Zaida – A Entidade "Mulher Serpente"

Outro elemental interessante que pouquíssimas pessoas vêem é o de uma moça bem jovem aparentado seus 17/18 anos de idade, talvez menos, e que é da metade da cintura para cima uma bela jovem morena, seios a mostra, cabelos compridos olhos orientais e profundos, bem feitos, nariz aquilino, lábios e dentes belíssimos quando nos sorri, e da cintura para baixo é uma cauda de serpente. Seu nome é ZAIDA, contou-nos sua história e como ela surgiu. Vou resumir aqui para que os leitores tenham uma pequena idéia.

Zaida nos contou que nascera na Antiga Pérsia, e como punição foi jogada num poço de serpentes. Ela era jovem persa como qualquer outra, mas após ser jogada naquele poço, a princípio ficou horrorizada pensando que a qualquer momento iria ser picada por elas, mas ao contrário, as serpentes se enrolavam nela e nunca a atacaram. Passou-se muito tempo e ela lá foi esquecida tendo perecido de inanição, ou seja foi ficando fraca com sede e com fome e, ao desencarnar sem nada conhecer nem como sair espiritualmente dali, seu espirito foi adquirindo forma de serpente da cintura para baixo. Desta forma, seus membros inferiores e sexualidade feminina desapareceram. Como o seu desapontamento com os “seres humanos” que fizeram aquilo para ela fora muito grande, e a mazidade e proteção das serpentes para ela foi muito maior, adquiriu então, todos os modos e sentidos do elemento das serpentes transformando-se num de seus elementais e protetora desses animais e de seus “habitats”. Sempre nos pediu e nos pede que nunca matemos uma serpente ou que permitamos que alguém o faça. E se algum dia nos encontrássemos em alguma situação frente a frente com uma serpente que a mentalizássemos que ela viria e afastaria o animal para longe de nós, e que isto também serviria quando nos defrontássemos com pessoas com “instinto de serpente” como se diz popularmente, ou ainda alguns tipos de gente “peçonhentas”, ela também poderia (e pode) ser mentalizada para trabalhar e afastar essas pessoas de nosso convívio.

Acompanha-me diretamente, um elemental do fogo, ou Salamandra, e nos o chamamos de “Chaminha” pois ele gosta de brincar com o fogo, e desde que eu era criança vivia com a caixa de fósforos na mão querendo por fogo em tudo que não prestasse, vivia pondo fogo em formigueiros e outras pequenas coisas. Só mais tarde é que vendo essa maravilhosa criatura é que pude entender o porque de eu ser daquela maneira. Mas antes disto levei alguns puxões de orelha e algumas surras de minha saudosa e querida mãe Adelaide.

Já minha esposa possuía e minha filha possui cada uma, uma Sereia que é um elemental poderoso do mar. Metade mulher, cabelos longos olhos doces e profundos, seios a mostra e da cintura para baixo possui o corpo de peixe. Elas duas, apesar de não saberem nadar sentiam uma atração muito forte pelo mar enluarado. Quando iam à praia não queriam mais sair. Ao contrário de mim, que gosto mas não faço muita questão de nele permanecer. Para tudo há uma explicação ou motivo. Quando criança, li muitas estórias infantis de fadas, duendes, sereias e outros seres, sempre pensei que eram apenas fantasias. Perguntava aos adultos e era isso que me respondiam: fantasias, nada mais! Porém, quando todos eles começaram a se apresentar e a dialogar comigo, percebi que esse mundo fantástico dos elementais é quase tão real quanto o nosso e a atuação deles no mundo visível é essencial.

E assim, temos dezenas de casos curiosos os quais daremos uma atenção especial nos próximos livros, pois cada um tem sua particularidade e não caberia explicá-los nesta oportunidade.

Todos esses seres e entidades vem de mais de quarenta anos para cá, com firmeza a dialogar conosco, transmitindo-nos tudo o que sabemos sobre o Universo. Sobre o Cosmo, o Espaço Sideral, o Núcleo Central Cósmico -Deus, a origem a Centelha Humana, a Criação e Formação de tudo o que existe no Universo e outros milhares de assuntos que não caberiam neste capítulo e que talvez só possam ser enfocados por mim, futuramente. Todos eles terão um enfoque pessoal com capítulos específicos nos quais serão transcritos todas as mensagens recebidas de cada ser ou entidade, em nossa linguagem e, para aqueles que mandaram suas mensagens nas suas próprias linguagens e escritas, incluirei os “fac-símiles destas mensagens e respectivas traduções para que os leitores e pesquisadores possam analisá-las, minuciosamente.

Até hoje penso que ninguém se aventurou a explicar quem é DEUS, o que é DEUS, como é DEUS, da forma como aqui vai explicada, contudo, sabendo que é uma tarefa quase impossível, tentarei fazê-lo em linguagem a mais compreensível possível e bem facilitada.

Caberá aos leitores livrarem-se dos tabus, dogmas e preconceitos e procurar usar sempre o raciocínio lógico, desprenderem-se das amarras filosóficas e religiosas e das “mordaças negras” que ainda alguns trazem remotamente dentro de si próprios da época da ”santa inquisição”. Bem como, daquele temor impingido à toda humanidade terrestre por mentes astutas, maliciosamente inteligentes social e psicologicamente, a fim de que essa humanidade não se dissipasse e vagasse por caminhos mais tortuosos do que aqueles que já estavam previstos em seu karma coletivo no decorrer dos milênios de sua formação; quando então, para cá foram exilados espíritos rebeldes oriundos de humanidades em conflitos de outros orbes juntamente com a intercalação de Espiritos-Avatares que desde a Lemúria e Atlântida, continentes agora submersos, desde a Índia, no tempo dos antigos Vedas, no Peru entre os Incas. No México e na Guatemala entre os Astecas, Toltecas e Maias, no Egito Antigo, na Mesopotâmia, na Judeia, no Nepal, na China, na Mongólia, no Japão, na Tailândia, no Oriente Médio, posteriormente, enfim, em todos os quadrantes da Terra, vieram eles cada um a sua maneira, empregando dons ou prestigitação; apregoando o temor a Deus e sobre tudo o Amor a Deus.

Muitos aproveitadores se locupletaram com os ensinamentos daqueles avatares e ao invés de procurarem alicerçar o amor, preferiram atemorizar o ser humano para que este permanecesse carente e dependente de uma ardilosa intermediação daqueles aproveitadores e mercenários entre ele, ser humano, e Deus. Intermediação essa que seria um “dom” exclusivo de uma casta de magos e sacerdotes, bruxos e feiticeiros e a pior de todas, aquela que seria exercida, praticada, através da casta clerical de todas as seitas e religiões, ávidas de ouro, que venderiam a “proteção divina” aos neófitos, aos adeptos e a população em geral subserviente, crente e cega.

Posteriormente vieram as populações indígenas que trouxeram e trazem as marcas desses traumas do passado funesto em seus perispíritos, e aí recorriam aos pajés das tribos aquela intermediação junto à Tupã ou outros nomes que davam a Deus que os fazia chegar ao ponto de temerem as forças da natureza, como os raios e trovões, vulcões, terremotos, como se aquilo fosse a voz irada de Deus ameaçando-os com castigos que logo vinham em forma da destruição total da lavoura ou dos seus “habitats”, ameaçando-lhes o curso de seus destinos.

Não é assim que os seres extraterrestres me ensinaram a sentir Deus. Quero salientar, aproveito, que os meus grifos em letra maiúscula ao me referir a Divindade, não o são por temor a Ele, mas como um respeito a figura do Criador perante àqueles que possivelmente ainda o temem.

No decorrer de todos esses milênios da existência da humanidade, aqueles aproveitadores da boa fé humana, criaram e ainda criam muitos mitos, cultos e sacrifícios de animais e principalmente de sacrifícios humanos, entre estes, as imolações e outras práticas terríveis em nome de um deus impiedoso, factível, sedento por sangue e pelo ouro, mas sempre carente, nada poderoso! Isto tudo veio a aumentar a diferença e a revolta, principalmente entre os que eram “escolhidos” para os sacrifícios, que ao desencarnarem em meio a atrozes sofrimentos, já no campo espiritual descrentes ou incrédulos com a chamada “justiça divina”, passaram para o lado dos negativos e se transformaram em anjos decaídos e que através de séculos vêm seguindo e combatendo seus antigos algozes. Atravessaram os séculos até nossos dias sedentos de vingança e impiedosamente os perseguem e os caçam e toda e possível ramificação genealógica. E cegos como estão, pelo ódio, atingem aqueles que tinham ou têm ligações várias com aqueles que os sacrificaram em nome de Deus. É essa caçada vira-se contra o caçador através das vias kármicas, aumentando-lhes os dolos e transformando-se em karma coletivo chegando até os dias de hoje com essa eterna rivalidade entre o Bem e o Mal, culpando-se a Deus por tudo o que ocorre de mal e que é produto da insanidade e belicosidade humana que chega às raias do animalesco.

Se somos a imagem e semelhança de Deus somos deuses também! O mestre Jesus já dizia: “- Vós sois deuses e poderão fazer ainda mais do que eu fiz”-.

Tanto isso é verdade, que o próprio ser humano está acabando com o planeta Terra e Deus nada faz diretamente, na hora, no exato momento contra ele. Ao contrário, permite que o ser humano use o seu livre arbítrio a seu bel prazer, seja do lado negativo ou do lado positivo. É claro que não indefinidamente, pois há as Leis Cósmico Siderais Evolutivas Naturais que o limitarão um dia. “- Deus tarda mais não falta”!, já dizia o jargão popular.

Portanto, as religiões, filosofias e outras ciências, desde a antigüidade, viam e vêem DEUS como “um velho barbudo” que vive no espaço, o Sol com um de “seus dedos”, Júpiter com outro, as estrelas com os dedos dos pés e etc., e de vez em quando, larga um deles para “castigar o ser humano que pecou”.

Por vezes um Deus impiedoso, insaciável nos seus atos de vingança, e protecionista, nepotista, que permite alguns fazerem parte de sua “panela” política, dando-lhes cargos, altos salários, vivendo como nababos, sem risco de qualquer doença e qualquer espécie, a não ser a preocupação de ter que deixar tudo o que arrecadou espuriamente para seus herdeiros que ao ver dele próprio nada fizeram para merecer. Ele mandara matar, aniquilar famílias inteiras de inocentes que atravessaram em seu caminho e no entanto, cai fulminado por uma parada cardíaca como um passarinho.

Isto tudo faz com que a chamada “Justiça Divina” não seja vista com bons olhos por aqueles que se acham injustiçados, e revoltados se rebelam, desafiam, ao mesmo tempo a Deus, “aquele velho” que um dia pode achar que eles sejam “personas non gratas” e baixe a mão sobre eles castigando-os inexoravelmente.

Moisés, líder nato das massas humanas, trazia em seu espirito grande experiência na lida com religiões e crenças que ajudou a fomentar e a praticar em seu passado remoto, trazendo em seus registros akáshicos grande conhecimento, perspicácia e dotado de sensibilidade mediúnica e grande domínio das forças da magia, foi instruído pelos Altos Poderes a legislar leis de conformidade com a mentalidade reinante na época. Daí brotaram-lhes os mandamentos e o Gênesis (começo de tudo) mas sempre observando o limite de conhecimento da época e no intuito de aglutinar sua raça hebraica um tanto revoltada e cansada, com leis e mandamentos severos para que não houvesse a dissipação dos costumes e a própria degeneração moral e social de seu povo. “Povo escolhido de Deus”, e que teria a obrigação de dar exemplos significativos para os povos futuros e ao mesmo tempo para a preparação da vinda do Messias 1300 anos depois, que ele, Moisés também não acreditava num Avatar como Jesus, pensava ele que haveria de vir um líder judeu como ele e não manso como Jesus, mas sim, severo, rigoroso e até impiedoso como ele, que propagava a vingança de “Olho por olho dente por dente”.

Sabedor que era da força de seu carisma, de seu domínio, da fascinação que sua sabedoria exercia sobre as massas deixou passar através de si as novas leis mas sem eliminar, contudo, seu animismo e egocentrismo, levando a humanidade a ver Deus “, debaixo para cima”, a teme-lo e pintando a origem do homem na terra de forma a fazê-lo parecer sempre um nada perto da potência divina e a criação do mundo executada por um ser que por conveniência da própria crença e interesses que abraçava, deveria trabalhar durante cinco dias e descansar nos fins de semana. “Talvez ele, Moisés, já estivesse prevendo as atuais leis trabalhistas que também tinham que vir regulamentar o trabalho do Criador!”

Deixando de lado todas essas insinuações e pilhérias pois, isto é muito sério, sério demais que trouxe a humanidade terrestre, tanto a humanidade física como a humanidade espiritual aos níveis dos patamares nos quais se encontra até hoje, após milênios de dúvidas e incertezas, vamos ao meu Gênesis – o Começo de Tudo, e De onde Viemos, o que somos e para onde Vamos, como eu entendo e como sou instruído pelos seres extraterrestres, mais avançados que nós sobre algo que já existente que seria o Nada absoluto, consideramos como Auto-Deformação.

Explicando com exemplo mais palpável e conhecido dos terrestres, pelo menos dos terrestres mais cultos:

Nos geradores dentro de nossas usinas elétricas, faz-se um campo magnético formado por um imã. O motor do gerador girando em alta velocidade gera um fluxo de elétrons no interior do campo magnético. Esses elétrons não existiam até aquele momento, foram criados ou simplesmente gerados pela deformação do campo magnético pela rotação do motor.

E assim nasceu e nasce continuamente a eletricidade que, após escoada através dos cabos adequados e por meio de redutores e transformadores chegam ao seu objetivo final, que é movimentar indústrias e iluminar cidades inteiras. De onde se pressupõe que, neste caso, o que existiu primeiro ou antes de tudo foi o campo magnético, mas na verdade, nós sabemos que antes existiram o motor, o imã, as águas que movem as turbinas, os homens que montaram e planejaram a usina e etc. etc.

Como aplicar o exemplo acima, por sinal muito simplista, na Criação de Deus e do Universo. Seria como se aqueles elétrons gerados quisessem explicar a criação do campo magnético, pois eles só tem conhecimento, caso raciocinassem, do momento de sua criação para baixo, não saberiam explicar o que ocorrera entes de serem criados. Certo? No conceito do surgimento de Deus ou do Núcleo Central Cósmico, só pode ser aplicado no sentido da auto deformação encontrada, em tudo e por tudo. Os seres extraterrestres mais evoluídos, os quais não conseguiram ver Deus de perto, com certeza estão logicamente mais próximos dele do que nós estamos e podem tecer um conceito mais apropriado.