Faz Lógica a Teoria do Big-Bang?

Faz Lógica a Teoria do Big-Bang?

Pergunta:

Oi Domingos,

Faz lógica na existência desse Big Bang, já que ele explodiu algo que ja havia antes?

Obrigado,
Olavo C.

Resposta:

Prezado Olavo,

O Big Bang nunca existiu pois o Núcleo Central Cósmico, gerador de tudo o que existe dentro do universo visível e dos universos paralelos, invisíveis, partiu do microcosmo para o macrocosmo para criar tudo, e sendo assim, caem por terra todas as teorias baseadas no Big Bang.

O Criador não era e nunca foi um padeiro, ou seja fazer uma grande massa para depois explodi-la. Ele1 me parece ser mais inteligente do que os nossos “sábios” cientistas, criados por Ele1, pensam, preferiu criar tudo a partir do microcosmo, ou seja, do átomo e continua nos dando demonstração disso, a partir do Universo do nosso corpo físico. Leia mais detalhes nos meus livros!

Abraços.
DYezzi::.

1 Aqui, onde a assexualidade de Deus e a sua onipresença e onisciência está em toda parte, fazemos referências à Deus como “Ele”, masculino, somente para acomodações linguísticas.

De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos?

 

De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos?

O livreto “De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos, com Mensagem de Beethoven, assinada no ato” está agora disponível para ser comprado e baixado por este website.

Este livreto contem textos extraídos do primeiro livro do autor, “O Que Os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós?!“. Esta é uma versão concisa, em formato PDF, baixável por este website.

Neste livreto o leitor terá respostas a algumas perguntas feitas, desde há muito tempo, até agora não respondidas satisfatoriamente por outros pesquisadores, além de revelações inéditas sobre os seres extraterrestres, sobre fenômenos inusitados e curiosidades intercaladas com algumas pitadas de humor.

Outros livros do autor também podem ser comprados pelos seguintes links:

Notas Finais

Domingos YezziO presente volume que ora coloco a público reflete aquilo que os Seres Extraterrestres Pensam e Esperam da Humanidade, através dos contatos diretos que formaram comigo desde de minha tenra infância. O que eles desejam é uma humanidade terrestre  mais conhecedora de si própria e mais entrosada com a fenomenologia e as energias que a rodeiam e assim conhecendo, se situe em patamares vibratórios mais elevados e em consonância com seres mais evoluídos técnica e espiritualmente, proporcionando-lhes maior ensejo de manterem contato direto sem causar a esta humanidade choques e traumas psicológicos pelos medos, tabus, e preconceitos que dominam, justamente plea falta de conhecimento e desinformação, ou informação deturpada. Assim como os aborígenas temem o contato com o homem civilizado, quando este contato ocorre fortuitamente causa àquele aborígena mais males do que bem.

Espero ter conseguido esclarecer um pouco mais este assunto o qual sera mais esmiuçado nos volumes que se seguirão.

Mensagem Universal

Vejam Amigos.
Vejam Senhores.
Vejam meus Jovens.
Vejam o nosso Mundo.
Vejam o nosso Cosmo.

São redomas, espirais,
dínamos, reatores,
bombas, urânio, nitrogênio, supersônicos,
o polo dieternizado,
satélites ionizados,
discos, Discos Voadores
de Marte e todo Sistema,
a presença do radar
e da energia nuclear.

Vejam também o passado.
Sáurios anti-diluvianos
de há mais de milhares de anos,
estão todos desvendados.
Esfinges desmascaradas
galáxias estranguladas.

Sabem o que é isso meus jovens?
Isso é a cultura!
Cultura sem culto nenhum.
Culto? … Culto a ídolos pra quê?
A cultura nos superou.
Eis aí meus caros jovens.
Nosso Cosmo de tudo repleto!
Agora uma pergunta:
Que é que falta para ser completo?

Falta paz – Oceano de bondade.
Falta Amor – Apanágio da deidade.
Falta União – Única felicidade.
Faltam Sorrisos – Reflexos de espontaneidade.

Falta em nossos corações
um céu mais fluorescente.
Falta um mundo diferente
com arpejos de doçura
com celestial ambiente.

A tudo saciamos; conforto, sabor material.
Isso é tudo muito natural.
Pois vivemos em um mundo
onde encontramos só duendes,
invejas maquiavélicas,
onde tudo nos enerva.

O homem desde o primate
respira uma atmosfera de medo.
Receia perder a vida, seus bens,
receia perder o amor, seu ar para respirar,
mas nada sabe conservar.
Receia perder uma situação que suspeito não merecer.
O homem receia tudo.
Por medo mata, rouba e mente.
Por medo calunia, bajula, é descrente.
Por medo se humilha, se vinga e odeia.
Por medo é infinitamente desgraçado.

O medo cultiva:
a discriminação, a desconfiança,
o preconceito, a insegurança.
O medo alucina!
Anula qualquer sentimento,
desagrega sensibilidades.
O medo acima de tudo,
favorece a inveja e a vingança.
O medo com tudo isso,
só nos traz infelicidade.

É impossível criar no mundo
Condições de vida em que,
para viver dignamente,
o homem não precisasse sucumbir à corrupção,
aceitar desigualdades
aceitar humilhação.

É impossível, pois o homem
vive eternamente pronto
ao ataque ou à defesa.
O homem, meus caros jovens,
afia eternamente suas garras
para melhor rasgar as carnes
e sentimentos alheios.

O homem é belicoso e mau.
Fecha todos os seus dedos, para,
melhor poder reter
no côncavo das suas mãos
tudo quanto possa recusar
ao próximo, aos seus irmãos.

É impossível criar no mundo
as condições de que falei.
Pois, para isso meus jovens,
Precisaríamos tudo recomeçar.
Mas podemos e devemos
criar dentro de nós mesmos,
em nosso peito, em nosso curacao
um templo de essências fraternas
que se expandam sem barreiras.

Criar grupos uníssonos,
corajosos, bem dispostos,
que exijam de nós mesmos,
compreensão e tolerância,
para fazermos da Terra
um futuro para isso.

Criar harmonização
para estarmos preparados
para enfrentarmos a tranformação
que o Fim desse ciclo nos trará.

Hajam, mexam-se, sejam versáteis.
Não fiquem atolados nas trincheiras,
trincheiras e conflitos mentais.
Se orientem por mentes mais fortes,
mentes mais amplas e abertas.
E, se não puderem agir por si somente,
concentrem-se no Amor, no “Amai-vos uns aos Outros”.

Sois livres, inteligentes,
mas, nunca se esqueçam de
que, sempre mais ali adiante
haverá alguém atolado e,
sem meios de sair,
de sua própria trincheira.

A esse alguém, caros jovens,

deveis dar o beijo fraterno,
o amor despreconceituoso,
a permuta de sentimentos,
pois, esse alguém meus amigos,
também tem para vos dar,
Amor, Sabedoria e Humildade,
mas, estando atolado,
ou melhor, aturdido, confuso,
não sabe como agir.
Terminando caros jovens.
Saibam que não existe
mérito mais louvável
ao deixarem lhes oscular as mãos,
aqueles que desejam receber
o benefício do perdão.

Apenas mais um conselho:
Tenham idéias ou ideais sadios
para que possam produzir
frutos viçosos numa unidade global,
num todo humano, mental e sideral.

Nada existe de mais piegas
do que tumultuações, hipocrisias.
Sejam sempre irmãos
sem se deixarem poluir pelo menos em suas mentes.
Enfim sedes como um grande Coral
que, reunido ou disperso,
possa produzir vibrantes Harmonias,
difundindo cores, sons e sinfonias.

Assinatura de Ludwig Maria Van Beethoven
Ludwig Maria Van Beethoven

Captado em 17.01.78 às 23:30h

Comentários e Curiosidades – Nicolo Paganini

Nicolo Paganini
Nicolo Paganini

Comentários e Curiosidades do Grande Violinista e Compositor Paganini Feitos ou Transmitidos Por Ele Próprio

Considerações iniciais do autor: Nicoló Paganini, italiano de Gênova, o maior violinista de todos os tempos e o maior compositor de músicas para seu instrumento, o violino, tem hoje uma estreita ligação conosco na parte espiritual, e também poderíamos dizer na parte física pois ele nos acompanha e mantém contato conosco através das vias paranormais, não apenas pelos nossos humildes dotes violinisticos e paranormais mas também por ter sido em uma de nossas vidas na Idade Média nosso pai carnal. Minha saudosa esposa Conceição que o incorporou várias vezes teve ligação também parentesca com ele naquela mesma ocasião. Através dela, nestes últimos anos enquanto ela vivia entre nós, ele conversou conosco e nos pôs a par de alguns fatos e curiosidades sobre ele próprio quando violinista os quais, alguns, narraremos aqui com intuito de levar ao leitor esclarecimentos que também fazem parte de tudo aquilo que os seres extraterrestres. “Pensam e esperam de nós”, pois formam um conjunto de conhecimentos de sintonia com a paranormalidade, trazendo a baila fatos que os estudiosos e biógrafos da vida de Paganini talvez desconheçam pois, pelo que sabemos, nunca foram revelados publicamente.

O que contam os historiadores é que devido a conduta pessoal de Paganini e seus virtuosismo alucinante criou-se uma aura de mistérios e lendas a seu respeito que causavam impacto na população da época, nas cidades e países por onde ele passava. Até a Igreja foi assolada por essa aura negativa e insipiente que proibiu que os familiares de Paganini dessem ao seu corpo um enterro normal, cristão, como a qualquer mortal.

Seu corpo e seu esquife perambularam de um local para outro, tendo sido enterrado em sua cidade natal depois de muito tampo. Tudo porque se dizia que Paganini teria sido um Fausto do Violino, ou seja, teria vendido sua alma ao demônio para poder tocar seu instrumento do jeito que tocava. Havia quem afirmasse ter visto o diabo atrás de Paganini auxiliando-o a mover seu arco e seus dedos. Tudo isso aliado as características físicas de Paganini, magro, esquelético, mãos grandes e dedos enormes que conforme verificou-se depois eram frutos de uma possível desarmonização genética, e bem como, aos acontecimentos inusitados na vida dele, durante os espetáculos tais como, apagarem-se as velas de iluminação do palco sem que ninguém o fizesse, a quebra proposital das três primeiras cordas do seu violino fazendo-o tocar numa corda só, a corda mais grave, a Sol.

Paganini nos informou que jamais fez pacto com o diabo ou com qualquer entidade malévola, entretanto, se aprofundou nos conhecimentos esotéricos, na cabala, na numerologia, na magia, tendo convivido com os ciganos, enfim, procurou se enfronhar em quase tudo que lhe permitisse o domínio da mente e ao mesmo tempo também lhe permitisse conhecer o “outro lado da vida”, como ele mesmo nos afirmou, a força de uma concentração mental, indo até o “mesmerismo” (Mesmer) que é a força ou o emprego da força magnética pessoal direcionada, justamente para que aumentasse entre o público ouvinte em geral, aquela auréola de mistérios e um certo “carisma diabólico” em torno de sua pessoa, o que lhe granjeava fama e fortuna. E foi o que realmente aconteceu,. Paganini morreu multi-milionário, mas esquecera da infortunada influencia da Igreja após sua morte. Nos parece que o próprio sobrenome Paganini, em italiano quer dizer “pagãozinho”. Como se vê esse nosso querido amigo milenar veio mesmo naquela encarnação para ser o que foi e ninguém o desviaria daquela missão maravilhosa.

Paganini nos acrescenta ainda este espantoso por menor: “Imaginem vocês, se a Igreja e aqueles que se amedrontavam frente a minha técnica e minhas características físicas, tivessem tido o trabalho de verificar ou de raciocinar, perceberiam logo que eu amava a música e ao meu instrumento e veriam que o meu instrumento predileto era e é um Guarnérius del Gesú, ou seja, Guarnério de Jesus e o seu símbolo gravado a fogo em seu interior pelo fabricante era uma cruz!. Ora, quem tem parte com o demônio não leva o nome de Jesus para todo lado e nem a cruz que é o símbolo dele. Vocês não tem um ditado que diz: “- Tal indivíduo foge de tal coisa como o diabo foge da cruz?” Pois é, isso parece que não valia para os crentes daquela época”.

Conforme o próprio Paganini nos contou nesta noite de 24 de abril de 1990 das 22:30 horas em diante, incorporando minha esposa Ceição, um exemplo típico do uso que ele fazia desse conhecimento da força da concentração mental unida a numerologia e a cabala foi a forma como ele enumerou seus maravilhosos e dificílimos vinte e quatro caprichos para violino solo op.1. Ele nos conta que seus 24 Caprichos não foram compostos em forma de estudo pois não obedecem seqüência de tonalidade, sistema de afinação ou progressividade de aprimoramento técnico, por isso ele os denominou de Caprichos e são obras estanques separadas entre si, ou seja, nada tendo a ver um com relação ao outro. não são como os prelúdios de Bach que seguem rigidamente todas as seqüências acima ou mesmo os Estudos de Chopin, para piano. Não são obras para simples estudantes, porém para virtuosas natos do violino que há muito já tenham dominado arte da técnica total desse instrumento, tanto nos segredos do arco como nos dificílimos dedilhados dos “pizziicatti” da mão esquerda e acordes duplos.

Paganini nos informa também que seus Caprichos foram sendo compostos ao longo de sua carreira durante o período áureo de sua técnica violinistica. Muita coisa ele absorveu dos ciganos que o recebiam como se ele fosse um deles.

Portanto, os Caprichos foram compostos em épocas diferentes e sendo executados por ele sem permitir sua publicação. Ele os ia escrevendo e guardando e só após todos terem sido concluídos ele os enumerou ao acaso. Da seguinte forma: Misturou, embaralhando todas as partituras, concentrou-se firmemente e foi tirando e enumerando cada uma conforme e ia aparecendo em suas mãos, como se essa numeração fosse obra do acaso, ou do destino, ou ainda, escolhida por mãos invisíveis. Assim, o Capricho nº 1 que é todo ele composto na técnica do “ricochet”, dificílima, saiu em primeiro lugar, o Capricho nº 13 que posteriormente foi denominado de “A gargalhada do diabo” coincidiu cair ele com esse número mágico ou místico na cabala.

O Capricho nº 24 que é o último é aquele que conforme nos diz Paganini e pode ser verificado, possui seu tema principal baseado numa exata inversão matemática do tema medieval “Dies Rie” que também é chamado de tema da morte ou tema do juízo final nos cantos gregorianos. Esse tema medieval foi utilizado por Lizst em sua composição “Dança da morte”, foi usado por Berlioz no 4º movimento de sua Sinfonia Fantástica – denominado de “Noite de Sabat” (Noite das orgias de feitiçaria), o compositor russo Rachmanimov tinha verdadeira obsessão por esse tema e o incluiu em várias de suas obras, entre elas “A Ilha dos Mortos”, nas Danças Fantásticas, posteriormente batizadas pelo maestro Eugene Ornandi muito amigo do compositor, como “Danças Sinfônicas”, ele também usou esse tema de forma genial na sua composição “Rapsódia sobre um tema de Paganini” na qual ele apanha o tema invertido de Paganini faz variações sobre ele, o reverte ao tema medieval original, faz variações estupendas. Ouça-se por exemplo a 18º variação , a qual ele transforma num tema romântico lindíssimo muito conhecido do grande público, dando a essa maravilhosa composição para piano e orquestra. Aqui faço uma observação pessoal sobre essa 18º variação de Rachmanimov.

Todo o amante da música erudita ou clássica sabe que Rachmanimov era um compositor sofrido, tendo ficado muito abalado com o fracasso de sua 1º sinfonia e só após três anos de absoluto silêncio e um grande tratamento psicoterápico ele deu origem ao seu Concerto nº 2 para piano, que se tornou uma das peças bases dos pianistas e dos movimentos românticos deste século.

Por conseguinte, quase todas as suas melodias são impregnadas de uma profunda nostalgia, um lamento que vem lá do fundo de sua alma e que talvez ele mesmo não soubesse explicar, pois mesmo estando já bem sucedido, morando na América do Norte, assim compunha suas melodias sempre com esse tema do Juízo Final. A sua última composição as “Danças Sinfônicas” é um exemplo típico. Pois bem, no que se trata a 18a. variação ou mais propriamente ao nº 18, nos traz, através dos processos paranormais do fenômeno da psicometria (análise do passado do espírito através dos tempos imemoriais em suas dezenas ou milhares de reencarnações), podemos concluir sem sombra de errar que Rachmanimov fez parte, como nós, da 18º Dinastia Egípcia ocorrida há uns 1400 anos antes de Cristo. Quem sabe ele veio trazendo sobre si durante todos esses séculos essa melancolia ou saudosismo na alma, que a medicina ou a ciência não conseguem explicar? Mas voltando ídolo amigo e protetor espiritual musical, Paganini, lembramos que a técnica de arco “ricochet” é a arte do virtuoso passar o arco velozmente sobre as quatro cordas do violino ricocheteando as notas entre si e produzindo um efeito de notas cintilantes. Paganini foi quem mais empregou essa técnica para demonstrar seu virtuosismo. Ele a desenvolveu de modo brilhante, mas antes, Bach na Alemanha, Vivaldi, Tartini na Itália e outros virtuosos bem como os ciganos violinistas sabiam explorar muito bem o “ricochet”. Um principiante jamais começaria a estudar o violino pelos Caprichos de Paganini, seja o nº1 ou qualquer outro.

Paganini era zeloso por suas composições e só as mandava publicar em “conta gotas” ou seja, aos poucos.

Como estranha-se que Paganini não tenha se utilizado da Técnica dos Harmônicos Simples ou Duplos nos seus Caprichos, que por sinal é uma técnica dificílima, que foi muito desenvolvida por ele e bem difundida, perguntamo-lhe por que ele não a usou em seus caprichos, ao que ele nos respondeu: “- Achei que os harmônicos ou “falangettes” com também são denominados no meio musical, não ficariam bem nos meus caprichos, não seriam apropriados, eu diria que “foi um capricho de minha parte com os meus próprios caprichos”, porém paralelamente, os inclui em todas as demais composições que combinavam muito bem. Mas, devo dar o braço a torcer” pois um grande violinista aí entre vocês, deixou registrado na 10a. variação e bem apropriado os produziu por iniciativa própria no capricho nº 24. Tenho que dizer que fiquei feliz coma idéia e a execução.”

O violinista chama-se Jacha Heifetz é um dos gênios do violino deste século. Portanto, nem sempre o autor, em algumas obras, tem a palavra final. Esse violinista fez a introdução desses harmônicos quando ainda era jovem e apesar de não se achar afeito às execuções das músicas de Paganini devido ao seu estilo macio, aveludado de tocar o violino, toca Paganini esplendidamente mesmo se dando melhor em obras de outros autores clássicos e românticos ou mais contemporâneos. Vamos narrar outro fato que ocorreu conosco envolvendo Paganini e que ocorreu na década de 70 aqui em S.Paulo no Teatro Municipal.

Nós morávamos em Ribeirão Pires, cidade da grande S.Paulo e soubemos da vinda ao Brasil e que passaria por aquele teatro, um dos maiores violonistas do mundo e a nosso ver o maior excultante das músicas de Paganini, o italo-americano Ruggero Rici, mais que depressa fomos adquirir os ingressos e convidamos um casal de amigos, amantes também da música clássica, os saudosos Pedro e Guiomar. Vimos Paganini no Astral e em nossa casa vestido a rigor com sua casaca cinza e seu inseparável Guarnérius na noite que Ricci iria tocar; Paganini nos disse: “- Vou acompanha-los e sentir a minha música ser tocada por aquele meu grande amigo do passado e que me incentivou muito de nome Rolla e que reencarnou agora como esse violinista”. Nós lhe dissemos, mas você, como desencarnado já poderia estar lá, não há necessidade de viajar quarenta e cinco quilômetros de carro conosco? Ao que ele respondeu com aquela sua voz rouca “- Eu sei, mas faço questão de estar junto de vocês e fazer todos os sacrifícios necessários para assistir o meu amigo tocando as minhas músicas”. Pois bem, respondemos será uma grande honra para nós, pena que só nós possamos ver você, nem o casal que nos acompanhará conseguirá vê-lo, pois não estão na mesma sintonia.

E assim se deu, ele viajou conosco no banco de traz do veículo. Chegando ao teatro Paganini já se mostrava impaciente, desceu do carro normalmente, despediu-se de nós dizendo que iria para o camarim de Ricci cumprimentá-lo e o acompanharia com seu violino ao palco e que nos reencontraríamos após o espetáculo, e lá se foi ele por entre a multidão que nem se apercebia da presença do grande mestre do violino entre eles, caso contrário, seria um alvoroço total. Nós quatro subimos para os nossos lugares em local muito bom, no balcão do teatro bem acima do palco onde a visão do espetáculo era esplêndida e bem como a acústica.

Posteriormente ao espetáculo fomos ao camarim cumprimentar o extraordinário Ruggero Ricci que se comunicava em inglês e pedimos para ver seu maravilhoso instrumento, o que ele cedeu com um cuidado extremo pois era raríssimo e Ricci não o colocava nas mãos de ninguém , disse-nos ele, e vimos se tratar de um autêntico Guarnérius del Gésú idêntico ao que Paganini trazia com ele. Como somos violinistas e nosso violino é bem comum, pudemos notar a leveza, o esplendor que aquele instrumento irradiava até nossos dias. Pensamos assim : “Com um instrumento destes se consegue milagres”. Porém, sabemos que se dá justamente o contrário, quanto mais sensível for o violino mais sensível e virtuoso deverá ser o executante. A nosso ver esse instrumento é mesmo como diz Paganini “uma bella donna”, ou seja, uma linda mulher que, se não soubermos como “tocá-la” ela nos rejeita e nos acusa publicamente, sem dó nem piedade.

Mas a sensação para quem é violinista, mesmo comum como nós, é indescritível, é como se aquele objeto de madeira polida tivesse vida própria, tivesse uma alma humana, e como tal precisa ser amado e corresponde ao amor que lhe é dado, nunca traindo quem o ama se ele souber todos os detalhes sobre seu comportamento, esteja ele parado em seu estojo ou em atividade sonora.

Ricci iria executar várias peças de diversos autores e terminaria com a dificílima peça de Paganini “Nel cor piu non me sento” que quer dizer mais ou menos : No coração não mais me sinto. Nesta peça Paganini colocou tudo ou quase tudo o que o violino pode fazer, porém, só alguns virtuosos conseguem fazê-lo. Vai desde as notas duplas, harpejos, “pizzicattos” com a mão esquerda, “martelaltos”, harmônicos simples e duplos, “stacatos” e “legatos”, em vertiginosa velocidade, enfim, tudo que só ele, Paganini poderia ter imaginado e composto e ele mesmo ter executado no seu instrumento, o que deixa o público estupefato, maravilhado, hipnotizado. Ricci iria ser acompanhado ao piano pelo saudoso Fritz Iank.

Ricci entrou no palco e foi ovacionado intensamente e Paganini entrou também com seu violino debaixo do braço com seus olhos brilhantes e perscrutadores olhando, fitando mesmo cada pessoa, avistou-nos e moveu um pequeno sorriso. Parecia que havia um “não sei o que” na platéia e no próprio Ruggero Ricci que muito sorridente agradecia a platéia e iniciou seu concerto. Paganini só o assistia e em dado momento não conseguindo ficar imóvel começou a tocar ao lado de Ricci. Nós, eu e minha esposa Conceição, tínhamos o privilégio de avistar e ouvir os dois magníficos violinistas. era emocionante demais para nós nossos olhos lacrimejavam e nossos corações saltavam no peito. Não há forma de podermos descrever em palavras.

Em dado momento, após ouvirmos todos aqueles ruídos de tosses e espirros em voz alta por aqueles freqüentadores mal educados que não se dão conta do incômodo e da inconveniência que proporcionam aos demais espectadores, principalmente aos executantes e ao pessoal que tem a incumbência de gravar o espetáculo. Como também fomos violinistas de orquestra sinfônica, muitas vezes ficávamos irritadíssimos com o descuidado que essas pessoas causam no ambiente e aos músicos comparecendo aos espetáculos sem as condições físicas adequadas. Mas se fosse ao contrário não haveria bilheteria, isso é certo, porém que pelo menos procurem reduzir o barulho com um lenço na boca. Paganini, colérico como um bom italiano, parou de tocar seu violino e olhando furiosamente para o lado de onde vinham os ruídos berrou: “Vátene via fenestra!” em seu dialeto e que quer dizer: “jogue-se pela janela!”. Claro que só nós o ouvimos, mas ele não deixou de dar o seu protesto. O espetáculo seguiu normalmente e Paganini irradiava sobre Ricci toda a sua vibração violinistica e Ricci parecendo contagiado dava um show à parte, principalmente quando ele executou aquela peça maravilhosa do mestre genovês.

Como se diz na gíria ele estraçalhou. Se fosse naquela época de Paganini e algum gaiato presenciasse Paganini ao lado de Ricci, com certeza diria que o virtuoso estava sendo ajudado pelo diabo!

O público delirou, aplaudindo de pé. Paganini gritava bravo! bravíssimo! Ricci deu bis durante mais de uma hora além do espetáculo. Nunca presenciamos coisa igual. Tocou vários Caprichos de Paganini e outras peças dificílimas que para ele pareciam brincadeira. Ao final fez um gesto ao público imenso que se levantara e em pé rodeava ao palco, mostrando os dedos da mão esquerda querendo dizer que eles não agüentavam mais, já estavam doendo.

E ao retornar ao seu camarim, lá já o estávamos esperando e ele dizia a todos, brincando: “- Brazil never! Brazil never!, ou seja, Brasil nunca mais, nunca mais. Mas retornou em 1978 e voltamos a assisti-lo, como sempre mostrando sua espetacular técnica violinística.

Saímos todos, Paganini encontrou-se conosco antes de entrarmos no carro fez comentários elogiosos sobre Ricci, dizendo que ele era o violinista que mais se aproximou do seu estilo e muito feliz, despediu-se de nós com seu “Arrivedercce”, Até logo, e desapareceu no ar e da nossa visão astral.

Estas informações são inéditas, as estamos divulgando ao público leitor e aos amantes da música de Paganini pela primeira vez. Esperamos que ainda possam chegar ao conhecimento do grande Ruggero Ricci que a esta altura deve estar dando aula apenas, o que nos deixaria muito felizes e a minha saudosa esposa Ceição que agora se encontra no Astral ao lado do nosso ídolo e inspirador amigo Nicoló Paganini.

À guisa de informações gostaríamos de acrescentar que se pudéssemos compor ou escolher uma música que defina bem a personalidade de Paganini além de suas próprias melodias é claro, comporíamos ou escolheríamos aquele trecho da opereta Paganini, de Franz Lehar denominado: “Quelle donne vóglio bajare” e, uma das mais perfeitas execuções é aquela feita pela “The Salon Orchestra” da Alemanha e que pode ser encontrada em discos CD.

Muitas outras curiosidades temos relatadas a nós pelo próprio Paganini, sobre determinadas obras compostas pelo Mestre, por exemplo sobre o Concerto nº6 para violino e orquestra e outras descrições inteligentes, lógicas, as vezes bem humoradas, as vezes bucólicas, porém, o amigo leitor terá a oportunidade de lê-las no volume que estamos escrevendo que trata especificamente de “Como se ouvir Música”- “aquilo que o compositor quis dizer mas não escreveu”, o qual em breve esperamos remeter ao prelo.

S. Paulo 17/01/97 às 22: 20 horas

Mensagem de Adoniran Barbosa

TREM DAS CINCO

(Adoniran Barbosa 28/11/82, 23:30h)

23/11/82 às 17:15h

Mensagem de Adoniran Barbosa (Figura 7)
Mensagem de Adoniran Barbosa (Figura 7)

Eu já estou aqui meus amigos
Cheguei no trem das cinco
Estou no céu entre os amigos
Feliz, muito feliz eu me sinto

Encontrei o formigão
o Orlando, a Elis,
Vinícius sempre esnobando
com sua pinta de poeta
mas um grande coração

Gostei de ver meus amigos
Na hora do enterro do meu corpo
Onde o samba imperou
Nem choros, nem tristezas, nem lamentos
Onde até o último momento
A multidão toda cantou

Eu não podia ficar nem mais um minuto aí
E fiquei seis horas a mais
Perdi o trem das onze
Mas, no das cinco parti

Nosso Senhor permitiu
que eu perdesse esse trem
porque dessa vez meus irmãos
a viagem era sem volta
e não tinha mais solução

Recebido mediunicamente por C. A. Yezzi em 28/11/82 as 23h30 – D.Y.

Mensagem do Espírito de Emanuel

Abaixo o texto mentografado pela médium C. A. Yezzi

Mensagem do Espírito de Emannuel, Página 1 (Figura 5)
Mensagem do Espírito de Emannuel, Página 1 (Figura 5)

Tradução:

Amigo, procura fazer dessa tua existência o constante otimismo que até agora o tem feito suportar tudo. Sei que te devo muitas explicações sendo a primeira delas a tua tão malfadada ida a Uberaba para encontrares com meu médium e lá encontrastes coisas totalmente diferente do que esperavas. Me perdoe, nisso tudo não tivemos culpa, nem meu médium e nem eu, mas foram as circunstâncias que nos levaram a falhar, mas sendo você meu espírito luminoso e inteligente compreenderá o porque de tudo isso ter acontecido.

Prossigam, amigos enfrentando a vida com mais otimismo, pois tudo se alcança quando temos persistência e mente limpa.

Estamos todos com vocês, não esmoreçam, virei outras vezes falar-vos.

Que Jesus vos abençoe e a todos nós e também a todos nossos irmãos sofredores, encarnados e desencarnados.

Emanuel

Ribeirão Pires, abril, 76

Darmátsa – Um Antiquíssimo Mago Terrestre

Eram exatamente 23 horas e 50 minutos quando intensa vibração penetrava nosso lar. O amigo Glonk do Planeta Plutão estava presente e junto dele um ser que havíamos avistado da última vez que Glonk também nos visitara. Parecia que com seu intenso e puro magnetismo Glonk o havia imantado a ele ou aquele ser havia magnetizado Glonk e pareciam ambos interligados entre si e a nós.

A nossa sala da casa de Ribeirão Pires, no seu astral, se modificou, se transformando numa grande sala redonda com uma imensa abóbada côncava e no centro da sala, a nossa frente, aquele ser majestático vestido com um belíssimo manto branco aveludado. O ser era calvo e estava com os braços erguidos aos Céus como se solicitasse alguma graça divina.

Sentíamos, eu e minha esposa, que ele se esforçava para que o entendêssemos, mas, parecia-nos que ele estava isolado em si próprio, não conseguia fazer-se entender… Seus olhos giravam desesperadamente. Eram espiralados, pareciam saltados e presos a espécie de mola, passavam da cor vermelha forte para o azul claro e entre estas várias outras matizes. Após grande esforço; esforço exageradamente sobre-humano e espiritual conseguiu que o entendêssemos mentalmente.

Nesse exato momento em que ele começava tentar dialogar conosco, ouvíamos no astral com uma nitidez impressionante um toque de órgão[1] executando o Intermetzo da ópera “Notre Dame”, de Franz Schmidt (essa melodia belíssima passou a ser daquele momento em diante até hoje, o tema de chamada e da presença entre nós do querido Darmátsa). Víamos estarrecidos aquele ser humano transformar-se naquele lendário cavalo voador o Pégaso e voar até a nossa Lua e voltar. Fez isso várias vezes durante aqueles minutos. Realmente a cena era espantosa e inacreditável para nós, e, sabemos quão difícil será para outros acreditarem apenas por nossas palavras mas, isto não nos importa porque o que nos foi dado presenciar e fazer só a nós interessa e achamos que só aquelas imagens maravilhosas e ainda o que irei relatar abaixo, foi uma das maiores dádivas que um mortal poderia ter recebido.

Tudo se passava para nós como se estivéssemos num grande cinema tridimensional.

A muito custo ele conseguiu nos transmitir seu nome: Chamava-se DARMÁTSA. Disse-nos que fora um mago ou místico com grandes poderes sobrenaturais. Contou-nos que quando em vida havia feito um grande mal a sua mãe, involuntariamente, é verdade mas, para ela foi proposital e, desgostosa, indignada e ao mesmo tempo com grande rancor e possuidora que era também de grandes dons de magia negra, lançou sobre ele uma grande maldição que inutilizou-lhe todos os pontos de comunicação de seu ego com o exterior.

Darmatsa desencarnara sob aquela maldição terrível, seu espirito desde então, a centenas de anos atrás vem com esse terrível estigma espiritual de cego, surdo e mudo sem ser, envolto pelas próprias energias poderosas e impressionantes que o mantinha recluso dentro de uma cadeia energética. Não poderia nem ter contato com outras entidades. Veio sofrendo e perambulando até esta data dentro de um circulo vicioso poderoso.

Sua mãe chama-se VOLTJA e o que aconteceu entre eles foi tão marcante e tão revoltante naqueles milênios atras, que originaram todo aquele cataclisma psíquico que os dois passaram. E o que realmente aconteceu entre eles?

Pelas imagens que pudemos captar, levados que fomos até a época, percebemos que houve um torneio tipo medieval mas o fato se deu centenas e centenas de anos antes, mais oportunamente falaremos da data e do local exatos; nesse torneio o vencedor ganharia para si a principal mulher do local e essa principal era Voltja, mãe de Darmátsa, porém, ele não sabia que ela era sua mãe. Mas Voltja sabia que Darmátsa era seu legitimo filho.

Vencido o torneio por Darmátsa que lhe deu entre outras coisas o direito de posse sobre aquela bela mulher, cujo marido chamava-se Janos, e Darmátsa de posse de Voltja manteve relações sexuais com ela , contra a gosto dela é claro que a revoltou e a colocou vingativa pois para ela tudo fora feito de propósito (ou seja o filho ter relações com a mãe) mas, para Darmátsa somente bem posteriormente é que veio a saber do grave erro cometido, mas já era tarde demais, já havia sido terrivelmente amaldiçoado e pior de tudo, maldição da mãe que também conhecia os ritos da magia.

Esses enganos e erros clamorosos levaram muitos mortais da antigüidade a passarem milênios no umbral inferior, mas no caso de Darmátsa, ele além de qualquer ação, ficou impossibilitado até de pedir socorro. Suas próprias forças se transformaram em forças negativas e juntadas as forças de sua mãe selaram por completo milênios de sofrimentos atrozes para ambos.

Como então nós simples mortais agora, se bem que também grandes magos do passado, eu e minha esposa, poderíamos ajuda-los sem comprometermos nossas vidas, nossa família?

Decidimos então ajudá-los a qualquer custo. Recebemos aprovação dos nossos amigos espirituais e amigos extraterrestres, habitantes de outros planetas.

Penetraríamos naquele núcleo chamando Darmátsa que se encontrava intransponível há milhares de anos, o que nos tocou de perto não só pelo padecimento e desespero do nosso querido amigo, mas por sabermos que ele ali se encontrava em nossa frente, tendo Glonk como testemunha, era porque alguma ligação kámica haveria entre nós. Foi confirmado pelos demais mentores da Terra e os demais amigos extraterrestres, incluindo-se o magnifico ser Ink do planeta Ága que deu uma ajuda enorme a Darmátsa e mais tarde ambos ficaram ligados e se comprometeram conosco a fornecerem todos Os detalhes sobre o planeta que se aproxima do nosso sistema solar e outros detalhes de cosmosofia ou formação dos mundos, e que viriam a fazer posteriormente.

Invocamos então todos os grandes poderes do Universo até o mais alto ser que conhecíamos até aquele momento; veio até nós Gosboláu que se situa na galáxia que ele denominou Centrífugas distante de nós mais ou menos 100 milhões de anos-luz, e outros como Rosmeian e muitos outros altamente poderosos que coordenam , criam ou manipulam as energias que interpenetram os mundos e seus habitantes.

Com grande surpresa vimos cair do Alto uma gigantesca agulha que penetrou na parte posterior (nuca) da cabeça de Darmátsa, o qual, após alguns segundos começou a ficar mais calmo e a irradiar menos agitação e menos desespero.

Enquanto ele levantava os braços e agradecia aos Céus por ter se livrado de sua própria couraça energética negativa, nós, eu e minha esposa e os guias apropriados éramos auxiliados para “descermos” até as mais baixas regiões do umbral terrestre. Ela foi localizada pelas Entidades Superiores que “viajavam” conosco. Sua localização se deu através de vários meios, inclusive seus lancinantes gemidos e ondas mentais entrecortadas pela dor da alma, pela dor psíquica que sofria sobre si mesmo a milênios. Era estarrecedor!. 0 perispírito ao perder suas formas estéticas ficou reduzido a uma massa disforme com dois orifícios arredondados que pareciam as regiões dos seus antigos olhos. Aquela massa, pegajosa, pútrida, não tinha mais que 50 cm de altura por 50 cm de largura, era mais ou menos um cubo com resquícios de vida. Entidades socorristas que nos acompanhavam , a colocaram numa espécie de caixa tipo caçamba aberta em cima medindo 50X50cm, e trazida para cima ou seja, levada até a nossa sala e colocada a frente de Darmátsa.

Ela, aos poucos como se fosse sendo inflada com alguma energia desconhecida, uma espécie de “ar magnético”, com ajuda daquelas grandes Entidades foi tomando forma de mulher. De repente, uma forte explosão ocorreu entre os dois mãe e filho, enquanto nós solicitamos a Eles, com docilidade e com muito amor, pelos dois que eles se perdoassem de coração, que o passado já estava distante e agora em fins do século XX era o momento de reconciliação de reconstrução espiritual para o advento do novo homem do século XXI, onde não haverá lugar para mágoas, rancores, vinganças e negatividades. E eles assim o fizeram!. Quebrara-se o encanto de milhares de anos!

Mesmo após ter sido acalmado por aquela injeção cósmica, ou seja, quando qualquer um de nós se sentiria “grogue”, Darmátsa continuava bem lúcido, e dominando seus grandes poderes que por serem tão potentes o separaram de tudo e de todos até mesmo de uma ajuda natural e expontânea do Alto.

Foi necessário que se reunisse grandes forças de vários pontos e de várias nuânces para que se pudesse penetrar naquele campo de força que o estava aniquilando no decorrer do tempo e o deixaria completamente louco se ele não fosse quem era, ou seja um ser conhecedor e manipulador das forças da magia e da natureza. Aquilo era a sua “autodefesa” a qual ele tanto se dedicara e cultivara durante sua vida quando encarnado.

Ouvimos nitidamente quando ele falou em tom bem sereno – “Eu voltarei para vocês”!, e nos agradeceu a todos comovidamente.

Os dois juntos foram levados pelas Entidades Superiores para as regiões de recuperação no Espaço ou na Psicosfera da Terra. Antes porém, de retirar-se, respondendo a uma indagação mental nossa, Darmátsa nos explicou que seus olhos ficaram daquela forma espiralada e com aquela cores, porque havia já muitas centenas de anos que nem mais chorar ele podia, havia ele extravasado até os dons miraculosos do pranto, tal era o desespero milenar que o assolara.

Vimos também ao nosso lado, muito atônito, extasiado, com tudo o que acabara de presenciar, o nosso querido e jovem amigo Glonk, do planeta Plutão; estava completamente abismado com que viu e ouviu, o que nunca antes tivera oportunidade de saber, mesmo pertencendo a um povo tecnicamente muito adiantado. Assim, naquela noite cumpríamos mais uma etapa de nossa missão na Terra, graças a ajuda dos Altos Poderes nos quais incluímos os nossos queridos pais marcianos Héclóss e Zanácla e sobretudo à minha querida e inseparável esposa e companheira, excelente médium Conceição Aparecida Yezzi.

Ficamos aguardando a volta de Darmátsa já recuperado para nos contar as novidades e sabermos todos os detalhes de sua vida, sua origem, sobre sua mãe Voltja para completarmos estas narrativas.

Numa primeira vez depois daquela noite Darmátsa nos apareceu e nos mostrou através da psicometria, quando nosso espírito retorna ao passado e os quadros mentais se desenrolam em nosso cérebro como se fosse um cinema, um acontecimento constrangedor que se passou quando ele, Darmátsa, era moço, maduro, e o fato havia ocorrido no seu país.

Vimos uma estrada coberta de neve e uma carruagem puxada por belos cavalos brancos que corria e ao fazer uma curva capotou desprendendo-se dos cavalos, rolando ribanceira gelada abaixo e deixando no caminho uma criancinha de meses, enquanto seus pais e cocheiro pereciam no acidente. Darmátsa recolheu aquela criancinha que era uma linda menina morena, criou-a em sua casa como sua irmã mais nova e dera-lhe o nome da Karinna Marítsa e, aquela menininha era ou é nada mais nada menos que a minha querida esposa de hoje!

Assim ele, aos poucos vinha nos mostrando os laços de ligação entre nós e ele. Disse-nos Darmátsa que o pai dele chamava-se Janos.

O por que da Utilidade do Negativo e o que isso tem a ver com o caso de Darmátsa?

Antes porém, aquela minha frase que diz: “Ai de ti ou feliz de ti quando o teu passado encontrar o seu presente!”- Sim, porque se o teu passado foi composto de positivismo, feito da somatória de boas ações não tendo deixado lastro nem rastro negativo e o teu presente, a sua vida atual, seja ela encarnada ou desencarnada, também foi composta de positivismo, o seu presente, ou seja, o presente, o prêmio ou presente-tempo será somado àquele passado e tudo transcorrerá às mil maravilhas; não haverá doenças, dores, nem desafetos.

Poderá até “a quina da loto”, os 13 pontos da loteria esportiva, ou bilhete do grande prêmio será todinho para ti que, aparentemente já tem tudo! Mas, se ,se deu ao contrário, ou seja, teu passado foi negativo, mais negativo que sua vida atual (teu presente), tudo virará negativo, mesmo que tenhas tentado algumas boas ações, as quais não serão perdidas, contarão pontos na Eternidade, o teu presente será o que se costuma dizer por aqui “presente de grego” e, o presente-tempo, será funesto e cheio de percalços mesmo que a tua fé esteja acima de qualquer dúvida.

Por que isso ocorre? Estarei sendo tão fatalista e descrente no poder de Deus? Não, absolutamente não!. Isso ocorre porque a somatória negativa do teu passado, degenerou na mesma proporção tuas vidas, presente e futura, até que seus atos atuais e futuros tenham conseguido zerar positivamente aquele negativismo.

Até que chegue o momento caro leitor de tudo estar positivo espontaneamente. Posso dizer isso por experiência própria pois tive conhecimento dos meus atos negativos do pretérito e hoje, sei porque colho alguns frutos amargos.

Neste caso, nem as mais altas patentes espirituais da Terra ou os extraterrestres com toda a sua tecnologia avançada, poderão ou quererão interferir, pois se assim o fizessem estariam incorrendo em erro cósmico e à um protecionismo típico dos “pistolões políticos” da Terra, e aqueles que por desventura foram minhas vítimas reclamariam da inexistência da imparcial Justiça Divina.

Elas diriam: – “Como é possível isso? Quando necessitamos de ajuda Divina ninguém nos socorreu, prevaleceu o livre arbítrio do nosso algoz, Agora ele pede ajuda porque as coisas se voltam contra ele, e a Justiça Divina o protege, que Deus é esse? As leis não são iguais para todos? E as Leis Cósmicas não seriam mais imparciais que as dos homens?”

E no dizer das Leis Mosaicas? Que dizem: “Olho por Olho, Dente por Dente”, dando aos homens um instrumento quase divino para exercerem seus atos de vingança imediata.

Penso não ser essa a conotação que Moisés quis dar as Leis recebidas por ele. O que tencionava dizer foi que: A lei é precisa sem ser vingativa, tampouco é relapsa, contemplativa e protecionista, ela age naturalmente, através dos tempos, nas causas e efeitos, ou nos choques de retorno inapeláveis. As leis Cósmicas são justas e imparciais.

O mesmo se dará se o seu passado foi todo ele positivo e hoje, por mil e uma razões e revoltas, quedas e tropeços ou desilusões o seu presente é negativo, mas se ele for em menor extensão que o seu passado positivista, haverá atenuantes, possibilidade de ajuda e a sua fé removerá montanhas e até milagres poderás fazer!

E muita gente perguntará com estranheza : “-Como um sujeito ruim desses recebe tantos benefícios ou beneplácitos divinos? Como não há punição imediata para uma pessoa dessas? Que Justiça Divina é essa, e assim por diante”. Entretanto, a Lei está sendo cumprida nos seus mínimos detalhes. Poderá ocorrer coisas fantásticas como; sendo hoje um bandido e em meio a um tiroteio com a policia são metralhados todos os seus comparsas e só ele escapa!

Num grande acidente aéreo, por exemplo, morrem todos os passageiros e tripulantes mas escapa apenas uma criancinha de colo! Lá está incólume, intacto e com toda a proteção divina a que tinha direito, para mais tarde transformar-se em traficante ou um político lesa-pátria ou num mau patrão ou mesmo num mau cidadão. Ainda assim, eu digo que a lei está sendo cumprida, não houve erro algum em morrerem todos naquele acidente menos ela!

Assim, a utilidade do negativo está na proporção de reversão para o bem ou para o positivo que ele provoca.

Se aqueles que agem na negatividade, sublinarmente, clandestinamente, longe dos olhos dos mortais humanos, soubessem como estão sendo utilizados por outros “gênios” da mesma afinidade e por entidades de vibração elevada que impossibilitados de baixarem suas vibrações por vários motivos, se utilizam deles como muletas ou alavancas, ou ainda molas propulsoras ou pontas de lança, para atingirem suas metas e propósitos alvissareiros, para poderem elevar outrem à patamares mais altos na psicosfera terrestre e cósmica, e que aqueles negativos tinham e tem como figadais inimigos, sem perda de um segundo sequer, eles se reverteriam ao bem, ao perdão porque perceberiam que na sua ânsia de vingança, desamor e ódio estão nada mais nada menos proporcionando aos outros uma ascensão mais rápida apesar de mais dolorosa.

Desta forma pudemos eu e minha esposa, constatarmos no caso de Darmátsa, que foi um entre dezenas de casos que cooparticipamos na solução de que no umbral inferior da Terra, no Astral paralelo à crosta terrestre e mesmo na crosta entre os assim chamados vivos, há muito ser negativo sendo utilizado não como “ inocentes úteis” pois inocentes não o são mas, como “culpados úteis” se assim pudermos denomina-los. E , quanto mais acionados eles sejam, mais úteis serão para as duas facções, a das Entidades Negativas e a das Entidades Positivas – as do mal e as do bem!

Pudemos detectar em nossa rápida “descida” até um dos mais baixos níveis do umbral indivíduos sombrios que se postavam como sentinelas, guardiões daquelas tenebrosas regiões. Eram vales, precipícios, grutas, cavernas cheias de seres disformes imundos, que gemiam se lamentavam amaldiçoavam a si e a outros. Poucos eram aqueles que ouvíamos pedirem misericórdia divina ou perdão para seus atos. “Tipos de vários tipos”, de várias linhagens de uma ex-sociedade falida de todos os recantos do mundo, todos misturados como um bolo de serpentes, muitos suicidas que repetiam seus atos tresloucados, crimes horrendos sendo repetidos, sendo repetidos, sendo engendrados em forma de vingança.

Outros seres sendo fustigados pelos seus algozes que os massacravam perispiritualmente com requintes de sadismo. Outros ainda, as tais Entidades Negativas dominadoras das regiões que se colocavam como reis poderosos e inatacáveis, desafiando a tudo e a todos. Gritos pavorosos, gargalhadas infernais e um mau cheiro horrível. Eles mais pareciam animais acuados, maltratados com requintes de perversidade e de sadismo. Legiões de seres tido como humanos abandonados à sua sorte. Enquanto aqueles guardiães em grande número incansavelmente dificultavam a vida vegetativa daqueles infelizes desgraçados. Eram capangas dos senhores dos abismos e das trevas. Uma escuridão tenebrosa nenhuma luz se fazia entre eles, entretanto aquela sentinelas armadas com armas rústicas, tipo lança, faca e outras de tão acostumadas pareciam prescindir da luz pois enxergavam todos os seus algozes no escuro, apenas não nos enxergavam devido a nossa proteção espiritual, a nossa luz própria originária de nossa aura e a luz artificial que nos acompanhava.

Era horrível a avalanche de seres que queriam se desprender dos seus locais pegajosos para fugirem e virem de encontro a nós o ponto de luz, ou ainda, aquela luz na boca do túnel.

Minha opinião sempre foi de que a despeito do diretor de qualquer prisão possuir nas imediações uma bela casa com todo o conforto, junto de sua família, está preso igualmente aos seus detentos pois não poderá sair dali enquanto não vencer o seu mandato e até lá terá que conviver e expor a sua família às revoltas e tumultos criados pela população carcerária. Quero dizer que mesmo sendo bem pago e tendo muitas regalias estará o diretor preso e bem preso!

Assim vimos aquelas sentinelas e verdugo e seus “diretores” presos nas regiões abissais juntamente com aqueles de quem tomavam conta por ódio ou por sadismo, apenas eles é que não sabem pois são cegos são surdos e mudos para o Bem, pois por serem assim são usados pelos seus maiorais e estes se utilizam de todos os recursos para manter o seu reinado das trevas, mas estes são usados também pelas entidades superiores para promoverem o bem indiretamente e também não o sabem! Pensam que agindo à sua maneira é que estão certos e assim tentarão permanecer para sempre.

Vimos grandes falanges de seres ferozes tentar atrapalhar nossa caminhada no que foram impedidos pela luz e pelas armas magnéticas que as entidades elevadas e os socorristas traziam para nos proteger a todos e aquela que fomos buscar que já era presa passiva de vampirizadores.

A escuridão nessas regiões é monstruosa e se dá por que os raios solares não conseguem atritar com aquela camada pegajosa, nodolenta, como uma neblina gordurosa que reveste e separa o baixo do médio astral, e sem o atrito dos raios solares, não há luz. Pois a luz se faz de forma natural mas obedece uma técnica de choques e entrechoque de elementos contrários (e aqui mais uma vez “a utilidade do negativo”) produzindo a luz e o calor de acordo com o habitat e aquele habitat realmente a luz não é possível pelos meios naturais, só artificiais e criados por entidades mais elevadas, caso contrário nós mortais mesmo dotados de uma luminescência maior do que aqueles sofredores despencaríamos por aqueles vales horrendos, charcos e pântanos asfixiantes.

Penso que aqueles infelizes ou felizes no modo de pensar deles, fizeram daquelas regiões seus eternos domínios, fizeram dali sua morada e seu meio de vida, enfim se habitat e só o deixarão no momento da hecatombe total, na virada do ciclo e talvez do século pois o novo planeta Terra os expurgará do seu seio para outros locais de aprendizagem até lá eles continuarão sendo negativos úteis.

Agora falarei de um assunto importante dentro desse tópico de utilidade do negativo baseando-me no caso de Darmátsa que é justamente do porque da utilização por entidades elevadas de elementos totalmente negativos. E posso afirmar que aqui na Terra eles são tão necessários quanto o fio negativo da eletricidade para se obter luz. Todos sabemos que sem ele não haveria a luz comum em nossas casas e sem os elementos negativos que vivem no umbral e se encontram também entre os vivos não teríamos na Terra a elevação e a luminescência de espíritos de luz. Ah! Mas eles então devem continuar existindo? Nunca poremos fim a essa guerra entre o Bem e o Mal? Não é bem isso! O fim deles está próximo bem mais próximo do que eles imaginam, se é que imaginam!

Acontece que um planeta como a Terra sua população só se purifica, só ascende à degraus mais elevados, pela dor, pelo sofrimento, por mil e um padecimentos. As toxinas agregadas ao corpo físico e ao corpo perispiritual só se desprendem com grande esforço próprio ou pela dor ou sofrimento na carne e um ultimo caso em espirito. Por isso os reencarnes são necessários para aqueles que desvirtuaram o curso normal de uma vida sadia e do respeito as funções orgânicas suas e dos seus semelhantes. Mesmo aqueles seres que somente mandaram produzir uma degeneração ou poluição climatérica também ficarão intoxicados em seus corpos físicos e espirituais e vão arcar com todas as mazelas por ele mandadas produzir, quer no ar, na Terra, na água, na mata, nos alimentos ou no próprio corpo. Não escapará a lei.

Veja-se o caso acima de Darmátsa e sua mãe Voltja, e, por analogia, eu pediria que os leitores comparassem com outros casos, com outras conotações e verão que vem a dar no mesmo, ninguém escapa as desarmonizações que tenha provocado sobre si ou sobre outrem. Então vejamos: Mesmo sendo Darmátsa uma mago ultrapoderoso no seu tempo, não conseguiu safar-se da maldição da mãe dele (talvez aquele ditado que diz que praga de mãe ninguém escapa, esteja certo !) que detonou uma terrível força por ele mesmo cultivada a qual, aliada as forças negativas da mãe e dos próprios inimigos de Darmátsa induziram-no a uma autodestruição lenta e gradativa que poderia atingir suas finalidades caso ele não fosse um grande conhecedor das forças neutralizadoras que mesmo ajudando-o a defender-se deixavam-no mais desesperado como um peixe preso num aquário ou pássaro preso numa gaiola, ou seja, sabe nadar, saber voar mas não sabe como sair daquele enclausuramento. Ah ! se as pessoas que gostam de fazer essas coisas com os animais pudessem passar apenas cinco minutos no lugar deles, sentindo as mesmas reações… veriam quão doloroso e criminoso é o ato de restringir cercear a liberdade de quem quer que seja, mesmo de minúsculo bichinho!. Com Darmátsa ocorreu quase a mesma coisa, induziram-no a utilizar-se sobre si mesmo as suas potentes qualidades. Já com Voltja, sua mãe que era conhecedora também, porém, mais fraca, mais passiva, mais negativista, se auto-destruiu dentro de seu ódio e de seu “mea-culpa”, sua própria consciência entrou em pane total, destruindo-lhes as células metafísicas do seu perispirito.

A verdade, é que, apenas o conhecimento da verdade (como preconizou o grande Mestre Jesus) é que libertará o homem, nada mais… e dentro dessa verdade há o fato inconteste que é nas forças energéticas como o Magnetismo pessoal ou artificial, na Eletricidade pessoal ou artificial e outras formas de forças congêneres. “Os Afins se Repelem e os Contrários se Juntam” é, na parte Espiritual, Mental, Emocional, Física e mesmo na Estética se dá justamente ao contrario: “Os Afins se Juntam e contrários se Repelem”. Desta forma somente o conhecimento integral dessas verdades é que libertará o homem para seu grande e radiante futuro. Futuro Físico ou Futuro Espiritual. Futuro Planetário ou Futuro Cósmico!

Por isso, o Maior dos Sábios da Terra disse, “A cada um de acordo com suas obras e eu acrescento: “Quem não deve não teme”.

Partindo dos princípios acima cada um de nós só será vitima de suas próprias ações se quiser. Pelas Leis da Verdade que mencionei anteriormente, cada um acumulará para si partículas negativas (toxinas) no decorrer do infinito tempo e virá a ser um Negativo-Útil e possivelmente descartável. Se quiser, se não fizer questão de conhecer a Verdade Racional-Cósmica, se não “tiver ouvidos de ouvir e olhos de ver”, permanecerá no seu circulo sofredor vicioso durante milhares de séculos até que amadureça suas razões, seus sentimentos e realmente raciocine em bloco, pensando sempre coletivamente e não pessoalmente de forma egoísta e exclusivista, pois todos nós dependemos e dependeremos do bem estar dos demais seres, sejam estes vivos ou desencarnados, habitantes da Terra ou de qualquer outro planeta dessa imensidão sideral.

Todos saímos da mesma Fonte Criadora, O Núcleo Central Cósmico, portanto, todos trazemos dentro de nossa centelha primária, a tríade composta pelas forças Negativas, Positivas e Neutras e serão estas forças, quando bem direcionadas, bem dosadas dentro de nós, que nos colocarão nos devidos degraus ou patamares e principalmente nos colocarão em ascensão direta no canal de retorno ao nosso Criador, após termos cumprido a missão redentora de nossa centelha individual que é a de povoarmos e reciclarmos os mundos, os universos paralelos que o Criador fez surgir antes de nós e que neles nos colocou a fim de não permitir interrupção na Sua Obra criada e permitir a evolução constante, continua de volta a Ele, que contém tudo e que Seu Absolutismo prevê que suas criaturas devem ter as mesmas qualidades Divinas Dele, mesmo que essas criaturas levem milhares de milênios para passarem de um degrau à outro e outros milhares de milênios para recompor a Consciência Divina, recompor O Núcleo Central Cósmico de onde num momento partiam espargidas, de forma natural, sem qualquer determinismo, decaída ou punitiva para habitarem os mundos a seus pés, nas formas estéticas que cada “habitat” lhes permitisse ou lhes coadunasse construir!

Dentro dessa imensidão Sideral poderão existir civilizações compostas somente de seres negativos, por que não? Se essa força é necessária para composição dos mundos ? Se essa força também vem de Deus, do Núcleo Central Cósmico? Como surgiria a Luz Cósmica Física que ilumina as galáxias e as mantém distantes uma das outras pela repulsão, se não houvesse esse elemento de repulsão, que para nós teria o nome de negativo? O que é um Quasars ou Buraco Negro se não uma região altamente negativa ou alternadamente positiva no Universo? E de onde são extraídas outras forças componentes que juntadas a distancia dão a origem a outros mundo, a outras regiões?

O que é ser positivo ou ser negativo ou Neutro? A energia elétrica que é composta dessa tríade é positiva ou negativa?

É positiva quando fazemos uso dela para iluminação, aquecimento ou refrigeração, mas é negativa quando usamos contra nós próprios, quando inadvertidamente colocamos as mãos nos fios ou nas tomadas de força? Não é assim? Ela é neutra quando não faz nenhuma dessas coisas, quando ela fica sendo gerada na usina e não é distribuída!. Depende do ponto de vista e do raciocínio de quem esta de fora!, pois para os empregados da usina ela contém as três forças e poderá matá-los se não souberem como manipular seus ingredientes.

A Energia de Deus, de Jesus e de outros grandes avatares são, mal comparando, a grande Usina de Força contém a Tríade, podem nos beneficiar ou até nos matar se não soubermos como escoar sobre nós e sobre os demais seres e seus mundos, suas poderosas energias. Por isso, se faz necessária a existência de outros tipos de transformadores dessas energias, que são as Entidades Elevadas, as menos elevadas e as negativas, até que o homem consciente surja e saiba se beneficiar delas, qualificando, quantificando, dosando enfim, para os canais equivalentes e adequados as respectivas voltagens transformadas. Caso contrario, teremos sempre um fio que só comporta 110 volts e jogamos sobre ele 440 volts ou 1000 volts fazendo-o torrar-se desintegrar-se. Teríamos outros Darmátsas outras Voltjas, como já temos e esse descompasso ou desarmonia, só prejudicará a evolução a curto prazo e o “habitat” que é composto pela somatória dos elementos estará aparentemente prejudicado nesse espaço de tempo. Veja-se a Terra!

A verdade é que para Deus não há espaço nem tempo, nem passado, nem presente, nem futuro separadamente, o que há é o Eterno Presente que abrange tudo, e nos dá a todos a certeza de chegar aos píncaros das Encarnações do Criador !, mas nem por isso, ou talvez por isso mesmo eu esteja relatando estas idéias ou realidades.

Gostaria também de acrescentar aos leitores como simples informação, pois não possuo a “receita” completa de que as naves extraterrestres conforme informação que é transferida pelos suas tripulações e com as quais mantemos contato de “vários graus” a mais de 40 anos, se utilizam das polaridades positivas, negativas e neutras da energia magnética, aliadas as polaridades positivas, negativas e neutras dos planetas ou sóis que desejam visitar, aliadas, todas elas, a uma energia poderosíssima, que armazenada dentro de catalisadores especiais no interior das naves; composta por ingredientes ou elementos químicos opostos ou polarizados, energia esta, que lançada para fora das naves em forma de raios cruzados, se transformam na denominada “anti-matéria”. É claro, que, esses componentes químicos são armazenados separadamente e só produzem o efeito “anti” quando cruzados e, aí sim, não há força física mais poderosa que ela, pois desintegram tudo o que for matéria ou que possa atravessar em sua rota, menos outra nave que tenha o mesmo potencial ligado. Desviam-se uma da outra instantaneamente. E se houver erro e essas energias forem cruzadas dentro da nave, ela explodirá inexoravelmente juntamente com a sua tripulação, ou se ela cair em solo terrestre com as energias ligadas explodirá e desintegrará tudo ao seu redor. Há casos já comprovados dessas quedas e explosões em vários locais da Terra.

Conforme sou informado pelas tripulações dessas naves, a convulsão de energias é tão grande dentro desses catalisadores no interior das naves que qualquer um deles que tentasse abri-los sem o devido cuidado seria desintegrado ou pulverizado instantaneamente. Assisti, durante uma viagem que fiz dentro de uma nave para Plutão, com meu duplo-eterico, pelas grandes telas de TV internas da nave, vários planetóides de tamanho bem maiores que ela, eram gigantescas, serem cortadas ao meio ou desintegrados totalmente pelo potente campo de força da nave. Elas passaram para traz da nave aos pedaços quando sobrava algum. Se essa energia é “anti”, eqüivale a dizer também que é energia negativa, pois no caso, energia positiva seria a matéria condensada. Essa energia jamais poderá ser armazenada composta, em recipientes de matéria, a não ser isoladamente em seus componentes.

Oportuno seria questionar: Como fica a genética nesses casos?

Vou tentar explicar o mais simplesmente possível. O gen é a partícula de célula física humana, depositária do futuro do físico que ele alimentará. Isto quer dizer que quase tudo que o corpo humano conterá, defeitos ou qualidades físicas, tamanho, órgãos, mãos e pés com cinco dedos e para depois de gerado, o gameta lhe vai acrescentar o sexo, se vai ser masculino ou feminino.

Mas para um espírito sofredor com o de Voltja, a coisa complica de tal forma que passarão muitas gerações para que ele possa adquirir um corpo perfeito. Até lá, ela terá que se sujeitar a receber e trabalhar sobre qualquer tipo de gen, ou seja, gene que carrega sobre si mesmo doenças hereditárias, tais como a loucura, a hemofilia e muitas outras, contudo ela terá que aceitá-las pois é quase certo que nem chegará a sair do útero de sua futura mãe, a qual, também por motivos kármicos tem que aceitar o espírito reencarnante. Voltja nascerá morta muitas vezes até que seu perispírito readquira a forma da estética humana, e assim mesmo, na juventude, na maternidade e na velhice precoce poderá perder várias vezes o corpo para ter que recomeçar tudo de novo e dar valor a vida e ao seu corpo. De outras vezes um espírito assim, colhe um gene de débil mental ou de esquizofrênico, ou tenha vários ataques epilépticos perdendo a vida ainda jovem, de outras vezes entra numa família sadia com uma genética ótima em sua linhagem, mas, inexplicavelmente não chega a sair viva do parto ou morre minutos depois, quer seja, por um descuido da mãe ou do médico ou um acidente qualquer, mas era necessário para que aquele espírito criasse ou aglutinasse sobre si um novo corpo com estética de funcionamento de todos os órgãos.

Esses terríveis acontecimentos são previstos pelas altas Entidades e muitas vezes são utilizados Atos negativos como um aborto apenas para dar ao espírito reencarnante a oportunidade de aglutinar suas novas células e moléculas, e ao mesmo tempo resgatar o karma de uma mãe solteira ou não, outras vezes de uma parteira ou médico praticante de aborto. Esses elementos são os tais Negativos Úteis, pois sem eles nenhum espírito como o de Voltja poderia ou teria chance de reencarnar.

O gene, mesmo que mal comparando seria como um instrumento, um piano por exemplo, que na mão de um mal escutante, toda a sua sonoridade seria mal aproveitada mesmo que esse piano venha de um fabricante famoso de linhagem e experiência em fabricar somente instrumentos perfeitos, mas nas mãos de um executante medíocre o instrumento consegue mostrar um pouco da sua sonoridade. E, nas mãos de exímio concertista, um virtuoso, seus sons se espalham esplendorosamente pelo ar sem qualquer defeito mesmo que o piano traga dentro de si “fatores negativos de hereditariedade” na fabricação de seus componentes. O exímio executante com sua técnica magistral tendo a colaboração de um exímio afinador, outro artista, neutralizarão todos possíveis defeitos e a peça a ser executada nascerá maravilhosamente bela.

Assim é o gene na manipulação espiritual. Não ocorre nela sem um motivo justificado dentro da matemática kármica celeste e tudo e acompanhado pelas entidades responsáveis pelos nascimentos. Mesmo na selva, uma choupana indígena ou isolados por quilômetros de seu próprio povo, o casal e o nascituro estão sendo assistido por essas entidades e quase há por trás daquele aparente fortuito nascimento daquele indiozinho, ou lá na África em meio as grandes secas e até entre os canibais, ou entre os esquimós nos iglús rodeados da imensidão gelada lá estarão as Entidades e em todas as casas sempre haverá uma milenar história kármica parecida ou não com a da nossa querida Voltja, mas tudo será feito rigorosamente dentro da Lei da Verdade a única Lei que libertará o homem de sua patrimonial ignorância.

Como se vê, as coisas que aparentemente estão erradas seriam negativas, mas, no contexto cósmico estas estão corretas, corretíssimas, sem as quais não haveria o progresso humano em todos os sentidos, nem o progresso planetário.

Porém não é por que temos o conhecimento desses fatos que devemos aceitar passivamente todos os reveses da vida, devemos isto sim, procurar aprimorar nosso “quantum” vibratório interior, vermos e sentirmos nos outros, esse mesmo aprimoramento a fim de que nivele em alta o mais possível o “modus vivendis” da humanidade da Terra. Só assim não haverá utilidade o negativo e suas ramificações. Ninguém vai desejar mal à outrem se estiver aceso com sua aura que o campo de força do homem em plena atividade positiva com mil e uma cores vivas interpenetrando e ativando as auras ou psicosferas das demais pessoas incluindo seus possíveis inimigos. Só assim se conseguirá o “Amai-vos uns aos Outros” e o resto virá automaticamente, ou melhor, naturalmente!

Esse aprimoramento vai desde o simples pensar, agir, gesticular, andar, olhar, respirar, movimentar e sobre tudo, saber o que falar.

Não é só o peixe que morre pela boca, o homem também morre duas vezes pelo menos, as outras não há necessidade de se pesquisar aqui, mas, as principais são o comer sem parar e o seu baixo linguajar.

Esse linguajar mundano onde prevalece os palavrões, ou seja as palavras ou frases de baixo calão, é no teatro e no cinema e agora mais assintosamente no rádio e na televisão. Talvez pensem que eu estou aqui na defesa dos bons costumes e do chamado conservadorismo hipócrita!. Hipócrita pois os muitos que defendem esses bons constumes publicamente na sociedade, porém, particularmente, são os maiores precursores dessas anomalias, dessa febre pornografia. Até parece que o homem moderno ou mulher moderna querem se afirmar como gente como personalidade promulgando tais festivais de “besterol” nome atualmente em voga para sincronizar as almas negativas, apáticas, sem motivação qualquer, e pior, sem cultura ou com uma cultura medíocre do “sei lá bicho”, “to numa boa”, “pá dali pá de cá”, etc. além dos palavrões. Há um conhecido humorista de teatro ficando rico com uma peça de palavrões do começo ao fim! É uma lástima mas a população só procura isso, só dá valor para as inversões de valores.

Eu estou aqui como conhecedor e defensor do psiquismo humano positivo, saber que do peso vibratório das palavras e lanço um alerta à Sociedade que restrinja esses palavrões inconseqüentes e que nada trazem de útil ao homem, ao contrário, elas são os “mantras” ou palavras chaves dos magos hindus, ou dos sábios místicos do passado, utilizadas no sentido negativo. A cada palavra dessas vibradas no ar na hora errada atraem sobre quem falou e sobre o ambiente, entidades do mesmo nível que se agarram aos indivíduos e os levam cada vez mais para próximo do baixo astral. Ao ser examinado, um ser que fazia muito uso desse tipo de expediente, via-se saírem larvas horrendas de sua boca e ouvido. Um horror!

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[1] Esta ópera é baseada no conto de Alexandre Dumas “O Corcunda de Notre Dame”

O Choro Sincero

Acho que Jesus não disse, por isso eu peço à Ele permissão para acrescentar às suas fabulosas parábolas. “Benditos são aqueles que não se envergonham de chorar sinceramente por uma dor, por um amor, por um infortúnio qualquer, pois na sinceridade do choro há o indício de uma oração que o eleva e o leva a Deus. O Núcleo Central Cósmico. A fonte maior. O forte não é aquele que não chora mas sim, aquele que da vazão as suas lágrimas e continua lutando, amando a vida, amando aos seus semelhantes, amando a natureza, amando o sideral, o cósmico, o microcosmo, as psicosferas. Esse é e será sempre um Deus!

São Paulo, 24/08/94, 21h40