O que são os sonhos?

O que são os sonhos?

Pergunta:

Vi que você é um homem que estuda muito e talvez possa me ajudar a entender um sonho …

Obrigada,
Carmizeth M.

Resposta:

Prezada Carmizeth,

Grato por seu e-mail.

Sem sombra de dúvidas, meus livros são o resultando de muitos estudos, experiências e sobre tudo vivencias pessoais e não por ouvir dizer. Tenho certeza de que você obterá muitos conhecimentos novos através deles.

Com certeza, o que chamamos de sonho, tem suas causas em alguns fatores, tais como: Esgotamento físico, estresse, problemas não resolvidos a contento, quando estamos em estado de vigília, ou seja, acordados. Nestes casos, o corpo e o cérebro, mesmo estando dormentes, continuam trabalhando incessantemente em busca das soluções e, esta busca leva o cérebro a trilhar outros caminhos, tais como, os vários tipos de fantasias. Contudo, eles ficam estáticos, imóveis, assistindo uma espécie de cineminha particular, onde uma cena leva à outra e no final, a pessoa desperta mais estressada do que quando foi dormir. Mas, grande parte dos sonhos, ocorrem por “desdobramento”, quando o espírito e a mente, inconscientemente, saem a vagar pelas imediações, atraídos por desejos incontidos, problemas que precisavam ser resolvidos e diversos outros assuntos, inclusive, atraídos por seus inimigos, que os “chamam” mentalmente, para poderem se vingar ou ainda, ele mesmo sai em busca de suas vitimas etc. Nestes casos, são chamados de pesadelos e não são programados previamente, ocorrem forçosamente contra a vontade da pessoa que, quando acorda, se lembra ou não de alguns fatos, que as deixam intrigadas, pois não foram dormir com aquela intenção, mas que está registrada no seu subconsciente. Agem maquinalmente, como um robot ou zumbi. Muitas vezes, a pessoa é levada a presenciar fatos qua ainda vão acontecer, isso graças a seus predicados de sensibilidade paranormal, trazidos do passado recente ou do passado remoto, outras vidas por exemplo. Grande parte dos seres humanos e dos estudiosos desconhece que, quem morreu com mágoa ou viciado em vários tipos de drogas “continuam vivos energeticamente do lado de lá”! E, por afinidade, necessidade ou vingança, imantam-se, também por similaridades de vícios ou sentimentos, naqueles que aqui deixaram, e estes, inadvertidamente, fornecem os fluídos dos seus vícios, os quais são sugados em forma de essência para a continua e degradante alimentação daquelas entidades doentias, as quais, procurando saciar seus desejos e vontades, escravizam seus vampirizados, levando-os a vícios ainda maiores e até criminosos. Portanto, todos somos frutos do que pensamos e fazemos, mesmo que pensemos que não estamos sendo vistos por ninguém, aparentemente.

A outra forma de sonho é aquela programada, da projeção astral, consciente, quando a pessoa sai fora do corpo e é atraída para locais nunca antes visitados e nem conhecidos por ela. Muitas vezes, são avistadas em outros locais distantes, enquanto seus físicos permanecem em seu leitos, tranquilos, mas registrando tudo o que lhe ocorre à distancia. Nestes casos de “bi-locação”, o duplo etérico juntamente com o espírito, levam consigo os fluídos ectoplasmáticos, que lhes permitem serem avistados por outras pessoas, pois se materializam. Nestes casos, incluem-se também os contatos com seres extraterrestres e as viagens astrais conscientes.

Penso que já me estendi demais. Tente ler meus livros e faça novas perguntas,

Abraços,
DYezzi::.

[box type=”info”]Translation: What are dreams?[/box]

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A Auto-Exterminação de Entidades Vampirescas

Projeção Astral até um Castelo na região Astralina da Escandinávia próximo à Suécia e Finlândia

Eram quase vinte e trinta horas da noite de dois de abril de 1969. Nossas faculdades psicométricas, de projeção do duplo-etérico (viagens astrais) e mentografia que abrange outras faculdades inclusive a vidência, aumentavam e se hipersensibilizaram a tal ponto que para minha esposa e eu tudo o que presenciamos e presenciaríamos no campo astral já se tornavam rotineiro e nada nos assustava ou nos deprimia.

Sentamos em nosso sofá de casa de Ribeirão Pires, relaxamos como costumeiramente fazíamos antes de iniciarmos nossos trabalhos autodidatas sobre os fenômenos paranormais ou espirituais. Ouvimos a voz de alguém no Astral de nossa casa pedindo que colocasse-os na vitrola o poema sinfônico Finlândia de Jan Sibelius (finlandês). Levantei-me fui apanhar o disco, enquanto no astral notava uma movimentação de muitas entidades visando e realização de um importante trabalho. Nada sabíamos sobre o que seria. Cabia a mim coordenar a parte física e visível enquanto outros mentores cuidariam da parte “invisível” que para nós também era visível.

Deveria eu, conforme solicitação, portar-me de tal modo que pudesse presenciar tudo e gravar para logo em seguida transcrever para o papel para que outros lessem. muitos outros trabalhos fizemos, mas, por nos i integralizarmos totalmente com eles nem sempre pudemos descrevê-los. Mas aqui, salientaram-me que iriam ajudar-me na lembrança dos fatos que iriam se desenrolar para que eu pudesse escreve-los, e assim foi feito.

O que aqui vai relatado é mais uma de nossas vivências e experiências que juntaram-se ao nosso acúmulo de conhecimento sobre esses assuntos e que talvez possa trazer alguma elucidação para os estudiosos do assunto.

Gostaria de frisar que nosso objetivo essencial é tudo aquilo que engrandece o Espírito e o Conhecimento Humano e principalmente com os seres extraterrestres, porém, quando se apresenta uma oportunidade como a desta noite, quando, pudemos auxiliar dezenas de espíritos presos ao psiquismo negativo por eles próprios produzidos alguns séculos atras e que desde então “viviam” à mercê de seus atos nefandos de vampirismo que já praticavam quando viviam na matéria explorando e sacrificando com o maior requinte de barbarismo, não nos furtamos em fazê-lo, mesmo que por vezes nos causem revolta e asco diante de tanta crueldade.

Porém, nosso papel não é julgar os atos de quem quer que seja, apenas relatamos e os auxiliamos a se livrarem das amarras negativas, tanto as algozes como suas vítimas.

Iríamos conversar com um velho amigo espiritual e companheiro na vida anterior, o médico cirurgião plástico alemão de origem australiana Dr. Sidney Smith Blanes Lambert que desencarnou em S.Paulo lá por meados dos anos 50, entidade que uma de suas vidas fora um famoso compositor alemão do romantismo, que também fora pai na vida passada, de minha filha Regianne. Mas nossa conversa não foi possível nesta noite devido aos trabalhos que relatarei.

Ao colocarmos o disco do poema sinfônico Finlândia, de Sibélius, fomos imediatamente transportados segundos após aos primeiros acordes a uma região nebulosa que mais parecia ser norte da França ou Inglaterra, mas que no final viemos a saber que era na Escandinávia. A região era úmida, orvalhada.

O local parecia ser uma praça antiga, calçada com paralelepidos. A iluminação mortiça, tênue, talvez aqueles lampiões a gás ou querosene. Nos foi dito que, aquilo se passava em meados dos anos de 1700 a 1750. Encontravamo-nos, totalmente, fora de nossos corpos, os quais permaneciam sentados imóveis ao som de Finlândia, em nosso sofá da sala de nossa casa, naquele momento, bem distantes de onde nos encontrávamos em espírito.

Para nós (eu e minha esposa) as imagens, os ruídos, os sons, as vozes, eram nítidas como se estivéssemos num cinema moderno com sons estereofônicos e imagens tridimensionais, ou por outra, posso afirmar que eram bem melhores, pois estávamos vivendo e sentido tudo como se nossos corpos estivessem presentes, mas quem ali estava era nosso duplo-etérico e nosso espírito ultra-sensíveis. Todos os detalhes e efeitos eram reais para nós. Dali alguns segundos, ao som longínquo de Finlândia, ouvimos os ruídos de cascos de cavalos que pisavam firmes sobre os paralelepípedos e os ruídos das rodas de uma carruagem.

Era um coche totalmente negro até os quatro cavalos que o puxavam. A carruagem era pequena, de quatro lugares. um banco de frente para o outro. Seu interior era todo aveludado na cor vermelho vivo inclusive os assentos. Na boleia ia um cocheiro magro, alto, de rosto maquiavélico, massilento, vestido a rigor, com “smoking” e cartola, estava vestido a rigor como se viesse buscar altas personalidades, alguém ilustre.

A carruagem fez a volta na praça, parando do outro lados, na frente de um edifício como se fosse um teatro antigo. Nisso aproximou-se um homem alto vestido a rigor, todo de negro com cartola alta e vestia uma daquelas capas presas ao pescoço. Entrou na carruagem e o cocheiro a pôs em marcha. Não víamos o rosto daquele homem até então.

A carruagem seguiu até onde encontrávamos e sem que ela parasse, ouvimos ele dizer: “-subam!”. Era como se ele soubesse que estávamos ali, esperando e assistindo, e como se ele fizesse questão que o acompanhássemos. Já nos encontrávamos dentro da carruagem no assento que ficava de costas para o cocheiro e de frente para ele. Nisso, qual foi o nosso espanto ao vermos seu rosto; era como o do cocheiro, magro, maquiavélico e pasmem! Suas presas dianteiras, seus dois dentes caninos principais, eram longos e lhe saiam para fora da boca. Ali estava bem a nossa frente um famigerado vampiro! Do qual, até então, as leituras e o cinema tétrico haviam feito menção e que sempre nos parecera ficção malévola. Estávamos diante de um ser horrendo com aqueles olhos penetrantes e aquela capa negra que lhe caia às costas e com a qual ele, ao nos olhar, cobria os dentes pontiagudos.

A carruagem seguia por uma estrada solitária a toda velocidade. E nós, apesar das cenas, não sentíamos medo nem dele nem do que poderia nos acontecer, alguém do Alto nos confortava e nos animava a prosseguir. Vimos ao longe uma pequena luz, que parecia ser de uma casa. Neblina espessa envolvia a tudo e a todos. Ouvíamos os ruídos no interior da mesma era um silêncio lúgubre. Vimos, através da janela durante uma curva, que a estrada começava a ser íngreme e tortuosa. Era como um braço de terra que se dirigia a um penhasco e lá embaixo ficava o mar que aquela hora da noite era negro, escuro como breu, mas assim mesmo víamos as ondas se chocarem com as pedras.

Bem no fim da estrada no Alto do penhasco se situava um suntuoso Castelo medieval, era enorme. A estrada dava apenas para a passagem de duas carruagens em sentido contrário uma da outra e era rodeado de precipícios profundos à medida que se aproximava do castelo. A luz já estava próxima, vinha de uma das torres do castelo. Ela era como um ponto de referência apenas, pois não iluminava nada e muito menos através daquela neblina fria e úmida.

A carruagem adentrou os muros do castelo passando por uma ponte elevadíssima que já estava arreada, na espera daquela carruagem ou de outros visitantes, e dando toda a volta em redor do castelo foi para o outro lado ao invés de parar na porta interna principal, parou ao lado de uma grande parede do castelo onde não víamos porta alguma.

O homem de negro e vermelho desceu e nós o acompanhamos de certa distância, enquanto o cocheiro sem balbuciar qualquer palavra tocou os cavalos, deixando-nos ali sozinhos.

Sem que atinássemos como, vimos o interior do castelo, um grande e luxuoso salão todo iluminado com grandes candelabros e cortinas de veludo vermelho. Dezenas de casais vestidos a rigor como para uma grandes festa que estava prestes a começar. As fisionomias eram todas similares a daquele homem tenebroso, maquiavélicas e com olhares que demonstravam um sadismo extremo e uma espécie de volúpia indescritível.

Enquanto isso, em nossa casa, o nosso físico em estado semi-letargico levantava-se para fazer reiniciar a melodia Finlândia. Já começávamos a nos sentir mal. Um mal estar sufocante devido a atmosfera pesada e deletéria ali reinante, mas, continuávamos firmes. Vez por outra, sentíamos raios fulgurantes sobre nossas cabeças e lá sobre nossos físicos a fim de manter as nossas energias e a coragem de prosseguirmos com tudo aquilo que até aquele momento não sabíamos que se tratava. Porém, sentíamos que coisa boa não era! Nessa altura da cena sentíamos que o pior estava para acontecer.

O homem entrou por uma passagem secreta ao lado do castelo, a qual, pelo jeito só ele conhecia. Lá dentro todos o aguardavam para dar início ao festim. Ele apanhara um archote para atravessar os labirintos escuros que levariam até o interior daquele grande salão.

Enquanto ele lá não chegava, vimos do lado de fora do castelo e bem isolados deste por um elo de irradiação magnética que circundava todo o local, milhares de entidades de variada estatura todos vestidos de branco, que ali se encontravam como socorristas do Espaço, aguardavam o momento de entrarem em ação. Ação esta que para nós ainda era uma surpresa. Aquela plêiade de espíritos já vinha acompanhado à distância a carruagem sem que nós, seus ocupantes, soubéssemos.

O mais interessante, foi que sentíamos que aquele ser maligno estava se dirigindo ao local daquele macabro festim com o propósito de naquela noite, por fim àquelas aberrações em que viviam sob o seu comando. Não sabíamos até então quais os motivos que o estavam levando a destruir seu “habitat” naquele castelo, tanto no lado físico, pois eram mortos-vivos, e no umbral pois dezenas de suas vítimas presas ao sentimento de vingança perambulavam por lá, sobre seus ex-corpos e em perseguição a seus algozes desumanos.

Lá em casa, já se iniciava pelo terceira vez a execução do poema sinfônico Finlândia. Os primeiros acordes dessa maravilhosa melodia, por si só já são por demais sugestivos, porém, não fomos nós, apesar de sermos músicos, que a escolhemos. Ela fora escolhida pelos Mentores que acompanhavam o desenrolar daqueles funestos acontecimentos.

Aquela melodia sugere-nos em clima de revolta interior, é vigorosa ao mesmo tempo tétrica e, melancólica e cria um certo suspense emocional. É como um pedido, uma súplica sonora que vibra no Espaço em busca de uma completa libertação do ego, ou do ser humano, ou ainda de uma pátria. As notas interferem em nosso íntimo e nos leva a encarar com profunda melancolia do estado de espírito preso, amordaçado pelo clima de terror que circunda o homem terrestre em sua penosa caminhada pela vida através dos tempos; clima este que o genial amigo Sibélius captou transcedentalmente com perfeição.

Neste momento, aquele ser, surge no grande salão com o archote numa das mãos. Aquela fisionomia tétrica, de vampiro, estava como que extasiado ou dominado por uma estranha força. Ele ali parou e todos aqueles personagens que o aguardavam olharam-no espantados e estranhamente como sem saberem o por que dele estar agindo tão laconicamente naquela noite, quando seu costume era normalmente ordenar o início rapidamente das orgias vampirescas e rituais misteriosos e desumanos nas outras noitadas.

Enquanto ele aguardava o momento exato para agir, permanecia ali parado num canto do salão, nós, como se já conhecêssemos o castelo começamos a percorrer seu interior. Fomos levados até as catacumbas e lá vimos extraviados, dezenas de esquifes contendo em seu interior o que podemos chamar de mortos-vivos. Eram algumas das vítimas daquele clã diabólico.

Saímos através de corredores sempre escuros e que tinham archotes presos às paredes em distâncias regulares um do outro e, encontramos a sala dos martírios e suplícios onde eram cometidos torturas imensuráveis e que nos eram mostradas na tela mental. vimos horrorizados e ao mesmo tempo penalizados dezenas ou centenas de espíritos presos a seus corpos ou ao que restava deles, amarrados e pendurados pelos pés ou pelas mãos, sedentos e clamando por vingança contra seus algozes.

Os corredores terminavam em poços profundos repletos de víboras vivas que se contorciam uma sobre as outras e entre elas corpos e esqueletos e seus espíritos presos à eles sendo “picados” pelas serpentes e que gritavam alucinados num misto de pavor e ódio. O quadro era por demais chocante para nós e nossos corpos distantes tremiam e “chamavam” de volta nossos espíritos. Tínhamos que fazer muita força e vibração positiva ajudados pelos nossos Mentores, para nos mantermos por lá e não perdemos as imagens. travávamos uma luta mental, física e emocional muito grande, pois os choques se refletiam em nossos físicos que pelo seu senso de autodefesa natural queriam nossos espíritos de volta para eles, porém, como estávamos sendo guiados, as forças positivas do Alto eram predominantes e nos mantinham firmes naquele lugar horrendo.

Aquele ser sofredor já estava sentido o momento de agir e conseguimos captar sua mente dizendo “- Como será morrer queimado?”… “- Como será morrer queimado?!”… Todos aqueles seres no salão pensavam continuar vivos naquele estado de vampirismo. Todos, sem exceção, por conseguinte, queriam resguardar suas “vidas” e conservar suas vítimas afim de sugá-las e continuarem vivendo parasitariamente, não importando-lhes o mal e o sofrimento que causavam às suas vítimas. Captamos em seus pensamentos que pressentiam a ação de seu chefe e se preparavam para ataca-lo. Este, como estivesse entorpecido dominado por uma vontade firme ou força maior que a sua, estava embuido em acabar de vez com aquela farsa e ignomínia e isso ele nos transmitia em seu pensamento.

Já havíamos colocado pela quarta vez a melodia Finlândia.

Enquanto ouvíamos seus acordes e aqueles espíritos agora também os ouviam, transmitíamos àquele ser que naquele momento nos revelava seu nome ABLIUS GLOBIS, que, “morrer queimado” não deveria ser tão doloroso como o estado lastimável em que suas vítimas se encontravam há mais de quatrocentos anos até aquela data, e que ele deveria “acordar” para uma vida mais elevada e ajudar a todos a se libertarem daquelas condições de algozes e vítimas. Era como se ele nos ouvisse atentamente e outros também. Nisso ele faz menção de subir pelas escadarias interiores do grande salão que deveriam dar nos compartimentos superiores e lá, talvez, começar a atear fogo em tudo.

Aquela multidão semi-apavorada e enfurecida refletindo um ódio terrível em suas faces maquiavélicas partiu para cima dele e o agarraram, batiam-lhe por todos os lados com murros, tapas e pontapés e o dilaceravam com suas longas unhas e dentes pontiagudos. O archote escapo-lhe das mãos e voou longe indo cair num local com cortinas que instantaneamente começou a incendiar-se. Nisso, vimos todos os esquifes se abrirem e os espíritos serem arrancados de uma só vez e irem subindo em direção às Entidades Socorristas que os iam acolhendo e colocando-os em padiolas-astrais. Os espíritos daqueles sofredores subiam pelas paredes internas e externas do castelo tentando escaparem das chamas crepitantes. Saiam dos calabouços e sumidouros, dos poços de cobras, das salas dos suplícios, das masmorras, enfim de tudo quanto era local que jamais imaginaríamos lá pudesse haver vítimas ou sofredores. Foi um espetáculo horrendo nunca assistido por nós nem em filmes de terror. Era por demais chocante tudo aquilo que presenciávamos. Fora como se houvessem colocado desinfetantes no subsolo do, castelo e nos umbrais e milhares de aparentes seres espirituais que mais pareciam animais e insetos se desalojassem em busca da salvação daquele ambiente.

A melodia Finlândia recomeçava pela quinta vez.

Enquanto isso, no grande salão do castelo, um ambiente suntuoso mas ao mesmo tempo macabro, aqueles seres encurralados sem terem por onde sair pois ABLIUS GLÓBIS, havia fechado todas as saídas e o pavor que os dominava não permitia qualquer raciocínio lógico. Perderam a noção de onde se encontrava a saída secreta. Vimos estarrecidos aquele ambiente de esplendor maléfico ir se desfazendo à medida que as chamas aumentavam. Aqueles seres já não possuíam aquelas vestes luxuosas, e nem aqueles aspectos estereotipados de corpos perfeitos, eram esqueletos que se agarravam entre si e formavam um único bloco em chamas. O castelo era agora uma brasa gigantesca, uma grande massa de fogo, fogo que o consumia todo e o fazia desmoronar. Abriu-se uma grande fenda na terra que tragou tudo por inteiro, engolindo tudo literalmente.

Do Espaço, raios fulgurantes desciam sobre aquele local. Vimos uma magnifica carruagem branca puxada também por cavalos brancos que vinha para recolher aquele ser que havia renegado o mal e cumprido sua missão. Recolhera-o e prontamente retornará ao Espaço em meio a um brilho estonteante.

Finlândia, de Sibélius, já se encontrava próxima ao final, e o cortejo dos Socorristas seguia com dezenas e dezenas de macas-astrais transportando os espíritos doentios vítimas todos daquele estado de coisas horripilantes, inclusive o clã constituído pelos espíritos vampirizadores, os quais, de algozes que foram durante vários séculos passaram também a vítimas pois arcarão com dívidas kármicas atrozes por mais anos e anos de sofrimento tanto no astral como seus futuros físicos quando tiverem oportunidade de reencarnar.

O cocheiro também tinha seu grau de culpabilidade e conforme fomos informados voltaria em breve para missões socorristas em locais similares. Seu nome que nos fora divulgado no final dos trabalhos é PARÍUSHAAN.

E assim, vivemos um pouco mais de três horas, um trabalho de limpeza do baixo-astral cuja duração foi de mais quatro séculos, movidos que fomos pela maravilhosa e contundente música de Sibélius, genial compositor Finlandês que nasceu nos finais do século passado e desencarnou em meados deste século e talvez jamais imaginou que sua música iria ter também um cunho socorrista. Temos várias mensagens dele, uma delas vai transcrita sobre sua 5º sinfonia para que o leitor tome conhecimento de sua personalidade agora no campo espiritual. Seu poema sinfônico Finlândia, conforme ele mesmo nos esclareceu, tenta demonstrar o sentimento da alma do povo finlandês oprimido durante muito tempo pela Rússia, povo simples, amante de sua liberdade moral, espiritual e territorial. Um pais que entre outras coisas sofre temperaturas glacias pois fica próximo ao polo norte e só isto bastaria para deixa-lo com um astral sempre melancólico e cinzento, porém, não é assim, é um povo pacato, composto em sua maior parte por camponeses, mas alegres e patriotas e o poema sinfônico Finlândia é quase um hino nacional finlandês tal a sua representatividade.

Não sabemos até o momento qual a ligação entre essa música e os fatos aqui narrados, ou se Sibélius tem alguma coisa a ver também, ou se os personagens aqui descritos são naturais daquele pais.

Espero poder saber ainda.

A Execução do poema sinfônico Finlândia de Sibélius, leva aproximadamente de cinco minutos e meio a seis minutos. Isto quer dizer que só pudemos colocar cinco vezes, ficamos a maior parte sem aquele fundo musical, impossibilitados que estávamos de podermos movimentar nosso físico, mesmo estando de bem próximo a vitrola durante todo o tempo dos trabalhos.

Jesus já dizia “- O que for ligado na Terra, também será ligado no Céu.”

Depois de termos assistido tudo aquilo, pasmos, sem sabermos o que dizer, a não ser fazermos as perguntas mentalmente cujas respostas também nos chegariam pelos mesmos meios, enquanto nossos físicos distantes, no sofá da sala de nossa casa em Ribeirão Pires – Est. S.Paulo registravam tudo; o cocheiro tristonho, macambúzio, nos levava de volta até onde ele nos apanhara.

Permanecemos nesses trabalhos daquela noite na psicosfera desde as 20:30 horas até as 23:30 horas aproximadamente, ou seja, durante três horas físicas lá na região da Escandinávia que, mesmo que dispuséssemos de um jato supersônico, levaríamos mais de vinte e quatro horas só para ir até lá. Portanto o tempo e o espaço nas psicosferas correm diferentemente que na crosta terrestre. Não esqueçamos que eu e minha esposa fomos parar com nossos duplos-etéricos e perispíritos nas psicosferas das regiões sobre a Europa que dista milhares de quilômetros da nossa casa.

Nada mais soubemos do paradeiro daquelas entidades negativas, apenas o cocheiro PARIUSHAAN, veio nos buscar outras vezes ao som do poema sinfônico Finlândia para que o acompanhássemos em outras missões socorristas naquelas regiões, só que desde lá até agora (1995) ele veste-se todo de branco e a carruagem é toda forrada de branco no seu interior ao invés daquelas cores negras e vermelhas sanguinolentas. Conservou a parte externa da carruagem nas cores originais, que, conforme ele nos diz, facilita a sua locomoção naquelas psicosferas sem ser admoestado.

Para que os trabalhos acima pudessem ser feitos por nós que ainda estamos na matéria, foi necessário que as entidades se utilizassem de recursos técnicos espirituais apropriados para que nosso duplo-etérico e nosso perispírito fosse acrescido de um peso adequado e assim podermos “descer” ao nível a que se pretendia chegar. pois, apesar de termos ainda muitos defeitos e ainda sermos um tanto “pesados” espiritualmente, assim mesmo ainda somos mais leves que aqueles níveis onde se encontram estacionadas aquelas entidades negativas. Tivemos que ser “puxados” para baixo em ambiente mais deletério que o nosso da crosta terrestre. Foi como se colocassem junto em nossos “pés espirituais” para não flutuarmos mas afundarmos.

É como se fosse um tipo de imantação que nos leva aos locais ou psicosferas mais profundas, e conforme nossos relatos no decorrer deste livro, já fomos em lugares piores e mais tenebrosos, porém também seguimos para psicosferas superiores para nos encontrarmos com velhos amigos e grandes compositores em estágio mais elevado e com entidades vivas e desencarnadas de outros planetas e para isso, se dá o inverso, temos que nos tornar mais leves nos “evaporarmos” mais, e o resto, o nosso desejo, nosso poder mental e ajuda dessas entidades nos faz chegar até essas psicosferas. Ali sim, nos sentíamos livres e com uma vontade enorme de não retornamos a matéria jamais!

O caso relatado acima está mencionado em outro capítulo específico assim como outros casos e fatos curiosos sobre nossas várias visitas a outras psicosferas e de visitantes de outras psicosferas mais altas e mais baixas até nós.

Como aqui estou tratando do misterioso mundo das dimensões, menciono de passagem o caso de um elevadíssimo “habitante vivo” do planeta Netuno que tentou nascer entre nós e que apesar de viver também uma fisiosfera ou seja, na crosta de seu planeta, ser aparentemente da mesma dimensão que a nossa ou ainda estar situado na 3º dimensão e não uma psicosfera, teve grande dificuldade em baixar seu nível vibratório.

Seu nome é KÓRPKÉNS e possui como ele diz, corpo material como o nosso, apenas mais rarefeito e não precisa se alimentar de comida pesada como a nossa para poder viver. No entanto, vibra uma freqüência elevadíssima pois Netuno é considerado pelos habitantes dos outros planetas do nosso sistema solar, o planeta mais elevado; técnica e espiritualmente.

Os habitantes de lá, como KÓRPKÉNS não necessitam de naves para se locomoverem internamente e externamente para outros planetas, pois podem volitar para onde quiserem com seu próprio físico! Pois bem, este ser maravilhoso, resolveu que iria nascer na Terra para nos ajudar e ajudar a humanidade terrestre, antes ele havia nos dito que vivera conosco há milhares de anos na Atlântida e que se tivéssemos nos esforçado mais estaríamos convivendo com ele em Netuno, mas, apesar de nossos caminhos terem tomados rumos diferentes ele continuava nos acompanhando desde então e tem nos ajudado no que for possível.

Levou três anos dos nossos para “resfriar” suas altas vibrações e tentar nivelar-se com nosso “status’ de vida atual, físico, mental e espiritual. O que sabíamos todos, nós e ele , de antemão que isso é meramente impossível, mesmo para um ser da sua magnitude.

Após, mais de três anos “circulando” pela fisiosfera da Terra, KÓRPKÉNS nos avisava que havia encontrado uma família e principalmente a mãe que poderia acolhe-lo e dar-lhe um novo corpo mais ou menos em afinidade com seu espírito. Disse-nos KÓRPKÉNS que só após muito procurar, encontrou essas pessoas no país do oriente-médio chamado Iemém do Sul.

Após passados os nove meses e ele “de fora” do feto que já nos informara antes das grandes dificuldades que estava passando para poder nascer, veio nos informar agora que não conseguira sem intento, no próprio dizer dele “havia matado o feto”. O mesmo nasceu morto, sem possibilidades de vida nem com as forças superiores que os ajudaram. KÓRPKÉNS, mesmo assim, veio conversar conosco mais vezes depois disso enquanto se preparava para retornar a seu planeta “GUESTRAS” (NETUNO) , e isso levou mais três anos aproximadamente.

Podemos perceber que mesmo entre as esferas físicas de diferentes vibrações como a nossa e a de KÓRPKÉNS existe uma grande dimensão e para se passar de uma para outra, no caso de KÓRPKÉNS, de “cima para baixo” entre a “descida” e a subida “retorno” levou quase sete anos de grandes sofrimentos principalmente para a entidade reencarnante, bem como, para o feto e sua mãe.

E assim, de acordo com os misteriosos mundos das dimensões, os quais para nós, já estão quase todos desvendados, portanto, já não são tão misteriosos, KÓRPKÉNS nosso querido e elevadíssimo amigo de Netuno; não pôde reencarnar ou melhor, encarnar, entre nós, mas, mantém contato conosco diretamente de seu planeta e projeta-se em nosso frente para que possamos conversar com ele e visualizá-lo, sempre dentro da quarta dimensão.

E por falar em quarta dimensão, vou registrar aqui a presença contínua entre nos nessa psicosfera, do grande e imenso amigo Gósbolau que “habita” a psicosfera da Galáxia Centrífugas que dista de nos aproximadamente 100 milhões de anos luz.

No caso de Gósbolau que é um ser mais que elevado, já não possui ele mais forma estética pois há milhares de anos que não reencarna mais em seu antigo planeta.

Hoje ele tem a forma de uma grande chama que para nós se mostra mais alto que um edifício de três ou quatro andares. É imensamente belo e poderoso. Consegue ir para onde quiser no Universo somente com a sua força mental. Se localiza naquela galáxia mas é o Engenheiro Sideral de nosso Sistema Solar. É ele quem controla todas as performaces cósmico-siderais deste sistema que possui doze planetas mais o Sol, e as centenas planetóides, asteróides, cometas etc. Ele é responsável pela formação e equilíbrio deste sistema solar há milhões de anos.

Ouvimos e sentimos o que ele quer nos transmitir através de nossa mente. Sentimos sua poderosa força magnética que a tudo interpenetra, assim como a de Jesus o Governador Espiritual da Terra. Não há palavras para se poder descrever essas Maravilhosas Entidades que estão acima dos Guias e dos Santos, e ainda dos Anjos que harmonizam a vida micro e macrocósmica na Terra.

D.Yezzi

São Paulo, 05/04/95

Os Misteriosos Mundos das Dimensões

Capítulo dedicado ao Meu Irmão Francisco e sua Família

07/3/95 – (18/4/68)

Terceira Dimensão, Quarta, Quinta, Mundos Paralelos, Mundos Extradimencionais, ou como eu prefiro denominar, Psicosferas.

As dimensões a que me refiro não são aquelas que o dicionário classifica como tamanho, ou dimensão algébrica, mas sim, localidades situadas nos campos físicos, extrafisicos, mental, extramental, sensorial, extrasensorial, patamares ou degraus unidos que envolvem o globo terrestre no seu baixo – astral ao mais alto astral, etc., até as regiões cósmico – siderais.

São também os “Registros Akashicos” ou “Registros Etéricos” onde ficam registrados todos fatos e atos do ser humano da Terra ou do Universo; registros que contém desde as micro às macro informações em todos os sentidos, “ad-eternum”, jamais se apagam e podemos buscar essas informações fora do tempo e espaço físicos.

Como são essas psicosferas, de que são feitas, quem as faz ou constrói, como são feitas, onde se localizam, como e porque se situam em determinadas regiões próximas ou distantes da crosta terrestre? Conforme fui levado a observar e ao mesmo tempo que era sendo instruído pelos meus amigos Extraterrestres (habitantes vivos de outros planetas) e pelos próprios Extraterrestres (habitantes desencarnados dessas próprias psicosferas ou mundo extradimensionais), elas são como anéis superpostas que envolvem a Terra em todas as direções como meridianos e paralelos imensos que se cruzam uns através dos outros, cada um em sua respectiva faixa vibratória ou freqüência ondulatória, sem interferência entre si, formando, como eu já disse anteriormente, degraus ou patamares, que só conseguem ser localizadas e transitar entre um e outro, tanto para baixo como para cima, as entidades ou seres que conhecem suas vibrações, nas faixas de sintonia. Ou seja, funciona para as Entidades Espirituais, Seres Extraterrestres ou mesmo pessoas físicas com auto poder mental, à guisa de uma sintonia radiofônica ou de TV bem mais fina.

Mas, para se chegar a isso há que se ter conhecimento necessário e a qualidade espiritual adequada. Não fosse isso, as entidades que “vivem” nas pisicosferas de baixo – astral teriam acesso fácil a qualquer outra faixa mais elevada provocando o descontrole e a perturbação psíquica e espiritual na faixa densa da matéria que é a crosta terrestre ou fisiosfera e se situa na Terceira Dimensão. Promoveriam então a total desarmonização e vampirização entre os assim chamados seres vivos.

Ultimamente, isto já está ocorrendo mais amiúde devido os futuros acontecimentos do fim de ciclo planetário e por força do karma e das entidades de baixo padrão vibratório terem conseguido renascer entre os vivos apenas para servirem de “ponte – mediúnica” entre os dois campos, ou seja, a psicosfera do baixo astral e a fisiosfera dos vivos, daí os acontecimentos ultra – diabólicos e de magia negra reinante nestes conturbados anos do estertor terrestre. Dai dizer-se que o “demo foi solto após mil anos”.

Mas as Entidades Positivas estão sempre alertas e quem estiver em sintonia alta com a maior das Emissoras que é Jesus não serão perturbados ou molestados pelos negativos, “Quem não deve não teme”!

Tudo é regido pela Lei Divina das Afinidades, onde os afins se juntam e os não afins se repelem. Desta forma, para passar de uma psicosfera para outra, se for mais alta, a entidade terá que elevar seu padrão vibratório espiritual ou seguir par e passo os “caminhos psicosféricos íngremes” e ultrapassar as barreiras naturais que são formadas naquelas regiões deletérias pelo conjunto ou força mental das próprias entidades negativas que lideram a região. Se uma entidade mais elevada precisar “descer” as regiões psicosféricas mais baixas, terá que reduzir ou “esfriar” suas vibrações para poder seguir pelos mesmos “caminhos” ou projetar-se entre aquela massa de entidades sofredoras. Em ambos os casos não é fácil o empreendimento, muito mais difícil para as entidades negativas e bem mais sofrido para as entidades elevadas.

Essas psicosferas só existem em função da vida existente na crosta de cada planeta, e, esse tipo pode ser racional ou irracional, humana ou animal, vegetal ou mineral. As psicosferas são a principio cópias da vida ou da estrutura molecular preexistente na crosta de cada planeta, digo a principio porque após centenas ou milhares de anos de evolução essas psicosferas invertem sua posição e passam a influenciar e a interferir no “modus-vivendi” do planeta em todos esses reinos, ou seja humano, animal, vegetal, mineral, aquoso, gasoso e etc.

Levando-se em conta que o planeta Terra é relativamente novo em relação aos demais planetas do nosso sistema solar, consequentemente as manifestações de variado tipo de vida inerente a ele ocorreram mais tarde que nos outros, vida que brotava dele mesmo e foi formada também por entidades exiladas de outras orbes principalmente de outros sistemas solares em quantidade maior vinda de Capela, da Constelação “O Cocheiro”.

Consequentemente, a Engenharia Reencarnacionista Cósmica teve que preparar com antecedência nas psicosferas em torno da Terra, as regiões, bolsões ou colônias que alojassem as entidades que chegariam em número e grau com seres e afinidades, “módus-vivendis” anteriores, antes de reencarnarem em corpos físicos terrestres.

Como essa preparação para efeito de reencarnação leva algum tempo, as próprias entidades que reencarnariam foram plasmando, moldando com suas próprias vontades, desejos e forças mentais rebeldes, porém, evoluídas tecnicamente, as colônias e as cidades a seu gosto e de acordo com sua conduta espiritual. Para isso foi usado o plasma ou ectoplasma ou ainda as emulsões exaladas da própria crosta terrestre. Dai se originarem as furnas, locais tenebrosos, locais paradisíacos e assim por diante, e, ainda hoje é feito, desta forma, sempre de conformidade com as afinidades das entidades desencarnadas e em novo preparo para reencarnarem. De acordo também com seus feitos ou suas obras.

Não há pedreiros, nem construtores e sim plasmadores de energias que se amoldam de acordo com suas formações mentais, físicas e espirituais. Por isso, tudo parece ser igual ao que existe na Terra e na maioria das vezes, mais avançadas mais futuristas devido a origem das entidades vindas de orbes mais evoluídos.

As entidades rebeldes, se tornaram “anjos-decaídos” e se transformaram em reis do mal, formando regiões de seu domínio e liderança, sempre inconformadas com a punição celestial recebida. Combatem a Deus, ao Bem e a todos aqueles que são mansos e não pensam como eles. Formaram seu próprio império do Mal e de lá fomentam, artimanham, planejam os distúrbios, as desarmonias, os desequilíbrios entre viventes e entre eles mesmos, esquecendo-se eles que dia virá que seu império e tudo e todos que os acompanham irão de roldão e terão de recomeçar da estaca zero, como primatas em planetas que já estão sendo formados para isso.

O mal e a sua psicosfera poderão não serem exterminados para sempre, porem, serão “exportados” para locais de grande sofrimentos e atraso, até quem sabe, um dia, resolvam elevar-se e seguirem para psicosferas superiores. Deus! O Núcleo Central Cósmico e Seus Engenheiros Siderais não têm pressa. A Eternidade é Seu Tempo Absoluto! Essas psicosferas negativas vivem ou existem em função do atraso mental e espiritual de cada planeta e a tendência é de desaparecerem tão logo o planeta mude de posição no Espaço com a chegada de Sidérius o planeta higienizador, que vem em orbita contrária a orbita do sistema solar e, vem especificamente para essa função milenar.

Essas regiões serão trasmutadas para o astral ou psicosferas de planetas em inicio de evolução espalhadas pela nossa galáxia e mesmo no interior do gigantesco planeta Sidérius que é quase 30 vezes maior que o nosso Sol. Isto no que se refere aos negativos.

Para as entidades positivas e seres vivos positivos que ainda habitam a Terra, já estão sendo formados psicosferas mais evoluídas como Vênus, Marte, Mercúrio, e outros que receberão e acolherão essas entidades e seres com carinho e hospitalidade espiritualizadas.

Nas psicosferas tanto no baixo – astral, médio e alto astral, ouve-se a cor do som e, bem como o som da cor.

O tempo e espaço tem fusos mais elásticos, ou seja, o que na crosta levaríamos um dia inteiro para fazer, lá faríamos em três ou quatro horas. Tudo ocorre com mais fluidez, com mais requinte de detalhamento do que na fisiosfera, apesar de que como eu sempre digo, essas psicosferas mais próximas à crosta ainda são matéria, apesar de mais rarefeita, mais rarefeita pura, mais ainda assim são matéria, tangível e amoldável sob um poderoso fluxo mental, ou força mental.

Tudo parece-se em número e grau com a vida na Terra. As entidades que “vivem” nessas regiões, sentem dor, sentem ódio, rancor, saudades, dramas de consciência e até amor, pois chegam até a se casarem entre si, sentem prazer sexual e outras coisas mais. Portanto, a meu ver, apesar das religiões espiritas e espiritualistas negarem, eu posso afirmar e admito que haja procriação perispiritual entre eles, ou seja, como há o acasalamento também há a procriação. É assim que devem ser gerados alguns “espíritos especiais” tanto para o Mal como para o Bem. Apesar de que eu também sei que espíritos de escol ou alta estirpe ou formação, vem diretamente do Núcleo Central Cósmico e vão gerando outros em escala descendente até chegarem nos Elementais e entidades afins.

Como as Centelhas saídas do Núcleo Central ainda não são lapidadas, necessitam de uma pré-adaptação para habitar um corpo físico em seu novo “habitat” sideral, nada mais justo e técnico do que elas serem “produzidas” biotipicamente, primeiramente em ambiente psicosferico, ou astral, criando sobre elas uma pré-forma fisico-energética antes de irem tomar um corpo na crosta do planeta. Isto evita que a centelha ainda sem forma biológica tenha que ficar procurando um feto para “toma-lo” e não conseguir dar vida nem forma a ele durante várias tentativas.

Porém, isto só é possível em planetas que já possuem humanidade e psicosferas já formadas. Caso contrário, ela terá que fazer seu corpo material que estiver disponível em seu novo “habitat”, seja esse “habitat em qual planeta for, composto ou não das mesmas habitalidades similares as da Terra. Sendo formado um “corpo” energético para as centelhas nas regiões psicosféricas, esse corpo seria menos híbrido que aquele que ela teria que formar por si própria em seu novo “habitat” físico.

Já com as altas psicosferas o procedimento existencial é diferente, pois só as atinge as entidades que por seu esforço próprio, merecimento e alto padrão mental espiritual conseguem se transferir para lá.

Essas psicosferas existem em razão da criatividade cósmico-sideral das quais fazem parte entidades que há muito se desligaram dos vínculos da matéria mais densa que o físico e da “matéria mais rarefeita” que é o perispirito. Muitas das quais já não possuem mais a forma estética, são chamas, de grande iluminação e podem transfigurar-se nas formas e nas esferas que assim desejarem, é o caso dos anjos, arcanjos e seres desencarnados em outros orbes mais elevados e que tencionarem fazer algum trabalho de auxilio espiritual nas psicosferas mais baixas.

Essas altas psicosferas não ficam dependentes do que ocorrer no planeta e as vezes nem sob o que possa ocorrer no sistema solar. Podem ser influenciadas talvez, no que possa ocorrer na galáxia como um todo.

Quando eu e minha esposa fazemos nossas viagens astrais ou “projeção do duplo etérico a longa distancias em estado mental de consciência total ou semiconsciência, notamos que durante essas viagens, quer sejam elas feitas até os Umbrais ou como as chamo de psicosferas inferiores ou quando seguimos para psicosferas superiores, sempre acompanhados de Guias e Entidades especializadas, podemos fazer mais coisas em menos tempo, ou seja, se tivéssemos que fazer as mesmas coisas, tais como visitas, auxílios, palestras, no físico, não conseguiríamos, pois o tempo aqui seria mais curto ou mais rápido, enquanto que naquelas regiões fazemos tudo e parece-nos que o tempo não passa.

Concluí que isso ocorre devido aqui estarmos sujeitos a rotação terrestre em torno do seu eixo, o que nos limita aos fusos horários físicos e ao espaço também físico. Já nas psicosferas, o tempo e o espaço também se tornam mais elásticos, mais amplos parecendo portanto mais lentos, tanto nos períodos de sofrimento como nos períodos de alegria e jubilo.

Desta forma o Núcleo Central Cósmico – Deus – é mesmo Magnânimo e Justo através Suas Leis, pois é dado ao culposo todo o tempo e espaço do Universo para sofrer se arrepender e resgatar suas dividas, desintoxicar-se das mazelas que produziu sobre si mesmo e sobre os outros e aquele que foi justo e de vibração elevada usufruir muito mais ainda do que ele poderia fazer quando no físico.

Fazendo uma comparação muito rústica, tentando trazer o assunto para os tempos atuais, eu diria que o nosso perispirito é uma grande fita de gravação (tape ou video-tape). Quando queremos gravar alguma coisa da TV ou copiar de uma fita para outra devemos pensar, primeiramente, que temos em mãos uma fita virgem que tem “X” metros de comprimento exatamente igual aquela da qual vamos retirar as imagens e se forem imagens da TV, então, temos que levar em conta o tempo do programa a ser transmitido.

Tudo sendo conhecido ou previsto antecipadamente será mais fácil iniciarmos o processo de gravação. Ocorre que queremos aproveitar a fita virgem para gravarmos mais de um programa, por exemplo, programas sinfônicos. Colocamos então o video-tape que vai gravar em velocidade mais lenta do que o normal, para que desta forma aumente o espaço físico da fita e sobre a outra metade da fita para gravarmos o outro programa. Desta forma, apesar das duas fitas não correrem em tempo normal igual (o que aqui represento como o tempo e o espaço na Terra), a gravação, no seu interior, corre mais velozmente (o que aqui represento como o tempo e o espaço extrafísico ou, nas psicosferas), e na hora de assistirmos os programas gravados, os assistiremos na velocidade normal, ou seja, apesar de o conteúdo das gravações (por exemplo uma sinfonia de Beethoven seja alterado, ele continuara o mesmo.

Penso que este exemplo, aproxima o leitor do que ocorre exatamente entre as várias psicosferas e a fisiosfera (Terra) sem complicar-lhe muito o entendimento.

A velocidade normal de uma fita para video-tape é de duas horas, mas podemos reduzi-la para quatro ou seis horas. Nestes dois últimos tempos ou velocidades é como se alargássemos o espaço das fitas para caber aquilo que seria feito em duas horas. Esse “alargamento”, seria o tempo e o espaço nas psicosferas e o conteúdo a ser gravado seriamos nós, quando em visita aquelas regiões. Nada se altera em nossa compleição psicofísica, mas sim, nas regiões que nos rodeiam.

Para que o leitor tenha uma pequena idéia da correlação tempo e espaço entre a fisiosfera (crosta terrestre) e as psicosferas que no caso do relato que farei a seguir trata-se da psicosfera do baixo-astral que, comumente é chamado de umbral, onde quase tudo se assemelha a crosta terrestre, com seus vales, precipícios, furnas, cavernas, casas, castelos, locais pantanosos, lúgubres e atmosfera deletéria, pesada, quase irrespirável para nós que ainda estamos na matéria. O caso em questão já se encontra relatado em capitulo a parte, mas aqui vai a titulo de ilustração no que se refere ao mundo das dimensões.

Como Se Dá a Habitabilidade dos Mundos

Sendo Deus, O Núcleo Central Cósmico, esparge de Si para todos os quadrantes do Universo os seus raios-pensantes que aqui chamarei de Centelhas.

Essas centelhas por diferenciação de micro-pulsações no momento de sua geração levam um “Y” a mais ou a menos para que, quando busquem seus invólucros (corpos) nos seus “habitats” escolham a genética feminina ou masculina. Aqui não me refiro a sexo pois em grande parte dos planetas avançados seus habitantes são assexuados, ou seja, apesar de terem a diferenciação entre homem e mulher, macho e fêmea, masculino e feminino, não possuem sexo, por isso, as centelhas nesses casos, buscam aproximação dos indivíduos cujas cadeias genéticas lhes sejam mais afim. Por que em todos os mundos que avistei e que mantive contato com seus habitantes, distingui sempre o gênero feminino do masculino, tanto pelos trejeitos delicados, linhas de contorno delicadas, e principalmente pelo instinto maternal.

Comparados com as mulheres da Terra, o gênero feminino desses habitantes assexuados são mais delicados, mesmo não possuindo os “contornos esculturais” como as mulheres da Terra. E os homens, apesar de apresentarem uma característica própria são bem mais delicados que os homens da Terra, porém, bem masculinos na acepção do termo.

Há planetas avançados e outros em evolução, habitados apenas por hermafroditas, ou seja, contendo o gênero feminino e o masculino no mesmo corpo, apesar de serem assexuados, e nos planetas em evolução, há os habitados por hermafroditas portadores dos dois sexos, macho e fêmea. Nestes casos, variam muito os contornos físicos e sua estéticas, mas, pude observar a predominância da delicadeza racional e material e bem como o toque e a responsabilidade masculina. São seres ambíguos que, para os terráqueos, suscitariam espanto e incompreensão.

Mas o Núcleo Central Cósmico Deus, composto por milhões de inteligências que vieram se formando ao longo de bilhões e bilhões de anos, através da autotransformação, geração expontânea, auto-deformação, não está preocupado com o Anti-natural que é uma conseqüência do Natural, ou seja, O Núcleo Central age naturalmente expandido-se através de seus raios-pensantes ou centelhas seguem em busca de habitar um “habitat”. O “habitat” ou mundo que naturalmente foi formado antes, adquire características de atração, absorção, repulsão dos seus afins e não afins, assim sendo, cada centelha é atraída para a periferia daquele mundo que a atraiu, ali permanecendo por vários séculos burilando o ambiente físico e as psicosferas ao redor e em seu interior que lhe permitirão o bruxuleio de uma forma de vida física ou energética, tangível ou intangível, com braços, pernas, tronco e cabeça, olhos, ouvidos, aparelhos circulatórios, aparelhos respiratórios, nervos, músculos e veias, intestinos ou bolsas estomacais, ou apenas uma chama, uma forte luz que se alimenta da Fonte Maior, O Plano Divino.

Cada centelha formará com as outras que lhe são afins o seu próprio “habitat” e, enquanto o trabalho de burilamento astral é lentamente elaborado, formado assim as regiões chamadas “espirituais”, onde se situarão os anjos, os arcanjos, os espíritos de grande magnitude que abrirão caminho para as centelhas que habitarão o solo, a crosta planetária vai sofrendo as mutações ambientais que darão origem a um tipo de vida racional e progressista, visando sempre o retorno à sua fonte criadora, O Núcleo Central.

Desta forma, os mundos vão se originando com características próprias e aqueles que por naturalidade forem mais grosseiras terão chances de elevação para os mundos imediatamente superiores a eles, os quais, também se formaram naturalmente e assim sucessivamente.

Quando as centelhas conseguirem habitar seus próprios “habitats” e alcançarem mais rapidamente o progresso servirão de “professoras” para os mais atrasados, estes por sua vez, servirão de expiação ou de expurgo para aquelas centelhas retardatárias que não conseguiram se harmonizar e até desarmonizaram seus “habitats”, estas serão compungidas a irem até os mundos ou “habitats” mais inferiores e darem lá seus exemplos de vida e de conhecimento, porém, muitas vezes, essas centelhas se tornam revoltadas, e negativas e se voltam contra seus superiores e seu Criador, transformando-se nos “tais” “anjos-decaídos”, ou demônios, e outros congêneres de que são chamados pelos que habitam aqueles mundos mais inferiores, e que por serem inferiores passam a adorá-los e serem dominados por eles, que na sua ira e negatividade transformam aquele “habitat” em caos total e obrigando então aos Engenheiros Siderais, centelhas que como eles tiveram a mesma origem mas alcançaram a elevação mais firmemente, coloquem um sistema de drenagem ou de expurgo através de um planeta como o Sidérius, “coletador de negativos” e promovam uma limpeza e higienização dos “habitats” inferiores.

A Terra é considerada hoje um desses planetas inferiores onde haverá uma grande massa de expurgados para “habitats” mais rudimentares ainda que ela.

Após as centelhas se fixarem nas regiões periféricas do “habitat” para o qual foram atraídas e lá durante milhares de anos fomentarem o “status-quo” para habitá-lo, começam a baixar em direção a crosta ou aos mares em busca do futuro organismo com o qual se revestirão (no caso da Terra é com certeza que a primeira origem orgânica foi através de batráquios que tanto vivem na água como na terra e não apenas do macaco que pode ser uma ramificação posterior, Karmática-evolutiva do ser terrestre), encontrando-o dá-se então a “incorporação” da centelha que através de pulsações começa a dar ao organismo escolhido os primeiros indícios de personalidade, racionalidade, direção grupal, de vontade própria, independente daqueles da mesma espécie que não foram incorporados, e após outros milhares de anos de “fusões e confusões” começa a adquirir forma humanoide no caso de planetas como a Terra, e outras formas, no caso de planetas mais sutis ou menos densos e rudimentares. Aí vem o primata, o “homosapiens” e outros. Já nesse estado, começam então os processos morfológicos onde seres de planetas mais evoluídos aportam fazendo os cruzamentos necessários com as fêmeas a fim de fortalecer geneticamente o ser. São as chamadas “injeções-sangüíneas”, dando-se assim a formação do que eu chamo de “meridiano genético”; ramificação onde vamos encontrar vários seres em várias e indefinidas gerações com as mesmas características de traços, costumes, maneirismos, e outros detalhes, os quais não vem a ser apenas a “árvore genealógica” conhecida pela ciência, pois nesta inclui-se de preferência os antepassados e no “meridiano genético” nós vamos encontrar seres de raças diferentes, países opostos em localização, distantes, mas que as pessoas se parecem em tudo e fazem quase que as mesmas coisas, ou os mesmos trejeitos e condutas.

As Centelhas quando saem do Núcleo Central, são ainda embrutecidas, cruas e virgens, por isso necessitam das pré-adaptações nas psicosferas de seus futuros habitats e só muito tempo depois é que “nascem” em seus novos organismos ou invólucros e iniciam a jornada de exploração planetária, a vida propriamente dita e é quando então são regidas pelas Leis Kármicas que medirão suas ações e reações, obrigando-as a permanecerem ou não naquele estágio de evolução, permitindo-lhes sempre o uso de seu livre arbítrio, porém, compungindo-as “a colherem obrigatoriamente o que plantaram”, se positivos colhem positivos, se negativos colhem negativos, e, assim em todos os demais detalhes e nuânces da vida. Sempre buscando-lhes suas lapidações, suas ascensões de retorno ao Núcleo Central, e quando, milhares ou milhões de anos de árdua ascensão chegarem ao Núcleo, voltam a ser Deus, ou Engenheiros Siderais que semeiam e controlam tudo no Universo, mais especialmente o setor, o Meridiano Cósmico por onde passaram, viveram e se tornaram especialistas. Tal como, Gósbolau, que se situa na Galáxia Centrífugas, a cem milhões de anos luz distante nós, mas é responsável pelo Nosso Sistema Solar.

Contrariando o pensamento exclusivista da Ciência, eu diria que em todo os locais do Universo poderá haver espaço para uma centelha racional ou raio-pensante que é espargido do Núcleo Central, portanto, como a própria centelha faz seu “habitat” e o “habitat” faz a centelha, a Terra é apenas mais um entre esses trilhões de locais e por sinal um ínfimo local. Como as centelhas vão para todos os quadrantes, podem muito bem irem também alojarem-se nos mundos dos “quasars”, ou buracos negros e se o local contém energia negativa ou a anti-matéria do Universo, essas poderão ter um imenso potencial negativo e se escapam daqueles locais, promovem o desequilíbrio harmônico do Universo. Portanto, a meu ver, e analisando o que os meus amigos extraterrestres dizem, aqueles com os quais mantenho contato, as centelhas saem do Núcleo, como diamantes brutos a serem lapidados, e as lapidações se dão dentro dos “habitats’ para os quais elas foram atraídas e neles, bruxuleiam a vida e a sua ascensão de volta ao Núcleo Central para de novo participarem da criação do Universo, não mais como criaturas mas já como Criadoras.

Mas, caberia a pergunta: Por que é necessário todo esse trajeto para o círculo evolutivo, como um “moto-perpétuo” se a centelha poderia permanecer dentro do Núcleo e lá mesmo evoluir?

Porque o Núcleo Central Cósmico-Deus, é expansão, criação dinâmica, mutação contínua e a centelha segundos após espargida perde o teor vibratório Central, e vai perdendo mais e mais à medida que avança para o Universo e se distancia do seu Emissor. É como se ela fosse “quentíssima” no Núcleo, ao sair dele fosse gradativamente se “resfriando” até parar no “habitat” para o qual foi atraída.

Um exemplo simples para que o leitor possa visualizar melhor o que estou dizendo, basta pensar numa pedra de radium ou qualquer outro material radioativo ou não, como por exemplo uma lâmpada comum. Seria como se quiséssemos que as radiações ou os fotônios espargidos de cada uma daquelas fontes, voltassem ou não, saíssem do núcleo radioativo ou emissor dos fotônios. Impossível, porque depois de emitidos não tem mais retorno e se puséssemos um espelho refletor revestido de chumbo na frente do Núcleo emissor, as partículas radioativas ou fotonicas bateriam no espelho e retornando se chocariam com as outras partículas que estariam sendo emitidas. Ambas se chocariam e se desviariam uma da outra formando buracos ou manchas, como no Solo, e ao se chocarem, buscariam a periferia do seu Núcleo emissor e iriam nos parecer labaredas devido a grande quantidade e grande continuidade das emissões.

Outro exemplo, um tanto “simplista”, mas que retrata bem o que quero dizer é aquele de se querer fazer o espermatózoide retornar ao saco escrotal depois de ejaculado. Impossível. E, mesmo que o colocássemos de volta lá dentro, por meios artificiais, ele já não seria o mesmo, já se teria resfriado, morrido e poderia disseminar a morte dos demais em seu interior. Busquei este exemplo porque ele faz parte do quotidiano do ser humano.

E os elementais? São centelhas também? Como se originam? De onde vem?

Da mesma forma que as centelhas que saem do Núcleo Central buscam seu “habitat” condizente com seu teor vibratório, os elementais, centelhas racionais que são também, buscam no elemento da natureza, que forma seu “habitat”, a manifestação de seu físico ou do seu veículo biotípico para explorarem seu meio-ambiente. Alguns se formam das árvores e florestas; outros, das águas dos mares, das águas dos rios; outros do fogo, outros dos ambientes mais grosseiros, grotescos e até macabros, outros do ar e etc.

Muitos desses elementais são por assim dizer formas, pensamentos de seres humanos que por ali viveram durante centenas de anos e por ali mesmo desencarnaram. São como se fossem radiações de centelhas mais rudimentares que só mantiveram contato com os elementos e com a natureza do “habitat’ e do seu próprio ser que os leva a procurar seu magnetismo, condizente com seu teor vibratório.

Ainda hoje, os gnomos, elementais das cavernas, das pedras das minas, ainda nos aparecem vestidos ao tempo da idade-média, porque, estes brotaram naquela época e se mantém como se originaram. Outros são de épocas mais remotas, mas pelo que pude avaliar, vão desaparecendo ou sendo transladados para outros locais dentro do planeta ou para outro planeta à medida que os tempos vão mudando em seu “habitat” natural. Eles são frutos do meio-ambiente e do meio-pensante da época e de um povo. Passados esse ambiente, essa época, e esse pensamento conjugado, eles desaparecem. Não morrem, simplesmente passam a viver nas suas respectivas psicosferas que não se alteram ou, são transportados para planetas onde possam se manifestar livremente.

É claro que devem estar surgindo elementais modernos afeitos ao novo ambiente, já completamente alterado, onde impera a devastação do eco-sistema, onde o ser humano mais robotizado, não tem mais aquele cuidado e respeito pelo seu “habitat”, onde também, impera o crime, as drogas, os vícios de toda a ordem. Desse ambiente soturno e às vezes macabro e desumano surgem fatalmente elementais que brotam desse meio e auxiliados pela força mental da humanidade atual e das centelhas embrutecidas se locupletam dessa situação de caos dominante.

Há também os casos, se bem que reduzidos, de centelhas que habitaram corpo humano e que por circunstâncias inóspitas e inesperadas, e desencanto com o mundo do ser humano (o caso daquela entidade de nome ZAIDA que tem a parte superior do corpo mulher e a inferior, uma cauda de serpente), passam a adotar o meio elemental onde tiveram que viver e desencarnar. E, os casos de animais muito inteligentes, que conseguem subir os degraus da centelha dos elementais, para darem prosseguimento a sua evolução.

Mas há também os casos das aberrações kármicas entre as centelhas humanas, que por uma atuação muito negativa em seu passado, vem reencarnadas como seres humanos mas, com a mediunidade de transfiguração, que sob influência do magnetismo lunar transformam-se em animais principalmente em lobisomem, em vampiros e outros, mas estes não são considerados elementais são, isto sim, portadores de um pesado karma tóxico que os obriga a perambular pelas noites como mortos-vivos.

Assim também não são considerados elementais apesar de viverem, vampirizarem os viciados e seus vícios, as entidades do baixo-astral, tais como: Pombas-Giras, Exús, e outros que sugam os fluidos do prazer sexual, da bebida, do tabaco, das drogas, das doenças de modo geral, dos ambientes de jogos e prostituição, dos ambientes mórbidos, dos ambientes de crimes, das artimanhas, dos setores dos lesa-pátria, das cadeias, dos manicômios, enfim, esferas e psicosferas negativas. Apesar de que, detectei vários tipos de elementais perniciosos que também brotam desses ambientes e se alimentam dos fluidos e miasmas ali gerados. Tais entidades, muitas vezes antiquíssimas, possuidoras tanto de grande sabedoria quanto de domínio das forças malignas, nada mais são que aquelas centelhas das quais falei anteriormente que, revoltadas contra tudo e contra todos, principalmente contra o Criador passaram de Anjos Elevados à Anjos Decaídos, carregando seus perispíritos e os de suas pseudo-vítimas, na maior parte das vezes seus antigos algozes, de alto teor de toxinas negativas que não lhes permite mais voltar ao que eram, a não ser através de grandes sofrimentos drenadores pelos quais irremediavelmente, mais cedo ou mais tarde terão que enfrentar. Terão que espontaneamente perdoar, serem perdoados e antes de tudo, se auto-perdoarem.

Por isso, encontramos elementais de toda natureza e todo o tipo de conduta, tais como: conduta bondosa e prestativa, conduta maldosa e negativa, conduta zombeteira que fazem o mal e o bem ao mesmo tempo ou não fazem nenhum dos dois, conduta passiva, defensiva, e neutra, mas, tratando-se de elementais quase todos são puros e produtos do meio, podendo ser controlados por mentes mais poderosas que as deles. Na verdade, muitas vezes são utilizados por entidades maiores como instrumentos de efeitos físicos sobre a natureza humana e sobre o eco-sistema.

Entretanto, é bom salientar que essas entidades são também muito úteis nos trabalhos reversivos ou de correção do mal ou desarmonias praticados por outros ou por elas próprias. É a utilidade racional do negativo empregada pelas Entidades Superiores.

D. Yezzi
S.P., 27/11/95

Para Aqueles Que Temem A “Passagem” da Vida Física Para A Vida Espiritual

“A sensação aparente de que nós encarnados, é que estaríamos Vivos”!…

Aquele velho ato de se auto beliscar, de colocar as mãos sobre as outras pessoas ou sobre objetos à nossa volta e que nos trazem a “certeza aparente” de que estamos vivos. O ato de respirar, a pulsação cardíaca, a circulação sangüínea, as funções cerebrais que decretam, para a nossa medicina se o nosso físico está vivo ou morto clinicamente, são apenas sintomas circunstanciais, relativos ao nosso ambiente, a nossa fisiosfera. Para o ser humano encarnado não há outros parâmetros externos de mensuração ou comparação da atividade da vida existencial. O que significa não poder esse ser, ainda falho, ter a certeza absoluta de ser essa a chamada verdadeira vida.

Ele sente-se vivo por não possuir outros elementos que lhe transfiram conhecimentos paralelos. A certeza que esse ser humano tem de estar vivo é quando ele compara seu físico ainda em atividade com outro inerte, cujo espírito a chama vital já tenha abandonado, porém, não lhe dá a certeza de se encontrar na verdadeira vida.

Porém, nas minhas experiências extrafísicas e em contato com as entidades espirituais desencarnadas que “vivem” nos campos paralelos, ou psicosferas que circundam e entrelaçam a Terra ou cada planeta, como se fossem esferas concêntricas, uma sobre as outras, e que se cruzam em vários ângulos e direções e durante minhas projeções Astrais, ou saídas voluntárias momentâneas do corpo físico, pude constatar que tanto as entidades espirituais, como meu espírito têm a sensação clara, de que estamos vivos. Pois temos todos os sentidos mais apurados tais como: as impressões do tato, ao ato de beliscar-se, as pulsações cardíacas, a circulação sangüínea, as funções cerebrais, as funções fisiológicas, o olfato, o paladar, a audição, a visão e até as sensações de sexualidade. Haja visto, os espíritos vampirizadores e viciados em todo o tipo de vício que continuam usufruindo dessas sensações, apesar das mesmas serem fluídicas, e esgotarem as energias de suas vítimas.

Quanto mais atrasadas e estarem em vibrações mais baixas, essas entidades não esclarecidas “vivem” do lado de lá como se vivessem do lado de cá, normalmente. Apenas os diferencia dos “vivos” os campos vibratórios mais rarefeito nos quais se encontram.

Os viciados em drogas, em bebida e outros vícios, inclusive o sexo como as entidades denominadas de “pombas-giras”, exús, e outras; sentem o prazer sexual através do acoplamento com seus “médiuns” que podem ser meretrizes ou não, e com mais intensidade de que quando estavam na vida física. Ainda têm uma vantagem muito grande e importante sobre os denominados “vivos”, que é aquela de poder compararem-se com os vivos e não estarem “presos’ a um casulo limitador que é o corpo físico perecível; estão sim, presos a seus vícios que os atrelam por dezenas e até centenas de anos, vampirizando suas vítimas e seus algozes no decorrer da várias existências. Essas entidades são tão vulneráveis quanto os vivos, apenas “não morrem biológicamente”, a não ser quando têm que renascer no plano físico, ou seja, “morrem lá para viverem cá” em circunstâncias bem mais inferiores e com kármas dolorosos de provação. Portanto, a meu ver, o campo espiritual é que é a verdadeira vida, e as limitações são fornecidas e fornentadas pelo grau de evolução e de conhecimento de cada um que os faz permanecer em seus respectivos e variados níveis ou patamares, de conformidade com suas afinidades e sintonias.

Já o ser extraterrestre, (ser vivo, encarnado, que habita outros planetas), aqueles que tenham atingido o grau de evolução do conjunto: “Espírito, Matéria e Conhecimento” vivem ainda melhor que os extraterrenos (seres espirituais da Terra), com tripla vantagem; estão na matéria, ou seja, possuem um físico tridimensional, vivem em espírito porque têm poucas limitações físicas e têm o conhecimento e a sabedoria, vão para onde quiserem no Universo e não sofrem as barreiras circunstanciais de Tempo, do Espaço e da Velocidade.

Portanto, a meu ver, o Espírito ainda é Matéria, e é ele quem vive a verdadeira vida!. Ele é matéria mais rarefeita, quintessência da, porém, ainda assim é matéria! Energia é matéria rarefeita e matéria é energia condensada!. Assim sendo, tudo é possível e ao mesmo tempo tudo é passível de conjecturas entre aqueles que se consideram “os vivos”, porém, a razão e o raciocínio lógico devem imperar em ambos os parâmetros.

Tanto eu, bem como minha esposa, em nossas viagens astrais na crosta e nos umbrais da Terra e dentro das naves e nos planetas que chegamos a visitar dessa forma, a nítida impressão que tivemos, foi que nos encontrávamos mais vivos do que nunca. Sentimos pavor, medo, os aromas, os odores, detectamos as cores, nos apalpávamos e a tudo presenciamos. Porém, alguém vai dizer: “isto era devido estarmos ligados ao nosso corpo em letargia porém consciente”, posso responder: “Pode ser que isso tenha contribuído muito para que as nossas sensações fossem registradas, porém, há outros fatores pessoais que nos garantem que o espírito sobrevive após a morte física e que sua vida é muito melhor vivida.

Não sou partidário de qualquer filosofia ou religião, mas sim, da lógica e das experiências vividas por nós, conquanto respeitamos a crença e a fé de cada um.

Vampiros, Lobisomens, ETs …

Lobisomen

Pergunta:

Olá Dr.Yezzi, tudo bem? Eu tenho umas perguntar para fazer:

  1. Seres como Vampiros, Lobisomens, etc…. existem?
  2. Existem só ETs do bem?

Obrigada,
Gustavo

Resposta:

Prezado Gustavo

1)          Esses seres como vampiros, lobisomens, outros como sacis e outros ainda medonhos, acredite se quiser, existem sim. Os vampiros são seres que em vida praticaram muita maldade com relação ao sangue humano, ou seja quando em vida sacrificavam suas vitimas, como crianças, adultos sugando-lhes os sangue para matar seu vicio, que é um vicio, como os das drogas, do álcool, do sexo enfim, vícios que permanecem incrustados no perispírito daquelas pessoas e que seguem com elas após sua morte física, inclusive transformando suas vitimas que passam a ser algoses e tendo os mesmos vícios e só ficam saciados quando se voltam contra aqueles que os fizeram assim, ou contra os membros de suas gerações futuras. Como se diz: É UM KARMA PESADÍSSIMO QUE só termina quando uma força superior interfere a pedido de outras forças harmonizadoras, mas assim mesmo pode levar séculos, para o devido fim. Veja capitulo 45, página 150, do meu primeiro livro: “O Que Os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós“. Normalmente pessoas que tiveram essas atividades quando em vida, permanecem com seus perispíritos colados aos seus físicos ainda semi-mortos e para continuarem com suas “proezas” fazem questão de assim continuarem. Então, à noite, longe da luz do Sol, pois esta tem peso e desintegra todas as ações nefastas, ao contrário da lua, que, com seus raios suaves ajuda e alimenta os fluídos deles e dos lunáticos, aqueles só funcionam quando o impulso do luar se fazem presentes. Saem de seus corpos esqueléticos e seguem a procura ou de encontro com suas vítimas, na calada da noite e vão sugá-las em busca do fluído da vida que é o sangue humano, retornando logo após aos seus esquifes já com suas energias refeitas para assim poderem dar continuidade às suas sinas.

Já os Lobisomens, são os praticantes do fenômeno “licantropia”, ou pessoas que possuam a mediunidade, ou sensibilidade denominada de Mediunidade de Transfiguração, a qual permite que esses infelizes tenham a possibilidade de se transformar à luz da lua em lobos enormes que atacam galinheiros e tudo o que eles possam para manter seu tônus vital. Durante o dia são pessoas “macambuzias” (conheci pessoalmente algumas) que quando encontram estercos ficam como a admirá-los para durante a noite retornarem. Não atacam pessoas, mas metem muito medo e vez por outra são atacadas por elas devido ao pavor que transmitem.

Quanto aos Sacis, que existem sim, são elementais exsudados da Natureza, frutos de uma especie de acasalamento de negros escravos que fugiam de seus algoses para as florestas no “interland” (interior) brasileiro e lá, com suas mágoas, medo e terrores, conseguiam materializar energeticamente esses pequeninos seres de uma perna só, como se fossem um retrato de suas almas sofredoras e ao mesmo tempo vingadoras, dai as lendas transmitirem que quando eles eram avistados, estavam fazendo traquinagens, tais como dar nós nos grandes rabos de cavalos. Presenciei esses fatos também, em sitio de meu tios, pois à noite os cavalos corriam de um lado para outro sem qualquer motivo e os havíamos deixado com suas caudas lindas parecendo um longo cabelo de mulher, e pela manhã os íamos encontrar com suas caudas trançadas. É coisa “do arco da velha” como diziam os antigos, mas são verdadeiras, posso afirmar.

Assim são os Gnomos, os e outros Elementais, que são exsudações da Terra, grutas, águas, rios e florestas, do ar, da noite e do dia. Há milhares ou milhões de Elementais, cada um responsáveis por seus elementos. Há também aquele fenômeno “mãe-de ouro” que só saem à noite e são exsudados, brotados, dos locais onde há ouro. Posso garantir que também presenciei a presença deles, saindo do Pico do Jaraguá e indo pelo Céu até o Pico do Vuturuna (ex-propriedade do meu avô, por parte mãe, que não o registrou em cartório e um industrial se apoderou dele). Fica entre Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus, interior de São Paulo.

E assim, há vários fenômenos no mundo (muitos dos quais, alguns dos grandes compositores retrataram em suas músicas sinfônicas), e como dizia Shakespeare: “Há muito mais mistérios entre o céu e a terra, do que possa pensar nossa vã filosofia”.

Penso que estas respostas poderão clarear um pouco suas dúvidas. Elas são originais minhas, frutos de minha vivência e experiência, que talvez não sejam encontradas nos livros, mesmo espiritas!

2)          Sobre os ETs, sim a maior parte são do Bem, mas, assim como na Terra existem os patricinhos e patricinhas, há alguns um tato molecões no espaço, e esses por vezes escapam ao controle de seus superiores e fazem alguma gracinha, tais como; abduções, transportar uma pessoa de um lugar para outro, fora de seu continente dentro de seu próprio carro, e muitas outras coisas, mas não fazem mal.

Abraços,
DYezzi