítulo sobre os “Vórtices Energéticos da Terra”  e que é praticada por prepostos extraterrestres infiltrados entre a massa e que promovem o “contato” com seus ‘postos avançados”, os quais podem se situar no interior de seus planetas de origem distantes, no interior de cavernas, ou nas grandes florestas ou ainda dentro de gabinetes, disfarçados, nas grandes ou pequenas cidades, e ainda, o que é ,mais facilitado, no Astral inferior da Terra e entre os cultores da magia negra que são manipulados para atingirem as fraquezas humanas, não se dando conta disso, pensando que estão tirando proveito próprio do caos psíquicos que geram entre os incautos.

Os seres Extraterrestres em sua grande parte buscam o equilíbrio mental e a harmonização e trazer ensinamentos para aumentar o nível de progresso na Terra. Por isso e por tudo que já mencionei anteriormente, agem com cautela e procuram não levar pânico entre os terrestres. Pesquisam e aterrissam em locais ermos, para evitarem causar distúrbios interrupções nos centros e usinas produtoras de energia, produtos químicos altamente tóxicos que se em seus armazenamentos se rompessem causariam grandes estragos e mortes na Terra e eles seriam considerados, aí sim, seriam os Ets  os culpados e responsáveis por esses atos irracionais.

Portanto, alguns acontecimentos funestos havidos entre seres terrestres e extraterrestres, ou entre naves e aviões terrestres em raras exceções que poderei explicar mais adiante, ocorreram por descuido, por acidente, ou pela alta inteligência acompanhada de um grande grau de ingenuidade por parte de tripulações jovens de extraterrestres, que como eu digo sempre, quanto mais inteligente fisicamente for o ser, seja ele extraterrestre ou terrestre parece se tornar mais ingênuo, desprovido de malícia ou perspicácia, e é então que ocorreu acontecimentos que no pensar do homem da Terra são sempre provocados por seres extraterrestres invasores e com más intenções.

Há casos já conhecidos na literatura dos pesquisadores da ufologia, dos quais tomei conhecimento, inteirando-me desses fatos narrados no  ponto de vista dos terráqueos. Levei ao conhecimento dos Extraterrestres com os quais eu e minha saudosa esposa mantivemos contato e entre os quais alguns participaram diretamente.

É claro que não pude tomar conhecimento de todos, nem seria possível, mas, uns dois ou três que talvez possam levar ao leitor o conhecimento e a análise do que realmente aconteceu.

Um dos mais conhecidos foi o caso do Capitão Mantell acorrido nos Estados Unidos da América. Não vou narrar aqui “ipsis literis” o que a literatura ufológica já o fez, e o leitor poderá recorrer a ela, mas sim ao conteúdo que é ao meu ver, mais importante:

Uma esquadrilha de cinco aviões a jato F-80, os primeiros jatos da época no final dos anos 40, fazia seu vôo rotineiro de treinamento quando um objeto brilhante de formato discoidal foi avistado acima de onde eles se encontravam. Iniciaram a perseguição após terem comunicado à torre de controle da base que os avistava e também ao objeto através do radar. O Capitão Mantell que era  o líder, ordenou aos outros quatro que aterrizassem de volta a base e que ele iria perseguir o objeto até uma altitude de 20 mil pés (cerca de mais ou menos 6.500 metros). Se até aquela altitude ele nada conseguisse, retornaria também. Lá embaixo na base aérea todos estavam acompanhando as imagens e a voz do Capitão Mantell. Em dado momento ouviu-se a voz de Mantell dizer mais ou menos isto “- É inacreditável! É imenso! Enquanto os operadores do radar viam as imagens de seu avião se aproximando do objeto voador. Logo em seguida ocorreu a explosão do avião e seus pedaços, como que se ele tivesse se desintegrado, foram encontrados a mais de três quilômetros do local e nenhum vestígio do seu corpo.

Em meados dos anos 1966/1968 mantivemos contato com os seres líderes do governo do planeta Marte que nos informaram o seguinte: “- Realmente houve aquele acidente com uma de nossas naves e uma avião terrestre mas, não houve culpa ou intenção de nossa tripulação em fazer acontecer aquela coisa horrível para nós que nos marcou muito internamente e a tripulação, composta de quatro jovens que beiravam as idades entre 18 e 20 anos no tipo de contagem de tempo que vocês usam, foi punida severamente. Ocorreu que como eram jovens e de certa forma inexperientes e até ingênuos esqueceram que os aparelhos da Terra são feitos de metal, para eles foi uma situação inusitada, inesperada e casual, nunca havia ocorrido aquilo antes com nossas naves e nem com as outras de outros planetas. Os jovens da tripulação avistaram o F-80 de Mantell vindo em sua direção. O que fizeram então pairaram a nave no espaço e disseram entre si “vamos deixa-lo  nos ver já que está tão curioso! Reduziram o potente campo de força da nave ao mínimo necessário para combate das bactérias da atmosfera terrestre,  porém o avião  se aproximava velozmente e em dado momento, por ele ser feito de metal e pelo campo da nave estar reduzido, o avião foi atraído, imantado  de encontro a nave, ao invés de ser desviado ou repelido como eles esperavam. Porém, ao pressentirem o perigo, ligaram o campo de força para tentarem escapar porém, o avião já se encontrava muito próximo e a desintegração foi inevitável. Os jovens ficaram atônitos e havia uma segunda nave muito acima deles e que acompanhava tudo sem nada poder fazer. Essa nave também tinha 4 jovens em sua tripulação.

Podem ter certeza o povo e as autoridades da Terra que os oito foram punidos em plena juventude, com a própria vida, dentro do nosso sistema sócio-judicial, não que os tenhamos condenado à morte, mas, eles próprios sacrificaram-se despojaram-se de todo o seu bem estar e das comodidades que o nosso planeta lhes oferecia, tanto tecnicamente como vivencialmente para se dedicarem de lá para cá a ajudarem o povo terrestre a harmonizar a vida e costumes desde a guerra que aí vocês chamavam de Guerra do Vietnã. Portanto, foi um lamentável acidente que nós marcianos altamente responsáveis, ao contrário do que somos imaginados pelas mentes férteis de alguns terrestres, sofremos e lamentamos profundamente.

Outro famoso acontecimento também ocorrido nos Estados Unidos é aquele que a imprensa divulgou na época e hoje em dia muito explorado pelos ufólogos e pelo cinema, de que uma nave extraterrestre caiu e explodiu em solo americano e foram encontrados vários corpos de humanóides pequeninos e um com vida.

Nada posso dizer no que tange as informações fornecidas pelo governo americano pois não tenho acesso e nunca me interessou ter acesso a elas. O que sei foi através da imprensa. Porém, através dos meus contatos extraterrestres fui informado que na verdade aquela nave era do planeta Mercúrio onde os seres são pequeninos cuja estatura varia entre 90cm, 1.10cm e usam uma espécie de película sobre o globo ocular devido estarem mais próximos das descargas de raios ultravioleta e infravermelho que saem do Sol, mas que eles perderam três naves e não uma só. Também ocorrera um acidente por descuido das tripulações pois um dos princípios de funcionamento ou de propulsão dessas naves é o da energia magnética e sem saber o porque pois os instrumentos das naves nada acusaram, havia interrupções nas linhas magnéticas que passavam ou ainda passam sobre aqueles locais e como os caminhos dessas naves são essas linhas, ao tentarem passar sobre essas interrupções houve um tremendo atrito entre as naves e a atmosfera, tendo uma  das naves explodido e outras duas teres se encandecido internamente como uma lâmpada de gás néon intoxicando e matando a tripulação dando tempo apenas para que o sistema de propulsão se desligasse mas, as naves caíram intactas ao solo tendo em seu interior os corpos carbonizados dos tripulantes. Uma quarta nave veio para recolher os espíritos dos que se pereceram e levá-los de volta a Mercúrio para reencarnarem. O que foi feito das naves eles também não sabem.

Outros acontecimentos muito comuns são os casos dos chamados “abduzidos” que na época eram chamados de “raptados” pelos extraterrestres. Houve um caso divulgado pela imprensa brasileira, na época, de um casal de São Paulo. Ele seria um médico e em viagens de carro pelo interior da Argentina, o casal resolveu descansar dentro do carro num local ermo e no dia seguinte foi encontrado no México e atônitos sem saber como explicar às autoridades mexicanas como foram parar lá dentro do seu carro, tiveram que recorrer a embaixada brasileira naquela nação para poderem sair do país. Não sei dizer até onde é verdade este acontecimento, porém, consultando nossos contatos extraterrestres, eles nos disseram que realmente muitos fatos foram ocorridos e isto se deve a uma espécie de brincadeira sarcástica e ao mesmo tempo insinuante por parte também de algumas tripulações que indiretamente quiseram mostrar às autoridades terrestres que se quisessem ter más intenções poderiam fazer o que quisessem dentro da Terra sem que ninguém pudesse fazer nada para os deter.

Os casos de “abduzidos” que mantiveram relações sexuais com mulheres extraterrestres dentro de suas naves. Também tomei conhecimento através do noticiário, nunca me interessei em conversar com os protagonistas, porém não deixei de comentar os fatos com nossos contatos, e o que me foi explicado foi o seguinte: Esses fatos são verdadeiros e foram praticados por seres de outros sistemas solares cuja população corria o risco da falta de miscigenação racial por haver a falta de cruzamentos com outras raças extraplanetárias ou que estavam em busca da criação de outro biótipo por possuírem uma técnica de engenharia genética altamente evoluída. Desta forma e isentos de dogmas, preconceitos morais ou tabus religiosos saem a busca do sêmen que acham adequado para realizarem suas experiências genéticas e após acompanharem o ser humano “escolhido” durante um bom tempo através de suas aparelhagens precisas, descem com suas naves após uma indução a distância sobre a pessoa e a convidam a ter relações diretas com a fêmea deles que será a matriz, ou portadora daquela semente preciosa para eles.

Depois, lá em seu planeta trabalham para correção do que for necessário sobre os genes, como por exemplo: o ser terráqueo possui intestinos e nós sabemos que muitos extraterrestres são desprovidos desse órgão que, como eles mesmos dizem, nos fazem sermos putrefactos em vida e damos um nome pomposo as bactérias que o compõem, de “flora intestinal” para que elas não se envergonhem e “pulem” fora do nosso organismo e nós morramos. Nestes casos, a engenharia genética deles retira do genes o que se refere aos intestinos e colocam o órgão que eles possuem em seus corpos físicos que é uma espécie de bolsa estomacal, e assim eliminam ou acrescentam, diminuem ou aumentam, outras partes do seus futuros corpos. Desta forma, através desse tipo de “injeção sangüínea” promovem o surgimento de um sangue novo, que dará início a uma nova raça entre eles.

Dá-se também o inverso, ou cruzamentos de homens extraterrestres com mulheres terrestres que são acompanhadas a distância em sua fase de gestação e quando dão a luz o fruto desse cruzamento, esse fruto será um novo ser é levado posteriormente ao planeta deles e lá reiniciar novos cruzamentos e a formação de novas raças, muitos desses “frutos” retornam a Terra posteriormente e aqui agem como emissários ou avatares de novos costumes e novas filosofias de vida.

Portanto, apesar de se utilizarem de meios um tanto não convencionais para os terriolas não haveria outra forma de fazê-lo pois, como eu já disse anteriormente, o ser humano, teme e foge de tudo que desconhece ou tenta exterminar o desconhecido. Assim mesmo, devido a essa psicose que se instalou na mente humana há milhares de anos, o ser “abduzido” retorna da nave cheio de hematomas, e irritações epidérmicas além de ter sua mente parcialmente “apagada” para não entrar em choque traumático que seria pior. Mas mesmo com todos esses cuidados muitos incidentes não foram possíveis de serem evitados pelos Extraterrestres.

Outro caso que tomei conhecimento o que aconteceu com um rapaz na cidade de Pirassununga – Est. de São Paulo. Ele se encontrava no campo, se não me engano na roça, quando viu pousar um objeto brilhante, pequeno com antenas e que estava sobre um tripé escamoteável. Do alto do objeto através de uma abertura que se abria, saltaram como se voassem até o chão duas ou três criaturas, e ele apesar do medo que tomava conta dele, ficou próximo às criaturas que conversavam entre si em forma de guinchados, ruídos esquisitos, que não pareciam vir de seres humanos. Ele incontidamente ofereceu-lhes cigarro. Uma das criaturas pegou o cigarro conversaram entre si novamente com aqueles mesmos ruídos e o jogaram fora sem nada dizer a ele e, incontinente, puxaram uma espécie de arma e emitiram sobre suas pernas um tipo de raio que o paralisou em pé a distância de uns 2 a 4 metros do aparelho e imediatamente foram como que sugados para dentro da nave, da mesma forma como saíram, ou seja pelo ar e como um raio sem fazer qualquer ruído o aparelho subiu e desapareceu. O rapaz ficou imobilizado por um bom tempo e levado ao hospital local constatou-se lesões, vermelhões sob os locais onde os raios incidiram. E tudo ficou por isso mesmo apesar dos exames a que foi submetido nada foi descoberto que provasse a existência daqueles estranhos seres.

Ao perguntarmos diretamente àqueles seres evoluídos que conversaram conosco telepaticamente, eles nos responderam — Viemos de um planeta distante e nada conhecíamos sobre as reações dos terrestres porém, por cautela, para que o rapaz não se aproximasse ao levantarmos vôo pois ele seria desintegrado, preferimos paralisá-lo momentaneamente o que lhe causaria apenas escoriações que em breve desapareceriam. Os terráqueos pensaram logo que nós o atacamos sem que ele não nos tivesse feito alguma coisa. Nada disso, apenas evitamos um mal maior. O que eles queriam? que nós o desintegrássemos com o campo de energia emitida pela nossa nave ao levantar vôo?…

Há os casos verídicos de “abduzidos” que são levados para dentro das naves e lá são colocados minúsculos receptores e transmissores dentro dos seus crânios e depois eles são trazidos de volta para servirem de “intermediários’ entre o mundo deles lá distante e o mundo terrestre. Perguntados os nossos contatos, nos responderam que esse tipo de ação é feita por seres altamente evoluídos tecnicamente mas quase sempre não espiritualizados que se utilizam de meios anormais para obterem informações diretas porém, acabam prejudicando os “sensitivos” por desconhecerem a fragilidade do sistema psicossomático terrestre, por vezes incapazes de se libertarem desses aparelhinhos e terem suas correntes cerebrais alteradas ficando deslocados no meio social em que vivem e tendo, na maior parte das vezes que recorrem a tratamentos psiquiátricos. Realmente nós extraterrestres que não nos utilizamos desses meios também não os aprovamos. Porém. há uma questão um tanto delicada mas que tem que ser levada em conta. É a questão kármica desses tipos de abduzidos que possuem seus Mentores espirituais e que por motivo kármico deixam passar tais atos sobre eles, pois algo deve haver em suas vidas presentes ou passadas que provoca essa abertura áurica e dos plexos e chakras para que permita que seja feita a drenagem de toxinas acumuladas em seus perispíritos e muitas vezes aqueles seres extraterrestres encontram seus afins aqui na Terra, espíritos da mesma origem planetária. É muito delicado opinar-se pró ou contra nestes casos, mas todos os seres do Universo sabem das Leis Cósmicas que os regem, portanto, se contrariarem-nas serão as próximas vítimas nem que se passem milênios.

Há o nosso caso específico que como já narramos no capítulo “Como tudo começou”, viemos sendo acompanhados e assistidos pelos seres extraterrestres desde os nossos oito anos de idade, isto pelo que nos lembramos, pois conforme somos informados nos acompanham há milênios. Em nosso caso especificamente, catalogamos sete tipos de contatos explicados aqui: Mentografia, Telepatia, Desdobramento, Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (Viagens Astrais), Vidência Psicométrica, Incorporação Inter-Vivos, Materialização Inter-Vivos.