Realidades Multidimensionais … Mundos Paralelos

Realidades Multidimensionais ... Mundos Paralelos

Pergunta:

Oi Domingos!

Eu tenho lido sobre realidades (mundos) paralelos e li que somos (todos) seres multidimensionais, podendo assim criar essa e outras realidades simultaneamente. Por exemplo, se eu receber um convite para um encontro com alguém e um lado meu decidir ir, digamos por desejo, mas um outro lado meu decidir não ir, digamos por impossibilidade (suponhamos que eu já tenha outro compromisso), eu crio a realidade onde não vou, para atender o meu outro compromisso, mas o meu desejo de ter ido cria uma outra realidade onde eu fui naquele encontro. Li também que temos o nosso Eu-Superior (aquela parte de nós “desconectada” do nosso ego, a nossa essência espiritual) cuja consciência viaja para passados e futuros, criando assim realidades nesses dois tempos, que na verdade acontece no eterno presente.

Adoraria ouvir seus comentários sobre esse assunto de realidades multidimensionais.

Muito obrigada,
Christina Breault

Resposta:

Prezada Christina,

O Núcleo Central Cósmico, mais comumente chamado de Deus, ao se originar, originou também suas Leis Universais que regem tudo o que ocorre dentro dele! Portanto, aquela frase um tanto popularesca e bem como, um tanto rústica e fanática-religiosa, que diz: “O ser humano foi criado à sua imagem e semelhança”, não deixa de ter seus fundamentos, só que os animais, ou seja, a fauna, a flora, os vegetais e os animais também o foram! Sendo assim, quando se diz: Que Ele está em toda parte, em todos os lugares, está mesmo! Pois Ele abrange todos os quadrantes universais com requintes de Sua perfeição, dando ou transferindo a cada ser vivente e, não devemos esquecer que até as pedras (minerais) também são seres viventes, (veja por exemplo, as pedras que se movem no solo dos desertos do Vale da Morte no U.S.A, e noutros desertos do mundo) e ainda que para cada elemento, brota um ser Elemental que a guisa de uma Webmaster, desenha, administra e dá vida ao seu elemento, como a terra, o mar, a água e o ar e, consequentemente, tudo o que se origina desses elementos. Com a diferença de que O Núcleo Central Cósmico não possui rosto, corpo, braços e pernas e muito menos os “status fisiológicos” como haveria de pensar o ser humano comum da Terra. Isso não ocorre com os seres mais evoluídos de outros planetas, pois, sabem que cada um deles e cada um de nós, está atrelado ao seu “habitat” original, e cada um desses habitats dentro de suas dimensões próprias e particulares e que proporcionará a seus originados, seus “poderes”, suas locomoções astrais, ou viagens astrais e desdobramentos para fora ou para dentro do espaço e do tempo, vivendo o continuo “Eterno Presente”, libertando-o ou não, dependendo de suas constituições psicofísicas ou psicossomáticas, que o deixarão mais ou menos a vontade, mais ou menos leves e flutuantes para caminhar ou voar nas linhas magnéticas, aparentemente invisíveis, que percorrem o Universo em todos os seus quadrantes. Diga-se de passagem, que, as Naves Extraterrestres ou como eles, os ETs, as chamam: Volitores, fazem esse mesmos percursos durante seus vôos, e quando por infelicidade ou casualidade, essas linhas magnéticas sofre interrupções abruptas em consequência da péssima composição vibratória do “habitat” que visitam, como por exemplo o planeta Terra, ocorrem os atritos com as atmosferas e as consequentes explosões e desintegrações dessas naves e suas tripulações. Desta forma, cada ser humano, dentro de seu habitat e dentro de suas limitações de vivência e experiência, pode sim estar em vários locais ao mesmo tempo, pois, sua mente e seu duplo etérico são multidimensionais e elásticos e, mesmo que seu original, que seria o físico e o perispirito presentes, ou seja, onde ele está atuante no momento, não consegue impedir essa dualidade, pois, mesmo eles estando ocupado ou se dedicando aos seus afazeres, completamente opostos de onde ele está sendo chamado, ele seguirá para para lá para atendimento, quase sempre em uma de suas especialidades anteriores, como por exemplo, se ele tenha sido médico várias vezes, místico ou músico ou outras atividades, como político e etc. Seguirá e atenderá com precisão, mesmo que ele não atine ou esteja inconsciente com aquela atividade, pois, as pessoas que o conheceram antes e em suas formas biofisicas ou espirituais anteriores, as quais permaneceram registradas e intáticas nos Registros Akhashikos, sempre poderão ser buscadas e contatadas aleatoriamente ou em linguagem cibernética, “randomicamente”. É o meu caso, por exemplo, que me vejo em outros lugares atendendo a vários pedidos e, no entanto, meus afazeres atuais, não me permitiriam estar neles de corpo presente! Vou dar um exemplo aqui que você, como eximia Webmaster e os que se utilizam dos atuais computadores, vão compreender melhor: “Quando recebemos um e-mail e queremos repassá-lo, poderemos fazê-lo repassando-o para milhares de contatos, que receberão suas copias “ipsis litereis” com os mínimos detalhes, mas no entanto, o original permanece conosco em nosso computador e intático e pronto para “viajar” se desdobrando para outros locais e paragens, independentemente, do original querer ou não, estar disposto o não!”

Será que me fiz entender? Caso contrário, por favor volte a perguntar ou a acrescentar algo mais! OK? Devo acrescentar que quanto mais antigo for o ser humano, quanto mais experiência e vivencia e se por ventura ele for um ser originário de outro planeta, mais “gigabytes” ele terá e mais procurado ele será!

Abraços,
DYezzi::.

Frequência Cerebral

Frequência Cerebral

Pergunta:

Olá!

Parece que existe um motor dentro da minha cabeça, como se fosse um barulho de frequência igual quando ouvimos no fone. O que achas que pode ser?

Muito obrigado,
Zack

Resposta:

Prezado Zack,

Alguns sintomas mentais/cerebrais/espirituais, cada um vibra numa frequência especial e por conseguinte, deve ser examinado de perto, pois assim, por telefone ou por e-mail, corre-se o risco de se cometer enganos, mas, se você está dizendo, eu vou me basear no que você está me dizendo, OK?

Esse tipo de sintoma, é típico de cérebros e mentes que estão abertos a “sintonias finas” as quais poderão ser emitidas por cérebros e mentes potentes de seres extraterrestres ou mesmo de seres extraterrenos (ou seja, de entidades espirituais), mas, também podem ser oriundas de descompensação de pressão arterial, que pode estar baixa ou alta, neste caso, antes de qualquer conclusão, a pressão deve ser medida, OK? Mas, como você já tem a tendência de fazer a projeção astral, pode ser um indicativo de um inicio de uma projeção astral. Neste caso, sabendo-se que não se trata de pressão arterial alterada, você deve se auto condicionar para uma possível “viagem astral”. Isso ocorreu e ainda ocorre comigo, pois, as vibrações externas são muitas e de vários tipos e gamas diferentes entre si!

Abraços,
DYezzi::.

Fui dita que estive no Registro Akáshico deste universo

Registros Akáshicos

Pergunta:

Sr. Domingos:

Ao ouvir sua entrevista para o programa enigmas, sinto-me a vontade para relatar fatos que ocorreram comigo há anos atrás. Procurarei ser breve: Uma noite antes de dormir, alguém ficou falando repetidamente “pegue lápis e papel”. Eu respondia que precisava dormir mas fui obrigada a obedecer e só fui ler no dia seguinte, quando retornei do trabalho, descobri que era uma fita de relaxamento intitulada “Escada de luz”. Bem, gravei em uma fita e fiz o referido relaxamento, continuei recebendo várias mensagens até que pedi que parasse pois eu estava muito confusa. Uma certa noite, tive “um sonho” que lembro com detalhes e desde então busco respostas. Sonhei que flutuava no Cosmo muito estrelado e perto de mim apareceu um cubo branco com inscrições neste cubo, [mas] faltava um pequeno pedaço que consertei e completei uma escrita nele já gravada. Imediatamente fui parar numa sala toda branca com mesas que tinham quadrados em seus tampos; perto de mim apareceu um ser muito alto, eu não vi seu rosto, só gravei bem o símbolo que ele trazia numa túnica meio cor de cereja. Ele me perguntou se eu sabia trabalhar ali, eu respondi que sim, então ele foi embora e eu passava as mãos sobre os quadrados das mesas e estes acendiam e apagavam. Acordei muito intrigada com o sonho e passei a buscar respostas. Uma certa ocasião um espírito me disse que eu estive no Registro Akáshico deste universo. Bem, além desta passagem tenho alguns escritos que recebi de um ser totalmente dourado com os olhos lilás. Ele era pura energia elétrica chamado Sium. Aguardo um parecer seu.

Muito obrigada,
Clélia

Resposta:

Prezada Clélia,

Grato por sua pergunta.

Pelas minhas experiências e vivencias “in loco” no assunto, posso assegurar a você que existem milhares, até milhões, de pessoas vivendo na Terra, cujos espíritos são de origem extraterrestres, dos mais variados planetas e constelações da nossa Galáxia e de outros recantos do Universo. Pessoas, cujos espíritos para cá vieram ou “foram empurradas” para cumprirem determinadas missões, tais como, aprendizado, esclarecimento, distribuição de conhecimentos e ao mesmo tempo, serem intermediários/médiuns, entre os campos físico e o energético, entre o terrestre e o extraterrestre, e com certeza, você e o seu espírito são uma dessas pessoas, que abençoadas pelo que eu chamo em meu segundo livro de “O bendito Esquecimento” quando nada lembram do que foram ou que fizeram ou ainda de onde vieram, mas seus DNAs, sabem, trazem registrados intrinsecamente dentro dos Registros Akhashikos Universais, todos esses detalhes.

Consequentemente, para muitas dessas pessoas, o Universo Grandioso, se torna pequeno frente a todas as suas possibilidades e potencialidades e, desta forma, “marcam encontros” com seus antigos “patrícios” de seus antigos planetas para em determinada época de suas vidas em desabrocharem essas possibilidades e se reencontrarem, e aqui, para reiniciarem o que ficou programado há milênios atrás, assim como outros, que estão passando pelos mesmos problemas e terão a oportunidade de serem esclarecidos e formarem uma base, após lerem estes nossos comentários.

O seu caso é típico de uma dessas pessoas. Seu “duplo etérico”, que é uma espécie de corpo-semi-material, que nasce com o corpo físico e se interpõe a ele e o perispirito (corpo astral), e serve também de um almofadado entre os dois, sendo ele o Agente da dor, ou seja, afastando-se o duplo etérico do corpo, seja por hipnose física ou química, seja por traumas violentos, o ser humano fica isento da dor física, podendo ser operado, podendo fazer os tratamentos que seriam os mais dolorosos normalmente, completamente sem dor e, no seu caso. no meu e no de outros, ele é atraído para fora do corpo físico e acompanha nosso racional para viagens astrais, dentro e fora do planeta, dentro e fora do astral e para dentro das naves extraterrestres que, na maior parte das vezes, ficam estacionadas nas proximidades da casa “do viajante”, seguindo todos os movimentos necessários para uma boa viagem e compreensão do “status quo” da ´pessoa naquele momento e, como “Um Repórter de Campo”, vê, ouve e fotografa mentalmente tudo, sem correr riscos de medos ou pavores, velocidades, ou queda de pressão sanguínea e outras deficiências ou defesas orgânicas que viriam a atrapalhar ou a interromper aquela missão. Ao retornar ao físico, rememora o acontecido, o que presenciou, narrando ou escrevendo em livros para outros poderem absorver, conhecer e divulgar. Exatamente o que fazemos agora.

Para aqueles que estão acostumados com esse “pseudo sofrimento”, sabem que não é um sonho, e também não é desdobramento, pois este se dá durante o sono e inconscientemente, enquanto que as Viagens Astrais ou, o que é chamado também por mim de ” Projeção do Duplo Etérico à Longas Distancias”, ocorre em estado de vigília, conscientemente.

Aconselho a você e os demais leitores lerem meus livros e a entrarem no meu site, onde vocês encontrarão outras respostas, outras afirmativas e detalhes nunca antes mencionados. Os livros estão em PDF e você poderá adquirí-los diretamente no website.

Por essas e outras razões, aqueles que são “abduzidos” mentalmente, ou fisicamente, parece já conhecerem aqueles que os vêm buscar. Mas, tudo já foi adrede preparado, programado minuciosamente, apenas o “pivot” da viagem, que é o sensitivo, de nada se lembre de antes. Portanto, você esteve dentro de uma nave extraterrestre e foi acompanhada por seres que já a conheciam e a acompanham, talvez há milênios.

Continue escrevendo, se possivel, anexe ao meu e-mail o que você tem de escritos, talvez possam servir para algum esclarecimento.

Abraços.
DYezzi::.

O Sol é um Planeta Frio

Capítulo dedicado ao saudoso Amigo, Comendador Dr. João Evangelista Ferraz que pela psicometria foi no passado um padre pesquisador na época de inquisição e a Galileu Galilei batalhadores do desbravamento da ciência.

Muitos perguntam-me: se é como eu falo, o Sol é frio, não se encontra em estado de fusão ou fissão nuclear, com imensas labaredas consumindo seu interior e se o que daqui da Terra vemos pelo prisma são ondas eletromagnéticas resultado do choque de retorno dos raios frios que ele emite sobre os planetas, os quais, servem-lhe de grandes espelhos refletores à medida que estes giram em torno dele, e, ao retornarem estes raios e chocarem-se com os que estão saindo dele formando assim aqueles grandes buracos na atmosfera solar e que Galileu denominou de “manchas solares”, por que então temos na Terra essa variação enorme de temperatura ambiente? Já que o Sol é frio e a incidência dos seus raios ultravioleta, infravermelho e raios-de-luz sobre a atmosfera da Terra, após filtrados e remetidos nos dão o frio e calor necessários a sobrevivência em nosso planeta; não deveria ser tudo igual? Ou seja, não deveria haver uniformidade nas temperaturas na terra?[1]

E eu respondo: Justamente pelo Sol ser frio e emitir “raios-frios” que se encandecem em cada planeta é que temos essa variedade de temperatura. Pois se ele estivesse em incandescência com milhões de graus centígrados de calor, assim, talvez, tivéssemos essa uniformidade de temperatura ambiente em cada local ou país na Terra.

Ocorre que o atualmente denominado “efeito estufa” descoberto recentemente pela Ciência e que foi agravado pela destruição parcial e localizada da camada de ozônio que envolve a Terra e que é responsável pela filtragem dos raios solares, destruição essa provocada pelos poluentes degenerativos fabricados pelo homem lançados descontroladamente na atmosfera. Esse “efeito estufa” que agora é uma aberração produzida pela ganância humana, já existia naturalmente na Terra, porém, controladamente, ou seja, oriundo das próprias reações do planeta de conformidade com suas regiões, ou seja “debaixo para cima” ou de dentro para fora e não como está ocorrendo, “de cima para baixo”.

Eu me explico melhor: Na Terra temos as regiões áridas, super-áridas (desertos), úmidas, semi-úmidas, frias, super-frias (pólos e regiões próximas). Nas regiões áridas e super-áridas o solo transforma-se em miriades de minúsculos espelhos refratores e refletores dos raios solares que mesmo tendo sido filtrados e desacelerados nas altas camadas atmosféricas (quando esta camada ainda era pura, sem a deformação do ozônio desequilibrado), não são absorvidos pairando e se aquecendo sobre o solo e acima dele formando altas temperaturas que variam até 60/70 graus centígrados durante o dia e temperatura abaixo de zero durante a noite justamente por não permitir a condensação de umidade que também filtrariam e desacelerariam os raios do Sol. Por isso o calor ali é demasiado forte ao dia e excessivamente frio a noite.

Propriamente, nesses lugares não há vida de qualquer espécie, a não ser insetos, cobras e lagartos, que são animais de sangue frio e conseguem abrigar-se no subsolo onde os raios e o calor não os atinge. Esses animais por suportarem as temperaturas mais frias saem de suas tocas ao entardecer e à noitinha á caça de outros insetos e pequenos animais que pelo mesmo motivo também saem de suas tocas. Já nos locais úmidos ou semi-úmidos tais como, pantanais, florestas tropicais ou florestas frias se dá o inverso; de dia os raios são filtrados, absorvidos e o calor reinante apesar de ser grande, é exalado com os vapores da umidade da região que mantém um clima mais respirável.

Porém, durante a noite esse calor é mantido de forma mais amena, devido a densidade permanente formada pelas matas, rios, lagos e pântanos quando então todos os insetos saem e se proliferam intensamente. Á noite os ruídos internos de uma floresta densa como a do Amazonas são muito maiores que durante o dia onde reina quase que um silêncio total.

No entanto os raios solares que atingem uma e outra região são os mesmos; o que ocorre é a mudança do estado de refração dos mesmos. Assim se dá nas geleiras dos continentes frios ou nos oceanos, nos quais, também durante o dia à flor da água o calor é intenso e a noite o frio é zero ou abaixo de zero. Há também um fator importante que exerce grande influência sobre as temperaturas internas do planeta em relação ao Sol, ou seja, no Inverno é um ângulo, no Verão é outro, assim também na Primavera e no Outono, mas os raios são os mesmos e são frios, o Sol não está pegando fogo!

Atualmente as grandes cidades quase desprovidas de vegetação natural são também grandes espelhos refratores dos raios solares em todos os pontos da Terra, daí não haver mais estações climáticas precisas e controladas, não há mais acentuação física do começo ou do fim dessas estações, nada mais é previsível mesmo com o advento dos satélites espaciais. Apenas no calendário existe as datas pré-fixadas apenas para constar… E, com a destruição parcial e gradativa da camada de ozônio e do Eco-sistema, pelo homem o descontrole é quase total. Esta é a realidade! O Sol é Frio, o planeta Terra é que está esquentando!

A tendência na Terra para os próximos últimos anos antes do fim-de-século e do fim-de-ciclo, é o calor interior aumentar ainda mais devido a desarmonização da camada de ozônio na sua atmosfera, o aumento desregrado dos poluentes tóxicos e que não se diluem no ar mais o terrível monóxido de carbono cuja produção está em níveis alarmantes pois, cidades inteiras tendem a parar caso não haja um controle imediato, os gazes produzidos pelas indústrias são despejados no ar, nos rios e nos mares, o desmatamento total do planeta retirando-lhe os filtros naturais e produtores de oxigênio que são as árvores, e grandes florestas com o conseqüente aumento das chuvas ácidas devido a toda essa poluição e muitos outros fatores negativos promoverão o começo do fim, o caos total antes da chegada nos Céus do gigantesco planeta Sidérius que já está de encontro bem próximo. Porém, a distância entre a Terra e o Sol no momento é a mesma e se o Sol estivesse pegando fogo nós já estaríamos congelados por estarem se extinguindo lentamente os meios de proteção naturais da Terra que são o hidrogênio e o oxigênio, e depois através de 149,5 milhões de quilômetros de vácuo entre o Sol e a Terra também não passa calor. O vácuo existente, já está provado, não é um meio transmissor ou propagador de calor. Porém os raios frios vindos do Sol o atravessam em vertiginosa velocidade e vão atingir os planetas mais distantes como Plutão e Fesp que ficam a 6.200.000.000 e 6.450.000.000 ou seja, seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros e seis bilhões e quatrocentos e cinqüenta milhões de quilômetros do Sol, respectivamente.

Com essas distâncias incomensuráveis do Sol esses planetas jamais seriam aquecidos ou receberiam a luz solar, porém, dentro da minha afirmação, eles recebem normalmente o calor e a luz que necessitam, justamente pelo Sol ser frio e emitir raios que vão até cada planeta e provocam as reações de filtragem e atrito com suas respectivas atmosferas, sejam estas compostas de que tipo de componente for, dando-lhes o calor e a luz adequados a cada um, não importando as distâncias os raios vão até lá! Assim como os raios e a luz das estrelas chegam até a Terra. Se elas estivessem pegando fogo como diz a ciência, e seriam como a ciência quer que o nosso Sol seja, jamais a veríamos brilharem no Céu.

As estrelas brilham apenas para nós que estamos dentro da atmosfera da Terra. Fora da atmosfera, ou seja, acima dos 400.000 km (quatrocentos mil quilômetros) onde se situa já o início do vácuo total, tudo é escuridão não há sol, nem estrelas pois não há também a filtragem dos raios que são convergidos para a terra de todos os locais do universo. Os próprios astronautas que já se aproximaram desse limite informaram que é tudo escuro e não há calor, portanto, a onde está o Sol pegando fogo? Se, ao subirmos com avião ou foguete tudo fica mais frio (abaixo de zero) contradizendo a Ciência. Ë claro que está havendo um grande equívoco científico e ela, a Ciência, agora deveria ser suficientemente corajosa e alterar suas elucubrações, suas aberrações, mas lamentavelmente vão deixando o tempo passar até que um dia alguém faça como fez Galileu, “bote a boca no trombone” e desminta toda esse emaranhado de infantilidades dos “gênios” da Ciência que se julga avançada! Mas, aqui estou eu!…

Vou aprofundar-me um pouco mais e utilizar-me das próprias ilações científicas para provar minha teoria, que diga-se de passagem não é minha , mas sim, são informações reais que as recebo dos seres extraterrestres viajores siderais, muito mais experientes que nós e com muito mais conhecimento científico e prática para falarem sobre o assunto; eu apenas retransmito a humanidade terrestre o que recebo e o que me é mostrado mentalmente com pioneirismo[2]. Assim como o conceito religioso sobre Deus que para mim nunca houve lógica, mas graças aos meus mentores e aos seres extraterrestres, que desde aquela idade me acompanham, fui sendo informado e esclarecido gradativamente enquanto mostrava tudo, para só mais tarde em 1978, por a público e agora revisar tais informações, friso bem, afirmações e não apenas teorias.

Então vejamos: A Ciência afirma que o Macrocosmo (O Sol e seus planetas) é igual ao Microcosmo (o átomo e seus elétrons), a Ciência admite até que os espaços de vácuo existentes entre os planetas e entre estes e o Sol exista também entre os elétrons e entre eles e o átomo. Ora se a Ciência admite ser tudo igual, então o núcleo do microcosmo, que é o átomo, deveria “estar pegando fogo” também como o Sol mas… não está. Ao contrário, necessita passar por fusão ou fissão nuclear para liberar energia! E a incongruência vai mais longe. Se o nosso corpo físico é um Universo ou Macrocosmo em miniatura e é composto de bilhões de células e cada célula com outros bilhões de átomos e elétrons e se a afirmação da Ciência fosse correta, o átomo, estando como o Sol em chamas, todos seriamos verdadeiras tochas-humanas e no entanto não é isso o que acontece, temos a nossa temperatura corpórea, nosso “calor humano” próprio, que é mantido a 36,5 graus centígrados constantemente sem que para isso necessitemos de aquecimento externo ou como eu digo, pilheriando, sem que fosse preciso “que a mamãezinha de cada um de nós colocasse um fogareiro aceso a vida toda” sob nosso traseiro para nos manter aquecidos”, e ainda temos a nossa luminosidade ou luminiscência que é a nossa aura, hoje em dia devidamente comprovada pela máquina Kirlian. Vemos ai então uma grande contradição científica que só os cientistas não enxergam. E então, como isso ocorre? Vou explicar de “cima para baixo” ou seja, do Macrocosmo para o Microcosmo.

Acontece que nas altas camadas da atmosfera solar, por ele ser um astro gigante e ter adquirido, através dos bilhões de anos de sua formação, propriedades particulares, ocorrem reações; reações físico-químicas onde elementos opostos entram em choque e produzem os vários tipos da radiações; e as três principais são: o raio gama (infravermelho), o raio ultra violeta e o raio de luz, como se fossem fruto de uma convulsão solar. Esses raios são emitidos para fora do Sol e também para dentro para permitir o calor e a luz adequados a seus habitantes, os solares, altamente avançados e espiritualizados como pude presenciar através de minhas projeções do duplo etérico à longas distâncias (viagens Astrais) e contatar.

Quando os raios são emitidos para fora do Sol e isso se dá continua e incessantemente como uma pedra de radium ou cobalto gigantescas; atravessam o espaça de vácuo entre o Sol e cada planeta, apagados e, na atmosfera de cada um são filtrados. Os raios infravermelhos e os ultra-violeta são freiados “pelas camadas de ozônio existentes e os raios-de-luz atritados nas atmosferas encandecendo-se para dar calor e luz adequados a cada planeta não importando a que distância ele se situe do seu núcleo planetário, o Sol. Desta forma, à medida que os raios-de-luz vão encontrando resistência nas atmosferas mais densas, mais quentes se tornam e mais luminosidade oferecem, portanto quanto mais próximo ao solo maior será a temperatura e luminosidade devido haver maior atritagem dos raios, quanto mais alto mais rarefeita se torna a atmosfera escuridão total.

Quanto aos raios infravermelhos e ultra-violeta, mesmo sendo filtrados e seguros pela camada de ozônio podem “queimar friamente” um indivíduo que ficar exposto longo tempo sob sua ação. Um exemplo típico são os casos de insolação e as queimaduras externas e de órgãos internos como o fígado de uma pessoa que permanece longo tempo nas praias com a incidência angular dos raios, com o Sol a pino. Quanto ao interior do Sol, o processo é o mesmo de fora para dentro. O Sol também tem sua atmosfera que age da mesma forma que nos demais planetas do nosso sistema solar ou de outros sistemas. Afinal, Deus- O Núcleo Central Cósmico é coerente em suas criações, caso contrário, teríamos que considerá-lo, falho, impotente, injusto, com muita falta de inteligência, deixando para o ser humano comum, cientista ou não, descobrir o Sol frio em laboratório! A Criatura suplantando o Criador! Que vergonha para Deus!…

Após as mesmas convulsões físio-químicas que se passam nas altas camadas acima de sua atmosfera, os raios são emitidos para dentro do Sol e ai sofrem a filtração e desaceleração dando aos solares a luz e calor adequados, formando as estações climáticas e as nuvens para a ocorrência das chuvas. O Sol é o Sol dele mesmo! Essa é a realidade.

Mas como se dá a noite e o dia no interior do Sol se ele não gira em torno de outro Sol? e gira apenas em torno de um ponto magnético central gigantesco, o qual o mantém em órbita e por conseguinte, também os demais planetas?

Justamente é esse ponto magnético central que transfere ao Sol uma espécie de arco magnético gigantesco, energético. Mais denso como se fosse uma espécie de óculos ray-ban ou vidro esfumaçado, “através do qual vemos tudo e ninguém nos vê!”. Como se fosse um grande gomo de uma laranja gigante, que vai de polo a polo do Sol, girando lentamente sob a atmosfera solar e que vai escurecendo os meridianos por onde passa propiciando a noite e o dia normais como em qualquer planeta, em velocidade de tempo relativa e adequada ao seu tamanho e volume. Esse anel ou arco é transparente e permite aos habitantes do Sol avistarem também as estrelas no seu firmamento e de uma forma muito mais ampla que na Terra pois se situa o Sol na região central do Sistema Solar. No Sol. ocorrem as estações climatéricas e as chuvas como na Terra.

Alguém ainda vai perguntar: mas aquelas regiões em convulsões físico-químicas acima da atmosfera solar não atrapalhariam a visão do céu ou do infinito para os habitantes do Sol? –Não, não atrapalham porque há um sincronismo entre aquele anel ou arco que já mencionei, o qual, quando gira vai abrindo a atmosfera interior do Sol. É como na Terra, quando o tempo está nublado à noite aqui debaixo não conseguimos avistar o firmamento e muitas vezes a Lua, quando no período de lua-cheia ou lua-nova age quase como aquele anel afastando ou não permitindo com seu magnetismo suave mas poderoso, que o céu fique nublado. O fenômeno é quase parecido. O mesmo se dá com planetas que possuem anéis físicos como Saturno e Urano ou Júpiter que possuem vários satélites naturais, várias luas, ou Plutão que possui um satélite artificial colocado pelos plutonianos para fazer esse trabalho, ou Marte que possui dois satélites naturais sendo que um deles gira em sentido contrário ao outro, deixando os pesquisadores da Terra perplexos.

O sistema solar todo gira no espaço e vai se encaminhando para o centro da galáxia à medida que vai se evoluindo e, vai dando lugar a outro que se acomodará nesta região do espaço vindo de outros quadrantes da galáxia.

E o que ocorre em nosso corpo com os bilhões de sistemas solares que o compõem? e que formam o microcosmo?

Ocorre a mesma coisa, o átomo em suas camadas “atmosféricas” sofre também uma convulsão físico-química, irradia suas ondas ou raios frios em direção aos seus elétrons que por sua vez reagem filtrando essa radiação e se autoaquecendo e emitindo sua luminescência. [3]Ora, juntados esses bilhões de micro-sistemas solares forma-se a célula e os bilhões de células formam as moléculas e os bilhões de moléculas forma o Universo Físico, ou melhor ainda, formam o Universo Psicossomático de cada coisa ou ser, que a guisa de bilhões de galáxias em miniatura mantém seu teor calorifico próprio e sua luz peculiar que vem a ser a aura dos objetos e dos seres vivos quando na matéria, mas, se estiverem em espírito a mesma corpuscularidade é formada e o espírito irradia uma luminescência ainda maior e mais visível pois está livre dos “quasares” ou “buracos negros” da matéria, que seriam por assim dizer, as doenças varias que acontecem ao ser humano em vida, mesmo sem doenças psíquicas elas agem como ‘planetas higienizadores” do micro nos e interrompem, impedem, a expansão dessas galáxias e a deformação da luminosidade de aura, a qual, mostrando as falhas nas matizes de cores, pode-se com certeza quase matemática, diagnosticar onde e quais são as doenças que estão provocando os distúrbios.

Como tudo no Universo funciona naturalmente (apesar de eu não me considerar um naturalista!), assim, Deus- O Núcleo Central Cósmico age de dentro para fora ou seja, do Cosmo para o Sideral, ou do Invisível para o Visível, o perispírito seria o “deus” do físico. É ele que age e coordena o movimento das micro-galáxias do físico partindo da região central desse universo que é o cérebro. O perispírito estando desequilibrado, em desarmonia consigo próprio ou com seu físico, o universo psicossomático fica em total desequilíbrio. Como ficará brevemente nosso sistema solar sideral quando da entrada do gigantesco “anticorpo” o planeta Sidérius (Higienizador) que mudará a posição dos planetas no espaço e dividirá o atual sistema solar em dois novos sistemas. O Sol atual passará a ter 5 planetas e Júpiter o maior planeta do sistema solar que já está adquirindo aquelas características e propriedades de convulsão fisioquímica do Sol, se transformará em um novo Sol e levará consigo seis dos atuais doze planetas que formam o nosso sistema solar.

Os dois novos sistemas solares tomarão novas posições no Espaço afastando-se um do outro bilhões de quilômetros de distância.

Atualmente o nosso sistema solar está sendo avistado de outras regiões no Espaço Sideral como uma futura Super-Nova. Quando da penetração do gigantesco planeta Sidérius em nosso sistema ele se acenderá e “inchará” o nosso sistema solar que por breve período de alguns meses terá dois sois a iluminá-lo e aquecer os planetas para logo em seguida “explodir” na visão de quem estiver noutros sistemas solares e transformasse-a em dois novos sistemas, como eu já disse, enquanto Sidérius se apaga e segue para o sistema solar mais próximo continuando sua missão higienizadora. Sidérius percorre a Via-Láctea em sentido contrário a sua rotação geral.

Por exemplo, em um determinado momento, que os ETs prevêem que, se dará a partir de meados do fim do segundo semestre de 1997 em diante, Sidérius aparecerá do lado em que o Sol se põe no horizonte, ou seja, mais ou menos do lado oeste da Terra, enquanto o Sol se põe, ele, Sidérius, surge e quando o Sol, ou melhor, quando a Terra fizer toda a volta em redor do Sol, Sidérius e o Sol se encontrarão frente a frente no firmamento e ai os raios ou forças magnéticas de ambos se chocarão obrigando-os a se afastarem entre si e ai então começará o tão esperado fim de ciclo. Não esqueçamos que no Evangelho que trata do Apocalipse diz: “E dois sois aparecerão”, e ainda “As potestades do céu serão abaladas”, Temos também as palavras do grande mestre Jesus que diz: “- Passarão o Céu e a Terra mas minhas palavras não passarão”.

No meu capítulo Gênesis “- O que somos, de onde viemos e para onde vamos”, entrarei um pouco mais nesta explicação, ou seja, nas explicações sobre as possíveis e previstas alterações de fim de ciclo na Terra.

Voltando a explicação sobre o Sol, tentarei dissertar um pouco mais sobre as manchas solares e porque das suas influências ou interferências sobre as ondas de rádio e outras interferências no sistema de comunicação na Terra e sobre o pseudo “fogo” do Sol que são de uma incongruência e de uma infantilidade tão grande que eu acho os cientistas após anos de estudos voltam a ser crianças e ai eu dou razão ao grande filósofo grego Sócrates, que dizia, e que eles deveriam dizer também: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei!”…

A ciência através dos telescópios instalados no solo da Terra detecta gigantescas manchas e não menos gigantescas labaredas as quais, através do prisma parecem realmente fogo oriundo de explosões, que a ciência chama de termonucleares, ou de imensas quantidades de hidrogênio e gás hélio queimando-se assustadoramente. E como os cientistas são “bonzinhos”, dizem que aquilo tudo só vai ser consumido totalmente daqui cinqüenta mil anos! Ora que Deus falho é esse que naquele momento acabará com uma humanidade de um sistema solar todo e que obviamente estará mais adiantada, mais evoluída? A Ciência quando não consegue explicar alguma coisa, ela se faz de sábia, explica mas sempre postergando os resultados para muitos milhares de anos mais tarde! Talvez seja mesmo uma obrigação dela fazer isso caso soubesse a verdade, mas como não sabe, porque então iludir a humanidade? Diga pelo menos que ainda não sabe, está pesquisando apenas.

Então vejamos. A Ciência diz que o planeta Mercúrio que dista do Sol aproximadamente 60 milhões de quilômetros que lá tudo ferve, chumbo estaria em ebulição, pois ele está tão próximo daquela gigantesca bola de fogo que é o Sol que o calor lá é simplesmente medonho. No entanto, eles mandaram um satélite para fotografar Mercúrio, e o satélite, diz a Ciência, conseguiu fotografar Mercúrio. O próprio satélite não pegou fogo pois passou entre Mercúrio e o Sol! Mostrou imagens de um planeta desolado e calmo nada estava em ebulição. E então a onde está o Sol pegando fogo? Porque pelo menos naquele momento a Ciência não se retratou perante a população, dizendo a verdade? Não, prefere deixar a incógnita e continuar alimentando a ignorância.

Será que os cientistas não acordaram ainda? Se eles mesmos dizem que no vácuo não passa luz, calor, fogo, som e etc., pois o vácuo não é um meio transmissor, propulsor, então como Mercúrio teria que sofrer os efeitos das “fusões nucleares” do Sol? na distância de 60 milhões de km de vácuo total?

Os Mercurianos, que são aqueles pequeninos seres de um metro de altura, superinteligentes e que andaram perdendo três naves no deserto dos U.S.A, “riem” muito sobre o que o homem e a nossa ciência dizem do seu planeta.

Outro exemplo, a Ciência da Rússia mandou por várias vezes foguetes a Vênus levando satélites que deveriam pousar lentamente no solo daquele planeta. Antes porém, a Ciência ortodoxa do mundo inteiro dizia e diz que no planeta Vênus a atmosfera é composta em sua maior parte de ácido sulfúrico!…e ao mesmo tempo que o planeta permanece fechado em espessas nuvens. Nuvens de que? Ácido sulfúrico? Pois bem os satélites lá desceram conforme revelaram os cientistas russos; desceram com seus pára-quedas. E os pára-quedas para descerem apoiarem-se em ácido sulfúrico? Sem se desintegrar? Aqui os pára-quedas descem apoiados na atmosfera gasosa (oxigênio e hidrogênio) e lá, foi em ácido sulfúrico? Onde está o critério e a verdade? Vênus tem nuvens normais de oxigênio e hidrogênio (H2O) para formar a água? Ou tem ácido sulfúrico mesmo e os pára-quedas foram feitos com alguma liga de material especial? E os 250º graus de calor que a Ciência diz que se encontra em Vênus, onde foram parar? Não derreteram nem o satélite nem os pára-quedas? E é assim a Ciência vai se “consumindo” em infantilidades!

Desta forma, parecendo petulante ou não, devo dizer que a Ciência deveria rever seus postulados sobre o Sol e sobre a velocidade da Luz, a qual também, a meu ver e baseado nas minhas afirmações, estão incorretas. Se são os raios frios do Sol que viajem apagados pelos 149 milhões de quilômetros que o separam da Terra em vácuo absoluto, então a velocidade da Luz (raios) fora da Terra é uma e dentro pode até ser os 300.000 por segundo, como diz a ciência.

E a Lei da relatividade de Einstein será que está correta? Que me perdoem os seus aficcionados mas para mim está incorreta! Baseio-me nas informações que os extraterrestres me fornecem pois eles viajam acima dessa velocidade da luz medida pelos homens e nada se altera em relação ao tempo de vida deles quando nas viagens e nem do seu povo fica em seus planetas os aguardando. Vejamos como isso acontece: Conforme o que Einstein propalou em teoria, pois nada foi provado e comprovado até agora sobre a Lei da Relatividade, se um indivíduo viajasse para um outro planeta na velocidade atual da luz, ele ao voltar continuaria jovem enquanto aqui seus parentes ou a população em geral já teriam envelhecido ou até morrido, isto porque ele sairia do seu “habitat” que tem uma velocidade em torno de seu eixo de “X” quilômetros por minuto e o tempo de vida dentro desse “habitat” é limitado. O indivíduo viajando a “velocidade da Luz” não sentiria o tempo” passar. Então, a relatividade entre esses pontos para Einstein que criou até uma fórmula, seria diferente. Não vou entrar em minúcias técnicas porque esse não é o objetivo desta obra, apenas superficialmente, para dar ao leitor uma pálida idéia do que quero explicar.

O ponto principal da falha da fórmula de Einstein [E=mc2] está em que ele, mesmo sendo um gênio, calculou tudo baseado nos princípios de vida do “habitat” terrestre, esquecendo-se que evoluindo o conhecimento técnico, automaticamente cria-se meios de propulsão compatíveis como o Tempo e o Espaço para quem nesses meios viajar. Um exemplo simples aqui da Terra mesmo e que poderá simplificar o raciocínio: No tempo de Einstein ainda não se conhecia a velocidade ultra-sônica de hoje e nem se admitia que um físico resistisse mais de 200 ou 300 quilômetros por hora. Depois vieram os super aviões a jacto pilotados, os foguetes intercontinentais que levariam o homem à Lua, as super velocidades dos carros de corrida. Logicamente não passou nem passaria pelo pensamento dele naves-interplanetárias de outros planetas que há milênios já voavam acima da velocidade-luz, por conseguinte, a fórmula da Lei da Relatividade bem como a [4]utilização parcial da Lei da Inércia de Newton também ainda não estava em cogitação. O meu exemplo é o seguinte: Se uma mosca entrar na cabine de comando de um jato que já alcança a velocidade 3 a 4 vezes a velocidade do som ou seja, mais ou menos 5.000 a 6.000 km horários e essa cabine estiver convenientemente pressurizada, a mosca não sentirá a velocidade e quando ela “voltar de viagem” encontrará tudo como antes. Por que? Porque o seu “habitat” viajou junto com ela! Se ela, ou o piloto foi de um polo a outro com seu avião, apenas encurtou o tempo e a distância nada mais! O mesmo se daria se essa velocidade alcança-se a velocidade da Luz dentro da Terra, se isso fosse possível é claro! Mais adiante explicarei porque isso não é possível.

Outro exemplo simples: A mesma mosca dentro de um ônibus, viaja de um lado para outro incomodando os passageiros sem sentir a velocidade do veículo, exatamente pelo mesmo motivo do exemplo anterior. Einstein, nem Newton, jamais pensaram talvez, na existência dos Discos Voadores, ou Volitores como são chamadas essas naves entre os extraterrestres!

Conforme sou informado pelos extraterrestres que fazem essas viagens maravilhosas e muitas vezes levaram o meu duplo-etérico a viajar com eles, quando então pude constatar o que aqui afirmo, ou seja, fora do planeta a escuridão é total. Quando duas naves viajem juntas, enxerga-se a claridade da outra nave apenas, isto porque em volta de cada nave é formado um campo gravitacional que nos permite avistar as radiações da outra nave a olho nu, caso contrário nem isso avistaríamos, a não ser pelos instrumentos e TVs internas da nave cujo sistema de funcionamento está bem longe do que a ciência da Terra imagina. O que vem a ser esses campo gravitacional? É como se a nave se transformasse num pequeno planeta e formasse em seu redor uma atmosfera própria e carregasse essa atmosfera para onde fosse. Desta forma ela se assemelha a um pequeno sol voador. E dentro ela carrega a atmosfera do seu planeta de origem e seus tripulantes a pilotam como se estivessem dentro de seu “habitat”. Não sentem a velocidade por mais alta que ela seja e seus corpos continuam com a mesmo tempo de longevidade que tinham antes de saírem em viagem. No caso do homem terrestre que possui um físico pouco resistente e que carrega as suas bactérias (flora intestinal) dentro dos intestinos, ele não resistiria a uma viagem dessas por muito tempo, mesmo que se fizesse a ambientação necessária para ele e, se adequasse a isso a velocidade e o tempo à medida que a nave percorresse o Espaço Sideral. As viagens que consegui fazer com eles não foram feitas com meu físico mas sim com o meu duplo-etérico, ou seja, o corpo astral (perispírito) levando consigo o envólucro ou o “acolchoado” semi-material que é chamado de duplo etérico. Esse duplo etérico só existe em função da existência do físico, perdendo este, ele se dissolve permanecendo apenas o corpo astral que é o perispírito que possui a inteligência.

O Duplo-Etérico é o agente principal da dor física, afastando-se ele, o corpo físico fica consciente porém insensível a qualquer dor. Fica em estado de letargia e então permite a saída do perispírito para onde ele quiser ir ou for chamado. Ou é atraído por forças magnéticas através da mente e dos corpúsculos magnéticos de que é formado, por isso, o corpo astral (perispírito) pode enfrentar essas viagens e acoplado ao duplo-etérico o mesmo age como uma espécie de “repórter de campo” levando as informações e as sensações ou ainda as sensibilidades ao corpo físico que permanece em vigília e consciente, tendo a sensação e a vivência de que está ele, físico, fazendo também a viagem. Isto evita ocorrências desagradáveis ou incômodas para o ser humano e para os extraterrestres dentro da nave.

Imaginamos que para o ser terrestre devido a sua alimentação e fisiologia, teriam que ser construídos banheiros, mictórios e outras coisas mais para que ele pudesse viajar com o seu próprio físico durante muito tempo. Além do que as forças radioativas e fisioquimicas que movimentam a nave, acabariam com seus glóbulos vermelhos e sua flora bacteriana. Daí, não interessar muito aos extraterrestres prejudicarem o ser humano e por isso são raríssimas ocasiões em que um ser terrestre é levado a viajar. Quando muito, o levam para fazer exames científicos, para que eles o conheçam melhor por dentro e por fora, mas, quase todos os casos são danosos para o ser humano, tanto física como psicologicamente, e estes fatos já são por demais conhecidos nos registros da “ufologia”.

Os extraterrestres com os quais mantenho contato desde os meus oito anos de idade, de todos os planetas do nosso sistema solar inclusive do Sol, aqueles que possuem corpo de carne como os solares, mercurianos, venusianos, marcianos, jupiterianos, áganianos (planeta Ága, ainda não detectado), uranianos, oswenianos (planeta Oswen, ainda não detectado) e os plutorianos e os fespeanos (planeta Fesp[5], também ainda não detectado) possuem corpos compactados, porém sem intestinos; uma bolsa estomacal que digere uma alimentação leve, composta mais de geleias e de frutas. Os físicos deles são muito mais resistentes que os nossos por uma série de fatores que tomaria muito tempo para explicar, porém o farei num capítulo específico. A maior parte deles, excetuando-se os de Fesp e os da Terra não possuem sistema fisiológico de evacuação, outros somente as funções renais, uretrais e outros nenhuma função fisiológica porque são assexuados e a procriação se faz através da geração e materialização mental.

Os Saturnianos e os Netunianos, os mais avançados técnica e espiritualmente, do nosso sistema solar, possuem corpos semi-materiais quase energéticos e quase não precisam de naves para se transportarem dentro e fora de seus planetas, a não ser viagens longas e de longas permanências fora de seus respectivos “habitats”. Portanto, cada planeta possui ou produz seu tipo de nave condizente com suas necessidades, mas, o princípio de produção e quase o mesmo em todas elas, ou seja, captação dos raios cósmicos, produção em catalisadores internos das naves de ingredientes químicos opostos que dão como resultado a emissão de radiação pulverizadora tão poderosa que se transforma em anti-matéria ao ser expelida fora da nave através de milhares de orifícios que se situam em toda a volta da nave, naquelas de formato discóide, e nas pontas, naquelas de formatos fuseiformes.

Nas naves discóides existem sob a parte inferior externa dois grandes anéis giratórios concêntricos que giram em sentido contrário um do outro, em velocidade espantosa quando necessário, e que geram e equilibram as energias magnéticas e que permitem o controle da volição da nave, ou seja, ela pode parar estática no espaço enquanto esses anéis giram com velocidade controlada e compatível com o movimento ou não que a tripulação quer dar à ela. Em todas as naves a tripulação viaja solta, sem necessidade de cintos de segurança. Andam de um lado para o outro durante a viagem ou se quiserem sentam em suas poltronas. Tudo é automatizado, tudo é feito através de computadores.

Nas naves fuseiformes esses anéis magnéticos giratórios se situam internamente em sentido vertical tomando toda a extensão do fuso, sendo que os da metade do fuso giram num sentido e a outro metade noutro sentido. Esses anéis são grandes e largos e uma nave de mais ou menos 40 a 60 metros de comprimento existem em torno de 20 a 30 anéis verticais giratórios, a quantidade aumenta conforme o comprimento da nave. Já nas naves em forma discoidal são sempre dois anéis que variam de tamanho conforme o tamanho da nave.

Esse sistema de propulsão dá às naves uma velocidade espantosa. Uma das menores velocidades que constatei foi a velocidade da nave do planeta Plutão que faz o percurso de Plutão à Terra, sem parar, cobrindo a distância aproximadamente de 6.200.000.000 (seis bilhões e duzentos milhões de quilômetros) em 28 dias. isto dá uma velocidade de 3.322.000 (três milhões trezentos e vinte e dois mil quilômetros por dia) ou 938.000 (novecentos e trinta e oito mil km) por hora ou, 23.000 (vinte e três mil quilômetros por minuto) ou ainda 260 (duzentos e sessenta km por segundo). É assim mesmo, uma velocidade rapidíssima para os padrões terrestres. Há outras naves que vem de sistemas solares distantes e levaram cinco anos de viagem. Há uma que veio da oitava galáxia mais próxima da nossa e levou três anos! Quero lembrar que a distância que a ciência da Terra avalia entre a nossa galáxia, a Via-Lactea, e a galáxia de Andrômeda que é a primeira galáxia mais próxima é nove quintiliões de quilômetros ou seja (9.000.000.000.000.000.000), ou ainda, três anos luz.

Comuniquei-me com um ser diretamente, da vigésima galáxia que projetou-se entre nós em segundos. Não há maior velocidade que a do pensamento! e, nada se altera no ser que faz a viagem pois ele tem um corpo apropriado e poderoso. E outro da galáxia Centrífugas que distante de nós cem milhões de anos-luz em questão de segundos, e ele o faz com seu simples desejo. Projeta-se entre nós em forma de uma grande chama de mais ou menos o tamanho de um edifício de quatro andares.

As modificações que acorrem são em suas moléculas que ao se defrontarem com um ambiente ou “habitat” fraco e atrasado como o nosso, aumentam de tamanho assustadoramente e ele torna-se um ser imenso, gigante e poderosíssimo. Talvez na sua galáxia ele estivesse mais restringido ao seu “habitat” e seria em tamanho de dois e meio metros de altura. é como se fosse uma grande tocha acesa que brotasse do chão, ou seja, não tem aquele cabo de tocha que aqui os corredores que disputam as olimpíadas levam nas mãos, ou aqueles tipos de tochas que ficam pendurados nas paredes escuras e subterrâneos dos velhos castelos da Europa. Reflete uma luz tão forte e resplandecente que penetra em tudo e em todos exercendo um domínio, e um fascínio indescritível.

Disse-nos ele ser o Engenheiro Sideral responsável por nosso sistema solar. Ele é quem controla e altera o curso dos planetas e tudo o mais que ocorre dentro do nosso sistema solar. É uma espécie de Deus-Criador responsável por tudo o que existe e vai existir, por tudo o que acontece e vai acontecer em nosso sistema futuramente; seu nome é GÓSBOLÁU. Esse ser maravilhoso que conversa conosco, nos mostra também todos os detalhes sobre o Cosmo, sobre o Sideral e sobre o Núcleo Central Cósmico-Deus! Por isso, após tantos anos de experiências sofridas que eu e minha Querida Esposa passamos, posso dizer que algumas coisas conhecemos e delas podemos falar.

Outro engano muito grande e um pouco irracional por parte da ciência é quando ela menciona o fato de uma luz de uma estrela qualquer estar viajando no espaço há milhões ou milhares de anos enquanto a estrela não se encontra mais naquela posição!? Que atraso! Que bobagem!

Partindo da mesma afirmação que fiz acima e que vale também para as estrelas, eu digo que a nosso galáxia gira inteira e com ela as estrelas e o nosso sistema solar, no mesmo ângulo e velocidade e como o que chega até nós são raios emitidos pelas estrelas e não sua luz, estamos recebendo esses raios no presente ou seja, elas emitem lá e nós a recebemos aqui e agora computadas apenas pequenas diferenças entre a velocidade da galáxia e a velocidade dos raios, mas como a emissão é contínua, não há solução de continuidade. Mesmo porque se essa aberração da ciência estivesse certa o feixe de luz emitido há milhões de anos atrás já teria sido absorvido pelos Espaços e planetas por onde passassem, além dos trilhões de quilômetros de extensão de vácuo que não nos retransmitiria a luz em si!

Portanto aqui fica mais uma para os gênios da ciência pensarem! E que não pensem que eu seja um indivíduo presunçoso, jactante e com complexo de cientista! Não o sou! Apenas acho que está na hora deles deixarem de ser tão materialistas obtusos e fazer concepções apenas sobre o que está sob suas vistas e sobre o que há na Terra, sem mesmo dar chance para Deus, pelo menos para Ele que acho ser a fonte de tudo, pensar e equacionar tudo antes deles. Até o nascimento deles Ele “bolou” antes, porque não o resto do Universo. Só isso!

Já revi algumas de minhas vidas anteriores e em algumas dediquei-me a Ciência e alguns dos meus postulados são empregados até hoje, por isso, se eu fosse contra a Ciência ou contra os cientistas estaria sendo contra meu próprio interior mas há sempre o momento do despertar. Quis Deus, ou o Destino, que o meu despertar fosse agora, então não posso deixar de por a público o meu ângulo de visão que pode e deve ser discutível e discutido, apesar de hoje não ser cientista, sou assistido por seres que são mais do que cientistas porque o conhecimento deles abrange o Universo e não apenas o planeta deles. E como eles viajam pelo Espaço Sideral, penso, devem ter mais experiência que os nossos cientistas de gabinete!

Portanto, não estou aqui para tentar desmascarar a Ciência mas sim acrescentar novas idéias e novos ideais, pois acho que mesmo sendo a Ciência “uma Santa Tomé”, que necessita comprovar tudo o que explica, tem margem para deixar passar um pouco do Empirismo e sobre este fazer suas futuras ilações. É o caso da Lei da Relatividade de Eistein. Não foi comprovada até agora, porém a Ciência se apega a ela como se fosse tudo exato, apenas porque aquele genial cientista criou uma fórmula para suas explanações. Eu, ou melhor, os extraterrestres também poderiam ditar-me as fórmulas correspondentes a algumas afirmações que faço, porém, não há interesse nisso, nem por parte deles, nem de minha parte!

Apenas lanço ao mundo alguma coisa inusitada e que possa ajudar os pesquisadores e pensadores a analisarem com mais desprendimento todos os assuntos que fogem ao comum e possam levar as mentes a harmonização com o Núcleo Central Cósmico-Deus, ou Divindade. Pois, achamos, eu e os extraterrestres que, “O que se leva daqui é o conhecimento que aqui se deixa”!

Vou fazer de passagem algumas observações sobre a utilização parcial da Lei da Inércia, de Newton: Digo parcial, porque todos satélites lançados pela Ciência no Espaço não raramente ameaçam despencar sobre nossas cabeças e para que isso não ocorra ela tem que fazer correções de suas trajetórias para que eles permaneçam mais tempo em órbita em torno da Terra. E se a Lei da Inércia fosse totalmente aproveitada os satélites seriam como a Lua que há milhões de anos gira em torno da Terra e em torno do Sol e ainda em torno do seu próprio eixo e não despenca. Chega a baixar talvez até a uns 320 mil quilômetros de distância da Terra quando a avistamos como Lua Cheia mas, retorna à sua altitude normal que é de aproximadamente 380 mil quilômetros, portanto ela tem uma queda vertiginosa e continua dentro da Lei da Inércia. E quais são as forças que anulam ou equilibram as outras forças da Lei da Gravidade que tende a puxar tudo para o solo terrestre?

Não devemos esquecer que no vácuo absoluto nada tem peso, ou seja, por maior que seja o corpo celeste, no vácuo ele é zero. Desta forma, para que um satélite natural como a Lua permaneça em órbita e aqueles dois de Marte não só permaneçam em órbita como girem em sentido contrário um do outro.

Os satélites de Júpiter que são muitos e alguns deles são considerados planetóides tal é o seu tamanho, há a concorrência de vários fatores e não somente a Lei da Inércia, ou seja um corpo recebe um impulso inicial e mantém aquele impulso porque a inércia não interfere na sua trajetória.

Os fatores predominantes são, as polaridades magnéticas existente em cada corpo, ou seja, na Terra o polo positivo é o polo norte, o negativo o polo sul, a força de atração do Sol e do ponto magnético central do sistema. Os raios solares sobre a Terra e seus reflexos na Lua que interagem como fator de repulsão entre um e outro. O plasma cósmico ao qual são envolvidos todos os planetas o sistemas solares da galáxia e também as outras galáxias. As linhas magnéticas que percorrem o Espaço sideral interligado sois e planetas, enfim nada que o homem conseguisse fazer melhor que o Núcleo Central Cósmico a Divindade.

Quanto a não haver possibilidade de ser utilizada a conhecida velocidade da Luz dentro de cada planeta e principalmente dentro da Terra por uma nave física, é devido haver um limite de velocidade – física oferecido e permitido por cada planeta, no sistema de propulsão das naves extraterrestres. Conforme o que eles me informam essa velocidade é regulada conforme a rotação do planeta em seu próprio eixo, o teor magnético emitido pelo polo positivo do planeta, no caso da Terra, o polo Norte. O teor e a composição do traçado das linhas magnéticas dentro da atmosfera da Terra. É como se houvessem trilhas no espaço atmosférico ligando os pólos, circundando e cruzando o planeta os quais, só suportassem “x” velocidade por hora, por exemplo 10.000kms por hora e se a nave passasse disso sairia fora dos trilhos, explodindo ou chocando-se contra o solo ou ainda “sendo expulsa para fora do planeta dependendo do seu ângulo de vôo. Mas nada tem a ver com a resistência física da tripulação, a qual só sofreria se a nave fosse avariada, como já ocorreu dezenas de vezes na Terra, quando naves explodiram no ar, no solo, ou caíram intactas e a tripulação morta devido a desarranjos técnicos internos.

Para concluir, volto a insistir: “O Sol É Um Planeta Frio”, não está pegando fogo, não há reações termo nucleares em seu interior mas químicas onde componentes opostos se chocam e desencadeiam a emissão dos raios infravermelhos, ultravioletas e o raio-de-luz. Os dois primeiros são filtrados e retidos em sua aceleração, ou seja, são desacelerados nas altas camadas atmosféricas de cada planeta incluindo a camada de ozônio e chegam ao solo já filtrados. O terceiro é atritado nessas camadas incandescendo-se dando como resultado a luz e o calor conforme a necessidade do planeta. Quanto mais espessa e mais baixa e quanto menor for a densidade úmida, maior será o calor e a luz gerados internamente.

Quanto mais rarefeita for a camada atmosférica menos atrito, menos luz e monos calor, maior será a escuridão e maior será o frio. Portanto, a luz e calor que a Terra recebe são originados pelas reações de nossa atmosfera aos raios frios emitidos pelo Sol e não por ele estar em auto-combustão. Não está! Caso contrário, a galáxia toda estaria em chamas e as outras galáxias também! E os quasares, “Buracos negros” dentro da nossa galáxia e dentro das galáxias, também estariam. Seriam gigantescos amontoados de brasas siderais. Na verdade são luminosas, apenas luminosas.

O Núcleo Central Cósmico-Deus, ou a Divindade é Luz e não fogo!. Há muita diferença entre uma coisa e outra.

O bulbo ou filamento de uma lâmpada elétrica do qual foram os fotônios para nos transmitir sua luz está aceso e não está pegando fogo!

Um simples vaga-lume traz, a luminescência em sua cauda que também jorra luz e não traz nela uma tocha pegando fogo!, ele também produz em si próprio a reação físico-química em miniatura como se fosse um pequenino sol a volitar nas noites quentes do nosso amado planeta Terra!.

Compilado e revisado em 12/10/95 às 15:10h

D.Yezzi

[hr align=”left” size=”1″ width=”33%”]

[1] Porque aquela gigantesca bola “pegando fogo” que é Sol, queimaria tudo por igual, mesmo com as diferenças angulares entre a Terra e ele.

[2] Soubera que há anos atras divulguei parte desses meus conhecimentos a revistas e palestras em alguns Estados brasileiros com repercussão até mundial.

[3] Se pudéssemos ouvir o que uma “bactéria sionista” que resida num planeta (elétron) ela diria “o nosso sol (átomo) está pegando fogo!”

[4] Ler explicação dessa parcialidade mais adiante.

[5] Porém ainda assim são desenvolvidos por serem desprovidos de maldades. Os de Fesp que ainda são grotescos são como grandes camaleões que vivem na água e saem para a terra poucas vezes.

O Sol é um Planeta Frio - Desenho original (Figura 43)

[box type=”note” size=”large” border=”full”]O Sol é frio, mas nas suas altas camadas ocorrem choques físico-químicos de elementos opostos que provocam a emissão dos Três tipos de raios: ULTRAVIOLETA, ULTRA-VERMELHO e o RAIO DE LUZ NATURAL. Percorrem a distância de 150 milhões de km de vácuo entre o Sol e a Terra, para serem atritados e filtrados nos 400 mil km, da atmosfera terrestre e, só aí os raios de luz natural se encandecem fornecendo luz e calor adequados ao habitat terrestre, enquanto os raios de onda curtas são retidos naturalmente não causando danos ao ambiente. (Trecho do texto da ilustração)[/box]

O Sol é um Planeta Frio - Desenho reproduzido (Figura 44)

O Martírio de Jesus de Nazareth

São Paulo – Semana Santa de abril de 1995

Dedicado às minhas Queridas Conceição e Regiane

O que aqui vai descrito, foi captado pelo processo que denominei de mentografia, que nos permite assistir as cenas que se passaram há milhares de anos atras (quase uma psicometria), nos permite visualizar os mínimos detalhes dos fatos como se naquela época estivéssemos vivendo, ao mesmo tempo que vamos escrevendo ou descrevendo os acontecimentos. Não é igual a psicografia porque este é um processo mecânico, automático, no qual o médium não participa do que está ocorrendo apenas escreve sem vontade própria, sua mão é dirigida pela entidade comunicante.

Na mentografia, além de ser um processo de escrita direta a longas distâncias Inter-Vivos, nós, os médiuns, ou intermediários, participam de tudo, utilizando-se da Telepatia, da Psicometria, da Incorporação Inter-Vivos, da Materialização Inter-Vivos, da Projeção do Duplo-Etérico às longas Distâncias (Viagens astrais) e outros fenômenos.

Acredito que grande parte daqueles que lerão estas páginas e se afinarem com seu conteúdo, com certeza, serão os remanescentes reencarnados da Atlântida da época de Antúlio de Mah-á-Etel que na linguagem atlante quer dizer: Antúlio da Estrela Platinada (Vênus) de há 50 mil anos atrás naquele imenso continente hoje submerso no Oceano Atlântico entre as Américas e as Ilhas Caribes. Hoje, milhares como nós reencarnados e outras milhares ainda no Espaço, desencarnados, mas que vieram seguindo os passos do Grande Mestre Jesus que, naquela época já era um grande líder espiritual programando suas futuras reencarnações através dos tempos e suas missões sempre em defesa do Bem, dos fracos e dos humildes, e que com sabedoria, humildade e mansidão haveria de nos deixar grandes exemplos, principalmente em sua reencarnação como Jesus de Nazaré. Esse grande contigente que poderá estar em sintonia com o que aqui vai descrito, fez e faz parte daquele Clã de espíritos abnegados, missionários mentalistas, amantes do Bem e da Grande Harmonia Cósmica que para Terra vieram oriundos do planeta Vênus, planeta já evoluído naquela época principalmente no que se refere à evolução espiritual, com uma população, uma humanidade bondosa, pacífica, contrária visceralmente à belicosidade e que ainda não mede esforços em sacrificar a própria vida pelos seus semelhantes mesmo que estes não sejam do seu planeta. Haja visto, os grandes e importantes pacifistas de vários países aqui na Terra que soubemos, com certeza, serem eles de origem venusiana, mesmo que isto lhes custe milhares de anos de sofrimentos físicos, morais, espirituais, psíquicos e venham a prendê-los através do karma num planeta e uma humanidade embrutecida como a terrestre.

Esta imensa dedicação humanistica por parte da humanidade venusiana tem lhe custado um altíssimo preço, pois muitos de seus líderes espirituais, outrora livres pensadores quando lá viviam, acabam permanecendo na Terra por dezenas e centenas de reencarnações de prova e de resgate, pois tendo eles grande força mental acabam atingindo seus algozes através da magia e assim pagam por fazerem mal uso dos seus conhecimentos, que os desciam dos objetivos e ideais traçados há milênios. Jesus conseguiu refrear essas forças mentais e perdoar aqueles que o perseguiram. Foi, talvez entre alguns outros uma exceção.

Milhares dos antigos habitantes dos antigos continentes da Lemúria e da Atlântida, antes desses continentes submergirem, eles subiram para o planalto em busca de outras terras e lá deram origem às civilizações de grandes pensadores, hermetistas, humanistas, mentalistas, magos, pacifistas e outros, mais ligados as áreas do psiquismo humano e foram pioneiros entre os Vedas anteriores ao povo Hindu, posteriormente, entre os Hindus, entre os Tibetanos, entre os Egípcios, os Chineses, os Astecas, Toltecas, Maias, os Incas, os Druídas que por sua vez lideravam os Celtas. Enfim, povos que predominantemente se apegavam à magia, a feitiçaria, entre os Ciganos povo nômade que teve sua origem na Índia e se espalhou pelo mundo conservando seus antigos costumes e é claro, entre as raças pós-diluvianas que foram os Babilônios, os Assírios, os Macedônios e outros que se mesclaram com os reencarnados oriundos da estrela Capela e que formaram as raças do Oriente Médio, os assim chamados arianos e israelitas que redundaram na formação de uma humanidade técnica e mentalmente mais arrojada dando ensejo à miscigenação racial para a acolhida do nascimento da ramificação genética que faria brotar o Mestre-dos-Mestres, Jesus.

Após todo esse tempo e toda essa miscigenação racial e a redistribuição de espíritos pelos quatro cantos do globo, bem como a fusão com outros espíritos belicosos vindos do Capela (o famoso paraíso perdido da raça adâmica) os quais pela sua índole e cupidez, empáfia, malignidade, perversidade, etc., etc., também deram origem à povos guerreiros, conquistadores, usurpadores, vilipendiadores das raças e respectivos conhecimentos, pode Jesus programar seu renascimento de há dois mil anos atrás em Belém na Judéia, e que depois também foi acolhido entre os Essênios que faziam parte daquele seu antigo clã da Atlântida.

Há também a outra parte dos que lerem estes relatos que não concordará com o seu conteúdo por falta da afinidade e da sintonia fina com os fatos e também porque os seus dogmas, preconceitos e fanatismo de toda a sorte inclusive o religioso, não conseguirá admitir ou entender que o Espírito de Jesus é um espírito humano como todos os nossos espíritos ou o espírito de cada um de nós.

Acreditem se quiserem, uma vez Ele nos disse através da telepatia e projeção de sua imagem dentro do astral ou psicosfera de nossa casa de Ribeirão Pires: “- Os seres humanos necessitam sempre temer ou acreditar em algo maior que eles, algo sobre-humano, algo sobrenatural, por isso colocam a mim dentro de uma redoma cósmica de onde eu não possa sair, para que eles dêem vazão às suas faltas através de adorações e promessas, esquecendo-se eles que eu fui e sou ser humano e quero estar junto ao ser humano, meu trabalho no planeta de onde vim e na Terra sempre foi em prol do ser humano. Preciso dialogar com o ser humano e gosto de ser visto como tal, por isso, eles e suas religiões não admitem que eu e outras entidades elevadas possamos descer e entrar em contato com os seres humanos através de outros seres humanos. É uma questão de sintonia e nivelamento de vibrações e isto eu faço sempre. Não gosto de situar-me num pedestal. Sou o que sou hoje, graças a ajuda de outros seres humanos de uma grandeza de alma infinita, sem a qual o Cristo tanto apregoado não existiria; entre estes seres maravilhosos está o aparelho que capta hoje estas linhas (minha esposa), o seu companheiro, sua filha e dezenas de outros”.

Para mim que agora estou compilando aquilo que nos fora dito há anos atrás, é uma dádiva muito especial poder comentar e escrever sobre o Grande Mestre, mas para isto tenho que reportar-me aos “porquês” de sermos nós em fazê-lo e tentar explicar como isto foi possível e através de quais dons e fenômenos conseguimos fazê-lo.

Só após o nosso desenvolvimento psíquico, mediúnico e o desenvolvimento das faculdades paranormais como: a psicometria, as projeções do duplo-etérico (viagens astrais), (saídas fora do corpo conscientes), desdobramentos (saídas do corpo inconscientes (durante o sono mas com lembranças do que ocorreu), (não se trata neste caso, de sonho, que, tenho para ele uma explicação à parte), e ainda outros fenômenos tais como, a vidência, a clarividência, a audição astral, a visão das cores áuricas ou aurividência e etc. Todos esses desenvolvimentos ocorrem no decorrer do tempo e exigem uma dose de sacrifício pessoal muito grande, além de regimes alimentares afim de tornarem o físico se não mais leve, pelo menos mais liberto para transitar ou permitir que seu perispírito transite mais livremente entre os campos físicos e astrais ou entre a fisiosfera (crosta terrestre) e as psicosferas (campos espirituais).

O perispírito liberto do físico e com sua mente já preparada para todos os eventos que lhe surgirem, ou seja, isto eqüivale a dizer que ele tem obrigatoriamente que estar isento dos medos, preconceitos e tabus, dos religiosíssimos de todo o tipo, da obtusidade própria, da falta de cultura espiritual, das mazelas kármicas que o inibiriam para qualquer propósito mais elevado, principalmente aquele de poder avistar-se e dialogar com entidades mais elevadas, entre estas a figura luminosa do Grande Mestre Jesus e outros avatares de outros orbes, ou de outras regiões cósmico-siderais.

Somente após longo treinamento desde a infância e com a ajuda de grandes entidades e do nosso Mestre Jesus, pudemos voltar gradativamente ao passado longínquo de nossas origens. Tudo está registrado em nossa extensa “fita magnética” ou “video-fita”, que fazem parte dos registros akáshicos siderais, mas há a necessidade de se ter conhecimento e a mente aberta para adentrarmos cada fase desses registros a sem barreira de tempo e de espaço.

Voltando ao início da vinda de Jesus para a Terra, Ele próprio nos mostrou com imagens mais nítidas que uma TV moderna que Ele fora Cristi-ien, Governador Geral do Planeta Vênus, portanto Jesus é de origem venuziana. Mostrou-nos sua esposa lá em Vênus naquela época, a belíssima Mah-hára que posteriormente, milhares de anos depois viria a ser sua amada de coração Maria Madalena que o ajudaria, da sua maneira, a levar a cabo sua missão. Hoje tenho o privilégio de ter esses espírito como minha Amada, instrutora e protetora espiritual.

Em Vênus foi feita uma reunião entre as Entidades Espirituais de lá e os Engenheiros Siderais mais os líderes vivos do planeta, entre eles Cristi-ien, Mah-Hára, Maria, José e outros que muito mais tarde acompanhariam a Jesus, decidiram que após o desencarne de todos lá em Vênus viriam para a Terra, na época para os continentes da Lemúria e Atlântida até o apogeu da civilização lá reinante, e ao chegar o declínio e sua conseqüente submersão, esses espíritos subiriam e reencarnariam em outros continentes para juntarem-se em nova plêiade de pensadores e humanistas visando sempre a evangelização dos povos que seriam exilados vindo de outras constelações e trariam uma enorme soma de revoltados, negativos e belicosos. Isso foi levando milhares de anos, com centenas de sucessivas reencarnações daquelas que se propunham auxiliar, e durante todo esses tempo as modificações telúricas foram ocorrendo na Terra, movimentação da crosta, dilúvios, guerras longas e fratricidas.

Jesus e sua clã, ou melhor, Cristi-ien e sua gente foram nascendo, morrendo e reencarnando em várias regiões do planeta, principalmente nas regiões compostas por astrais místicos tais como: a antiga Índia, o Tibete, o Egito, o Alto Oriente onde se inclui a China, a Mongólia, a Ásia Central, o Japão e etc., até que faltando mais ou menos dois mil anos para o fim do novo ciclo terrestre teria que nascer o Avatar Jesus e sua Clã mística.

Eu e minha clã, originamos do planeta Marte, após aquela decisão sideral, viemos nos juntar com os venusianos aqui na Terra, também a partir da Lemuria e da Atlântida, com uma diferença, o povo de Vênus que é essencialmente mentalista, amante da paz e do silêncio restringiu-se à mística, à cabalística, ao amor ao próximo e as causas humanitárias. O povo marciano, igualmente muito evoluído e mais afeito às novas invenções, um povo mais lépido, mais “elétrico” e é claro com “estopim mais curto”, veio também em ajuda aos venusianos amparando-os nas inovações técnicas, contudo serem os marcianos também amantes da paz, do amor ao próximo, do silêncio, tinham e ainda tem mais propensão às defesas físicas através da tecnologia e aparatos bélicos, a música, as artes, aos esportes etc…. Enquanto o venusiano trava a sua batalha silenciosa através dos poderes mentais e da magia, o marciano, muitas vezes extravasou e ainda agora, com menos freqüência, a sua batalha no “tete-a-tete”, no corpo-a-corpo.

Por isso, na época de Jesus, Ele sempre preferiu escolher para estar ao seu lado, pessoas cuja índole fosse mais próxima a índole venusiana, os mansos de coração, como ele os chamava e ao perguntar-lhe “porque Ele com os poderes que tinha não petrificou aqueles que O fustigavam, transformando-os em estátuas para serem contempladas pelas futuras gerações, como lição, para que jamais esquecessem”, Ele respondeu-me: meu querido, eu dizia também que deviam amar uns aos outros e que eu não viera para mudar a Lei, nem a Lei dos homens, nem a Lei de Deus, porém, não me era proibido não sofrer dor; pois eu sabia, e a experiência do tempo milenar em que vivi na Terra ensinou-me como isentar-me o mais possível da dor física, afastando do meu corpo físico o meu espírito e com ele o duplo-etérico que é o agente da dor. Porém, nem sempre isso era totalmente possível devido a falta de concentração interior e o burburinho da turba um tanto enlouquecida ou tomada pela sanha malévola dos fanáticos sacerdotes-políticos e os açoites e estacadas dos carrascos.   Eu sabia também que não seria a minha dor ou meu sofrimento físico que iriam permitir a redenção da humanidade, pois, antes de mim naquele mesmo lugar, dezenas de pessoas foram sacrificadas tanto ou mais que eu, e muitos, aos milhares, seriam ainda sacrificados em meu nome, em guerras e outros acontecimentos nas centenas de anos que se seguiram à minha morte. Portanto, a redenção da humanidade seria feita através dos ensinamentos deixados como coluna mestra da moral, da espiritualidade e do novo comportamento social humano, e foi isso que tentei fazer!

Foi quando assintosamente respondi: “- Ah! se eu estivesse por lá naqueles momentos!(fiquei sabendo que me encontrava na Grécia no momento da crucificação de Jesus). Ao que o Mestre respondeu: “- Eu agradeço ao Pai por você não ter estado lá, pois se estivesse, você poderia ter desviado os acontecimentos para pior, eu não cumpriria o que vim fazer, você acumularia outras culpas e a missão de todos nós estaria arruinada. Esta missão, como você sabe, foi programada há milênios atrás fora do ambiente terráqueo por todos nós em conjunto com os Engenheiros Siderais com vistas à doutrinação e elevação do padrão mental e espiritual da imensa população de exilados de outros orbes que seriam enviados para a Terra, planeta relativamente novo e como forte potencial para o desenvolvimento de novas criaturas já em grau de inteligência avançada. E como os Engenheiros Siderais sabem por experiência em milhares de outros planetas nesta e noutras galáxias, que a maior parte desses espíritos exilados passam de planeta para planeta sem se modificarem, pois entram no circulo vicioso do desamor, do mal e todas as vicissitudes imagináveis e inimagináveis e retornam a estaca zero a despeito do sofrimento a que se sujeitam e mesmo com ensinamentos e sofrimentos de outrem por eles. Por isso, há milênios já estão sendo preparados os locais de nova acolhida para eles em outros locais do Universo e, logicamente, outros espíritos se sacrificarão por eles lá a onde se alojarem. Assim é Deus, assim é o progresso e a evolução dos seres que habitam os milhões de mundos criados e que forem sendo formados.

Sempre haverá chance para todos, porém, o tempo de estagnação e de demora na evolução é por conta de cada um desses espíritos. Poderíamos denomina-los de espíritos afeitos a colonização de orbes e humanidades em evolução, e, como colonizadores que são, pagam seu preço para isso, completou o Mestre. 15/4/95

Nestes dias da chamada “semana santa”, vê-se por todos os meios de comunicação milhares de pessoas revivendo os dias de martírio de Jesus de Nazaré, em alguns locais com a encenação parecida com a que ocorreu há dois mil anos atras. Muitos revivem na própria carne deixado-se chicotear física e moralmente. Há milhares entre essas pessoas cheias de boa fé que tentam lembrar a atual humanidade os ensinamentos do Mestre, mesmo dentro dos dogmas, preconceitos e fanatismo.

  • Aqui faço um adendo, apenas para mostrar que muitos que seguiram Jesus e não são do planeta Dele, hoje se encontram reencarnados no Brasil para futura missão nos dias das transformações finais, alguns conseguimos detectar através da psicometria, é o caso de Marcos o Evangelista, hoje um dileto amigo, outros, sabemos que fizeram parte mas, não nos foi dado saber seus nomes ainda a que são induzidas por suas religiões e crenças. O livre arbítrio continua a prevalecer, pois Jesus nada pediu a respeito e nem deixou algo escrito de seu próprio punho sobre o que Ele fez ou disse, o ser humano sempre culposo reflete grupalmente a sua consciência negativa e de arrependimento de última hora. Porém, há também entre milhares de pessoas aquelas que revivem tudo com escárnio, sadismo, maldade belicosa e maligna e tiram proveito e lucros de toda a sorte, sobre aqueles acontecimentos, deixando bem claro que para eles a lição de nada serviu, continuam aguardando o Messias para eliminá-lo novamente. Mas, o Núcleo Central é magnânimo e vai continuar lhes dando as chances de redenção através dos séculos vindouros, porém, o preço a pagar lhes será alto.

Minha esposa querida que há vinte e oito meses está acamada, em estado quase vegetativo, digo quase, porque ela não se levanta, fala pouco, ouve tudo, enxerga bem, raciocina como criança, não faz suas necessidades fisiológicas sem ajuda e emagrece como se estivesse secando, o que me faz chorar e me lamentar como criança, viveu e participou verdadeiramente naqueles dias de martírio do Querido Mestre e hoje, no leito como se quisesse se auto punir de algo que ficou em seu espirito sofre silenciosa e expurga de si e principalmente de nós as toxinas das nossas mazelas milenares.

Pelo que me foi permitido saber através do fenômeno da psicometria, ela sempre foi mulher em todas as reencarnações na Terra e mesmo em Vênus, por isso, mesmo doente e como quase todo o gênero feminino ainda conserva aquela “pitada” de ciúme e sofre ao ver e sentir que não pode estar por inteira comigo e mais ainda quando alguma outra mulher se aproxima de mim. Isto eu não posso evitar pois é próprio dela. Mas, o que tem isto a ver com este capitulo sobre o Amado Mestre, tem muito, pois ela na época Dele também sentia por Ele a mesma coisa e ainda pelo que nós aqui particularmente sabemos ela que foi ou teria sido um grande amor da vida Dele, então, dentro deste contexto, faz parte do Seu Martírio, também! Um martírio que eu passei e estou passando com muita honra apesar das inconveniências. As mulheres, ou melhor dizendo, o gênero feminino de todos os reinos da Natureza são os seres que mais sabem amar o homem e também são os que mais sabem odiá-lo e odiar aos demais seres quando não conseguem atingir os seus objetivos. Deus – O Núcleo Central Cósmico quando gerou o gênero feminino o dotou de todas as qualidades e imperfeições mais que ao homem. Por isso elas são geradoras também e os homens, ou gêneros masculinos, são unicamente reprodutores. A mulher por ser geradora é a célula-mater da espécie humana e por isso, torna-se martírio, vive em constante martírio e é martirizadora.

Ao meu ver o gênero feminino é a Benção Divina materializada. Consequentemente, pelo que pude deduzir no transcorrer dos meus contatos com o Mestre, Ele além de ter sido martirizado fisicamente, martirizado emocionalmente pois amou muito a humanidade e amou silenciosamente, porém intensamente seu antigo amor e companheira Venusiana Mah-hára que, posteriormente seria a pedra moral de sua missão na Terra, Maria Madalena, hoje um grande espirito que também tem martírio. Martírio, porque sofre na carne, na mente e no espirito o que Ele veio sofrendo. Se apenas sofresse não teria importância mas, não posso vê-la sofrer e nem a minha Querida Filha ou meu Querido genro. Na verdade não posso ver ninguém sofrer, e sem demagogia religiosa, não poderia presenciar nosso Mestre sofrer, com certeza eu interviria com a força nem que fosse para sacrificar minha própria vida. Atualmente, talvez, eu agisse diferentemente!

Mas o Pai, O Núcleo Central Cósmico, através das Inteligências que O compõe, programa tudo com antecipação e dentro das possibilidades normais sem exceder-se, deu a proteção ao Divino Mestre. Digo sem exceder-me pois, o Mestre Jesus nasceu como ser humano comum filho de ventre de mulher, feito de carne e osso, com dores e sentimentos iguais a todos os mortais, poderia ter sido liquidado mesmo antes de dar os primeiros passos.

O Pai Celestial, não o fez vir com uma couraça de aço ou com exercito super armado a fim de que ele pudesse ser defendido e pudesse romper barreiras que iria enfrentar. Contudo, deu-lhe uma proteção indireta, desviando seus caminhos dos caminhos dos seus algozes enquanto era necessário fazê-lo. Haja visto, milhares de crianças mortas a mando de Herodes, em seu lugar, outras milhares mortas antes por Moisés à caminho do deserto em direção a Terra prometida, isso três mil anos antes. Iluminou Seu caminho assim como o caminho daqueles que O queriam ver nascer. É o caso da famosa estrela de Belém que se movimentava nos céus guiando os três reis magos e outros seguidores daquele que seria o Mestre dos Mestres. Conforme fui informado, aquilo era uma nave de Vênus que veio acompanhar o nascimento aqui na Terra de seu Cristi-ien e estava repleta de lideres daquele planeta.

Após todo aquele martírio que Jesus passara, antes de seu desencarne ficou no ar toda a vibração emitida por Ele. Toda a Terra, mas principalmente a região onde Ele se encontrava, foi como que alterada por aquela vibração toda; a Natureza se transformou, o tempo mudou, nuvens foram atraídas pelo intenso magnetismo reinante. Seu corpo foi envolto num simples sudário de linho que depois ficou impregnado como se uma intensa radiação, registrando todas as marcas do Seu suplicio. O corpo desapareceu como por encanto e conforme sou informado, o pessoal de Vênus de dentro de uma nave que pairava a grande altura se incumbiu de pulveriza-lo através de aparelhos com raios desintegradores (a guisa de composição da temida bomba de neutrons que só destroi o físico humano ou outros físicos) fazendo-o desaparecer de sob o manto de linho e sugando as partículas para dentro de um recipiente no interior da nave e, assim, acabando com todos os vestígios humanos de Jesus que poderiam também serem disputados pelos mesquinhos e fanáticos seres humanos e suas seitas, principalmente pela magia negra. Assim, como foram outros objetos que sobraram de Sua missão aqui na Terra, tais como o madeiro da cruz, o cálice da Santa Ceia (o chamado Graal) e outros, inclusive o santo sudário que hoje é motivo de disputa entre a igreja, a ciência e os fiéis. Imagine o leitor se o corpo de Jesus tivesse permanecido em seu sepulcro!

Portanto, o martírio de Jesus de Nazaré foi a pedra angular da filosofia e da religião na Terra. Esse martírio rompeu todas as barreiras físicas, morais, espirituais, mentais, de fisiosfera e de todas as psicosferas planetárias. Houve uma reação de todas forças, negativas, neutras e positivas desta periferia da Via Láctea.

Jesus de Nazaré e Seus feitos foram uma espécie de espelho refratário para a humanidade da Terra e dos demais planetas de nosso sistema solar. Nesse espelho, todos viram refletidas suas falhas e seus acertos, grandes e pequenos, do passado do presente e do futuro. Ninguém, após a vinda Dele, poderá alegar inocência ou ingenuidade a respeito do que é o Bem e ou que é o Mal. O Karma da Terra e de cada habitante foi reforçado, a Lei Universal e seus códigos ficaram mais claros para todos, além do que, sobre essas leis paira a Justiça Divina e não a corrupta e inócua justiça dos homens.

O que Ele mui sabiamente dizia e previa através de suas parábolas, já vem ocorrendo há muito tempo. O mundo caminha para seu estertor que já se aproxima céleremente. Os dois sóis previstos no Apocalipse e o fim da “Babilônia” aproximam-se. A Besta virá dos céus e não será um homem, dizemos nós.

Talvez o mundo não escape de uma terceira conflagração, mesmo com tudo aquilo que Mestre deixou como lição ao ser humano de dois mil anos para cá. Todas lideranças siderais e cósmicas, pelo que eu sei, estão empenhadas para que não ocorra uma terceira grande guerra, mas, as toxinas do planeta Terra estão tão acumuladas e o ser humano tão desumano que poderá haver a necessidade de uma drenagem dessas toxinas através da dor coletiva. Essa drenagem ocorrerá mesmo sem a terceira guerra mundial, pois o gigantesco planeta Sidérius se aproxima e mudará as orbitas dos planetas dos seus movimentos atuais, aí então prevalecerá o que diz o Apocalipse: “E o céu desaparecerá”!

A missão do Grande Mestre Venusiano Cristi-ien foi preparar as milenares gerações que se seguiriam após a Lemúria e Atlântida para o advento final do assim chamado fim dos tempos que agora está bem próximo. Apenas mais uns poucos anos. Sim, porque mesmo a Lemúria, a Atlântida, Sodoma e Gomôrra terem desaparecidos com todas as suas raças e civilizações, dilúvios e hecatombes várias terem ocorrido de 50.000 (cinqüenta mil) anos para cá, ainda assim, não era o fim dos tempos porque não houve mudanças radicais em nosso Sistema Solar e o planeta Terra ora se inclinava em seu eixo, para um lado ou para outro permanecendo na atual posição no espaço.

Agora não. O Sistema solar em seu todo está se transformando numa Super Nova, ou seja, para quem o olhar ou avistar de fora ele estará inchando para logo explodir e se transformar em dois novos sistemas solares eqüidistantes um do outro, tendo o nosso Sol líder de um sistema e o planeta Júpiter como líder do outro. Sidérius o gigantesco planeta que se aproxima passará entre os dois, ou melhor, obrigará o nosso sistema solar a se transformar em dois. O planeta Terra sairá de sua atual órbita solar, rolará no espaço, atrás do seu sol, com ele levará milhões e milhões de vidas. Não haverá como até então, mudanças apenas climáticas e raciais mas sim, planetárias para dar inicio a uma Novas Era, Novos Tempos, encerrando um gigantesco tempo sideral ao qual viemos pertencendo.

Como Ele mesmo, o Mestre, previra, o Joio será separado do Trigo e todas as gerações que compuseram a humanidade atual da Terra e de outros planetas do nosso sistema solar, em fase de evolução, tiveram suas oportunidades de progresso e espiritualização. Se não aproveitarem, recomeçarão do ponto de partida, noutras regiões siderais e em nova ambientação provando assim que até a paciência Divina tem seu limite.

O mestre Jesus veio várias vezes, em centenas de reencarnações, em muitas delas se sacrificando como na sua última missão de Jesus de Nazaré para nos transmitir isso tudo. Felizes aqueles que O compreenderam, pois lhes será reservada a famosa Terra Prometida. Para os que não O compreenderam ou não quiseram compreender, terão seu “habitat” condizente com a sua índole e vocação. Para isto foi o Martírio de Jesus de Nazaré.

Foi necessário esse martírio?. Ele e as altas Entidades Espirituais dizem que sim, pois tinha que haver uma marca indelével, uma passagem inesquecível para a humanidade que seria gerada dois mil anos após.

Houve um enorme trabalho das Entidades Siderais Reencarnacionistas na formação milenar, antes do nascimento Dele, daquilo que eu chamo de “Meridiano Genético”, fruto do Grande Plano Sideral e Cósmico, pelo qual a herança genética resultaria como meta final na geração de um ser especial, hiper-sensivel como Jesus de Nazaré que não se juntaria com mulher alguma, nem com sua própria mãe e nem geraria filho algum. O Meridiano Genético começaria para Ele e terminaria com Ele. Daí o seu Martírio, aparentemente desumano e aparentemente abandonado a sua própria sorte.

Vale a pena lembrar que muitos mártires houveram na Terra e que também foram crucificados, entre eles o famoso Spartacus que foi considerado posteriormente pelo mundo comunista como primeiro “proletário sindicalista” , mas no entanto, não teve a vida regrada e espiritualizada como a Dele e nem a mesma sabedoria e amor pela humanidade, e muito menos a visão de Avatar Clarividente como Ele tinha.

Neste momento (26/04/95), minha Querida Esposa Conceição, Sua antiga discípula Mah-hára, passa um martírio hospitalar doloroso através de agulhas, seringas bisturis, um processo que hoje completa vinte meses, similar ou pior que o Dele, pois pertence ela ao mesmo Meridiano Genético Espiritual, e como Ele, aceita tudo passivamente, pacificamente, nos dando um exemplo de uma grandiosidade espiritual só percebida e vivida por seres de Alta Hierarquia e, eu pessoalmente torno-me tão pequenino frente a ela e a Ele que não tenho outra saída senão a de chorar, chorar copiosamente como um ser ínfimo e de me envergonhar das minhas fragilidades humanas e se pudesse seria reduzido a pó aos Seus pés.

Por isso, este capitulo e tudo o mais que fiz de bom nesta e em minhas vidas passadas, dedico a essa maravilhosa criatura, esse anjo de amor e bondade que Jesus permitiu me acompanhasse durante todos esses milênios pois Ele sabia que eu iria precisar de alguém ao meu lado que fosse mais forte, mais nobre e mais elevado espiritualmente que eu, que essa minha Querida companheira de todas as horas, Minha Esposa Conceição Aparecida Yezzi, para a qual peço a Ele remeter toda a Sua Energia Cósmico Sideral Restauradora, para que Ela se restabeleça, volte a andar e juntos, possamos passar às massas todo o conhecimento que em nossas almas antigas está armazenado e o amor que em nossos corações está palpitando e que juntados ao Dele possam ainda, a tempo reconduzir muita gente ao caminho do Bem e da Verdadeira, assim como a Minha Querida Filha Regianne (Sara) outro Anjo que me acompanha e sofre por mim, sem que eu mereça tanta consideração; tudo é dedicado a Ela também, e agora ao Paulo meu estimado genro, e a minha netinha Giulia.

Tenho certeza de que Jesus lá nas Alturas onde Ele se encontra, está saudoso e martirizado por ter deixado um anjo maravilhoso como esta Minha Amada, aqui na Terra, mas assim mesmo peço a Ele que não a leve de mim, que permita que eu ainda seja capaz de fazê-la feliz e aí então, sim Ela poderá estar ao lado Dele tendo cumprido sua árdua missão aqui na Terra que foi a de me acompanhar e zelar por minha alma e por milhões de pessoas.

O Núcleo Central Cósmico – Deus, através dos Seus Engenheiros Siderais, em um dos quais espero me tornar um dia, mesmo que esteja longínquo esse dia, faz tudo certo, tudo é regido por Leis Naturais, tudo é planificado com margem de exatidão impressionante, que deixa o ser humano comum da Terra abismado, perplexo é sem atinar com a Consciência Maior. Pensa que pode fazer o que bem quer sem que nada lhe aconteça de volta. O choque de retorno é inevitável e como dizia muito bem O Mestre: – “A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória”.

Eu devo estar colhendo o que plantei! E, apesar de ter o privilégio de saber muita coisa e estar em contato ininterrupto com seres vivos de outros planetas através das “aberturas” paranormais ou mediúnicas e com Entidades Elevadas da Terra e ainda com dezenas de tipos diferentes de seres Elementais, estou um tanto revoltado e inconformado com o que Minha Querida está passando. Olho-a e choro. Choro e olho-a. Não encontro uma saída de conforto espiritual e mental para o meu ego, apesar de se me apresentarem várias saídas, todas teóricas, mas só de teoria não se pode viver!

O que é bom para os outros pode não ser bom para mim e vice-versa. Por isso, comprovadamente o exemplo dado pelo Grande Mestre serviu, serve e servirá enquanto este ciclo planetário durar que, a dor física é a forma natural que o corpo humano encontrou para expulsar as toxinas dele próprio e principalmente do perispírito que por sua vez as expurga da alma e permite a esta se desprender sem apego as coisas e causas da matéria, libertando-se assim para vôos mais altos em direção de Volta a Fonte Criadora, ao Núcleo Central Cósmico – Deus.

O Mestre pessoalmente não precisava padecer aquele martírio tão doloroso mas, tornou-se passivo a ele assim como Minha Querida o faz agora, porque ambas são almas afins, almas gêmeas e necessitam estarem juntas na Eternidade. Sei que um dia perderei este meu Anjo, quer no físico, quer no Páramo Celestial, pois ela voará com certeza muito mais alto que eu, mas resta-me o consolo de saber que fui considerado pelo Criador quando[1] colocou-a há milênios ao meu lado.

Jesus provou que tudo é perene neste mundo.

Ninguém precisa ou deve apegar-se demasiadamente ao mundo da terceira dimensão, deve sim, conservar o instinto de autodefesa, deve zelar pelo seu vaso de carne e osso que é o corpo, que lhe foi presenteado pelas Entidades Reencarnacionistas e pelos seus ancestrais que zelando pelo corpo deles mantiveram firme o Meridiano Genético para ele nascer da forma como nasceu. Se for perfeito, é porque seu perispírito fez jús a essa perfeição e se não for perfeito é porque tem que passar por uma drenagem de alguma toxina que o iria prejudicar mais ainda no futuro.

Tudo o que Jesus de Nazaré tinha que fazer na Terra parecia obedecer a uma matemática coerente, racional onde o número 12 e seus múltiplos tinham e têm vibração definitiva. Os números múltiplos de 12 são o nº 3, e nº 4 o nº 6 e o nº 9. Então vejamos a titulo de curiosidade esta minha simples pesquisa:

12 são o número de planetas que compõem o nosso sistema solar (três ainda não detectados pela ciência)

12 são as constelações que no Zodíaco exercem influencia na Terra.

12 são os signos correspondentes na Astrologia que são regidos pelo Zodíaco.

12 meses formam o ano terrestre.

12 horas formam o tempo do dia.

12 horas formam o tempo da noite.

12 são os meridianos que formam o dia.

12 são os meridianos da noite.

12 são os trabalhos de Hércules, na mitologia grega.

12 são os Cavaleiros da Tavola Redonda, do Rei Arthur.

12 são os números de sons da Música.

12 são o número de cores correspondentes aos 12 sons.

12 são os “chakras” ou vórtices do campo psíquico.

12 são os “plexos” do corpo humano.

12 são os meridianos do corpo humano catalogados pela medicina chinesa.

12 foram os Ministros do Governo do Brasil Novo que em 25/03/95 (na Semana Santa!), a medida de nº 168 foi aprovada por 39 deputados, numero: 3 + 9 = 12.

12 é o total formado pelas 4 estações climáticas na Terra ou seja 3 meses de primavera, 3 meses de verão, 3 meses de outono e 3 meses de inverno: 3 + 3 + 3 + 3 = 12 ou seja 3 x 4 = 12.

12 são as tribos de Israel que no capitulo 7 do apocalipse de João menciona os 144 mil “selados” ou escolhidos para permanecerem na Terra. Decompondo-se este número 144 ÷ 12 tribos = 12 mil “selados”.

12 é o número que compunha os membros da família direta de Jesus, assim distribuídos:

José com a primeira mulher Débora:

por ordem alfabética os seguintes 5 filhos e irmãos de Jesus:

Cleófas
Eliezer
Jacob
Judas
Matias

José com a segunda mulher Maria:

por ordem de nascimento, os seguintes 6 filhos e irmãos de Jesus:

Andréa (Homem)
Efraim
Elizabete
Hannah
Jesus
José

12 portanto, foram os familiares irmãos de Jesus mais Maria que foi mãe que gerou Jesus.

12 apóstolos foram os escolhidos por Jesus, cada um representado um planeta, uma constelação do Zodíaco e um signo da astrologia.

12ª jornada da Via Sacra – a Caminho da Cruz, morre Jesus,- [ com 33 anos ou 3 x 3 = 9 ou 3 + 3 = 6 + 3 { nº do 3º planeta Terra } ou 3 x 3 x 3 = 27 = 2 + 7= 9 ]

24 é o número de anciãos mencionado no Apocalipse de João capítulo 5 versículo 8 (24, número divisível por 12 e etc.,)

Portanto, Jesus estava circunscrito a uma matemática sideral que rege o nosso sistema solar e principalmente a Terra e a sua humanidade, senão vejamos mais um pouco dessa lógica sideral que eu analisei, ainda sobre a ronda do nº 12 e seus múltiplos, seus enigmas e influencias:

Conforme a Ciência da Astronomia e a futura ciência da Astrologia informam, o Sol leva 25.920 anos na sua passagem pelas 12 constelações do Zodíaco e consequentemente também pelos 12 Signos Astrologicos. Em cada ano, portanto cada 12 meses, passa pelas 12 constelações e 12 signos que segundo a Astrologia exercem influencias várias, positivas ou negativas sobre os seres humanos, os quais são: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

E eu sou informado que o nosso sistema solar é formado por 12 planetas e que os Magos da Babilônia e Jesus já sabiam disso, por isso, o Mestre escolhera 12 apóstolos, cada um representando uma constelação, um signo e um planeta, três tipos de influencias que somadas e decompostas ficam 3 x 12 = 36 = 3 + 6 = 9[2] . Os planetas que formam o nosso sistema solar são : Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Äga (ainda não descoberto), Urano, Oswen (ainda não descoberto), Netuno, Plutão e Fesp (ainda não descoberto).

Os três planetas ainda não descobertos levam o nome que seus próprios habitantes dão a eles, conforme sou informado.

Como o Sol percorre o Zodíaco nos seus 360º (graus) decompondo-se o nº 360 temos: 3 + 6 + 0 = 9. Este percurso é portanto para cada ano = 12 meses. Atrasa-se 50 segundos em cada ano ou l (um) grau em cada 72 anos, decompondo-se o nº 72, temos 7 + 2 = 9. Isso faz com ele mude de signo com intervalos aproximados de mais ou menos 2.160 anos, decompondo-se o nº 2.160, temos: 2 + 1 + 6 + 0 = 9. Leva pois 25.920 anos para percorrer em sua passagem pelas 12 constelações e 12 signos do Zodíaco, decompondo-se em multiplicação esses números, temos: 2.160 x 12 = 25.920. Decompondo-se em multiplicação também 25.920, temos: 2 + 5 + 9 + 2 + 0 = 18 = 1 + 8 = 9.

Aqui entram dados importantes que incidem na sobrevivência e na permanência do homem sobre o planeta Terra, dificultando-lhe assim as viagens espaciais, caso não haja proteção e compensações vibratórias adequadas.

Comparando-se o homem (microcosmo) com o Universo (macrocosmo), temos: Conforme a Ciência, o homem respira 18 (1 + 8) = 9 vezes por minuto. Multiplicando-se 18 por 60 minutos, temos: 18 x 60 = 1.080 que multiplicando-se 24 horas, temos: 1.080 x 24 = 25.920 vezes por dia, exatamente o percurso que o Sol leva em sua passagem pelas 12 constelações do Zodíaco.

Lembrando que o ano na Terra é de 12 meses e, se dividirmos os 360 graus em que o Sol percorre todo o Zodíaco por 12, temos: 360 ÷ 12 = 30 que seria a quantidade exata de dias de cada mês, decompondo-se os nº 360 e 30, temos : 3 + 6 + 0 = 9; 3 + 0 = 3, e 3 + 9 = 12. No caso de dias estou desprezando as frações de 30 que dariam mais 5 dias do calendário terrestre atual. O correto seria ter o nosso calendário terrestre com 30 dias para cada mês e não 28,29,30 e 31 como até agora; ocorre porém que a contagem terrestre dos dias baseia-se no movimento de translação da Terra em torno do Sol, que dá 365 dias, daí a pequena diferença.

O povo Maia se utilizava em seu calendário de 30 dias para cada mês, baseava-se portanto, no movimento do Sol e não no movimento da Terra.

Se ao invés de decompormos o nº 365, multiplicássemos ele por ele mesmo, temos: 3 x 6 x 0 = 18 que é igual a 1+ 9 = 9 ou 360 x 360 = 1296000 = 1 + 2 + 9 + 6 + 0 + 0 = a 18 = 1+ 8 = 9 = ou 9 x 3 que é o nº do planeta Terra na posição do sistema solar, ou seja, a Terra é o 3º planeta do sistema solar = 27 = 2 + 7= 9 ou 2 x 7= 14 = 1 + 4 = 5 que a diferença entre o nº de quantidade de dias entre a contagem do calendário Maia e o atual calendário em uso. Assim como o nº 360 é o número de graus de uma circunferência.

Se multiplicássemos o nº 2.160 decomposto por 12, temos: 2 x 1 x 6 x 0 = 12 = 1 + 2 = 3 x 12 = 36 = 3 + 6 = 9, ou 3 x 6 = 18 = 1+ 8 = 9.

A Constelação de Sagitário, signo no qual me orgulho de ter nascido é o nono signo do Zodíaco ou signo nº 9 dentro dos 12 signos da Astrologia, decompondo-se esses dois números, temos: 9 +1+ 2 =12 = 1 + 2 = 3 sempre múltiplo de 12!

Penso que com a demonstração acima Jesus não nasceu por acaso no 12º mês do ano terrestre, no dia 25 que decompondo-se é igual a 1 x 2 = 3 x 2= 6 x 5 = 30 = 3 x 0 = 3, ainda o número do planeta Terra! Ele também não escolheu por acaso 12 apóstolos que além do nº 3, é o número da quantidade de planetas do nosso sistema solar que cada um representava e que com Ele, Jesus representando o Sol perfaz a quantidade de 13 astros do nosso sistema solar número este também ligado a magia, ao azar, a cabala como sendo um número diabólico no qual também são baseados os números de jogos de azar da loteria, dos cósmicos e um número que quase todo o ser humano por tradição e também crendice teme e procura desviar-se espavorido. Os americanos a temem tanto que evitam de numerar seus edifícios de apartamentos ou de comércio, com o número 13; exemplificando se o edifício tiver 15 andares a numeração pula do 12º para 14º e assim por diante.

Paganini, que diziam ter parte com o diabo, o que não é verdade! Ele mesmo, hoje ainda desencarnado, nos diz telepática e textualmente que isso não é verdade mas, que ele apenas se aproveitava, para granjear mais fama e popularidade, desse jargão popular, compôs seu 13º Capricho para violino-solo dando-lhe tal conotação melódica que esse capricho é denominado de “o gargalhar sarcástico e zombeteiro do diabo”! Mas Paganini mesmo nos diz que, se o populacho e fanáticos da época tivessem um pouco de senso de observação, notariam que ele só tocava ou preferia tocar no seu violino “Garnérius del Gesú” ou seja Guarnério de Jesus, cujo símbolo no seu interior, marca do liutáio (artífice produtor de violinos) era e é uma cruz! (ver capítulo sobre Paganini)

Quem ler a biografia de Wagner outro grande compositor da música clássica (este de origem venusiana), fez hinos ao planeta Vênus, verá o quanto sua vida foi regida pelo misterioso nº 13!

Com esta singela demonstração desde Jesus a Wagner quis eu dar uma pálida pincelada numerológica e dizer aos leitores que todos somos frutos de uma Alta Matemática Cósmica, Racional, Exata, Divina, que é elaborada no Núcleo Central Cósmico Deus, de onde todos nós originamos!

SP 30/04/95 às 10h31

[hr]

[1] Obs: No momento da edição deste livro quero deixar registrado que Minha Querida Esposa foi para junto do Mestre dos Mestres em 19/03/96

[2] Aqui cabe uma observação: o número 3, o número 6 e o número 9 estão sempre presentes em quase tudo o que se relaciona com os temas siderais ou cósmicos. Talvez porque a Terra seja o terceiro planeta do nosso Sistema Solar e o seu movimento no espaço e tudo que girar é ternário, ou seja 3 por 4 ou 6 por 8. Quem for músico sabe.

A Auto-Exterminação de Entidades Vampirescas

Projeção Astral até um Castelo na região Astralina da Escandinávia próximo à Suécia e Finlândia

Eram quase vinte e trinta horas da noite de dois de abril de 1969. Nossas faculdades psicométricas, de projeção do duplo-etérico (viagens astrais) e mentografia que abrange outras faculdades inclusive a vidência, aumentavam e se hipersensibilizaram a tal ponto que para minha esposa e eu tudo o que presenciamos e presenciaríamos no campo astral já se tornavam rotineiro e nada nos assustava ou nos deprimia.

Sentamos em nosso sofá de casa de Ribeirão Pires, relaxamos como costumeiramente fazíamos antes de iniciarmos nossos trabalhos autodidatas sobre os fenômenos paranormais ou espirituais. Ouvimos a voz de alguém no Astral de nossa casa pedindo que colocasse-os na vitrola o poema sinfônico Finlândia de Jan Sibelius (finlandês). Levantei-me fui apanhar o disco, enquanto no astral notava uma movimentação de muitas entidades visando e realização de um importante trabalho. Nada sabíamos sobre o que seria. Cabia a mim coordenar a parte física e visível enquanto outros mentores cuidariam da parte “invisível” que para nós também era visível.

Deveria eu, conforme solicitação, portar-me de tal modo que pudesse presenciar tudo e gravar para logo em seguida transcrever para o papel para que outros lessem. muitos outros trabalhos fizemos, mas, por nos i integralizarmos totalmente com eles nem sempre pudemos descrevê-los. Mas aqui, salientaram-me que iriam ajudar-me na lembrança dos fatos que iriam se desenrolar para que eu pudesse escreve-los, e assim foi feito.

O que aqui vai relatado é mais uma de nossas vivências e experiências que juntaram-se ao nosso acúmulo de conhecimento sobre esses assuntos e que talvez possa trazer alguma elucidação para os estudiosos do assunto.

Gostaria de frisar que nosso objetivo essencial é tudo aquilo que engrandece o Espírito e o Conhecimento Humano e principalmente com os seres extraterrestres, porém, quando se apresenta uma oportunidade como a desta noite, quando, pudemos auxiliar dezenas de espíritos presos ao psiquismo negativo por eles próprios produzidos alguns séculos atras e que desde então “viviam” à mercê de seus atos nefandos de vampirismo que já praticavam quando viviam na matéria explorando e sacrificando com o maior requinte de barbarismo, não nos furtamos em fazê-lo, mesmo que por vezes nos causem revolta e asco diante de tanta crueldade.

Porém, nosso papel não é julgar os atos de quem quer que seja, apenas relatamos e os auxiliamos a se livrarem das amarras negativas, tanto as algozes como suas vítimas.

Iríamos conversar com um velho amigo espiritual e companheiro na vida anterior, o médico cirurgião plástico alemão de origem australiana Dr. Sidney Smith Blanes Lambert que desencarnou em S.Paulo lá por meados dos anos 50, entidade que uma de suas vidas fora um famoso compositor alemão do romantismo, que também fora pai na vida passada, de minha filha Regianne. Mas nossa conversa não foi possível nesta noite devido aos trabalhos que relatarei.

Ao colocarmos o disco do poema sinfônico Finlândia, de Sibélius, fomos imediatamente transportados segundos após aos primeiros acordes a uma região nebulosa que mais parecia ser norte da França ou Inglaterra, mas que no final viemos a saber que era na Escandinávia. A região era úmida, orvalhada.

O local parecia ser uma praça antiga, calçada com paralelepidos. A iluminação mortiça, tênue, talvez aqueles lampiões a gás ou querosene. Nos foi dito que, aquilo se passava em meados dos anos de 1700 a 1750. Encontravamo-nos, totalmente, fora de nossos corpos, os quais permaneciam sentados imóveis ao som de Finlândia, em nosso sofá da sala de nossa casa, naquele momento, bem distantes de onde nos encontrávamos em espírito.

Para nós (eu e minha esposa) as imagens, os ruídos, os sons, as vozes, eram nítidas como se estivéssemos num cinema moderno com sons estereofônicos e imagens tridimensionais, ou por outra, posso afirmar que eram bem melhores, pois estávamos vivendo e sentido tudo como se nossos corpos estivessem presentes, mas quem ali estava era nosso duplo-etérico e nosso espírito ultra-sensíveis. Todos os detalhes e efeitos eram reais para nós. Dali alguns segundos, ao som longínquo de Finlândia, ouvimos os ruídos de cascos de cavalos que pisavam firmes sobre os paralelepípedos e os ruídos das rodas de uma carruagem.

Era um coche totalmente negro até os quatro cavalos que o puxavam. A carruagem era pequena, de quatro lugares. um banco de frente para o outro. Seu interior era todo aveludado na cor vermelho vivo inclusive os assentos. Na boleia ia um cocheiro magro, alto, de rosto maquiavélico, massilento, vestido a rigor, com “smoking” e cartola, estava vestido a rigor como se viesse buscar altas personalidades, alguém ilustre.

A carruagem fez a volta na praça, parando do outro lados, na frente de um edifício como se fosse um teatro antigo. Nisso aproximou-se um homem alto vestido a rigor, todo de negro com cartola alta e vestia uma daquelas capas presas ao pescoço. Entrou na carruagem e o cocheiro a pôs em marcha. Não víamos o rosto daquele homem até então.

A carruagem seguiu até onde encontrávamos e sem que ela parasse, ouvimos ele dizer: “-subam!”. Era como se ele soubesse que estávamos ali, esperando e assistindo, e como se ele fizesse questão que o acompanhássemos. Já nos encontrávamos dentro da carruagem no assento que ficava de costas para o cocheiro e de frente para ele. Nisso, qual foi o nosso espanto ao vermos seu rosto; era como o do cocheiro, magro, maquiavélico e pasmem! Suas presas dianteiras, seus dois dentes caninos principais, eram longos e lhe saiam para fora da boca. Ali estava bem a nossa frente um famigerado vampiro! Do qual, até então, as leituras e o cinema tétrico haviam feito menção e que sempre nos parecera ficção malévola. Estávamos diante de um ser horrendo com aqueles olhos penetrantes e aquela capa negra que lhe caia às costas e com a qual ele, ao nos olhar, cobria os dentes pontiagudos.

A carruagem seguia por uma estrada solitária a toda velocidade. E nós, apesar das cenas, não sentíamos medo nem dele nem do que poderia nos acontecer, alguém do Alto nos confortava e nos animava a prosseguir. Vimos ao longe uma pequena luz, que parecia ser de uma casa. Neblina espessa envolvia a tudo e a todos. Ouvíamos os ruídos no interior da mesma era um silêncio lúgubre. Vimos, através da janela durante uma curva, que a estrada começava a ser íngreme e tortuosa. Era como um braço de terra que se dirigia a um penhasco e lá embaixo ficava o mar que aquela hora da noite era negro, escuro como breu, mas assim mesmo víamos as ondas se chocarem com as pedras.

Bem no fim da estrada no Alto do penhasco se situava um suntuoso Castelo medieval, era enorme. A estrada dava apenas para a passagem de duas carruagens em sentido contrário uma da outra e era rodeado de precipícios profundos à medida que se aproximava do castelo. A luz já estava próxima, vinha de uma das torres do castelo. Ela era como um ponto de referência apenas, pois não iluminava nada e muito menos através daquela neblina fria e úmida.

A carruagem adentrou os muros do castelo passando por uma ponte elevadíssima que já estava arreada, na espera daquela carruagem ou de outros visitantes, e dando toda a volta em redor do castelo foi para o outro lado ao invés de parar na porta interna principal, parou ao lado de uma grande parede do castelo onde não víamos porta alguma.

O homem de negro e vermelho desceu e nós o acompanhamos de certa distância, enquanto o cocheiro sem balbuciar qualquer palavra tocou os cavalos, deixando-nos ali sozinhos.

Sem que atinássemos como, vimos o interior do castelo, um grande e luxuoso salão todo iluminado com grandes candelabros e cortinas de veludo vermelho. Dezenas de casais vestidos a rigor como para uma grandes festa que estava prestes a começar. As fisionomias eram todas similares a daquele homem tenebroso, maquiavélicas e com olhares que demonstravam um sadismo extremo e uma espécie de volúpia indescritível.

Enquanto isso, em nossa casa, o nosso físico em estado semi-letargico levantava-se para fazer reiniciar a melodia Finlândia. Já começávamos a nos sentir mal. Um mal estar sufocante devido a atmosfera pesada e deletéria ali reinante, mas, continuávamos firmes. Vez por outra, sentíamos raios fulgurantes sobre nossas cabeças e lá sobre nossos físicos a fim de manter as nossas energias e a coragem de prosseguirmos com tudo aquilo que até aquele momento não sabíamos que se tratava. Porém, sentíamos que coisa boa não era! Nessa altura da cena sentíamos que o pior estava para acontecer.

O homem entrou por uma passagem secreta ao lado do castelo, a qual, pelo jeito só ele conhecia. Lá dentro todos o aguardavam para dar início ao festim. Ele apanhara um archote para atravessar os labirintos escuros que levariam até o interior daquele grande salão.

Enquanto ele lá não chegava, vimos do lado de fora do castelo e bem isolados deste por um elo de irradiação magnética que circundava todo o local, milhares de entidades de variada estatura todos vestidos de branco, que ali se encontravam como socorristas do Espaço, aguardavam o momento de entrarem em ação. Ação esta que para nós ainda era uma surpresa. Aquela plêiade de espíritos já vinha acompanhado à distância a carruagem sem que nós, seus ocupantes, soubéssemos.

O mais interessante, foi que sentíamos que aquele ser maligno estava se dirigindo ao local daquele macabro festim com o propósito de naquela noite, por fim àquelas aberrações em que viviam sob o seu comando. Não sabíamos até então quais os motivos que o estavam levando a destruir seu “habitat” naquele castelo, tanto no lado físico, pois eram mortos-vivos, e no umbral pois dezenas de suas vítimas presas ao sentimento de vingança perambulavam por lá, sobre seus ex-corpos e em perseguição a seus algozes desumanos.

Lá em casa, já se iniciava pelo terceira vez a execução do poema sinfônico Finlândia. Os primeiros acordes dessa maravilhosa melodia, por si só já são por demais sugestivos, porém, não fomos nós, apesar de sermos músicos, que a escolhemos. Ela fora escolhida pelos Mentores que acompanhavam o desenrolar daqueles funestos acontecimentos.

Aquela melodia sugere-nos em clima de revolta interior, é vigorosa ao mesmo tempo tétrica e, melancólica e cria um certo suspense emocional. É como um pedido, uma súplica sonora que vibra no Espaço em busca de uma completa libertação do ego, ou do ser humano, ou ainda de uma pátria. As notas interferem em nosso íntimo e nos leva a encarar com profunda melancolia do estado de espírito preso, amordaçado pelo clima de terror que circunda o homem terrestre em sua penosa caminhada pela vida através dos tempos; clima este que o genial amigo Sibélius captou transcedentalmente com perfeição.

Neste momento, aquele ser, surge no grande salão com o archote numa das mãos. Aquela fisionomia tétrica, de vampiro, estava como que extasiado ou dominado por uma estranha força. Ele ali parou e todos aqueles personagens que o aguardavam olharam-no espantados e estranhamente como sem saberem o por que dele estar agindo tão laconicamente naquela noite, quando seu costume era normalmente ordenar o início rapidamente das orgias vampirescas e rituais misteriosos e desumanos nas outras noitadas.

Enquanto ele aguardava o momento exato para agir, permanecia ali parado num canto do salão, nós, como se já conhecêssemos o castelo começamos a percorrer seu interior. Fomos levados até as catacumbas e lá vimos extraviados, dezenas de esquifes contendo em seu interior o que podemos chamar de mortos-vivos. Eram algumas das vítimas daquele clã diabólico.

Saímos através de corredores sempre escuros e que tinham archotes presos às paredes em distâncias regulares um do outro e, encontramos a sala dos martírios e suplícios onde eram cometidos torturas imensuráveis e que nos eram mostradas na tela mental. vimos horrorizados e ao mesmo tempo penalizados dezenas ou centenas de espíritos presos a seus corpos ou ao que restava deles, amarrados e pendurados pelos pés ou pelas mãos, sedentos e clamando por vingança contra seus algozes.

Os corredores terminavam em poços profundos repletos de víboras vivas que se contorciam uma sobre as outras e entre elas corpos e esqueletos e seus espíritos presos à eles sendo “picados” pelas serpentes e que gritavam alucinados num misto de pavor e ódio. O quadro era por demais chocante para nós e nossos corpos distantes tremiam e “chamavam” de volta nossos espíritos. Tínhamos que fazer muita força e vibração positiva ajudados pelos nossos Mentores, para nos mantermos por lá e não perdemos as imagens. travávamos uma luta mental, física e emocional muito grande, pois os choques se refletiam em nossos físicos que pelo seu senso de autodefesa natural queriam nossos espíritos de volta para eles, porém, como estávamos sendo guiados, as forças positivas do Alto eram predominantes e nos mantinham firmes naquele lugar horrendo.

Aquele ser sofredor já estava sentido o momento de agir e conseguimos captar sua mente dizendo “- Como será morrer queimado?”… “- Como será morrer queimado?!”… Todos aqueles seres no salão pensavam continuar vivos naquele estado de vampirismo. Todos, sem exceção, por conseguinte, queriam resguardar suas “vidas” e conservar suas vítimas afim de sugá-las e continuarem vivendo parasitariamente, não importando-lhes o mal e o sofrimento que causavam às suas vítimas. Captamos em seus pensamentos que pressentiam a ação de seu chefe e se preparavam para ataca-lo. Este, como estivesse entorpecido dominado por uma vontade firme ou força maior que a sua, estava embuido em acabar de vez com aquela farsa e ignomínia e isso ele nos transmitia em seu pensamento.

Já havíamos colocado pela quarta vez a melodia Finlândia.

Enquanto ouvíamos seus acordes e aqueles espíritos agora também os ouviam, transmitíamos àquele ser que naquele momento nos revelava seu nome ABLIUS GLOBIS, que, “morrer queimado” não deveria ser tão doloroso como o estado lastimável em que suas vítimas se encontravam há mais de quatrocentos anos até aquela data, e que ele deveria “acordar” para uma vida mais elevada e ajudar a todos a se libertarem daquelas condições de algozes e vítimas. Era como se ele nos ouvisse atentamente e outros também. Nisso ele faz menção de subir pelas escadarias interiores do grande salão que deveriam dar nos compartimentos superiores e lá, talvez, começar a atear fogo em tudo.

Aquela multidão semi-apavorada e enfurecida refletindo um ódio terrível em suas faces maquiavélicas partiu para cima dele e o agarraram, batiam-lhe por todos os lados com murros, tapas e pontapés e o dilaceravam com suas longas unhas e dentes pontiagudos. O archote escapo-lhe das mãos e voou longe indo cair num local com cortinas que instantaneamente começou a incendiar-se. Nisso, vimos todos os esquifes se abrirem e os espíritos serem arrancados de uma só vez e irem subindo em direção às Entidades Socorristas que os iam acolhendo e colocando-os em padiolas-astrais. Os espíritos daqueles sofredores subiam pelas paredes internas e externas do castelo tentando escaparem das chamas crepitantes. Saiam dos calabouços e sumidouros, dos poços de cobras, das salas dos suplícios, das masmorras, enfim de tudo quanto era local que jamais imaginaríamos lá pudesse haver vítimas ou sofredores. Foi um espetáculo horrendo nunca assistido por nós nem em filmes de terror. Era por demais chocante tudo aquilo que presenciávamos. Fora como se houvessem colocado desinfetantes no subsolo do, castelo e nos umbrais e milhares de aparentes seres espirituais que mais pareciam animais e insetos se desalojassem em busca da salvação daquele ambiente.

A melodia Finlândia recomeçava pela quinta vez.

Enquanto isso, no grande salão do castelo, um ambiente suntuoso mas ao mesmo tempo macabro, aqueles seres encurralados sem terem por onde sair pois ABLIUS GLÓBIS, havia fechado todas as saídas e o pavor que os dominava não permitia qualquer raciocínio lógico. Perderam a noção de onde se encontrava a saída secreta. Vimos estarrecidos aquele ambiente de esplendor maléfico ir se desfazendo à medida que as chamas aumentavam. Aqueles seres já não possuíam aquelas vestes luxuosas, e nem aqueles aspectos estereotipados de corpos perfeitos, eram esqueletos que se agarravam entre si e formavam um único bloco em chamas. O castelo era agora uma brasa gigantesca, uma grande massa de fogo, fogo que o consumia todo e o fazia desmoronar. Abriu-se uma grande fenda na terra que tragou tudo por inteiro, engolindo tudo literalmente.

Do Espaço, raios fulgurantes desciam sobre aquele local. Vimos uma magnifica carruagem branca puxada também por cavalos brancos que vinha para recolher aquele ser que havia renegado o mal e cumprido sua missão. Recolhera-o e prontamente retornará ao Espaço em meio a um brilho estonteante.

Finlândia, de Sibélius, já se encontrava próxima ao final, e o cortejo dos Socorristas seguia com dezenas e dezenas de macas-astrais transportando os espíritos doentios vítimas todos daquele estado de coisas horripilantes, inclusive o clã constituído pelos espíritos vampirizadores, os quais, de algozes que foram durante vários séculos passaram também a vítimas pois arcarão com dívidas kármicas atrozes por mais anos e anos de sofrimento tanto no astral como seus futuros físicos quando tiverem oportunidade de reencarnar.

O cocheiro também tinha seu grau de culpabilidade e conforme fomos informados voltaria em breve para missões socorristas em locais similares. Seu nome que nos fora divulgado no final dos trabalhos é PARÍUSHAAN.

E assim, vivemos um pouco mais de três horas, um trabalho de limpeza do baixo-astral cuja duração foi de mais quatro séculos, movidos que fomos pela maravilhosa e contundente música de Sibélius, genial compositor Finlandês que nasceu nos finais do século passado e desencarnou em meados deste século e talvez jamais imaginou que sua música iria ter também um cunho socorrista. Temos várias mensagens dele, uma delas vai transcrita sobre sua 5º sinfonia para que o leitor tome conhecimento de sua personalidade agora no campo espiritual. Seu poema sinfônico Finlândia, conforme ele mesmo nos esclareceu, tenta demonstrar o sentimento da alma do povo finlandês oprimido durante muito tempo pela Rússia, povo simples, amante de sua liberdade moral, espiritual e territorial. Um pais que entre outras coisas sofre temperaturas glacias pois fica próximo ao polo norte e só isto bastaria para deixa-lo com um astral sempre melancólico e cinzento, porém, não é assim, é um povo pacato, composto em sua maior parte por camponeses, mas alegres e patriotas e o poema sinfônico Finlândia é quase um hino nacional finlandês tal a sua representatividade.

Não sabemos até o momento qual a ligação entre essa música e os fatos aqui narrados, ou se Sibélius tem alguma coisa a ver também, ou se os personagens aqui descritos são naturais daquele pais.

Espero poder saber ainda.

A Execução do poema sinfônico Finlândia de Sibélius, leva aproximadamente de cinco minutos e meio a seis minutos. Isto quer dizer que só pudemos colocar cinco vezes, ficamos a maior parte sem aquele fundo musical, impossibilitados que estávamos de podermos movimentar nosso físico, mesmo estando de bem próximo a vitrola durante todo o tempo dos trabalhos.

Jesus já dizia “- O que for ligado na Terra, também será ligado no Céu.”

Depois de termos assistido tudo aquilo, pasmos, sem sabermos o que dizer, a não ser fazermos as perguntas mentalmente cujas respostas também nos chegariam pelos mesmos meios, enquanto nossos físicos distantes, no sofá da sala de nossa casa em Ribeirão Pires – Est. S.Paulo registravam tudo; o cocheiro tristonho, macambúzio, nos levava de volta até onde ele nos apanhara.

Permanecemos nesses trabalhos daquela noite na psicosfera desde as 20:30 horas até as 23:30 horas aproximadamente, ou seja, durante três horas físicas lá na região da Escandinávia que, mesmo que dispuséssemos de um jato supersônico, levaríamos mais de vinte e quatro horas só para ir até lá. Portanto o tempo e o espaço nas psicosferas correm diferentemente que na crosta terrestre. Não esqueçamos que eu e minha esposa fomos parar com nossos duplos-etéricos e perispíritos nas psicosferas das regiões sobre a Europa que dista milhares de quilômetros da nossa casa.

Nada mais soubemos do paradeiro daquelas entidades negativas, apenas o cocheiro PARIUSHAAN, veio nos buscar outras vezes ao som do poema sinfônico Finlândia para que o acompanhássemos em outras missões socorristas naquelas regiões, só que desde lá até agora (1995) ele veste-se todo de branco e a carruagem é toda forrada de branco no seu interior ao invés daquelas cores negras e vermelhas sanguinolentas. Conservou a parte externa da carruagem nas cores originais, que, conforme ele nos diz, facilita a sua locomoção naquelas psicosferas sem ser admoestado.

Para que os trabalhos acima pudessem ser feitos por nós que ainda estamos na matéria, foi necessário que as entidades se utilizassem de recursos técnicos espirituais apropriados para que nosso duplo-etérico e nosso perispírito fosse acrescido de um peso adequado e assim podermos “descer” ao nível a que se pretendia chegar. pois, apesar de termos ainda muitos defeitos e ainda sermos um tanto “pesados” espiritualmente, assim mesmo ainda somos mais leves que aqueles níveis onde se encontram estacionadas aquelas entidades negativas. Tivemos que ser “puxados” para baixo em ambiente mais deletério que o nosso da crosta terrestre. Foi como se colocassem junto em nossos “pés espirituais” para não flutuarmos mas afundarmos.

É como se fosse um tipo de imantação que nos leva aos locais ou psicosferas mais profundas, e conforme nossos relatos no decorrer deste livro, já fomos em lugares piores e mais tenebrosos, porém também seguimos para psicosferas superiores para nos encontrarmos com velhos amigos e grandes compositores em estágio mais elevado e com entidades vivas e desencarnadas de outros planetas e para isso, se dá o inverso, temos que nos tornar mais leves nos “evaporarmos” mais, e o resto, o nosso desejo, nosso poder mental e ajuda dessas entidades nos faz chegar até essas psicosferas. Ali sim, nos sentíamos livres e com uma vontade enorme de não retornamos a matéria jamais!

O caso relatado acima está mencionado em outro capítulo específico assim como outros casos e fatos curiosos sobre nossas várias visitas a outras psicosferas e de visitantes de outras psicosferas mais altas e mais baixas até nós.

Como aqui estou tratando do misterioso mundo das dimensões, menciono de passagem o caso de um elevadíssimo “habitante vivo” do planeta Netuno que tentou nascer entre nós e que apesar de viver também uma fisiosfera ou seja, na crosta de seu planeta, ser aparentemente da mesma dimensão que a nossa ou ainda estar situado na 3º dimensão e não uma psicosfera, teve grande dificuldade em baixar seu nível vibratório.

Seu nome é KÓRPKÉNS e possui como ele diz, corpo material como o nosso, apenas mais rarefeito e não precisa se alimentar de comida pesada como a nossa para poder viver. No entanto, vibra uma freqüência elevadíssima pois Netuno é considerado pelos habitantes dos outros planetas do nosso sistema solar, o planeta mais elevado; técnica e espiritualmente.

Os habitantes de lá, como KÓRPKÉNS não necessitam de naves para se locomoverem internamente e externamente para outros planetas, pois podem volitar para onde quiserem com seu próprio físico! Pois bem, este ser maravilhoso, resolveu que iria nascer na Terra para nos ajudar e ajudar a humanidade terrestre, antes ele havia nos dito que vivera conosco há milhares de anos na Atlântida e que se tivéssemos nos esforçado mais estaríamos convivendo com ele em Netuno, mas, apesar de nossos caminhos terem tomados rumos diferentes ele continuava nos acompanhando desde então e tem nos ajudado no que for possível.

Levou três anos dos nossos para “resfriar” suas altas vibrações e tentar nivelar-se com nosso “status’ de vida atual, físico, mental e espiritual. O que sabíamos todos, nós e ele , de antemão que isso é meramente impossível, mesmo para um ser da sua magnitude.

Após, mais de três anos “circulando” pela fisiosfera da Terra, KÓRPKÉNS nos avisava que havia encontrado uma família e principalmente a mãe que poderia acolhe-lo e dar-lhe um novo corpo mais ou menos em afinidade com seu espírito. Disse-nos KÓRPKÉNS que só após muito procurar, encontrou essas pessoas no país do oriente-médio chamado Iemém do Sul.

Após passados os nove meses e ele “de fora” do feto que já nos informara antes das grandes dificuldades que estava passando para poder nascer, veio nos informar agora que não conseguira sem intento, no próprio dizer dele “havia matado o feto”. O mesmo nasceu morto, sem possibilidades de vida nem com as forças superiores que os ajudaram. KÓRPKÉNS, mesmo assim, veio conversar conosco mais vezes depois disso enquanto se preparava para retornar a seu planeta “GUESTRAS” (NETUNO) , e isso levou mais três anos aproximadamente.

Podemos perceber que mesmo entre as esferas físicas de diferentes vibrações como a nossa e a de KÓRPKÉNS existe uma grande dimensão e para se passar de uma para outra, no caso de KÓRPKÉNS, de “cima para baixo” entre a “descida” e a subida “retorno” levou quase sete anos de grandes sofrimentos principalmente para a entidade reencarnante, bem como, para o feto e sua mãe.

E assim, de acordo com os misteriosos mundos das dimensões, os quais para nós, já estão quase todos desvendados, portanto, já não são tão misteriosos, KÓRPKÉNS nosso querido e elevadíssimo amigo de Netuno; não pôde reencarnar ou melhor, encarnar, entre nós, mas, mantém contato conosco diretamente de seu planeta e projeta-se em nosso frente para que possamos conversar com ele e visualizá-lo, sempre dentro da quarta dimensão.

E por falar em quarta dimensão, vou registrar aqui a presença contínua entre nos nessa psicosfera, do grande e imenso amigo Gósbolau que “habita” a psicosfera da Galáxia Centrífugas que dista de nos aproximadamente 100 milhões de anos luz.

No caso de Gósbolau que é um ser mais que elevado, já não possui ele mais forma estética pois há milhares de anos que não reencarna mais em seu antigo planeta.

Hoje ele tem a forma de uma grande chama que para nós se mostra mais alto que um edifício de três ou quatro andares. É imensamente belo e poderoso. Consegue ir para onde quiser no Universo somente com a sua força mental. Se localiza naquela galáxia mas é o Engenheiro Sideral de nosso Sistema Solar. É ele quem controla todas as performaces cósmico-siderais deste sistema que possui doze planetas mais o Sol, e as centenas planetóides, asteróides, cometas etc. Ele é responsável pela formação e equilíbrio deste sistema solar há milhões de anos.

Ouvimos e sentimos o que ele quer nos transmitir através de nossa mente. Sentimos sua poderosa força magnética que a tudo interpenetra, assim como a de Jesus o Governador Espiritual da Terra. Não há palavras para se poder descrever essas Maravilhosas Entidades que estão acima dos Guias e dos Santos, e ainda dos Anjos que harmonizam a vida micro e macrocósmica na Terra.

D.Yezzi

São Paulo, 05/04/95

Respondendo Para o Lado de Lá

Perguntas feitas ao autor por várias entidades espirituais, talvez com intuito de testar seus conhecimentos, e que o autor tenta responder imparcialmente e às vezes com cunho pessoal.

06/10/86 às 2h40

1)                 Pode um espírito evoluído como Mozart, Paganini, Beethoven e outros que se conservam desencarnados no Astral, tendo que reencarnar em outros vultos famosos ou não, voltarem à suas formas de músico ou daquela encarnação que os tornaram conhecidos, após um novo desencarne?

RESP.: Para um espírito evoluído nada é impossível, mais ainda, tudo é possível. Sabemos todos que uma entidade desencarnada conserva aglutinadas sobre seu perispirito, as partículas energéticas de sua última forma física quando vivia, porém, ela pode se transfigurar nas personalidades que quiser, mesmo que nestas configurações ela tenha vivido em remotíssimas encarnações, boas ou más; das quais ela necessite fazer uso para ser reconhecida por aqueles que com ela conviveram na época, ou tenha ela que exercer alguma indução psicossomática kármica ou não, sobre alguém vivo ou do seu mesmo plano astral. O Perispírito, no meu conceito, ainda é matéria, mas rarefeita é claro, mas ainda sim, matéria, e sendo assim pode ser moldada ou plasmada pelo Espírito como ele bem quiser, pois, a semelhança de uma poderosa fita magnética comum, ou uma precisa e ao mesmo tempo preciosa memória cósmico-etérea que registra tudo o que se passou ou o que se passa no Cosmos desde a sua criação personalizada, dando ao Espírito um caráter particular, distinguindo-o dos demais que existem no Universo, dando-lhe também uma freqüência vibratória própria e consequentemente uma sintonia adequada. Por vezes, um Espirito evoluído ou não tendo necessidade de se transfigurar ou trasmutar-se em “alguém” que ele tenha sido, faz uso de processos mediúnicos e extrai os fluídos da aglutinação ou de desaglutinação que vão resultar na transmutação de energias de médiuns (intermediários) do campo físico e do campo astral para os efeitos de indução psicométrico-plasmático sobre aquelas a quem ele desejar ser relembrado.

Deve ser levado em conta nesse processo, que para qualquer Espírito evoluído ou não tem tendências lógicas e karmicas de se fixar sempre na sua última reencarnação pois por mais simples ou mais famosa que esta possa ter sido, ela não pode ser desvalorizada, ao contrário, tem tanto ou mais valor que as anteriores pois será por esta última que ele terá sido qualificado para se situar em patamares de progresso evolutivo correspondente a tudo o que ele tenha produzido no decorrer das suas dezenas ou centenas ou ainda milhares de reecarnações passadas.

Todos os registros encontram-se fixados no Espírito e, basta sua simples vontade para que esses registros venham a tona e sejam energizados ou materializados.

2)                 Pode um espírito de um suicída reencarnar sem os defeitos kármicos que seu ato iria deixar sobre ele?

RESP.: Esta pergunta tem muito haver com a primeira, pois se o Espírito for evoluído ele poderá corrigir sobre si próprio as mazelas provocadas por ele ou por outros. A consciência de um ser é uma parte daqueles registros etéricos que podem elevar ou rebaixar esse ser em todos os graus do progresso psicossomático. Quando falo em consciência, refiro-me não só a do suicída que se sentido culpado (mea-culpa) forma sobre o espirito a desarmonia celular do espirito, resultando nas mazelas que deformarão nas futuras regiões físicas as reencarnar-se mas também nas consciências daqueles que convivem com ele ou foram direta ou indiretamente responsáveis pelo ato suicída, os quais, queira o suicída ou não continuam também com o seu “mea-culpa” e desta forma, ao mentalizarem ou apenas ao relembrarem-se dele o verão nas imagens de suicida e isto ajudará a aglutinar as partículas de desarmonia celular do perispírito e do ambiente que “prende” o ser um sofrimento “ad-eternum” no astral inferior até que todos saiam daquele circulo vicioso negativista que atrasa em anos e não raras vezes, em séculos o progresso livre daquele ser.

Porém, se ele for evoluído entrará em sintonia maior e apesar de ter que passar pelas agruras de seu ato por ter provocado o encurtamento de sua própria vida e ter provocado nos que o amavam a dor e o descontrole emocional, físico e social, poderá atrair mentores afeitos a esse mister, conhecedores profundos da ciência espiritual de como corrigir as desarmonias corpusculares do perispírito e assim, aquele infeliz ser evoluído poderá sanar em menos tempo que o esperado os seus defeitos e retornar ao convívio dos demais seres humanos sem qualquer problema físico ou mental.

Como se vê, a lei do karma é implacável, inexorável em quase todos os pontos, mas, na sua exatidão cósmica deixa aberturas também exatas para que qualquer um de nós seres humanos possamos entrar, desde que possuamos os registros essenciais que são a sabedoria, que é o domínio do conhecimento cósmico, a humildade e o amor ao próximo. Com apenas esses três requisitos dentre outros que poderemos optar no momento de nossa necessidade e compormos nosso “quantum vibratório”, poderá um ser atingido por qualquer infelicidade adentrar aos mundos superiores da mente e do espirito, sem qualquer protecionismo vulgar.

3)                 Pode um espírito reencarnado que tenha sofrido um aborto ou morte prematura logo ao nascer, retornar ao Astral em sua forma anterior de adulto?

RESP.: Igualmente ás perguntas anteriores, pode; desde que não adentre aos círculos vingativos, os quais, por conseqüência são penas kármicas.

Há vários fatores que levam o espírito a ser abortado do ventre de sua nova mãe, entre eles:

  1. Ter sido esse espírito um grande praticante de atos abortivos propositais e maldosos, podendo ter sido uma própria mãe, ou um agente abortador, tais como parteiras, médicos ou criminosos passionais ou criminosos acidentais os quais, pelo “mea-culpa” não se auto-perdoaram e nem receberam o perdão de suas vítimas, provocando sobre si e sobre todos os que participaram dos acontecimentos aquelas desarmonias astrais e psicofísicas.
  2. Um espírito evoluído do astral-terrestre, ou seja, um extraterreno que em nova missão regeneradora a favor dos vivos não consiga se fixar no feto devido ao seu alto grau de potencialidade espiritual, e sua “alta voltagem” mental-espiritual não consegue se estruturar ou se “encaixar” no novo e frágil invólucro carnal, matando-o antes mesmo de nascer. Nestes casos, o Espirito reencarnante poderá voltar imediatamente ao seu estado anterior de evolução, mas as vezes, prefere tentar conservar-se em forma de feto no astral mas com a sua consciência adulta vigilante ao lado afim de melhor poder aglutinar sobre si as novas partículas emanadas do físico em formação para facilitar-lhe novo empreendimento à vida física, mas quase sempre esses espíritos muito evoluídos necessitam de várias tentativas infrutíferas as quais ocasionam a morte prematura de seus fetos e às vezes já na tenra idade até que numa delas possa conseguir seu intento, porém, todos esses fatos são realizados em consonância kármica e muitas vezes eles tentam nascer em úteros de mães com passado de provas kármicas cujos espíritos saberão o por que de tanta “infelicidade” material, mas, mesmo assim podem elas estarem recebendo como prêmio em forma de “faca de dois gumes” um novo avatar com uma missão angelical ou técnico-científico.
  3. A entidade reencarnante pode ser oriunda de um outro planeta (extraterrestre) qualquer, mais evoluído ou não que a Terra, deste sistema solar ou de outro sistema solar dentro da nossa galáxia, a Via-Láctea, ou de outras galáxias, o processo é o mesmo e é o mesmo mecanismo, a diferença está no choque vibratório inter-energético de uma matéria composta de partículas e órgãos diferentes para a nossa matéria carnal com órgãos muito complicados como o pâncreas, os intestinos, os testículos e outras glândulas por vezes inexistentes noutros corpos físicos de extraterrestres.

Um ser extraterrestre além de possuir seu físico de conformidade com seu habitat natural tem consequentemente, uma compleição física até anti-natural à nossa e quando “desencarnam” levam para o Astral de seu planeta todas as partículas energéticas que formavam seu corpo físico, as quais, formarão seu corpo astral ou perispírito que posteriormente ao voltar se encarnar lá mesmo em seu planeta ou aqui na Terra interferirá na formação do seu novo corpo no próprio habitat ou em novo corpo físico na Terra.

Nos casos de reencarnes de seres extraterrestres na Terra há de se levar em conta o fator rejeição natural entre as partículas que o compõe e as outras que formarão o novo feto. Além do que há a temperatura corpórea perispiritual para mais ou para menos, e que influirá na pressão e corrente sangüíneas do novo feto ocasionando distúrbios sem conta no metabolismo e no sistema endócrino do novo feto, os quais, fatalmente acarretarão sua morte física. Muitas vezes nesses casos o feto nem chega a ser animado.

Em todos os casos das três perguntas acima, todos podem voltar ao seu estágio de adulto, alguns retornaram àquele estado quase que sob explosão outros precisam permanecer em estado fetal e outros, como espírito permanecem ao lado da futura mãe sem encarnar, apenas pulsando sobre o novo feto e caso haja o aborto eles acompanham tudo e tudo sentirão também e por vezes ficam ainda mais acabrunhados, sem ação, sem nada poderem fazer apesar de ambas as consciências, a do feto e a do espírito reencarnante estarem intimamente ligadas por laços magnéticos firmes e sensíveis. Ambos sofrem quando o nascimento não dá certo.

4)                 Como fica o fator genético frente às sucessivas reencarnações de um espírito, evoluído ou não, e quais seriam as técnicas e mecanismos que os Mentores Espirituais empregam para fazer o “encaixe” de um espírito reencarnante em células físicas cujo gene tenha que vir desequilibrado na sua contextura a fim de dar àquela entidade a oportunidade de resgate? Há preparações prévias desses desvios genéticos ou tudo ocorre naturalmente?

RESP.: Para os Mentores Reencarnacionistas não existem dificuldades ou embaraço para poderem “encaixar” um espirito reencarnante desequilibrado e que tenha que nascer com defeitos físicos externos ou internos e resgatar, drenar ou desintoxicar seu perispírito em uma vida de sofrimento e provas, pois tudo ocorre “naturalmente” dentro de uma programação preestabelecida.

Mesmo que o fator genético seja um fator preponderável através do qual as Entidades Superiores teriam maior ensejo e facilidades em fazer nascer alguém que precisa resgatar suas dívidas consigo mesmo ou com os elementos humanos contra os quais se responsabilizou, nem sempre esse fator é levado em conta, ou seja, aquela ramificação familiar poderá ter sido em milênios um fator genético imutável, sempre perfeito, sem desvios de qualquer ordem, seja ela psíquica, emocional, ou física, se for necessário, será permitido um desequilíbrio genético momentâneo pelo conteúdo vibratório do espírito reencarnado que, por incapacidade de emitir as pulsações adequadas para o útero de sua mãe, no momento da aglutinação das células matrizes que darão origem a seu novo corpo, dando origem as futuras falhas físicas e mentais das quais será portador durante algum tempo de sua vida ou durante sua vida toda.

Alguém perguntará: Mas o que seus futuros familiares tem a ver com as culpas e resgates pelos quais ele terá que passar? Não será uma injustiça para com aquelas pessoas ou descuido das Entidades Superiores para com elas?

Se o espirito reencarnante vai renascer num determinado lar, ou vai ser filho de mãe solteira e pois irremediavelmente, vai causar sofrimentos a todos inclusive ao pessoal médico e paramédico dos sanatórios, hospitais, cadeias e etc., onde ficará internado, é porque eles tem ligações kármicas com ele e entre si. No lar, ele ficou de ser recebido e amparado. A mãe solteira comprometeu-se com ele em colocá-lo no mundo e nosocômios , todo o pessoal aderiu aquela missão socorrista, porque não só quiseram ganhar mais pontos na espiritualidade mas também estão endividados com seus pacientes.

Tudo é conseqüência de uma reação em cadeia prevista e adrede-preparada “naturalmente” para que os fins sejam atingidos.

Mas e quando não há qualquer ligação kármica com qualquer pessoa hoje reencarnada? É muito difícil não haver, pois nas vidas passadas ele não brotou do nada, sempre houve alguém que concorreu para que ele viesse ao mundo. Mas, digamos que não haja, digamos que ele seja um espírito alienígena que necessita nascer na Terra e não tenha alguém para recebe-lo dando-lhe um novo corpo!. Neste caso, as Entidades Superiores procuram e escolhem para ele seus novos familiares, conversam com eles em espírito, normalmente pessoas que precisam e pedem para ter um filho mesmo que seja para cumprimento de resgates. O fato deles não terem filhos até aquele momento também já é karmico, um karma mais psicológico do que social ou de provas; nestes casos, lhes é concedida a benção de ter um filho e lhes é explicado o objetivo do reencarne doloroso. Eles aceitam em espirito durante o sono e ficam felizes em poder contribuir astralmente. Entre os pesquisados e posteriormente escolhidos para serem os futuros tutores do espirito reencarnante, encontram-se os agrupamentos de prostituição, de viciados em drogas, em bebidas, de degenerados de toda a espécie, entre presidiários, entre doentes mentais, entre retardados, os quais, quase todos por si só, devido suas mazelas, já fornecerão naturalmente um físico deteriorado geneticamente e que o espirito reencarnante irá lançar mão avidamente porque necessita nascer. É uma oportunidade imperdível para ele. Quando não são esses agrupamentos, o espirito reencarnante se “incumbirá”, também devido as suas incapacitações de reproduzir um novo corpo são, de deteriorar sobre si próprio o seu ‘meridiano-genético”.

Aí estão então expostas as técnicas e mecanismos utilizados pelos Mentores Espirituais e os fatores genéticos e preparatórios para o reencarne de um espirito evoluído. Seja qual for seu tipo de dívida, sem esquecermos que a medida em que a Ciência fornece novos meios como os nascimentos de provetas, aqueles mentores terão novos mecanismos para serem utilizados, tudo dentro de uma harmoniosa lei de ação e reação universal.

5)                 Por que Jesus não deixou nada escrito quando esteve na Terra?

RESP.: Jesus, um Avatar, um sábio reencarnado entre os homens e com uma missão restauradora da fé e dos costumes entre aqueles homens de conceitos tribais e patriarcais, quase analfabetos, rústicos e de índole selvagem que não acreditavam em nada, de pouca fé, tinha que deixar algo para o futuro, algo que marcasse sua presença inovadora, mas humilde e redentora cujos atos e exemplos teriam que sobreviver ao tempo, às raças e costumes até o fim dos tempos, até nós homens do século XX, e após.

Ele sabia que haveria confusão sobre a sua vida e sobre os seus atos, pois os homens, sendo inconstantes e matreiros iriam deturpar tudo o que ele fez com boas intenções e, se deixasse alguma coisa escrita do próprio punho, esses mesmos homens teriam a justificativa ou o bode expiatório para aquilo que conviesse aos seus maus propósitos. Haveria, como hoje há aqueles e aquelas facções filosófico-religiosas ou não que brigariam entre si e se matariam tendo como motivos justificáveis as palavras escritas por Jesus e que poderiam ser sempre o “pivot” das tragédias religiosas ou de seus desacordos ou litígios, como ocorre assim mesmo hoje em dia apenas por ouvirem dizer muito vagamente sobre o que ele possivelmente dissera ou não dissera, quanto mais se ele tivesse escrito! Desta forma, prevendo, ou antevendo tudo isso até nossos dias o grande Mestre preferiu que os humanos analisassem e se baseassem no “Espirito das palavras” e não nas “ palavras do Espirito”, preferindo “à confusão sobre o que ele teria dito à confusão sobre o que ele teria escrito”- conforme sabiamente nos retransmitiu o grande Ramatis. E, eu confio nessa maravilhosa sabedoria de Jesus que ‘enxergava” longe.

6)                 Como é possível a um espirito desencarnado conservar o seu perfume predileto que usava quando em vida, a ponto de ser reconhecido, ou sua presença sentida no Astral de uma residência mesmo que as pessoas daquela residência não o conhecessem quando vivia?

RESP.: Partindo do principio e da realidade que os campos paralelos ou astrais ou como eu os denomino: Psicosferas são um fato, ou seja, existem, e sendo uma cópia do outro, tudo o que for materializado no campo físico tem seu ‘duplo” ou cópia no astral ou vice-versa e desta forma inclui-se desde as menores as maiores partículas, que vão desde os perfumes, aromas e odores e até o que é muito mais comum entre espíritos inferiores os maus-cheiros em cujos perispíritos ficam agregados e exalam de seus físicos recém-putrefactos ou das regiões abissais e pantanosas do astral inferior. Tudo fica agregado, dependendo muito do grau de evolução do Espirito para que essa materialização ou a indução seja plasmada ou no campo físico ou no campo astral. Sim, porque no campo espiritual tudo é muito mais sensível e mais concreto e até mais perceptível do que no campo físico. Assim como o perispírito conserva sobre si todos os detalhes e pormenores de sua vida física, é claro que um aroma, um perfume, um odor, um cheiro, bom ou ruim, permanece imantado à ele, o resto é indução ou plasma obtidos através do ectoplasma que sem o saber, os circunstantes, ou moradores fornecem para que as coisas se tornem reais, individual (para um único médium) ou coletivamente. Da mesma forma, tudo pode ser desmaterializado utilizando o perispírito e os mentores, do mesmo processo e do mesmo mecanismo psicofísico. Por isso, antigamente causava espanto as casas ditas “mal assombradas” nas quais, via-se personagens, ouvia-se ruídos e sentia-se os aromas e toda a magia ali reinantes. Ainda elas existem, mas em menor número apenas em locais cujas entidades ainda permanecem em estágios de prova e em lenta evolução espiritual, acrescidas ou mantidas por seres vivos completamente ignorantes ou desconhecedoras do funcionamento prático do campo astral e mental.

7)                 Até onde o que vai escrito na Bíblia é verdadeiro? ocorreu mesmo? há alguma coisa que não condiz com a realidade e por que? O que há de verídico entre o Velho e o Novo Testamento, quais os pontos de confronto e de choque?

RESP.: O que aqui vai é a minha opinião pessoal e com total isenção de ânimo a respeito do Velho e do Novo Testamento, apesar de saber, através do fenômeno da psicometria de minha esposa e de mim próprio, além de possuir mensagens de Entidades de Alta Linhagem, termos participado indiretamente na composição de um dos evangelhos do Novo Testamento, penso que tanto o Velho quanto o Novo Testamento são, em última análise, um conjunto de livros históricos que registra toda uma fase do início das modificações sócio-religiosas e filosóficas que presumiram ou anunciaram para todas as gerações que nos antecederam de lá para cá, o começo do fim de uma era e o início de uma nova era para a Terra, após o ano 2.000.

Nesse conjunto de livros denominado Bíblia não foram agrupados todos os livros existentes e de outros autores da época. Houve de certa forma um escolha preestabelecida pelas autoridades clericais da época de sua confecção, para que fossem juntados os livros que hoje conhecemos publicamente. Desta forma, creio eu que muita coisa não ficou publicada ou registrada na Bíblia, e, aquilo que chegou até nós sofreu muitas alterações devido as dificuldades naturais de tradução ao pé da letra ou melhor “ao pé do real significado”, além do que, sofreu grandes interpolações a gosto dos interessados da época em deter em suas mãos o poder e os conhecimentos subjugando a massa popular dentro daquilo que seus interesses escusos exigiam.

Por isso, para mim, todo o conteúdo bíblico só tem valor quando analisado pelo ângulo do Espírito das Palavras e não pelo ângulo das palavras do Espírito. Para mim não importa quem tenha dito tal ou qual passagem bíblica, mas sim, se aquela passagem pode ser útil para todos os seres humanos como um conjunto e não se ela apenas serve para esta ou aquela facção da humanidade. As verdades ou as realidades só são úteis ou boas e servem a toda a humanidade, caso contrário não são úteis. Mesmo para tudo aquilo que na época eu escrevi procurando sempre não colocar em dúvida o que disseram os demais evangelistas. Era mister que assim se fizesse ou desmoronariam todos os conceitos cristãos e todo um trabalho gigantesco de pessoas e entidades que precederam e sucederam a Cristo e o próprio trabalho e sacrifício do Mestre-dos-Mestres seria destruído, seria em vão. Tudo foi feito conforme os designos do Alto, ou seja, de Entidades mais elevadas que nós.

Há na Bíblia passagens marcantes do feito do ser humano dentro das áreas físicas e psíquicas, lógicas e psicológicas e que não podemos desperdiçar. São lições de vida, científicas sob os aspectos mais rústicos e transcendentais ao mesmo tempo, em que várias gerações patriarcais a partir de Moisés nos legaram seus costumes, suas condutas e seus “modus-vivendi”, dos quais muitos ensinamentos podemos extrair ainda, apesar de estarmos adentrando o século XXI e tudo estar mudando, mas, os fundamentos estão ali sem sombra de dúvida.

Por isso, respeito a Bíblia por esse ângulo de ponto de vista, extraio o que puder para servir ao bem geral da humanidade deixando o restante como arquivo da memória histórica dos povos.

Ninguém tem o direito de impor a outros ou a si próprio o que vai escrito na Bíblia, tem isto sim o dever de analisar e procurar absorver sem fanatismo de qualquer espécie e transmitir da mesma maneira para os outros o que aprendeu, sem precondicionamentos.

8)                 Como se explica aquela melhora de saúde que um paciente terminal passa antes de morrer? Ou seja, todos que estão ao lado dele incluindo os médicos juram que ele vai ficar bom, já está bom e, no entanto horas depois ele vem a falecer, deixando todos constrangidos e atônitos?

RESP.: Quando um paciente terminal bem quisto por seus familiares e seus amigos ou, servirá vivo aos interesses escusos de seus inimigos, forma-se ao seu redor tanto no físico como no astral, uma densa camada de fluidos magnéticos e ectoplasmáticos emitidos e exalados pelos pensamentos e sentimentos daqueles circunstantes que atrelam fortemente o espírito desencarnante altamente susceptível e sensível à esses fluidos o que não lhe permite nem “ir” e nem “ficar”, causando-lhe angústias, medos e sofrimentos diversos. Naquele momento, forma-se uma espécie de “circuito fechado” entre as correntes mentais dos vivos, dos desencarnados ligados ao paciente e do próprio paciente, isto da ensejo a uma “ delongada” sobre vida das células físicas alimentadas pelos fluidos ectoplasmáticos semi-materiais e pelo magnetismo que como um forte imã polariza o espirito mais tempo ao corpo que já não tem mais condições clínicas de vida. Diga-se de passagem que esses recursos ou recursos similares que quando encarnados entrem em estado de “catalepsia programada” mantendo seu físico semimorto nas tumbas e saem em busca do alimento energizador para mantê-los naquele estado por séculos; esse alimento é o sangue humano ou não que os revitaliza e permite a continuidade de seus atos diabólicos, mas, este é um assunto para ser tratado à parte com mais detalhes, farei mais adiante.

Quanto ao paciente que da ares de querer sobreviver, isto é feito pelos Mentores que se utilizam momentaneamente de técnicas reencarnacionistas fazendo-o reanimar-se ao mesmo tempo que induzem aos médicos, os quais, são enganados por seus aparelhamentos a pensarem que realmente ele vai sobreviver. Dão a notícia auspiciosa aos circunstantes e o próprio paciente ouve também e aí dá-se aquele alívio total e neste alívio, ocorre quase que automaticamente e naturalmente a quebra daquele circuito fechado de correntes várias. Todos se retiram aliviados e suspirando alegremente, quando então os Mentores sozinhos com o paciente, adormecem-no, e cortam-lhe os fios principais que prendem seu perispírito ao corpo e imediatamente ele se desliga e parte, falecendo.

Quando os circunstantes e médicos retornam sem ativarem os “por quês” o encontram morto e nada mais podem fazer.

Isto é necessário, justamente para evitar outros sofrimentos psicossomáticos ao moribundo, os quais, podem prejudicá-lo na sua saída ou desencarne. Porque o magnetismo pessoal do moribundo que por desconhecimento esteja sofrendo o pavor de deixar o corpo, esteja negativado, e por que o magnetismo de todos os circunstantes tentando “salvá-lo:, esteja positivado. Nestes casos, a Lei dos opostos prevalece e o positivo “prende” como se tivesse ganchos, o negativo e o faz permanecer no corpo já inerte por muito mais tempo que o necessário, ou o faz prolongar seu desligamento alimentando-o com uma espécie de tonus ou energia suplementar, que só vem a prejudicar sua ascensão ou desvencilhamento da crosta terrestre, ou fisiosfera.

A Utilidade do Negativo ou do Não Positivo

Não é minha intenção fazer aqui a apologia do negativo, muito menos do negativismo, que seria o oposto do positivo e do positivismo, assim como a sombra é o oposto da luz, a esquerda é oposta da direita, a cor preta seria o oposto da cor branca, e no fanatismo separatista, o negro é o oposto do branco; o que é uma infantilidade, um retrocesso social, mental e espiritual do homem terrestre.

Na energia elétrica os fotônios que dão origem a luz dentro de uma lâmpada não existiriam sem o fio negativo e penso, dentro do meu humilde conhecimento cósmico, que, a luz sideral que ilumina os mundos, as galáxias, os sistemas solares, do astral superior ao astral inferior passando pelo físico visível, também é fruto de energias ou reagentes opostos.

Já são conhecidas nossas teorias e afirmações sobre a origem da Luz Solar, teorias estas que, já estão “revolucionando silenciosamente” o meio científico e haverão de ser constatadas ao longo dos futuros anos, antes do final do ciclo planetário.

Porém, apesar de ter certeza do que aqui vou analisar, sabedor de que não há efeito sem causa e que, a lei de Causa e Efeito ou Lei Karmica é a Lei que combina ou reconcilia os opostos, interliga o mal que é o oposto do bem, eu afirmo que o bem num planeta em evolução como a Terra não progrediria sem o mal que lhe serve de muletas e muitas vezes de ponta de lança, como obstáculo a ser vencido para aqueles que buscam a ascensão em todos os níveis quer sejam físicos ou espirituais.

Na verdade não há apenas uma dualidade cósmica nisso tudo; a meu ver há pelo menos uma tríade e que algumas religiões chamaram-na Santíssimas Trindade, que figurativamente, simbolicamente foi extraída do Positivo, do Neutro e do Negativo que são três fases magnético-astral que fornecem o movimento rotatório aos mundos e a tudo o que existe sobre eles. Por isso existe o dia, a tardinha, e a noite ou a noite, a alvorada, e o dia, aproveitando dessas faculdades próprias, a Natureza se faz conhecer com seus elementais e elementos que dominam especificamente de acordo com sua formação, cada uma dessas fases e ali Ela é a rainha, a dominadora pois é senhora de sua polaridade natural não interferindo nas demais polaridades, a não ser que se forme um conduto ou um intermediário, que no caso do mal e do bem é o próprio homem com sua mediunidade de várias gamas ou matizes.

Tudo na Terra tem como objetivo a meta do positivo ou do positivismo, tudo que gira sobre si próprio na Terra, gira da esquerda para a direita, isto por que a própria Terra gira também no eixo imaginário, da esquerda para a direita. Então, as tendências internas, todas elas, sejam físicas ou espirituais seguem para o bem, seguem para a direita, seguem do baixo para o alto. As próprias vibrações das coisas e de cada ser a tendência final é seguirem do baixo para o alto, daí as expressões: baixo astral (negativo ou esquerdo ou ainda o mal) e o alto astral (positivo ou direito ou ainda o bem). E todos sabemos que o que é torto não é direito e se não é direito não é bom e se não é bom é porque não serve para a maioria dos viventes ou dos desencarnados.

A vida e a morte; uma se opõe à outra; para as Entidades Astrais a vida é a morte, pois devem morrer no Astral para nascerem no corpo físico ou reencarnarem. Para os Viventes da Crosta Terrestre a morte é a vida pois também devem morrer no físico para renascerem em espírito. Desta forma, tendo-se como a vida física como sendo o meio do espirito resgatar pela dor seus males, e a vida espiritual como sendo o meio do espirito vivenciar e restaurar suas energias para novos empreendimentos, aquela (física) seria a parte negativa e esta (espiritual) a positiva.

Partindo do princípio que a luz é positiva para tudo que é positivo, ela seria então a “célula-mater” da Criação ou de tudo o que é Criado dentro do Universo. Uma das frases que costumo dizer é: “- O Sol não está preocupado se ao amanhecer na Terra ele extermina as bactérias das sombras e da umidade, simplesmente ele nasce e segue para Zênite “queimando” tudo, esquentando tudo dentro do alcance dos seus raios”- O Sol, também, não está preocupado se ao entardecer na Terra, novas bactérias da escuridão, novos fungos da umidade surgirão, esconde-se, para fazer a mesma coisa do outro lado do planeta”. Isto significa que aquilo ou aqueles que querem viver nas sombras, à margem da luz, esconder-se-ão do Sol e formarão um habitat próprio onde os raios solares não os alcançarão.

Penso que os antigos egípcios diziam: “Osiris segue com sua barca iluminada indiferente às fraquezas do homem, entretanto, ele é complacente à essas fraquezas e permite que durante os ciclos mensais, sua companheira Íris (a Lua), vele, iluminando com sua luz magnética o caminho noturno dos mortais”. Assim mesmo há aqueles, os ditos mortais e até os imortais, que vivem nos vários patamares ou biosferas astrais, ou psicosferas, que fazem uso ou mal uso dessas influências magnética lunares, com finalidades destrutivas, negativistas, mal sabendo eles que nesse momento são utilizados como “testas de ferro” ou pontas de lança em atividades regeneradoras karmicas ou não, da qual as entidades da Luz fazem uso em auxilio ao próprio planeta e aos seus habitantes. Por isso, nada se perde, tudo se transforma na Natureza, e, o sábio Lavoisier estava e está até hoje, sempre, certo.

Durante mais de 40 anos de pesquisas sobre o psiquismo humano e no contato direto com os seres extraterrenos (entidades desencarnadas da Terra) e com os seres extraterrestres (entidades encarnadas e habitantes de outros planetas), eu e minha esposa fomos levados a presenciar várias facetas do aproveitamento útil dessas transformações que a Natureza nos oferece e, é claro, procuramos absorver transmitindo a outros tudo o que aprendemos e que nos é permitido divulgar em forma de novos conhecimentos. Numa das sessões fechadas que fazíamos, de 3 a 4 vezes por semana, com esses seres, um fato nos chamou atenção e muito nos comoveu. Passarei a relatar, juntando explicações de entidades desses dois campos (extraterreno e extraterrestre), objetivados e legados tão espontaneamente por seres superiores a nós, no que diz respeito, principalmente, a Utilidade do Negativo suas funções e disfunções e sobre tudo a missão que, sem o saberem, estão encarregados durante milênios na eternidade do espirito.

Há mais ou menos uns 20 anos atrás, conforme nosso relato da época, fomos levados a assistir um quadro dantesco, ou seja, com a possibilidade de projeção do nosso duplo-etérico conservando nosso corpo físico bem instalados em nossas poltronas. Descemos vibracionalmente até as regiões abissais do Astral Inferior da Terra, levados por amigos invisíveis do plano espiritual. Entre eles um antiquíssimo amigo de nome DARMÁTSA que era o principal interessado em ir socorrer sua progenitora, a qual permanecia presa aquelas regiões, perdida que estava em seus “mil e um mea-culpa” numa espécie de circulo vicioso negativo sem fim, baldados os esforços daquele seu filho e de outras entidades mais elevadas.

Ocorria que, ela própria parecia não desejar sair daquela negra situação pois além de querer auto punir-se, ainda alimentava resquícios de mágoas e sobre tudo de vingança, o que a levou à uma tal degeneração de energia tendo conseguido destruir suas formas perispirituais. Ela havia se transformado em ovóide fazendo parte da grande legião de seres em forma de protozoários encrostada nos charcos existentes naquela medonha região.

É simplesmente indescritível o que fomos presenciando durante nossa ida até lá em breve permanência a fim de poder resgatarmos aquela infeliz criatura! Gostaríamos de que houvesse possibilidade de filmarmos aqueles acontecimentos e aquelas regiões e depois termos a permissão de exibirmos aqui em cima, na crosta terrestre, para os viventes tão desleixados, tão remitentes, maldosos, egoístas, corruptos etc., afim de que eles analisassem e vislumbrassem o que os aguardará se não mudarem seu atual “status vivendis”.

Podemos afirmar que Dante foi até suave e ameno quando descreveu suas visões do inferno. É simplesmente horrível, horripilante e não existem palavras que possam traduzir o que presenciamos. Contudo, lá chegamos após passarmos grandes medos e apreensões que nos sufocavam pouco a pouco a alma e não víamos a hora de retornar. A criatura a quem buscávamos era já uma larva mas seus pensamentos eram dilacerantes e tão doidos que nos causavam pena, dor, lástima, horror, e dilaceravam nosso coração, nosso sentimento.

A região era pútrida e exalava um cheiro nauseabundo, afastando todo aquele que de lá tentasse se aproximar, e quanto mais elevado fosse o ser mais longe dali gostaria de estar. Eram gemidos, gritos, uivos, gargalhadas de loucura, insanidades várias, gases tóxicos, escuridão total, a não ser o facho de luz que seguia a nossa frente produzido por uma fonte ou holofote, vindo do alto, sem sabermos a sua exata origem ou por quem era manipulado, apenas iluminava o suficiente para caminharmos enquanto pressentíamos sombras, vultos monstruosos a nos espreitar, e o nosso corpo, no sofá, em semi-letargia, estremecia querendo nos defender e almejando nossa volta imediata, um instinto claro de autodefesa, mas, nós não nos deixávamos levar pelas inquietações e apavoramentos e lá continuávamos persistentes ligados ao nosso objetivo de resgatar aquela alma sofredora.

Mentografia

“Mentografia é o processo de escrita direta a Longas Distâncias Inter-Vivos e que se utiliza dos fenômenos da Telepatia, da Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias (bilocações ou viagens astrais), da Incorporação Inter-Vivos, da Clarividência, da Materialização Inter-Vivos, da Psicometria, da Cromosofia e muitos outros”.

A mentografia difere da psicografia que é escrita direta-mecânica entre mortos (desencarnados) ou Espíritos e Vivos (médiuns). Na mentografia somos levados a presenciar “in-lóco” os fatos ou acontecimentos, vendo e ouvindo tudo e após, em segundos, fazermos as transcrições para nosso entendimento, enquanto nosso cérebro e não o cérebro do emissor dirige nosso braço e nossa mão para escreverem. Porém, tudo é feito em grandes quantidades sem voltar atrás para saber o que já foi escrito. Daí, surgirem alguns erros de concordância, erros gramaticais, ou alguma repetição exagerada de frases. Mas nestes casos, a parte revisional do texto se encarrega de fazer as devidas correções sem descaracterizar a minha forma de escrever.

Os seres extraterrestres podem nos explicar muitas dúvidas com respeito ao Universo e ao Mundo de cada um deles, porém, há propriedades intrínsecas do espírito humano do terrestre e outras muito pessoais e particulares de quem escreve e só o “proprietário” desses registros, se o mesmo for um espírito esclarecido, elevado e bem vivenciado na Terra poderá explicar. E é o que tento fazer vez por outra, quando também, eles, os extraterrestres lançam as dúvidas e as perguntas sobre o que eles precisam saber sobre nós.

Voltando ao Grande Focal – O Núcleo Central Cósmico Deus, a impressão que me foi transmitida é a de que Ele por impulso próprio, ou por polarizações diferentes entre si, gera em torno de si próprio, como se fosse uma gigantesca bola ou esfera de luz girando em torno de um eixo imaginário, espargindo raios, faíscas, radiações, para todos os lados. E nesse giro, Ele, dentro do plasma cósmico faz girar as galáxias e estas fazem girar seus bilhões de sistemas solares. Cada sistema solar, pequeno ou grande como o nosso que possui doze planetas e não nove como a Ciência detectou até agora, gira em torno de seu sol que também esparge radiações para todos os lados. É um gigantesco movimento-sincronizado sempre em expansão.

A Ciência calcula que existem no Universo cerca de trinta e cinco bilhões de galáxias, com formas diferentes tais como: Espirais, circulares, centrifugas, esféricas, alongadas e etc., sendo que algumas, ainda no dizer da Ciência, possuem mais de um trilhão de estrelas cada, e nos parece que a Ciência não está incluindo nesse número os planetas e planetóides que giram em torno de cada estrela e que sejam um sistema solar. Neste caso, havendo outros planetas eles existem aos trilhões, então o número de planetas que compõem cada galáxia duplica-se, triplica-se, quadruplica-se e indo mais longe!

Ainda no dizer da Ciência, a nossa Galáxia a Via-Láctea, possui em torno de mais de bilhões de estrelas sem contar os planetas! Haja “Big-Bang” para ser explodido e assim Deus poder Criá-las todas!. Portando a despeito de toda consideração que os cientistas, Pesquisadores e a Ciência em si são merecedores, fico com minhas teorias e afirmações, pois, parecem-me ter mais lógica, mais fundamento e chegaram até mim remetidos por mentes muito mais evoluídas que nós.

Contudo, devido ao processo bem humano de captação das informações, são passíveis também de enganos. Não me considero o dono da verdade e estou sempre pronto ao diálogo e as discussões sobre o assunto. Críticas, quem as fizer, tem que provar por “A+B” que estou errado. Senão, os deixarei falando sozinhos!

Vou tratar agora do assunto sobre o Nosso Sistema Solar e seus Doze Planetas.

Claro que as antigas civilizações como as da Atlântida Lemúria e outras, principalmente as mais próximas dos nossos dias como: os Caldeus, os Egípcios, os Vedas, os Essênios, quase todos tinham conhecimento de Astronomia e Astrologia, já catalogavam os signos e consequentemente, tinham conhecimento da existência dos doze planetas do nosso Sistema Solar, daí os doze signos sob as influências planetárias e não só as influências das constelações zodiacais. O próprio Mestre-dos-Mestres Jesus nomeara ou escolhera seus doze apóstolos para representar cada um dos planetas em torno do Sol carismático que era Ele.

Mentografia: é um termo criado por nós para designar a escrita inter-vivos a longas distâncias, difere da Psicografia que é a escrita entre mortos (entidades espirituais) e vivos através dos processos mecânicos da mediunidade. Neste processo podem-se dar outros fenômenos, conjuntamente, que são: clarividência, psicometria, vidência, tradução imediata dos caracteres de escrita extraterrestre para nossa escrita, ou como são pronunciadas foneticamente, isto é, as letras são terrestres, mas, o som das palavras são nos originais. Um exemplo: Se um russo escrevesse através de nós, ele poderia escrever em russo mesmo ou em português como seriam pronunciadas, apesar de continuarmos não entendendo nada, saberíamos a sua fonética e só após, através do nosso cérebro ele buscando as palavras equivalentes seria feita a tradução imediata. Com os extraterrestres que escrevem em seus ideogramas é mais complicado ainda.

Telepatia: denominamos de contato frio, apesar de distinguirmos o timbre de cada voz em nosso cérebro e sabermos quem está entrando em contato conosco, não sentimos o calor humano, os sentimentos, enfim toda a gama dos sentimentos existentes, nem mesmo a temperatura corpórea de quem mantém o contato.

Desdobramento: Ocorre durante o sono, quando o espírito se liberta do corpo por vontade própria ou, no nosso caso, quando é atraído para lugares nunca vistos e com seres de outros planetas e, quando retorna ao corpo a maioria das pessoas quando dizem que sonham, porém vivem cenas mais comuns ou recordam-se durante o sono de cenas que já se passaram em outras vidas e as vezes premuniam algo que vai acontecer, mas tudo ocorre inconscientemente, sem que elas possam controlar através da sua vontade própria os acontecimentos, por isso o desdobramento serve também para que as entidades-guias das pessoas possam dar a elas as instruções necessárias para seu quotidiano e serve também para as entidades negativas “mui amigas” da pessoa busquem-na para dar continuidade as tramas contra ela própria ou que ela tenha pedido para participar contra outras pessoas. Os pesadelos também fazem parte do desdobramento. É muito difícil separar-se um sonho de um desdobramento. Normalmente classificamos o sonho propriamente dito como sendo estático o espírito não deixa o corpo, somente o subconsciente trabalha. As pessoas devem procurar atentar para isso e aprender lenta e gradativamente a separar um do outro.

Projeção do Duplo-Etérico à Longas Distâncias: Viagens Astrais, neste caso, este tipo de contato é muito raro, contudo tenha sido muito mais freqüente conosco, ocorrendo em dias previamente determinados pelos Extraterrestres, pois há necessidade de certos regimes ou abstenções aconselháveis de alguns alimentos e bebidas, fumos, etc., Estes últimos,  nunca  utilizamos. Este processo, é consciente de ambas as partes, tanto da nossa como da parte dos extraterrestres. O físico fica em estado letárgico enquanto saímos fora do corpo, ou seja o Duplo-Etérico que é o agente sensível, o agente da dor é atraído para dentro das naves juntamente com nosso perispírito e o mental. Desta forma, é possível para esses veículos agirem como um “repórter de campo” transmitindo tudo que vêem e sentem para o nosso cérebro que fica semi adormecido sentado na poltrona para depois podermos escrever os detalhes. Já quando os extraterrestres fazem eles mesmos a projeção, ou seja, saem dos seus corpos e vêem conversar conosco, seus corpos não permanecem em letargia pois eles tem um domínio muito maior sobre si mesmos e o fazem enquanto pilotam suas naves, como aqui um pianista faria no seu piano a melodia na mão direita e o acompanhamento na mão esquerda, os hemisférios cerebrais funcionam livres separadamente.

As vantagens dessas projeções ou viagens astrais é que permitem-nos viajar dentro das naves sem sofrermos as variações ambientais, ou de velocidade e nossa flora de bactérias, tanto as intestinais como as outras não são afetadas, e os extraterrestres correm menos riscos de serem contaminados assim como nós também.

Este tipo de projeção do Duplo-Etérico à qual venho sendo treinado desde criança, não só para manter os contatos mas porque meu espírito possui essa vivência desde os primórdios da Atlantida e muito mais no Egito Antigo, e bem como, minha saudosa esposa que conheci quando tinha 16 anos. Ela, também, veio sendo treinada e adquirindo uma perfeição maior ainda, é muito rara nos padrões que fazemos e é por isso que talvez tenhamos conseguido chegar a esses contatos, apesar do grande sofrimento que individualmente passamos para chegarmos até aqui.

Contudo não nos achamos privilegiados, porém, não nos é possível ensinar, pois não há como ensinar. É inato, é nascer para isso, persistir sem desanimar e vencer os medos e os tabus interiores. Ser metódico, fazer os regimes adequados de alimentação, cultuar a potencialidade do espírito e da mente; ter ao seu lado entidades e seres de mentes poderosas para nos amparar nos momentos difíceis de aflição e de desânimo. Ler muito a respeito e procurar seu engrandecimento interior positivo, além, também, de exercícios respiratórios lentos e profundos antes de iniciarmos cada “viagem”.

Através da projeção do Duplo-Etérico podemos ver e sentir o interior das naves, os sistemas de painéis de controle, os seres, suas conformações físicas, o material da nave, seu sistema de propulsão, contudo nunca nos foi permitido ver os detalhes ou seja como e porque funcionam. No dizer deles seria muito perigoso para qualquer ser terrestre estar a par do sistema de propulsão, pelas razões interesseiras que alimentam o homem. Podemos enxergar através de seus potentes aparelhos, podemos olhar na tela de controle de bordo e aprendermos o funcionamento do Cosmo, do Sideral, do Sistema Planetário e trazer para nosso físico que fica gravando tudo dentro de nossa casa, para depois escrever.

Conforme o leitor poderá verificar em capítulos específicos mais adiante, este tipo de contato através da projeção do duplo-etérico, nos levou a prestar serviços e a assistir “doentes espirituais” e ver cenas horripilantes no Baixo Astral Terrestre ou naquilo que chamamos de Psicosferas Negativas para Regeneração, e até visitarmos e nos encontrarmos com seres no Polo Norte, no Polo Sul, em temperaturas a 50º, 60º graus negativos e nossos organismos sempre sem sair de nossa casa nada sentiram. Assim em densas florestas tropicais como as do Amazonas, sem sermos molestados por animais ou insetos de qualquer natureza. Muitas e muitas vezes, no início, tivemos a nítida impressão de termos morrido e não sabíamos como retornar ao corpo. A sensação não é de medo ou pavor, mas, sim de estupefação e espanto.

Temos, também, sido levados a conhecer, simplesmente a passeio, outros locais no globo, como por exemplo as Pirâmides do Egito em seu interior. Temos retirado espíritos e duplo-etéricos de pessoas mais chegadas a nós e as temos levado a passear e a visitar locais, parentes e amigos, além de prestarem, também, sua forma de auxílio. Temos sido vistos e sentidos por outras pessoas sensitivas, como se materializados em suas casas, em seus quartos, enfim, a projeção do duplo-etérico a longas distâncias, a nosso ver, será o veículo do amanhã para o futuro ser humano mais evoluído.

Vidência Psicométrica: este tipo de fenômeno que ocorre conosco, acorria muito com a minha saudosa esposa, nos permitem ver, assistir, sentir, vivênciar nossas próprias vidas passadas e as vidas das pessoas que quisermos examinar ou ainda das pessoas que nos pedem auxílio. As cenas se passam com tanta realidade e nitidez que as vezes pensamos estarmos vivendo “In loco” aquelas vidas e ver-mos as pessoas como elas eram e são realmente em seus espíritos. Este tipo de contato ou fenômeno não se atém apenas às pessoas, mas, também, a objetos, a coisas e a música que tem a propriedade de fixar-se em nossa mente e em nosso espírito fazendo com que voltemos ao passado quando a ouvimos na época, pois suas propriedades sonoras, seus acordes e melodias depois de se transformarem em sons, transformam-se em gás colorido de acordo com cada tipo e que por sua vez interpenetra nosso chakras, plexos, poros, sistema endócrino, nossa mente e nossa alma, fazendo-nos viajar no mundo das imagens e das recordações. Mais ainda se ela vier acompanhada de letra como na música popular, e na música lírica. E o compositor, com sua idiossincrasia particular, também é levado ao passado, quando a compõe formando assim uma corrente universal psicométrica que envolve pessoas de toda classe e formação. Portanto, esse tipo de fenômeno que também é raro permite ao seu portador, reconstituir fatos históricos que passaram muito tempo sendo considerados como lendas e transformá-los em veracidade ou dar a eles um novo  enfoque ou visão.

Incorporação Inter-Vivos: este tipo de contato e por conseguinte de fenômeno, é raríssimo também. Consiste em um espírito de uma pessoa ou ser vivo tomar o corpo de outro ser vivo.

Exige um preparo muito grande de ambas as partes contatantes pois, difere muito da incorporação normal entre mortos e vivos praticada pelo espiritismo. Neste caso o espírito incorporador leva para o “incorporante” todos os seus sintomas físicos, tais como: temperatura corpórea, pressão sangüínea, potencial vibratório, potencial de intelectualidade. Isto acarreta sobre o “médium” que chamei de incorporante Uma série de transformações e mal estares que por vezes desregulam seu metabolismo mesmo que seja por algumas horas. E o nosso contato com seres extraterrestres nos mostrou muito essas variações pois, dependendo do planeta que ele venha, seu metabolismo é quase que oposto ao nosso e na simples aproximação do duplo-etérico deles do nosso físico faz baixar nossa temperatura corpórea, ao mesmo tempo que aumenta nossa pressão sangüínea, nossas pulsações se aceleram ou se reduzem, fora outros tipos de desarmonias e que nos causavam os maiores sofrimentos.

Minha saudosa esposa se queixava muito disso e pior ainda é que ela já tinha propensão a essas desarmonias e tinha também essa missão. Foi muito difícil conciliar as coisas e infelizmente, não devido a esses contatos, mas, por talvez estar no seu destino, ela acabou tendo enfarte, diabete e finalmente derrame cerebral. Desta forma, podemos dizer esse tipo de contato “Incorporação Inter-Vivos” é muitíssimo raro e também muitíssimo arriscado. Ela chegou a incorporar espíritos de pessoas já em estado físico terminal e que queriam deixar suas despedidas a seus parentes e isto, além de ser doloroso para o médium, o é também para quem conversa com ele.

Aqui vai, então, um lembrete aos que quiserem tentar fazer este tipo de contato: não o façam sem antes terem a certeza do seu alto padrão de sintonia vibratória, sem antes fazerem uma consulta prévia aos seres que já os estiveram contatando por outros meios e ao mesmo tempo, vai aqui também este lembrete aos seres extraterrestres que não exponham as pessoas a esses tipos de incorporações antes de uma longa  preparação de aproximação lenta e gradativa do médium a ser escolhido para evitarem danos físicos irreparáveis.

Quando esse tipo de incorporação ocorre, o ser entra falando em seu linguajar próprio inteligível e aos poucos vai encaixando seu cérebro ao cérebro do médium até que comecemos a entendê-lo.

Materialização Inter-Vivos: este tipo de contato é de fenômeno também muito raro. O ser extraterrestre devido a sua alta vibração não se utiliza do fluído ectoplasmático fornecido normalmente pelos médiuns de efeitos físicos, pois este tipo de fluído carnal é imediatamente desintegrado ao contato com suas auras e vibrações, por isso eles buscam elementos da atmosfera e próprios elementos para poderem se manifestar e se tornarem visíveis e tangíveis como se estivessem vivos e falando ali em nossa frente, normalmente por telepatia interferindo em nossas correntes cerebrais. O tempo de duração variou entre 30 e 40 minutos, quando o fizeram conosco.

É digno de menção um fato que ocorreu em nossa residência de Ribeirão Pires quando lá morávamos. Um dos nossos maiores contatos extraterrestres, o líder do Planeta Oswen (o 9º planeta do nosso sistema solar, ainda não descoberto pela ciência e que se situa entre o planeta Urano e Netuno) que se chama Aislan e tem aproximadamente 2,10 de altura, é todo ele redondo, ou seja, cabeça redonda, olhos redondos e de uma beleza e força sem igual, corpo grande redondo sem ser gordo mas bem forte, mãos longas também e que não possuem dobras ou seja aquilo que denominamos como falange, falangeta, dois pés grandes, também com dois dedos largos em cada  pé, assexuado, anda totalmente nu mesmo entre nós. Apenas de uns anos para cá adotou um tipo de vestimenta parecendo tecida de fios metálicos cor de alumínio e fosforescente para quando faz incursões em solo terrestre. Toda a tripulação vem com ele, em sua belíssima nave em forma de tubos circulares que giram sobre seu próprio eixo, assustadoramente. Numa noite ele veio nos visitar sem nos avisar. De surpresa se materializou em nossa cozinha . Estávamos sentados na sala em poltronas separadas e até nossa cachorra Kelly, que era do tipo “dog alemão” de porte grande também estava deitada numa poltrona especialmente reservada para ela. De onde estávamos dava para avistarmos a cozinha através do corredor a uma distância de uns 12 metros. Aislan, sorridente, mostrando suas gengivas como de um bebê da Terra, pois não usam dentes e a boca pequena um tanto arredondada também, vinha se aproximando lentamente sem qualquer ruído. Ele é tão grande que parecia bater a cabeça no teto. Não conseguiu passar pela porta da cozinha e a outra de acesso a sala que ficavam sempre abertas. Quando  adentrava a passagem da sala, nossa cadela Kelly ao invés de rosnar, latir e procurar se levantar e investir contra ele, ao contrário, começou a olhar firmemente para Aislan e a gemer a grunhir como se tivesse apavorada e foi virando sua cabeça para traz e desmaiou, perdeu os sentidos ficando completamente imóvel, dura sobre sua poltrona. Aquilo nos preocupou e fizemos menção de levantarmos e ir até ela para ver o que ocorria. Aislan nos fez um sinal que não tocássemos nela, falando que o cérebro dela tinha entrado em curto ao vê-lo, devido as vibrações naturais que emite através dos seus olhos a tinham atingido. Ele foi até ela, passou sua grande mão sobre sua cabeça e sobre seu corpo todo e então sim, pediu-nos que a colocássemos na área de serviço que logo em seguida ela iria ficar boa. E foi um trabalho enorme para minha esposa e eu tirarmos a Kelly dali desacordada, pois desmaiada e grande como ela era pesava mais ainda. Fizemos depois de muito custo e Aislan tudo assistia sorrindo meiga e passivamente. Minutos depois a Kelly se levantou e saiu para o quintal. Nós e o Aislan continuamos o nosso papo vis-à-vis. Assim, temos dezenas de outros casos, de informação, das curiosidades que ocorreram conosco neste campo.

Uma tarde, logo após o almoço eu, minha saudosa esposa saímos para ir ao supermercado. Voltamos lá pelas 16:30h. Lembramos de termos fechado todas as portas de nossa casa, que por sinal era grande. Quando chegamos, entramos na casa pela porta da garagem que dava para a sala, foi quando com grande espanto vimos um homem alto de cabelos cor de tijolo avermelhado sentado no sofá. Ele tinha as pernas bem compridas e parecia não caber na largura do sofá, a parte de suas coxas ficava para fora, enquanto que seu tronco ficava encostado no sofá em posição bem reta. Olhos amendoados e bem verdes que lhe davam um toque bem contrastante com seus cabelos e orelhas compridas altas, grandes, rentes a cabeça. Os cabelos estavam cortados a maneira irlandesa, ou seja, soltos a vontade. Sabíamos que ele tinha cabelos longos e estranhamos. Vestia um terno ao estilo europeu, paletó quadriculado, chamado “tweed”. Grandes sapatos que nos parecia em torno dos nº 48 a 50. Ele abriu um sorriso enorme e mostrou seus dentes alvos parecendo mais pérolas encrostadas em suas gengivas, como pérolas cortadas ao meio. Perguntou: “- Que tal, estou parecendo um de vocês?”. Levantou-se e desfilou, demonstrando grande dificuldade em andar. Pisava com dificuldade. Nós lhe respondemos: — “está ótimo, ninguém diz que você não é daqui, está parecendo um estrangeiro. Ele respondeu: “— Ótimo, era isso que eu esperava, mas temo me condenar devido ao calçado, os seus tipos de calçados não servem bem nos meus pés que para vocês são muito esquisitos”. Era Járlós, de Urano, quem estava ali materializado parecendo ser de carne e osso como nós e, durante o dia. Aí ele tirou os sapatos e nos mostrou seus pés, eram como de patos com aquelas membranas ligando um dedo ao outro e eram mais largos que o sapato. Járlós nos informava que naquele momento estava em Manaus, no Amazonas e que andava entre o povo que não estranha muito por haver lá muitos estrangeiros altos. Járlós tem 2,30 m de altura. É um gigante! Disse-nos Járlós que andava entre o povo, passeava de ônibus, passava pelas catracas (roletas) sem pagar, apenas olhando nos olhos do cobrador e gostou muito de tomar os sorvetes de massa que eram feitos por lá. Estava também colhendo plantas, alguns répteis como cobras, rãs e sapos para levar ao seu planeta que é como ele diz constituído de maior parte de água. Estava fazendo experiências com as plantas e frutos para produção de futura alimentação para os terrestres.

Perguntamo-lhe como conseguia aqueles trajes ao que ele nos respondeu: “- Não perguntem, foram conseguidos à nossa maneira, porém, sem causar danos a quem quer que seja”. Conversamos mais um pouco. Ele disse que já estava no tempo de ir. Despediu-se fazendo um sinal e sorrindo, sumiu, evaporou desaparecendo como por encanto. Eu e minha saudosa Conceição rimos de felicidade.

Data da compilação: 01/02/97 às 19:18hs